Passado e futuro se encontram em alto-falantes com design retrô

Fazendo a cobertura da CES 2018, temos comprovado o quão verdadeiro é o apelido que essa feira ganha. De fato, é um paraíso de invenções tecnológicas. Existe novidade para todos os gostos e com objetivos que vão dos funcionais e úteis até aqueles de necessidades questionáveis.

E o que temos percebido é que muitas empresas vêm apostando em valores emocionais para explorar a criatividade. Afinal, a tecnologia moderna não anula o passado. E itens que caíram em desuso ou tiveram aparência redesenhada nem sempre precisam ir para o mundo do esquecimento.

Partindo dessa visão, a Klipsch revisitou os antigos alto-falantes de mesas, bem famosos há algumas décadas, para trazer um produto de ponta com uma aparência retrô. A marca norte-americana já é consagrada como fabricante de dispositivos de áudio há anos, e as releituras que os modelos propõem puderam ser feitas nos próprios aparelhos históricos da empresa.

Contraste de gerações

Os dois equipamentos da marca trazem conectividades modernas, como a presença do assistente da Google e a conexão Bluetooth, integrando um visual da época em que um aparelho celular seria algo que só doido imaginaria.

O Three é o modelo estéreo que tem um Subwoofer integrado para proporcionar uma experiência de uso potente. Já o The One chamou mais atenção do público por ser portátil e ter bateria recarregável.

A construção dos modelos é o ponto forte deles. Eles são feitos em madeira folhada, como os nossos antigos rádios, e têm os detalhes dos botões e interruptores em cobre, como manda a nostalgia.

O Three vai custar 499 dólares, com disponibilidade prevista para o outono deste ano (entre setembro e dezembro, nos EUA). Já o The One custará 349 dólares e poderá ser comprado na primavera do próximo ano (entre março e junho de 2019).

Vale a pena?

O estilo retrô não é novidade, mas ainda há muito espaço para inovações nessa pegada. E quando falamos em tecnologia de épocas passadas, sempre vêm à mente os aparelhos de TV e de som que tínhamos em casa. Por isso, assim como o retorno dos apaixonados por vinil, esses produtos podem, sim, fazer sucesso.

Vale lembrar que um dispositivo como esse é vantajoso para aquelas pessoas que buscam algo além das funcionalidades, pois ele pode servir como objeto de decoração também. E diferente daquelas relíquias que muitos compram para enfeitar a sala, estes são bonitos e funcionam.

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Panasonic cria sistema com assistente digital para carros

O controle de funções dentro do carro está sendo redesenhado com os serviços de voz inteligente, como Amazon Alexa. A novidade para automóveis que inclui recursos inteligentes offline foi apresentada recentemente na CES 2018, em Las Vegas. Lá, a Panasonic anunciou seu trabalho em conjunto com esse serviço da Amazon.com e também com a Google.

A empresa informou que os carros equipados com seu novo sistema “Panasonic Skip Generation Platform” (atualizado para o Android 8.1 Oreo) terão a capacidade de conexão com o assistente do Google. Os aplicativos para automóveis do Android terão acesso a controle de temperatura, ventilação, além de mídia e navegação por GPS. Apenas com comando de voz, será possível atender/fazer ligações ou acessar aplicativos como WhatsApp.

Panasonic

Panasonic também falou dos esforços com a Amazon para que o sistema de infotenimento tenha algumas habilidades que funcionem sem que o carro esteja conectado à internet. Mesmo offline, será possível solicitar à assistente que “diminua o ar-condicionado”, por exemplo. Tom Gebhardt, presidente da Panasonic da América do Norte, disse que um novo mundo de experiências se abre com essa parceria e que a iniciativa de entregar esse recurso às fabricantes de carros “mostra comprometimento da Panasonic com a liderança no setor automotivo”.

Para ativar o comando de voz da Amazon, será preciso usar a palavra-chave “Alexa”, e então fazer o pedido, como “encontre tal lugar” e assim, receber indicações. Também no caso dos serviços smart para casa, será possível ligar o aquecedor, verificar se a porta da rua está trancada e acender/apagar luzes de casa, a partir do seu carro.

panasonic

Outro exemplo interessante é poder pedir comida para entrega, antes mesmo de chegar em casa, usando serviços como GrubHub e Amazon Restaurants. No caminho que restar até a hora de jantar, também dá para se atualizar nas notícias, dizendo apenas “Alexa, quais são as notícias?”.

O sistema de infotenimento, mistura de informação e entretenimento, vem para melhorar também o trânsito e diminuir acidentes. Afinal, todos já usamos os aplicativos do smartphone para nos auxiliar, enquanto dirigimos, mas com o comando de voz e um sistema integrado ao veículo não precisaremos tirar as mãos do volante. Sem necessidade de conexão para algumas funções, então, tudo ficará mais seguro e prático.

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Smart home: sua casa pode ser inteligente – PODCAST PORTA 101 #10

Bem-vindos a mais um episódio do Porta 101, um espaço onde a equipe do Canaltech se reveza semanalmente para discutir assuntos relevantes, curiosos, e muitas vezes polêmicos, relacionados ao mundo da tecnologia e inovação.

Ouça ao podcast.

via Canaltech

Nostalgia musical: venda de fitas cassete voltou a crescer em 2017

Depois de testemunharmos a volta dos vinis nos últimos anos, temos agora outro antigo formato ganhando relevância. Uma pesquisa referente aos Estados Unidos apontou que as vendas de fitas cassete tiveram seu melhor ano, desde 2012. Para os mais novos, vale explicar: a fita cassete (ou compact cassette) foi lançada em 1963 pela holandesa Philips, e o nome também pode ser abreviado apenas para “K7”.

