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Apple contrata especializados na tecnologia fotossensível QuantumFilm

As câmeras do iPhone sempre foram destaque nos smartphones da Apple e com o aumento do poder da concorrência a companhia sempre está de olho em uma forma de melhorar essa categoria. E as movimentações do mercado indicam que ela segue essa estratégia: a Gigante de Cupertino contratou profissionais e que antes faziam parte do quadro da InVisage, especializada em uma tecnologia fotossensível denominada QuantumFilm.

A investigação sobre o discreto interesse da Maçã na InVisage começou com o blog Image Sensors of the World, que havia recebido a dica de três fontes anônimas, das quais duas confirmaram a compra da empresa pela Apple foi fechado em julho. Para comprovar os boatos, a página destacou que a InVisage removeu informações sobre perfis de seus empregados e não é mais parceira da Nokia Growth Partners e InterWest Partners.

QuantumFilm AppleComparação feita pela Invisage com um iPhone 6 e uma câmera com QuantumFilm, ambos em movimento

LinkedIn lista pelo menos seis funcionários da Apple que antes trabalharam na Invisage e dois deles entraram neste ano. O engenheiro de hardware Nail Khaliullin é o mais recente, mudou de ares em julho — a mesma data dos rumores ventilados anteriormente. Ainda não dá para saber com certeza se a transição foi somente de pessoal ou se a firma inteira foi comprada pela Apple.

QuantumFilm tem maior alcance dinâmico

Mas por que esse interesse na Invisage? Bem, eles fizeram parte do grupo capitaneado por Ted Sargent, professor de nanotecnologia da Universidade de Toronto. Sargent liderou pesquisas sobre o chamado QuantumFilm: pontos de revestimento quânticos extremamente sensíveis à luz.

Ao depositar QuantumFilm nas microlentes, é possível captar imagens a uma distância maior, incluindo os detalhes de áreas mais claras e escuras — um alcance dinâmico (ou High Dynamic Range — HDR) três vezes maior do que as tecnologias utilizadas nas câmeras atuais, segundo a Invisage.

A Maçã com certeza poderia aplicar a novidade em seus produtos, para otimizar os resultados. A companhia não comentou nada a respeito. Confira um vídeo sobre os recursos do QuantumFilm:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=WpfIHdn1Df0?start=0]

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via Novidades do TecMundo

Executivas brasileiras dizem como é ser mulher no mercado de tecnologia

O debate sobre a inclusão de mulheres na tecnologia anda tão aquecido que o evento sobre o assunto “Should I Stay or Should I Go?”, realizado pela CA Technologies, esgotou numa velocidade à la show do U2. Um grupo de 130 pessoas se reuniram no Google Campus para ouvir histórias de quatro chefonas de TI em grandes empresas. E, cara, a gente riu, chorou e saiu de lá feliz. Daí fizemos uma seleção das best quotes para trazer até você, leitor :

“Eu estava no final da gravidez quando uma empresa israelense me contratou para um projeto. Eles não imaginam o quanto aquilo foi importante para mim: ter encontrado pessoas que olhavam para uma profissional e não para uma barriga.”
– Ana Paula Milani, gerente de software da Cielo

“Eu fui procurar fotos do começo da minha carreira em TI e percebi que, em todas, eu estava vestindo camisa e calça social. A gente tinha de se vestir de menino para trabalhar. Se a gente fosse de vestido, ou a gente era [da área] comercial ou era outra coisa que não pode falar aqui. O que eu aprendi é que a gente precisa encontrar empresas que tenham fit cultural conosco, que nos deixem ser nós mesmas.”
– Andrea Cabeça, superintendente de qualidade e testes do Itaú Unibanco

“Meu marido é autônomo, então era ele quem levava as crianças ao médico, ia ao supermercado. A gente achou uma forma de dividir as tarefas, mas não era o padrão. E eu me via muitas vezes pensando: será que isso tá certo? Mas toda a vez que eu realmente parava para pensar sobre o assunto, eu chegava à conclusão de que sim, tá certo.”
– Alessandra Bomura, CIO da Telefônica Vivo

Curtiu o texto? Saiba que isso é só um gostinho do que é publicado diariamente na newsletter do The BRIEF, que traz as principais notícias do mercado de tecnologia pra você, todas as manhãs. É serious, é business, mas com um jeitão bem descontraído (#mozão). Pra assinar, é só clicar ali -> aqui.

