Os 10 melhores temas para desktop Linux (Ícones e GTK)

Você gosta de personalizar a interface da sua distribuição Linux? Então este artigo foi feito pensando em você! Vamos conhecer e comparar os 10 melhores temas disponíveis atualmente para as…

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via Diolinux – Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

Os 10 melhores apps iOS da semana (24/05/17)

Nova semana, novos aplicativos! Já pode pegar seu iPhone ou iPad e selecionar os que você mais gostou nesta lista. De aplicativo com questões de provas a plataforma de aluguel do próximo imóvel, aqui tem de tudo um pouco para facilitar o seu dia a dia.

1. VivaReal

Quer comprar ou alugar um novo imóvel? Antes, que tal dar uma averiguada nos cadastrados em uma das maiores plataformas imobiliárias do país? O VivaReal reúne, na palma da sua mão, casas e apartamentos para alugar na cidade que você preferir, e você ainda pode escolher a imobiliária. As pesquisas possuem diversos filtros para você encontrar seu novo lar, como vagas na garagem, condomínio, quartos, orçamento e várias outras informações. E os imóveis também são cadastrados pelas imobiliárias com fotos. Se gostar, é só entrar em contato com o anunciante.

2. BlaBlaCar

Tá precisando de um meio de transporte mais em conta pra viajar? O BlaBlaCar é um app de caronas que funciona em vários locais do mundo, e no Brasil não é diferente. Você baixa, instala e depois encontra pessoas dispostas a dividir viagens entre cidades com você. Ao final, quanto mais gente no carro, mais barato fica o percurso. Seja você motorista ou passageiro, vale dar uma olhada na plataforma. 

3. Loggi

Se você precisa fazer uma entrega ou mandar buscar algum objeto em uma firma ou na casa de alguém, nada melhor que um motoboy que cobra um preço até 30% abaixo do mercado. E é essa a premissa do Loggi: o app é um serviço de entregas que conta com uma equipe de motoboys cadastrados pronta para te ajudar. Você também pode acompanhar tudo em tempo real pelo celular e tem controle total sobre sua entrega: local exato onde está o motoboy, que horas ele chegou em cada ponto e quem recebeu a entrega com assinatura em protocolos digitais. Funciona em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre.

4. AppProva Questões ENEM 2017 e Vestibulares

O ENEM 2017 está chegando e, se você é estudante, é hora de se concentrar e estudar para conseguir um desempenho legal na prova. Além de ser gratuito, o aplicativo traz simulados nacionais modelo ENEM com correção TRI e as provas anteriores do exame. Aliás, questões inéditas também estão na plataforma, não só para o ENEM, como também para vestibulares. Quer saber como anda seu desempenho? Baixe o app, faça os testes e bons estudos!

5. Greengow

Já pensou em conversar por telefone com alguém que não fala a sua língua? O Greengow possibilita a comunicação entre pessoas de idiomas diferentes estando em qualquer lugar do mundo. E o legal é que o app já conta com tradução para 10 idiomas. A mágica acontece usando o bom e velho push-to-talk, e é possível traduzir tudo o que você está dizendo para a língua de seu receptor e vice-versa. O app suporta inglês, português, francês, espanhol, alemão, italiano, japonês, coreano, chinês (mandarim) e russo.

6. Nike+ Training Club

Entre em forma com mais de 150 treinos gratuitos em uma variedade de desafios para todo o corpo — desde força e resistência a mobilidade e ioga — com a ajuda dos treinadores certificados da Nike em todos os exercícios que você curte! Se você procura estrutura, os planos de treino personalizados se adaptam a você e à sua agenda, para que possa se manter em forma, independente de estar começando agora ou já ser atleta de verdade.

7. VAH

Se você usa serviços de caronas pagas, vai curtir este app. O VAH compara para você todos os aplicativos de táxi (como 99 Taxi, Easy Taxi e outros) e transporte privado (como Uber, Cabify e outros). Dessa forma você pode escolher a opção mais barata ou a mais rápida, de acordo com a sua necessidade. Além disso, o app alerta você sobre as promoções do dia de cada uma dessas empresas. Aqui no Canaltech a gente usa e indica!

8. Zombie Gunship Survival

Neste jogo de muita ação você vai sentir o poder de um caça AC-130 enquanto aniquila zumbis por toda a parte. O jogo se passa em uma era apocalíptica e seu objetivo é defender a humanidade de um terrível ataque de mortos-vivos, que se espalham a cada momento. Construa um abrigo no chão e mantenha o controle aéreo, defendendo sua base contra novos ataques. A humanidade agradece!

