Opera lança navegador móvel para ser usado com apenas uma mão

Computerworld / EUA

26/04/2018 – 11h35

Chamado de Touch, novo browser da empresa traz interface que permite que todos os botões e funções, incluindo busca e abas, estejam ao alcance do polegar.


A Opera lançou nesta semana um navegador mobile chamado Touch e atualizou o seu browser desktop para que os dois possam ficar mais bem sincronizados.

A empresa de Oslo, na Noruega, liberou nesta quarta-feira, 25/4, o chamado Opera Touch, um aplicativo para Android que permite operação com uma mão só e foca em buscas, com o segundo elemento dominando a tela quando os usuários abrem o software. 

“Os browsers atuais não estão fazendo o seu trabalho corretamente”, afirmou o gerente de produtos da Opera, Maciej Kocemba, durante o evento de lançamento do navegador. Ele depois mostrou como os desenvolvedores da empresa montaram a interface de usuário (UI) do app de forma que todos os botões e funções, incluindo busca e abas, ficassem ao alcance do polegar do usuário. 

“Ao contrário da maioria dos outros navegadores, agora você pode navegar e realizar buscas mais facilmente enquanto estiver em movimento”, destacou Kocemba em um post no blog da Opera sobre o lançamento. 

Desktop

Além de lançar o aplicativo em questão, a Opera também atualizou o seu navegador para desktop – com versões para Windows, macOS e Linux – para também enfatizar mais as buscas. Uma nova ferramenta, chamada de Instant Search (algo como Busca Instantânea), é acionada ao apertar as teclas Alt+espaço (no Windows e Linux) ou Option+espaço (no macOS). Um campo de busca então é aberto e os resultados são exibidos na tela, tudo em cima da sua página web atual – de forma que os usuários não precisam voltar atrás após uma pesquisa bem-sucedida. 

A mesma ferramenta também permite que os usuários façam buscas por todas as abas abertas – algo que certamente será muito bem recebido por quem gosta de deixar o navegador com diversas abas abertas.

Mas quando as versões mobile e desktop são pareadas, afirma a Opera, elas são mais do que a soma das partes. “No Opera Touch, configurar a conexão entre o navegador do seu smartphone e do seu desktop exige apenas um passo”, explica Kocemba.

Vale notar que outros navegadores do Mercado, como Safari, Chrome e Firefox, já oferecem há algum tempo essa funcionalidade sincronização de abas e histórico entre suas versões mobile e desktop.

Resta saber se esses esforços mais recentes da Opera serão suficientes para ampliar a participação da empresa no mercado de browsers. No mês passado, a empresa respondia por 1,5% do mercado de navegadores desktop, Segundo dados da Net Applications. No mobile, a fatia da companhia era ainda menor: 0,3%.

via IDG Now!

Ministério Público Federal processa Microsoft por coleta de dados

O Ministério Público Federal (MPF) está processando a Microsoft. Segundo o MPF, a ação serve para impedir que o sistema operacional Windows 10 continue coletando dados pessoais sem o expresso consentimento de usuários. “Atualmente, a opção padrão de instalação e atualização do sistema operacional permite que a empresa obtenha diversas informações sobre os consumidores, como geolocalização, conteúdo de e-mails, hábitos de navegação e histórico de buscas realizadas na internet”, afirma o MPF.

Na ação, é dito que a Microsoft viola inúmeros princípios constitucionais, entre eles, a proteção da intimidade, além de direitos relativos às relações de consumo

O MPF ainda pede que a coleta de dados deixe de ser feita de forma automática pelo software, e que sejam incluídos alertas aos usuários sobre as consequências de autorizarem a transferência de informações. “A ação civil pública, ajuizada pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, requer ainda que a Microsoft pague multa de pelo menos R$ 10 milhões pelos danos morais já causados”, afirma.

Segundo o Ministério Pública, a Microsoft também desrespeita o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14) e o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que exige dos produtos e serviços a comunicação adequada e clara sobre os riscos que apresentem.

“Não basta que haja informação. Ela deve ser destacada, precisa, de fácil compreensão e revogável a qualquer tempo. O simples aceite, quase que automático, pelo consumidor da versão recomendada pela Microsoft no Windows 10 não pode ser tido como suficiente para o entendimento de todas as suas consequências”, destaca a ação do MPF.

