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Análise | Já com sinais de cansaço, PUBG chega ao PS4 “rodando no low”

Há exatamente um ano, PlayerUnknown’s Battlegrounds estava na lista de indicados a melhores jogos do ano no The Game Awards, e com grandes chances de vencer. Estamos falando de uma época em que o título, ainda em acesso antecipado, imperava como um dos grandes bastiões do multiplayer e um dos maiores títulos competitivos do mundo, dando origem a uma febre incrível, a dos Battle Royales.

Olhar a situação de PUBG neste final de 2018 é um testamento da velocidade com que as coisas podem mudar na indústria dos games. O título, anteriormente exclusivo para PC, foi recebido com pompa e circunstância pela Microsoft no final do ano passado, em uma exclusividade para consoles que termina, agora, com a chegada do jogo ao PlayStation 4. Se o mundo dos jogos fosse um Battle Royale, o título, doze meses depois, com certeza não seria o mais apto a sobreviver.

 

Hoje, o trono é do todo poderoso Fortnite, enquanto, expandindo sua atuação para os dispositivos móveis e, agora, o console da Sony, PUBG tenta recuperar o espaço perdido e alcançar um público que, até então, só ouvia falar do game ou assistia a gameplays no YouTube. Pode ser um pouco tarde demais, entretanto, e com certeza não é a qualidade desta versão que vai trazer de volta os velhos adeptos e conquistar novos combatentes.

Battlegrounds sempre foi um jogo pesado nos PCs, e claro que nos consoles não seria diferente. Entretanto, quem joga sabe que toda essa carga tem bastante a ver com a falta de polimento e otimização, e menos com o aspecto visual e de processamento em si. Essa balança torta também aparece na versão PlayStation 4, que funciona como se estivesse rodando no low.

Serrilhados e pequenas falhas gráficas dão a tônica de PUBG no PS4 (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

O que mais se vê na tela são serrilhados, arestas e contornos gráficos mal-acabados, juntamente com falhas nas texturas e elementos que não são processados como deveriam. É comum ver “matinhos” ou escombros atravessando o chão ou as estruturas. Mas a principal falha desse tipo é quando enxergamos através das paredes, uma vantagem artificial que não deveria existir em um jogo com esse tipo de competição.

Essa queda na qualidade gráfica também entra no caminho da jogabilidade quando, simplesmente, não é possível ver as estruturas no solo durante as etapas iniciais da partida, enquanto ainda estamos no avião ou em queda livre. Quem jogou PUBG ou tem um mínimo de conhecimento do estilo Battle Royale sabe que o posicionamento inicial é importantíssimo para a vitória das partidas. Afinal, descemos sem equipamento algum, e saber onde “cair” para “lootear” é fundamental.

Sem enxergar os prédios, galpões e estruturas, entretanto, o jogador acaba tendo de confiar apenas no minimapa, que, em sua visão aproximada, só exibe os prédios quando já estamos acima deles, no guia maior, que ocupa toda a tela. Mais uma vez, é criada uma vantagem artificial, desta vez entre usuários veteranos ou que sabem onde descer mesmo sem enxergarem os locais abaixo.

Baixa draw distance impede que jogadores enxerguem estruturas no início das partidas de PUBG (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

Eles surgem na tela apenas durante a queda, bem como árvores, texturas e outros elementos do cenário. A baixa draw distance de PUBG no PlayStation 4 também interfere nos combates em si, impedindo que se enxergue inimigos que estão à distância e acabando com uma das grandes tensões do game, que é a descida por encostas desprotegidas, no caminho para grandes complexos, enquanto o implacável “choque” está logo atrás. Felizmente, essa falta de visão se aplica a todos os jogadores, o que acaba nivelando as coisas pelo menos um pouco.

As dificuldades do combate não param por aí, com a PUBG Corp tomando a inexplicável decisão de exigir que os jogadores segurem o botão quadrado para recarregar as armas. O pressionamento vale para todos os jogadores, claro, mas a perda de um segundo que seja, em uma situação de conflito, pode significar a diferença entre um jantar de frango ou a vergonha de morrer em combate.

Com isso, a precisão e o cuidado no gatilho assumem um caráter todo especial aqui, enquanto metralhadoras serão a preferência no lugar de fuzis de assalto ou escopetas. Quanto maior a capacidade de disparos, menor a possibilidade de ficar vulnerável no meio de um tiroteio. Uma escolha de design bizarra para uma empresa que deveria saber o que está fazendo.

