Inteligência Artificial agora consegue resolver Cubo Mágico sem ajuda humana

Pesquisadores chegaram a um novo algoritmo de aprendizado de reforço que é capaz de ensinar a si mesmo como resolver o quebra-cabeça


O Cubo de Rubik, também conhecido como Cubo Mágico, não é dos quebra-cabeças mais fáceis para se ter em mãos. Há quem dedique certa disciplina para resolvê-lo e há competições que reconhecem seus recordistas. Atualmente, o australiano Feliks Zemdegs, de 22 anos, detém o título mundial – tendo conseguido terminar o cubo em apenas 4.22 segundos. Mas bem, dado o avanço da Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês), um computador conseguiria, eventualmente, superar humanos nessa tarefa?

A essa altura, algoritmos já conseguiram derrotar seres humanos em jogos complexos – xadrez, o milenar Go e até mesmo no Dota 2. Mas enquanto é, relativamente, simples criar um algoritmo para uma máquina que permite descobrir quais faces de um cubo devem se virar e quando, a parte mais difícil é criar uma máquina que consiga resolver o Cubo Mágico completamente sem ao menos contar com um algoritmo para resolvê-lo sem a ajuda de humanos. Mas é isso que pesquisadores conseguiram fazer. 

Stephen McAleer e colegas da Universidade da Califórnia acham que resolveram o problema com um processo chamado “iteração autodidática”. McAleer e sua equipe o chamaram de “novo algoritmo de aprendizado de reforço que é capaz de ensinar a si mesmo como resolver o Cubo de Rubik sem assistência humana”.

Segundo eles, este algoritmo de aprendizado pode resolver 100% dos cubos aleatoriamente embaralhados em 30 movimentos ou menos – o que é igual ou melhor que o desempenho humano.

Essencialmente, a iteração autodidata requer que o algoritmo pense de trás para frente de forma que encontre uma solução. Ele começa o processo ao visualizar o cubo já finalizado e depois reduz seus passos para ver se cada movimento subsequente irá ajudar a chegar ao objetivo final.

O algoritmo parece complicado e realmente é. Mas a pesquisa mostra que a AI pode evoluir para lidar com problemas mais amplos e mais difíceis, como o dobramento de proteínas. Por enquanto, McAleer e sua equipe estão experimentando cubos maiores e mais difíceis de resolver.

 

via IDG Now!

Beta de Fallout 76 chegará primeiro no Xbox One

De acordo com a Bethesda, o Xbox One será o primeiro console a receber o beta de Fallout 76. Além disso, a empresa também confirmou que os testes antecipados do game só serão liberados para aqueles que comparem o game na pré-venda.

Apesar dessa informação, a desenvolvedora ainda não divulgou a data de início da fase beta, alegando apenas que o game poderá ser testado antes no console da Microsoft. As demais plataformas, Playstation 4 e PC, vão receber o beta um pouco mais tarde.

Ainda que a liberação do beta com antecedência para o Xbox One seja uma ótima notícia para os fãs da “caixa verde”, é provável que a exclusividade dure apenas alguns dias, com a posterior liberação dos testes para as demais plataformas.

Conforme o anúncio do game na E3 2018, Fallout 76 será lançado oficialmente no dia 14 de novembro de 2018 para Xbox One, Playstation 4 e PC.

Fonte: Eurogamer

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via Canaltech

Apple recebe multa milionária por dispositivos inutilizados na Austrália

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Apple


A Apple foi condenada a pagar uma multa de cerca de R$ 25 milhões por um tribunal de justiça da Austrália.

A multa se aplica a uma denúncia de um grupo de defesa dos direitos do consumidor, a Comissão Australiana de Concorrência e Consumo (ACCC), após o “erro 53”, que inutilizou iPhones e iPads após uma atualização do iOS.

De acordo com a ACCC, a Apple admitiu que entre fevereiro de 2015 e fevereiro de 2016, pelo próprio site da companhia, ao menos 275 clientes australianos haviam sido afetados pela falha. Na nota, a empresa ainda disse que usuários que haviam feito reparos em seus aparelhos por terceiros não seriam mais elegíveis para conserto.

A decisão não foi bem-vista pela corte australiana, que julga a companhia de violar a lei do país sobre os direitos do consumidor.

“Se um produto está com falhas, os consumidores têm direito legal a um reparo ou substituição pela Lei do Consumidor da Austrária e, às vezes, até mesmo um reembolso. As representações da Apple levaram os clientes a acreditarem que seriam negados a um conserto pelo seu problema por terem feito uma reparação por meio de terceiros”, conta Sarah Court, que está trabalhando no caso.

Segundo a comissão australiana, após a Apple ser notificada sobre a ação judicial e a investigação, a empresa implementou um novo programa para compensar os usuários afetados pelo erro 53, estendendo para cerca de 5 mil consumidores.

A Maçã também teria oferecido um compromisso judicial para aprimorar o treinamento de seus funcionários para que as informações sobre garantias e a lei australiana fossem aplicadas. No entanto, a ACCC se preocupa com a possibilidade de a Apple fornecer como substituição um produto recondicionado.

