Saindo da Ásia, TV 8K da Sharp chega ao mercado europeu por € 12 mil

Nesta sexta-feira (20 de abril), a Sharp revelou que sua televisão com resolução 8K está prestes a chegar ao mercado europeu. Durante uma conferência realizada na IFA GPC, a companhia deu mais detalhes sobre como o modelo LV-70X500E vai ser comercializado na Europa. De acordo com a Sharp, o novo dispositivo começa a ser vendido já na próxima semana e vai custar € 12 mil (algo em torno de R$ 50 mil).

Sendo o “primeiro display 8K da Europa”, o televisor 8K da Sharp tem nada menos do que 33 milhões de pixels em suas 70 polegadas (7680×4320 pixels), oferecendo 4 vezes mais resolução do que um televisor 4K e 16 vezes mais que um aparelho Full HD. 

televisor 8k da Sharp

Vale dizer que este valor é mais alto do que o visto no mercado oriental, onde o LV-70X500E já é comercializado desde o final do ano passado. Também é interessante notar que este é o primeiro passo da Sharp com os aparelhos 8K em direção ao mercado ocidental. Mesmo assim, ainda não há nada sobre a chegada dele ao mercado norte-americano ou brasileiro.

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Anatel abrirá consulta pública para saber se regula ou não o telemarketing

A Anatel publicou hoje (19) uma nova resolução que comenta sobre a possibilidade de regulamentar a atividade de centrais de telemarketing no Brasil. Atualmente, existem algumas poucas regras sobre a realização de ligações sem consentimento do consumidor, mas operadoras de telefonia móvel estão livres dessa limitação. A agência, então decidiu que vai solicitar à sociedade sua opinião sobre o caso.

Dessa forma, até o dia 18 de maio de 2018, qualquer cidadão poderá dar sua opinião sobre como a Anatel deveria regulamentar a ação das centrais de telemarketing. Entre as soluções já em discussão, existe a possibilidade de deixar a situação como está, ou criar um cadastro geral com números de telefone de pessoas que não desejam receber ligações de qualquer natureza de centrais de telemarketing.

Se as empresas resolverem o problema, a Anatel não precisará regular

Elisa Leonel, superintendente da Anatel de Relações com os Consumidores, se a agência resolve tornar as regras mais rígidas “é porque existem problemas. Se as empresas resolverem o problema, a Anatel não precisará regular”, comentou ao Tele.Síntese. Ela tamb ém comentou que brasileiros recebem em média 20 ligações indesejadas por mês.

Essa mesma consulta pública ainda vai discutir possíveis modificações na forma como as empresas de telecomunicações atendem seus clientes. As teles já manifestaram interessem em manter apenas o atendimento digital, mas o Ministério Público se opôs, dizendo que o atendimento digital deveria ser apenas mais uma opção, em complemento ao atendimento presencial e por telefone.

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Tim Cook: Apple não vai unificar macOS e iOS em um só sistema operacional

Em uma entrevista com o Sydney Morning Herald publicada hoje (19), o CEO da Apple, Tim Cook, desmentiu rumores de que a empresa está procurando unificar o macOS e o iOS em um só sistema operacional. Há muito fala-se na possibilidade de Macs e iPads rodarem o mesmo SO, mas chefão da Maçã não acredita que essa seja uma boa ideia.

Se você começar a juntar os dois, você começa a comprometer ambos

“Nós não acreditamos nessa coisa de simplificar demais um ou outro”, disse Cook. “Ambos os sistemas são incríveis. Uma das razões pelas quais eles são incríveis é o fato de nós termos os desenvolvido para que façam o que fazem de melhor. E se você começar a juntar os dois, você começa a comprometer ambos”, completou.

Em outras palavras, Cook acredita que juntar o macOS e o iOS significaria comprometer a experiência de uso que ambos oferecerem. Em vez de oferecer melhorias para os usuários, Cook acredita que uma possível junção traria justamente o oposto.

Eu não acho que isso seja o que o consumidor realmente quer

“Talvez a empresa se torne mais eficiente no final das contas. Mas a questão não é essa. A questão é oferecer às pessoas coisas que elas poderão usar para mudar o mundo, expressar suas paixões ou criatividade. Portanto, essa fixação que algumas pessoas têm nessa história de unificação, eu não acho que isso seja o que o consumidor realmente quer”, explicou o CEO da Apple.

Novos chips?

