Resenha da caixa de som Sony SRS-XB31: som, batida e luzes

Caixas de som portáteis são ótimos acessórios para smartphones. Existem muitos concorrentes no mercado, mas é possível dizer que, com uma vibe muito parecida, temos as caixinhas da JBL. Ao mesmo tempo em que testei a XB31, estive aqui também com a Flip 4 e vou dar uns pitacos sobre isso, também.

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Prós

  • Carregador portátil
  • Luzes embutidas
  • Funções Extra Bass e Live Sound são muito eficazes
  • Volume alto
  • Som equilibrado

Contras

  • Demora para carregar
  • Bateria gasta rápido com luzes
  • App é confuso

Um design trabalhado no tecido

Em relação ao visual, a XB31 está mais madura do que sua versão anterior. Tem um design com menos linhas, menos delimitações. Sem bordas, porque não? São como duas partes dobradas que se juntaram: aquela que tem as partes de cima, de baixo e das costas; e a que tem a frente e as laterais. Pode vir em preto ou nesse vermelho muito bonito e vibrante das fotos.

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NFC no corpo para facilitar a conexão / © AndroidPIT por Stella Dauer

A XB31 é toda acabada em tecido, ligeiramente fofinha no toque. Mas você olha para esse monte de tecido e, se tem cabeça de dona de casa que nem eu, imagina um encardido e sujeirinha entrando. Não tem problema, porque a XB31

é à prova d’água e sujeira
, incluindo aí terra, lama, essas coisas. 

Ela é IPX7, resistindo a submersão em água de torneira, de piscina, do mar (ela é inoxidável) por até 30 minutos em até um metro, e IP6X, resistindo a pó, inclusive areia. Ela não aguenta jatos d’água ou água quente. Sim, você pode botar ela debaixo da torneira e lavar, só precisa tomar cuidado para que sua tampinha traseira esteja sempre bem fechada, pois ela é quem abriga as conexões que não podem ser molhadas. 

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Botões multifunção / © AndroidPIT por Stella Dauer

Também é à prova de impacto em quedas de até 1,2 metros. Ela é pesadinha, são 890 gramas, mas a qualidade dos falantes pede isso. Acima temos os botões que, diferente do que vemos em outras caixinhas, são mais discretos. Há o botão de energia que, se apertado por mais tempo, abre o Bluetooth para pareamento.

E tem também os botões de volume, um indicador do Bluetooth (piscando devagar está procurando aparelho, todo azul está pareado e piscando rápido está aberto a pareamento). Por último, tem um botão de play e pause que também atende chamadas, já que o XB31 tem um microfone. Se apertar duas vezes esse botão, ele passar a música; três vezes, volta.

Mais distante fica o local do NFC, tradição da Sony, que permite conexões muito rápidas com smartphones que também têm NFC. Abaixo ficam quatro pezinhos em borracha, enquanto debaixo da grossa tampa de borracha na traseira residem diversas coisas: USB A comum (que recarrega seu aparelho), micro USB para recarga (com LED que fica aceso em laranja enquanto recarrega), P2 de áudio, um reset e três botões. 

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Outros botões e conexões escondidos atrás de tampa de proteção / © AndroidPIT por Stella Dauer

Um deles informa, por voz, em inglês, a porcentagem da bateria, mas se você apertar por muito tempo apaga as luzes da caixa. Outros dois botões são mais misteriosos e específicos. O WPC ativa a função Wireless Party Chain, e com ele você liga outras caixinhas da Sony no mesmo som, amplificando o volume e a qualidade. São até 100 caixinhas juntas, de diversos modelos atuais, ou até 10 mini system, todos da linha Sony desse ano.

Já com o botão ADD você ativa o Speaker Add, e pode colocar duas caixinhas Sony XB31 para atuar, cada uma, como um lado do som, melhorando volume e estéreo, ou tocando o mesmo som. Ela também funciona com o Google Assistant e com a Siri, mantendo o botão de play apertado por três segundos.

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Robusta e pesada / © AndroidPIT por Stella Dauer

Funções especiais

Um app da Sony, chamado Music Center, ajuda em diversas coisas. Ao invés de usar atalhos em combinações de botões na XB31, é possível configurar tudo através de app gratuito para Android e iOS. Porém, ele é um confuso, e apesar de ser bonito, tem as configurações espalhadas para todos os lados.