“Se as pessoas comprarem um iPhone ou um iPad e eles sofrerem uma falha grave, eles têm direito a um reembolso. Se os consumidores preferirem uma substituição, eles devem receber um aparelho novo e não recondicionado, se houver algum disponível”, completa a corte australiana.

Fonte: TechCrunch

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via Canaltech

OMS já considera vício em games como transtorno mental

Nesta semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a reconhecer o vício em jogos eletrônicos como um transtorno de saúde mental. De acordo com a entidade, a decisão tem como base uma série de estudos e as considerações sobre o assunto de especialistas de diversas áreas.

Para ser mais preciso, o que a OMS fez foi incluir transtornos patológicos relacionados a jogos eletrônicos na 11ª edição da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID). O catálogo não é atualizado desde 1990.

Joystick

Apesar de estar sendo confirmada agora, a decisão de incluir o vício em games na CID foi anunciada no final de 2017. A condição é listada como “gaming disorder”. Esse é um convite, digamos assim, para que o problema seja tratado com mais seriedade por serviços de saúde: a CID é referência em várias partes do mundo para fins estatísticos, cálculos de despesas médicas e aprovação de tratamentos, por exemplo.

O assunto divide opiniões. Para alguns especialistas em saúde mental, comportamentos nocivos ligados a jogos eletrônicos podem ser consequência de distúrbios mentais clássicos, como quadros crônicos de ansiedade ou transtorno obsessivo compulsivo. Nessas condições, os jogos serviriam como uma válvula de escape usada em excesso.

A OMS ressalta, porém, que os estudos acerca do assunto começaram há mais de dez anos e deixa claro que a decisão foi bastante ponderada. Não por acaso, parece que a inclusão do vício em jogos na CID encontra mais apoio do que resistência: para muitos profissionais, o problema tende a ser tratado com mais seriedade nos próximos anos.

Mark Griffiths, psicólogo da Universidade Nottingham Trent que há mais de 30 anos estuda a obsessão em games, faz parte dos apoiadores. Para ele, a classificação incentivará centros de saúde do mundo todo a prestarem mais atenção no problema, bem como a desenvolverem estratégias de tratamento específicas.

Jogando

É válido ressaltar que jogar assiduamente, por si só, não implica em vício. É preciso considerar outros fatores. A OMS explica que é importante levar em conta se essa atividade prejudica seriamente a rotina. É o caso, por exemplo, de pessoas que faltam ao trabalho, frequentemente pulam cuidados diários como banhos e refeições, ou perdem o interesse por outros assuntos por conta dos jogos.

Outros sinais incluem a angústia: a pessoa pode perceber que jogar está atrapalhando a sua vida, mas não consegue deixar a prática de lado, alimentando um sentimento de culpa que, não raramente, a faz se afundar ainda mais nos games.

Esse é um problema que requer atenção das autoridades, mas não em níveis alarmantes. Nas estimativas da OMS, o vício em jogos eletrônicos atinge menos de 3% dos gamers. Se a pessoa joga bastante, mas cumpre os seus afazeres ou, percebendo exageros, consegue reduzir a frequência, por exemplo, muito provavelmente os jogos não têm efeitos nocivos sobre ela.

Com informações: Associated Press, Agência Brasil.

OMS já considera vício em games como transtorno mental

via Tecnoblog

Cabos identificados

Vida de Suporte - Cabos identificados

Transcrição:

[Baseado em histórias reais enviadas por Fausto Trugilho.]
Alex: Já encontrei o switch que será reinstalado. Qual o próximo passo?
Suporte [ao telefone]: Os cabos estão identificados?
Alex [ao telefone]: Bom… Eles estão nomeados com ‘‘pão-duro’’, ‘‘bafo de onça’’, ‘‘metida’’…
Usuário: Estou sem internet.
Usuário: Assim fica difícil para mim cumprir as ordens que eu tive a honra e felicidade de receber do meu querido, visionário e sábio chefinho!
Suporte: O cabo ‘‘puxa-saco’’ tá desconectado.
Alex [ao telefone]: Como você sabia?!

Identificação eficiente.


Cabos identificados é um post do blog Vida de Suporte.

via Vida de Suporte

Pode comemorar: Android finalmente vai ganhar um leitor de podcasts nativo

A novidade deve chegar nos próximos dias – ou horas – mas não há motivos para pânico pois, talvez, o app pode não ser do jeito que você esperava.

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

O fluxo do sistema

tirinha

Inclua essa tirinha em seu site

COLE ESSE CÓDIGO EM SEU SITE x
Transcrição ↓

real historia;
string sender = "Fabrício Olmo Aride";

Programador: O fluxo do sistema é assim: o analista preenche a proposta e encaminha para o avaliador. Se o avaliador aprovar, a proposta é encaminhada para o cliente.
Jimmy: Hmmm…
Programador: Mas, se o avaliador não aprovar, a proposta volta para o analista fazer as alterações necessárias e o fluxo é reiniciado. Entendeu?
Jimmy: Entendi… É tipo um refluxo…
Programador: PLOFT!