Segurar o quadrado para recarregar a arma coloca os jogadores de PUBG em desvantagem durante combates mais ferozes (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

A escolha de fazer PUBG rodar no low no videogame da Sony, pelo menos, faz com que o título apresente uma boa performance. Mesmo rodando a 30 quadros por segundo cravados na maioria do tempo, há poucas quedas que efetivamente dificultam a ação, com o game se comportando de maneira estável durante a maior parte da experiência, até mesmo nos grandes conflitos com muitos jogadores e explosões. Isso vale tanto para a versão convencional do console quanto no PS4 Pro.

Não existem servidores dedicados à América do Sul, mas, em nossos testes, jogando na infraestrutura dedicada aos nossos amigos do hemisfério norte, não enfrentamos problemas de conectividade ou lag. O matchmaking pareceu eficiente e funcional, entregando partidas de forma mais rápida até mesmo que na versão original de PUBG para os PCs.

A edição para o console da Sony também chega com todo o conteúdo lançado até agora, como mapas adicionais e itens que alteram a aparência dos combatentes. A promessa também é de um suporte contínuo e paralelo a todas as versões, com a mesma longa vida esperada nos computadores estando disponível nos consoles. Objetivos diários criam desafios adicionais, enquanto os amantes dos troféus poderão colocar as habilidades à prova em busca da platina.

No PS4, PUBG parece estar rodando no low, mas tem performance estável nos 30 FPS (Imagem: Reprodução/Felipe Demartini)

Mesmo com tudo isso, entretanto, parece difícil que esta versão de PlayerUnknown’s Battlegrounds represente um retorno à velha forma. Há um esforço claro dos desenvolvedores em corrigir o game e entregar um resultado decente, principalmente diante da concorrência, bem como parcerias de conteúdo e inclusões que podem soar interessantes. Para muita gente, entretanto, esse é um barco que já zarpou.

Há de se levar em conta, ainda, que PUBG no PS4 é caro. No momento em que esta análise é escrita, poucos dias após sua chegada ao console da Sony, ele custa R$ 107,50, o dobro do preço padrão nos PCs. É claro, nem todos possuem um computador robusto o bastante para rodar o game, mas o valor de lançamento cobrado por um game defasado pode acabar afastando muita gente que, de outra maneira, poderia estar interessada.

E, então, temos a grande quimera de todo o mercado de Battle Royales. O que, exatamente, levaria um jogador a jogar PUBG, pago, bugado e rodando no low, enquanto Fortnite está mais do que disponível no PS4, de maneira gratuita, com um mundo em evolução e desafios tão interessantes quanto? Comparações em análises nunca são muito bem-vindas, mas aqui, não há como não pensar de outra maneira.

Os desafios a serem enfrentados pelos novatos e veteranos que encararem PUBG no PlayStation 4 vão além da ferocidade dos próprios combates, assim como o gigante diante da desenvolvedora do game não vai cair tão fácil. Velhas práticas não parecem funcionar contra ele, que já espalhou suas garras por aí e tem uma legião de seguidores fieis. Agora que essa luta chegou a todos os campos possíveis, resta ver o que será feito daqui em diante. Se é que ainda dá tempo de tomar alguma atitude.

PlayerUnknown’s Battlegrounds foi testado em cópia digital gentilmente cedida ao Canaltech pela PUBG Corp.

via Canaltech

10 dicas de presentes de Natal para quem ama tecnologia

Kindle, LEGO, carregador portátil e quem sabe um drone? A redação separou uma lista de indicações de presentes que podem ser comprados sem sair de casa


Escolher um presente de natal para alguém pode ser uma tarefa assustadora em meio a tantas ofertas. Soma-se a isso o fato de que você não tem muito tempo para hesitar. Estamos a dez dias do Natal e se você não se programou durante a Black Friday ou Cyber Monday para comprar os presentes, listamos aqui algumas sugestões que podem inspirar e, claro, podem ser compradas sem sair de casa.

