Vai para os EUA? DHS agora vai recolher suas redes sociais

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) anuncia uma mudança na maneira que vai tratar imigrantes. A partir do dia 18 de outubro, o DHS vai recolher informações de cidadãos em redes sociais e em buscas na internet. Segundo o departamento, a nova regra também afeta imigrantes que possuem um “green card” e até naturalizados.

Isso significa que o DHS vai recolher informações pessoais presentes no Twitter, Facebook, Instagram, LinkedIn e qualquer outra rede social aberta e não criptografada. Além disso, ainda não está claro se o DHS vai buscar o nome do cidadão no Google para checar resultados, ou se ele vai checar o histórico de buscas no Google.

No texto, está escrito o seguinte

  • Expandir as categorias de registros para incluir o seguinte: país de nacionalidade; país de residência; o número de conta online do USCIS; identificadores de mídia social, pseudônimos, informações identificáveis associadas e resultados de pesquisa (…) Atualizar as categorias de fontes de registro para incluir informações publicamente disponíveis obtidas da internet, registros públicos, instituições públicas, entrevistados, provedores de dados comerciais e informações obtidas e divulgadas de acordo com acordos de compartilhamento de informações“.

Algo que não parece óbvio, mas vai acontecer: cidadãos norte-americanos que possuem contatos com imigrantes também serão vigiados. Isso porque, como as conversas de imigrantes estarão sob vigilância, outras pessoas também serão afetadas.

via Novidades do TecMundo

Homem é preso por estupro virtual no interior de Minas Gerais

Um homem de 19 anos foi preso na cidade de Carmo do Paranaíba, no interior de Minas Gerais, acusado, entre outros crimes, de praticar “estupro virtual”. Ele utilizava perfis falsos no Facebook para chantagear e ameaças as vítimas de morte enquanto exigia o envio de fotos e vídeos explícitos.

De acordo com a Polícia Civil, que conduziu as investigações, os alvos não conheciam a identidade real do acusado, mas já haviam sido perseguidas por ele. Mesmo utilizando perfil falso, o homem tinha detalhes sobre suas rotinas e endereços, artifícios que eram usados para fazer ameaças depois que a confiança das vítimas era conquistada.

A intimidação só piorava depois da obtenção das primeiras fotos e vídeos. A partir daí, além das sugestões de violência, o acusado ameaçava enviar o conteúdo para familiares, namorados e colegas de trabalho caso as retratadas não enviassem mais imagens ou fizessem transferências em dinheiro. Em um dos casos, os pais de uma das vítimas chegaram a pagar R$ 3 mil.

A polícia chegou ao acusado após colher o depoimento de cinco mulheres, com idades entre 16 e 24 anos. Uma delas chegou a tentar suicídio devido à pressão que era exercida pelo homem, além de narrarem os momentos de terror sofridos enquanto eram perseguidas sem saberem exatamente por quem. As autoridades acreditam que mais pessoas tenham sido vítimas do crime, dentro e fora da cidade de Carmo do Paranaíba, que fica a 360 km da capital, Belo Horizonte.

Além de prender o acusado, que confessou o que fez e não teve identidade revelada, a polícia apreendeu computadores e celulares que eram usados durante as ameaças. Na memória, vídeos e fotos das vítimas foram encontradas, além de outro conteúdo pornográfico com menores de idade. Com tudo isso, o homem foi acusado de pedofilia, extorsão e “estupro virtual”, no segundo caso do tipo registrado no país.

Apesar de não ser um crime previsto especificamente no Brasil, essa modalidade passou a ser possível a partir de uma mudança no artigo 213 do Código Penal, realizada em 2009. Por ela, o estupro passou a ser caracterizado como qualquer ato sexual praticado a partir de constrangimento, grave ameaça ou violência, mesmo que não exista contato físico entre agressor e vítima.