Ainda assim, os rumores sobre a Apple estar experimentando em trazer apps do iOS para o macOS continuam surgindo na web. Em dezembro deste ano, por exemplo, falava-se na possibilidade de a companhia estar tentando encontrar uma forma de trazer cosias da App Store para a Mac App Store. Já em 2018, a dimensão dos rumores falou na possibilidade de a Maçã estar desenvolvendo seus próprios processadores para seus Macs. Essa nova plataforma, contudo, seria compatível com softwares antigos, desenvolvidos para chips Intel atuais e, talvez, também com os apps do iOS.

Seja como for, se o CEO da Apple pensa dessa forma, mesmo que os pesquisadores da empresa estejam experimentando com alguma forma de unificar as duas plataformas, é improvável que isso siga em frente e acabe nas mãos do consumidor.

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Consultoria envolvida no escândalo do Facebook planejava lançar criptomoeda

Planos da Cambridge Analytica incluíam criação de um token virtual para que pessoas vendessem seus dados e lucrassem com isso


A mesma consultoria Cambridge Analytica (CA), envolvida em um escândalo de privacidade após coletar informações de cerca de 87 milhões de usuários do Facebook, tinha planos de monetizar dados pessoais de uma forma, digamos, mais moderna: por meio de uma nova criptomoeda. 

A ideia era lançar um ICO (Initial Coin Offering, ou oferta inicial da moeda) e criar um token virtual para permitir que as pessoas vendessem seus dados e lucrassem com isso. Aparentemente, os planos foram prejudicados pela recente polêmica em que suas ações de coleta de dados foram expostas.

A CA já afirmou ter projetos para desenvolver uma plataforma blockchain que “dará aos usuários controle sobre suas próprias informações”. Como uma espécie de recompensa por informações.

Segundo o The New York Times, a revelação vem da ex-funcionária da CA, Brittany Kaiser, que deixou a empresa em fevereiro. Ela também afirmou recentemente que a CA usou mais de um questionário no Facebook para coletar dados e que o número de pessoas que a empresa analisou é bem maior do que o total de 87 milhões estimado.

Relação com a Dragon Coin

Kaiser estava encarregada diretamente disso e diz ter oferecido seus serviços a inúmeras empresas que operam moedas virtuais. A companhia teria trabalhado com a Dragon Coin, uma criptomoeda destinada a entusiastas dos jogo de azar na ilha de Macau.

É possível que a CA tenha tido negociações mais obscuras com os dados das pessoas que ainda não se sabe. As declarações de Kaiser podem gerar novos depoimentos e encorajar mais funcionários e ex-funcionários a revelarem o que aconteceu atrás de portas fechadas.

A Cambridge Analytica foi contratada para trabalhar na campanha do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes das eleições americanas, no pleito de 2016. A CA também estava envolvida na Europa, durante o referendo Brexit, que aconteceu no mesmo ano.

 

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Review: placa-mãe ASUS ROG Crosshair VII Hero – The Hardware Show

A nova linha de processadores Ryzen foi lançada neste dia 19 em todo o mundo, ocasião marcada também pela chegada de novas placas-mãe projetadas para tais CPUs. É claro que a ASUS, sendo uma das marcas mais reconhecidas do segmento, também apresentou uma peça especial para os consumidores que querem pular de cabeça na novidade da AMD.

A estrela da ASUS nesta data é a Crosshair VII Hero, placa que vem, obviamente, para suceder a Crosshair VI Hero, modelo que analisamos no ano passado e elogiamos por seus resultados expressivos nos principais benchmarks. Vale notar que esta placa se destaca por ser uma unidade selecionada pela AMD, sendo uma das peças recebidas nos kits de reviews.

Nós tivemos a honra de receber tal placa diretamente da ASUS e agora liberamos o review em texto do produto antes mesmo de exibi-la em nosso tradicional programa de reviews — que vai ao ar na sexta-feira, às 14h, no canal The Hardware Show. Neste artigo, vamos detalhar as principais características da placa e apresentar alguns benchmarks efetuados em nosso review.

Sendo uma integrante da linha ROG, bem como dado o foco nos Ryzen de alto desempenho, esta placa promete entregar performance exemplar com o chipset AMD X470 e as peças de alta qualidade. Além disso, dando continuidade à sua investida em design, podemos esperar uma placa com visual ousado e iluminação diferenciada. Vamos ver o produto de perto!

Especificações

Design top!

