Correios alegam que China faz maracutaia no envio de encomendas endereçadas ao Brasil

Os Correios vêm "tomando porrada" de tudo quanto é lado. Além de uma crise absurda, todo o imbróglio sobre uma possível privatização, e a avalanche de críticas sobre seus serviços, a onda cada vez mais avassaladora de brasileiros fazendo compras em sites chineses, têm causado um i…

via Hardware.com.br

Tesla lança bateria para smartphones inspirada em seus carregadores veiculares

A Tesla, fabricante de veículos elétricos de luxo, se inspirou em seus carregadores veiculares para criar seu próprio PowerBank, um carregador portátil para smartphones.

O acessório tem uma porta USB, uma saída micro-USB para aparelhos com Android, e também uma conexão Lightning para dispositivos da Apple, sendo que a bateria de íons de lítio é do mesmo tipo que consta nos veículos elétricos da Tesla que foram lançados antes do Model 3. Sua capacidade é de 3.350 mAh, e o aparelho conta com um indicador com LED que mostra o andamento da recarga do dispositivo.

Custando US$ 45 em sua loja virtual, a bateria externa foi construída no formato do "supercharger" da Tesla, equipamento que fica instalado em seu escritório central na Califórnia e serve para recarregar rapidamente a bateria dos veículos elétricos da montadora.

via Canaltech

Conspiracionistas vazam nova “prova” de que a ida do homem à Lua seria uma farsa

Mesmo com dezenas de países voltando ao interesse de mandar astronautas para a Lua e mesmo com empresas privadas investindo bilhões de dólares para financiar novas viagens lunares, ainda tem gente argumentando que a aterrissagem na superfície do satélite natural foi uma farsa promovida pela NASA e o governo dos Estados Unidos.

Uma foto que foi tirada em dezembro de 1972 mostra o visor da roupa espacial de um dos astronautas enviados à Lua, e os fãs de teorias da conspiração encontraram reflexos que poderiam revelar a figura de uma pessoa usando roupas normais, sem a proteção necessária para estar na superfície lunar.

A dúvida foi exposta em um vídeo no YouTube, disponível apenas em inglês:

No vídeo, o usuário Streetcap1 afirma que o reflexo no capacete do astronauta parece exibir uma pessoa sem traje espacial, o que serviria de prova de que a operação que colocou o Apollo 17 na Lua teria sido uma encenação muito bem arquitetada, mas não perfeita.

Para que você possa tirar as suas próprias conclusões, a foto original da NASA pode ser acessada aqui.

Fonte: Fox News

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via Canaltech

Dados de clientes da DJI estavam expostos; empresa ameaça pesquisador

A mais conhecida fabricante de drones do mundo, a DJI, deixou dados de clientes expostos publicamente no GitHub. Quem descobriu foi o pesquisador Kevin Finisterre, que alertou a empresa sobre o problema em setembro (no programa de Bug Bounty). Acontece que a DJI não gostou dessa “história”, e ameaçou processar Finisterre com leis de fraude cibernética.

Especificamente, o pesquisador descobriu que desenvolvedores da DJI deixaram chaves privadas para certificados HTTPS expostas no GitHub durante quatro anos. Além disso, também estavam públicas chaves para o armazenamento na nuvem em contas da Amazon Web Services.

A DJI chamou o pesquisador de “hacker”, como se isso fosse algo pejorativo

Dessa maneira, Finisterre conseguiu checar dados de voos, imagens capturadas por clientes da DJI, fotos de registro, licenças de voo e até passaportes. Para participar do programa de Bug Bounty da empresa, lançado em agosto, o pesquisador enviou todos os documentos necessários para a DJI.

Após receber os documentos, a DJI comentou que as descobertas valiam US$ 30 mil via Bug Bounty. Contudo, cerca de um mês depois, a DJI quis fechar um contrato com o pesquisador deixando claro que não ofereceria qualquer proteção legal e que ele deveria destruir os dados descobertos — caso contrário, seria processado via CFAA (Computer Fraud and Abuse Act). Segundo Finisterre, tudo pareceu um “acordo para ficar em silêncio”. 