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Empresas de tecnologia se unem para tornar Internet das Coisas mais segura

Não há como negar que, por maior que seja o potencial da Internet das Coisas, essa é uma daquelas tecnologias que simplesmente não está vingando no mercado. O motivo é um só: os sistemas usados nessas plataformas são pouquíssimo seguros, deixando sua privacidade em risco (e isso para falar o mínimo).

A famosa fabricante de chips ARM, no entanto, quer mudar esse quadro. Assim, unindo-se a várias outras empresas de tecnologia – incluindo Google, Cisco, Symantec, Azure e Vodafone –, a companhia lançou o Platform Security Architecture (PSA), um framework para dispositivos IoT focado na segurança. Você pode conferir a lista completa na imagem logo abaixo:

Lista de empresas parceiras

Vale notar que o principal componente usado no PSA é o “Firmware-M”, uma referência em código aberto para sistemas Armv8-M que a companhia deve trazer no começo de 2018. Não limitada a isso, a plataforma também deve oferecer modelos de ameaça, análises de segurança e especificações de arquitetura de hardware e firmware para auxiliar os desenvolvedores da plataforma.

Isso tudo leva a uma pergunta óbvia: será que isso vai ser suficiente para tornar os aparelhos IoT realmente mais seguros? E será que o público ainda vai se arriscar a tentar usar essas tecnologias? Infelizmente, não temos como saber por enquanto, mas torçamos que a resposta para ambas seja “sim”.

via Novidades do TecMundo

Doze livros de ficção científica que anteciparam o futuro da tecnologia

Carros autônomos, robôs, drones, realidade virtual, roubo de identidade.. o grande irmão. Essa lista para o Dia do Orgulho Geek explica o futuro e muito mais

Se você vive nesse universo de transformação digital, inovação e singularidade, possivelmente parou para pensar, mais de uma vez, que a realidade anda com o hábito de imitar com bastante precisão a ficção científica, seja dos filmes ou dos livros. 

Carros autônomos, robôs, drones, realidade aumentada, realidade virtual, chatbots, roubo de identidade digital, sequestro de dados, invasão de computadores, inteligência artificial, deep learning, resgates pagos em bitcoin, dark web, reconhecimento facial, video search, invasão de privacidade, NSA, internet das coisas, sequestro de videocâmera… isso sem falar em dispositivos móveis, smart watches, wearables, casa inteligente etc.

Aproveitando o Dia do Orgulho Nerd, selecionamos doze livros clássicos e imperdíveis de ficção científica e distopia que você pode ler (ou reler) e, quem sabe, achar pistas para encarar o futuro. A boa notícia: estão todos em promoção com belos descontos.

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via IDG Now!

Intel planeja oferecer tecnologia Thunderbolt sem cobrar royalties

Lançada pela Intel em 2011, a tecnologia Thunderbolt trouxe novas possibilidades para o mundo das interfaces de conexão de hardware ao oferecer mais velocidade na transmissão de dados do que os conectores USB convencionais. Apontada por muitos como o futuro, a Thunderbolt já está em sua terceira versão e é capaz de oferecer energia e transmissões de vídeo em 4K, entre outras coisas, usando sempre a mesma saída.

A integração com o USB-C iniciada há cerca de dois anos deu certa popularidade para o Thunderbolt — atualmente são 180 PCs com processadores Intel que já contam com suporte para a tecnologia e mais 30 máquinas com lançamento planejado ainda para este ano. Contudo, a Intel quer mais e, de acordo com a Wired, pretende não cobrar mais royalties das companhias que desejarem adotar o protocolo Thunderbolt 3, inclusive para outras fabricantes de processadores.

Intel planeja ainda integrar o Thunderbolt 3 a todas as suas CPUs

Vale lembrar que nem toda porta USB-C utiliza o mesmo protocolo, daí os esforços da fabricante para que a sua tecnologia se torne o padrão. E deixar de cobrar de outras de companhias que desejem abraçar a ideia parece ser a solução mais acertada no momento.

Integração com as CPUs da Intel

Além da oferta gratuita da tecnologia Thunderbolt, a Intel planeja ainda integrar o protocolo a todas as suas CPUs, o que vai facilitar a ampliação da adoção também nos computadores. Tal medida vai permitir que as fabricantes de PCs criem máquinas mais finas, potentes e com entrada única.