 

1. Brinque e programe um robô de legos

 

 

O ensino de programação desde a infância é defendido por muitos especialistas em educação como uma forma de incentivar jovens às carreiras em exatas. Um bom presente para isso está nas versões Mindstorms da LEGO. O brinquedo permite montar um robô e ainda controlá-lo através de um dispositivo inteligente, que emite comandos para que ele se mova e ganhe vida. O Mindstorms EV3 é o tipo de coisa que deve agradar adultos e crianças. 

 

 

2. Para nunca mais ficar sem bateria

 

Nossa dependência por conectividade tem aumentado nossos níveis de ansiedade no dia a dia. Mas o estresse pode ficar ainda pior quando nos damos conta de que a bateria de nossos aparelhos está acabando. Como pedir um táxi ou Uber com 10% de bateria? Será que vai dar tempo? Bem, carregadores portáteis não foram criados à toa. O Powercore+ da Anker, com bateria de 10.050 Mah, promete recarregar a maioria dos telefones em torno de três vezes. A fabricante ainda afirma combinar diferentes tecnologias de carregamento rápido para devolver carga ao seu aparelho.

 

 

3. Leia a qualquer hora, em qualquer lugar 


 

Caso uma de suas metas (ou a do seu presenteado) para 2019 seja ler mais, um e-reader tende a ser um bom incentivo. O Kindle Paperwhite da Amazon, conta com iluminação embutida, tela de 6” de alta definição e é sensível ao toque. Por ter a iluminação embutida, este modelo é uma boa pedida para aqueles que gostam de ler à noite, ou quem sabe, durante um longo voo. O dispositivo também oferece funcionalidades exclusivas como vocabulário e dicionário, recursos que podem ser acessados sem sair da página. O modelo também possui compatibilidade com Wi-Fi. 

 

Quanto custa – nesta semana o Kindle Paperwhite Wi-Fi está com R$ 80 de desconto e

sai por R$ 399

.

 

4. Para além das selfies 

 

Convenhamos, um smartphone intermediário já dá conta da maioria das nossas necessidades de registro cotidianas. Mas caso a vontade de registrar paisagens ou pessoas seja acompanhada de um maior rigor estético, uma máquina fotográfica digital e dedicada vale o investimento. A EOS T6 Rebel, da Canon também grava vídeos em RAW e oferece o chamado Live View Mode.

 

 

5. Imagens cinematográficas


Um drone talvez não esteja na sua lista de prioridades, mas caso a sua ambição para 2019 seja investir na carreira de videomaker ou correlatos, o veículo é um bom investimento. O drone Drone Spark Fly da DJI é compacto, oferece 16 minutos de autonomia de voo, atinge a velocidade máxima de 50km/h e possui gimbal de 2 eixos. Você pode controlá-lo a uma distância de até 2km. O Spark conta com o Modo Return to Home, que o faz voltar para o ponto inicial automaticamente quando a bateria atinge baixa energia.

 

 

6. Aumenta o som

 

Caixinhas de som bluetooth portáteis devem atender qualquer necessidade por música em qualquer ambiente da casa, ou claro, fora dela. Soma-se a isso ao fato de que você pode monopolizar a reprodução de áudio pelo app de streaming musical da sua escolha. O modelo que trazemos aqui da Sony como sugestão possui tecnologia Extra Bass, que oferece graves impactantes, microfone embutido e botão dedicado para atender chamadas. Sua bateria dura cerca de 12 horas de uso.

 

 

7. Isolamento necessário

 

Não subestime o valor de um fone de ouvido. Item de primeiros socorros, coisa de necessidade básica mesmo, um fone de ouvido bom é o seu melhor companheiro. O SONY WH 1000X M2 oferece, inclusive, tecnologia de cancelamento de ruído adaptável. Ele é bluetooth e um app dedicado dá as nuances que você busca ao usar o fone. Bateria com duração para até 30 horas de uso.

 

  

8. Programe você mesmo

 

O Raspberry Pi é um pequeno computador incrivelmente flexível. Você pode usá-lo para uma variedade de projetos, incluindo iniciativas pragmáticas, inovadoras ou nostálgicas. O Kit Arduino Start oferece componentes essenciais para projetos com Arduino e é indicado para iniciantes, indicado para quem busca ter o necessário para começar a se aventurar com Arduino.

 

 

9. Netflix na telona



Caso você não tenha uma TV dessas nova gerações, ditas inteligentes, um Chromecast ou Fire TV podem ajudar no conforto ao assistir vídeos do YouTube e Netflix que não na tela do celular ou computador.