Agindo de maneira ética, o pesquisador desistiu do acordo e dos US$ 30 mil. O Ars Technica entrou em contato com a DJI, que ainda chamou o pesquisador de “hacker” como se isso fosse algo pejorativo. “Um hacker obteve dados postados online em comunicações confidenciais entre funcionários (…) A DJI pede para que os pesquisadores sigam os termos padrões dos programas de bug bounty”.

  • A DJI agiu certo? Deixe sua opinião nos comentários. Para ler mais detalhes sobre essa história, acesse aqui. 

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Luva promete trazer realidade virtual para as mãos também

Embora algumas experiências em realidade virtual sejam realmente surpreendentes, alguns passos para melhorar a imersão ainda precisam ser dados. Por exemplo: apesar de você ter os controles em mãos e ver seus movimentos repetidos no ambiente digital, você ainda não tem qualquer feedback tátil sobre as coisas com as quais você interage.

Agora, a HaptX quer resolver isso com uma luva que, segundo a empresa, vai permitir que você tenha um toque realista em um ambiente VR. Por realista, entenda que a luva vai fazer com que você consiga sentir o formato, a textura e até mesmo a temperatura do objeto que você está segurando.

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Isso significa também que você não poderá “atravessar” objetos virtuais com sua mão. A mágica toda acontece graças a microfluídica, o estudo de como os fluídos se movem através de canais submilimétricos.

Jake Rubin, o CEO da HaptX, desenvolveu o sistema junto com o cofundador da empresa, Dr. Robert Crockett. Basicamente, a luva é feita com centenas de bolhas de ar, os atuadores hápticos, que inflam de acordo com o que você está tocando. Essas pequeninas bolsas são costuradas junto ao tecido da luva.

A precisão pode ser de até 2 milímetros, o que, segundo Rubin, é muito maior que outras luvas parecidas, como a VRgluv, que usa motores para criar resistência nos dedos.

Não há qualquer indício de quando a luva da HaptX vai se tornar disponível para o público ou qual será seu preço.

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Tencent é a primeira empresa chinesa a valer mais de US$ 500 bilhões

A China às vezes parece um universo paralelo do nosso. Além das evidentes diferenças culturais do país asiático para os estilos de vida de vários países ocidentais, a estrutura fechada de sua internet acabou gerando o surgimento de gigantes locais que basicamente não precisam do resto do mundo para se tornarem umas das maiores empresas do mundo.

Exemplo disso é a Tencent, companhia de internet chinesa fundada em 1998 e atualmente o quinto maior portal da web do planeta. Graças às recentes valorizações de suas ações, comercializadas a uma cotação equivalente a US$ 54 na bolsa valores, a empresa é avaliada em US$ 510 bilhões e se torna a primeira chinesa a alcançar essa marca.

Destaque em várias frentes

A Tencent se destaca em várias frentes, controlando em torno de sim uma gama diversa de negócios. Apesar de atuar no ramo dos eSports, das redes sociais, do comércio eletrônico e da música, entre outros, o grande trunfo da companhia para o seu crescimento é o WeChat, o “WhatsApp chinês”.

O aplicativo reúne em torno de si mais de 980 milhões de usuários ativos todos os meses, o que o coloca como o terceiro aplicativo do gênero mais usado no mundo, atrás apenas do WhatsApp e do Messenger. Além de simplesmente permitir o envio e recebimento de mensagens, o WeChat serve ainda para trocar pagamentos e acessar notícias, entre outros recursos, o que torna cada vez mais uma opção válida para os chineses e para pessoas de outros países.

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Apple diminui equipe de desenvolvimento de telas “Micro LED” em Taiwan

De acordo com fontes do DigiTimes, a Apple teria diminuído consideravelmente ao seu time de desenvolvimento de telas Micro LED em Taiwan. De acordo com a publicação, existem duas possibilidades para isso ter acontecido: problemas relacionados à escalada na produção de telas nesse formato ou a finalização de uma fase de desenvolvimento da tecnologia.