Para a polícia, o estupro virtual é cometido quanto o criminoso faz com que alguém envie fotos, vídeos e outros materiais por meio de redes sociais, mensageiros ou aplicativos contra a própria vontade. O primeiro caso desse tipo foi registrado em agosto deste ano, em Teresina (PI), quando um homem produziu imagens da vítima enquanto ela dormia e utilizou o conteúdo para chantageá-la, em troca de mais fotos e vídeos explícitos.

via Canaltech

Confira tudo o que rolou na convenção Star Trek de São Paulo

No último sábado (23), aconteceu em São Paulo a primeira edição da TrekkerCon, convenção voltada para os fãs da franquia Star Trek (ou Jornada nas Estrelas, como a produção foi chamada no Brasil). O evento reuniu fãs e especialistas na obra de Gene Roddenberry com exposição de memorabílias, produtos à venda, cosplays, performances e palestras.

A convenção ocupou dois andares do Senac Aclimação. Enquanto o primeiro foi o escolhido para abrigar a exposição de relíquias de Sidnei T., considerado o maior colecionador de artigos de Star Trek do Brasil, e palco das palestras que rolaram durante todo o dia; o quinto andar do prédio foi dedicado para os expositores, que venderam produtos desde chaveiros e bottons, até fantasias e réplicas das naves que vimos na TV.

Já as apresentações foram rolando ao longo do dia em espaços diversos, como foi o caso do Ritual de Inicialização Klingon. Também rolou uma queda por pinça vulcana e demonstrações de gritos Klingon.

Uma outra sala escura abrigou o pessoal que queria se tornar piloto de nave estelar por um dia, contando com um simulador de ponte de comando em seus computadores, com tudo sendo exibido no telão.

Ainda que todas essas atrações tenham sido muito bacanas para o verdadeiro fã de Star Trek, o carro-chefe da convenção foram mesmo as palestras. Entre os temas abordados nos painéis, os destaques foram para o bate-papo sobre ficção científica literária, mulheres que se destacaram nas produções de Star Trek, e uma conversa sobre a nova série da franquia que acaba de estrear na Netflix, Star Trek: Discovery.

Para esses painéis, a organização do evento chamou pessoas que são verdadeiras autoridades no assunto aqui no Brasil, como autores de livros de ficção científica, membros do fã-clube Star Trekkers, além de administradores de sites e vlogs especializados como o Diário do Capitão, Frota Estelar Brasil, Trek Brasilis e até mesmo o pessoal do Conselho Jedi de São Paulo.

É isso mesmo: na TrekkerCon, não existe "treta" entre Star Trek e Star Wars! O tema, inclusive, foi tema de um painel especial sobre as duas franquias. Também vimos pessoas fantasiadas como Chewbacca, ou portando sabres de luz – tudo com a mais perfeita harmonia. 

O retorno de Star Trek às telinhas

Depois de Star Trek ter retornado em grande estilo aos cinemas, graças ao reboot da história da série clássica pelas mãos do diretor J. J. Abrams, que começou com o longa Star Trek em 2009, passando por Star Trek: Além da Escuridão, em 2013, para depois recebermos Star Trek: Sem Fronteiras sob a direção de Justin Lin, agora é a vez da televisão voltar a exibir uma produção Star Trek à altura da criação de Roddenberry.

Star Trek: Discovery estreou no domingo (24) pela CBS All Access, o serviço de streaming da emissora norte-americana. Criada por Bryan Fuller e Alex Kurtzman, a série é a sétima da franquia Star Trek e se passa mais ou menos uma década antes dos eventos revelados na série clássica, dos anos 1960. Ao longo dos próximos episódios, que serão exibidos também pela Netflix após a transmissão nos Estados Unidos, veremos a nave USS Discovery explorando novos mundos e civilizações, do jeitinho que a gente gosta.

via Canaltech

Aplicativo de serviços GetNinjas anuncia seu 1º hackaton

Maratona de programação da startup brasileira acontece em 27 e 28 de outubro em São Paulo. Inscrições já estão abertas.

via IDG Now!