 

10. Vale-bitcoin

 

A criptomoeda mais famosa do mundo não fechará 2018 com valores recordes, como aconteceu no final do ano passado quando uma unidade de bitcoin era negociada a cerca de 20 mil dólares. Mas, claro, a criptomoeda continua sendo um ativo que atrai investidores. Pensando nisso, por que não dar de presente um vale-bitcoin? A Atlas Quantum lançou um Bitcoin Gift Card para incentivar aqueles que querem investir em moedas digitais. O cartão está disponível nos valores de R$50, R$100 e R$200. 

 

A compra é feita pelo site giftcard.atlasquantum.com. E quem ganhar um Bitcoin Gift Card de presente pode resgatar o valor do cartão também diretamente no site. 

 

 

 

via IDG Now!

Gboard ganha variações dos temas claro e escuro no Android

Google vem se dedicando um pouco mais ao seu teclado virtual para dispositivos móveis, o Gboard, e agora ela vem experimentando mais dois pacotes de customização junto aos usuários de Android: a companhia liberou 50 novas opções com várias tonalidades dos temas claro e escuro.

Para usar é simples, basta acessar o ícone colorido da Google e abrir a paleta de cores. Como a novidade ainda está na fase beta, é bem possível que apenas uma parcela dos usuários tenham acesso por enquanto — e quem tem os Pixel Phones já devem poder usar.

GBOARDFonte: Phone Arena

São 25 variações de claro e 29 de escuro e ainda não há previsão para distribuição global, mas a expectativa é de que a companhia liberar mais alternativas muito em breve.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Seu ID

Publicado em 14/12/2018 10:43

Transcrição ↓

real historia;
string sender = "Cleber P Dias";

Usuário (por telefone): Está dando erro aqui no sistema…
Programador: Ok, o que está acontecendo?
(Depois de algumas verificações…)
Usuário: E se você conectar aqui na minha máquina pra ver?
Programador: Tá, me passa o ID e a senha do teamviewer do senhor
Usuário: A idade é 42 e minha senha é “Gislaine”
Programador: PLOFT!

Camiseta: Tenho que atender telefone nas férias

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via Vida de Programador

“Minecraft Medieval”, Hytale promete ser a nova febre de blocos pixelizados

Depois de anos com praticamente um monopólio dos jogos de mundo aberto pixelizados, Minecraft pode ganhar seu primeiro concorrente de peso. Nesta quinta-feira (13), a Hypixel Studios — um novo estúdio de desenvolvimento de jogos criado pelos mesmos responsáveis pelo Hypixel, o maior servidor independente de Minecraft do mundo — anunciou que está desenvolvendo o Hytale, seu primeiro jogo.

Assim como Minecraft, Hytale será um jogo mundo aberto de blocos de 8 bits pixelizados, que está sendo desenvolvido graças ao suporte da Riot Games (empresa desenvolvedora do sucesso League of Legends) e de um grupo de investidores formado por veteranos da indústria, que inclui Anthony Bourquez (fundador e CEO da Grab Games), Rob Pardo (ex-desenvolvedor de World of Warcraft), Peter Levin (executivo dos estúdios Lionsgate) e Min Kim (fundador do Bonfire Studios).

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De acordo com Collins-Laflamme, cofundador da Hypixel, desde a criação do servidor de Minecraft o sonho da equipe era poder montar seu próprio estúdio para desenvolver seus próprios jogos. Agora esse sonho pode ser realizado com a ajuda da Riot e dos diversos investidores que acreditaram no projeto.

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De acordo com Laflamme, o desenvolvimento do Hytale começou em 2015, e hoje a empresa possui 40 desenvolvedores espalhados por todo o mundo trabalhando no jogo, que será um RPG sandbox de mundo aberto, com alguns minigames. O estúdio prevê lançar o título com uma série de ferramentas para que os usuários possam personalizar e desenvolver suas próprias criações para o jogo.

O sistema do jogo deverá se parecer bastante com Minecraft, e será baseado em mecânicas de extração de materiais, construção de elementos e combate. Hytale poderá ser jogado sozinho ou em grupo, e terá diversos minigames online, onde os jogadores poderão competir entre si. Além disso, o kit de ferramentas citado anteriormente também permitirá a criação de roteiros de eventos e gravação de filmes baseados no jogo.

