Conheça a Moon, a câmera de segurança flutuante que desafia a gravidade

Autoproclamada a “solução de smart house mais inovadora do mundo”, a Moon é um dispositivo no mínimo inusitado. Trata-se de uma câmera flutuante capaz de monitorar um ambiente em 360° sem dificuldades. O usuário pode acompanhar tudo o que é capturado por suas lentes de qualquer lugar do mundo e até mesmo controlar outros dispositivos inteligentes por meio dela usando apenas um smartphone.

Longe de ser uma câmera comum, a Moon traz um design arrojado, detecta sons em um ambiente (e direciona a lente para eles) e pode ser recarregada sem a necessidade de qualquer cabo. Ela funciona flutuando sobre uma base discreta e moderna, que se assemelha a um minicomputador, tem um sistema de estabilização e oferece conexão com múltiplos dispositivos.

A segurança é garantida por meio de criptografia de nível corporativo e os recursos inteligentes incluem ainda a possibilidade da câmera “aprender” com o usuário, automatizando certos detalhes conforme é utilizada. E toda a sua integração na nuvem é gratuita, sem a necessidade de pagar qualquer tipo de mensalidade ou contrato para isso.

A Moon ainda está em fase de protótipo, mas já é possível vê-la funcionando nos vídeos divulgados pela 1-Ring, a sua fabricante. Para tirar a ideia dessa fase, a companhia lançou uma campanha de financiamento colaborativo na plataforma Indiegogo para arrecadar US$ 45 mil. Até o fechamento desta notícia, a iniciativa já recebeu mais de US$ 215 mil de interessados no produto, e ainda restam três dias para tentar engordar ainda mais esse montante.

Segurança e controle total

Além de uma “simples” câmera, a Moon é também um hub para casas inteligentes. Ela permite que o usuário controle outros dispositivos inteligentes, como ar condicionado, luzes ou televisores, pelo celular e de forma remota. O equipamento é dotado de sensores infravermelho avançados e suporta diversos padrões de automação para facilitar a vida de quem a utiliza.

MoonMoon está em fase de financiamento.

Graças ao sistema de reconhecimento de som do dispositivo, ele pode monitorar qualquer atividade em um ambiente, mesmo o simples choro de um bebe ou a movimentação de um animal de estimação. Como é inteligente, a Moon pode ser automatizada para responder de certa maneira ao identificar barulhos, como capturando uma imagem estática ou registrando vídeos.  O usuário pode usar a câmera para se comunicar com o ambiente monitorado.

E a câmera pode ser roubada? Isso é óbvio que sim, mas os seus criadores garantem que ela tem como grande vantagem o fato de continuar capturando imagens (e armazenando tudo) até o último momento. Além disso, a sua vantagem em relação às câmeras tradicionais está justamente no fato de a Moon capturar imagens em 360°.

Preço e disponibilidade

Com entrega prevista para março de 2018, a Moon está à venda a partir de US$ 224 (cerca de R$ 730) em preço promocional — kit com câmera e base. Apenas a câmera pode ser adquirida por US$ 149 (cerca de R$ 490), também em preço promocional.

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Transformação Digital: o ‘P’ das PMEs nunca foi tão grande para a SAP

89% das pequenas e médias empresas consideram que a transformação digital é vital para suas sobrevivências e 54% acreditam que as mudanças tecnológicas já são uma prioridade em suas agendas. É o que revelou um estudo da Oxford Economics, encomendada pela SAP.

Esses números confirmam uma tendência que a empresa alemã já está de olho há algum tempo. A área de General Business, que agrupa as PMEs dentro da SAP, registrou um crescimento de dois dígitos para ofertas on-premise e de três dígitos nos negócios de nuvem.

“Os números são contundentes: cada vez mais, as pequenas e médias elegem a SAP como parceira estratégica para impulsionar seus processos de transformação digital, para tornarem-se mais competitivas e aproveitar as oportunidades trazidas pela economia digital”, disse Rodolfo Cardenuto, presidente global de Canais e General Business da SAP.