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9. Old Man’s Journey

Você está prestes a jogar um game de aventura diferente, que traz os momentos preciosos da vida de um senhor de idade como a tônica principal. O jogo traz uma narrativa visual bem interessante à medida que você vai descobrindo a história da vida do protagonista. Com enigmas e desafios interessantes, você é convidado a interagir com a terceira idade de uma maneira imersiva, prazerosa e bastante inquisitiva — é como se você experimentasse a complexidade da vida pelos olhos de um senhor com muita história para contar.

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10. Eggggg

Se você procura por um jogo literalmente nojento, vai curtir o Eggggg. Trata-se de um game bem maluco de plataforma sobre vômito: Gillbert, que é extremamente alérgico a ovos, descobre que quanto mais os come, com mais potência vomita. E para escapar de sua tia má, que que quer armar uma festa de aniversário para ele, nada melhor que usar seu “super-poder”. O jogo está saindo de graça na App Store  nesta semana. 

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via Canaltech

Tela do iPhone 8 é passado: rumores falam em micro LED para iPhone 9

Agora, que os rumores do iPhone 8 já estão praticamente finalizados, a máquina de rumores está mirando o lançamento do iPhone 9, marcado para 2019. Hoje, já comentamos sobre a Apple utilizar a tecnologia de dados 5G no aparelho — e agora vamos falar sobre uma tecnologia de micro LED para a tela.

O iPhone 8 deverá chegar com uma tela OLED, mas a tecnologia poderá ficar pouco tempo com a Apple. Isso porque, segundo o Digitimes, a Maçã já encomendou telas em micro LED para testá-las em novos produtos.

Micro Led: menos energia e mais brilho para a tela

“A Apple tem se empenhado no desenvolvimento da tecnologia de micro LED após a aquisição da LuxVue em 2014. Recentemente, especulações de mercado indicam que a Apple também utilize um pequeno volume de displays micro LED em sua fábrica em Taiwan”, diz o relato.

Acredita-se que as telas micro LED consumam menos energia e sejam mais brilhantes que os atuais displays de OLED. É preciso notar que isto é um rumor bem improvável: a Apple tem contratos com fabricantes de telas OLED por um bom tempo, então, ela realmente não deverá abandonar tão cedo o uso dessa tecnologia.

via Novidades do TecMundo

O que você precisa considerar antes de abrir uma fintech

O impacto da tecnologia na indústria financeira é enorme. Até pouco tempo, a maior parte das transações monetárias estava concentrada nas mãos de bancos e outras instituições tradicionais. Isso até startups surgirem com inovações que trazem mais facilidade ao cliente, são mais ágeis na análise de investimentos ou desburocratizam operações complicadas, como transferências internacionais. Para ficar à frente do jogo, companhias que há anos operavam da mesma maneira começaram a se aproximar de empreendedores e novos negócios – para propor parcerias, analisar novos formatos e adquirir suas operações.  

E foi assim que o termo “fintech” virou palavra da moda no mundo das startups, como escreve o analista financeiro Nikolai Kuznetsov em sua última coluna para o site da revista Entrepreneur. Quem já frequenta esse universo sabe o efeito manada que uma palavra da moda tem, então não é de se estranhar que uma porção de negócios prometendo facilitar, melhorar ou conectar a indústria financeira tenha nascido nos últimos meses – e fechado também.  

Kuznetov enumerou os aspectos a que o empreendedor deve se atentar para entrar nesse meio. Aqui vão alguns deles:

 Regulamentações

São o principal motivo pelo qual a entrada de novos negócios nessa indústria é difícil. As leis que regulam o mercado foram criadas para prevenir qualquer tipo de abuso que prejudique empresas, investidores e a população no geral. Em compensação, a quantidade de requerimentos que um negócio precisa para operar no setor normalmente envolve a necessidade de um exército de contadores e advogados.              

As fintechs, no entanto, descobriram uma área cinzenta nessas regulamentações para conseguir operar. Nos Estados Unidos e na Europa há pedidos para que essas empresas sejam aceitas como bancos de “propósitos especiais”, com a justificativa de que sua existência é de interesse público. A razão do argumento é justamente a de que fintechs nasceram para melhorar um serviço que nem sempre é fácil ou ágil para o consumidor. 

Outra questão importante é que as regulamentações mudam de país para país, algumas vezes até de estado para estado, o que torna a escalabilidade de um negócio mais complicada. 

Em alguns países, há pedidos para que as fintechs sejam reguladas como bancos de “propósitos especiais”

Concorrência

Os bancos podem ter sentido a ameaça das fintechs, mas isso não significa que irão simplesmente aceitar a concorrência. Ainda mais porque a maior parte da inovação gerada por novos negócios não é para mudar as instituições financeiras em si, mas algumas de suas operações.  

