Facebook enfim testa suporte a vídeos em 4K

Não é segredo que o Facebook quer se tornar um novo YouTube. Ele possui uma seção dedicada para vídeos, permite incorporá-los em outros sites, tem suporte a transmissões ao vivo, entre outros. Mas ainda está faltando algo importante: 4K.

O Facebook confirmou ao TechCrunch que está testando uploads e visualização de vídeo em 4K. Algumas páginas e perfis já podem enviá-los e assisti-los no padrão UHD-1 2160p.

Você pode experimentar isso abaixo no computador: clique na engrenagem e depois em “2160p”. (No smartphone, ele fica limitado a 480p.)

Já não era sem tempo! O YouTube começou a experimentar reprodução de vídeo 4K em 2010. Isto foi aberto para um público mais amplo em 2014; enquanto transmissões ao vivo em 4K chegaram em 2016.

À medida que o Facebook investe em produções originais, concorrendo até mesmo com a Netflix, a resolução se torna um fator mais crucial. Vídeos de esportes e viagens, por exemplo, saem ganhando com os pixels extras.

Com informações: TechCrunch.

Facebook enfim testa suporte a vídeos em 4K

via Tecnoblog

Facebook finalmente começará a exibir vídeos em 4K na rede social

Disponíveis no YouTube há alguns anos, os vídeos em 4K finalmente estão chegando ao Facebook. A novidade já está funcionando em caráter de teste em algumas páginas e perfis, que já estão conseguindo fazer o upload de vídeos em 4K na rede social, além de assistir a outros com essa qualidade.

O Facebook vem investindo pesado em ferramentas e conteúdos em vídeo, uma vez que essa mídia é a tendência global na internet. Hoje mesmo, a empresa de Mark Zuckerberg ampliou as possibilidades de se fazer uma transmissão ao vivo no Instagram, que, agora, permite um Live com duas pessoas simultaneamente.

Na verdade, o suporte para a resolução 4K em vídeos ao vivo no Facebook começou em julho, mas somente quando enviados com essa qualidade. Para os vídeos-padrão, a qualidade era limitada em 720p. A partir de agora, para descobrir se o vídeo em exibição já tem a opção 4K de visualização, basta clicar no ícone da engrenagem em um vídeo postado no Facebook e verificar se a resolução 2160p já está disponível, conforme podemos ver na imagem abaixo:

Fonte: TechCrunch

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Vídeos com resolução 4K finalmente vão chegar ao Facebook

Demorou, mas pelo jeito está chegando – o Facebook deve, em breve, liberar a transmissão de vídeos em resolução 4K (padrão 2160p UHD-1). Segundo a reportagem do TechCrunch, a rede social já liberou o recurso para algumas páginas e usuários e deve, após uma fase de testes, liberar a ferramenta para todos.

Isso faz um sentido imenso para a rede social, que vem buscando seu espaço na internet como plataforma de streaming, já possuindo conteúdo próprio veiculado por meio do Facebook Watch, além de uma quantidade enorme de conteúdo que ainda não pode ser transmitido em 4K, com exceção dos vídeos do Live 360, que já aceitam essa resolução.

facebook 4k

Vale lembrar que o YouTube já trabalha com resolução 4K desde 2010 e liberou o acesso para criadores de conteúdo e espectadores no ano passado. Com o aumento do consumo de televisores em 4K e toda a conectividade e interatividade desses aparelhos com a internet, por meio desses players de mídia digital, a exigência pelo 4K não vai demorar a ser bem alta – e o Facebook está tentando tirar o atraso ainda a tempo.

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via Novidades do TecMundo

Snapchat agora permite gravar vídeos sequenciais de 60 segundos no Android

Um recurso do Snapchat que, até então, era oferecido apenas para usuários do iOS, acaba de chegar também para Android: alguns usuários já estão conseguindo publicar vídeos sequenciais de 60 segundos a partir do sistema do robozinho verde.