Esses dados foram divulgados durante o evento “SAP SME Executive Roundtable – Grouth Matters”, que aconteceu na última semana em Nova Iorque. No encontro, também foi destacada a importância da confiança das empresas em seu provedor de tecnologia – isso se mostrou mais importante do que a economia feita por um contrato com um concorrente mais barato.

“Já existe até uma companhia brasileira de palhaços, com apenas três integrantes, que usa SAP para otimizar seus processos”, conta Hernan Marino, COO global da SAP. “Eles não tinham um bom controle sobre as contas e não tinham ideia de onde entrava ou saía o dinheiro. Com o Business One, eles também conseguiram igualar a remuneração dos três sócios, já que têm um controle melhor do fluxo de caixa da empresa”, completou.

“O que se passa com a tecnologia é que agora ela é acessível para todas as empresas. E não estou falando de uma adaptação ou solução mais simples para as pequenas: elas têm acesso ao MESMO software que as grandes líderes utilizam. Hoje as empresas competem mundialmente e essa possibilidade de se igualar tecnologicamente é o que promove a democratização do mercado”, conclui Rodolfo.

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Firefox termina namoro com Yahoo! e volta a ter Google como padrão na busca

Mozilla lançou recentemente o Firefox Quantum, atualização que otimizou o navegador em vários sentidos, incluindo peso no sistema e velocidade. Outra grande mudança fica com relação ao buscador padrão: a partir de agora a opção inicial volta a ser o Google ao invés do Yahoo!, em um namoro que terminou antes do esperado.

A Google costuma injetar uma boa verba para manter seu produto como default em várias frentes, mas desde 2014 o Firefox andava de mãos dadas com o Yahoo! — e quem quisesse podia assinalar a ferramenta de Mountain View posteriormente. De acordo com o Recode, a Mozilla utilizou uma cláusula contratual que permite a ela realizar tal manobra sem perder os US$ 375 milhões pagos pela Yahoo! anualmente até o final da parceria de cinco anos, que encerra em 2019.

Firefox Google

Não há como saber ao certo se foi isso ou se a Google cobriu a oferta com mais grana ainda. Fato é que a chefe de Negócios e Escritório Legal, Denelle Dixon, confirmou que o navegador da raposa se beneficiou de aspectos legais da documentação. “Exercemos nosso direito contratual de terminar nosso acordo com o Yahoo!, com base em vários fatores, incluindo o que é melhor para nossa marca, em um esforço para oferecer qualidade em busca na web, além de conteúdo mais amplo para nossos usuários”, afirma, em comunicado.

“Como parte de nosso foco na experiência e no desempenho do Firefox Quantum, Google também será nosso provedor de busca padrão nos Estados Unidos, Canadá, Hong Kong e Taiwan. Com mais de 60 provedores pré-instalados como padrão ou opções secundárias através de mais de 90 idiomas, o Firefox tem mais alternativas do que qualquer outro browser”, complementa.

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App que “desmascara mulheres com maquiagem” gera polêmica na web

Um aplicativo para iOS vem gerando polêmica na web durante as últimas semanas. A ferramenta se chama MakeApp e tem como objetivo remover ou adicionar maquiagem no rosto dos usuários e usuárias. A proposta em si já pode ser um tanto questionável, mas os resultados do trabalho que a aplicação faz no rosto das mulheres é bastante depreciador.

Confira o vídeo divulgado pelo criador da ferramenta, o russo Ashot Gabrelyanov. Angelina Jolie aprece em um quadro com maquiagem e, no outro supostamente sem, de acordo com a inteligência artificial do MakeApp. Perceba que a atriz parece doente, com uma pele pálida e problemática. Só que esta está longe ser a aparência real da celebridade sem maquiagem. O mesmo ocorre com Emma Watson.

O app também adiciona imperfeições na pele das pessoas, o que as faz parecerem mais velhas. O criador chegou a comentar que está trabalhando para solucionar essa questão em específico. Mulheres acusam o app de ser uma brincadeira sexista feita para zombar do sexo feminino. Uma pesquisa feita pelo YouGov neste ano apontou que 63% dos homens acham que as mulheres usam maquiagem para enganá-los a respeito de sua real aparência.

gráfico

Em outras palavras, como o app permite que você faça o upload de qualquer foto para analisar e remover ou adicionar maquiagem, ele está sendo considerado o equivalente digital a brincadeiras machistas que tentam flagrar mulheres sem maquiagem para “desmascará-las” e descobrir se elas são bonitas de verdade. Existe até o infame ditado “leve ela para nadar no primeiro encontro”, a fim de descobrir a real aparência do rosto.