Os dados são da americana Nielsen (veja mais), que reportou a venda de quase 130 mil unidades em 2016, o que representava um crescimento de mais de 70%. Já na pesquisa mais recente, temos um novo crescimento, agora de 35%: foram 174 mil unidades vendidas em 2017. 

fita cassete

O mais interessante é que, assim como os vinis, não se trata apenas de saudosismo das gerações mais antigas. A forma mais romântica de ouvir música tem por trás o sucesso de filmes e séries.

As vendas têm por trás o sucesso de “Guardiões da Galáxia“, filme norte-americano de 2014 produzido pela Marvel. A trilha sonora foi um dos destaques da produção e representa grande parte das vendas em fita. Na sequência, em 2017, está a trilha sonora de “Stranger Things“, série que ficou muito popular também por retratar a música e outros elementos dos anos 80. Outros álbuns bastante procurados foram o “The Eminem show”, de 2002;  “Nervermind”, de Nirvana (1991), e “Yeezus”, de Kanye West (2013).

No ano passado, também tivemos a divulgação de que a japonesa Sony Music Entertainment voltou a fabricar o vinil, depois de 30 anos. Esse processo havia sido interrompido em 1989, com a chegada dos CDs. Quanto às fitas cassete, podemos supor ainda que o movimento seja passageiro, mas os números de vendas dos discos realmente estão significativos: foram 17,2 milhões de unidades nos EUA, em 2016.

vinil

Segundo matéria do jornal “O Globo” do ano passado, o espaço está cada vez menor para a venda de produtos físicos em varejistas, no Brasil. Isso já é previsto, em um contexto em que serviços de streaming permitem ao usuário o acesso a uma biblioteca com milhões de faixas, tendo um gasto em torno de R$ 15 por mês. Apesar disso, já se observa a onda dos vinis ganhando força por aqui, assim como em outros países. 

As opiniões se dividem com relação à qualidade do áudio do vinil para o digital, mas com certeza é uma experiência muito diferente, levando em conta que o vinil vem também com uma característica tátil e visual. Os mais velhos têm saudades, e os mais novos… querem saber “como era”. 

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Aclamada série Breaking Bad completa 10 anos

Não foi fácil para Vince Gillian, diretor da série mais aclamada da atualidade, emplacar sua criação e convencer as emissoras de dar uma chance à obra que atingiu nota 9,2 de 10 no Metacritic e levou 16 Emmy Awards para casa, após ter sido indicado a 51 categorias. Com cinco temporadas geniais, apresentar o piloto da série para os executivos responsáveis pelas emissoras foi, segundo Gillian, o pior momento de sua carreira como diretor. Sendo rejeitado por quatro emissoras, dentre elas a HBO, por terem considerado a obra pouco comercial e mal feita, a AMC topou veicular a obra e o resultado foi o estrondoso sucesso, mesmo após uma década. 

Para comemorar o aniversário, o Canaltech fez uma lista de curiosidades que provavelmente você não sabia sobre Breaking Bad:

Fim no auge

Foi ideia de Gillian dar o fechamento da história no auge do sucesso da série, em sua quinta temporada. Ele temia que Breaking Bad cometesse o mesmo erro que outras séries amadas pelo público cometeram: esticar demais o roteiro para gerar mais lucro, acabando assim com a qualidade da história (Olá, Dexter!). Para quem não viu até o final, evitaremos spoilers, mas já adiantamos que tirou o fôlego de muitos fãs.

Um Pinkman leigo

Aaron Paul, ator que interpreta o azarado Jesse Pinkman na série, nunca frequentou aulas de atuação. Antes de Breaking Bad, ele havia feito algumas pontas em outras séries, mas nada além de alguns episódios e sempre atuando como personagens sem grande importância para a trama.

Outra trivia importante sobre Jesse Pinkman: ele fala a palavra Bitch 54 vezes ao longo da série.

Marcado na pele

Bryan Cranston, o intérprete de Walter White, fez uma tatuagem em seu dedo anelar da mão direita com a logo da série. A tatuagem combina com o estilo trash de Breaking Bad e foi feita após um dia de filmagem, quando a equipe se reuniu para tomar umas e acabaram levando Cranston a um estúdio de tatuagem, onde ele, levemente alcoolizado, optou por tatuar um local do corpo que fosse discreto, mas ainda assim bem visível.

Em estilo Trash Tattoo, Bromo e Bário

Toques de realidade

RJ Mitte, o filho viciado em café da manhã de Walter White, vive com paralisia cerebral, deficiência que seu personagem na série também tem. Entretanto, para dar vida ao personagem Walter Junior ele agravou os sintomas para maior dramaticidade na obra.

Outra personagem que também viveu um transtorno na pele e o trouxe para a sua personagem é a atriz Betsy Brandt, intérprete da insuportável Marie Schrader, cunhada de Walter White. Ela sofreu, no passado, de cleptomania.

A cor púrpura

Falando em Marie Schrader, tudo o que envolve a personagem tem a cor roxa. De seu carro até suas roupas, incluindo objetos de decoração da casa dos Schraders, tudo tem algum tom de roxo envolvido.

Se Marie fosse uma chata de galocha, as galochas seriam roxas

Última escolha

Bryan Cranston, que não deixou nenhum fã insatisfeito e foi o melhor Walter que poderíamos imaginar, não foi a primeira escolha para o papel principal da trama. Os executivos da AMC estavam céticos quanto às habilidades cênicas de Cranston devido ao seu histórico junto à obras de comédia. Apenas após John Cusack (Alta Fidelidade, 1408) e Matthew Broderick (Curtindo a vida Adoidado) terem recusado o papel que, sem alternativas, Cranston foi aceito. Ainda bem, né?

