O que você precisa saber sobre a nova falha de CPU similar à Spectre

Chama de Speculative Store Bypass, vulnerabilidade foi revelada por Google e Microsoft e atinge processadores da Intel, AMD e ARM.


Os fantasmas da Meltdown e da Spectre continuarão assombrando o mercado de tecnologia por anos. Mas agora que os esforços dos patches iniciais contra essas falhas de CPU estão chegando ao fim, o Google e a Microsoft revelaram um novo ataque relacionado de “execução especulativa”, chamado de Speculative Store Bypass, ou simplesmente de Variant 4 (a Meltdown e as duas falhas Spectre eram as três primeiras variantes.). No entanto, você não precisa entrar em pânico.  

Vamos começar com a notícia ruim: a Speculative Store Bypass atinge chips da Intel, AMD e ARM, o que significa que aparelhos móveis também são afetados. Mas felizmente a Variant 4 ataca linguagens de tempo de execução em navegadores como Chrome, Firefox e Edge – assim como um dos ataques anteriores da Spectre. “A partir de janeiro, a maioria dos fornecedores dos navegadores principais implementaram mitigações para a Variant 1 nos seus tempos de execução gerenciados – mitigações que aumentam substancialmente a dificuldade para explorar os canais alternativos em um navegador web”, explica a VP executiva e gerente geral de segurança de produtos da Intel, Leslie Culbertson. “Essas mitigações também são aplicáveis à Variant 4 e estão disponíveis para serem usadas hoje mesmo pelos usuários.”

Em outras palavras: mantenha o seu navegador atualizado e você não deverá ter problemas. Você provavelmente já está o mais protegido possível contra a Speculative Store Bypass neste momento – mas isso ainda não significa uma proteção total.

Mitigar completamente o problema nos processadores da Intel exige uma mistura de atualizações de software e firmware da CPU, assim como na Spectre. A fabricante afirmou que já liberou o beta dos patches de microcódigos da Variant 4 para os seus parceiros de hardware, e a companhia espera que as novas BIOS de placa-mãe com a solução comecem a chegar ao mercado “nas próximas semanas”.  

Mas a Intel parece acreditar que as soluções para os navegadores já são o suficiente, uma vez que a empresa disse que o novo firmware será liberado com a mitigação para a Speculative Store Bypass desabilitada por padrão. Você terá de realizar uma seleção manual para habilitá-la, o que faz com essa solução pareça uma espécie de teatro por parte da companhia.

“Caso habilitada (a mitigação), observamos um impacto no desempenho de aproximadamente 2% a 8% com base em pontuações gerais de benchmarks como SYSmark 2014 SE e SPEC em sistemas de clientes e de testes de servidores”, afirma a Intel.  

Vale notar que os patches de firmware relacionados à Spectre também impactavam a performance dos PCs, especialmente em armazenamento e outras tarefas intensas relacionadas a I/O.

A mitigação para processadores da AMD envolve apenas patches para o sistema operacional, sem updates de firmware planejados para a Speculative Store Bypass.

Além de atualizar o navegador e baixar as atualizações de software e firmware assim que disponíveis, também é recomendado contar com uma solução de antivírus no PC.

via IDG Now!

Microsoft mostra IA impressionante capaz de fazer ligações como um humano

Fica cada vez mais evidente que estamos caminhando para a era dos bots movidos a inteligência artificial. A mais recente prova disso é a Xiaoice, robô inteligente da Microsoft capaz de interagir por texto e de realizar ligações como se fosse um ser humano. Se você pensou na Google Duplex, tecnologia demonstrada pela Google durante a última I/O, é isso mesmo: o recurso da MS segue exatamente a mesma linha.

A demonstração feita pelo presidente da Microsoft Satya Nadella, em Londres, mostra o potencial da tecnologia, que já vem sento testada junto a milhões de chineses. Segundo o executivo, a novidade conta atualmente com 500 milhões de “amigos” e pode se comunicar com eles por meio de 16 canais em aplicativos de mensagens como o WeChat, o mais popular da China.

De acordo com reportagem do The Verge, Nadella falou um pouco sobre as capacidades do bot. “Uma das coisas que começamos a realizar no início deste ano são conversas duplex completas”, comentou. “Então, agora, a Xiaoice pode estar conversando pelo WeChat, parar e fazer uma chamada para você. Assim, você pode conversar usando apenas a sua voz.”

