Fossil e BMW lançarão smartwatch em 2020

A marca de relógios de alto padrão Fossil vai expandir a produção de relógios com a BMW. Depois que as duas empresas anunciaram uma parceria em 2018, os produtos começaram a ser planejados e a tendência é que, para o ano que vem, chegue a vez dos smartwatches aparecerem na linha. Vale lembrar que as empresas já possuem modelos tradicionais.

Os primeiros relógios da parceria Fossil-BMW foram mostrados no salão da Baselworld, que está sendo realizado em Basel, na Suíça. Segundo informações, a ideia é que os smartwatches sejam 100% touchscreen, ao contrário dos híbridos comumente produzidos pela Fossil.

Atualmente, a linha é dividida em duas vertentes: uma coleção inspirada no automobilismo e outra de estilo clássico. As empresas tiveram a preocupação de produzir designs que combinem com os carros da montadora alemã, o que sugere que os interessados nos relógios podem escolher modelos que pareçam com seus automóveis. É possível especular que os smartwatches irão replicar isso também.


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Os preços dos relógios lançados já variam entre US$ 295 (R$ 1118, na cotação do dia) e US$ 375 (R$ 1.421), o que corresponde ao preço médio dos smartwatches da Fossil. A empresa também trabalha com grifes como a Skagen, a Michael Kors, a Kate Spades, a Diesel e a Emporio Armani — todas com smartwatches na gama. A BMW ficaria praticamente sozinha se o seu smartwatch aparecesse mais cedo, pois poucas montadoras lançaram smartwatches de marca. A Aston Martin, por exemplo, fez uma parceria com a Tag Heuer em uma edição limitada do Connected Modular 45 — mas poucos outros existem.

A parceria entre a Fossil e a BMW vai até, pelo menos, 2023. No entanto, a data de lançamento ainda é vaga.

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UPNM #05 – YouTube é o melhor lugar para criadores?

Todos os anos o YouTube disponibiliza uma pesquisa de opinião para os próprios criadores. No meio do questionário com dezenas de itens, uma pergunta em especial sempre me faz pensar: o YouTube é o melhor lugar para criadores?

Nesse podcast eu conversei com o Everton Vianna, produtor de conteúdo de tecnologia que hoje trabalha exclusivamente com isso e é uma das referências em YouTube no Brasil porque participa do programa de Contribuidores (antigo YouTube Heroes). Falamos abertamente sobre monetização, valores do Adsense, perspectivas sobre o futuro da plataforma e muito mais.

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UPNM #05 – YouTube é o melhor lugar para criadores?

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Algoritmo musical assina contrato com a gravadora Warner Music

Preparem as piadas sobre inteligência artificial tomando a humanidade aos poucos: Endel, um app alemão que usa inteligência artificial e aspectos de machine learning para “compor” músicas que melhoram o humor dos usuários, assinou um contrato majoritário com a gravadora Warner Music. O contrato em questão não apenas prevê a criação de 20 álbuns até o final de 2019, mas já conta com cinco deles rodando nas principais plataformas de streaming do mundo.

O Endel utiliza a inteligência artificial para “colar” diversas fontes sonoras (clima, ritmo cardíaco, horário e até mesmo o ritmo de sono) e compor sons que, teoricamente, aprimoram o humor do usuário, bem como ampliam a capacidade de concentração e encorajam o relaxamento e o sono. Ele está disponível para iOS e Android, além de uma versão para Alexa.


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Os cinco álbuns atualmente disponíveis podem ser encontrados em categorias relacionadas ao auxílio do sono nas principais plataformas de streaming. Trazendo faixas com nomes como Clear Night, RainyNight, Cloudy Afternoon, Cloudy Night, e Foggy Morning, as músicas não passam da marca de dois minutos e meio de duração. Produções futuras devem cair sob categorias de relaxamento.

O Endel conta com alguns investidores de peso do universo fonográfico, como a japonesa Avex Inc, o DJ e produtor musical Christopher Leacock (mais conhecido como o “Jillionaire” de Major Lazer) e Alexa Fund.

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Bot do Twitter ajuda a baixar os vídeos da rede social em poucos segundos

Com poucos passos, você pode garantir o download dos vídeos compartilhados no Twitter, na sua qualidade original

Há algum tempo, o Twitter se tornou uma rede social em que vídeos são compartilhados de maneira dinâmica, muitas vezes chegando antes do Facebook, YouTube e outros sites. Só que baixar os vídeos publicados ali nem sempre é uma tarefa simples, mas isso deve mudar com o uso de um bot que entrega o link de download.