Obrigado por dizerem não, rapazes!

Quem mais curtiu que os outros dois não tenham topado dar vida ao personagem foi o ator Anthony Hopkins (o eterno Hannibal, que Mads Mikkelsen nos perdoe) que, após assistir todas as cinco temporadas em ritmo de maratona, escreveu uma carta de fã tiete a Cranston, elogiando sua atuação e dizendo que a série é tão boa quanto um drama Shakesperiano ou uma tragédia grega.

Química na veia. Ou nas sobrancelhas

Apesar de Brian Cranston interpretar o gênio da química, quem de fato entende tem PhD na ciência é Marius Stan, o intérprete do dono do Lava Jato, Bogdan. Ele nunca havia interpretado na vida e ainda atua na área acadêmica como pesquisador.

Sobrancelhas.

Cabala? Não, tabela periódica!

A série conta com 62 episódios, no total. Na tabela periódica, o elemento de número atômico 62 é o Samário (Sm), cujo isótopo é utilizado em diversas drogas para tratamento de câncer, incluindo o câncer de pulmão, que afeta Walter White na obra e é a desculpa para que o gênio do mal comece a cozinhar metanfetaminas.

O último episódio tem o título de Felina, um anagrama para a palavra Finale, mas também faz alusão à trilha sonora mostrada no episódio, no momento em que Walter White está em seu carro, com a música El Paso, de Marty Robbins, tocando ao fundo, onde um pistoleiro se apaixona por uma mexicana chamada Felina.

Além dessas duas explicações, há uma terceira hipótese para a escolha do nome do episódio final que se baseia na química: Fe, em alusão ao Ferro, seria um símbolo para o sangue derramado; Li se refere ao elemento Lítio, utilizado na fabricação de metanfetamina; enquanto Na, redução da tabela periódica para o sódio, é o principal componente das lágrimas. Resume bem o final da série, não é mesmo?

Salvem Walter White

A página criada, na trama, pelo dedicado filho de Walter para conseguir doações para o tratamento de câncer do pai ainda está ativa, idêntica à mostrada na série e pode ser acessada aqui. No momento em que essa notícia é escrita, há 38679 acessos no contador da página.

Feita sob Medida

A música Negra y Azul: The Ballad of Heisenberg, autoria de Los Cuates de Sinaloa, faz um trocadilho com a cor azulada da metanfetamina produzida por White e o termo Black and Blue que, em inglês, se refere aos tons que hematomas adquirem.

A música gruda na cabeça, mas é, ao mesmo tempo, gostosa e engraçada e pode ser ouvida abaixo:

via Canaltech

JBL integra o Google Assistente aos fones de ouvido Everest

A JBL anunciou na CES 2018 três modelos novos para sua linha de fones de ouvido sem fio JBL Everest: o 710GA, o 310GA e o 110GA, todos com o Google Assistente integrados. Sim, o GA na descrição se refere à Google Assistant, se foi o que você pensou. Isso significa que, se você adquirir um desses modelos, vai poder controlar músicas, ligações e notificações por comandos de voz. Os produtos devem ser lançados nos EUA nos próximos meses e custar US$ 250, US$ 200 e US$ 110, respectivamente.

710GA

O modelo over-ear é da primeira linha de fones de ouvido sem fio da JBL. Tem bateria que dura até 25 horas e melhor qualidade de som entre os novos fones da JBL Everest. É dobrável e tem microfone incorporado com tecnologia de cancelamento de eco. Os fones são ergonomicamente projetados, então, segundo a JBL, se adequam confortavelmente ao contorno dos ouvidos.

310GA 

Com bateria que pode durar até 20 horas, o modelo é on-ear e intermediário entre os lançamentos. Tem características similares às do modelo 710, mas a principal diferença está mesmo na duração da bateria. Outra semelhança entre os produtos destacada pela JBL é a tecnologia Share Me 2.0, para os usuários compartilharem suas músicas via Bluetooth. 

110GA

O modelo mais modesto entre os acessórios com Google Assistente da JBL é intra-auricular e feito para quem prefere ou precisa de um fone mais compacto e portátil. Oferece bateria que dura até 8 horas e, ainda assim, tem muitas avaliações positivas entre os usuários e um bom custo-benefício. Possui conexão via Bluetooth 4.1, microfone embutido com cancelamento de eco e um design bem peculiar. 

A conexão com o Google Assistente pode ser feita quando você conecta o JBL Everest GA ao smartphone ou tablet por meio do Bluetooth. Basta tocar no sensor ou no botão do modelo auricular para enviar comandos de voz para seu fone. O sistema é integrado ao JBL Pro Audio Sound para obter o melhor resultado. 

“Adicionar o Google Assistente aos modelos Everest é outro passo que estamos dando para unir o legado de som premiado da JBL à crescente linha de dispositivos controlados por voz”, explicou Jessica Garvey, vice-presidente do setor de fones de ouvidos e wearables, uma das divisões de áudio da Harman. A aposta da empresa está em oferecer mais conectividade aos usuários e, assim, conquistar ainda mais consumidores. “Ter o Google Assistente nos fones de ouvido JBL significa que você pode ficar conectado ao que mais te interessa”, completou Garvey.

Os novos fones contam com um recurso de recarga rápida, oferecendo uma melhor experiência para os usuários. Com design moderno e apelo de conectividade, os novos modelos JBL Everest GA vão ser vendidos em lojas especializadas e pelo site da empresa.