Dubai inicia testes com táxis voadores autônomos

Enquanto empresas e governos de boa parte do mundo ainda se batem com relação aos carros que se dirigem sozinhos, Dubai demonstrou, mais uma vez, estar vivendo no futuro. A cidade dos Emirados Árabes Unidos realizou nesta terça-feira (26) os primeiros testes de um serviço de táxis voadores autônomos que deve ser implementado em até cinco anos.

Os veículos, semelhantes a um drone, mas com capacidade para duas pessoas, voaram por cerca de cinco minutos a 200 metros de altura e seguiram uma rota curta sobre um campo de testes. Sem passageiros, os testes tinham como objetivo atestar a autonomia, estabilidade e capacidade de pouso e decolagem dos táxis, todos quesitos em que ele se saiu muito bem, obrigado.

O experimento foi a primeira parte de um projeto desenvolvido em uma parceria entre o xeque Hamdan bin Mohammed, príncipe-herdeiro de Dubai, e as agências reguladoras de tráfego aéreo e transportes terrestres da cidade. Agora, com os resultados, eles pretendem trabalhar em certificação e regulamentação dos protótipos, de forma a caminhar na direção de um serviço que seja efetivamente implementado.

A ideia é criar uma série de rotas aéreas sobre a cidade, com pontos definidos para chegada e partida dos drones. Tudo funcionaria de maneira autônoma, com os passageiros voando sozinhos no interior do táxi aéreo, mas com controle direto a partir de uma central localizada bem no meio dos caminhos a serem seguidos pelos veículos.

Produzidos pela Volocopter, uma empresa alemã, os drones que estão sendo usados para os testes também são aqueles que serão aplicados no projeto piloto, com as devidas atualizações. A versão usada no experimento tem autonomia de voo de 30 minutos e é capaz de atingir uma velocidade de até 10 km/h, apesar de, durante o voo, a recomendação é pela manutenção dos cerca de 50 km/h. 18 rotores na parte superior garantem a redundância, bem como nove sistemas independentes de baterias sempre em funcionamento.

A expectativa das autoridades de Dubai e também do xeque que financia todo o projeto é inaugurar o sistema de táxis voadores autônomos em 2022. Além das agências governamentais locais, a Uber também escolheu a cidade para uma iniciativa semelhante, que ainda está sendo desenvolvida e deve ser apresentada em 2020.

via Canaltech

Instagram agora permite moderar comentários em fotos

O Instagram anunciou nesta terça-feira (26) uma atualização cujo principal intuito é combater o assédio e o uso de palavras impróprias nos comentários das fotos.

Caso a sua conta seja pública, agora é possível limitar quais usuários podem comentar suas fotos, optando por restringir esta função para pessoas que você segue, apenas aos seus seguidores ou somente aos seus seguidores e as pessoas que elas seguem na rede social.

Nova função de limitar comentários no Instagram (Reprodução: Instagram)

Além disso, o filtro automático de comentários também foi ampliado com a adição de novos idiomas: árabe, francês, alemão e português. A premissa deste recurso, lançado inicialmente apenas com suporte ao inglês, é utilizar a tecnologia de aprendizado de máquina (machine learning) para bloquear comentários com determinados termos impróprios de acordo com o contexto em que eles são utilizados.

Outra novidade apresentada pelo Instagram está na parte de transmissão de vídeos ao vivo, que acaba de receber as funções de auxílio psicológico para criadores de conteúdos. O objeitvo é oferecer um canal de conversa com voluntários, dicas sobre saúde mental e até mesmo sugestões para interagir com amigos.

Recurso de auxílio psicológico em transmissões ao vivo no Instagram (Reprodução: Instagram)

Apesar de tal medida parecer um pouco estranha, basta considerar os trágicos casos de suicídios em transmissões ao vivo no Facebook Live para entender a importância desta nova ferramenta de auxílio no Instagram.