Uma das coisas que podem ser controladas por ele são as luzes da moldura da XB31. Você pode desligar tudo se não gostar, mas há 12 perfis que passam por cores mais calmas, sólidas ou outras mais animadas, que trocam mais rápido e até que ativam as luzes estroboscópicas que ficam atrás do tecido da parte frontal (eu não gosto muito dessas, mas ajudam em festas).

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App ajuda a configurar luzes / © AndroidPIT por Stella Dauer

E

como se não bastasse essa caixa já ter luzes pra festa, ela tem também interação sonora
. No app (ou dando dois tapas na parte traseira da XB31) você ativa o Party Booster. Com ele ativado, você pega a caixa na mão e literalmente batuca nela. As laterais, frente, cima e baixo, quando batidas, emitem sons. E esses sons também são configurados, podendo ser de tambores ou efeitos especiais. É uma função bem diferente, admita.

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Party Boost / © AndroidPIT por Stella Dauer

A potência da bateria da XB31 não é informada em lugar nenhum, mas ela é forte o suficiente para recarregar seu smartphone através da conexão USB na traseira enquanto você escuta música pelo Bluetooth. Ela durou 3 horas e meia com o volume médio e a função Extra Bass ligada (além das luzes) e mais de 13 horas com o volume mais baixo e o som no Standard, sem luzes. O volume vai ficando mais baixo conforme a bateria fica mais fraca e não aumenta até a carga terminar de ser carregada.

Ela levou 5 horas para recarregar, e para saber que precisa fazer isso você recebe avisos em voz, em Inglês, quando a bateria está baixa. Mais ou menos uma hora antes de morrer ela diz “Please charge” (Carregue por favor). Apertando o botão de bateria na traseira ela informa se está em 20%, 50%, 70% ou totalmente carregada.

A caixa da XB31 traz, além dela, um cabo para carga e pequenos e básicos manuais. No app e na internet você encontra informações mais completas. Infelizmente, não vem com fonte, mas você pode usar a do seu smartphone ou outros eletrônicos pequenos.

Ela não tem Extra Bass à toa

Mas e a qualidade, o que mais deve importar a muitos de vocês? Eu não sou a mais experiente audiófila, então essa é a opinião de alguém que gosta muito de música. Eu gosto dos graves evidenciados, então a função de destaque da XB31,

o Extra Bass, é um grande diferencial aqui
.

Ele realmente eleva os graves da música, perdendo bem pouca qualidade. Quem não curte graves mais pesados não vai achar muito bom, pois a função às vezes pode abafar a música sem motivo, mas para quem gosta de batidas mais fortes é uma das melhores opções pelo preço. 

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Extra Bass é destaque na XB31 / © AndroidPIT por Stella Dauer

Se não gostar, tem o modo padrão e também o Live, que destaca mais agudos e a tridimensionalidade na música, aumenta o volume e aprimora alguns dos médios, sem ficar ruim. Em muitos casos, é melhor do que o Extra Bass.

Ela aceita padrões de áudio de alta fidelidade como o AAC e o LDAC, tecnologia de codificação de áudio desenvolvida pela Sony, que permite o streaming de áudio através de conexões Bluetooth de até 990 kbit/s a ​​24 bits/96khz. Usei com o Xperia XZ2 Compact e gostei do resultado, embora não seja super perceptível para quem não entende.

Gostei muito do som, considerei ele mais limpo do que o de outros na mesma faixa de preço, como a própria Flip 4. Graves, médios e agudos são bem definidos e mais naturais, o volume pode ficar bem alto, muito mesmo. Os alto-falantes têm 48 milímetros cada.

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Atalhos do app / © AndroidPIT por Stella Dauer

Veredito Final

Para sua categoria média, já que existem menores (como a própria XB21), ela é realmente uma das melhores. Não é a mais barata, mas traz a tradição de áudio da Sony junto com ela. Eu já tinha gostado muito da XB30 e do Extra Bass, e o mínimo que dá para dizer é que a Sony manteve a qualidade que eu já tinha visto, trazendo o extra de ser em tecido e IP67.