A companhia já se juntou a outras gigantes, como Apple e Microsoft, para tornar o seu protocolo mais amigável aos principais sistemas operacionais da atualidade, outra jogada bem inteligente e que deve render bons frutos no curto prazo. Se tudo der certo, em breve você verá conectores USB-C com Thunderbolt por todas as partes.

via Novidades do TecMundo

Projeto de internet descentralizada lança navegador que usa tecnologia do bitcoin

Nos últimos tempos, mais pessoas estão notando as desvantagens de uma internet concentrada nas mãos de poucas empresas. Por exemplo, no ano passado, um ataque contra um grande provedor de DNS foi o bastante para impedir acesso a grandes sites. Uma startup chamada Blockstack está usando a tecnologia por trás do bitcoin para criar uma internet descentralizada.

A tecnologia se chama “blockchain” e consiste em um banco de dados que é compartilhado e sincronizado entre vários computadores. No caso do bitcoin, isso permite realizar e verificar transações sem uma entidade central comandando a criptomoeda.

E no caso da Blockstack, isso permite implementar uma rede que não exige uma autoridade central para atribuir e validar endereços de sites ou identidades de usuário. A startup criou uma extensão para Chrome, Firefox e Safari que permite acessar essa rede; você pode baixá-la aqui para Mac e Linux. (A versão para Windows virá em breve.)

Segundo o Motherboard, a Blockstack está tentando resolver três problemas na arquitetura atual da internet:

  • reduzir a dependência do DNS para mapear URLs a seus respectivos endereços IP;
  • reduzir a dependência de servidores centrais, basicamente computadores remotos que podem ter problemas de segurança;
  • reduzir a dependência de grandes empresas que concentram os dados de usuários.

Por exemplo, na internet atual, usar o Facebook significa que seus dados são armazenados pela rede social e pertencem a ela. No Blockstack, os dados de um serviço ficam em um provedor de armazenamento separado (como o Dropbox), divididos em partes e criptografados para que não possam ser lidos sem autorização; e só podem ser acessados quando você usar o serviço.

O projeto é semelhante ao navegador Maelstrom, do Bittorrent, que carrega sites usando uma rede peer-to-peer em vez de servidores, com o objetivo de proteger sua privacidade e segurança. Isso também lembra a MaidSafe, que vem desenvolvendo há anos uma rede descentralizada com criptografia chamada SAFE Network.

Por enquanto, não há muito o que fazer no Blockstack, porque a startup está focada inicialmente em desenvolvedores que criarão experiências nessa rede descentralizada. No entanto, ela planeja lançar uma versão para usuários dentro de seis meses.

Com informações: Engadget, Motherboard.

Projeto de internet descentralizada lança navegador que usa tecnologia do bitcoin

via Tecnoblog

Toyota quer usar tecnologia das Bitcoins na indústria automotiva

BitCoins

A tecnologia por trás das Bitcoins e outras moedas virtuais acaba de ganhar mais um nome de peso no caminho da construção de sua confiabilidade. A Toyota anunciou que quer utilizar a tecnologia de blockchain para armazenar dados sobre o funcionamento de seus veículos e o comportamento dos motoristas, criando um sistema integrado de aluguel e compartilhamento de veículos.

A ideia ainda está em fase de pesquisas e é fruto de uma parceria da montadora com o Laboratório de Mídia do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, na sigla em inglês). O objetivo da união é criar uma tecnologia de código aberto e alta confiabilidade que facilite as negociações e o aluguel de veículos, além de criar opções mais rentáveis e adequadas no mercado de seguros.

As possibilidades vão para todos os lados. A Toyota imagina, por exemplo, um sistema no qual um cliente poderia alugar seu veículo para outras pessoas durante uma viagem longa ou períodos de inatividade ou a rentabilização do espaço vago para caronas ou entregas no caminho de casa para o trabalho. Outra ideia é a de uma plataforma para seguradoras que analise automaticamente o histórico de cada usuário para criar um plano adequado às suas necessidades, utilização, cuidado com o veículo e, principalmente, bolso.

É justamente para computar todas essas informações a serem usadas pelas plataformas que entra a blockchain. A tecnologia por trás das Bitcoins serve como um registro de todas as transações realizadas com a moeda e é compartilhado por todas as máquinas que participam delas, seja em atividades de mineração, conversão, venda ou compra de produtos. As cópias são batidas entre si e trazem todo o histórico, desde o primeiro centavo, como forma de garantir que nada seja adulterado pelo caminho.

No mundo da Toyota, o uso da blockchain serviria para o mesmo propósito, trazendo confiabilidade ao sistema. Mais do que isso, o registro de todos os dados desde suas origens também facilitaria as pesquisas relacionadas a carros autônomos, com sistemas de machine learning sendo capazes de aprender com o comportamento de motoristas de verdade. E quando se fala em uma frota ou serviço de aluguel, a quantidade de dados obtidos pode ser preciosa.