Foi criado uma conta no Twitter chamada Video Downloader Bot, ou simplesmente @DownloaderBot. O método usado para baixar vídeos da rede social com ele é extremamente simples e bastante eficaz. Ao ser mencionado por algum usuário diretamente em uma postagem com vídeo ou até mesmo um GIF, o bot responde com um link direto para o download da mídia. É muito simples, veja abaixo:

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Como descobrir quais apps estão drenando a bateria do seu notebook

Você sabia que a bateria de seu notebook pode estar sendo drenada por aplicativoss instalados na máquina? Então, se a sua bateria já não segura mais uma carga como antigamente, antes de pensar em trocar o componente ou comprar um novo computador você pode considerar um caminho menos drástico que pode dar certo.

Usuários que têm o Windows 10 atualizado com a última versão podem checar rapidamente essa informação no Gerenciador de Tarefas. É possível abrir o programa ao clicar com o botão direito na Barra de Tarefas do notebook. Quem preferir, pode buscar o Gerenciador na busca do Windows ou usar o atalho Ctrl + Shift + Esc.

Uma vez aberto, clique em "Mais detalhes", botão localizado na parte inferior do programa. Na aba Processos, o usuário consegue acesso aos dados de uso da CPU, Memória e Disco de cada aplicativo do computador. Ao lado destas opções, deve aparecer "Uso de Bateria" e "Tendência do Uso de Bateria" — se elas não estão disponíveis para visualização imediata, clique com o botão direito na barra e as selecione.


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Em "Uso de Bateria", é possível identificar a quantidade de energia drenada pelos aplicativos. Na aba seguinte, o dado é mais específico: ele concentra apenas a bateria utilizada pelo programa nos últimos dois minutos. Se identificar aplicativos que estão roubando muita bateria, é possível selecioná-los e clicar em "Encerrar Tarefa" para que o problema acabe.

Outros usuários do Windows podem observar as informações de bateria em Configurações > Sistema > Bateria.  Abaixo da informação de quantidade de bateria, é possível localizar a opção "Veja quais apps estão afetando a duração da bateria". Aqui, o usuário consegue localizar os aplicativos que mais drenaram a energia do computador na última semana, há 6 ou 24 horas.

Vida útil da bateria

Mas, sim, a ação do tempo também pode estar afetando o seu equipamento. Existe uma maneira de verificar a vida útil da bateria do seu notebook (e comparar a informação com o momento da compra). Siga o passo-a-passo:

1) Pesquise por "cmd" (Prompt de Comando) no menu do seu computador. Clique com o botão direito do mouse no prompt e selecione "Executar como administrador".

2) Uma janela será aberta com a opção de digitação. Escreva o comando "powercfg /batteryreport” (sem aspas) e aperte Enter.

3) O arquivo exibirá uma mensagem informando como chegar ao relatório de duração de bateria.

4) Em seguida, selecione a URL disponibilizada pelo prompt, como na imagem abaixo:

5) Copie a informação. Para isto, vá ao cabeçalho, onde está escrito "Selecionar Administrador: Prompt de Comando". Clique com o botão direito > Editar > Copiar

6) Cole o link no navegador do seu computador.

7) O arquivo será aberto com suas informações de uso de bateria. Busque pela sessão "Installed batteries". Confira os números de "Design capacity" e "Full charge capacity". A diferença entre os valores representa a carga perdida de bateria em relação ao seu estado inicial. Quanto mais próximos são os números, mais conservado está o componente.

8) O relatório também dispõe de uma estimativa em horas da capacidade de bateria perdida ao longo do tempo. O dado está presente na última tabela do documento. Na linha "Since OS install", os valores representam o tempo atual de duração de carga e a autonomia original do dispositivo.

Como turbinar a bateria do notebook

Alguns cuidados podem ajudar o usuário a aumentar a vida útil de seu equipamento, como diminuir o brilho do monitor ou calibrar a bateria do notebook. O Canaltech tem uma matéria ensinando como estender a vida útil de sua bateria, por sinal. E spoiler: não é tão difícil quanto parece.

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Confira quem são os 18 youtubers participantes do novo “O Aprendiz”

A nova edição do programa tem o objetivo de introduzir influenciadores digitais no mundo dos negócios

A nova edição de O Aprendiz, que estreou na Band na última segunda-feira (18), tem como objetivo levar influenciadores digitais para o mundo dos negócios.

Os 18 participantes (apenas três deles não são youtubers) fizeram fama em suas respectivas áreas de atuação e, agora, terão que provar qual deles tem melhor aptidão para os negócios, além, é claro, do talento para captar fãs. Ao final de 15 episódios, o vencedor ganhará um prêmio de R$ 1 milhão. Abaixo, está a lista dos participantes em ordem alfabética.