O que a Microsoft precisa fazer agora

A Procuradoria do MP exige que a Microsoft adeque o software para que, “como regra, não mais esteja programado para coletar informações pessoais de seus usuários”. O tempo para isso ser feito? 15 dias.

O MP deixa claro que qualquer coleta de dado só será permitida com o consentimento prévio dos consumidores, que deverão ser alertados até sobre as consequências de tal autorização. “A ação pede ainda que seja lançada imediata atualização dos sistemas operacionais Windows 10 em uso, para que todos os usuários atuais possam usufruir das mudanças demandadas. O MPF solicita que a Microsoft pague multa diária de pelo menos R$ 100 mil em caso de descumprimento da decisão judicial”.

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Épico! 7 coisas demais e 3 nem tanto da Guerra Infinita — SEM SPOILERS

Isso nunca aconteceu na história do cinema. Dez anos de uma trama em um universo compartilhado, com os mesmos atores, que assumiram seus personagens em 18 filmes. Esse tipo de interação só acontecia nos quadrinhos. E eis que a linguagem irmã da Nona Arte tratou de transformar o que era um sonho de milhares de pessoas que cresceram com a mitologia moderna — os super-heróis — em realidade. Esse é o maior filme de super-heróis de todos os tempos. Vou destacar sete coisas legais e três… mais ou menos. Dizer além disso seria estragar a experiência.

Antes de mais nada, só uma coisa: tudo é épico e intenso. E muita pouca coisa que todo mundo previu se tornou realidade. As surpresas são grandes. Preparem-se.

Dark

Sim, esse é o filme mais sombrio do Marvel Studios. Desde o início, nenhum dos heróis, mesmo não sabendo exatamente quem era ou qual a extensão do poder de Thanos, teve dúvidas de que esse era realmente o maior desafio que o Marvel Cinematic Universe (MCU) apresentou até agora. Até mesmo os filtros de cores são mais escuros.

Humor

Apesar do tom sombrio que ronda todo o filme, o tradicional humor Marvel Comics/Studios continua presente, especialmente com os Guardiões da Galáxia — e na presença marcante de Drax. Mas os sorrisos aqui são mais “de nervoso”.

Ação

Os efeitos especiais são excelentes e os irmãos Russo sabem bem como coordenar narrativas com cada personagem — tem sequências de ação que lembram os melhores momentos de John Byrne, com a grandeza de Jim Starlin e os diálogos de Brian Bendis. É tanta pancadaria que até vai ter gente dizendo que se cansou um pouco.

avengers

Vilões

Os vilões da Marvel nunca foram assim proeminentes ou tão complexos. Mas desta vez eles são muito presentes e mais perigosos do que nunca. Não tem aquela história de contar história com herói preso em cadeirinha. Os antagonistas, como devem ser, realmente acreditam que estão fazendo o que acham correto para o universo — assim como os heróis.

Choro

Seja de alegria ou de tristeza, quiçá ambos, você vai se deparar com situações que vão fazer seus olhos suarem. O ápice funciona como uma espetada na alma de todo mundo que um dia sorriu lendo um gibi da Marvel Comics. O final é de cortar o coração.

Surpresas

Sabe aquelas projeções que fiz na semana passada? Graças a Jaga que quase nada daquilo acontece. É por isso que todos os envolvidos estavam guardando tanto segredo. Nada é tão Shyamalan, mas tudo o que se desenrola, apesar de alguns poucos momentos previsíveis, não chega perto do que você espera.

Thanos

Olha só, vi o Retorno de Jedi no cinema e Star Wars também mudou minha vida. Talvez eu seja chicoteado por isso, mas dá para dizer que Thanos é incrível, a ponto de deixar Darth Vader chorando no cantinho. É o vilão que todos estávamos esperando no Marvel Studios. Ele sabe usar a Manopla do Infinito. E o que ele faz no final é de desgraçar a cabeça de qualquer um.

Agora, vamos para três coisas… que podem incomodar

Anticlímax

Ainda que os tons de cada produção tenham sido respeitados, principalmente no começo, várias das narrativas têm um timing um tanto quanto… diferente de todos os filmes apresentados pelo Marvel Studios até agora. Pode ser que as sequências sejam um pouco desconexas para boa parte do público.

