Game Boy Color completa 20 anos de seu lançamento neste domingo (21)

Em 21 de outubro de 1998 era lançado no Japão o Game Boy Color, da Nintendo, tomando o lugar do seu antecessor, o Game Boy clássico. O GBC trazia o diferencial de retrocompatibilidade, ou seja, ele já chegou às lojas com uma bibloteca de jogos muito maior do que qualquer uma da concorrência. Mas as inovações do lançamento não se limitavam ao acesso aos jogos do Gameboy: o novo console portátil trazia tela colorida de 32.768 cores possíveis e 56 cores em simultâneo, uma memória quatro vezes maior e a capacidade de processamento dobrada em relação ao seu antecessor, além de uma porta de comunicação por infravermelho para conexões sem fio, que foi removida no Game Boy Advance.

O Game Boy Color foi lançado depois de um ano sem nenhum lançamento de peso em consoles. A Nintendo achava que o Game Boy clássico e sua versão pocket estavam com um baixo índice de vendas e precisava ser repaginado para chamar a atenção do público. Ao optar pela retrocompatibilidade, a empresa conseguiu emplacar o Game Boy Color como o terceiro console mais vendido no mundo. Combinados, o Game Boy clássico e o GBC venderam 118,69 milhões de unidades.

Uma das edições limitadas do GBC trazia o minigame em plástico transparente rosa (Imagem: Reprodução / Google Imagens) 

Suas espicificações técnicas eram as seguintes: processador Z80 de 8 bits, memória interna de 32 Kbyte + 96 Kbyte VRAM e 256 Kbyte WRAM de memória externa, tela de LCD Sharp a cores de 44 x 39 mm e resolução de 160 x 140, com duas pilhas AA como fonte de alimentação que duravam por até 10 horas de jogo. O console portátil pesava apenas 138 g.

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Quando foi descontinuado, em 2003, o Game Boy Color contava com um acervo de 576 jogos originais, além dos 1.049 jogos originais para Game Boy clássico. O último título lançado para o GBC no Japão foi One Piece: Maboroshi no Grand Line Boukenhen!.

Uma das versões mais desejadas do GBC, o Atomic Purple vinha com armação em plástico transparente (Imagem: Reprodução / Google Imagens)

O Game Boy Color tinha originalmente 5 cores diferentes: Teal (azul-petróleo); Dandelion (amarelo); Berry, (rosa); Kiwi (verde); e Grape (violeta). Além das cores originais, foram lançadas quase 50 edições especiais de cores diferentes, jogos, personagens e versões promocionais, inclusive uma variante com apenas uma unidade, produzida na Alemanha, para comemorar o lançamento de The Legend of Zelda: Ocarina of Time.

GBC edição ultraexclusiva (Imagem: Reprodução / Shutterstock)

O Game Boy Color também trazia algumas opções de paletas de cores a serem aplicadas nos jogos do seu homônimo monocromático de acordo com a seleção feita através de combinações de botões pressionados simultaneamente quando a logomarca do console aparecia pela primeira vez. Entretanto, com frequência ocorriam bugs quem deixavam os sprites evidentes por conta das cores diferentes do fundo.

BMO, personagem da animação Hora de Aventura, é inspirado no Game Boy Color Teal (Imagem: Reprodução / Cartoon Network)

Ser tão conhecido como o Game Boy Color tem suas vantagens: mesmo que o console não seja mais fabricado há anos, ele é considerado um item de colecionador, com exemplares usados sendo vendidos por até R$ 2.700 em sites brasileiros de compra online. Além disso, o console portátil também já virou estampa de roupas, de artigos de decoração, de sapatos e até personagem de série animada! Ou você nunca parou para pensar que a cor e os botões do personagem BMO, de Hora de Aventura, são bastante familiares?

Um novo sentido para “plataforma” (Imagem: Reprodução / Pinterest)

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Apple quer que todos os programas para Macs sejam autenticados pela empresa

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Preocupada com a segurança, a Apple criou uma nova maneira de garantir que seus usuários não irão instalar programas maliciosos em seus computadores da marcca.

A partir de agora, todo os desenvolvedores de software para macOS podem ter seus programas autenticados pela empresa, garantindo ao usuário que o software instalado não possui nenhum código malicioso escondido.

Esta autenticação é a mesma pela qual já são subordinados os programas disponíveis na App Store, com a diferença de que agora mesmo aqueles desenvolvedores que não quiserem vender seus softwares na loja da Apple, optando pela venda direta ao público através de seus sites, poderão ter seus programas autenticados.

