Xiaomi Mi 6: 5 prós e contras em relação aos concorrentes [vídeo]

Mi 6 é o smartphone mais avançado que a Xiaomi lançou até agora, chegando com especificações de ponta e um preço excelente para encarar a concorrência no mercado dos top de linha. Se você veio até aqui, então é porque está querendo saber mais sobre o smartphone para ver se ele realmente chama atenção entre os rivais atuais.

Agora que já fizemos um review completo do celular – que você pode conferir clicando aqui – , podemos apontar quais elementos do dispositivo se destacam positiva e negativamente. Quer saber quais são os principais pontos fracos e fortes do Mi 6? Então continue lendo.

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Versão do Sistema Operacional Android 7.1.1 Nougat
Tipo de Tela IPS LCD com 16 milhões de cores
Tamanho de Tela 5,15 polegadas
Resolução de Tela 1080 x 1920 pixels
Chipset Qualcomm MSM8998 Snapdragon 835
Memória RAM 6 GB de RAM
Armazenamento Interno 64/128 GB
Cartão de Memória Não
Câmera Traseira Dual 12 MP 27mm, abertura f/1.8, OIS 4-axis & 52mm, abertura f/2.6), 2x zoom ótico, detecção da face, autofoco
Capacidade de Bateria 3350 mAh
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Contra 1: câmeras piores do que o esperado

O Mi 6 vem com um sistema de câmeras duplas na traseira, e a Xiaomi prometeu que o aparelho faria fotos excelentes. Essa promessa realmente foi cumprida pela empresa, mas só se você estiver em condições perfeitas de iluminação ou souber mexer muito bem com o modo manual.

Por mais que as fotos tiradas sob a luz do sol realmente saiam muito boas, ambientes à meia-luz ou cenas noturnas acabam ficando bem ruinzinhas no modo automático. E a história se repete na hora da selfies, com fotos boas de dia e péssimas de noite. Não dá para negar que as câmeras do Mi 6 são uma evolução em comparação com outros aparelhos da Xiaomi, mas elas tão longe de conseguir encarar rivais como Galaxy S8Xperia XZ Premium e OnePlus 5, entre outros.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Contra 2: sem entrada para fone de ouvido

A Xiaomi resolveu seguir o caminho da Apple e da Motorola e eliminou a entrada de fone de ouvido do Mi 6. No lugar disso, o aparelho vem na caixa com um daqueles acessórios que convertem a entrada USB Type-C em um conector P2 para fones. O problema é que além de ser fácil perder esse tipo de adaptador ou esquecer ele por aí, isso impossibilita a utilização de um headphone comum durante a recarga do celular. Ou seja, se você não tem um fone bluetooth e não pretende comprar um, então a falta do plug pode ser um problema.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Contra 3: não é à prova-d’água

Mesmo abrindo mão do conector de fone de ouvido, o Mi 6 não é à prova-d’água. O smartphone consegue sim resistir a respingos, mas não possui a certificação necessária para sobreviver a mergulhos sem apresentar danos no curto ou longo prazo. Como muitos rivais no mercado de tops de linha têm essa capacidade, essa é uma desvantagem do Xiaomi.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Contra 4: sem assistência técnica autorizada

Se você resolver encarar os longos tempos de importação, ainda vai ter que lidar com o fato de que o Mi 6 não conta com assistência técnica especializada aqui no Brasil. Como a Xiaomi não atua mais por aqui, você vai ter que se virar se o aparelho tiver algum problema. Lojas como a GearBest aceitam a devolução do dispositivo se ele vier com defeito, mas você vai ter que ficar esperto para não perder o prazo.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Contra 5: risco da Shop ROM

Importar um smartphone da Xiaomi significa correr também o risco de ter que lidar com uma versão não oficial do sistema operacional. Conhecida como Shop ROM, essa variante da MIUI é baseada no software original chinês e pode causar um monte de problemas diferentes no celular, desde erros de tradução até defeitos mais graves.