Criado em 2013, o servidor Hypixel é detentor de quatro recordes no Guiness. incluindo “servidor independente mais popular para um jogo de videogame”, com 64.533 jogadores acessando-o simultaneamente, e “servidor de Minecraft com a maior quantidade de jogadores logados”, com 14,1 milhões de jogadores. Agora, os fundadores esperam conseguir traduzir o sucesso da empreitada para o primeiro jogo próprio deles.

Fonte: Venture Beat

via Canaltech

Chromebook agora tem ferramentas de controle parental com estatísticas

A Google está atualizando as ferramentas para o Chromebook voltadas ao gerenciamento de uso. Isso porque uma das principais reclamações dos usuários é de que não é possível limitar o que crianças podem fazer com o aparelho. Por conta disso, a própria empresa atualizou as configurações do aparelho para oferecer mais ferramentas de controle parental.

Como uma plataforma barata, não é raro que pais optem por este aparelho para estudo dos filhos, ou mesmo deixe na mão dos pequenos nos intervalos de trabalho. Contudo, exatamente por ser uma plataforma barata, a Google também não fornecia muitas configurações de segurança nesse sentido.

Agora, é possível que pais restrinjam o uso. A primeira das novas ferramentas deixa que eles criem um usuário para os filhos e, com isso, uma lista apenas dos sites que podem ser visitados. Isso pode dar trabalho, já que a plataforma funciona por inclusão e não exclusão. Ou seja, é preciso informar um a um quais sites eles podem visitar.

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A Google também levou para o Chromebook a plataforma Family Time do Android. Com ela, é possível colocar um limite no horário em que uma criança pode ficar na frente do computador, sendo que o próprio sistema pode se desligar sozinho, ou apenas enviar avisos para que o usuário termine o que está fazendo.

Outra parte interessante desta plataforma é que a proposta é não só restringir o que uma criança pode ver na internet, mas também devolver um pequeno estudo de comportamento. Assim, o sistema também pode mostrar em quais sites ou apps o pequeno passou mais tempo. Ou seja, nada de dizer que está fazendo o dever de casa e ficar no joguinho ou YouTube.

Como grande parte da criançada hoje sabe muito bem como burlar as regras, há, sim, uma forma de desligar este mecanismo. Contudo, os pais podem linkar a conta dos filhos à sua, e toda vez que eles tentarem desligar o limitador, os pais são notificados. Ainda, para fazer o pequeno pensar duas vezes se realmente quer fazer isso, toda vez que tentar retirar o limitador, vai receber uma notificação de que seus pais saberão disso. É a pedagogia do medo funcionando a todo vapor aqui.

Até então, sem ferramentas do próprio sistema, muitos dos usuários apostavam em apps que poderiam ter a mesma função no Chromebook.

Fonte: Engadget

via Canaltech

App de clima do Weather Channel está de cara nova no Android

Um dos apps de previsão do tempo mais populares do mundo, o The Weather Channel acaba de ganhar uma nova versão para Android totalmente remodelada. As novidades começam já na página inicial, com um resumo das informações sobre o tempo na sua região exibidos em um painel que muda de cor conforme o clima.

Abaixo desse painel é possível ver uma série de informações mais detalhadas de forma mais visual. O app oferece, ainda,  um sistema de notificações para mudanças bruscas de tempo, um radar futuro com previsão para seis horas e, como antes, exibe detalhes a respeito de velocidade do vendo, humidade, ponto de condensação e outros tópicos climáticos.

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Outra novidade é uma espécie de avaliação do tempo sob um aspecto de saúde e prática esportiva. O Weather Channel indica se o local onde você se encontra é bom para a realização de uma caminhada ou se as condições climáticas podem desencadear quadros alérgicos e de prejuízo à saúde graças a polinização de flores, poluição e ocorrências frequentes de casos de gripes e resfriados na região.

O novo app já está disponível para download.

via Novidades do TecMundo

Engenheiro cria player extraoficial do Apple Music para navegadores

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Apple


Uma dos problemas de usar o Apple Music no computador é ter de baixar o iTunes, o que muitas vezes pode não ser uma opção para usuários com computadores, por exemplo, da empresa. Contudo, Naveed Golafshani, engenheiro de software da Universidade de Waterloo, criou uma solução chamada Apple Music Player, um player extraoficial que pode ser usado em quaisquer navegadores apenas entrando com a sua ID da plataforma.