A expressão “conversas duplex completas” se refere a debates em que as duas partes podem falar ao mesmo tempo, tal qual uma conversa entre dois seres humanos. Vale ressaltar que o termo “duplex” é técnico e comum nessa área, portanto, não se trata de uma simples cópia da tecnologia da Google.

Quem presenciou a demonstração da Xiaoice em Londres garante que ela é bem competente. Vale notar que no vídeo acima ela está falando em mandarim, provavelmente o único idioma no qual é fluente até o momento, então, é preciso ter ao menos alguma noção da língua para notar se ela se expressa de maneira natural.

Fato é que tanto Google quanto Microsoft devem apresentar novidades cada vez mais consistentes em breve no que toca a utilização de bots avançados e inteligentes, com capacidade de conversar com as pessoas como se fosse outros seres humanos.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Instagram finalmente ganha botão para silenciar usuários

Um dos recursos mais desejados pelos usuários do Instagram vai chegar em breve: o botão “mute”.

A novidade, que vai começar a ser disponibilizada nas próximas semanas, permite que usuários silenciem aquelas pessoas chatas sem precisar deixar de seguir ou bloquear elas.

As publicações das pessoas silenciadas deixarão de aparecer no feed do usuário até que a ação seja revertida.

Como mostram as imagens do próprio Instagram, para silenciar um usuário basta pressionar o ícone de três pontos acima de uma das fotos e depois tocar em “Mute”, ou provavelmente “Silenciar” em português.

Na sequência, a rede social vai perguntas se você deseja silenciar apenas os posts ou os posts e as histórias.

Você também pode fazer isso diretamente do perfil da “vítima”, também pressionando os três pontos e seguindo os mesmos passos.

O recurso será bastante útil para contas pessoais, caso a pessoa escolha não acompanhar um conteúdo por certos motivos, mas não quer se comprometer a deixar de seguir ou ainda bloquear alguém.

Perfis profissionais também serão beneficiados, principalmente aqueles que costumam seguir os clientes e acabam perdendo o controle do que realmente interessa no feed.

O botão de silenciar será disponibilizado aos poucos nas atualizações que forem lançadas pelo Instagram nas próximas semanas.

Fonte: Mashable

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via Canaltech

Detroit: Become Human ganha trailer de lançamento; assista

Os jogadores do PlayStation 4 recebem, nesta semana, mais um grande exclusivo. No dia 25 de maio, a Sony lança Detroit: Become Human, o novo game da Quantic Dream que, mais uma vez, promete levar os jogadores em uma viagem pela moral e pelas decisões difíceis, em uma história completamente ramificada e com diferentes possibilidades.

O trailer de lançamento do jogo, que pode ser visto acima, já dá uma boa ideia do que esperar. Estamos em um mundo em que a robótica é algo estabelecido e comum na vida dos seres humanos, auxiliando as pessoas em atividades cotidianas como o trato com crianças, manutenções gerais e forças policiais, entre centenas de outros papéis diferentes.

No enredo, seguimos três protagonistas com alinhamentos distintos. Connor trabalha para a polícia e, muitas vezes, se vê diante de situações em que os androides são os inimigos, sendo obrigado a agir contra eles. Markus está na outra ponta desse espectro, como um robô que recuperou sua própria consciência e lidera uma revolução; enquanto Kara está no meio disso tudo, ainda descobrindo seu lugar na sociedade.

A noção é que tais histórias vão se encontrar em algum momento do título, com interesses discordantes ou não decididos pelo próprio jogador. A promessa da Quantic Dream é de entregar o título mais ramificado de sua história, cheio de escolhas que modificarão de forma abrangente os rumos do enredo e podem levar até mesmo à morte prematura de protagonistas, algo que não necessariamente significa “game over”.

Detroit: Become Human é exclusivo para o PlayStation 4, chegando ao Brasil com direito a legendas e dublagem em português. O título será lançado nesta sexta-feira, dia 25 de maio, mas, até lá, quem estiver ansioso, pode jogar uma demo gratuita que dá acesso a uma das cenas do título.