Bom, considerando que nós temos uma Crosshair VI Extreme em nosso laboratório, podemos dizer que a parte de design das peças com o selo Hero não deixa quase nada a desejar em comparação com as mais tops da categoria. A tendência em visual aqui é similar à que vimos nas placas antecessoras, com uma tonalidade mais escura e aguçada pelo colorido dos LEDs.

Importante mencionar que mesmo sendo uma placa muito robusta e com preço elevado, esta ROG não é uma top de linha, então ela não tem uma armadura tão reforçada como a Extreme. Por outro lado, a composição dos dissipadores e das peças que protegem os principais itens é bem coerente e funcional, tanto em questão de funcionamento quanto de arrefecimento.

A disposição das peças na Crosshair VI Hero segue o layout comum da marca, com um posicionamento que prioriza as funcionalidades, algo bem pensando tanto para a instalação quanto para a parte de incremento visual. Em nossos testes, não tivemos problemas para instalar o cooler da AMD e os principais modelos do mercado devem caber sem problemas.

Design da Crosshair VII Hero

Como de praxe, a ASUS instalou slots de memórias separados por cores, que indicam o sistema dual-channel, e manteve o sistema com travas fixas de um lado. Os “safe slots” do tipo PCI-Express x16 com acabamento reforçado para placas de vídeo mais pesadas continua presente nesta placa, o que é fundamental para peças mais pesadas.

Outro elemento que aparece novamente — e é mais do que bem-vindo — é o sistema de códigos (ASUS Q-Code) com dois dígitos, ideal para identificar possíveis problemas ou checar o status da placa. O botão de energia direto no componente também é útil, assim como os botões traseiros para resetar o CMOS e a BIOS.

A inscrição “Crosshair VII Hero” gravada próxima ao processador chama a atenção, ainda mais quando a placa está ligada e a iluminação dá destaque para tal região. Falando em iluminação, o chipset também recebe um colorido diferenciado, sendo que o sistema do tipo RGB pode ser personalizado, com direito à AURA SYNC para sincronizar a cor da placa com outros itens.

O painel traseiro tem um arranjo diferente, com uma realocação de quase todas as portas, algo notável pelo número exagerado — e muito bem-vindo — de portas USB. O “escudo” para as conexões é o ASUS Q-Shield, uma peça que elimina partes pontiagudas e com acabamento premium para facilitar a instalação.

Chipset AMD X470

Com a chegada das novas CPUs Ryzen, a AMD desenvolveu um novo chipset para dar o suporte necessário aos seus dispositivos mais recentes. O modelo presente nesta placa-mãe da ASUS é o AMD X470, que herda inúmeras características de seu antecessor, mas se diferencia pela presença da tecnologia AMD StoreMI.

O AMD X470 tem suporte para as tecnologias CrossFire e SLI, o que é muito útil para gamers que buscam soluções gráficas avançadas. Além disso, tal chipset conta com um grande número de portas USB, componentes do tipo SATA e soluções mais robustas no PCI-Express. Este dispositivo ainda garante suporte para overclocking e deve ser adequado para tarefas pesadas.

Chipset Crosshair VII Hero

Sobre a tecnologia AMD StoreMI, trata-se de uma função que mescla a rapidez do SSD com a capacidade de armazenamento do HD. Em vez de focar em uma memória de novo padrão (caso da Intel Optane), a AMD optou por um sistema gerenciado no chipset que permite mover arquivos mais usados do HD para o SSD, acelerando o desempenho geral do sistema.

Compatível com novos processadores AMD

Projetada para a mais recente linha de processadores AMD, a ASUS Crosshair VII Hero opera com os seguintes chips: AMD Ryzen 7 2700X, AMD Ryzen 7 2700, AMD Ryzen 5 2600X e Ryzen 5 2600. Além desses componentes, a fabricante garante compatibilidade com o AMD Ryzen 7 1800X, AMD Ryzen 7 1700X, AMD Ryzen 7 1700, AMD Ryzen 5 1600X e outras CPUs AM4.

A mais nova série de produtos AMD é fabricada com processo de litografia de 12 nm, tem TDP máximo de 105 watts (para os modelos com o sufixo X), trazem até 16 MB de memória cache L3 e podem rodar com frequências de até 4,35 GHz.

Ryzen 7 na Crosshair VII Hero

É importante salientar que os novos processadores vêm desbloqueados para overclocking, o que é facilitado pelas tecnologias das placas ASUS. Todo o processo pode ser realizado via software no próprio Windows, de modo que é possível aumentar o desempenho em poucos passos.