Os bancos ainda possuem a maior parte do capital privado e têm capacidade financeira e estrutural de fazer parcerias ou adquirir esses negócios. Na verdade, esse movimento já está acontecendo. O Bank of America investiu US$ 1,5 milhão para desenvolver fintechs recentemente. Na Europa, o Santander abriu um fundo para desenvolver startups com soluções em finanças.

Por aqui, o Itaú Unibanco abriu as portas do Cubo, um coworking que ajuda empresas com soluções tecnológicas. Nem todas são ligadas a finanças, mas mostram um esforço do banco em estar conectado com inovações. Como um empreendedor, é necessário descobrir se você será corajoso o suficiente para peitar os grandes players ou se prefere explorar mares mais calmos.

 Confiança do consumidor

Segurança é um dos temas das principais discussões sobre tecnologia hoje. Brechas de sistemas e ataques de hackers são assuntos quentes  – ainda mais depois do ramsoware WannaCrypt, mais conhecido como WannaCry, que afetou mais de 250 mil computadores em 150 países. Ser atacado e ter dados roubados é garantia de perda de clientes rapidamente, ainda mais para uma empresa nova.

Atuar com operações financeiras torna o cenário ainda mais complicado. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos pela Association of Retirement Plan Participants em 2016 indicou que apenas 8% dos americanos confia em instituições financeiras.

Construir uma relação com o consumidor é essencial para uma fintech: a maior parte das pessoas tem pé atrás com qualquer novo serviço que peça informações bancárias ou dados importantes. O desafio aqui é  conseguir convencer a potencial clientela de que o sistema da empresa é robusto e seguro o suficiente, além de se estabelecer como um negócio transparente. 

Construir uma relação com o consumidor é essencial para uma fintech

Tecnologia

Há um número grande de novas tecnologias hypadas hoje em dia quando se fala em fintechs. Inteligência artificial e machine learning  já aparecem nas áreas de investimentos como robôs analistas, por exemplo.

Alguns bancos estudam usar chatbots para permitir que clientes confirmem informações bancárias pelo Facebook Messenger. O Blockchain, livro-razão que registra as trasações feitas com a moeda virtual Bitcoin, já é apontado por alguns especialistas como a maior ameaça aos bancos atualmente. 

Como uma startup neste setor, é importante considerar que as novas tecnologias ainda precisam de algum tempo para amadurecer e se tornarem totalmente confiáveis. Além disso, investir naquilo em que todos estão de olho tem seu preço. Outros empreendedores estarão fazendo exatamente a mesma coisa.

via Novidades do TecMundo

Vazou e confirmou: aqui estão as especificações do Tesla Model 3

Não é só a área de tecnologia que sofre com vazamentos: a Tesla também viu as especificações caírem na rede antes do planejado. Informações divulgadas no site Tesla Model 3 Owners Club e descobertas pelo site InsideEVs revelaram, na forma de uma tabela comparativa, dados de performance e autonomia do novo carro da montadora de Elon Musk.

O veículo, que vem como o primeiro modelo “popular” da Tesla, será capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 5,6 segundos e terá uma autonomia de cerca de 346 quilômetros – próximo do seu concorrente imediato nos Estados Unidos, o Chevy Bolt, que apresenta um número de 383 quilômetros.

A tabela também revela que o veículo contará com a opção de pagamento pelo carregamento rápido, o Supercharging, que por enquanto é de graça em algumas condições para o Model S.

Outras diferenças é que o compacto terá apenas um display digital central de 15 polegadas touchscreen, contra dois (o painel de instrumentos e outra tela central) no sedã. Serão cinco lugares e um 396 litros de capacidade divididos entre os porta-malas dianteiro e traseiro. Os compradores terão até 100 configurações disponíveis. Todas as informações foram confirmadas pela própria Tesla na sequência.

A postagem sugere que o material vazado trata-se de instruções para concessionárias e funcionários da marca e que, segundo uma fonte disse ao InsideEVs, também é uma forma que Elon Musk encontrou para “não vender” o Model 3.

Achou confuso? A gente explica: a popularização dos carros elétricos pode afastar potenciais compradores dos carros mais caros da Tesla. Então Musk, sabendo que as pessoas vão comprar o Model 3 de qualquer forma, quer deixar claro que não se trata de uma terceira versão mais avançada dos veículos da marca, mas sim uma versão mais simples, mais barata e com menos funções do que o Model S.