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Enquete: o que você espera do AndroidPIT este ano?

O nosso site está passando por mudanças desde o ano passado, e estamos bem ansioso para ouví-los e entender o que a comunidade espera do AndroidPIT em 2018.

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Aprenda a personalizar o menu do botão direito do mouse no Mac

Sabemos que o recurso de clicar com o botão direito e ter um menu suspenso não é exatamente nenhuma novidade para usuários de Mac. O recurso é bastante útil e, especialmente para quem está acostumado com PC e muda para o sistema operacional da Apple, a falta do botão direito no mouse pode causar estranheza – caso o acessório não o possua, claro. 

Mas o melhor de tudo é que é possível personalizar o menu e dispensar a grande quantidade de itens desnecessários que podem aparecer na lista. Personalizar o menu de atalhos do seu Mac é bem simples; basta seguir o passo a passo:

1. Abra a opção “Preferências do Sistema” e encontre as configurações de teclado.

2. Entre as guias que vão aparecer na parte superior da janela, clique em “Atalhos”.

3. Na lista ao lado esquerdo da janela, navegue até a opção “Serviços”. No lado direito, vão aparecer os itens que você pode selecionar para aparecer no botão direito do menu quando você clicar com o botão direito do mouse do seu Mac.  Agora você pode remover e inserir os botões que desejar na lista. 

Para alguns usuários, pode não ser muito simples utilizar os recursos ativados pelo botão direito no Mac. No sistema operacional da Apple, ele é chamado de clique secundário, e quem não é acostumado a utilizar o Mac ainda pode se confundir. Em alguns mouses e trackpads, para acionar a função é preciso pressionar o botão principal do mouse e a tecla Option ao mesmo tempo. De qualquer forma, também é possível configurar o mouse utilizado no Mac nas preferências do sistema para ativar o botão principal como lado esquerdo e o clique no botão do lado direito para responder como o clique secundário. 

Se você utiliza somente o trackpad, o painel integrado aos notebooks que substitui o mouse, basta clicar ou tocar com dois dedos ao mesmo tempo. O recurso de clique secundário também pode ser configurado nas preferências do trackpad. O mesmo se aplica aos usuários do Magic Trackpad, o painel Mac sem fio. O toque ou clique com dois dedos no acessório ativa o clique secundário ou botão direito, para quem migra de PC para Mac e ainda está se habituando.

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Varejistas que não usarem notas fiscais eletrônicas podem ser suspensos

Sabe o cupom fiscal que você recebe quando vai a um estabelecimento comercial fazer suas compras? Ele vai se tornar eletrônico, assim como as notas fiscais que a gente recebe por email quando faz alguma compra pela internet. Em alguns estados do país, a mudança se tornou obrigatória e já está em vigor.

Desde o dia 1º de janeiro de 2018, os varejistas de seis estados brasileiros passaram a ser obrigados a aposentar as antigas notas fiscais impressas. Elas devem ser substituídas pela Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica, ou NFC-e, em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Piauí, Pernambuco e Goiás. Os varejistas que atuam nessas localidades e ainda não se adaptaram às novas regras podem responder por inidoneidade e até ter sua atividade suspensa enquanto a situação estiver irregular.

A proposta vai além de só aposentar as notas impressas; a troca pode tornar o controle fiscal dos órgãos competentes mais rápido e eficaz. O modelo de NFC-e teve origem na Nota Fiscal Eletrônica, a NF-e que já conhecemos, no entanto a NFC-e foi ajustada para as necessidades específicas do comércio varejista. 

Quais são as vantagens das notas fiscais eletrônicas?

Um dos benefícios para o consumidor é poder conferir a autenticidade e a validade das notas fiscais recebidas no varejo. O documento contém um código QR code para que os consumidores façam essa consulta. A NFC-e substitui o cupom fiscal nas vendas diretas para o consumidor final. Os compradores têm a opção de receber a nota somente pelo email, dispensando a impressão em papel, mas também podem solicitar sua versão impressa.

Para os varejistas, também existem algumas vantagens. Cada estado tem suas regras e medidas, e os comerciantes devem se informar na Secretaria da Fazenda, mas a adoção da NFC-e vai tornar a emissão das notas menos burocrática para o varejo. Os estabelecimentos não vão mais precisar de uma impressora específica para notas fiscais, como acontecia antes da mudança. Esse equipamento, chamado de ECF, é mais caro, requer emissão de relatórios mensais e comunicações sobre o uso do equipamento para a Secretaria da Fazenda, além de lacração e validade limitada.

Já com a NFC-e, a transmissão em tempo real é totalmente eletrônica. O cancelamento de cupons emitidos é mais ágil, fora que a economia com as bobinas de papel é significativa. O novo modelo vai eliminar muitos procedimentos e demora na operação dos caixas. 

Para aderir ao novo sistema de notas fiscais, os varejistas devem acessar o site da Secretaria da Fazenda com os dados cadastrados na Agência Virtual. Em seguida, basta preencher corretamente o formulário com as informações da empresa para completar o credenciamento. O certificado digital é necessário para que a autoria do emissor das notas fiscais seja válida. 

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Xbox One X: review completo do poderosíssimo console da Microsoft

*A análise em vídeo está em produção e será adicionada aqui até o fim deste mês de janeiro.