Não deixe de ler:  Prévia | Detroit: Become Human e suas incontáveis variáveis

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PlayStation 4 está entrando em sua “fase final”, afirma Sony

Em uma reunião com investidores realizada nesta terça-feira (22), no Japão, a Sony colocou em palavras aquilo que muita gente já esperava: o PlayStation 4 está entrando na “fase final” de seu ciclo de vida. A afirmação foi de Kenichiro Yoshida, CEO da fabricante, alertando investidores para uma queda nas vendas de jogos e do faturamento geral da divisão de games que deve começar a acontecer já no atual ano fiscal.

Essa redução, porém, não tem a ver com uma queda de interesse ou um abandono, mas sim uma mudança de foco. Com a aproximação do fim da vida do PS4, a ideia é que o setor reduza a atenção dada ao hardware para dar mais amor aos softwares e serviços, de olho nem tanto nas vendas de milhões de unidades, mas sim no aumento do tempo de utilização e do total de usuários mensais das plataformas.

Com isso em pauta, Yoshida revelou alguns dos planos da companhia para os próximos três anos: eles estão relacionados a uma intensificação no campo dos jogos exclusivos e também no fortalecimento do PlayStation Plus. A PlayStation Network, inclusive, tem um crescimento que é transferível para a próxima geração de plataformas, ainda não anunciada pela Sony, mas para a qual seus usuários podem muito bem realizar a migração, assim como aconteceu do PS3 para o PS4.

Até março de 2021, a perspectiva é de um faturamento total que varie entre ¥ 130 bilhões e ¥ 170 bilhões, algo entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,5 bilhão. A plataforma PlayStation deve continuar a ser um dos pilares das finanças globais da Sony, mas agora a empresa sabe que é hora de mudar o foco, já que a base instalada já é bastante grande e deve ter seu desempenho reduzido a cada ano, principalmente na medida em que uma nova família de plataformas estiver no horizonte.

A expectativa é de uma redução de 11% já no período atual, que se encerra em março do ano que vem, por conta dessa mudança de foco e, também, do intervalo entre propostas exclusivas já lançadas e aquelas ainda em desenvolvimento. Enquanto nomes como God of War e Detroit: Become Human são as vedetes deste primeiro semestre, o segundo período de 2018 segue com um único título forte, Homem-Aranha, que chega em setembro.

A ideia, então, é aumentar o total de assinantes da PlayStation Plus e entregar mais jogos exclusivos, com sequências de marcas conhecidas e novas franquias, aos jogadores. Tudo para aumentar o índice de permanência dos usuários e manter o domínio do mercado, já que, hoje, o console de mesa está à frente dos concorrentes na guerra da atual geração.

A atenção aos softwares e serviços também decorre de números abaixo do esperado para o PlayStation VR. Os óculos de realidade virtual jamais foram vistos pela Sony como uma espécie de compensador dos números relacionados ao videogame em si, mas a expectativa era de vendas maiores na onda da inovação desse segmento, algo que não aconteceu. No relatório da empresa, o aparelho aparece ao lado do serviço de televisão PlayStation Vue e da ForwardWorks, plataforma focada na jogatina mobile, como “áreas desafiadoras que precisam melhorar”.

Ainda assim, as três são vistas como motores do crescimento no número de usuários e no engajamento deles com as plataformas. A única dúvida, aqui, foi demonstrada quanto ao Vue, cujo “modelo de negócios permanece incerto”, nas palavras da própria Sony. A empresa, entretanto, aponta essa como uma característica mercadológica não ligada diretamente ao desempenho do serviço, mas que o afeta diretamente.

A mudança de rumo faz todo sentido quando se leva em conta o mercado ocidental, mas não caiu tão suavemente no Japão. Por lá, as ações da Sony tiveram queda de 1,97%, principalmente devido à previsão de queda no faturamento já no atual ano fiscal. Algo que já se esperava, mas que, aparentemente, surpreendeu negativamente alguns investidores, apesar de a redução não ser um motivo de preocupação e ter sido antecipada pela própria fabricante.

Fonte: Games Industry

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PlayStation 4 está entrando em sua “fase final”, afirma Sony

Em uma reunião com investidores realizada nesta terça-feira (22), no Japão, a Sony colocou em palavras aquilo que muita gente já esperava: o PlayStation 4 está entrando na “fase final” de seu ciclo de vida. A afirmação foi de Kenichiro Yoshida, CEO da fabricante, alertando investidores para uma queda nas vendas de jogos e do faturamento geral da divisão de games que deve começar a acontecer já no atual ano fiscal.