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Quais as diferenças entre um SiP e um SoC? O que é o SiP1?

Porém, ele ainda não é algo muito poderoso, o aparelho não é um topo de linha e isso trouxe críticas, tampando um pouco a importância do que realmente estamos vendo aqui. No artigo abaixo você pode ler um pouco mais sobre as novidades do SiP para o mercado, e hoje vou falar um pouco mais da parte técnica dele.

Um “processador” 820

Primeiro, vamos deixar algo claro. Geralmente, quando fazemos análises (não apenas eu, como muitos outros), indicamos que tal aparelho traz “processador” Snapdragon 820, por exemplo. Esse não é o uso correto do termo, mas geralmente é usado para descomplicar a informação, que já é bem complexa como um todo para ser entendida por quem não é muito próximo de tecnologia.

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O 660 e o 630 são plataformas móveis / © Qualcomm

O que seria correto dizer, nesse exemplo, é que temos um SoC Snapdragon 820 com um processador MSM8996. Isso porque um SoC é um conjunto de componentes que, determinados e montados, têm um nome específico para a série 400, 600, 800 e outras. O mesmo pode acontecer em produtos da MediaTek e outras marcas, mas focarei na Qualcomm aqui, pois o SiP está relacionado a ela.

O que é um SoC?

Passado por isso, vamos ao conceito de SoC. Em inglês, é a abreviação de System on Chip, ou Sistema em um Chip. Um chip não é apenas um componente, é toda uma plaquinha verde (de forma bem leiga) com diversos componentes. A forma como ele é montado, seu tamanho, os componentes escolhidos pra ele, entre outros, é que diferenciam um chip do outro.

Em um SoC, temos soldadas peças como modem, processador, placa gráfica, WiFi, Bluetooth, NFC, conectividade 2G/3G/4G, GPS, receptores e transceptores, memória RAM e os conectores para câmeras, display, áudio, conexões USB, etc. Por isso seu nome, é todo um sistema computacional em um chip, em um circuito integrado.

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O Exynos 9 é o SoC onde está o 9820 / © Android Central

E o que é um SiP?

Explicado o que é o SoC, chegamos ao SiP. Ouvimos muito mais sobre SoCs do que sobre SiPs no mercado móvel, justamente porque ele é novo nesse terreno. SiP é a abreviação de System in Package, ou Sistema em um pacote.

Nesse caso, enquanto as coisas estão espalhadas pelo chip em um SoC, no caso do SiP muitos componentes, entre os mais importantes que eu já citei, estão todos em um pacote, esse sim soldado ao chip. Falando especificamente do Snapdragon SiP 1, são mais de 400 componentes dentro de uma pequena peça.

O SiP é melhor do que o SoC? Depende muito do uso, das circunstâncias, do produto, do espaço disponível dentro desse produto, de custos, de intenção de desempenho… para o caso do Brasil, e talvez de muitos outros produtos, o SiP é uma escolha interessante, da qual falo mais a seguir.

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Um SiP da Octavo / © Octavo

O SiP é uma novidade?

Apesar de muitos de vocês estarem ouvindo a respeito do SiP apenas recentemente, graças a Asus e a Qualcomm, o SiP não é exatamente uma novidade. Há pelo menos quatro anos esse é um método conhecido de construção de sistemas.

O que é novidade é sua produção pela Qualcomm, e sua aplicação em smartphones. O interessante aqui é que o SiP pode ser colocado em espaços menores, abrindo horizontes para smartphones diferentes e também para aplicações em Internet das Coisas.

O que o SiP tem de vantagem para um smartphone?

Vendo o primeiro SiP da Qualcomm chegar a um intermediário, é possível que você pense que se trate de algo com pouco poder de fogo, sendo só mais um chip qualquer. Mas há vantagens sim, algumas delas ainda nem exploradas direito.

Primeiro, o SiP ocupa menos espaço. Como os componentes ficam dentro de uma espécie de sanduíche quadrado de menos de 2,5 cm, algumas vezes até empilhados, o espaço ocupado é muito menor. Você consegue ver nas fotos que fiz de um SiP do Zenfone Max Shot e do SoC de um Zenfone 5 como o primeiro deixa muito espaço sobrando.

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O SiP 1 versus um SoC da Qualcomm / © AndroidPIT por Stella Dauer

Isso permite, em futuros projetos, mais espaço para bateria, aparelhos menores, inserção de componentes melhores, como os de câmera, ou até de componentes novos. Com smartphones cada vez mais finos e mais poderosos, espaço importa. É possível dizer que pode haver menor gasto de energia, também.