Quando o Project Scorpio foi revelado ao mundo, na E3 2016, eu estava lá na conferência da Microsoft, em Los Angeles, e arrepiei dos pés à cabeça. Um rápido vídeo com alguns desenvolvedores falando em 4K, 60 fps e as possibilidades que esses dois respaldos técnicos representam. De repente, Phil Spencer, ao centro do palco, iluminado como uma estrela que irradia aos olhos e ecoa aos ouvidos, decretou: “Isso é possível. Estamos trabalhando em algo chamado Project Scorpio e vamos lançar até o final de 2017”.

Como sempre, dito e feito. A Microsoft adota o estilo apolíneo, isto é, segue um esquema pé no chão, com datas mais delineadas e um desenho mais claro do mercado. Claro que isso não é uma regra, mas o tom da força verde sempre foi mais tradicionalista. Não seria diferente com o Project Scorpio, posteriormente convertido em Xbox One X, o terceiro membro da família Xbox One, que tem também o “Fat” e o S na linhagem.

Mas, na prática, o que isso representa? De que forma os serviços da Microsoft, que são uma das bandeiras da empresa, se traduzem no atual console? Como os third-parties tiram o melhor proveito possível da plataforma? Além, é claro, dos exclusivos? E a dashboard: está mais rápida mesmo? O multitarefas tem menos gargalos em função da memória RAM superior? Vou explicar cada um dos “sims” a essas perguntas. Porque, antes de mais nada, o que temos é uma visão um pouco mais concreta do futuro.

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Carcaça linda

Não há como iniciar por outro caminho que não seja o design do console. A carcaça do Xbox One X absorve o belíssimo trabalho que já foi realizado no Xbox One S, com algumas sutilezas adicionais. O preto fosco – que já botou em xeque aquele tom esmaltado/brilhante há algum tempo – se aproxima de um tom cinza grafitado, chegando bem pertinho do “gray” escuro, forte e intenso. Uma nuance perto da cor prata, aquela que nunca perde o garbo. Só que preta e sóbria.

O controle segue a mesma estética. Não é completamente preto; o trecho central (no qual está o botão Xbox, alocado na parte de cima) está graciosamente mais ondulado, mais grafitado, sem ser agressivo aos olhos ou suave demais aos inocentes. Alcançou o meio-termo da elegância.

É como se um lápis 2B, nos bons idos das aulas de artes, tivesse sido inteiramente gasto no controle, de maneira artística. O revestimento é quase um aço escovado de notebook – mas sem os típicos rabisquinhos. Tão liso quanto.

Hardware de ponta: comparativos

Antes de entrar nos pormenores, vamos ao básico: as especificações técnicas. Para esse propósito, duas tabelas foram criadas: uma comparando o Xbox One X com seu principal concorrente do mercado, o PS4 Pro, e outra que coloca os três membros da família Xbox One lado a lado.

Evidente a todos, o console da Microsoft se sobressai em dois aspectos primordiais com relação ao PS4 Pro:

  • Memória RAM – um salto de 8 GB em DDR3 para 12 GB em GDDR5;
  • CPU/GPU – o X tem o AMD Jaguar customizado de 2.3 GHz, enquanto o PS4 Pro fica em 2.1 GHz. Em palavras mais potentes, o aparelho da força verde ostenta 6 teraflops, enquanto o sistema da Sony fica em 4.2 teraflops, uma diferença de 1.8 – suficiente para ser considerada substancial numa generosa porcentagem de vantagem para o lado da Microsoft.

Lado a lado, o Xbox One X e o PS4 Pro ficam da seguinte forma:

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E a família Xbox One está distribuída da seguinte maneira:

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Blu-Ray em 4K

Há ainda um terceiro fator agravante que pesa a favor do Xbox One X: a leitura de Blu-Rays em 4K. Na verdade, o recurso já existe no Xbox One S também, um aparelho que, a fundo, não se restringe a uma casca mais Slim: ele embutiu a fonte internamente, tem um hardware revisado, incluiu o HDR e, de lambuja, oferece leitura de mídia em 4K. O Xbox One X apenas deu continuidade a isso.

De maneira famigerada, por assim dizer, o PS4 Pro não possui drive óptico capaz de executar Blu-Rays em Ultra HD. Ao inserir um filme em 4K na bandeja do console da Sony, ele não realiza a leitura. E sim, isso faz diferença pra muita gente. Por mais que 4K ainda seja uma tecnologia onerada, ela se torna cada vez mais acessível com o tempo – é possível encontrar ótimos modelos da Samsung e da LG nas Black Fridays da vida pela faixa dos R$ 2 mil – R$ 2.500.

Mad Max, por exemplo, é um destemido benchmark que ostenta dois certificados de ponta da Dolby: o Dolby Vision, que engrossa a imagem com cores mais fiéis que o HDR, e o Dolby Atmos, que equaliza o som para equipará-lo ao de cinema. É só no Xbox One X que você consegue desfrutar de tudo isso 

“Nosso sentimento é que, se por um lado as mídias físicas continuam sendo importantes nos negócios de games, acreditamos muito no streaming. Na nossa base de usuários, é a segunda maior utilização do tempo das pessoas no sistema, portanto, enfatizamos mais essa área”, opinou Andrew House, ex-chefão da Sony Interactive Entertainment, na época de lançamento do PS4 Pro, em entrevista ao The Guardian.

A verdade é que o consumidor quer fazer jus ao seu investimento. Ele quer usufruir de todas as funcionalidades possíveis que o hardware de ponta oferece. E hoje não é tão raro assim encontrar Blu-Rays em 4K nas lojas (geralmente com suporte ao 3D também). O comprador, que investiu uma grana sinistra em tudo, tem o direito, sim, de exigir a leitura de mídias em 4K. Não é coisa pequena não. O que pesa, psicologicamente falando, é ter um direito perdido. Por mais que o consumidor não o utilize.