“Nós criamos o MakeApp para ser um experimento e o lançamos alguns meses atrás. Infelizmente, a cobertura midiática vem focando somente na função de remoção de maquiagem e caracterizou o app como ‘um bocado de caras’ tentando machucar as mulheres, o que não é a verdade”, disse Ashot Gabrelyanov ao BuzzFeed.

O aplicativo aplica tantas imperfeições e palidez que as deixam uma aparência bastante depreciativa

A questão é que, como homens não usam maquiagem cotidianamente, a brincadeira envolvendo o MakeApp em rostos masculinos é sempre uma anedota qualquer de como eles poderiam parecer caso estivessem maquiados de forma exagerada. O argumento nesse ponto é que ninguém realmente assume em momento algum que eles poderiam ter aquela aparência de fato. Só que, para mulheres, especialmente as que usam maquiagem leve, o aplicativo aplica tantas imperfeições e palidez que as deixam uma aparência bastante depreciativa. Isso, combinado ao fato de que muitos homens acham que a maquiagem é uma forma de enganá-los, só piora a situação do app de Gabrelyanov.

O russo também já foi acusado pelo Business Insider de controlar uma agência de notícias pró nacionalismo russo e de ter ligações com Putin, um líder controverso quando o assunto são os direitos de minorias. Gabrelyanov disse que não tem ligação com o Kremlin e que já deixou a agência de notícias em questão há mais de 4 anos.

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Por que todo mundo voltou a investir em viagens para a lua?

Neste ano fomos surpreendidos por várias iniciativas vindas de diversos países com o mesmo intuito: voltar a enviar astronautas para a lua. Por mais que isso nos faça lembrar dos ainda recentes horrores causados pela corrida espacial que a Guerra Fria nos trouxe, o interesse lunar parece apontar para nenhuma guerra mundial estourando na atualidade.  

A NASA deu início a parcerias com empresas privadas em busca de verbas para exploração espacial. A SpaceX, de Elon Musk e a Orbital ATK, estão enviando recursos à NASA e estima-se que as parcerias já somem quantias superiores a bilhões de dólares. As parcerias com empresas privadas da NASA animou a Rússia a entrar na competição e retomar seus experimentos, fazendo 17 lançamentos bem sucedidos em 2017 e prometendo ainda mais para o ano que vem.

A China, por sua vez, vem investindo em programas espaciais desde 1956 e, em 2013, transmitiu abertamente ao público através de redes sociais todos as operações de seu rover Yutu. Neste ano, o foguete chinês Long March 5 teve um teste de lançamento sem tripulação que não foi bem sucedido, mas o governo chinês, embora não tenha datas para um novo teste de lançamento com tripulação em direção à Lua, segue animado e investindo no programa espacial. 

O foguete chinês Long March-5

Além desses países, outras nações também anunciaram publicamente seus investimentos e interesses em mandar astronautas para a Lua, como a Índia, o Japão, e vários países da Europa, assim como as Coreias do Norte e do Sul.

Mas por que a Lua?

1) Programas espaciais aceleram as ciências como um todo

Uma das razões mais óbvias é a inovação científica que os programas espaciais geram. Desde 1972, ninguém mais colocou os pés na superfície do nosso satélite natural, e a retomada dos projetos forçará crescimento científico em diversas áreas. Esse boost científico será enriquecedor principalmente para nações em desenvolvimento como a Índia, a China e a Rússia. Nações já desenvolvidas, como os países europeus e os EUA, frente às novas concorrentes, terão que se esforçar mais para não perderem o destaque.

2) Programas espaciais causam competição entre países, mas também cooperação entre eles

A sonda indiana Chandrayaan-1 uniu várias nações

Parece paradoxal, mas a competição pela exploração lunar acaba contribuindo para manter a paz devido às associações entre nações em nome da curiosidade e do saber científico.