Além disso, a Qualcomm consegue garantir mais qualidade e compatibilidade dos componentes dentro de um SiP. Isso porque, no caso de um SoC, o fabricante do smartphone pode escolher componentes como memória RAM, WiFi e outros a seu gosto, ou ao gosto das regras de fabricação do país.

Com o SiP, a Qualcomm quem escolhe todos os componentes que estarão dentro desse sistema, e pode garantir que apenas os melhores e mais compatíveis estejam presentes. A própria Qualcomm entrega ao fabricante todos os componentes já  pré-ajustados e pré-testados. Quanto melhor os componentes internos se conversam, menos chances de problemas físicos, e mais probabilidade de compatibilidade com sistemas futuros.

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Mais espaço para ter um slot com microSD e dual SIM não híbrido / © AndroidPIT por Stella Dauer

 

O SiP também é modularmente mais prático, permitindo facilidade de adaptação em uma variedade de mercados. Você pode fazer vários projetos de RF (rádio frequência) diferentes e usar o melhor para cada segmento de mercado, ou para cada país, sem ter que alterar o chip profundamente. Com um SoC, você está mais preso com o que você escolheu para colocar no dado.

Mas, claro, também temos o fator custo. Há vantagens financeiras para a Qualcomm, a fabricante e os consumidores com o SiP, que pode reduzir em até 10% o valor de um produto.

Por que aqui no Brasil?

Se você leu o artigo acima, viu que a fábrica que irá produzir os SiPs em escala terá sede no Brasil. A Qualcomm, em parceria com a Universal Scientific Industrial (USI) está preparando uma fábrica aqui no país que passará a produzir o Q-SiP 1 em 2020. Por enquanto, eles estão sendo produzidos na China.

A Qualcomm se juntou a algumas fabricantes, entre elas a Asus, para projetar o SiP pensando muito nas peculiaridades do Brasil. Aqui, o Governo tem uma série de exigências para a montagem, precificação e importação de eletrônicos como smartphones, e o SiP vai ajudar tanto a Qualcomm como as fabricantes a terem melhores produtos e por preços reduzidos por aqui.

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A Asus foi a primeira a trazer o SiP 1 em seus aparelhos / © AndroidPIT por Stella Dauer

Isso não impede que o SiP seja utilizado em outras partes do mundo, e é bem esperado que a Qualcomm aproveite esse projeto em outros países. Ainda assim, é interessante vermos um projeto tecnológico desses nascendo no Brasil

Mas o Snapdragon SiP 1 é um Snapdragon 450? É um 625?

Por fim, um tópico que não poderia deixar de ser falado. Com a chegada do primeiro SiP em smartphones no Brasil e no mundo, muita confusão apareceu. Por ser um conjunto novo, mas com componentes vindos de outros SoCs, analistas e apps de informação estão confusos.

O SiP leva a inconsistências de informações quando você instala seus apps de benchmark preferidos, como um AIDA 64 ou CPU-Z. Neles, a informação consta de que o smartphone traz um Snapdragon 625, embora o processador seja um SMS8953 octa-core de 1.8GHz com uma GPU Adreno 506 e fabricação em 14 nanômetros, o que não faria sentido. O conjunto também pode ser o mesmo que o Snapdragon 450.

A Asus e a Qualcomm posicionam o Snapdragon SiP 1 entre um SoC 450 e um 630, algo como um série 500, mas é importante notar que aqui temos algo totalmente diferente desses números, e não necessariamente eles devem ser levados em conta.

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O SiP 1 é a promessa de entrada do 5G e da IoT no Brasil / © AndroidPIT por Stella Dauer

Alguns diferenciais dele estão, por exemplo, na largura de banda do SiP, próximo ao da série 800, um número que por si só já é o dobro dos encontrados no 625 e 450. A eficiência energética parece muito boa em nossos testes, e há suportes a codecs e tecnologias só presentes em SoCs superiores, como 660 e série 800, incluindo o Widevine L1, que dá acesso a qualidade HD no Netflix.

Então não, o SiP não é um 450 e nem um 625. Ele até pode ter muitos componentes conhecidos desses SoCs, pode ser baseado neles de alguma forma, mas ele traz uma mistura maior, incluindo aí itens e suportes vistos apenas em processadores mais potentes no sistema SoC.