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A autenticação será reconhecida pelo sistema a partir da versão Mojave do macOS (lançada em setembro), e os usuários não serão incomodados pelo Gatekeeper ao tentar instalar programas autenticados.

Por enquanto, essa autenticação ainda é opcional, mas a Apple já avisou que em um futuro próximo ela se tornará obrigatória para qualquer desenvolvedor que queira lançar um software para Mac, e qualquer programa que não for autenticado não terá a instalação liberada pelo Gatekeeper.

Fonte: Cult of Mac

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Netflix, categórica, sobre cancelar séries da Marvel: “A decisão é nossa”

A Netflix não parece muito incomodada com a repercuessão do cancelamento da série Punho de Ferro, uma das inúmeras propriedades intelectuais da Marvel cujas séries vêm sendo produzidas pela gigante do streaming. Em conferência com investidores, a empresa disse que a decisão de seguir ou cancelar com a produção de qualquer uma das séries da “Casa das Ideias” recai somente sobre um nome: a própria Netflix.

Toda essa segurança vem do CCO (Chief Content Officer) da empresa, Ted Sarandos que, questionado sobre o futuro das séries com os personagens da Marvel, disse de forma bem direta: “A decisão [sobre continuar ou não com as séries] é nossa — e nós estamos super felizes com o desempenho delas”.

A notícia vem para tentar assegurar os fãs de que, apesar do cancelamento de Punho de Ferro e a iminente estreia de um serviço de streaming próprio da Disney (previsto para 2019) — que é dona da Marvel (e da LucasArts, e da FOX) —, a Netflix tem poder final de veto ou continuidade sobre suas produções. Até que ponto isso é certo, ninguém pode dizer, mas ao menos por ora, tudo indica que as séries produzidas com propriedades da Marvel (a saber: Jessica Jones, Demolidor, Justiceiro, Luke Cage e Defensores) seguem rumo a novas temporadas.

A série Punho de Ferro foi cancelada pela Netflix recentemente, mas gigante do streaming está assegurando a continuidade de outras produções em conjunto com a Marvel (Imagem: Divulgação/Netflix)

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Falha do Windows permite que hacker tenha acesso total aos arquivos da máquina

Uma nova vulnerabilidade crítica do Windows foi revelada hoje (19) por Sebastian Castro, colombiano expert em cibersegurança. Essa falha permite que um hacker invada o computador e transfira todos os privilégios de administrador para qualquer outra conta, dando a ele acesso total a todos os arquivos e programas da máquina.

De acordo com Castro, essa vulnerabilidade já existe desde o Windows XP, e está presente em todas as versões posteriores do sistema operacional, incluindo no Windows Server 2003, Windows 8.1 e Windows 10.

Isso acontece porque, desde o Windows XP, todas as versões utilizam Security Account Manager (SAM) para armazenar as chaves de acesso e privilégios de todas as contas de usuário da máquina. Como o sistema define identificações diferentes para cada tipo de conta, um hacker que consiga invadi-lo pode encontrar a identificação referente à conta do administrador da máquina e repassar esse código para qualquer outra conta de usuário, inclusive a de convidado — o que o permitiria acesso total a todos os arquivos do computador.

Ele até mesmo gravou um vídeo em que explica como é possível se aproveitar dessa falha para assumir o controle da máquina:

 

A falha já havia sido revelada para a Microsoft há cerca de 10 meses, mas Castro não recebeu resposta da companhia sobre o assunto, o que permitiu que ele revelasse o problema para o público. A empresa ainda não se pronunciou oficialmente sobre a vulnerabilidade, mas Günter Born, MVP do programa Windows Insider, afirmou que as novas bases da Diretiva de Grupo da Microsoft irão prevenir que esse tipo de invasão ocorra em uma situação real.

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Rumores afirmam que a Samsung está criando um smartphone dedicado para jogos

Desde o lançamento do Razer Phone em novembro do ano passado, diversas empresas vêm apostando no mercado de smartphones dedicados para jogos, e só neste ano já tivemos os lançamentos do Razer Phone 2, Asus ROG Phone, Honor Play, Black Shark e Huawei Mate 20X voltados para este segmento. Mas alguns rumores indicam que logo essas marcas deverão ganhar um concorrente de peso.