É o caso da sonda lunar Chandrayaan-1, enviada ao espaço pela Índia em 2008, que levou consigo equipamentos dos EUA, Bulgária, Alemanha, Reino Unido e Suécia até a lua. Tal energia de cooperação talvez se mantenha por não ser possível a nenhum país se declarar como dono da Lua, desde o acordo feito em 1967.

Outro elemento que contribui para a harmonia geral entre as nações é a criação de empregos na área das ciências, que também reflete em melhorias na educação científica dos países, conferindo às suas populações mais qualidade de vida e acesso ao conhecimento.

3) Chegar à Lua é relativamente fácil e seguro

Por ser um destino razoavelmente próximo da Terra, com menos de 390 mil quilômetros de distância, é mais fácil ter uma missão bem sucedida de envio de tripulação à Lua que a outros corpos celestes.

Por exemplo, a comunicação entre a tripulação a bordo e a equipe terrestre pode ser feita através de rádio com muita rapidez: leva apenas 2 segundos para uma mensagem emitida chegar ao outro extremo. Se o destino fosse Marte, a demora na entrega das mensagens seria de cerca de uma hora.

Outras facilidades que mantêm a Lua como principal destino dos programas espaciais são a baixa ação da gravidade e a falta de uma atmosfera própria.

Em um contexto onde uma parte significativa do financiamento dos programas espaciais tem origem em empresas privadas americanas, é um fator considerável que as missões tenham grandes probabilidades de êxito, pois as empresas desejam divulgar seus investimentos como bem sucedidos para chamar a atenção do mercado.

4) Miramos a Lua, mas acertamos outras descobertas no processo

Não é apenas uma viagem à Lua: é o contato com um ambiente que ainda conhecemos muito pouco. Então é comum que, a cada viagem lunar, voltemos com mais informações.

A já citada sonda Chandrayaan-1 da Índia, bem como a cosmonave Selene do Japão, encontraram informações sobre a composição mineral que compõe o solo lunar, trazendo ao público que há gelo e componentes orgânicos lá, sendo estes dois elementos que são conectados à presença de vida em outros ambientes que não a Terra.

Mas, para além da nossa empolgação com a possibilidade de colonização de outros astros, gelo e matéria orgânica também podem ser animadores por seu poder de resolver um problema atual que limita as operações lunares com tripulação: os altos custos para enviar água ao espaço para provimento dos astronautas a bordo.

5) A verdade sobre aqui dentro está lá fora

O astronauta Edwin Aldrin em julho de 1969

Antes do envio de astronautas para fora do globo terrestre, pensávamos que os corpos planetares eram um amontoado de poeira cósmica que, ao longo de um período de tempo impensável, ia se aglomerando até formar uma rocha do tamanho de um planeta.

Com a coleta de materiais do solo da Lua trazidas pela Apollo, essa concepção foi abandonada de forma abrupta. Através da análise percebemos que o satélite pode ter se gerado após a colisão de planetas do tamanho de Marte, desbancando a hipótese de aglomeração de matéria. Portanto, com novas viagens à Lua, espera-se que muitas outras hipóteses sobre o comportamento dos corpos celestes sejam testadas.

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Amazon Prime video revela data de estreia da série de sci-fi “Electric Dreams”

A Amazon acaba de divulgar a data de estreia de sua série Electric Dreams, inspirada na antologia do escritor Philip K. Dick: o dia 12 de janeiro. A produção contará com dez episódios e será exclusiva de seu serviço de streaming, o Amazon Prime Video.

Cada um dos episódios será baseado em um dos mundos singulares criados pelo famoso autor de ficção científica e, com isso, a empresa de Jeff Bezos pretende se firmar, cada vez mais, no mercado de streamings audiovisuais, batendo de frente com a Netflix, atual líder deste segmento.

O Prime Video já exibe uma série inspirada em uma obra deste autor, chamada The Man in the High Castle, sendo que uma terceira temporada já foi confirmada para 2018. Dick é um dos maiores autores de sci-fi de todos os tempos, tendo escrito mais de 50 livros, e o sucesso da produção está levando a Amazon a se dedicar ainda mais em séries do gênero.