Porém, por enquanto, essa primeira geração do SiP é para intermediários, pois acaba faltando em processamento e no clock da memória RAM. Mas a Qualcomm já deixou claro que há novos projetos para o SiP, e a Asus também está interessada.


*Agradecimentos a Melkor

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Instagram bloqueia hashtags e conteúdo antivacinação

O Instagram começou nesta semana a bloquear hashtags e conteúdos relacionados ao movimento antivacinação. A atitude veio após reportagens na imprensa americana que indicaram a rede social como um grande vetor de publicações dessa categoria, com direito a perfis sendo indicados aos usuários e tópicos em ascensão relacionados à ideia.

Em comunicado, a companhia disse que vem trabalhando há algumas semanas para minimizar o alcance de materiais desse tipo, trabalhando nos algoritmos de recomendação e tomando ações contra contas que realizam publicações antivacina. Além disso, hashtags como #vaccinescauseautism (vacinas causam autismo), #vacccinesarepoison (vacinas são veneno) e outras foram bloqueadas diretamente para não exibirem mais resultados.

Ainda, tanto Facebook quanto Instagram estariam em um processo de análise e controle de desinformação em longo prazo, de forma que conteúdos não apenas antivacinação, mas que propaguem notícias falsas sobre saúde, percam relevância. Na rede social de fotos, por exemplo, a ideia é evitar a aparição de conteúdos nas ferramentas de exploração, mesmo quando o usuário não estiver em busca de algo relacionado ao tema.


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Entretanto, hashtags que promovem ideias contra vacinas continuam ganhando apoiadores no Instagram, em uma velocidade maior do que a plataforma parece capaz de combater. Além disso, os esforços parecem concentrados apenas no inglês e, principalmente nos Estados Unidos e Europa, uma vez que o movimento antivacina ainda não é forte fora desses territórios. O que não significa que ele não exista, claro.

As informações passadas pelo Instagram fazem parte de um esforço maior do próprio Facebook, que disse estar atuando para deixar de ser um campo fértil para teorias antivacinação. Na rede social, também, a ideia é trabalhar no alcance dos conteúdos e no banimento de páginas e bloqueio de usuários que estejam gerando spam e disseminando desinformação. Anúncios com mensagens desse caráter também serão rejeitados.

Outras plataformas também estão realizando mudanças dessa categoria. O Pinterest, por exemplo, bloqueou no final de fevereiro as buscas por palavras como “vacina” ou “vacinação”, que vinham sendo tomadas por mensagens relacionadas às ideias contrárias. Entretanto, de acordo com a empresa, ações em termos de proibição de postagens ou redução de alcance não foram tomadas até o momento.

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Novas regras na Europa prometem segurança em transações com criptomoedas

As regras entrarão em vigor na Europa, mas podem vir a servir de modelo para outros países

No mundo das criptomoedas, embora as transações financeiras sejam potencialmente seguras, existem algumas falhas de segurança devido, principalmente, ao status de novidade que esse mercado ainda impõe. Um dos maiores problemas relacionados às transações com criptomoedas é a lavagem de dinheiro que, por sua vez, está altamente ligado às exchanges desregulamentadas.

À medida que as criptomoedas se tornam mais populares, é necessário que as instituições tomem providências a fim de impedir fraudes. Neste sentido, a União Europeia pretende implantar, a partir janeiro de 2020, a Quinta Diretriz de Prevenção à Lavagem de Dinheiro, ou 5AMLD (The Fifth Anti-Money Laundering Directive).

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Unidade de cibersegurança da Telefónica chega ao Brasil

A ElevenPaths irá atuar junto da Vivo Empresas, oferecendo serviços para identificar e prevenir ameaças de ciber ataques.

A unidade global de segurança cibernética do grupo Telefónica, ElevenPaths, chegou ao Brasil, passando a atuar junto da Vivo Empresas. A chegada da ElevenPaths é uma estratégia de expansão da Vivo no mercado corporativo, oferecendo mais inteligência para detectar e diminuir os riscos de ameaças de ciber ataques, bem como maior proteção de dados, redes, aplicações, nuvem e identidade. Além dos novos produtos, a entrada da marca representa a conexão do Centro de Operações de Segurança (SOC) local à rede mundial do grupo Telefónica, composta por outros 10 SOCs ao redor do mundo. 

Com a integração, a expectativa é que haja compartilhamento das melhores práticas, bases de conhecimentos e plataformas em segurança. Isso deve ampliar a capacidade de prevenção, detecção e resposta a problemas. A ElevenPaths utiliza inteligência artificial, machine learning e algoritmos proprietários para identificar e combater as ameaças – mesmo que sejam desconhecidas.

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