Para os fãs

Não tem muita explicação para as motivações dos heróis e nem o que eles primordialmente são. Os Russo partiram da ideia que todo mundo viu pelo menos o núcleo do que é a busca de Thanos e o que cada personagem já apresentado em outros longas pensa ou representa. É uma carta de amor para os fãs do MCU e da Marvel Comics. Ou seja, quem não acompanha esses universos, não vai entender muita coisa.

avengers

Trilha sonora

É muito difícil editar e criar sons a partir de tons que cada aventura trouxe até agora no Marvel Studios. Ainda que a assinatura dos Vingadores esteja presente, muitos dos momentos dramáticos sofreram com um mix que soou como cada cantinho do MCU, mas ao mesmo tempo não valorizaram exatamente as sequências mais sentimentais. Alguns personagens que estiveram em segundo plano e inesperadamente ganharam mais estofo, ficaram sem aquela trilha inesquecível. Nada que estrague a experiência, mas poderia ser melhor.

*********

Dito isso, há expansão do cânone, dinâmicas que funcionaram e um final que deixa todo mundo louco para ver a sequência. E, sim, há uma cena pós-créditos que entrega algo especial. Mas só isso. A má notícia é que teremos que esperar até o ano que vem. A boa, é que parece que o melhor ainda está por vir — mesmo depois dessa aventura sensacional. Assistam e digam o que acharam também. Só que, né, sem spoilers.

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Épico! 7 coisas demais e 3 nem tanto da Guerra Infinita — SEM SPOILERS

Isso nunca aconteceu na história do cinema. Dez anos de uma trama em um universo compartilhado, com os mesmos atores, que assumiram seus personagens em 18 filmes. Esse tipo de interação só acontecia nos quadrinhos. E eis que a linguagem irmã da Nona Arte tratou de transformar o que era um sonho de milhares de pessoas que cresceram com a mitologia moderna — os super-heróis — em realidade. Esse é o maior filme de super-heróis de todos os tempos. Vou destacar sete coisas legais e três… mais ou menos. Dizer além disso seria estragar a experiência.

Antes de mais nada, só uma coisa: tudo é épico e intenso. E muita pouca coisa que todo mundo previu se tornou realidade. As surpresas são grandes. Preparem-se.

Dark

Sim, esse é o filme mais sombrio do Marvel Studios. Desde o início, nenhum dos heróis, mesmo não sabendo exatamente quem era ou qual a extensão do poder de Thanos, teve dúvidas de que esse era realmente o maior desafio que o Marvel Cinematic Universe (MCU) apresentou até agora. Até mesmo os filtros de cores são mais escuros.

Humor

Apesar do tom sombrio que ronda todo o filme, o tradicional humor Marvel Comics/Studios continua presente, especialmente com os Guardiões da Galáxia — e na presença marcante de Drax. Mas os sorrisos aqui são mais “de nervoso”.

Ação

Os efeitos especiais são excelentes e os irmãos Russo sabem bem como coordenar narrativas com cada personagem — tem sequências de ação que lembram os melhores momentos de John Byrne, com a grandeza de Jim Starlin e os diálogos de Brian Bendis. É tanta pancadaria que até vai ter gente dizendo que se cansou um pouco.

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Vilões

Os vilões da Marvel nunca foram assim proeminentes ou tão complexos. Mas desta vez eles são muito presentes e mais perigosos do que nunca. Não tem aquela história de contar história com herói preso em cadeirinha. Os antagonistas, como devem ser, realmente acreditam que estão fazendo o que acham correto para o universo — assim como os heróis.

Choro

Seja de alegria ou de tristeza, quiçá ambos, você vai se deparar com situações que vão fazer seus olhos suarem. O ápice funciona como uma espetada na alma de todo mundo que um dia sorriu lendo um gibi da Marvel Comics. O final é de cortar o coração.

Surpresas

Sabe aquelas projeções que fiz na semana passada? Graças a Jaga que quase nada daquilo acontece. É por isso que todos os envolvidos estavam guardando tanto segredo. Nada é tão Shyamalan, mas tudo o que se desenrola, apesar de alguns poucos momentos previsíveis, não chega perto do que você espera.

Thanos

Olha só, vi o Retorno de Jedi no cinema e Star Wars também mudou minha vida. Talvez eu seja chicoteado por isso, mas dá para dizer que Thanos é incrível, a ponto de deixar Darth Vader chorando no cantinho. É o vilão que todos estávamos esperando no Marvel Studios. Ele sabe usar a Manopla do Infinito. E o que ele faz no final é de desgraçar a cabeça de qualquer um.