Como você não vai poder contar com uma assistência técnica oficial, se o seu Mi 6 vier com esse tipo de problema, você vai acabar tendo que resolver isso por conta própria. Para ajudar, nós fizemos um tutorial ensinando a identificar e substituir a Shop ROM, então é só clicar aqui se você estiver precisando.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Pró 1: poder de fogo de sobra

O Xiaomi Mi 6 vem com o processador mais poderoso que a Qualcomm oferece atualmente, o Snapdragon 835. Além disso, o smartphone também tem nada menos do que 6 GB de memória RAM. A combinação é mais do que o suficiente para dar poder de fogo de sobra para o celular conseguir rodar todo e qualquer aplicativo com muita velocidade e sem o menor sufoco, mesmo se incluirmos aqui os games mais pesados.

O smartphone tem versões com 64 ou 128 GB de armazenamento, o que dá bastante espaço para você usar. Mas é bom escolher bem qual variante você prefere, porque o Mi 6 não tem entrada para cartões micro SD.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Pró 2: design caprichado

A Xiaomi preparou o Mi 6 com duas variantes diferentes no quesito design. Por mais que as linhas do aparelho sejam bem parecidas, os materiais utilizados mudam bastante. A variante que recebemos aqui para testar foi a preta, com corpo de vidro e laterais em aço. Nesse material, o dispositivo também está disponível em branco e azul – e nessa última cor ele parece ficar ainda mais bonito.

Além do modelo de vidro, o Mi 6 também tem uma opção mais luxuosa, com o corpo feito de cerâmica preta polida e detalhes feitos de ouro legítimo 18 quilates. O resultado dessa combinação é bem parecido com o que vimos no Xiaomi Mi Mix, que é um aparelho muito bonito.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Pró 3: protegido direto da caixa

Se você ficou preocupado com os corpos de vidro ou de cerâmica, saiba que a Xiaomi se antecipou para não deixar o smartphone completamente exposto ao risco de danos em caso de quedas. A fabricante incluiu uma capinha para o Mi 6 dentro da caixa. O acessório tira um pouquinho o impacto visual do dispositivo, mas com certeza ajuda a mantê-lo mais protegido.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Pró 4: alto-falantes estéreo

Enquanto a maioria do smartphones chineses sofrem com o estigma de terem sistemas de som péssimos, o Mi 6 resolveu parte do problema incluindo um speaker frontal, que se soma a outro na parte de baixo para oferecer áudio estéreo. A qualidade sonora é boa e só há um pouco de distorção nos volumes mais fortes – e você pode ver vídeos tranquilamente no modo paisagem sem abafar o som com a mão.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

Pró 5: preço ótimo

Um dos pontos em que o Mi 6 realmente se destaca dos outros top de linha é o preço. Sem contar as promoções que rolam praticamente o tempo todo na GearBest, dá para encontrar a versão de vidro com 64 GB de armazenamento por lá com o preço de US$ 540, enquanto a variante também de vidro, mas com 128 GB de espaço interno sai por US$ 720. Já o modelo de luxo, feito em cerâmica e com 128 giga, custa US$ 813 sem descontos.

Se convertermos esses valores para a nossa moeda e adicionar os 60% de impostos, que é o máximo que pode ser cobrado, essas três versões chegam respectivamente pelos preços máximos de R$ 2.708, R$ 3.613 e R$ 4.078. No entanto, se considerarmos que o mais comum é a taxa de alfândega ficar perto de R$ 200, os valores que você pagaria por esses aparelhos seriam mais próximos a R$ 1.893, R$ 2.458 e R$ 2.749 – o que já é bem melhor do que a concorrência. E isso sem contar com as promoções, que fazem os celulares ficarem mais baratos ainda.

Prós e Contras do Xiaomi Mi 6

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Mas e aí, o que você achou dos prós e contras do Xiaomi Mi 6? Manda a sua opinião nos comentários abaixo e, se tiver afim dele, dá uma olhada nos links a seguir para encontrar alguns descontos legais.