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Novo golpe do WhatsApp usa morte de Bolsonaro para roubar suas senhas

Um novo golpe envolvendo candidatos à presidência está sendo propagado pelo WhatsApp. De acordo com o dfndr, laboratório de segurança da PSafe, as mensagens utilizam uma manchete alarmante sobre a morte do candidato Jair Messias Bolsonaro, que está internado há dez dias no hospital Albert Einstein após levar uma facada durante comício em Juiz de Fora (MG).

Segundo o laboratório, os usuários estão recebendo uma mensagem falando que a Globo acabou de confirmar com a direção do hospital onde ele está internado a morte do candidato à presidência. A mensagem vem acompanhada de uma URL, que num primeiro momento parece mesmo do site da Globo, mas esconde em si um link malicioso, como explica a imagem divulgada como alerta pela PSafe.

Ainda não se sabe exatamente qual é o objetivo do golpe, mas o mais provável é que esse link malicioso instale no aparelho um malware para captura de dados, como senhas de banco e dados do cartão de crédito. Por isso, é importante sempre ficar atento na procedência de links enviados pelo WhatsApp, nunca clicar em nada enviado por um desconhecido e manter o antivirus sempre atualizado. O melhor mesmo é checar pelo título das supostas matérias enviadas nos mensageiros nos buscadores da web.

via Canaltech

Saiba o que é e como utilizar o e-Título

Neste ano, os cidadãos brasileiros elegerão presidente, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais. O primeiro turno acontece no dia 7 de outubro, ficando o dia 28 de outubro reservado para o segundo turno. O fato é que, com a chegada das datas de votação, é comum que as pessoas simplesmente não encontrem seu Título de Eleitor. Para resolver o problema, felizmente o Governo Federal disponibilizou a versão digital do documento.

Para quem ainda não conhece, o e-Título é o aplicativo da Justiça Eleitoral que substitui o documento impresso. No app, o eleitor acessa informações de sua situação cadastral, zona eleitoral, bem como o seu Título de Eleitor digital. Isso significa que, a partir de agora, o eleitor pode deixar para trás seu documento físico, bastando levar seu smartphone na hora de votar.

Vale lembrar, no entanto, que caso o eleitor ainda não tenha feito o cadastro biométrico, será necessário apresentar, além do aplicativo, um documento oficial com foto para os mesários. Nos casos de quem já está com o cadastro biométrico feito, documentos oficiais com foto também são dispensados, já que o e-Título vem acompanhado de foto 3×4. 

Como utilizar o e-Título? 

Passo 1: Para utilizar o e-Título, faça o download do aplicativo oficial (Android | iOS).

Passo 2: Abra o aplicativo e preencha os dados solicitados. Caso você não saiba o número do seu título, clique aqui para consultar.

Depois de preencher as informações corretamente, você terá acesso ao documento digital.

Além disso, no menu localizado no final do documento, é possível acessar o local de votação, a certidão de quitação com a Justiça Eleitoral, bem como a Certidão Criminal da Justiça Eleitoral. 

Já no canto superior esquerdo, é possível acessar um menu que permite checar informações como locais para justificar o voto e até mesmo verificar a autenticidade de outros documentos emitidos pela Justiça Eleitoral com código QR. 

E você, já conhecia o e-Título? Vai utilizá-lo durante as próximas eleições? Conte para a gente nos comentários!

via Canaltech

O que a imprensa internacional está achando dos novos iPhones Xs e Xs Max

Os novos iPhones XsXs Max apresentados pela Apple na semana passada ainda não estão nas prateleiras, mas a imprensa especializada nos EUA já recebeu esses produtos para análise. E os principais comentários do pessoal que já testou os produtos é que eles não são muito diferentes do que vimos no iPhone X do ano passado.

Esse tipo de conclusão é natural em uma “geração S”, como são chamados os aparelhos com terminação “s” da Apple. Eles simplesmente trazem algumas melhorias no hardware, raramente com inovações consistentes. Contudo, os novos iPhones Xs e Xs Max são sim, no geral, melhores que o iPhone X, especialmente para tirar fotos.