Essa redução, porém, não tem a ver com uma queda de interesse ou um abandono, mas sim uma mudança de foco. Com a aproximação do fim da vida do PS4, a ideia é que o setor reduza a atenção dada ao hardware para dar mais amor aos softwares e serviços, de olho nem tanto nas vendas de milhões de unidades, mas sim no aumento do tempo de utilização e do total de usuários mensais das plataformas.

Com isso em pauta, Yoshida revelou alguns dos planos da companhia para os próximos três anos: eles estão relacionados a uma intensificação no campo dos jogos exclusivos e também no fortalecimento do PlayStation Plus. A PlayStation Network, inclusive, tem um crescimento que é transferível para a próxima geração de plataformas, ainda não anunciada pela Sony, mas para a qual seus usuários podem muito bem realizar a migração, assim como aconteceu do PS3 para o PS4.

Até março de 2021, a perspectiva é de um faturamento total que varie entre ¥ 130 bilhões e ¥ 170 bilhões, algo entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,5 bilhão. A plataforma PlayStation deve continuar a ser um dos pilares das finanças globais da Sony, mas agora a empresa sabe que é hora de mudar o foco, já que a base instalada já é bastante grande e deve ter seu desempenho reduzido a cada ano, principalmente na medida em que uma nova família de plataformas estiver no horizonte.

A expectativa é de uma redução de 11% já no período atual, que se encerra em março do ano que vem, por conta dessa mudança de foco e, também, do intervalo entre propostas exclusivas já lançadas e aquelas ainda em desenvolvimento. Enquanto nomes como God of War e Detroit: Become Human são as vedetes deste primeiro semestre, o segundo período de 2018 segue com um único título forte, Homem-Aranha, que chega em setembro.

A ideia, então, é aumentar o total de assinantes da PlayStation Plus e entregar mais jogos exclusivos, com sequências de marcas conhecidas e novas franquias, aos jogadores. Tudo para aumentar o índice de permanência dos usuários e manter o domínio do mercado, já que, hoje, o console de mesa está à frente dos concorrentes na guerra da atual geração.

A atenção aos softwares e serviços também decorre de números abaixo do esperado para o PlayStation VR. Os óculos de realidade virtual jamais foram vistos pela Sony como uma espécie de compensador dos números relacionados ao videogame em si, mas a expectativa era de vendas maiores na onda da inovação desse segmento, algo que não aconteceu. No relatório da empresa, o aparelho aparece ao lado do serviço de televisão PlayStation Vue e da ForwardWorks, plataforma focada na jogatina mobile, como “áreas desafiadoras que precisam melhorar”.

Ainda assim, as três são vistas como motores do crescimento no número de usuários e no engajamento deles com as plataformas. A única dúvida, aqui, foi demonstrada quanto ao Vue, cujo “modelo de negócios permanece incerto”, nas palavras da própria Sony. A empresa, entretanto, aponta essa como uma característica mercadológica não ligada diretamente ao desempenho do serviço, mas que o afeta diretamente.

A mudança de rumo faz todo sentido quando se leva em conta o mercado ocidental, mas não caiu tão suavemente no Japão. Por lá, as ações da Sony tiveram queda de 1,97%, principalmente devido à previsão de queda no faturamento já no atual ano fiscal. Algo que já se esperava, mas que, aparentemente, surpreendeu negativamente alguns investidores, apesar de a redução não ser um motivo de preocupação e ter sido antecipada pela própria fabricante.

Fonte: Games Industry

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PlayStation 4 está entrando em sua “fase final”, afirma Sony

Em uma reunião com investidores realizada nesta terça-feira (22), no Japão, a Sony colocou em palavras aquilo que muita gente já esperava: o PlayStation 4 está entrando na “fase final” de seu ciclo de vida. A afirmação foi de Kenichiro Yoshida, CEO da fabricante, alertando investidores para uma queda nas vendas de jogos e do faturamento geral da divisão de games que deve começar a acontecer já no atual ano fiscal.

Essa redução, porém, não tem a ver com uma queda de interesse ou um abandono, mas sim uma mudança de foco. Com a aproximação do fim da vida do PS4, a ideia é que o setor reduza a atenção dada ao hardware para dar mais amor aos softwares e serviços, de olho nem tanto nas vendas de milhões de unidades, mas sim no aumento do tempo de utilização e do total de usuários mensais das plataformas.