Opções de compra

Xiaomi Mi 6

Galaxy S8

Xperia XZ Premium

OnePlus5

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YouTuber mostra iPhoneX funcionando… e vídeo é removido pela Apple

Quem não via a hora de ver o cobiçado iPhone X em ação pôde ter um breve gostinho disso: a YouTuber norte-americana Brooke Amelia Peterson chegou a revelar o produto funcionando em parte de um vídeo veiculado nesta terça-feira (24). Ela teve acesso porque seu pai trabalha na Apple, mas… o conteúdo, claro, foi removido pela própria Maçã.

A “demonstração” exibia o que a companhia já havia adiantado, como a ausência do botão físico Home, o display OLED de 5,8 polegadas com cantos arredondados e corte para abrigar a câmera frontal e sensores.

iPhone X Apple

A “demonstração” incluía também um bem-sucedido pagamento via Apple Pay, o reconhecimento de usuário via Face ID e o visual do serviço de notificações, com direito a um tópico com dicas para quem está começando a utilizar o aparelho.

iPhone X Apple

Quem não conseguiu ver enquanto o material estava no ar, vai ter mesmo que esperar até o lançamento nos Estados Unidos, previsto para a próxima semana, no dia 3 de novembro. Ainda não há previsão da chegada do gadget por aqui, contudo a expectativa é de que ele esteja disponível para os brasileiros até o Natal.

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Cidade holandesa ganha ponte para ciclistas impressa em 3D [vídeo]

Já faz algum tempo que impressoras 3D deixaram de estar limitadas a criar objetos pequenos, tornando-se recentemente capazes de erguer até mesmo casas para o público – e em espaços de tempo bastante curtos. Por isso, não deve ser exatamente surpresa descobrir que uma cidade da Holanda chamada Gemert resolveu colocar essa tecnologia em uso para criar algo bastante útil: uma ponte para ciclistas.

Contando com 8 metros de comprimento, a estrutura, criada por pesquisadores da Universidade Eindhoven, segue um design extremamente resistente, contando com um interior reforçado em aço e nada menos do que 800 camadas de concreto. Fazer ela não foi nada fácil: o processo todo utilizou uma técnica de impressão 3D que usa cabos de aço para a criação do concreto, e levou nada menos do que três meses para ser projetado.

Você pode conferir parte do projeto em andamento através do vídeo abaixo:

Os esforços, no entanto, certamente valeram a pena, já que a ponte foi capaz de resistir a um peso de cinco toneladas e a expectativa é de que a estrutura possa ser usada por ciclistas por 30 anos ou mais. Não apenas isso: sua fabricação gerou muito menos CO2, visto o fato de ela não desperdiçar cimento (algo bem diferente do dispendioso processo normal) e é quase três vezes mais rápido do que os meios comuns.

É importante notar, por fim, que essa ponte é apenas o começo. Com o conhecimento adquirido dessa construção, os pesquisadores têm planos de erguer estruturas ainda maiores com seu método de impressão, incluindo cinco casas que serão ocupadas, quando terminadas.

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A historia da GoPro, a marca radical das action cams [vídeo]

Quando você vê uma daquelas câmeras pequenininhas no capacete de alguém ou em vídeos de esportes radicais, você logo fala que é uma GoPro. Pode até não ser, mas não tem jeito: essa marca criou todo um novo mercado e virou sinônimo de um produto.

E é sobre essa empresa jovem, mas cheia de coisa pra contar, que a gente vai falar nesse capítulo da série de história da tecnologia. Você vai descobrir abaixo como ela começou, por que foi tão importante para o mercado da fotografia e qual a situação atual da marca.

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Encontrando uma necessidade

Tudo começa em 2001 com Nick Woodman, um empreendedor apaixonado por surfe e tão radical, descolado e descontraído quanto a companhia que ele iria criar. Depois da faculdade, ele tentou abrir duas empresas, uma de eletrônicos e outra de games online que davam prêmios aos jogadores. Nenhuma deu certo, mas ele não era de desistir fácil.

Pessoas na frente de um carro.Woodman com o pai na clássica van da família.