De acordo com informações de funcionários da Samsung que não quiseram se identificar, a marca estaria trabalhando em um novo modelo de smartphone voltado exclusivamente para o público gamer. Não foram reveladas informações sobre o aparelho, mas tudo indica que ele pode ser o misterioso novo modelo da linha Galaxy A que foi revelado no mês passado. Caso se confirme essa hipótese, o aparelho irá funcionar com um processador Snapdragon 845 com 8 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno (além de provavelmente também chegar com variações oferecendo 64 GB e 256 GB de espaço), bateria com 4.000 mAh, Android 8.1 Oreo, e muito provavelmente um sistema de resfriamento Water Carbon igual o presente no Galaxy Note 9.

Esses rumores ainda apontam que o aparelho não deverá trazer grandes novidades em design, com uma tela Infinita e um case de alumínio com vidro bem parecidos com os do Galaxy A7 e Galaxy A9.

Por enquanto, ainda não há nenhum detalhe sobre quando ele será disponibilizado para venda e nem quando será revelado oficialmente, mas há uma grande possibilidade de ele ser anunciado até o fim de novembro, em tempo para as compras de Natal.

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TSE adia para domingo (21) coletiva que anunciará medidas para conter fake news

Devido a uma incompatibilidade nas agendas dos participantes, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou para o próximo domingo (21), a entrevista coletiva para anunciar as medidas que serão tomadas para combater a disseminação de notícias falsas (ou fake news) associadas às campanhas políticas nas redes sociais.

A entrevista deveria ocorrer nesta sexta-feira (19) e foi anunciada na última quinta (18), após o TSE ser cobrado a criar medidas efetivas para impedir candidatos e partidos de compartilhar conteúdos inverídicos durante o período eleitoral.

A coletiva acontecerá no domingo (21) às 14h, no horário de Brasília, contando com a presença da presidente do TSE, a ministra Rosa Weber, os ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República), a procuradora-geral da República Raquel Dodge, a advogada-geral da União Grace Mendonça e o diretor-geral da Polícia Federal Rogério Galloro.

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Atari anuncia console portátil baseado no Atari 2600

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Depois do sucesso que a Nintendo conseguiu com o NES Mini, diversas empresas resolveram aproveitar a onda nostálgica para lançar uma versão em miniatura de seus consoles clássicos — e agora é a vez de a Atari entrar nesse mercado.

A empresa anunciou dois novos produtos baseados no seu console mais clássico, o Atari 2600. Um deles é o Atari Plug & Play Joystick, um console no formato do clássico Joystick de Atari que possui duas versões: uma com 50 jogos que pode ser conectada em qualquer TV, e outra com 100 jogos que pode ser conectado ao computador. É só conectar o aparelho, que também funciona como joystick, e curtir os grandes clássicos da época do Atari.

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Mas o mais legal mesmo é o Atari Retro Handheld, um console portátil com design baseado no Atari 2600 original (até mesmo com os detalhes em madeira). O aparelho possui uma tela de 2,4 polegadas e saída A/V que permite conectá-lo à TV, além de já vir com 50 jogos na memória.

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Ambos os produtos terão na memória alguns dos maiores clássicos da época de ouro da Atari, como Asteroids, Pong, Centipede, Missile Command, Breakout e Millipede.

Ambos os produtos serão lançados no dia 26 de outubro, e por enquanto estarão disponíveis apenas no Reino Unido. A pré-venda deles já está aberta na Amazon UK, e o Atari Plug & Play Joystick pode ser comprado por £24,99. Já o Atari Retro Handheld está sendo vendido pelo preço de £34,99.

Fonte: Variety

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BGS 2018 | Jump Force continua surpreendendo, apesar de ainda ser estranho

Os jogos da Bandai Namco estavam bem distribuídos pela Brasil Game Show 2018. Enquanto Ace Combat 7: Skies Unknown estava no estande da Sony na área do PlayStation VR; Soul Calibur VI estava no estande da Razer, e Jump Force podia ser jogado exclusivamente no estande da Microsoft. Bastante procurado, sua demonstração na feira era um pouco diferente da que testamos na Anime Friends 2018.

Enquanto a build do evento de animes trazia apenas 6 bonecos, esta nova demonstração trazida para o evento de games trouxe alguns novos rostos: Ichigo e Rukia da série Bleach, Gon e Hisoka de Hunter X Hunter, Blackbeard de One Piece e Vegeta de Dragon Ball Z. Apesar de serem poucas adições, essa versão era a mesma que estava disponível na Tokyo Game Show, em setembro, e através dela, já deu pra sentir uma leve diferença na jogabilidade e, principalmente, na dificuldade.