Com isso em pauta, Yoshida revelou alguns dos planos da companhia para os próximos três anos: eles estão relacionados a uma intensificação no campo dos jogos exclusivos e também no fortalecimento do PlayStation Plus. A PlayStation Network, inclusive, tem um crescimento que é transferível para a próxima geração de plataformas, ainda não anunciada pela Sony, mas para a qual seus usuários podem muito bem realizar a migração, assim como aconteceu do PS3 para o PS4.

Até março de 2021, a perspectiva é de um faturamento total que varie entre ¥ 130 bilhões e ¥ 170 bilhões, algo entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,5 bilhão. A plataforma PlayStation deve continuar a ser um dos pilares das finanças globais da Sony, mas agora a empresa sabe que é hora de mudar o foco, já que a base instalada já é bastante grande e deve ter seu desempenho reduzido a cada ano, principalmente na medida em que uma nova família de plataformas estiver no horizonte.

A expectativa é de uma redução de 11% já no período atual, que se encerra em março do ano que vem, por conta dessa mudança de foco e, também, do intervalo entre propostas exclusivas já lançadas e aquelas ainda em desenvolvimento. Enquanto nomes como God of War e Detroit: Become Human são as vedetes deste primeiro semestre, o segundo período de 2018 segue com um único título forte, Homem-Aranha, que chega em setembro.

A ideia, então, é aumentar o total de assinantes da PlayStation Plus e entregar mais jogos exclusivos, com sequências de marcas conhecidas e novas franquias, aos jogadores. Tudo para aumentar o índice de permanência dos usuários e manter o domínio do mercado, já que, hoje, o console de mesa está à frente dos concorrentes na guerra da atual geração.

A atenção aos softwares e serviços também decorre de números abaixo do esperado para o PlayStation VR. Os óculos de realidade virtual jamais foram vistos pela Sony como uma espécie de compensador dos números relacionados ao videogame em si, mas a expectativa era de vendas maiores na onda da inovação desse segmento, algo que não aconteceu. No relatório da empresa, o aparelho aparece ao lado do serviço de televisão PlayStation Vue e da ForwardWorks, plataforma focada na jogatina mobile, como “áreas desafiadoras que precisam melhorar”.

Ainda assim, as três são vistas como motores do crescimento no número de usuários e no engajamento deles com as plataformas. A única dúvida, aqui, foi demonstrada quanto ao Vue, cujo “modelo de negócios permanece incerto”, nas palavras da própria Sony. A empresa, entretanto, aponta essa como uma característica mercadológica não ligada diretamente ao desempenho do serviço, mas que o afeta diretamente.

A mudança de rumo faz todo sentido quando se leva em conta o mercado ocidental, mas não caiu tão suavemente no Japão. Por lá, as ações da Sony tiveram queda de 1,97%, principalmente devido à previsão de queda no faturamento já no atual ano fiscal. Algo que já se esperava, mas que, aparentemente, surpreendeu negativamente alguns investidores, apesar de a redução não ser um motivo de preocupação e ter sido antecipada pela própria fabricante.

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PlayStation 4 está entrando em sua “fase final”, afirma Sony

Em uma reunião com investidores realizada nesta terça-feira (22), no Japão, a Sony colocou em palavras aquilo que muita gente já esperava: o PlayStation 4 está entrando na “fase final” de seu ciclo de vida. A afirmação foi de Kenichiro Yoshida, CEO da fabricante, alertando investidores para uma queda nas vendas de jogos e do faturamento geral da divisão de games que deve começar a acontecer já no atual ano fiscal.

Essa redução, porém, não tem a ver com uma queda de interesse ou um abandono, mas sim uma mudança de foco. Com a aproximação do fim da vida do PS4, a ideia é que o setor reduza a atenção dada ao hardware para dar mais amor aos softwares e serviços, de olho nem tanto nas vendas de milhões de unidades, mas sim no aumento do tempo de utilização e do total de usuários mensais das plataformas.