Agora, vamos para três coisas… que podem incomodar

Anticlímax

Ainda que os tons de cada produção tenham sido respeitados, principalmente no começo, várias das narrativas têm um timing um tanto quanto… diferente de todos os filmes apresentados pelo Marvel Studios até agora. Pode ser que as sequências sejam um pouco desconexas para boa parte do público.

Para os fãs

Não tem muita explicação para as motivações dos heróis e nem o que eles primordialmente são. Os Russo partiram da ideia que todo mundo viu pelo menos o núcleo do que é a busca de Thanos e o que cada personagem já apresentado em outros longas pensa ou representa. É uma carta de amor para os fãs do MCU e da Marvel Comics. Ou seja, quem não acompanha esses universos, não vai entender muita coisa.

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Trilha sonora

É muito difícil editar e criar sons a partir de tons que cada aventura trouxe até agora no Marvel Studios. Ainda que a assinatura dos Vingadores esteja presente, muitos dos momentos dramáticos sofreram com um mix que soou como cada cantinho do MCU, mas ao mesmo tempo não valorizaram exatamente as sequências mais sentimentais. Alguns personagens que estiveram em segundo plano e inesperadamente ganharam mais estofo, ficaram sem aquela trilha inesquecível. Nada que estrague a experiência, mas poderia ser melhor.

*********

Dito isso, há expansão do cânone, dinâmicas que funcionaram e um final que deixa todo mundo louco para ver a sequência. E, sim, há uma cena pós-créditos que entrega algo especial. Mas só isso. A má notícia é que teremos que esperar até o ano que vem. A boa, é que parece que o melhor ainda está por vir — mesmo depois dessa aventura sensacional. Assistam e digam o que acharam também. Só que, né, sem spoilers.

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Isso nunca aconteceu na história do cinema. Dez anos de uma trama em um universo compartilhado, com os mesmos atores, que assumiram seus personagens em 18 filmes. Esse tipo de interação só acontecia nos quadrinhos. E eis que a linguagem irmã da Nona Arte tratou de transformar o que era um sonho de milhares de pessoas que cresceram com a mitologia moderna — os super-heróis — em realidade. Esse é o maior filme de super-heróis de todos os tempos. Vou destacar sete coisas legais e três… mais ou menos. Dizer além disso seria estragar a experiência.

Antes de mais nada, só uma coisa: tudo é épico e intenso. E muita pouca coisa que todo mundo previu se tornou realidade. As surpresas são grandes. Preparem-se.

Dark

Sim, esse é o filme mais sombrio do Marvel Studios. Desde o início, nenhum dos heróis, mesmo não sabendo exatamente quem era ou qual a extensão do poder de Thanos, teve dúvidas de que esse era realmente o maior desafio que o Marvel Cinematic Universe (MCU) apresentou até agora. Até mesmo os filtros de cores são mais escuros.

Humor

Apesar do tom sombrio que ronda todo o filme, o tradicional humor Marvel Comics/Studios continua presente, especialmente com os Guardiões da Galáxia — e na presença marcante de Drax. Mas os sorrisos aqui são mais “de nervoso”.

Ação

Os efeitos especiais são excelentes e os irmãos Russo sabem bem como coordenar narrativas com cada personagem — tem sequências de ação que lembram os melhores momentos de John Byrne, com a grandeza de Jim Starlin e os diálogos de Brian Bendis. É tanta pancadaria que até vai ter gente dizendo que se cansou um pouco.

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Vilões

Os vilões da Marvel nunca foram assim proeminentes ou tão complexos. Mas desta vez eles são muito presentes e mais perigosos do que nunca. Não tem aquela história de contar história com herói preso em cadeirinha. Os antagonistas, como devem ser, realmente acreditam que estão fazendo o que acham correto para o universo — assim como os heróis.

Choro

Seja de alegria ou de tristeza, quiçá ambos, você vai se deparar com situações que vão fazer seus olhos suarem. O ápice funciona como uma espetada na alma de todo mundo que um dia sorriu lendo um gibi da Marvel Comics. O final é de cortar o coração.

Surpresas

Sabe aquelas projeções que fiz na semana passada? Graças a Jaga que quase nada daquilo acontece. É por isso que todos os envolvidos estavam guardando tanto segredo. Nada é tão Shyamalan, mas tudo o que se desenrola, apesar de alguns poucos momentos previsíveis, não chega perto do que você espera.