Recentemente, a Apple abriu a API do Music para que desenvolvedores criassem exatamente funcionalidades como essa. Em sua solução, Golafshani disse ter usado Angular Material com base no framework MusicKit JS da Maçã..

Vale lembrar que esta é uma aplicação não oficial, logo ela tem as suas limitações. Por exemplo, não é possível personalizar a ordem que você quer que as músicas de uma mesma playlist toquem. Outro ponto é que a rádio não funciona nesta versão.

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Plataforma é parecida com o player do Spotify (Foto: Captura/Canaltech)

Contudo, caso você queira curtir as suas músicas no browser, esta pode ser uma opção para quebrar o galho. Da mesma forma como o web player do Spotify, aqui também é possível iniciar uma lista no smartphone e depois controlar a execução usando o browser, o que pode ser uma opção mais viável.

Ainda, a suspeita é de que a própria Apple esteja trabalhando em uma plataforma online para chamar de sua. A expectativa é de que o lançamento aconteça até o meio do ano que vem.

Caso você queira conhecer o Apple Music Player, basta entrar na plataforma criada pelo usuário.

Fonte: MacRumors

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via Canaltech

Netflix revela as séries mais ‘maratonadas’ pelos brasileiros em 2018

Lista reúne apenas títulos originais lançados neste ano pelo serviço, como O Bosque, As Telefonistas e A Maldição da Residência Hill


A produção original francesa O Bosque foi a série nova mais “maratonada” pelos brasileiros no Netflix em 2018, segundo revelou a empresa nesta semana.

Conforme um post da empresa em seu perfil no Twitter, o seriado de suspense ficou no topo do ranking “As Séries Que os Brasileiros Maratonaram Mais Rápido em 2018” (veja imagem abaixo).

A lista reúne as 10 produções do Netflix lançadas entre 1º de janeiro e 28 de novembro deste ano que tiveram o tempo de reprodução média mais alto por tempo, segundo a plataforma de streaming.

Além de O Bosque, cuja primeira temporada foi lançada no meio de 2018, também estão na lista em questão títulos como A Catedral do Mar, em segundo lugar, The Seven Deadly Sins, em terceiro, On My Block, em quarto, e Segurança em Jogo, fechando o Top 5.

Completam a relação as seguintes séries originais do Netflix: As Telefonistas, Safe, 21 Thunder, A Maldição da Residência Hill e Lost in Space.

netflixmaratonas201801.jpg

via IDG Now!

Nvidia mostra IA capaz de gerar rostos artificiais incrivelmente realistas

Nvidia já vem experimentando a criação de pessoas e cenários artificiais há algum tempo, com sua rede neural chamada Generative Advesarial Networks (GAN), e a cada temporada ela chega a resultados impressionantes — mais recentemente, a companhia mostrou, por exemplo, como produz mundos virtuais em tempo real. Agora, ela elevou o assunto para um patamar superior.

Os pesquisadores conseguiram ajustar um sofisticado sistema de combinações, baseado em tópicos de estilos, que leva em consideração todas as nuances do rosto de uma pessoa. As técnicas aplicadas por aqui foram usadas anteriormente para chegar a vários resultados fotorrealistas em amostras de design industrial, interiores, objetos e até em jogos de computador.

A partir daí, os cientistas treinaram um algoritmo que mistura atributos como a cor da pele, formato do nariz e da boca, entre outras coisas — até o plano de fundo entra na jogada. Depois de algumas rodadas de interpolação, o software então usa uma programação de ajustes dos ruídos para refinar os resultados aleatórios.

ia rostoFonte: Nvidia

Para isso, foram usadas mais de 70 mil fotos de rostos em uma parceria com o Flickr e auxílio da plataforma Mechanical Turk, da Amazon, para auxiliar na remoção de detalhes que poderiam confundir a máquina no processo, a exemplo de estátuas e objetos semelhantes. Como você pode ver no vídeo abaixo, é impressionante — e isso vem sendo usado também em outras frentes, como em quartos de hotel ou carros:

VIDEO

“O novo gerador otimiza o estado da arte em termos de métricas tradicionais de qualidade de distribuição, leva a melhores propriedades de interpolação e também desembaraça os fatores latentes de variação com mais eficiência”, destaca o documento do estudo.

via Novidades do TecMundo