Armazenamento de alto desempenho

A ASUS Crosshair VII Hero conta com seis conectores do tipo SATA 3, que garantem alta velocidade para HDs e SSDs capazes de trabalhar com transferências de até 6 Gb/s. É claro que este é um valor teórico, mas o chipset da AMD promete uma performance bastante próxima desse patamar.

Além disso, é importante citar que a ASUS adicionou dois conectores do tipo M.2, capazes de alcançar taxas de transferência de até 32 Gb/s. Os conectores ficam instalado próximo ao chipset, uma região bastante adequada, já que há boa circulação do ar, o que evita o superaquecimento.

Ainda mais performance em DDR4 com overclocking

A ASUS Crosshair VII Hero apresenta quatro slots para memórias, sendo capaz de trabalhar com até 64 GB, em uma configuração de quatro módulos de 16 GB. Graças ao chipset AMD X470, os componentes são programados para operar em modo dual-channel — sendo esta uma recomendação para obter ainda mais performance.

Em termos de memória, as fabricantes de placas, muitas vezes, ficam dependentes dos processadores e respectivos chipsets. Com a chegada dos novos Ryzen de segunda geração, as marcas puderam incluir suporte para memórias de até 2.966 MHz, algo que deve agilizar consideravelmente a performance geral em inúmeras situações.

DDR4 na Crosshair VII Hero

Este novo padrão de memórias já é eficaz para a maioria dos consumidores, mas pensando em jogadores e entusiastas que buscam sempre mais, a ASUS incrementou a Crosshair VII Hero para trabalhar com memórias ainda mais velozes. Na geração passada, a placa Hero dava suporte para DDR4 de 3.200 MHz, mas a nova Hero aceita DDR4 de até 3.466 MHz.

Testes de desempenho

A ASUS Crosshair VII Hero foi uma das primeiras placas com o novo chipset da AMD a chegar em nosso laboratório de testes, mas nós conseguimos rodar alguns testes em outras placas concorrentes com o mesmo chipset. Abaixo, trazemos alguns comparativos da placa com outros setups que usam chips AMD e Intel.

Máquina utilizada nos testes

Sistema: Windows 10 Pro
CPU: AMD Ryzen 7 2700X
Memória: 16 GB RAM G.Skill Sniper X DDR4 3.400 MHz
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1080 Ti
SSD Primário: Galax Gamer 120 GB
SSD Secundário: WD Blue 1 TB
Fonte: Corsair RX560M

Cinebench

O Cinebench é um teste de benchmark que verifica as capacidades do computador na renderização de gráficos tridimensionais (usando a tecnologia OpenGL), bem como o poder de processamento do chip principal da máquina.

Cinebench Crosshair VII Hero

CPU-Z

Um dos aplicativos mais usados para conferir especificações de processadores também tem uma utilidade para verificação de performance de componentes. Apesar de simples, o benchmark do CPU-Z realiza testes do tipo single thread e multi thread. Além disso, ele possibilita uma comparação rápida entre diferentes dispositivos.

CPU-Z na Crosshair VII Hero

RealBench

Este benchmark da ASUS efetua uma série de testes práticos, simulando como a máquina se comporta no dia a dia. O RealBench analisa o poder do computador na hora da edição de imagens, codificação de vídeos, trabalho com OpenCL e execução de múltiplas tarefas. O resultado geral indica a capacidade da máquina em pontos.

Realbench Crosshair VII Hero

3DMark

O 3D Mark é um dos mais famosos programas de benchmark para gráficos. Ele se destaca principalmente por trazer uma grande variedade de cenários para testes dos diferentes recursos de hardware e software da placa de vídeo. Para máquinas de alto desempenho, nós rodamos o teste TimeSpy, que utiliza as mais avançadas tecnologias gráficas.

3DMark na Crosshair VII Hero

Vale a pena?

Novamente, a ASUS consegue fazer um trabalho exemplar com sua linha de placas Crosshair. Sua nova versão voltada para os chips Ryzen de segunda geração impressiona pelo visual. O design familiar da segmentação Hero se faz presente e garante uma composição ousada para os gamers.

Agora, se o apelo na apresentação não é suficiente para você, vale ressaltar que a ASUS Crosshair VII Hero se destaca muito pela performance avançada, que compete forte as concorrentes da MSI e AORUS. O destaque aqui fica pelos resultados levemente superiores em alguns testes, algo que se deve aos componentes de altíssima qualidade da ASUS.