Camiseta: Ai meu esôfago!

O artigo "O fluxo do sistema" foi originalmente publicado no site Vida de Programador, de Andre Noel.

via Vida de Programador

Apple é multada por atualização que inutilizava aparelhos da companhia

Apple foi multada em US$ 6,6 milhões após ser processada com sucesso pela Comissão Australiana de Competição e dos Consumidores (ACCC). O caso tem relação com o “erro 53” do iPhone e do iPad, noticiado no ano passado.

Usuários de aparelhos móveis da Apple disseram ter recebido a mensagem de erro após baixarem uma atualização para o iOS. O download inutilizava completamente dispositivos que tivessem passado por reparos sem a autorização da empresa, mesmo que esse conserto envolvesse apenas a troca de uma tela quebrada, por exemplo.

Para a comissão, essa medida ia contra as leis de proteção aos consumidores do país, que garante o direito de fazer um reparo nos seus próprios aparelhos. Ainda de acordo com a comissão, pelo menos 275 pessoas entraram em contato com a Apple para tentar resolver o problema e foram informadas que não teriam direito a um conserto porque fizeram reparos sem autorização.

Para a comissão, essa medida ia contra as leis de proteção aos consumidores do país.

Após ser notificada de que estava sob investigação da comissão, a Apple implementou um programa com o objetivo de compensar todas as pessoas afetadas. Segundo a empresa, esse número foi de aproximadamente 5 mil consumidores. A companhia admitiu ter feito comentários e declarações falsas para essas pessoas, dizendo que elas não teriam direito aos reparos.

Em uma declaração, a Apple afirmou que não vai se envolver nesse tipo de conduta novamente. A empresa lembrou que opera há 35 anos no país e vai “continuar a fazer o possível para entregar serviços de excelência para todos os consumidores na Austrália”.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Apple é multada por atualização que inutilizava aparelhos da companhia

Apple foi multada em US$ 6,6 milhões após ser processada com sucesso pela Comissão Australiana de Competição e dos Consumidores (ACCC). O caso tem relação com o “erro 53” do iPhone e do iPad, noticiado no ano passado.

Usuários de aparelhos móveis da Apple disseram ter recebido a mensagem de erro após baixarem uma atualização para o iOS. O download inutilizava completamente dispositivos que tivessem passado por reparos sem a autorização da empresa, mesmo que esse conserto envolvesse apenas a troca de uma tela quebrada, por exemplo.

Para a comissão, essa medida ia contra as leis de proteção aos consumidores do país, que garante o direito de fazer um reparo nos seus próprios aparelhos. Ainda de acordo com a comissão, pelo menos 275 pessoas entraram em contato com a Apple para tentar resolver o problema e foram informadas que não teriam direito a um conserto porque fizeram reparos sem autorização.

Para a comissão, essa medida ia contra as leis de proteção aos consumidores do país.

Após ser notificada de que estava sob investigação da comissão, a Apple implementou um programa com o objetivo de compensar todas as pessoas afetadas. Segundo a empresa, esse número foi de aproximadamente 5 mil consumidores. A companhia admitiu ter feito comentários e declarações falsas para essas pessoas, dizendo que elas não teriam direito aos reparos.

Em uma declaração, a Apple afirmou que não vai se envolver nesse tipo de conduta novamente. A empresa lembrou que opera há 35 anos no país e vai “continuar a fazer o possível para entregar serviços de excelência para todos os consumidores na Austrália”.

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Apple é multada por atualização que inutilizava aparelhos da companhia

Apple foi multada em US$ 6,6 milhões após ser processada com sucesso pela Comissão Australiana de Competição e dos Consumidores (ACCC). O caso tem relação com o “erro 53” do iPhone e do iPad, noticiado no ano passado.

Usuários de aparelhos móveis da Apple disseram ter recebido a mensagem de erro após baixarem uma atualização para o iOS. O download inutilizava completamente dispositivos que tivessem passado por reparos sem a autorização da empresa, mesmo que esse conserto envolvesse apenas a troca de uma tela quebrada, por exemplo.

Para a comissão, essa medida ia contra as leis de proteção aos consumidores do país, que garante o direito de fazer um reparo nos seus próprios aparelhos. Ainda de acordo com a comissão, pelo menos 275 pessoas entraram em contato com a Apple para tentar resolver o problema e foram informadas que não teriam direito a um conserto porque fizeram reparos sem autorização.

Para a comissão, essa medida ia contra as leis de proteção aos consumidores do país.

Após ser notificada de que estava sob investigação da comissão, a Apple implementou um programa com o objetivo de compensar todas as pessoas afetadas. Segundo a empresa, esse número foi de aproximadamente 5 mil consumidores. A companhia admitiu ter feito comentários e declarações falsas para essas pessoas, dizendo que elas não teriam direito aos reparos.

Em uma declaração, a Apple afirmou que não vai se envolver nesse tipo de conduta novamente. A empresa lembrou que opera há 35 anos no país e vai “continuar a fazer o possível para entregar serviços de excelência para todos os consumidores na Austrália”.

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