Electric Dreams estará disponível para assinantes dos Estados Unidos, Alemanha, Índia, Itália, Japão, Espanha, Turquia, e também chegará à América Latina, contando com grandes estrelas em seu elenco, como Steve Buscemi e Anna Paquin.

Confira abaixo o trailer oficial da série:

INSIRA O TEXTO OU APAGUE ESSA LINHA!

via Canaltech

Amazon se une a iniciativa de criação de inteligência artificial aberta

A Amazon anunciou na última semana sua união ao projeto ONNX, participando, ao lado de outras gigantes como Facebook e Microsoft, no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial em código aberto. Com a iniciativa, os pacotes do e-commerce passam a ser integrados à plataforma.

Assim, desenvolvedores de soluções não precisam recomeçar do zero na hora de exportar suas soluções para outros ambientes. Com a união das tecnologias, quem já roda sistemas usando a tecnologia da Amazon pode realizar pesquisas e implementações também em outras dinâmicas já disponíveis por parte da iniciativa, aumentando o rol de possibilidades e facilitando um eventual processo de expansão.

O grande foco, aqui, são tecnologias de deep learning. O formato ONNX, anunciado em setembro por uma união da Microsoft e do Facebook, chega com o objetivo de criar um padrão aberto e integrado para criação de sistemas de inteligência artificial, permitindo que universidades, governos e a iniciativa privada trabalhem em soluções que funcionem em diferentes tipos de ambientes ou sistemas.

O projeto iniciou com a união de tecnologias como a Caffe2, da rede social, e Cognitive Toolkit, da dona do Windows. Agora, ela também passa a suportar a PyTorch, agora batizada de Apache MXNet, pelas mãos da Amazon, aumentando o rol de possibilidades para desenvolvedores de software e estudiosos.

Além de criar um ambiente de interoperabilidade em si, a ideia do projeto ONNX para um futuro não tão distante assim é trabalhar na verificação de protocolos. Uma vez que uma tecnologia receba o selo de aprovação da iniciativa, isso significa que ela está apta a funcionar de maneira aberta e interligada, o que pode resultar em melhores contratos de negócios pela garantia de funcionamento e eficácia, por exemplo.

Com a entrada da Amazon no grupo, cresce agora a pressão para que a Google faça o mesmo. A gigante das buscas é um dos grandes nomes internacionais em pesquisas de inteligência artificial, tendo tornado as tecnologias de deep learning uma das partes centrais de seus negócios relacionados a resultados de pesquisa, publicidade e indicação de conteúdo.

E, justamente por conta desse fator, ela tem se mantido estranhamente silenciosa com relação à iniciativa. A empresa não comenta sobre uma possível entrada no grupo nem sobre eventuais contatos com sua coordenação, mantendo suas tecnologias fechadas e funcionando de maneira dedicada a seus próprios serviços.

Há quem diga que os concorrentes têm muito mais a ganhar do que a própria Google no caso dessa integração. Por outro lado, entram em jogo também os interesses científicos e de avanço da tecnologia em si. Entretanto, o resultado dessa balança, pelo menos por enquanto, ainda parece ser negativo para a gigante.

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Uber comprará mais de 20 mil carros autônomos da Volvo

Até 24 mil carros autônomos fabricados pela Volvo serão comprados pela Uber, que pretende expandir sua área de atuação a partir de seu aplicativo de mobilidade urbana para entrar neste novo e promissor mercado.

O modelo SUV XC90 foi demonstrado durante um evento automotivo que aconteceu em setembro nos Estados Unidos e, ao combinar os veículos da montadora com os sistemas autônomos da Uber, as companhias estão visando se firmar no segmento que deverá valer bilhões de dólares em breve.

O acordo firmado entre as duas empresas seria não exclusivo e válido entre os anos de 2019 e 2021, e o sistema de condução autônoma que será usado nesses carros está em fase de desenvolvimento pelo Grupo de Tecnologias Avançadas da Uber. Caso a empresa realmente compre os 24 mil carros, esta será a maior encomenda já recebida pela Volvo, e a maior venda no setor de veículos que dispensam motoristas humanos. Cada XC90 é comercializado com preço inicial de US$ 50 mil.