Em uma viagem pra curtir umas ondas em praias de Austrália e Indonésia, ele teve a ideia de acoplar uma pequena câmera em uma pulseira de borracha no pulso pra registrar o momento.

Lá, ele percebeu que muita gente tinha essa vontade de registrar atividades mais extremas. Ele notou também que o equipamento disponível nesse mercado era muito limitado.

Você não podia filmar direito você mesmo, precisava de algum cinegrafista amador ou não. As câmeras eram caras ou frágeis demais e não existia esse pacote completo portátil e resistente. Celular impermeável ou com imagem boa? Isso era coisa pra anos no futuro. Nascia aí a ideia básica da GoPro, que tem esse nome porque ela faz qualquer pessoa se sentir um profissional.

A solução na palma da mão

A empresa foi fundada em 2002 sob o nome de Woodman Labs. O dinheiro veio tanto de vendas de pulseiras e artesanatos que a esposa fazia, e que Nick vendia na sua própria van, quanto de um empréstimo do pai. Ele então passa os dois próximos anos montando protótipos, falando com possíveis fornecedores da China e fazendo testes.

Em busca de um parceiro, ele até tentou licenciar as pulseiras pra Kodak, pra que ela fabricasse câmeras que casassem bem com a tecnologia. A Kodak rejeitou, uma ação que permitiu que a GoPro voasse sozinha e explica bem porque a Kodak tá onde tá nos dias de hoje. A gente já contou a trajetória dela aqui no canal.

Um braço com uma GoPro.O primeiro modelo de GoPro

Em setembro de 2004, a empresa lança o primeiro produto. A Go Pro HERO não era digital, usava um filme de 35 mm pra 24 fotos, só podia ser acoplada no pulso e custava 22 dólares. O CEO até apareceu num programa de TV dos Estados Unidos tipo Polishop pra tentar vender alguma coisa e num evento vendeu 100 câmeras de uma vez pra uma empresa japonesa. Foi a primeira grande venda da GoPro e, em 2005, a arrecadação já era de 350 mil dólares.

Expansão radical

Já nesse começo, a GoPro entende que ela tem público fora d’água também, em ciclismo, paraquedismo, skate e muito mais. E a segunda geração da HERO é também a primeira digital. Ela filma clipes de só dez segundos em qualidade VGA e tem sensor de 3 megapixels pra foto. A Digital Hero 3, de 2007, foi a primeira com áudio.

Uma GoPro.O modelo Digital Hero 3.

Parece meio jurássica? Bom, era, mas a GoPro de novo saiu na frente porque as concorrentes não ofereciam algo compacto ou parecido pro público dela. E o YouTube, que vai ser muito importante pra empresa, tinha acabado de ser comprado pela Google começava a bombar.

O ano de 2008 é cheio de grandes momentos pra marca. Para começar, Woodman entra em uma crise de confiança e quase vende a empresa pra um fundo de investimento, mas a crise econômica daquele ano baixa os valores da proposta e ele acaba recusando a oferta final.

O poder da comunidade

Foi uma excelente escolha, já que naquele ano ele faria 8 milhões de dólares em venda. Além disso, foi a estreia da Digital Hero 5, a primeira com uma lente wide pra capturar imagens mais panorâmicas. Foi aí também que a GoPro começa a incentivar o uso de acessórios pra acoplar as câmeras em qualquer lugar, tipo capacete, bicicleta e por aí vai.

Uma captura de tela do PC.Alguns exemplos do canal da GoPro no YouTube.

Agora sim, a GoPro cria e expande sozinha o mercado de câmeras e acessórios de acoplagem pra filmar de forma compacta e segura a prática de esportes radicais, turismo ou até mesmo de atividades do cotidiano. No YouTube, são mais de cinco milhões de inscritos no canal oficial, sem contar os vários atletas que postam vídeos gravados com uma delas.