Além dos personagens novos, havia mais dois cenários também: o planeta Namek de Dragon Ball, e Hong Kong, da nossa realidade. Já em questão de mecânicas, elas não mudaram muito desde a última vez que testamos Jump Force. O jogador ainda precisa escolher três personagens e, mesmo com a variedade de golpes e habilidades especiais, a interface durante as lutas continua limpa, permitindo que o jogador se foque no que realmente é importante: a batalha.

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(Imagem: Bandai Namco)

Os movimentos continuam livres, ou seja, os bonecos podem se mover em qualquer direção pelo cenário de acordo com a delimitação do cenário; há botões para ataques à distância também — ou para aplicar um dash que leva o boneco diretamente ao inimigo pelo ar, para que os dois briguem de verdade. E recarregar energia / ki / shakra e derivados continua deixando o boneco vulnerável, então é bom tomar cuidado quando fizer isso.

Algo que particularmente gostei muito foi a dificuldade da batalha. Novamente, não era possível lutar contra alguém do lado, apenas contra a CPU do jogo. Porém, tivemos um verdadeiro desafio, com oponentes que não davam sossego e aplicavam combos muito bons, sempre se aproveitando de brechas nossas. Isso é ótimo, pois mostra que o jogo está muito equilibrado em questão de acessibilidade: ele é muito fácil de dominar em questão de controles e técnicas, e a dificuldade proposta pode instigar os jogadores a melhorar cada vez mais, persistindo para aprender a duelar de verdade.

Dos novos personagens, inclusive, chama atenção como a Bandai Namco está trazendo golpes icônicos dos personagens para o jogo, de modo a diferenciá-los bem no meio de um rol tão vasto de protagonistas — e seus devidos antagonistas. A única coisa que continua estranha aos olhos — mas já um pouco menos do que a última vez — são os gráficos. Ainda é estranho os personagens em uma tentativa de deixá-los realistas, mas mantendo o estilo anime.

(Imagem: Bandai Namco)

Um passo de cada vez

Aproveitando então que batemos um papo com Denny Chiu, diretor de comunicação da Bandai Namco, resolvemos tirar essa dúvida e perguntar a ele por que Jump Force está sendo feito nesse estilo gráfico, e não como um anime propriamente dito, já que os personagens são todos de mangás publicados pela revista Shonen Jump.

“Quando você olha o nosso portfolio e temos Dragon Ball Xenoverse, certo? Obviamente é um jogo de aventura, mais [puxado para o] celshading e anime; e aí temos Dragon Ball FighterZ, que é realmente um anime, como se o anime tivesse ganhado vida”, respondeu Chiu. “E aí, com o Jump Force, a equipe de desenvolvimento queria fazer algo diferente, e é por isso que ele é em 3D, como se estivéssemos trazendo esses personagens para o mundo real e dando um visual mais ‘realístico’ para eles. Nós queremos traçar caminhos diferentes para cada franquia de anime que temos e, Jump Force, essencialmente, deu ao time a oportunidade de fazer algo novo, seguindo um rumo diferente”.

Em seguida, também perguntamos sobre os cenários, afinal, dá pra deduzir que o time de desenvolvimento está aparentemente alternando entre fases retiradas dos animes que vão compor o jogo, e também ambientações do mundo real. Assim sendo, perguntei a Chiu se há planos para fazer uma fase no Brasil. “Essa é uma excelente pergunta, mas eu vou precisar verificar com o time de desenvolvimento no Japão para te responder”, disse o diretor de comunicação. “Ainda estamos a alguns meses do lançamento… Eles podem estar trabalhando em alguma coisa, eu não sei! Mas nunca se sabe, nós estamos vindo ao Brasil já há algum tempo, aqui na BGS e a equipe sabe que existem muitos fãs no país, então eu vou checar com a equipe e te falo!”, ele prometeu.

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E sobre Jump Force nos eSports, Chiu foi bem sensato respondendo que a Bandai Namco sempre pensa nessa área depois que o jogo é lançado. “Porque precisamos primeiro ver como o público e os fãs vão aceitar o game e como eles vão jogá-lo”, ele explicou. “O objetivo, por enquanto, é fazer um ótimo jogo, e aí sim considerar eSports ou o que mais estiver à vista”.

Jump Force está previsto para ser lançado em fevereiro de 2019 (a data exata ainda não foi divulgada) e o game de luta sairá para PC, Xbox One e PlayStation 4.