A tecnologia que está sendo desenvolvido pela montadora, ao lado do MIT, é baseada na Open Music Initiative, um sistema que usa a blockchain para gerenciamento de conteúdo musical e direitos autorais. Os trabalhos, claro, ainda se encontram em seus estágios iniciais e muito longe de se tornarem qualquer iniciativa real e disponível no mercado.

Fonte: TechCrunch

via Canaltech

Tecnologia da Informação a favor do e-commerce

e-commerce

Por Samir Falco*

Longe de ser apenas um setor dedicado ao suporte tecnológico de um e-commerce, o departamento de Tecnologia da Informação é considerado pelas empresas um dos principais pilares na execução de projetos internos e de novos processos. A área é responsável pela gestão do banco de dados, hardware, software e telecomunicações das empresas, o que garante a segurança das informações e, no caso de e-commerces, ainda confere estabilidade e segurança nas negociações online.

Devido à sua importância e necessidade, as grandes empresas do mercado optam por manter o departamento de T.I. em funcionamento na própria sede, em alinhamento com outros setores, sem a contratação de empresa terceirizada. Entre os benefícios desta prática está a possibilidade de entrega dos trabalhos com maior agilidade e menor burocracia nas transações, principalmente entre departamentos.

No caso de empresas com vendas exclusivamente online, a equipe de T.I. é estratégica para o negócio. Ela garante rapidez e flexibilidade nas adequações das diversas áreas, principalmente no que se refere ao departamento de Vendas, essencial para o faturamento do negócio. Em contrapartida, a empresa também precisa manter a equipe do departamento sempre atualizada com as tecnologias mais modernas disponíveis no mercado e em sintonia com as melhores práticas do setor, exigindo atualização constante sobre softwares e hardwares.

O investimento em plataformas em nuvem ou datacenters locais, exigidos para entrega dos serviços com qualidade pelo departamento de T.I., contribui também para uma administração mais eficiente, uma vez que todas as informações do negócio estarão disponíveis 24 horas por dia. Essa facilidade promove maior autonomia dos gestores e tomada de decisão mais rápida, o que pode ser crucial para o incremento do faturamento do negócio.

Um exemplo é a participação das lojas online durante a Black Friday, período em que os acessos de consumidores triplicam. O principal desafio da T.I., neste caso, é analisar o aumento do fluxo de acessos e de processamento para garantir estabilidade ao site, evitando que as transações sejam interrompidas.

São investimentos em todo o ecossistema de T.I. e a formação de pessoal que destacam uma empresa dentro do mercado em que ela atua. A T.I. interna é um exemplo de investimento que pode conceder inúmeros benefícios para a empresa, contribuindo, inclusive para que ela se torne mais competitiva frente a seus concorrentes.

*Samir Falco é gerente de T.I. da CentralAr.com

via Canaltech

Google oferece treinamento gratuito para profissionais de tecnologia no Brasil

Google oferece treinamento gratuito para profissionais de tecnologia no Brasil


Por
Redação

| em

22.05.2017 às 12h36

Durval Ramos

Google Cloud

Se você é desenvolvedor, programador ou especialista em tecnologia da informação, a Google tem uma excelente notícia para te dar. A gigante da internet acaba de abrir inscrições para o Google Cloud OnBoard, um programa de treinamento voltado para essas áreas e que vai trabalhar diretamente com os fundamentos das tecnologias da Google Cloud Plataform (GCP).

A aula acontece no dia 2 de junho no Allianz Parque, em São Paulo, e no DevCamp, em Campinas. No entanto, você não precisará se deslocar até lá para conferir o treinamento, já que ele será transmitido ao vivo em salas de cinemas de seis cidades brasileiras. Assim, se você estiver em Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro ou Salvador, poderá acompanhar as aulas na telona.

Segundo a Google, o Cloud OnBoard vai contar com a participação dos principais especialistas em Cloud da empresa e demonstrações das ferramentas de GCP. Ao todo, o treinamento será dividido em sete módulos focados em tecnologias e soluções de nuvem, como Google App Engine, Datastore, Storage, Container Engine, Compute Engine e Network, Big Data e Machine Learning. Já o módulo de encerramento trabalhará com dicas de como esse conhecimento pode ser usado para ajudá-lo em sua carreira.

Além disso, outro grande destaque é o networking realizado, seja com outros participantes ou mesmo com os especialistas que vão estar presentes. Isso sem falar do certificado de participação, que é sempre bom para enriquecer seu currículo.