O legado do herói

Em 2010, a GoPro Hero HD tira o digital do nome e abraça os vídeos em 1080p. A BestBuy começa a vender as câmeras e esse vira um dos melhores anos da empresa, com o produto no ápice da popularidade. Uma versão acessível chamada GoPro Hero 960 também sai.

A sucessora Hero2 tem como novidade a filmagem em ambientes de baixa luminosidade ou à noite. De 2012, a Hero3 é um divisor de águas, já que inicia várias características que viraram marca registrada. Pra começar, ela agora sai em três cores: branca, preta e prata, com pequenas diferenças técnicas entre si e com a White sendo o modelo de entrada.

Uma captura de tela do PC.Um banner da época do lançamento dos três modelos.

Elas têm WiFi embutido e vão ficando cada vez menores e mais leves a cada geração. Ela é sucedida pela 3 Plus, com bateria melhorada e um sistema de redução do barulho do vento nas filmagens. O formato 4K já era suportado pela 3+ Black Edition, mas sob uma baixa taxa de fps.

Nesse ano de 2012, a taiwanesa Foxconn investe 200 milhões de dólares na GoPro por cerca de 8% da marca. Woodman vira então um bilionário e a empresa atinge um novo patamar.

A geração Hero4 sai no formato Black e Silver com novidades que incluem Bluetooth. A Silver ainda ganha alto-falante e tela LCD. Já oferta pública de ações da GoPro acontece em 2014 e é um sucesso, com a empresa querendo ir além só das action cams.

Ela começa a comprar startups de mídia e edição ou produção de vídeo e um dos resultados disso é o serviço GoPro Studio pra tratar os clipes gravados.

Uma captura de tela do PCO software GoPro Studio.

O ano de 2015 marca a introdução de novos modelos. O Hero+ e Hero+ LCD começam a ser vendidos no mesmo ano. A Hero+ é parte da linha de entrada e saiu por 199 dólares, metade que os top de linha. Ela é um pouco melhor que a Hero comum, essa sim pra quem tá começando na área ou não quer gastar tanto. O modelo LCD tem uma tela melhorada com mais comandos de navegação.

Ainda neste ano, a Hero 4 Session inaugura o segmento de câmeras compactas e um pouco mais em conta. Ser menor, ter o formato de cubo e a impermeabilidade sem precisar de uma caixinha separada são os destaques. Ela ganha uma versão 5 Session um ano depois.

A GoPro Session.A GoPro HERO Session.

A Hero5 Black, de 2016, aprimora o sensor e aceita captura de fotos em formatos como RAW e WDR, sem contar o GPS integrado, suporte pra áudio estéreo e comandos de voz. O modelo mais recente é o Hero6 Black. Ele faz gravação a 4K e 60 quadros por segundo, uma combinação inédita e poderosa.

Lidando com a crise

Só que a situação não fica tão boa assim a partir de 2015. As vendas caem radicalmente, o público exige melhorias mais perceptíveis nos novos modelos e a concorrência começa a bater na porta. Resultado? Nos dois anos seguintes, algumas centenas de funcionários são dispensados pra reduzir custos.

Neil Dana surfando.Neil Dana.

E aí acontece um negócio bem maluco com Neil Dana, amigo de anos do CEO Nick Woodman e primeiro funcionário contratado da GoPro. Em 2005, Woodman prometeu que o colega teria 10% das ações da empresa em algum momento. Ele cumpriu isso 10 anos depois e tirou o dinheiro da própria fatia. O Dana gastou 3 milhões e meio pra comprar as ações, que estavam avaliadas em 230 milhões de dólares.

Mercados paralelos

A GoPro também entrou no mercado de drones com o Karma. Também de fabricação própria, ele saiu em outubro de 2016. O modelo é acessível, mas tão estável quanto os profissionais. E claro que a GoPro acoplável é outro grande trunfo. Só que o drone sofreu um recall semanas depois de lançar, e no início de 2017, a comercialização voltou de forma limitada. 

Um drone com controle remoto.O drone Karma.