Thanos

Olha só, vi o Retorno de Jedi no cinema e Star Wars também mudou minha vida. Talvez eu seja chicoteado por isso, mas dá para dizer que Thanos é incrível, a ponto de deixar Darth Vader chorando no cantinho. É o vilão que todos estávamos esperando no Marvel Studios. Ele sabe usar a Manopla do Infinito. E o que ele faz no final é de desgraçar a cabeça de qualquer um.

Agora, vamos para três coisas… que podem incomodar

Anticlímax

Ainda que os tons de cada produção tenham sido respeitados, principalmente no começo, várias das narrativas têm um timing um tanto quanto… diferente de todos os filmes apresentados pelo Marvel Studios até agora. Pode ser que as sequências sejam um pouco desconexas para boa parte do público.

Para os fãs

Não tem muita explicação para as motivações dos heróis e nem o que eles primordialmente são. Os Russo partiram da ideia que todo mundo viu pelo menos o núcleo do que é a busca de Thanos e o que cada personagem já apresentado em outros longas pensa ou representa. É uma carta de amor para os fãs do MCU e da Marvel Comics. Ou seja, quem não acompanha esses universos, não vai entender muita coisa.

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É muito difícil editar e criar sons a partir de tons que cada aventura trouxe até agora no Marvel Studios. Ainda que a assinatura dos Vingadores esteja presente, muitos dos momentos dramáticos sofreram com um mix que soou como cada cantinho do MCU, mas ao mesmo tempo não valorizaram exatamente as sequências mais sentimentais. Alguns personagens que estiveram em segundo plano e inesperadamente ganharam mais estofo, ficaram sem aquela trilha inesquecível. Nada que estrague a experiência, mas poderia ser melhor.

*********

Dito isso, há expansão do cânone, dinâmicas que funcionaram e um final que deixa todo mundo louco para ver a sequência. E, sim, há uma cena pós-créditos que entrega algo especial. Mas só isso. A má notícia é que teremos que esperar até o ano que vem. A boa, é que parece que o melhor ainda está por vir — mesmo depois dessa aventura sensacional. Assistam e digam o que acharam também. Só que, né, sem spoilers.

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Épico! 7 coisas demais e 3 nem tanto da Guerra Infinita — SEM SPOILERS

Isso nunca aconteceu na história do cinema. Dez anos de uma trama em um universo compartilhado, com os mesmos atores, que assumiram seus personagens em 18 filmes. Esse tipo de interação só acontecia nos quadrinhos. E eis que a linguagem irmã da Nona Arte tratou de transformar o que era um sonho de milhares de pessoas que cresceram com a mitologia moderna — os super-heróis — em realidade. Esse é o maior filme de super-heróis de todos os tempos. Vou destacar sete coisas legais e três… mais ou menos. Dizer além disso seria estragar a experiência.

Antes de mais nada, só uma coisa: tudo é épico e intenso. E muita pouca coisa que todo mundo previu se tornou realidade. As surpresas são grandes. Preparem-se.

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Sim, esse é o filme mais sombrio do Marvel Studios. Desde o início, nenhum dos heróis, mesmo não sabendo exatamente quem era ou qual a extensão do poder de Thanos, teve dúvidas de que esse era realmente o maior desafio que o Marvel Cinematic Universe (MCU) apresentou até agora. Até mesmo os filtros de cores são mais escuros.

Humor

Apesar do tom sombrio que ronda todo o filme, o tradicional humor Marvel Comics/Studios continua presente, especialmente com os Guardiões da Galáxia — e na presença marcante de Drax. Mas os sorrisos aqui são mais “de nervoso”.

Ação

Os efeitos especiais são excelentes e os irmãos Russo sabem bem como coordenar narrativas com cada personagem — tem sequências de ação que lembram os melhores momentos de John Byrne, com a grandeza de Jim Starlin e os diálogos de Brian Bendis. É tanta pancadaria que até vai ter gente dizendo que se cansou um pouco.

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Os vilões da Marvel nunca foram assim proeminentes ou tão complexos. Mas desta vez eles são muito presentes e mais perigosos do que nunca. Não tem aquela história de contar história com herói preso em cadeirinha. Os antagonistas, como devem ser, realmente acreditam que estão fazendo o que acham correto para o universo — assim como os heróis.

Choro

Seja de alegria ou de tristeza, quiçá ambos, você vai se deparar com situações que vão fazer seus olhos suarem. O ápice funciona como uma espetada na alma de todo mundo que um dia sorriu lendo um gibi da Marvel Comics. O final é de cortar o coração.