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Mad Max, por exemplo, é um destemido benchmark que ostenta dois certificados de ponta da Dolby: o Dolby Vision, que engrossa a imagem com cores mais fiéis que o HDR, e o Dolby Atmos, que equaliza o som para equipará-lo ao de cinema. É só no Xbox One X que você consegue desfrutar de tudo isso – aliado a um televisor que possua tais protocolos também, é claro.

As OLEDs da LG são ótimos produtos para isso. Inclusive tive a oportunidade de testar o console numa delas, de 55”. Fora a jogatina em casa, no bichão que tenho na minha estante, uma Samsung UN55JU7500 Série 7, curvada, também de 55”. É esse monstrão aqui. Aí é como dizem: monstro com monstro se entende, certo? Mas deixa eu falar mais sobre o multitarefas do Xbox One X.

Navegação lisa na dashboard

Uma das principais características do Xbox One é o primoroso trabalho que a Microsoft realiza nas atualizações do sistema. Grandes updates vêm com grandes responsabilidades, parafraseando os dizeres do Tio Ben, o parente favorito e tio-pai de Peter Parker. Na dashboard, isso é levado a sério. E o trabalho sempre acontece em conjunto com a comunidade graças ao Xbox Insider.

Sim, a empresa registra todos os feedbacks enviados por meio desse canal – ou até mesmo fora dele, na verdade. Personalização da interface, arraste de aplicativos e jogos favoritos, clubes, loja reformulada, setorizada em promoções, conteúdos exclusivos a assinantes da Gold, do EA Access ou do Game Pass, enfim, o banquete de alternativas oferecidas fica cada vez mais farto e menos confuso – duas proporções que nem sempre caminham de mãos dadas.

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A navegação por todos esses recursos está mais rápida no Xbox One X. E por que isso acontece? Do ponto de vista técnico, a resposta está na ponta da língua de qualquer um: memória RAM. Sabemos que a memória RAM é responsável pela velocidade de um sistema, por sua capacidade de abrir e fechar janelas com rapidez, por sua eficácia em executar jogos e aplicativos, por sua aptidão em rodar tarefas do segundo plano sem engasgar as que estão no primeiro. Tudo isso acontece de maneira mais fluida no Xbox One X.

Gargalos existem? Sim, sempre. É impossível criar um sistema sem gargalos. Seja ele no celular, na TV, no computador, no video game. No caso do Xbox One X, estamos falando de um salto de 8 GB em DDR3 para 12 GB em GDDR5 de memória RAM, e esses 4 GB adicionais, em barramento mais nobre, simbolizam uma nítida evolução – que se reflete também em menor tempo de loading (detesto escrever “carregamento”) durante as telas de transição.

Jogos: o brilho do console

Aqui talvez seja o ponto central desta análise. O propósito do Xbox One X é oferecer primor técnico em jogos e ser o melhor console para rodar os third-parties. Nos exclusivos, a brincadeira fica ainda melhor, uma vez que os desenvolvedores trabalham internamente em conjunto com a infraestrutura da Microsoft – e o próprio Phil Spencer costuma acompanhar de perto os progressos.

Dos 12 GB de memória RAM que o console tem, nada menos que 9 GB são liberados aos desenvolvedores para os jogos. Os 3 GB restantes são reservados ao sistema, um valor que já resulta na mencionada melhoria de navegação pela dashboard. A arquitetura do Xbox One X, portanto, já nasce mais “liberal” que a do Xbox One tradicional, aparelho que foi burocrático no início da atual geração. Some a isso os 6 teraflops e você tem, basicamente, um monstro de estimação em casa.

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Dentro disso, há outro agravante a favor do X: o barramento da memória. A ascensão do DDR3 (Xbox One original) ao GDDR5 (Xbox One X), por si só, já representa um processamento mais aventuresco na forma como essa memória é alocada aos jogos e ao sistema.

Aliada à GPU refinada, temos um sistema que comporta acréscimos gráficos substanciais, como texturas mais recheadas, que não perdem a crocância quando observadas à distância, especialmente graças ao 4K verdadeiro. Também há ganho em sombras, iluminação e maior profundidade de renderização.

Basicamente, temos um sistema que comporta acréscimos gráficos substanciais, como texturas mais recheadas, que não perdem a crocância quando observadas à distância

No papel, todos os third-parties rodam e vão rodar melhor no Xbox One X até o término desta geração de consoles, isto é, até entrarmos na era do PS5 e de um “Xbox Two” da vida, o que deve acontecer por volta de 2020 ou além. Até lá, meus irmãos e minhas irmãs, todos os jogos vão, teoricamente, rodar em desempenho superior no aparelho da Microsoft. A ideia é que isso também aconteça na prática – como já está acontecendo.

Desde que o console enviado pela empresa chegou aqui na redação (eu também adquiri um durante a Black Friday, no Ponto Frio, e é a Project Scorpio Edition), os títulos testados se alternaram entre verdadeiros benchmarks e melhorias tênues, visíveis aos olhos dos mais chatos por calibragem – meu caso, sempre. Relembre nosso vídeo ao vivo, com os apresentadores Francesco e Bruno Micali (este que vos escreve), do unboxing do monstro aqui na redação:

Tive o regozijo de degustar coisas deliciosas de dezembro até aqui (sem mencionar o que foi testado na E3 2017, em junho do ano passado), otimizadas da seguinte forma no Xbox One X:

Exclusivos:

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Third-parties:

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Ok, então…bora comparar as performances decentemente?