Tem ainda o Karma Grip, um estabilizador de imagem pra deixar filmagens mais precisas mesmo com movimentos bruscos. Pro mercado de realidade virtual, o produto dela é o GoPro Omni Kit, que precisa de seis Hero 4 Black pra gravar em 360º. E a gente não pode se esquecer da Seeker, uma mochila com suportes pras câmeras em diferentes partes do corpo.

O que empolgou a galera recentemente é a GoPro Fusion, uma câmera 360 cheia de recursos. Um deles é transformar os vídeos esféricos em imagens 2D. Ele se chama OverCapture, é cheio de efeitos e tem um sistema bem intuitivo de edição e pós-produção.

Um homem em cima de um skate

E por aqui? A GoPro já teve representação oficial no Brasil e vende as câmeras por aqui. Ela fechou em 2014 uma parceria com a Flextronics pra fabricar os produtos da marca em Sorocaba.

A GoPro fez o trabalho tão bem que abriu caminho pra outras marcas lançarem produtos parecidos de baixo custo. O mercado agora é bem disputado, inclusive com smartphones à prova d’água, e marcas como Xiaomi, TomTom, YI, Garmin e muitas outras aproveitaram.

Se você quiser ver a história de outras empresas contadas aqui no TecMundo, é só deixar a sugestão nos comentários. Confira abaixo as que já apareceram neste quadro:

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5 editores de vídeo gratuitos para Linux

Fazer edições de vídeo não é privilégio apenas de usuários de Windows ou Mac. Já são diversos os programas que permitem a criação e a edição utilizando o Linux, com os mesmos recursos dos outros sistemas operacionais. Confira abaixo uma lista com cinco dos melhores programas para usuários de Linux!

1. OpenShot

O OpenShot é um editor de vídeos de código aberto para Linux que permite uma edição rápida e prática. Além de fazer criações do zero ou a partir de um projeto pronto, o programa é compatível com os mais variados formatos que sejam baseados em FFmpeg.

O programa permite a utilização de efeitos de áudio e vídeo, animações em 3D, slow motion, entre outros.

2. Cinelerra

Com a utilização das funções da biblioteca OpenGL, o Cinelerra é capaz de editar áudio e vídeo no Linux com diversas ferramentas.

De interface prática e intuitiva, o Cinelerra funciona como uma ótima alternativa para os usuários de Linux que trabalham com edição.

3. Vivia

Vivia é um editor de vídeo fácil de usar tanto para o uso pessoal quanto para o trabalho. Ele se destaca dos outros editores para Linux em virtude da possibilidade de editar imagens de câmeras diferentes simultaneamente.

4. Blender

Usuários de Linux também podem trabalhar com modelagem 3D. Com o Blender é possível fazer criações tridimensionais, além de texturização, renderização e edição não linear.

Também é possível criar jogos usando o Blender. Suas ferramentas permitem simulações interativas sem a necessidade de outros programas.

5. PiTiVi

PiTiVi é um programa escrito na linguagem de programação Phython e com base nas bibliotecas GStreamer e Gtk+. O editor conta com diversos plugins para deixar a sua edição ainda mais personalizada.

Também com interface prática e intuitiva, o PiTiVi permite a utilização dos efeitos mais variados, entre outras ferramentas, trazendo profissionalismo aos seus projetos.

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iPhone X branco é visto em funcionamento por usuário em vídeo

Estamos a alguns dias do lançamento do iPhone X, mas parece que algumas pessoas já deram um jeito de colocar suas mãos em um desses aparelhos. Um exemplo deles é o usuário anonymousdave52 que, através do Reddit, revelou um vídeo com o smartphone em mãos – este na cor branca, como é possível notar brevemente – funcionando normalmente.

Infelizmente, a exibição dura apenas nove segundos, mas ela já é suficiente para nos dar uma boa ideia de como é a experiência no aparelho. Como alguns notaram, o vídeo também mostra que há alguns ajustes de interface a serem feitos em apps como o Instagram, que acabaram não ficando perfeitamente alinhados devido ao formato incomum da nova tela da Maçã. Não como se isso não fosse ser rapidamente corrigido com o lançamento do smartphone.