Surpresas

Sabe aquelas projeções que fiz na semana passada? Graças a Jaga que quase nada daquilo acontece. É por isso que todos os envolvidos estavam guardando tanto segredo. Nada é tão Shyamalan, mas tudo o que se desenrola, apesar de alguns poucos momentos previsíveis, não chega perto do que você espera.

Thanos

Olha só, vi o Retorno de Jedi no cinema e Star Wars também mudou minha vida. Talvez eu seja chicoteado por isso, mas dá para dizer que Thanos é incrível, a ponto de deixar Darth Vader chorando no cantinho. É o vilão que todos estávamos esperando no Marvel Studios. Ele sabe usar a Manopla do Infinito. E o que ele faz no final é de desgraçar a cabeça de qualquer um.

Agora, vamos para três coisas… que podem incomodar

Anticlímax

Ainda que os tons de cada produção tenham sido respeitados, principalmente no começo, várias das narrativas têm um timing um tanto quanto… diferente de todos os filmes apresentados pelo Marvel Studios até agora. Pode ser que as sequências sejam um pouco desconexas para boa parte do público.

Para os fãs

Não tem muita explicação para as motivações dos heróis e nem o que eles primordialmente são. Os Russo partiram da ideia que todo mundo viu pelo menos o núcleo do que é a busca de Thanos e o que cada personagem já apresentado em outros longas pensa ou representa. É uma carta de amor para os fãs do MCU e da Marvel Comics. Ou seja, quem não acompanha esses universos, não vai entender muita coisa.

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É muito difícil editar e criar sons a partir de tons que cada aventura trouxe até agora no Marvel Studios. Ainda que a assinatura dos Vingadores esteja presente, muitos dos momentos dramáticos sofreram com um mix que soou como cada cantinho do MCU, mas ao mesmo tempo não valorizaram exatamente as sequências mais sentimentais. Alguns personagens que estiveram em segundo plano e inesperadamente ganharam mais estofo, ficaram sem aquela trilha inesquecível. Nada que estrague a experiência, mas poderia ser melhor.

*********

Dito isso, há expansão do cânone, dinâmicas que funcionaram e um final que deixa todo mundo louco para ver a sequência. E, sim, há uma cena pós-créditos que entrega algo especial. Mas só isso. A má notícia é que teremos que esperar até o ano que vem. A boa, é que parece que o melhor ainda está por vir — mesmo depois dessa aventura sensacional. Assistam e digam o que acharam também. Só que, né, sem spoilers.

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Isso nunca aconteceu na história do cinema. Dez anos de uma trama em um universo compartilhado, com os mesmos atores, que assumiram seus personagens em 18 filmes. Esse tipo de interação só acontecia nos quadrinhos. E eis que a linguagem irmã da Nona Arte tratou de transformar o que era um sonho de milhares de pessoas que cresceram com a mitologia moderna — os super-heróis — em realidade. Esse é o maior filme de super-heróis de todos os tempos. Vou destacar sete coisas legais e três… mais ou menos. Dizer além disso seria estragar a experiência.

Antes de mais nada, só uma coisa: tudo é épico e intenso. E muita pouca coisa que todo mundo previu se tornou realidade. As surpresas são grandes. Preparem-se.

Dark

Sim, esse é o filme mais sombrio do Marvel Studios. Desde o início, nenhum dos heróis, mesmo não sabendo exatamente quem era ou qual a extensão do poder de Thanos, teve dúvidas de que esse era realmente o maior desafio que o Marvel Cinematic Universe (MCU) apresentou até agora. Até mesmo os filtros de cores são mais escuros.

Humor

Apesar do tom sombrio que ronda todo o filme, o tradicional humor Marvel Comics/Studios continua presente, especialmente com os Guardiões da Galáxia — e na presença marcante de Drax. Mas os sorrisos aqui são mais “de nervoso”.

Ação

Os efeitos especiais são excelentes e os irmãos Russo sabem bem como coordenar narrativas com cada personagem — tem sequências de ação que lembram os melhores momentos de John Byrne, com a grandeza de Jim Starlin e os diálogos de Brian Bendis. É tanta pancadaria que até vai ter gente dizendo que se cansou um pouco.

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Vilões

Os vilões da Marvel nunca foram assim proeminentes ou tão complexos. Mas desta vez eles são muito presentes e mais perigosos do que nunca. Não tem aquela história de contar história com herói preso em cadeirinha. Os antagonistas, como devem ser, realmente acreditam que estão fazendo o que acham correto para o universo — assim como os heróis.