“Apple reportadamente diminuiu sua equipe de P&D de telas Micro LEWD em Longtan, no norte de Taiwan, devido a problemas relacionados à transferência em massa de chips de Micro LED para substratos de receptores, de acordo com fontes dos fornecedores de LED em Taiwan”, disse o periódico.

Existe a possibilidade de a Maçã ter simplesmente finalizado uma fase de desenvolvimento em Taiwan

A mesma publicação ainda menciona o fato de a Apple ter comprado a empresa LuxVue, especializada na pesquisa e produção de telas Micro LED em 2014. Por isso, existe a possibilidade de a Maçã ter simplesmente finalizado uma fase de desenvolvimento em Taiwan e decidido continuar o processo na sede da LuxVue nos EUA.

Há relatos de que a Apple ainda estaria trabalhando com a TSMC para desenvolver tecnologia de telas baseadas em placas de silício para solucionar gargalos das tecnologias baseadas em LED. Nada disso, entretanto, foi confirmado por mais fontes, e a Apple, naturalmente, não fala de forma oficial sobre nenhum tipo de rumor.

Micro LED?

Telas Micro LED podem ser a próxima tecnologia de tela de alta qualidade para o setor mobile, e a Maçã está interessada nesse padrão há alguns anos. A novidade promete ainda mais contraste em relação ao OLED/AMOLED comum, mais brilho, saturação de cor e também mais economia de energia. Não é possível no momento dizer quando algo do tipo chegaria a algum iPhone, mas podemos esperar que leve alguns anos, considerando que só agora a Maçã adotou o OLED em seus aparelhos móveis.

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Qualcomm e Intel voltam a disputar espaço em smartphones graças ao 5G

Empresas como Nokia e Samsung estão bastante empolgadas com o 5G, que promete velocidades de 1 Gb/s no download, além de menor latência. Isto também deve mudar as regras do jogo nas telecomunicações, deixando empresas como a Intel mais competitivas em relação a players estabelecidos como a Qualcomm.

Segundo a Fast Company, a Apple cogita fortemente usar modems 5G da Intel em seus futuros iPhones. A fabricante de chips tem “milhares” de pessoas trabalhando nessa tecnologia.

Desde 2011, a Apple só usava modems da Qualcomm; mas no ano passado, alguns modelos do iPhone 7 e 7 Plus passaram a adotar modems da Intel. Isso se repetiu com o iPhone 8 e 8 Plus.

Atualmente, a Qualcomm tem uma grande vantagem: ela faz modems especialmente adequados às redes CDMA, usadas em algumas operadoras — como as americanas Verizon e Sprint. Afinal, foi ela quem inventou a versão amplamente utilizada dessa tecnologia.

No entanto, isso deve mudar à medida que as operadoras migrarem suas redes para o 5G. A Verizon, por exemplo, não vai mais exigir em 2019 que novos dispositivos se conectem a redes CDMA antigas. Com isso, a Apple terá um motivo a menos para ficar com a Qualcomm.

Há outros motivos para cortar laços, é claro: Apple e Qualcomm se envolveram em uma disputa judicial sobre royalties. Segundo o Wall Street Journal, a empresa já prepara iPhones e iPads sem qualquer chip da Qualcomm, adotando modems da Intel e MediaTek.

A Intel anunciou seu modem 5G na feira CES deste ano, e disse este mês que o chip “completou com sucesso uma chamada de rede 5G para outra rede 5G” na frequência de 28 GHz. Ele deve ser lançado em meados de 2019, e as primeiras redes 5G comerciais devem ser ativadas em 2020.

Com informações: Fast Company, SlashGear.