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Vale notar, é claro, que essa não é a primeira vez que temos alguém colocando as mãos em um iPhone X antes da hora. Fotos de algumas pessoas utilizando o suposto aparelho já surgiram nos últimos tempos; essa, no entanto, é a primeira vez que temos o celular surgindo em vídeo, então é difícil não ficar animado com a chance de poder usar o aparelho de uma vez.

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Google Pixel 2 sofre em seu teste de resistência [vídeo]

Chegou a hora do famoso canal de youtube JerryRigEverything colocar nada menos do que o poderoso Google Pixel 2 no teste de resistência. Então você já sabe bem o que esperar: pode se preparar para arranhões, queimaduras e outros maltratos que não são para os mais fracos do coração.

No teste, que você pode conferir no vídeo abaixo, o novo Pixel começou trazendo resultados dentro do esperado, mas bastante satisfatórios. Contra arranhões na tela e nas lentes da câmera, o smartphone resistiu exatamente como qualquer outro aparelho com Gorilla Glass 5, apresentando estragos apenas contra níveis de dureza de 6 ou mais.

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Infelizmente, a história é outra com relação à carcaça do aparelho. Embora sua estrutura em alumínio prometa aguentar bem, o revestimento plástico usado no Pixel 2 é destruído com extrema facilidade – o que é extremamente comum de praticamente todo o aparelho a contar com esse material. Para piorar, o sensor de digitais é inutilizado caso seja arranhado, então você vai ter que tomar cuidado dobrado com ele.

Resistir às chamas também não foi exatamente fácil para o Pixel 2. Embora sua tela tenha resistido por 15 segundos antes de apresentar problemas, ela não voltou ao normal mesmo após o sistema resfriar.

Quanto ao teste de dobras… Bem, lembra do vergonhoso caso do Nexus 6P? O Pixel 2 não foi ruim como ele, mas por pouco: assim como seu antecessor, o novo smartphone dobra com grande facilidade no ponto logo abaixo da antena, ganhando uma curva considerável. A boa notícia é que ele ao menos não deixa de funcionar, e também resiste bem quando forçado para a direção contrária.

O resumo de toda a história? “A Google acabou de montar um celular que vai contra tudo o que o Android costumava representar”, disse o youtuber.

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5 dos melhores editores de vídeo gratuitos para Mac

Profissionais que trabalham com edição de vídeo já sabem que o Mac é o computador mais apropriado para a função. As máquinas da Apple, normalmente, já são montadas com base nisso, apresentando uma configuração com tudo de que um editor precisa.

Entre os programas de edição de vídeo mais populares para Mac estão o Adobe Premiere, o Final Cut e o After Effects. Eles não são baratos, mas felizmente existem algumas alternativas tão boas quanto e gratuitas.

Confira abaixo 5 dos melhores editores de vídeo gratuitos para Mac!

1. DaVinci Resolve

O DaVinci Resolve conta com a opção paga e a gratuita. A versão sem custo é mais básica, obviamente, mas é tão boa quanto. O programa oferece ao usuário a chance de usar ferramentas poderosas, resultando em um trabalho final com imagens de alta qualidade.

O software pode ser usado para começar um projeto do zero, mas também é possível importar arquivos do Premiere e do Final Cut. Assim como esses programas, o DaVinci Resolve permite o uso de ótimos efeitos para deixar o seu vídeo profissional.

2. Blender

O Blender é ideal para usuários avançados e profissionais de modelagem em 3D. O programa, que funciona em código aberto, possibilita a edição 3D com a forma de modelamento pipeline, ou seja, manipulação, animação, simulação, renderização, composição, rastreamento de movimento, edição de vídeo e criação de jogos.

Além disso, o profissional pode construir os seus próprios objetos e animações, editando e mixando arquivos de áudio na mesma interface. O Blender ainda consegue salvar seus arquivos nos mais diversos formatos.

3. Lightworks

O Lightworks é um editor de vídeo para profissionais mais avançados. O programa oferece vários recursos incríveis; prova disso é que ele já foi usado por editores de Hollywood.