Choro

Seja de alegria ou de tristeza, quiçá ambos, você vai se deparar com situações que vão fazer seus olhos suarem. O ápice funciona como uma espetada na alma de todo mundo que um dia sorriu lendo um gibi da Marvel Comics. O final é de cortar o coração.

Surpresas

Sabe aquelas projeções que fiz na semana passada? Graças a Jaga que quase nada daquilo acontece. É por isso que todos os envolvidos estavam guardando tanto segredo. Nada é tão Shyamalan, mas tudo o que se desenrola, apesar de alguns poucos momentos previsíveis, não chega perto do que você espera.

Thanos

Olha só, vi o Retorno de Jedi no cinema e Star Wars também mudou minha vida. Talvez eu seja chicoteado por isso, mas dá para dizer que Thanos é incrível, a ponto de deixar Darth Vader chorando no cantinho. É o vilão que todos estávamos esperando no Marvel Studios. Ele sabe usar a Manopla do Infinito. E o que ele faz no final é de desgraçar a cabeça de qualquer um.

Agora, vamos para três coisas… que podem incomodar

Anticlímax

Ainda que os tons de cada produção tenham sido respeitados, principalmente no começo, várias das narrativas têm um timing um tanto quanto… diferente de todos os filmes apresentados pelo Marvel Studios até agora. Pode ser que as sequências sejam um pouco desconexas para boa parte do público.

Para os fãs

Não tem muita explicação para as motivações dos heróis e nem o que eles primordialmente são. Os Russo partiram da ideia que todo mundo viu pelo menos o núcleo do que é a busca de Thanos e o que cada personagem já apresentado em outros longas pensa ou representa. É uma carta de amor para os fãs do MCU e da Marvel Comics. Ou seja, quem não acompanha esses universos, não vai entender muita coisa.

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É muito difícil editar e criar sons a partir de tons que cada aventura trouxe até agora no Marvel Studios. Ainda que a assinatura dos Vingadores esteja presente, muitos dos momentos dramáticos sofreram com um mix que soou como cada cantinho do MCU, mas ao mesmo tempo não valorizaram exatamente as sequências mais sentimentais. Alguns personagens que estiveram em segundo plano e inesperadamente ganharam mais estofo, ficaram sem aquela trilha inesquecível. Nada que estrague a experiência, mas poderia ser melhor.

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Dito isso, há expansão do cânone, dinâmicas que funcionaram e um final que deixa todo mundo louco para ver a sequência. E, sim, há uma cena pós-créditos que entrega algo especial. Mas só isso. A má notícia é que teremos que esperar até o ano que vem. A boa, é que parece que o melhor ainda está por vir — mesmo depois dessa aventura sensacional. Assistam e digam o que acharam também. Só que, né, sem spoilers.

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Google adiciona função de adiar mensagens no Gmail para Android

Um dos recursos que eu mais me lembro do finado Mailbox era a possibilidade de adiar e-mails. Isso me ajudava a manter a caixa de entrada limpa, arquivando mensagens até uma data definida para voltarem automaticamente à minha atenção.

O Gmail para Android está finalmente ganhando esse mesmo recurso. Se você tiver a versão mais recente do app, já pode experimentar.

Foto por Cairo/Flickr

Abra um e-mail, e surgirá um aviso enorme na tela. “Resolver mais tarde: adie um e-mail para ocultá-lo até um momento específico no futuro”, explica o Google.

Você toca em “…” e depois em “Adiar”. Então, é possível escolher quando o e-mail voltará à caixa de entrada: ainda hoje, amanhã de manhã, no final de semana, na semana que vem, ou simplesmente em algum dia aleatório.

Ou, claro, você pode definir exatamente a data e hora em que a mensagem será desarquivada. Infelizmente, não é possível deslizar o e-mail na caixa de entrada para adiá-lo, como eu fazia no Mailbox.

Sim, isso já existe no Inbox há anos, mas tem gente (eu) que não gosta desse serviço do Google. Esse recurso é útil quando você recebe uma mensagem, mas não pode lidar com ela nesse exato momento — por isso é bom vê-lo no Gmail.

O app também receberá outras novidades. Ele terá recomendações para você se descadastrar, com um toque, de newsletters que nunca são lidas; e permitirá receber notificações apenas de mensagens prioritárias. (A importância é definida por inteligência artificial.)