Qualcomm e Intel voltam a disputar espaço em smartphones graças ao 5G

via Tecnoblog

Startup transforma borra de café em combustível para ônibus em Londres

É fã de café? O que faz com os restos, como os grãos não utilizados e a borra? Joga fora? Bem, em breve você poderá reutilizá-los em diversas frentes renováveis. A startup britânica de energia limpa bio-bean criou, em parceria com a Shell e a Argent Energy, um processo capaz transformar o que iria para o lixo em biocombustível.

“Esse é um grande exemplo do que pode ser feito quando reimaginamos o lixo como um recurso inexplorado”, comenta o fundador da bio-bean, Arthur Key. Depois de três anos de pesquisa e incentivo da Shell, que ajudou nas pesquisas e experimentos, a companhia foi capaz de gerar 6 mil litros do “óleo de café” B20, uma mistura com diesel e outros elementos. Isso é o suficiente para alimentar um ônibus londrino adaptado durante um ano todo, com baixa emissão de gás carbônico.

bio bean energia limpaArthur Key, 26, fundador da startup bio-bean

“Os grãos de café utilizados são altamente calóricos e contêm compostos valiosos. Isso os torna matéria-prima ideal para produzir combustíveis limpos”, diz o site da empresa, que também comercializa “toras de café”, usadas como alternativas às toras de madeiras em lareiras e fogões à lenha.

Expansão pode chegar ao Brasil

A bio-bean estima que a Grã-Bretanha produza 500 toneladas de grãos e borras de café ao longo de um ano. Tudo isso costuma ser descartado em aterros, onde podem emitir gases nocivos durante a decomposição. Com o sucesso local, Arthur espera levar a ideia para outros lugares do mundo, incluindo os Estados Unidos e o Brasil.

bio-bean tora lenhaAs “toras de cafés” para alimentar lareiras e fogões à lenha

“Há um potencial imenso do projeto ser expandido para os Estados Unidos, onde as pessoas mais bebem café em todo o planeta, são mais de 400 milhões de copos por dia”, contabiliza o site da startup. “O Brasil é um destino certo para o negócio porque bebe 140 bilhões de xícaras de café por ano”, diz, segundo a Folha de S. Paulo. A implementação de algo semelhante no Brasil, de acordo com a própria Shell, depende do interesse de outras empresas nacionais.

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É preciso ter cuidado com o que se fala em ferramentas corporativas como o Slack

Um número cada vez maior de empresas vem adotando ferramentas virtuais para darem conta de sua comunicação interna. Uma das mais populares do momento é o Slack, que permite mensagens diretas entre os usuários, e também oferece a abertura de canais de comunicação entre membros de uma mesma equipe. Acontece que muitas pessoas, confiando na suposta privacidade desses canais, acabam tendo posturas não muito profissionais ou éticas, sem saber que seus chefes podem monitorar legalmente tudo o que é dito por ali.

De acordo com o advogado de privacidade da Comparitech.com, "todas as comunicações podem ser registradas e monitoradas, mesmo as mensagens enviadas para outros funcionários em canais privados no Slack". Ainda, além de seus chefes, tribunais de justiça podem obter uma autorização para acessar esses conteúdos caso a empresa acabe se vendo em alguma batalha judicial.

Além disso, também existe sempre a possibilidade de membros da equipe salvarem capturas de tela do que está sendo conversado por meio da ferramenta, e isso pode gerar uma dor de cabeça danada caso haja vazamentos de informações consideradas inadequadas.

Mas cada serviço tem suas próprias regras quanto à possibilidade de monitoramento. O Slack permite que administradores dos canais tenham acesso a mensagens privadas de acordo com o plano contratado, não sendo este um recurso disponível para as assinaturas gratuitas. Contudo, vale adotar para o ambiente virtual as mesmas regras de profissionalismo, ética e discrição que você adotaria caso estivesse conversando pessoalmente com os colegas de empresa, ou trocando e-mails. Ou seja: se você não falaria sobre determinado assunto ou não usaria certa linguagem estando no escritório, não o faça pelo Slack!

via Canaltech

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