Porém, a melhor notícia mesmo é que tudo isso é de graça. Você não precisa pagar nada para se inscrever no Google Cloud OnBoard, bastando ir ao site do evento e dar seu nome. Contudo, é melhor fazer isso o quanto antes, já que as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de junho.

Confira a agenda completa do evento:

  • Credenciamento
  • Construa o futuro da nuvem
  • Módulo 1 – Apresentando o Google Cloud Platform
  • Módulo 2 – Primeiros passos com o Google Cloud Platform
  • Almoço
  • Módulo 3 – Google App Engine e Cloud Datastore
  • Módulo 4 – Opções de armazenamento do Google Cloud Platform
  • Módulo 5 – Google Container Engine
  • Intervalo
  • Módulo 6 – Google Compute Engine e Networking
  • Módulo 7 – Big Data e Machine Learning
  • Potencialize sua carreira com o Google Cloud | Treinamento e certificação

Confira também o local do evento e os pontos de exibição nas seis capitais brasileiras onde o treinamento vai ser exibido em salas de cinema.

  • São Paulo – Allianz Parque
  • Campinas – Expo Dom Pedro
  • Curitiba – Cinemark Shopping Mueller
  • Porto Alegre – Cinemark Shopping Bourbon Ipiranga
  • Rio de Janeiro – Cinemark Botafogo Praia Shopping
  • Salvador – Cinemark Salvador Shopping
  • Belo Horizonte – Cinemark BH Shopping
  • Recife – Cinemark Shopping RioMar

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via Canaltech

Como a tecnologia transformou os investimentos em algo divertido

Easynvest

*Conteúdo patrocinado

Você tem arrepios quando se fala em aplicações? Então calma. Investir pode ser algo fácil de ser feito. Esqueça os barões endinheirados e homens de monóculo com notas caindo dos bolsos. Investindo forte em tecnologia, essa empresa brasileira conseguiu transformar um assunto restrito e difícil, em entretenimento.

A Easynvest, empresa que atua no mercado há 50 anos, sempre teve a tecnologia como sua maior aliada para desenvolver seus negócios. Para ter uma ideia, ela foi a primeira corretora no Brasil a permitir que pessoas comuns pudessem investir diretamente pela internet, e isso em uma época que a web engatinhava no país.

De lá para cá, muita coisa mudou na maneira que as pessoas se relacionam com a tecnologia. A internet e os devices ficaram mais acessíveis, os antigos computadores viraram smartphones e hoje muitas pessoas assistem mais o Youtube do que a própria televisão.

Sempre atenta às mudanças, a Easynvest, ou só Easy, como gosta de ser chamada, quis estar mais presente na vida do brasileiro, levando o seu conhecimento para as massas.

Investir pode ser até divertido

Um dos principais motes da corretora, essa frase se tornou um pilar da maneira que ela se relaciona com o público. Além das redes sociais, a Easy criou um canal no Youtube para ensinar as pessoas a investir, com vídeos feitos de uma maneira leve e engraçados.

Mas essa filosofia não se aplica somente ao conteúdo produzido pela companhia. Mirando em grandes apps, como o Spotify e o Airbnb, a Easy resolveu transformar a experiência dos seus usuários dentro de um novo aplicativo, lançado no final de abril.

Rápido, fácil e educativo

A empresa, que já tinha sido pioneira em ofertar um aplicativo de investimentos no Brasil, focou os esforços do seu time em tecnologia, usabilidade e design. Gustavo Bittencourt, head de produtos da Easynvest, comenta que o grande objetivo é entregar uma experiência incrível para os usuários novos e antigos.

“Trabalhamos muito forte com a experiência dos clientes. Entrevistamos recorrentemente, desenhamos soluções em conjunto e primamos pela usabilidade e design”, diz.
A simplicidade do app está alinhada com a missão de ser educativo e intuitivo. Um dos seus principais features são as playlists de investimentos, no qual o usuário pode escolher as melhores opções voltadas para seus objetivos. Dessa maneira, uma decisão muito complicada se torna mais simples e até palpável. Investir se torna um game da vida real, e quem ganha é você.

Todas as informações que alguém pode precisar sobre cada aplicação estão no aplicativo e, para quem ainda sente que precisa aprender mais, um link para o canal do Youtube está disponível dentro do app.

Onde conseguir

O aplicativo já está disponível na App Store e Google Play. Você não precisa pagar nada para baixar o app ou se cadastrar na Easy. Se quiser saber ainda mais sobre o app, clique aqui.

via Canaltech