Câmera

De acordo com o pessoal do TechCrunch, o “modo retrato do iPhone Xs melhorou imensamente”, mas o veículo admite que ainda há alguns problemas nesse recurso que deixam a qualidade final das fotos a desejar. A publicação ainda celebra o fato de os novos aparelhos trazerem o Smart HDR, uma ferramenta muito similar ao que a Google embarcou nos Pixel 22 XL lançados no ano passado.

Falando em Google, o pessoal do The Verge diz com convicção que as câmeras dos novos aparelhos da Apple ainda não são melhores do que aquelas encontradas nos Pixel 2 de 2017. Eles ainda destacam o fato de a Google estar prestes a lançar uma nova geração de seus celulares, o que deve deixar a Apple ainda mais para trás no que diz respeito a fotografia mobile. O The Verge deixa bem claro que as novas câmeras são melhores do que a do ano passado, mas não são magníficas, tampouco se comparam com câmeras profissionais, como a Apple disse no palco, durante sua conferência de lançamento.

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Bateria

No que tange à bateria, o pessoal do Mashable disse que não percebeu nenhuma melhoria na autonomia de bateria dos novos iPhones na comparação com o iPhone X de 2017. “Eu consegui meu tradicional um dia e meio de bateria tanto no iPhone Xs quanto no iPhone Xs Max”.

O pessoal da CNBC, por outro lado, elogia a autonomia de bateria dos aparelhos, mas destaca que o tempo de teste não foi o suficiente para dizer como o dispositivo vai se comportar ao longo do tempo.

Design

O pessoal do The Verge gosta do design do iPhone Xs e praticamente não tocou no assunto “notch”. Para eles o aparelho é bonito, mas é absolutamente idêntico ao iPhone X do ano passado, exceto pela terceira opção de cor, a dourada. Dessa maneira, não há nenhuma novidade aqui.

No Mashable, o destaque foi para o fato de o modelo Xs Max ser surpreendentemente portátil. A tela é bem grande e espaçosa, mas o corpo dos aparelhos é menor que o dos antigos iPhones Plus do passado.

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Desempenho

Nesse ponto, o The Verge alerta que, do ano passado para agora, houve apenas 15% de melhoria no desempenho geral dos novos iPhones. Isso porque o novo chip A12 Bionic foca mais em outros recursos como IA e autonomia de bateria do que em desempenho. No fim das contas, não dá para notar melhoria alguma, segundo o Verge.

Apesar disso, o Mashable destaca que os chips da Apple ainda são consideravelmente superiores aos da Qualcomm, por exemplo, que equipam aparelhos da Samsung e de praticamente todas as outras grandes concorrentes. Na comparação com eles, os “iPhones Xs e Xs são verdadeiras feras”.

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Tela

Nesse aspecto, a CNBC diz que as telas dos novos aparelhos da Apple são excelentes, comparáveis ao que vimos no Galaxy Note 9, por exemplo. Contudo, a grande melhoria anunciada pela Apple, o HDR, aparentemente não se faz presente em qualquer situação além da visualização de fotos.

O The Verge, admite essa qualidade, mas critica o fato de a tela do iPhone Xs Max simplesmente aumentar o tamanho das coisas. Ou seja, tudo fica enorme na tela, sem necessariamente mostrar mais informação. O Mashable, por sua vez, afirma que “tudo fica mais bonito na grande tela do iPhone Xs Max”.

Face ID

A biometria dos novos iPhones é a mesma do ano passado, mas a empresa melhorou um pouco o seu desempenho. The Verge, TechCrunch e Mashable notaram a melhoria, mas dizem que ela não deve fazer tanta diferença no dia a dia.

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Preço

Esse é ponto mais crítico dos novos smartphones da Apple. Eles custam muito caro, mesmo para os padrões norte-americanos. Por isso, o The Verge afirma que não vale a pena gastar mais US$ 999 no iPhone Xs se você já tem o iPhone X, considerando a pouca diferença entre os dispositivos. A CNBC afirma que “os smartphones podem ser terrivelmente caros caso você queria comprar mais armazenamento interno”.