Para começar a publicar vídeos mais longos no Snapchat, basta manter o dedo pressionando o botão de gravação depois do limite inicial dos 10 segundos. Será indicado na tela que você já ultrapassou os 10 segundos, e um novo aviso será emitido a cada 10 novos segundos, até que 1 minuto seja completado, encerrando a gravação automaticamente.

No final da gravação, o usuário pode escolher remover alguma das partes de 10 segundos, se desejar, o que pode render vídeos com ares de edição criativos e divertidos. Também permanece possível incluir filtros, máscaras e textos em seu vídeo antes de ele ser compartilhado.

via Canaltech

Os segredos (e a paciência) por trás dos vídeos da Minicozinha

Minitalheres, um pequeno fogão à vela e ingredientes do tamanho de um grão de arroz: parece brincadeira, mas a união de tudo isso dá origem a comidas de verdade.

Estamos falando da Minicozinha Brasileira, uma série de vídeos que conquistou fãs (e haters) nas redes sociais ao produzir, em miniatura, receitas que variam desde a clássica feijoada até a idolatrada coxinha.

A página é um braço do Tastemade Brasil, que produz vídeos de receitas (em tamanho normal) e conquistou mais de 16 milhões de seguidores no Facebook. O sucesso foi tanto que a empresa decidiu abrir seu próprio café na cidade de São Paulo.

Na versão em miniatura, os dons culinários não são a única parte importante: é preciso pensar em receitas que dariam certo em tamanho micro e adaptar os ingredientes para essa proporção.

O processo é coordenado pela designer Fernanda Picoloto, produtora da Minicozinha e dona das mãos pacientes que aparecem nos vídeos.

Sem formação em gastronomia, ela diz que sempre gostou de cozinhar e ainda ironiza. “De qualquer forma, não existe uma formação para fazer minicomidas”, diz em entrevista ao site EXAME.

A produtora conta que não tem dificuldades para lidar e ter paciência com os alimentos pequenininhos – e que tudo ficou ainda mais fácil com a prática. Após todo o trabalho, ela também se diverte vendo os comentários nos vídeos.

“Acho engraçado que as pessoas comentam que não gostam ou que queriam quebrar as coisas, mas ainda assim assistem aos vídeos”, fala.

Não é preciso ir muito longe para ver que a observação é real. Em uma postagem de um miniespaguete com almôndegas, um usuário comenta: “Essa cozinha pitinininha me irrita tanto que eu vejo todos os vídeos!!”.

Já em uma receita de um minicafé da manhã japonês, outro usuário se expressa: “Eu adoro a minicozinha, só que sinto aflição de ver os vídeos e tenho vontade de pisotear tudo”.

Entre fãs assumidos e usuários confusos sobre seus sentimentos, a proposta também gera curiosidade: afinal, a Minicozinha realmente cozinha?

A resposta, a princípio, é sim: o pequeno fogão, que funciona alimentado pela chama de uma vela, é capaz de cozinhar os alimentos de verdade. Apesar disso, Fernanda revela que alguns “hacks” são necessários no caso das frituras e das receitas assadas.

Segundo ela, a chama não é suficiente para levar o óleo à temperatura necessária; por isso, ele é aquecido em um fogão convencional e levado depois à versão mini, que mantém sua temperatura.

No caso das receitas assadas, não há muito jeito: a minicozinha não tem um forno de verdade e é necessário colocar as comidinhas em um de tamanho real. O mesmo vale para a geladeira.

A produtora também explica que, na maioria dos casos, é possível manter a aparência dos ingredientes bem fiel à do tamanho original: uma folha de louro, por exemplo, pode ser cortada no formato de uma pequena folha.

Em outros casos, é necessário adaptar: na falta de minifeijões, foi necessário utilizar um grão amassado para fazer a versão de feijoada. Segundo ela, com exceção de algumas adaptações de última hora, nenhuma receita que eles tentaram produzir deu errado e deixou de ir ao ar.