O Instagram está disponível para Android, iOS e Windows Phone.

via Canaltech

Netflix está oferecendo seus serviços para companhias aéreas

Para a Netflix, não basta apenas ser a líder mundial do mercado de streaming, pois ela também quer expandir o alcance de sua plataforma às alturas. A companhia revelou estar oferecendo seus serviços para companhias aéreas, de forma a permitir que os passageiros continuem a assistir os filmes e séries que estão em seu catálogo mesmo durante o voo.

Trata-se, mais do que uma iniciativa para aumentar o engajamento dos assinantes. A ideia é reduzir os custos das próprias linhas aéreas com o uso da internet durante o voo. A Netflix afirma já observar números significativos de utilização de seus serviços por passageiros, principalmente, em viagens longas, e deseja melhorar o serviço para eles também.

A empresa enxerga a questão como matemática básica. Os serviços de Wi-Fi a bordo, normalmente, são pagos e não costumam ser baratos – o que faz com que os clientes sejam mais exigentes quanto a velocidade e estabilidade. Garantir que a internet funcione a dezenas de milhares de pés de altura é um desafio que se torna ainda mais complexo quando as pessoas estão realizando streaming.

Alguns aviões da Virgin já contam com Netflix como opção de entretenimento a bordo

A oferta da Netflix está relacionada a seus sistemas de compactação de fluxo de dados, que ela promete ser capaz de reduzir os gastos com banda em até 75%. Além disso, ela estaria disposta a dividir a conta da internet, também oferecendo acesso gratuito a seus assinantes durante o voo, algo que já existe, hoje, em alguns trechos operados por companhias como Qantas, Aeromexico e Virgin, nas quais não é preciso adquirir um pacote de acesso para usufruir do acervo de conteúdo.

Além, é claro, das benesses de sempre. Caso a Netflix se transforme no sistema de entretenimento padrão em linhas aéreas, a taxa de assinantes pode aumentar, afinal de contas, os passageiros podem desejar continuar assistindo House of Cards depois que chegarem em seus destinos – uma adesão que também poderá ser feita durante o voo.

Apesar de ter falado sobre o assunto abertamente durante um evento voltado para tecnologias para a indústria aérea, entretanto, a Netflix não comentou sobre possíveis acordos em andamento. A empresa disse, apenas, já estar em negociação com companhias aéreas para testes e futura implementação da tecnologia.

via Canaltech

Novo sistema de GPS para smartphones vai ter precisão de 30 cm

Houve um tempo em que dispositivos com GPS – o sistema de posicionamento global – eram caros e específicos para essa função. Com o tempo, a tecnologia foi ficando mais barata e, hoje em dia, praticamente qualquer smartphone é capaz de indicar sua localização em mapas de aplicativos como o Google Maps e o Waze, além de ser usado em outras funções para posicionar o usuário, como no Tinder ou no Pokémon GO.

Será que o LG G7 ou o Samsung Galaxy S9 já vão estar contando com essa nova tecnologia?

A precisão dos chips de GPS encontrados hoje em dia nos smartphones é de cerca de 5 metros, ou seja, existe uma “margem de erro” de 5 metros quando visualizamos o posicionamento do dispositivo em um mapa. Porém, a Broadcom Limited anunciou um novo chip de sistema de posicionamento global que promete dar uma precisão de 30 centímetros a seus usuários.

A novidade foi revelada na convenção ION GNSS+ em Portland, nos Estados Unidos. O novo chip, chamado BCM 47755, já está sendo instalado em alguns dos próximos smartphones que serão lançados no mercado em 2018, mas a empresa ainda não revelou quais deles vão portar o sistema novo. Será que o LG G7 ou o Samsung Galaxy S9 já vão estar contando com essa nova tecnologia?

Mais econômico

Outra boa notícia é que, além da maior precisão, o novo chip consome metade da energia média dos dispositivos atuais, ajudando a economizar a bateria do smartphone, que geralmente é esgotada pelo GPS, e seu alcance também vai ser muito maior, sendo possível usar o recurso sem interferência mesmo em locais cheios de estruturas que podem atrapalhar o sinal, como bairros com muitos prédios em uma cidade.