No fim das contas, o recado inicial desses primeiros reviews é de que, apesar de esses serem os melhores iPhones que a Apple já fez, não há muitas razões para quem já tem o iPhone X trocar de aparelho.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Nasa revela primeira imagem feita pelo Tess, seu caçador de exoplanetas

A imagem que você vê acima é a primeira assinada pelo “Satélite de Levantamento de Exoplanetas em Trânsito”, nome de batismo do Tess, da Nasa. Desde abril de 2018, ele está em uma missão pelo espaço, que deve durar pelo menos dois anos e tem um fim bastante nobre: coletar informações sobre o máximo de exoplanetas que conseguir mapear.

Ganham o nome de exoplanetas aqueles que não orbitam o Sol, e sim outras estrelas distantes. Por causa dessa diferença, estão em sistemas planetários diferentes do nosso. Encontrar novos planetas do tipo, ainda que nunca nem cheguemos a colocar os pés neles algum dia, pode garantir informações essenciais ao projeto humano de encontrar novos locais para chamar de casa.

“Em um mar de estrelas que transborda novos planetas, o Tess lança uma rede gigantesca e vai pescar uma boa quantidade de planetas promissores, que merecem ser estudados”, disse Paul Hertz, diretor de astrofísica da Nasa, em um comunicado. “Essa primeira imagem mostra a capacidade das câmeras do Tess, e indica que a missão irá cumprir seu incrível potencial na procura por outra Terra”. Com o Tess, a Nasa estima encontrar pelo menos 300 planetas de dimensões semelhantes às da Terra.

Durante o primeiro ano, o foco do Tess será mapear quadrantes do céu do hemisfério sul – no seguinte, inverterá o lado e passará a investigar o norte. Em média, ele manda imagens a cada 13.7 dias, no momento em que mais aproxima sua órbita da Terra. A ideia é que essas mensagens, depois de coletadas e analisadas, sirvam para determinar a posição de novos vizinhos de universo.

Com os dados preliminares desse início de mapeamento, pôde-se criar a primeira fotografia oficial do Tess. No dia 7 de agosto de 2018, o satélite mirou suas quatro câmeras por 30 minutos em um trecho do hemisfério sul. Este recorte do céu inclui dezenas de constelações inseridas nas duas galáxias-anãs mais próximas da Via Láctea, Grande e Pequena Nuvem de Magalhães.

Os pontos mais reluzentes que você vê no lado esquerdo da foto, por sua vez, representam as estrelas Beta Gruis e R Doradus. De tão brilhantes, elas saturaram toda uma coluna de pixels das câmeras 2 e 4 do Tess.

Abaixo, há uma imagem que mostra como as quatro câmeras funcionam, e como conseguem unir trechos direferentes do céu em uma mesma foto.

Como o Tess detecta novos planetas

Por concentrar suas observações sempre em uma mesma parte do céu, o Tess consegue observar o brilho de astros que passam pela região. Qualquer pequena redução na luminosidade pode indicar a existência de um novo exoplaneta – que, sem nem saber que está sendo observado, descreve sua órbita a anos-luz de distância. Analisando quanto da luz emitida é bloqueada, a ferramenta consegue inferir também seu tamanho.

A técnica descrita acima tem o nome de “espectrometria de trânsito”, e permitirá ao satélite monitorar 85% do céu. No vídeo abaixo, feito pela Nasa, há uma descrição mais detalhada de  seu funcionamento.

Veja também

O Tess foi lançado com a função de substituir o Kepler, telescópio aposentado que está em órbita há nove anos e, atualmente, está à deriva por falta de combustível. Entre 2009 e 2013, o Kepler recolheu dados sobre a região do céu entre as constelações de Cisne e Lira e permitiu que a Nasa identificasse cerca de 4,5 mil candidatos a exoplanetas.

Uma vantagem em comparação ao seu antecessor é o “tamanho da rede”. No caso do Kepler, a região mapeada contemplava astros a até 3 mil anos-luz de distância (e brilho até 100 vezes menor). Por estarem muito mais afastados, exoplanetas do tipo têm identificação mais complexa.