Tudo isso acompanha o redesign pelo qual o Gmail está passando na web; confira os detalhes aqui.

Google adiciona função de adiar mensagens no Gmail para Android

via Tecnoblog

Número de usuários do Facebook cresceu mesmo com campanhas para deletar contas

O caso Cambridge Analytica expôs os problemas de privacidade do Facebook de um modo sem precedentes. Indignados, muitos usuários excluíram suas contas atendendo a campanhas como #DeleteFacebook. Mas parece não ter sido um movimento forte: na verdade, o Facebook terminou o primeiro trimestre do ano com aumento na base de usuários ativos.

No período (PDF), o Facebook registrou quase 1,45 bilhão de usuários ativos diários, total que corresponde a 48 milhões de contas adicionais na comparação com o último trimestre de 2017. A base total, que considera as contas que acessam a rede social pelo menos uma vez ao mês, foi de quase 2,2 bilhões de usuários, alta de 13% na comparação anual.

Também houve aumento na arrecadação: o Facebook terminou o trimestre com receita de US$ 11,97 bilhões. O lucro foi de US$ 4,99 bilhões contra US$ 4,27 bilhões do trimestre anterior, quando a rede social ainda não estava sob a mira das autoridades por conta do escândalo Cambridge Analytica.

Mark Zuckerberg

Na primeira olhada, todos esses números indicam duas coisas. A primeira é que as recentes polêmicas sobre privacidade causaram preocupação e indignação, tendo inclusive apoio de Brian Acton (cofundador do WhatsApp) e Elon Musk, mas não o suficiente para fazer a rede social sofrer uma debandada de grandes proporções.

A segunda coisa é o fato de o Facebook continuar sendo uma máquina de fazer dinheiro, principalmente em dispositivos móveis: 91% da receita da companhia com publicidade no trimestre vieram da exibição de anúncios em smartphones e tablets.

Isso não quer dizer que o Facebook está imune a todo e qualquer tipo de problema. É necessário levar em consideração que o caso Cambridge Analytica veio à tona quase no final de março, portanto, é possível que as consequências sejam percebidas apenas nos números do atual trimestre.

Nada disso deve causar grandes estragos, no entanto. Os próximos resultados financeiros serão divulgados só no segundo semestre, momento em que provavelmente a poeira estará bem mais baixa. Por conta disso, os investidores poderão até experimentar uma oscilação nos números, mas não entrarão em pânico.

Com informações: TechCrunch.

Número de usuários do Facebook cresceu mesmo com campanhas para deletar contas

via Tecnoblog

Meizu M6 Note, com processador Snapdragon, chega ao Brasil por R$ 1.199

Fazia um tempo que não víamos novos aparelhos da chinesa Meizu no Brasil. A Vi trouxe, esta semana, um smartphone com especificações intermediárias e bateria grande.

Trata-se do Meizu M6 Note. Este é o primeiro smartphone da empresa com processador da Qualcomm, mais especificamente um Snapdragon 625 octa-core — o mesmo do Moto G5S Plus.

Ele tem 4 GB de RAM LPDDR3 e 64 GB de armazenamento não-expansível. A bateria de 4.000 mAh possui carregamento rápido de 18 W pela porta microUSB.

A tela de 5,5 polegadas tem resolução Full-HD (1920 x 1080) com proporção 16:9. Abaixo dela, fica o leitor de digitais mTouch.

Há duas câmeras na traseira: uma delas com 12 megapixels e abertura f/1,9; e a outra com 5 megapixels. Juntas, elas desfocam o plano de fundo no modo retrato. Por sua vez, a câmera frontal tem 16 MP e abertura f/2,0.

O Meizu M6 Note mantém a entrada 3,5 mm para fones de ouvido. São 8,35 mm de espessura e 173 g.

Ele roda Flyme 6 baseado no Android 7.x Nougat. Ele será atualizado para o Flyme 7, que permitirá rodar apps em janelas flutuantes e terá reconhecimento facial rápido.

O Meizu M6 Note chegou ao Brasil nesta quinta-feira (26) nas cores preto e prata custando R$ 1.199, à vista ou parcelado em até dez vezes sem juros. Ele foi lançado na China em agosto do ano passado pelo equivalente a R$ 800.

Meizu M6 Note, com processador Snapdragon, chega ao Brasil por R$ 1.199

via Tecnoblog

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