O mistério sobre se a equipe sempre come as receitinhas depois da gravação também é respondido pela produtora.

“Às vezes eu até brinco e falo ‘acabou de sair um sonho, alguém quer?’, e alguém da equipe come para ver como ficou. Mas, às vezes, as coisas vão ficando para trás durante a produção e acabamos não comendo”. De qualquer forma, ela garante que as comidas realmente ficam com gosto idêntico à versão original.

 

Este conteúdo foi publicado originalmente em Exame.com

via Superinteressante

Apple anuncia Clips, app editor de vídeos para redes sociais

A Apple deve lançar no próximo mês um app gratuito para edição de vídeo chamado Clips, que mistura recursos do Snapchat e Instagram e oferece ferramentas interessantes, uma delas inédita. A ideia da empresa é facilitar a criação de seus próprios clipes para o compartilhamento em redes sociais. É como uma versão pocket do iMovie, só que para iPhone 5s e superiores, iPad (Air, Mini 2 e acima) e iPod Touch.

O conteúdo todo é gravado no formato quadrado semelhante ao Vine, para facilitar a veiculação horizontal ou vertical e o manuseio em dispositivos móveis. O uso é bem simples: basta pressionar e segurar o botão vermelho de captura para adicionar as sequências ao seu aparelho. Depois é só juntar as cenas e incluir efeitos e outras coisas.

Recursos

Uma das funcionalidades de maior destaque é o Live Tiles, que permite a você incluir textos ao vídeo por meio de voz, no exato momento em que desejar — até mesmo suas pausas e entonação. Essa ferramenta inédita, com suporte para 36 idiomas, deve ser o grande diferencial, já que nenhum editor integrado em redes sociais pode fazer isso.

Como o Clips não possui rede social, você é que decide por onde distribuir o conteúdo

As outras ações são semelhantes aos serviços já existentes, como filtros de imagem, adição de emojis e efeitos. Algumas pessoas que utilizaram estranharam a ausência de stickers e o fato do Clips não aceitar introdução de palavras da maneira convencional, com teclado virtual.

Ferramenta inédita Live Tiles permitirá incluir textos com a voz

Como o app não possui sua própria rede social, a distribuição fica por sua conta. Ele pode exportar ou compartilhar diretamente para outros aplicativos, a exemplo do Facebook, do Vimeo, do Instagram e do YouTube. Para exibir em outros serviços, como o Snapchat, é preciso abrir o software e então buscar no arquivo do aparelho ou na nuvem iCloud.

via Novidades do TecMundo

Apple se rende à descontração do Snapchat e lança Clips, seu novo app de vídeos

Apple Clips

A Apple amanheceu cheia de novidades nesta terça- feira (21). Depois de anunciar um novo iPad e um iPhone 7 vermelho, a empresa apresentou seu novo aplicativo de vídeos para dispositivos móveis, o Clips.

Inspirado na descontração do Snapchat, com seus filtros e sobreposições, o app é uma espécie de intermediário entre o iMovie e o Memories. A ideia aqui é combinar fotos, vídeos e música em um único lugar para criar vídeos divertidos de forma rápida e fácil para compartilhar em redes sociais como Facebook ou Instagram.

"O Clips oferece aos usuários de iPhone e iPad uma nova maneira de se expressar por meio de vídeos, e é incrivelmente simples de usar", disse Susan Prescott, vice-presidente de marketing de produto de aplicativos da Apple. "Os efeitos, filtros e os novos Live Titles que criamos para o Clips permitem que todos façam vídeos bonitos e facilmente compartilháveis com apenas alguns cliques."

Os Live Titles citados pela executiva é uma ferramenta que permite aos usuários criar legendas e títulos animados usando apenas sua voz. Os textos são gerados automaticamente conforme o dono do gadget dita, aparecendo na tela de forma sincronizada com a sua fala. O recurso terá suporte para 36 idiomas diferentes.