Instalando GPU em placa ASUS

Dotada das mais avançadas tecnologias para plataforma AMD, graças ao chipset X470, esta placa-mãe pode ser uma boa opção para quem pretende montar um setup top de linha focado na jogatina. O suporte para memórias DDR4 de até 3.466 MHz, a opção de CrossFire e SLI, bem como as opções avançadas de armazenamento também são novidades interessantes.

Repetindo o feito do ano passado, a ASUS consegue ótimos números nos benchmarks, sendo esta uma placa recomendada para jogos e atividades pesadas. Assim, pensando nos bons resultados, na qualidade de construção e sem deixar de lado a parte visual incrementada pelo sistema RGB, nós concedemos à medalha de Ouro para a placa-mãe ASUS Crosshair VII Hero.

ASUS Crosshair VII Hero - Ouro

Para finalizar, devemos ponderar a questão do preço. A ASUS Crosshair VII Hero está disponível nas principais lojas por valores que variam de 1.800 a 2.200 reais. É um tanto elevado se levarmos em conta os preços de alguns produtos concorrentes, mas é preciso ponderar que estamos tratando de um lançamento e de uma peça da ASUS.

Assim, nós recomendamos esta placa-mãe da ASUS, mas não descartamos a dica básica de buscar promoções e, se necessário, aguardar um pouco para uma queda nos preços. De qualquer forma, a Crosshair VII Hero é uma placa excelente para quem busca alta performance e vai apostar nos novos chips Ryzen.

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Este produto foi cedido pela ASUS para a realização desta análise.

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Motorola lançará programa para testes de software em fase beta

Durante seu evento de lançamento dos novos Moto G6 e Moto E5, a Motorola também fez um anúncio relacionado a software. Dan Dery, vice-presidente de produto na empresa, subiu ao palco em São Paulo e disse que a Motorola vai lançar em breve o programa chamado “Beta Experiences”. Ele não deu muitos detalhes acerca da novidade, mas é possível inferir que a empresa esteja planejando liberar versões prévias de seus apps proprietários para usuários interessados testarem esses produtos antes de serem distribuídos para o grande público.

Entre esses apps liberados em fase de testes, poderemos talvez ter coisas como o Moto Câmera, Moto Tela e vários outros liberados previamente com novos recursos. A empresa então buscaria feedback dos usuários para lançar ferramentas de software melhor testadas para o grosso da sua base de usuários.

Existe a possibilidade de a Motorola conseguir liberar atualizações do Android mais rapidamente com a ajuda desse programa

Existe ainda a possibilidade de esse programa se estender para mais do que apps da Motorola, indo também até as novas versões do Android que a empresa pretende lançar para aparelhos já existentes. Marcas como Apple, Google e OnePlus já possuem programas dessa natureza para usuários e tornarem testadores e darem suas opiniões sobre falhas e melhorias. Existe a possibilidade de a Motorola conseguir liberar atualizações do Android mais rapidamente com a ajuda desse programa, mas tudo isso até agora não passa de especulação da nossa parte.

De qualquer modo, podemos esperar que a empresa lance esse Beta Experiences já na metade do ano, quando a companhia deve apresentar oficialmente os novos Moto Z3 ao mercado nacional e internacional.

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Motorola lançará programa para testes de software em fase beta

Durante seu evento de lançamento dos novos Moto G6 e Moto E5, a Motorola também fez um anúncio relacionado a software. Dan Dery, vice-presidente de produto na empresa, subiu ao palco em São Paulo e disse que a Motorola vai lançar em breve o programa chamado “Beta Experiences”. Ele não deu muitos detalhes acerca da novidade, mas é possível inferir que a empresa esteja planejando liberar versões prévias de seus apps proprietários para usuários interessados testarem esses produtos antes de serem distribuídos para o grande público.

Entre esses apps liberados em fase de testes, poderemos talvez ter coisas como o Moto Câmera, Moto Tela e vários outros liberados previamente com novos recursos. A empresa então buscaria feedback dos usuários para lançar ferramentas de software melhor testadas para o grosso da sua base de usuários.