Os jogos citados acima são só um rápido aperitivo do desempenho de alguns títulos no Xbox One X. Você deve estar se perguntando: “Tá, e o que isso representa perante o PS4 Pro?”. Para não deixar os detalhes confusos e muito menos colocar informações desencontradas, o Voxel confeccionou tabelas que comparam dois quesitos técnicos cruciais: a resolução, que está atrelada à qualidade visual, e a taxa de quadros por segundo, que está ligada à performance.

Créditos ao redator Vinícius Munhoz por cuidar da curadoria desse conteúdo. As informações técnicas foram compiladas a partir dos dados extraídos no Digital Foundry. Clique aqui para conferir os links de respaldo de cada jogo citado e checar a veracidade das informações por conta própria.

Diferenças de resolução

Para a fidelidade visual, as tabelas foram separadas em três: resolução baixa, resolução média e resolução alta alcançadas por cada jogo. Confira, na galeria adiante, as diferenças de resolução dos seguintes títulos rodando no PS4 Pro e no Xbox One X. Há algumas observações importantes sobre as tabelas na sequência:

Observações importantes

As tabelas estão sendo atualizadas com alguns complementos por nossa equipe, mas as informações discriminadas acima estão respaldadas junto ao Digital Foundry. Por enquanto, os asteriscos importantes a serem registrados são os seguintes:

Tabela de resoluções mínimas:

*The Witcher 3 no PS4 Pro roda com checkerboarding e não possui modo performance. Por esse motivo não cai: porque utiliza a técnica de 4K em checkerboarding e 30 fps, enquanto o Xbox One X opta pela natividade. São técnicas diferentes de renderização de imagem;

*Rise of the Tomb Raider depende do modo que você escolhe. No PS4 Pro, ele alcança 1080p no modo Enriched (sem checkerboarding), enquanto no Xbox One X o jogo bate 4K com o checkerboarding no mesmo modo.

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Tabela de resoluções médias:

*Final Fantasy XV roda com checkerboarding no PS4 Pro, ao passo que o Xbox One X preferiu o método de resolução nativa aqui. O Digital Foundry aponta que, no Xbox One X, a imagem é mais nítida, mesmo numa resolução menor;

*Call of Duty: WW2 teve a média resultada a partir de cálculo aritmético, uma vez que nem o Digital Foundry indicou esse valor. A diferença é que, no Xbox One X, o jogo passa a maior parte do tempo na resolução máxima, com mais frequência que no PS4 Pro. A resolução horizontal varia nas duas plataformas;

*Rise of the Tomb Raider novamente pode variar com base do modo que você escolhe.

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Tabela de resoluções máximas:

*Em Terra-Média: Sombras da Guerra, você ativa e desativa a resolução dinâmica a partir dos modos de jogo, e isso melhora ou piora a qualidade de imagem. Só no Xbox One X ele alcança o 4K;

*Rise of the Tomb Raider: em High F. Mode, o F. é para “frame-rate” e há apenas poucas quedas;

*A coluna de resolução dinâmica será atualizada.

Diferenças de performance

Aliada à resolução, eis a performance que esses títulos ostentam em ambas as plataformas:

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Observações importantes

*The Evil Within 2: a performance está melhor no PS4 Pro, mas há explicações. O jogo tem um bug no console. A resolução máxima deveria ser 1440p, mas ele não ativa a saída de video em 1440p e só roda em 1080p, por isso consegue se desempenhar melhor. Em 1440p e frame-rate desbloqueado, não sabemos como ele rodaria;

*Fortnite: Menos frame-rate no X? Sim, porque o nível de detalhes está similar às configurações ÉPICAS no PC (que representam um patamar além do Ultra);

*Final Fantasy XV: no High Mode do Xbox One X, a performance pode cair para 20 fps por dois motivos. Um: há quedas de desempenho com batalhas que exibam muitos efeitos alpha, como água, explosões, quantidade de inimigos etc. São raras as ocasiões. E dois: o X tem um bug nesse jogo em que, quando alguém passa por períodos prolongados com ele ou após o Sleep, a aventura dropa para 20 a 22 fps, obrigando o dono a fechar e abrir a instância do game;

*Destiny 2 tem uma correção. O mínimo que o jogo alcança no PS4 Pro é 3072 x 2160 e o máximo é 4K, só que os dois valores, tanto mínimo quanto máximo, são alcançados via checkerboarding. No Xbox One X, o título da Bungie roda sempre em 4K nativo.

Convém ressaltar que as tabelas serão atualizadas com esses ajustes e postadas aqui em breve no lugar das atuais.

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Retrocompatibilidade: praticamente um remaster

Alguns jogos do Xbox 360 disponíveis no catálogo de retrocompatibilidade do Xbox One ganharam um turbo brutal no Xbox One. Deles, lidera a lista Gears of War 3, célebre por ter se transformado praticamente numa remasterização graças a um acréscimo incrível de texturas, melhorias em sombras, iluminação e preenchimento geométrico de elementos do segundo plano.

Além do boost na resolução, o suporte ao HDR é a cereja do bolo – e alguns dos títulos são executados em profundidade de cor 10-bit em vez de 8-bit. Os outros destaques são os seguintes:

E como encontrar tudo isso no Xbox One X?

Uma das magias da Xbox Live é a navegação inteligente pelo sistema. Absolutamente tudo está categorizado na Microsoft Store para você não se perder. Com a chegada do Xbox One X, a rede inaugurou uma nova área para filtrar os títulos que têm patch ao console.