O grande diferencial do Clips é que ele foi o primeiro aplicativo de edição de vídeo criado pela empresa diretamente para sua plataforma móvel, sem possuir uma versão para desktops, o que torna a experiência mais nativa e intuitiva.

Apesar do anúncio, o Clips só estará disponível para download gratuito na App Store a partir de Abril. O app será compatível com dispositivos rodando o iOS 10.3, incluindo o mais novo modelo de iPad.

Fonte: Apple

via Canaltech

YouTube pede desculpas por ocultar vídeos com conteúdos LGBTQ+

Na última segunda-feira (20), o YouTube emitiu um comunicado em que pede desculpas pelos problemas que fizeram com que conteúdos LGBTQ+ fossem bloqueados por seu filtro de conteúdos. Ao acessar o site com o modo restrito ativado, muitos usuários se viram incapazes de assistir a vídeos relacionados a temas associados à comunidade.

No entanto, o pedido de desculpas não convenceu muitos YouTubers e produtores de conteúdo pela maneira como foi feito. “Vídeos LGBTQ+ estão disponíveis no Modo Restrito, mas aqueles que discutem assuntos mais delicados podem não estar”, afirmou a companhia. “Sentimos muito por qualquer confusão que isso pode ter causado e estamos cientes de suas preocupações”.

O motivo pelo qual a justificativa do serviço não foi aceita por todos é o fato de que os filtros estão barrando desde documentários sobre jovens transgênero até vídeos de casamento entre pessoas do mesmo sexo e tutoriais de maquiagem. Entre aqueles que criticaram a decisão está Tyler Oakley, YouTuber com 8 milhões de assinantes que teve bloqueado um conteúdo em que fala sobre pessoas que o inspiraram.

Sistema imperfeito

Uma posição semelhante foi adotada pelas cantoras Tegan e Sara, que afirmaram que muitos de seus vídeos simplesmente desaparecem quando o modo restrito é ativado. Já Rowan Ellis, que produz conteúdos sobre cultura pop, foi mais direta: segunda ela, a atitude do YouTube reforça “um preconceito dentro desse processo que associa pessoas LGBTQ+ com algo ‘não apropriado para a família’” .

Introduzido em 2010, o sistema permite que instituições e pessoas tenham uma experiência mais controlada dentro do site de vídeos, mas a própria empresa admite que ele não é perfeito. “Enquanto o sistema nunca vai ser 100% perfeito, conforme dissemos anteriormente, podemos e vamos fazer um trabalho melhor”, afirmou o YouTube em uma declaração ao BuzzFeed.

via Novidades do TecMundo

YouTube vai acabar com as anotações nos vídeos

YouTube no Android

O Google anunciou uma mudança importante em um dos seus principais produtos, o YouTube. A partir do dia 02 de maio, a opção de criar ou editar anotações em vídeos será desabilitada, mas os usuários ainda poderão excluir as notas já existentes.

O motivo para o fim do recurso está nos dispositivos mobile, uma vez que 60% do tempo de visualização de vídeos no YouTube acontece em dispositivos móveis. Em contrapartida, as notas só aparecem em desktops; então por que usar uma ferramenta que não vai atingir a maioria do seu público?

Em consequência dessa “invasão mobile”, o uso das anotações caiu 70% no site de streaming, e agora o Google recomenda que todos usem os Cards e as End Screens para inserir conteúdos interativos em seus vídeos. Os dois recursos geram sete vezes mais cliques no YouTube do que as anotações.

"De fato, os espectadores geralmente não gostam de anotações, e em média eles fecham 12 anotações antes de clicar em uma delas. E mais e mais espectadores fecham as anotações completamente", explica o Google.

Fonte: YouTube

via Canaltech

Instagram agora permite salvar vídeos após transmissões ao vivo

Atualização dará flexibilidade para o usuário salvar o vídeo e assisti-lo mais tarde. Entretanto, vídeos continuarão a desaparecer do app quando terminados

via IDG Now!

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