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Huawei confirma produção de smartphone dobrável com 5G

A Huawei tem mostrado que não está de brincadeira quando o assunto são smartphones. O CEO, Richard Yu, confirmou em coletiva nesta sexta-feira (19) que a empresa vai não só entrar no mercado de smartphones dobráveis, como também que seu aparelho já vai chegar com tecnologia 5G.

Em entrevista ao Digital Trends, Yu informou que a empresa está trabalhando em um aparelho capaz de se dobrar e deu a entender que a base dele pode ser o Mate 20 X. “Estamos trabalhando em smartphones dobráveis, smartphones 5G dobráveis”, afirmou em entrevista para o Digital Trends. Em seguida, ele desconversou: “Mas antes dos smartphones dobráveis, estamos apresentando o Huawei Mate 20 X”.

Esta é uma estratégia normal de empresários com media training, que sabem o momento de voltar o assunto para o foco do que quer dizer. Contudo, no mesmo evento de apresentação, a chinesa havia revelado também os Mate 20 e Mate 20 Pro. Dessa forma, fica claro que ele quis dar destaque ao Mate 20 X.

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Isso poderia indicar que o smartphone dobrável poderia ser baseado neste dispositivo, ou mesmo ser um sucessor para ele. O Mate 20 X chega com uma nova linha de aparelhos com tela considerada acima do padrão do mercado — com 7,2 polegadas.

Como um aparelho mais premium da companhia, ele traz todas as especificações internas dos topos de linha da Huawei: o processador Kirin 980 de 7nm, o conjunto triplo de lentes na traseira, 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. Ainda, é compatível com acessórios, como controle para games.

Para se ter uma noção do quanto ele é grande, o aparelho tem sido comparado com o Nintendo Switch, pela relação dos controles, tamanho de tela e ainda bateria. O Mate 20 X tem 5.000 mAh de capacidade e Yu promete que o dispositivo chega já no ano que vem.

Outras ideias

Além da fabricante chinesa, a Samsung já anunciou que está trabalhando em modelos de smartphones 5G e dobráveis. Contudo, a diferença aqui é que estas duas características não apareceriam no mesmo dispositivo.

Com rumores cada vez mais fortes, a expectativa é de que a sul-coreana lance seu aparelho dobrável já no começo do ano que vem.

Já no universo do 5G, outras companhias já se preparam para o novo padrão. A Motorola já anunciou o seu Moto Snap 5G, acessório para seus smartphones e que vai garantir a conexão com o novo tipo de rede.

Além dela, a Xiaomi também já se prepara para entrar neste mercado. Em foto publicada no Twitter, o diretor de produtos Donovan Sung mostrou um teste com 5G em um aparelho da empresa, parecido com fotos divulgadas do Xiaomi Mi Mix 3. O aparelho chega na semana que vem.

Fonte: Digital Trends

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Tim Cook nega espionagem chinesa em chips e pede retratação à Bloomberg

Recentemente, a Bloomberg divulgou uma reportagem denunciando que empresas chinesas teriam colocado chips para invadir e coletar dados de servidores de empresas norte-americanas. Entre as afetadas, estariam Apple e Amazon. Agora, o CEO da Maçã, Tim Cook, saiu em defesa da segurança de sua companhia e negou o fato.

Segundo o veículo, tais empresas teriam colocado um componente menor que um grão de arroz e não modificariam o desempenho dos dispositivos. Contudo, isso permitiria que espiões chineses tivessem acesso a dados confidenciais.

Em entrevista recente para o BuzzFeed News, Cook não só passou a negar que isso teria acontecido, como cobrou que a Bloomberg se retratasse sobre o assunto. “Não há nada de verdade na matéria deles sobre a Apple. Eles precisam fazer a coisa certa e se retratar”, ele pontuou ao BuzzFeed.

Tim Cook, CEO da Apple (Foto: Captura/Apple)

No começo do mês, o governo norte-americano chegou a cobrar da Apple que informasse em seus relatórios se haveria a possibilidade de haver espionagem em seus componentes. A empresa, por sua vez, entregou relatório em que diz que tem monitorado constantemente possíveis atividades maliciosas, bem como invasores, e que não encontrou nada de diferente.

Já a Bloomberg mantém a sua postura. Segundo ela, checou a informação com sete diferentes fontes, entre oficiais de governos e pessoas de dentro destas empresa. “Nós também publicamos três posicionamentos completos das companhias, bem como um posicionamento do Ministério das Relações Exteriores da China. Assim, mantemos nossa matéria e estamos confiantes de nossa reportagem e fontes”, disse o veículo em comunicado.

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