Quando qualquer jogador se sentir “carente” de conteúdo aprimorado ao Xbox One X – algo que raramente vai acontecer daqui pra frente –, basta dar um pulo na seção. O catálogo de jogos turbinados é maior do que você imagina, entre indies e AAAs.

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Público-alvo e investimento

Tão importante quanto o Xbox One X em si é a televisão à qual o console estiver conectado. Naturalmente, pressupõe-se que o consumidor interessado pelo novo aparelho da Microsoft tenha um televisor à altura. Assim, o seu cacife deve ser direcionado a isso como um investimento.

Há quem gaste mil reais numa camisa, 5 mil numa bolsa, 70 mil num carro, 20 mil numa viagem, 10 mil em tênis e sapatos…  Às vezes, no consumismo, é difícil apontar um certo ou errado no que é justo ou injusto gastar seu dinheiro. Se o certo para você é investir cerca de R$ 6 mil na brincadeira toda – uma TV 4K e o Xbox One X –, isso jamais deixará de ser certo. E acredite, vale a pena para quem curte.

Conforme mencionado, o meu televisor é uma Samsung UN55JU7500 Série 7, curvada, de 55 polegadas, com HDR (cuja denominação pode mudar de modelo para modelo e aqui é chamada de “UHD Color”), Modo Jogo e opções pré-configuradas de imagem. Modelo de 2015. Olheiro que sou, calibrei as barras deslizantes da TV por um tempão até alcançar um ponto de equilíbrio. Tons quentes, frios, saturação, distribuição manual de cores e brilho, entre outras coisas, representam uma etapa burocrática do processo, porém necessária.

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As OLEDs da LG também são escolhas excepcionais, só que têm um custo onerado – e só elas têm as certificações Dolby Vision e Dolby Atmos juntas, na linha de 2017 pra cá. Estamos falando na casa do R$ 7 mil a R$ 10 mil num modelo de 55”. A linha QLED, da Samsung, é a resposta para as OLEDs da LG. São televisores que trabalham com QPicture de pontos quânticos, tecnologia que representa a melhor equivalência possível às OLEDs. A faixa de preço é a mesma.

Mas é possível encontrar modelos mais humildes dessas duas marcas que respondem bem às exigências do Xbox One X. A Samsung UN49MU6100GXZD, por exemplo, de 49 polegadas, sai por R$ 2.400 – R$ 2.900 no grande varejo. A LG 49UJ6525, também de 49”, é uma ótima opção pelo mesmo valor. Ambas têm HDR – no caso da LG, o painel IPS ainda é um plus. Há ainda modelos da Philips, da Panasonic, da Sony e da Philco à disposição, embora os dois carros-chefes compostos por Samsung e LG sejam o páreo duro na disputa pela supremacia.

O Xbox One X tem uma clara visão do público-alvo que quer atingir: o consumidor exigente, o jogador premium, o cara que se apega aos detalhes que os olhos ingênuos, nus, não conseguem ver

O Xbox One X custa, no varejo oficial do Brasil, R$ 3.999. Lá fora, ele sai por US$ 499. Pagando no clássico boleto aqui, o preço cai para R$ 3.500 e, se você usar um daqueles cupons de desconto, dá para reduzir ainda mais o valor. No mercado cinza, o console pode ser encontrado por volta de R$ 2.500 – R$ 3.200, mas a diferença tem alguns pesos dos dois lados: um sai mais barato e oferece respaldo somente do lojista, enquanto o oficial assegura garantia de um ano da Microsoft.

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Quem comprou em etapa de pré-venda ainda conseguiu levar uma Project Scorpio Edition pra casa, embora a edição possa ser encontrada ainda hoje por quem estiver com mais disposição na caçada. Essa versão acompanha base para deixar o console na vertical, as inscrições “Project Scorpio” gravadas no console e no controle, caixa de luxo e, de lambuja, um aparelho em tom degradê que vai do cinza-claro ao grafite mais escurecido. E ah, os botões A, B, X e Y do joystick não são coloridos, dando um tom mais sóbrio e limpo à estética dele.

E para quem o console é voltado?

O Xbox One X tem uma clara visão do público-alvo que quer atingir: o consumidor exigente, o jogador premium, o cara que se apega aos detalhes que os olhos ingênuos, nus, não conseguem ver. A própria Microsoft já se posicionou dessa forma desde o princípio de vida do console.

O preço mais caro se justifica em um hardware de ponta que, se comparado ao PC, sai até mais barato. Nós já fizemos esse orçamento detalhado no site-irmão TecMundo. Os dizeres do analista Fábio Jordão são claros: um computador com configuração similar à do Xbox One X pode custar facilmente 700 dólares (contra US$ 500, preço oficial do monstro). Ainda que você altere o processador, a placa e outros componentes, dificilmente vai conseguir chegar ao mesmo valor do video game.

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Dito isso, o Xbox One X é um aparelho para quem almeja o máximo de primor técnico num console. Não são apenas os detalhes de fundo – enriquecidos e sem borrados graças à resolução superior ao concorrente – e o visual mais pintado que convencem. É todo um ecossistema alicerçado no sólido trabalho que a Microsoft realiza no Brasil. E só quem mexe sabe como é delicioso ter o gostinho da crocância.

O Xbox One X é um console feito para consolistas (como eu). Trata-se de uma máquina pensada com carinho para dar sobrevida ao Xbox One e, de lambuja, estender a atual geração de video games. Se você quer chegar em casa do trabalho, ligar a TV, relaxar na poltrona e ter uma experiência audiovisual transcendente, o Xbox One X é o melhor colírio que há para os olhos.

Análise: Xbox One X tem respaldo técnico de ponta e é pura crocância via Voxel

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

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