Para fechar, a informação da tabela deixa claro o tempo de produção e entrega do novo carro da companhia: “Enquanto continuamos a melhorar nossa capacidade de produção para atender o número de pedidos antecipados, as entregas dos pedidos do Model 3 não podem ser esperadas até no mínimo metade de 2018”.

O Tesla Model 3 teve mais de 400 mil unidades vendidas antecipadamente, já que sua produção e lançamento oficial começam em julho deste ano. Cada unidade do carro sai por cerca de US$ 35 mil, ou aproximadamente R$ 115 mil em conversão direta.

via Novidades do TecMundo

Colab.re recebe aporte de R$ 4 milhões em nova rodada de investimentos

Startup de cidadania digital está presente em mais de 130 prefeituras, com mais de 150 mil usuários. Investimento veio da Omidyar Network e MDIF

A Colab.re, startup que fiscaliza a qualidade de serviços públicos e incentiva a tomada de decisões do governo com base na participação popular, acaba de tornar-se o primeiro investimento na área de políticas públicas do bilionário americano Pierre Omidyar, fundador da plataforma de comércio eletrônico eBay, no Brasil.

Em nova rodada de captação de recursos, a empresa captou R$ 4 milhões, investimento capitaneado pelo maior fundo de impacto social do mundo, o Omidyar Network, que está situado no Vale do Silício, e também pelo fundo MDIF (Media Development Investment Fund), baseado em Nova Iorque e especializado em mídias independentes.

A startup vai destinar os recursos para o desenvolvimento de novas ferramentas de engajamento para os cidadãos e de inteligência para governos. Ainda este ano deverá lançar mecanismos tecnológicos de análise da satisfação e do sentimento da população com os serviços e instituições públicas; dispositivo de avaliação de políticas públicas em tempo real; e de sistema de gamificação, que premiará os usuários da rede social que mais contribuírem com a melhoria das cidades.

Sem medo da crise

Bruno Aracaty, cofundador da Colab.re, afirma que o investimento tem valor simbólico muito importante para os empreendedores brasileiros. “Somos uma empresa que tem como missão transformar os governos e passamos por esse processo de captação de investimento em meio a maior crise dos últimos 20 anos, processo de impeachment, escândalos de corrupção e eleições municipais. Esses fundos internacionais terem acreditado no que estamos fazendo possui um significado especial e só comprova a nossa tese de que não adianta reclamar, é preciso fazer acontecer”, conclui.

“Apesar do Colab não ser uma empresa de mídia clássica, sua abordagem inovadora para promoção da responsabilização e transparência se encaixa perfeitamente na missão da MDIF de investir em companhias que forneçam notícias, conteúdo e debates para as pessoas construam sociedades livres e prósperas”, afirma Harlan Mandel, CEO da MDIF.

“No Brasil e em diversos países do mundo, estamos vendo uma crise de confiança entre cidadãos e governos. O Colab traz uma solução que permite uma interação próxima entre cidadãos e governos, fazendo com que haja colaboração para endereçar os principais problemas. Nós estamos orgulhosos em apoiar essa empresa em sua missão”, diz Felipe Estefan, Diretor na Omidyar Network.

Modelo de negócios

O Colab.re encerrou 2016 com 130 clientes ativos, a maioria prefeituras, como Santos e Campinas, em São Paulo, e Niterói, no Rio de Janeiro. Em 2017, a meta é chegar a 200 cidades, estrear a adesão de governos estaduais, e ultrapassar 500 mil usuários cadastrados – três vezes mais que os 150 mil atuais. 

O modelo de negócios da empresa consiste no fornecimento de soluções tecnológicas para gestão inteligente das cidades, com foco na solução de demandas e zeladoria urbana. Na web (www.colab.re) e em aplicativos Android e iOS, os cidadãos podem fiscalizar 80 áreas, como focos de mosquitos, calçadas e iluminação, por meio da geolocalização de smartphones e tablets, e de fotos. 

A partir daí, agentes públicos acompanham em tempo real o painel de monitoramento da plataforma, a fim de mapear reivindicações, gerar números de protocolos para acompanhamento e para mobilizar equipes para solucionar os casos reportados. Outro serviço oferecido pela plataforma é a ferramenta de participação nas tomadas de decisões, ‘Orçamento Colaborativo Digital’. O produto permite que prefeituras promovam consultas sobre temas-chave das cidades pelo aplicativo, a fim de legitimar as prioridades dos investimentos públicos. 

No ano passado, o Colab.re foi eleito o Negócio de Maior Impacto Social do Mundo e a Startup de Maior Potencial Global pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), o que contribuiu para reverberar a startup brasileira na rota dos investidores estrangeiros.

via IDG Now!