Com isso em pauta, Yoshida revelou alguns dos planos da companhia para os próximos três anos: eles estão relacionados a uma intensificação no campo dos jogos exclusivos e também no fortalecimento do PlayStation Plus. A PlayStation Network, inclusive, tem um crescimento que é transferível para a próxima geração de plataformas, ainda não anunciada pela Sony, mas para a qual seus usuários podem muito bem realizar a migração, assim como aconteceu do PS3 para o PS4.

Até março de 2021, a perspectiva é de um faturamento total que varie entre ¥ 130 bilhões e ¥ 170 bilhões, algo entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,5 bilhão. A plataforma PlayStation deve continuar a ser um dos pilares das finanças globais da Sony, mas agora a empresa sabe que é hora de mudar o foco, já que a base instalada já é bastante grande e deve ter seu desempenho reduzido a cada ano, principalmente na medida em que uma nova família de plataformas estiver no horizonte.

A expectativa é de uma redução de 11% já no período atual, que se encerra em março do ano que vem, por conta dessa mudança de foco e, também, do intervalo entre propostas exclusivas já lançadas e aquelas ainda em desenvolvimento. Enquanto nomes como God of War e Detroit: Become Human são as vedetes deste primeiro semestre, o segundo período de 2018 segue com um único título forte, Homem-Aranha, que chega em setembro.

A ideia, então, é aumentar o total de assinantes da PlayStation Plus e entregar mais jogos exclusivos, com sequências de marcas conhecidas e novas franquias, aos jogadores. Tudo para aumentar o índice de permanência dos usuários e manter o domínio do mercado, já que, hoje, o console de mesa está à frente dos concorrentes na guerra da atual geração.

A atenção aos softwares e serviços também decorre de números abaixo do esperado para o PlayStation VR. Os óculos de realidade virtual jamais foram vistos pela Sony como uma espécie de compensador dos números relacionados ao videogame em si, mas a expectativa era de vendas maiores na onda da inovação desse segmento, algo que não aconteceu. No relatório da empresa, o aparelho aparece ao lado do serviço de televisão PlayStation Vue e da ForwardWorks, plataforma focada na jogatina mobile, como “áreas desafiadoras que precisam melhorar”.

Ainda assim, as três são vistas como motores do crescimento no número de usuários e no engajamento deles com as plataformas. A única dúvida, aqui, foi demonstrada quanto ao Vue, cujo “modelo de negócios permanece incerto”, nas palavras da própria Sony. A empresa, entretanto, aponta essa como uma característica mercadológica não ligada diretamente ao desempenho do serviço, mas que o afeta diretamente.

A mudança de rumo faz todo sentido quando se leva em conta o mercado ocidental, mas não caiu tão suavemente no Japão. Por lá, as ações da Sony tiveram queda de 1,97%, principalmente devido à previsão de queda no faturamento já no atual ano fiscal. Algo que já se esperava, mas que, aparentemente, surpreendeu negativamente alguns investidores, apesar de a redução não ser um motivo de preocupação e ter sido antecipada pela própria fabricante.

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PlayStation 4 está entrando em sua “fase final”, afirma Sony

Em uma reunião com investidores realizada nesta terça-feira (22), no Japão, a Sony colocou em palavras aquilo que muita gente já esperava: o PlayStation 4 está entrando na “fase final” de seu ciclo de vida. A afirmação foi de Kenichiro Yoshida, CEO da fabricante, alertando investidores para uma queda nas vendas de jogos e do faturamento geral da divisão de games que deve começar a acontecer já no atual ano fiscal.

Essa redução, porém, não tem a ver com uma queda de interesse ou um abandono, mas sim uma mudança de foco. Com a aproximação do fim da vida do PS4, a ideia é que o setor reduza a atenção dada ao hardware para dar mais amor aos softwares e serviços, de olho nem tanto nas vendas de milhões de unidades, mas sim no aumento do tempo de utilização e do total de usuários mensais das plataformas.

Com isso em pauta, Yoshida revelou alguns dos planos da companhia para os próximos três anos: eles estão relacionados a uma intensificação no campo dos jogos exclusivos e também no fortalecimento do PlayStation Plus. A PlayStation Network, inclusive, tem um crescimento que é transferível para a próxima geração de plataformas, ainda não anunciada pela Sony, mas para a qual seus usuários podem muito bem realizar a migração, assim como aconteceu do PS3 para o PS4.