Quanto aos detalhes financeiros do negócio, nenhum valor oficial chegou a ser divulgado até o momento. Mas o negócio se baseia em uma aliança de US$ 300 milhões que a Volvo chegou a anunciar com a Uber no ano passado.

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iMac Pro terá processador ARM embutido para ouvir comandos da Siri

A Apple está preparando uma versão mais potente de seu computador tudo-em-um: o iMac Pro tem processador Intel Xeon, placa de vídeo de 11 teraflops e tela 5K. E segundo diversos especialistas, ele também virá com um coprocessador para sempre ouvir o comando “Ei, Siri”.

O desenvolvedor brasileiro Guilherme Rambo descobriu referências à Siri no software da Apple que deve acompanhar o iMac Pro. Dessa forma, você não precisa pressionar uma tecla ou clicar no botão da assistente para ativá-la. Isso é semelhante ao “Ei, Cortana” que pode ser ativado em PCs com Windows 10.

Segundo Jonathan Levin, especialista em engenharia reversa, o iMac Pro terá uma versão simplificada do processador A10 Fusion — cuja versão original foi lançada no iPhone 7 e 7 Plus — que funcionaria mesmo quando o computador estiver desligado. O desenvolvedor Steve Troughton-Smith acredita que esse chip vai cuidar dos processos de boot e segurança.

Não seria a primeira vez que a Apple coloca um coprocessador ARM em seus computadores. Os modelos mais recentes do MacBook Pro com Touch ID e Touch Bar possuem um chip personalizado chamado T1.

O iMac Pro tem processador Intel Xeon de 8, 10 ou 18 núcleos; placa de vídeo Radeon Vega com até 16 GB de VRAM; e 128 GB de RAM ECC que não pode ser removida pelo usuário. Ele será lançado em dezembro, custando a partir de US$ 4.999.

Com informações: Engadget, The Next Web.

iMac Pro terá processador ARM embutido para ouvir comandos da Siri

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Intel vai remover suporte legado a BIOS em 2020

Por décadas, os computadores precisavam de ajuda da BIOS para inicializar o sistema operacional. Este firmware vinha pré-instalado e começava a rodar assim que você ligava o PC.

Nos últimos anos, a BIOS foi substituída por uma solução mais moderna chamada UEFI. Ela inclui um modo legado para usar alguns sistemas operacionais, mas a Intel quer acabar com isso até 2020.

Foto por ryuuji.y/Flickr

Existem diversas categorias do UEFI. A Classe 0 é a BIOS tradicional; as Classes 1 e 2 usam um CSM (módulo de suporte de compatibilidade) para emular a BIOS; e a Classe 3 não possui esse módulo.

Brian Richardson, engenheiro da Intel, revelou em uma apresentação recente que a empresa vai exigir UEFI Classe 3 e acima em suas plataformas para clientes e datacenters. Ou seja, o suporte legado a BIOS será removido até 2020.

No entanto, a Intel não tornará obrigatório o Secure Boot. Esse recurso exige que o sistema operacional tenha uma chave específica para ser inicializado. As distribuições mais populares do Linux — como Ubuntu, Mint e Fedora — são compatíveis; você só terá problemas caso o sistema dependa da BIOS para fazer boot.

Richardson diz que a Intel quer “eliminar componentes sem suporte a UEFI”, para que drivers e periféricos funcionem sem o CSM. Ela também vai trabalhar com parceiros da indústria para melhorar a experiência do usuário no UEFI Secure Boot.

A BIOS possui diversas limitações: não suporta drives acima de 2,1 TB de espaço; precisa rodar em modo 16 bits; e tem dificuldade ao inicializar vários dispositivos ao mesmo tempo, levando a um boot mais lento.

Enquanto isso, o UEFI tem suporte a drives de até 9,4 zettabytes (ou 9,4 bilhões de terabytes), e roda em modos de 32 e 64 bits. Essa tecnologia foi adotada com apoio da Intel, AMD, Microsoft e fabricantes de PCs.

Com informações: ZDNet, Liliputing.

Intel vai remover suporte legado a BIOS em 2020

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