Existe a possibilidade de a Motorola conseguir liberar atualizações do Android mais rapidamente com a ajuda desse programa

Existe ainda a possibilidade de esse programa se estender para mais do que apps da Motorola, indo também até as novas versões do Android que a empresa pretende lançar para aparelhos já existentes. Marcas como Apple, Google e OnePlus já possuem programas dessa natureza para usuários e tornarem testadores e darem suas opiniões sobre falhas e melhorias. Existe a possibilidade de a Motorola conseguir liberar atualizações do Android mais rapidamente com a ajuda desse programa, mas tudo isso até agora não passa de especulação da nossa parte.

De qualquer modo, podemos esperar que a empresa lance esse Beta Experiences já na metade do ano, quando a companhia deve apresentar oficialmente os novos Moto Z3 ao mercado nacional e internacional.

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Moto G6 chega por até R$ 1.599; Microsoft sem estoque do Windows Phone e + [CT N

Bem-vindos ao nosso “jornal” diário com o resumo das principais notícias sobre tecnologia. Com o Canaltech News, em pouco mais de 5 minutos você fica por dentro dos principais produtos lançados do mercado, da movimentação das principais empresas do segmento, novidades das redes sociais, curiosidades, cultura geek, e muito mais.

Nesta edição, falamos sobre:

  • Motorola apresenta Moto G6 com tela 18:9, novo design e custando até R$ 1.600
  • NASA lança satélite TESS para buscar novos exoplanetas
  • Netflix agora exibe trailers como se fossem Stories, na vertical
  • WhatsApp adiciona função de remoção de administradores em grupos
  • Microsoft confirma que não há mais Windows Phone em seu estoque
  • Fábrica da Tesla começa a ser investigada por acidentes de trabalho
  • Trailer final de Deadpool 2 é divulgado pela Fox
  • Nubank inicia validação por biometria facial para garantir segurança de clientes
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Tecnocast 087 – Transportes do futuro

Os meios de transporte que usamos diariamente são baseados em tecnologias que surgiram há décadas ou até séculos. Temos humanos fazendo besteira atrás de volantes de motores de combustão interna, ônibus que ficam ilhados no trânsito das grandes cidades, trens abarrotados de pessoas sobre trilhos que nunca terminam de ser construídos…

Mas será que o futuro pode nos reservar algo melhor? Estamos vendo muitas inovações surgirem em transportes: túneis que transportam carros para fugir do congestionamento na superfície, cápsulas que viajam a 1.200 km/h em tubos embaixo da terra e até foguetes para viajar de um continente a outro em meia hora. Tudo isso vai nos levar a uma luz no fim do túnel?

Neste episódio, desabafaremos sobre as nossas decepções com os meios atuais e discutiremos as alternativas de transporte no futuro. Dá o play e vem com a gente!

Conteúdos citados no podcast

Participantes

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Edição e Sonorização

Tecnocast é editado por Paulo Barba.

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Qualcomm anuncia demissão de 1,5 mil funcionários para reduzir custos

Decisão faria parte do cumprimento do compromisso com investidores de reduzir custos em US$ 1 bilhão; Califórnia representa a maior parte dos cortes


A Qualcomm iniciou um processo de redução da sua força de trabalho que deve culminar com o corte de 1,5 mil empregos na Califórnia (EUA). A decisão faz parte do cumprimento do compromisso com investidores de reduzir custos em US$ 1 bilhão, segundo informações da Bloomberg.

A Califórnia representa a maior parte dos cortes, mas outras posições devem ser eliminadas globalmente. A companhia emprega um total de 34 mil pessoas em todo o mundo.

A empresa confirmou à agência de notícias que reduzirá sua força de trabalho temporário e de tempo integral, mas não especificou locais ou números.

“Primeiro, avaliamos as reduções de despesas não relacionadas a funcionários, mas concluímos que é necessária uma redução da força de trabalho para suportar o crescimento e o sucesso no longo prazo, o que acabará beneficiando todos os nossos acionistas”, afirmou a Qualcomm em comunicado. A empresa disse que oferecerá indenizações aos afetados pela medida.

A fabricante de chips prometeu em janeiro reduzir em US$ 1 bilhão as despesas para melhorar os lucros, parte de seus esforços para combater a oferta de compra proposta pela rival Broadcom. A compra foi barrada pelo presidente norte-americano Donald Trump, que alegou questões de segurança nacional.

As vendas da empresa têm registrado queda desde 2015 e a previsão é de queda de 3% no ano fiscal de 2018.

Esta não é a primeira vez que a Qualcomm corta postos de trabalho. Em 2015, após a pressão de um investidor, a gigante anunciou uma reestruturação que resultou em milhares de demissões.

 

 

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