Estima-se que os custos relativos à fase inicial da missão, que envolveu construção e lançamento, estejam em cerca de US$ 287 milhões (pouco mais de R$ 1 bilhão).

via Superinteressante

Um drone pode ser a solução para as colisões entre pássaros e aviões

Um drone pode ser a solução para as colisões entre pássaros e aviões

Um grupo de cientistas desenvolveu um algoritmo que promete fazer com que robôs mudem a direção do voo das aves para evitar acidentes

Por
Rafael Battaglia

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18 set 2018, 19h06 – Publicado em 18 set 2018, 19h03

A batalha nos céus entre aves e aviões é um problema que existe desde que o homem decidiu criar um meio de transporte com asas. Em 1905, Oliver Wright, um dos pais da aviação, registrou uma colisão do tipo do seu diário de bordo.

A partir daí, sobram números para comprovar o problema. Segundo a Administração Federal de Aviação dos EUA, mais de 138 mil acidentes envolvendo pássaros e aeronaves foram registrados no país entre 1990 e 2013. Em 2015, ocorreram no Brasil 1.733 colisões com aviões e helicópteros, um crescimento de 20% em relação aos últimos cinco anos. Em 2016, no Reino Unido, aconteceram 1.835 impactos.

Além da morte dos animais, esses acidentes também matam humanos, embora em uma escala bem menor. Entre 1990 e 2008, 15 pessoas morreram em acidentes do tipo nos EUA.

Os choques também exigem uma inspeção minuciosa nas aeronaves para avaliar danos, fora o atraso nos aeroportos e o cancelamento de voos. Por isso, o prejuízo global com o problema chega a US$ 1,2 bilhão por ano.

A solução para tudo isso pode estar no uso da tecnologia. Se o uso de aves de rapina (que espantam outras espécies de aves) é uma tática comum usada por aeroportos, no futuro há boas chances de elas serem substituídas por drones.

Desvendando as aves

Um grupo de cientistas desenvolveu um algoritmo que transforma os robôs em verdadeiros guias, como cães pastores controlando ovelhas. Sua função é se aproximar de um grande grupo de aves com potencial para atingir um avião e obrigá-los a mudar de rota, evitando as colisões.

A pesquisa foi coordenada por Soon-Jo Chung, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), e publicada no periódico IEEE Transactions on Robotics. Para desenvolver o algoritmo, o time de engenheiros estudou o comportamento individual das aves e como os bandos funcionam diante de uma ameaça.

Após o estudo inicial, eles observaram que pássaros coordenam a velocidade e a direção só com os colegas mais próximos, ou seja, não há um sistema de comunicação central. Segundo a pesquisa, o tempo de reação diante de uma ameaça varia de espécie para espécie, mas eles perceberam que, quando o perigo se aproximava demais, toda a organização da revoada se desfazia, e os pássaros se dispersavam.

O poder da matemática

O caos da dispersão causa uma grande imprevisibilidade e, consequentemente, um risco maior para os aviões. Para evitar que isso acontecesse, Chung e o restante da equipe desenvolveram um método para que a aproximação do drone seja suficiente para mudar a trajetória das aves, mas não para assustá-las.

Na fase final de testes, a equipe foi até a Coreia do Sul testar o programa em um robô de verdade, e com pássaros de verdade. Veja o resultado neste vídeo:

 

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As aves agradecem

Em entrevista ao portal Daily Beast, Chung revelou que a inspiração para o trabalho foi o incidente de 2009 que ficou conhecido como “milagre do rio Hudson”: um avião, após o choque com um pássaro, pousou nas águas de Nova York sem nenhuma vítima. O caso virou até filme, com Tom Hanks no papel do piloto Chester Sully.

“Os algoritmos estão prontos para serem implantados nos aeroportos”, disse o pesquisador. A proposta é que o novo método substitua as atuais proteções que os aeroportos têm contra o problema, como as aves de rapina, atiradores e até drones controlados por humanos, o que demandaria um trabalho 24 horas por dia.

Se isso acontecer, esperamos que as famílias de pássaros possam dormir mais sossegadas:

 

via Superinteressante

99 começa a instalar câmeras de segurança em carros do aplicativo

Dispositivos começam a operar em São Paulo em fase de testes; Segundo empresa, iniciativa visa oferecer mais segurança aos usuários do serviço


A 99 anunciou nesta terça-feira (18) que começou a instalar câmeras de monitoramento nos carros da plataforma na tentativa de oferecer mais segurança aos usuários do aplicativo. 