Maconha pode ser usada para amenizar vício em crack

Você já deve ter escutado que a maconha é a porta de entrada para as drogas mais pesadas. O que um grupo de pesquisadores canadenses está defendendo, no entanto, é justamente o contrário. De acordo com uma pesquisa realizada em Vancouver, a maconha pode diminuir o consumo de crack.

O grupo de pesquisadores das universidades canadenses de British Columbia, Montreal e Simon Fraser estudou, durante dois anos e meio, a rotina de 122 dependentes de crack que haviam relatado estar usando maconha e crack simultaneamente. Os usuários estudados foram os únicos que, dentre uma amostragem de 2.000 pessoas, afirmaram que usavam maconha numa tentativa de substituir a droga mais pesada. Os cientistas, então, pediram para os usuários descreverem, em detalhes, a quantidade de drogas usadas nos seis meses anteriores – e aplicaram, junto com esses relatos, o Teste chi-quadrado de Pearson e o Teste de Wilcoxon, técnicas utilizadas em pesquisas para minimizar a margem de erro dos depoimentos.  Depois disso, encontros periódicos semestrais eram feitos com os entrevistados, para entender como andava a rotina do dependente. No total, mais de 640 entrevistas foram realizadas para o estudo. Nas conversas, os pesquisadores calculavam a quantidade de drogas consumida pelos usuários (“O uso de crack é diário? E o de maconha?”).

Os resultados apontaram que a Cannabis auxiliava na diminuição do consumo de crack. O número de usuários que faziam uso de crack diariamente caiu de 35% para pouco menos de 20% após o início do consumo conjunto das drogas. O uso de maconha, no entanto, subiu 10%.

(Taína Ceccato/Superinteressante)

A teoria, aliás, já vem sendo pensada de maneira tímida há algum tempo – em 2009, por exemplo, outro estudo deu resultados similares ao testar os efeitos da maconha em ratos viciados em heroína.

É importante ressaltar, no entanto, que o estudo tem grandes fragilidades: o número de entrevistados não é muito grande, ele se baseia em relatos (mesmo que submetidos a técnicas de correção) e a maior parte das pessoas observadas parou de comparecer às entrevistas conforme o tempo da pesquisa passava. Por esse motivo, ele não deve ser visto como conclusivo, embora abra possibilidades para que a abordagem seja mais estudada quando se pensa no combate à dependência química. “Um período de uso intencional de Cannabis visando a redução do consume de crack foi associado com uma queda na frequência no uso de crack”, concluíram os pesquisadores, que complementam “Futuras pesquisas clínicas para avaliar o potencial dos canabinoides no tratamento contra o crack são necessárias”, finalizam.

via Superinteressante

NodeOS – Uma distro Linux ultra minimalista feita com Node.js

Até onde o minimalismo pode chegar? Bom, essa eu não sei responder, pois volta e meia aparece algum projeto que consegue desdobrar e minimizar as formas de utilização do Kernel. Hoje você vai…

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Hackers usam arquivos de legendas para atacar — Hoje no TecMundo

Vários players têm brecha que pode ser explorada

Nesta edição do Hoje no TecMundo, veja que hackers estão usando arquivos de legendas de filmes para explorar vulnerabilidades de computadores, entre outros destaques. Os links das notícias estão logo abaixo.

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Câmera de 360 graus 5K com áudio 3D é a nova aposta da Garmin

O dispositivo é resistente à água, tiro fotos com resolução de 15 megapixel e captura imagens em 360 graus

Pelo jeito, elas chegaram para ficar. Com a popularidade crescente de dispositivos de realidade virtual e aumentada, diversas empresas estão apostando suas fichas no desenvolvimento e lançamento de câmeras que filmam em 360 graus. Dessa vez é a Garmin que coloca no mercado a VIRB 360, capaz de registrar imagens em 5,7K em 30 quadros por segundo.

E para garantir a qualidade das imagens registradas, a VIRB 360 possui uma tecnologia de estabilização chamada 4K Spherical Stabilization, permitindo o registro de cenas velozes com mais suavidade. O dispositivo é resistente à água, tiro fotos com resolução de 15 megapixel e captura imagens em 360 graus com ajuda de um GPS embutido.

Som tridimensional

Para capturar áudio com maior qualidade, a VIRB 360 possui quatro microfones capazes de registrar sons em três dimensões, ou seja, acompanhando os vídeos feitos em 360 graus, a emissão sonora também pode ser reproduzida posteriormente da maneira exata como soou durante a gravação.

O dispositivo vai ser vendido a partir de junho pelo valor de US$ 799, aproximadamente R$ 2,6 mil. Confira os recursos da câmera no vídeo a seguir:

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