Até março de 2021, a perspectiva é de um faturamento total que varie entre ¥ 130 bilhões e ¥ 170 bilhões, algo entre US$ 1,1 bilhão e US$ 1,5 bilhão. A plataforma PlayStation deve continuar a ser um dos pilares das finanças globais da Sony, mas agora a empresa sabe que é hora de mudar o foco, já que a base instalada já é bastante grande e deve ter seu desempenho reduzido a cada ano, principalmente na medida em que uma nova família de plataformas estiver no horizonte.

A expectativa é de uma redução de 11% já no período atual, que se encerra em março do ano que vem, por conta dessa mudança de foco e, também, do intervalo entre propostas exclusivas já lançadas e aquelas ainda em desenvolvimento. Enquanto nomes como God of War e Detroit: Become Human são as vedetes deste primeiro semestre, o segundo período de 2018 segue com um único título forte, Homem-Aranha, que chega em setembro.

A ideia, então, é aumentar o total de assinantes da PlayStation Plus e entregar mais jogos exclusivos, com sequências de marcas conhecidas e novas franquias, aos jogadores. Tudo para aumentar o índice de permanência dos usuários e manter o domínio do mercado, já que, hoje, o console de mesa está à frente dos concorrentes na guerra da atual geração.

A atenção aos softwares e serviços também decorre de números abaixo do esperado para o PlayStation VR. Os óculos de realidade virtual jamais foram vistos pela Sony como uma espécie de compensador dos números relacionados ao videogame em si, mas a expectativa era de vendas maiores na onda da inovação desse segmento, algo que não aconteceu. No relatório da empresa, o aparelho aparece ao lado do serviço de televisão PlayStation Vue e da ForwardWorks, plataforma focada na jogatina mobile, como “áreas desafiadoras que precisam melhorar”.

Ainda assim, as três são vistas como motores do crescimento no número de usuários e no engajamento deles com as plataformas. A única dúvida, aqui, foi demonstrada quanto ao Vue, cujo “modelo de negócios permanece incerto”, nas palavras da própria Sony. A empresa, entretanto, aponta essa como uma característica mercadológica não ligada diretamente ao desempenho do serviço, mas que o afeta diretamente.

A mudança de rumo faz todo sentido quando se leva em conta o mercado ocidental, mas não caiu tão suavemente no Japão. Por lá, as ações da Sony tiveram queda de 1,97%, principalmente devido à previsão de queda no faturamento já no atual ano fiscal. Algo que já se esperava, mas que, aparentemente, surpreendeu negativamente alguns investidores, apesar de a redução não ser um motivo de preocupação e ter sido antecipada pela própria fabricante.

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via Canaltech

“Você está em dia”: novo recurso do Instagram indica quando todas as fotos já foram visualizadas

Gaste bem o seu tempo: esse é o mantra que várias empresas de tecnologia estão direcionando para os usuários. Uma delas é o Instagram, que passou a mostrar um aviso quando todas as fotos publicadas nas últimas 48 horas já foram vistas.

A rede social já está mostrando para alguns usuários uma mensagem como “Você está em dia – você viu todas as novas postagens das últimas 48 horas” (You’re All Caught Up – You’ve seen all new post from the past 48 hours).

O Instagram disse ao TechCrunch que o recurso ainda está sendo testado, mas não deu detalhes sobre o seu funcionamento. Uma das dúvidas é se o alerta faz menção a literalmente todas as fotos ou apenas às que o algoritmo entende como importantes.

De qualquer forma, a mensagem pode dar uma certa tranquilidade para quem faz questão de ver todas as fotos que aparecem no feed.

Essa tarefa ficou mais difícil depois que a rede social abandonou a ordem cronológica e adotou o algoritmo com base em seus interesses.

Vale lembrar que o Instagram também trabalha em uma ferramenta para você saber quanto tempo gasta no app.

Ela mostraria estatísticas sobre o seu uso, mas ainda não há detalhes sobre o recorte de tempo e quais seções da rede social seriam consideradas.

O desenvolvimento da ferramenta foi confirmado por Kevin Systrom, CEO do Instagram.

“Entender como o tempo na internet impacta as pessoas é importante, e é responsabilidade de todas as companhias serem honestas sobre isso”, disse.

“Você está em dia”: novo recurso do Instagram indica quando todas as fotos já foram visualizadas

via Tecnoblog

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