Um dos segredos para essa melhoria de precisão é o uso de um novo sinal chamado L5, em acréscimo ao sinal L1 que já usado hoje em dia. É a primeira vez que um dispositivo comercializado para o público geral utiliza os dois tipos de sinal para indicar localização.

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Governo BR quer regulamentar inteligência artificial de atendimento (bots)

As tecnologias de inteligência artificial utilizadas no atendimento ao clientes estão na mira do governo brasileiro. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, anunciou mudanças nas regras que tocam “reclamações dos consumidores feitas nos serviços de atendimento a clientes das empresas (SAC)”, nota o TeleTime.

Segundo o secretário Arthur Rollo, é necessário “limitar o tempo máximo de atendimento e incentivar os fornecedores que solucionam as reclamações no primeiro contato”. No caso, Rollo comentou sobre o primeiro objetivo: que é priorizar a solução de demandas no primeiro atendimento — na primeira chamada ou ligação, algo conhecido como “first call resolution”.

A Senacon quer exigir a geração obrigatória de comprovantes de atendimento nos meios eletrônicos

O decreto anterior (6.523/2008), que está em vigor, trata de maneira exclusiva o atendimento telefônico. Contudo, a mudança deve incluir as tecnologias de inteligência artificial, os bots, utilizadas em redes sociais, chats e apps.

Especificamente, a Senacon quer exigir a geração obrigatória de comprovantes de atendimento nos meios eletrônicos, além de auditorias internas e externas no SAC das empresas — e, por isso, os bots podem ser afetados.

O TeleTime ainda trouxe algumas alterações que estão em debate. Acompanhe:

  • Auditorias internas e externas nos SAC das empresas com expedição de relatórios periódicos à Senacon, assinados pelos responsáveis legais com poder de mando 
  • Obrigatoriedade de criação de ouvidorias, para atenderem às reclamações quando o SAC não der a primeira solução 
  • Obrigatoriedade do call back pelo atendente do SAC nas ligações interrompidas involuntariamente 
  • Fixação de tempo máximo para solução da demanda e encerramento da ligação 
  • Obrigatoriedade da emissão de algum tipo de comprovante de atendimento para o consumidor (gravação da conversa telefônica e prints das telas dos atendimentos eletrônicos) 
  • Garantia de efetivo acesso às gravações das conversas mantidas entre os consumidores e os SACs 

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Vazam imagens de suposto “Xbox Watch” abandonado pela Microsoft

Microsoft lançou o seu primeiro dispositivo vestível em 2014, a Microsoft Band, mas parece que a empresa já tinha outro produto em desenvolvimento paralelo antes disso. Segundo publicou o site finlandês SuomiMobiili, as imagens que você confere abaixo são do suposto “Xbox Watch”, um relógio inteligente provavelmente produzido pela divisão de consoles da empresa.

Não se sabe exatamente quais seriam suas funções, mas a marca Xbox na parte de trás deixa bem claro que o aparelho teria alguma conexão com a linha de aparelhos para videogame da Microsoft. É possível que eles tenham sido pensados para ser algum tipo de sensor extra para os games de esportes do Xbox ou mesmo uma simples materialização física do app Xbox Fitness.

Seja como for, o aparelho vazado tem um display quadrado de 1,5’’ na parte da frente e um sensor de batimentos cardíacos atrás. Segundo o SuomiMobiili, esse dispositivo seria capaz de se conectar a tablets Surface através de um carregador magnético, mas não fica claro quais seriam as possibilidades para esse relógio conectado aos demais produtos da Microsoft. As pulseiras seriam intercambiáveis, portanto, poderiam ser personalizadas.

Atualmente, a empresa de Bill Gates não produz mais dispositivos vestíveis, sendo que, depois de duas gerações da Microsoft Band, a marca desistiu do produto. Caso a companhia resolva voltar de fato para o segmento de hardware mobile no futuro, talvez um novo relógio ou pulseira inteligente apareça. Mas, por enquanto, as chances de isso acontecer são remotas.

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