Os dispositivos começam a operar em São Paulo em fase de testes. Nos próximos meses, o número de aparelhos poderá ser ampliado para mais veículos em outras cidades do país, informou a 99 por meio de comunicado à imprensa.

Como vai funcionar

A companhia explica que as câmeras serão diretamente conectadas à Central de Segurança da 99 e que os dispositivos irão garantir acesso às imagens em tempo real. Nessa central, a 99 diz que “os dados serão processados e mantidos em confidencialidade”. Além disso, a 99 pretende no futuro incluir lentes com visão noturna e olho de peixe para dar um ângulo mais amplo do que acontece no carro. A empresa ainda diz que está analisando a possibilidade de subsidiar o aparelho aos motoristas

O objetivo é que o monitoramento iniba eventuais incidentes. A tecnologia vai operar aliada à inteligência artificial da 99, que monitora o perfil de todas as chamadas. A ideia é que o aplicativo possa identificar situações de risco e tomar as medidas cabíveis, acompanhando o que acontece no veículo. O material também poderá ser usado para ajudar na identificação pessoas que cometerem infrações.

“O dispositivo aumentará ainda mais o nível de monitoramento das viagens feitas pelo app, com foco em prevenção”, diz Leonardo Soares, Diretor de Segurança da 99. “O aumento de proteção será para os dois lados, passageiros e motoristas”.

Segurança

A empresa de mobilidade urbana, que hoje integra a gigante chinesa DiDi Chuxing, informa que montou uma equipe especialmente dedicada à segurança. Ela é composta por mais de 50 pessoas incluindo ex-militares, engenheiros de dados e psicólogos. “O time trabalha 24 horas por dia, sete dias por semana, cuidando exclusivamente da proteção dos usuários”, diz a 99.

Esse time será responsável pelo monitoramento das imagens e pode ajudar passageiros e motoristas, caso necessário. 

 

via IDG Now!

Cielo e Quantum lançam smartphone com módulo de máquina de cartão

Já conhece a nova extensão do

Tecnoblog

?

Baixe Agora

A Cielo anunciou nesta terça-feira (18) a Cielo Lio+, dispositivo dois-em-um que combina um smartphone da Quantum e um módulo para ler cartões de crédito, débito e vale-refeição. O kit será vendido em 12 parcelas de R$ 89,80 (R$ 1.078) para pequenos empresários, inclusive nas lojas da Claro e TIM.

Este não é um celular já lançado pela Quantum, como o You 2, Sky e V. Trata-se de um novo aparelho, fabricado na Zona Franca de Manaus, com encaixe magnético na traseira para o módulo da Cielo.

As especificações são relativamente modestas. Temos aqui um processador MediaTek MT6739 quad-core de 1,28 GHz, equivalente em desempenho ao Snapdragon 425 (usado em aparelhos básicos como Moto E5 e Samsung Galaxy J2 Pro).

A tela de 6 polegadas tem proporção 18:9 e resolução HD+. A câmera frontal tem 8 megapixels. Por sua vez, a câmera traseira de 12 MP é acompanhada por um leitor de digitais (que não pode ser usado enquanto o módulo estiver encaixado).

São 16 GB de armazenamento expansível por microSD (de até 64 GB). A bateria tem 3.000 mAh. O aparelho roda Android 8.1 Oreo com acesso à Play Store e à Cielo Store, que inclui 100 aplicativos de gestão de negócios.

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Este celular vira maquininha quando você encaixa um “snap” magnético na traseira. A Cielo Lio+ aceita cartões de débito, crédito e vale-refeição de 60 bandeiras, e pode realizar pagamentos via Wi-Fi ou 4G. É possível adquiri-la nos canais físicos e digitais da Cielo, assim como nas lojas da Claro e da TIM.

Esta não é a primeira parceria entre Cielo e Quantum. A empresa de Curitiba fabrica a maquininha Cielo Lio, lançada em 2016, que roda uma versão personalizada do Android.