Entre os filmes já produzidos com o Lightworks estão “O Lobo de Wall Street”, “Pulp Fiction” e “O Discurso do Rei”, vencedor do Oscar.

4. Jahshaka

Antes conhecido como CineFX, o Jahshaka é um editor capaz de criar projetos em 2D, animações em 3D, composição, correção de cores e efeitos de vídeo. O programa é bastante comparado ao After Effects, da Adobe, por entregar basicamente os mesmos recursos, que são bastante poderosos.

Recentemente, os desenvolvedores do programa anunciaram a entrada no mercado da realidade aumentada, com o lançamento de um toolkit chamado Jahshaka VR.

5. VideoLan Movie Creator

O VideoLAN Movie Creator é um editor mais básico, mas não foge da proposta dos citados acima. O programa oferece a possibilidade de criar projetos do zero, com padrão alto de qualidade.

De interface prática e intuitiva, o VideoLan pode ser comparado com grandes editores, como o Adobe Premiere, nos aspectos mais básicos.

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Confira o primeiro vídeo aéreo em 360 graus da Coreia do Norte

Ame ou odeie, a Coreia do Norte certamente é um dos países mais fascinantes do mundo justamente por seu isolamento em relação ao resto do mundo. Pouco sabemos sobre essa nação no mundo ocidental além dados gigantescos desfiles militares exibidos pelos canais estatais de televisão e os problemas diplomáticos – principalmente com os Estados Unidos – que colocam nos holofotes o líder supremo da República Popular Democrática da Coreia Kim Jong-um.

A ideia era registrar um vídeo de Pyongyang, a capital da Coreia do Norte, como uma cidade comum

Com o aval do próprio governo norte-coreano, o fotógrafo de Singapura Aram Pan capturou imagens aéreas feitas com uma câmera de 360 graus instalada em um monomotor. A ideia era registrar um vídeo de Pyongyang, a capital da Coreia do Norte, como uma cidade comum – algo muito distante da imagem que o coletivo do mundo inteiro tem do país.

O vídeo foi publicado pelo site NKNews.org, uma organização que tem como objetivo disponibilizar dados profissionais e acadêmicos sobre a Coreia do Norte. Confira a seguir, no vídeo que pode ser controlado para exibir imagens em 360 graus e em resolução de até 4K, a beleza e a estranheza da capital de um dos países mais misteriosos do mundo:

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Com gráficos 4K, StarCraft Remastered é oficialmente anunciado [vídeo]

Fãs das antigas da Blizzard, podem começar a comemorar. A empresa acaba de anunciar a chegada de nada menos do que StarCraft Remastered. Como você já deve imaginar, trata-se de uma nova versão do aclamado RTS de ficção científica da empresa adaptada para os gráficos de alta resolução – mais exatamente, com suporte a 4K – e com algumas outras novidades interessantes.

Como não poderia deixar de ser, o game foi adaptado para a jogatina multiplayer moderna. Ou seja: pode dar adeus às limitações de enfrentar os amigos apenas via LAN, pois agora também há como enfrentá-los online como em qualquer jogo dos últimos anos. Junto disso, StarCraft Remastered também ganhou interlúdios contados na forma de quadrinhos, bem como diálogos e trilha sonora totalmente refeitos.

Quanto à jogabilidade em si? Bem, está aí uma boa notícia para os puristas da série, pois a remasterização não vai mudar em absolutamente nada nesse sentido. Para ver mais de como o game ficou, basta conferir o trailer oficial trazido pela Blizzard logo abaixo:

Se você ficou animado com as novidades, então é só esperar. Embora não tenha trazido uma data específica, a Blizzard prometeu StarCraft Remastered nos PCs e Macs para o verão norte-americano de 2017; isso, por sua vez, quer dizer que veremos o título chegando no meio do ano – o que, convenhamos, não é tanto tempo assim para quem já teve que esperar quase 20 anos para rever o título original refeito.

Via TecMundo Games.

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