QR Code Pay para pagar com o smartphone

A Cielo também anunciou hoje o QR Code Pay, que permite realizar pagamentos nas máquinas da Cielo lendo um QR code com a câmera do celular. Isso já está disponível nas maquininhas tradicionais da empresa e na Lio+.

Por enquanto, o QR Code Pay pode ser usado por clientes do Banco do Brasil, Bradesco, Agibank, PicPay, Alelo e Livelo. São compatíveis os cartões das bandeiras Elo, Visa, Mastercard e American Express.

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Especificações – Cielo Lio+:

  • Tela: 6 polegadas, resolução HD+
  • Processador: MediaTek MT6739 quad-core de 1,28 GHz
  • RAM: (não informado)
  • Armazenamento: 16 GB, expansível por microSD de até 64 GB
  • Bateria: 3.000 mAh
  • Sistema operacional: Android 8.1 Oreo
  • Câmera traseira: 12 megapixels
  • Câmera frontal: 8 megapixels
  • Mais: leitor de digitais na traseira; módulo de máquina de cartão que lê cartões de débito, crédito e vale refeição, e aceita mais de 60 bandeiras

Com informações: Veja, Meio & Mensagem.

via Tecnoblog

Tesla é investigada nos EUA por tuítes de Musk sobre saída da bolsa

Empresa confirmou nesta terça-feira, 18/9, ter sido contatada pelo Departamento de Justiça sobre afirmações feitas pelo seu CEO em agosto.


A Tesla está sendo investigada pelo Departamento de Justiça dos EUA por conta dos tuítes publicados em agosto pelo seu CEO Elon Musk sobre uma possível saída da empresa da bolsa de valores.

A informação sobre a investigação pelo governo americano foi publicada inicialmente pela Bloomberg, que citou duas pessoas próximas do assunto como fontes. Depois disso, a própria Tesla confirmou ter sido contatada pelo Departamento de Justiça.

“No mês passado, após o anúncio de Elon de que estava considerando fechar o capital da empresa, a Tesla recebeu um pedido voluntário por documentos do Departamento de Justiça e respondeu de forma cooperativa”, afirmou a fabricante em um comunicado sobre o assunto enviado à Bloomberg

Além disso, a Tesla destaca que não recebeu uma intimação, solicitação de testemunho ou outro processo formal. “Respeitamos o desejo do Departamento de Justiça de obter informações sobre isso e acreditamos que o assunto será resolvido rapidamente à medida que eles analisam as informações que receberam.” 

Entenda o caso

A história sobre a possível saída da Tesla da bolsa de valores teve início em 7 de agosto, quando Musk publicou em seu perfil no Twitter que “estava considerando fechar o capital da Tesla por 420 dólares (a ação)” – o que fez com que fosse aberta uma investigação sobre a companhia por parte do órgão regulador SEC (Securities and Exchange Comission) nos EUA.

Depois disso, o CEO fez alguns posts no blog da empresa para defender essa mudança operacional – veja aqui (texto de 7 de agosto) e aqui (texto de 13 de agosto) a íntegra dos dois posts. No entanto, a recepção não foi das melhores dentro da companhia.

Isso porque o conselho de diretores da Tesla chegou a formar um comitê especial para barrar qualquer proposta de Musk neste sentido – o comitê seria formado por Brad BussRobyn Denholm e Linda Johnson Rice, conforme reportagem da CNET.

Por conta da recepção negativa, Musk desistiu da ideia no final de agosto, quando anunciou que o capital da companhia continuará aberto. “Apesar de a maioria dos acionistas com quem falei terem dito que continuariam com a Tesla caso fechássemos o capital, o sentimento, em poucas palavras, era ‘por favor, não faça isso”, afirmou Musk em um post intitulado “Staying public”, publicado no blog da Tesla.

No texto, o executivo também destacou que tinha ficado claro que o processo para fechar o capital da Tesla seria ainda mais demorado e distrativo do que o previsto inicialmente, o que contribuiu para a decisão de manter o capital aberto. 

“Isso é um problema porque devemos absolutamente ficar focados em construir o Model 3 e nos tornar lucrativos. Não iremos alcançar a nossa missão de avançar com a energia sustentável a não ser que também sejamos financeiramente sustentáveis”, explica Musk no texto.

via IDG Now!