YouTube agora tem aplicativo de testes beta no Android; saiba como participar

Tudo sobre

YouTube


Desde o começo do ano o YouTube vem prometendo mudanças na sua plataforma, muitas das quais nem todo usuário ou produtor de conteúdo fica sabendo. Para facilitar que os interessados não percam nada de novo no que acontece na plataforma, a empresa lançou um aplicativo de testes beta, no qual qualquer usuário de Android pode se inscrever.

Como toda seção deste tipo, a ideia é que a pessoa dentro deste programa teste novidades ainda não liberadas para o público em geral. “O programa de testes beta do Android é aberto a todo desenvolvedor de apps do Android. Como um beta tester do YouTube, será possível testar novas ferramentas que não foram lançadas ainda para o público. Tais novidades podem vir a se tornar públicas no futuro”, diz o site oficial.

Para ser um dos testadores da empresa, basta entrar na página do YouTube na Google Play pelo seu smartphone e rolar a tela até o final. Lá, você vai encontrar a opção de ser um testador beta, bastando clicar em “Participar agora” e confirmar sua inscrição na tela seguinte.

Participe do nosso GRUPO CANALTECH DE DESCONTOS do Whatsapp e do Facebook e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.

(Captura: Wagner Wakka/Canaltech)

Vale lembrar que a opção é focada em desenvolvimento, de forma que algumas atualizações podem tornar o app instável. Ou seja: não é recomendável que você participe deste tipo de teste se não for um desenvolvedor ou se não tiver um aparelho secundário para testes.

Fonte: YouTube

Gostou dessa matéria?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.

via Canaltech

Ransomwares NotPetya e Industroyer estão relacionados, segundo análise da ESET

O que os malwares NotPetya, que interrompeu a atividade de diversas empresas em 2017, e Industroyer, responsável por cortes de fornecimento de energia na Ucrânia em 2016, têm em comum? Segundo os pesquisadores da ESET, muito.

Segundo a empresa de detecção de ameaças cibernéticas, há evidências de que ambos os malwares tenham sido desenvolvidos pelo mesmo grupo de cibercrime, o TeleBots. “As especulações sobre a conexão entre Industroyer e o grupo TeleBots surgiram pouco depois que o malware atingiu a Ucrânia”, explica o pesquisador da ESET Anton Cherepanov. “No entanto, nenhuma evidência entre os dois foi publicamente reconhecida até agora”, conclui ele.

O primeiro apagão provocado por um malware ocorreu em dezembro de 2015, em decorrência de um pacote de ferramentas maliciosas que ficou conhecido como BlackEnergy. Segundo a análise da ESET, o grupo por trás do BlackEnergy deu origem ao TeleBots. Em junho de 2017, quando o NotPetya entrou em ação, foi observado que o surto começou a partir de empresas que já haviam sido afetadas com o backdoor TeleBots, devido a um comprometimetno do software financeiro MEDoc. Já em abril de 2018, a ESET descobriu um novo backdoor relacionado ao grupo, conhecido como Win32/Exaramel, sendo este uma melhoria do Industroyer. “A descoberta do Exaramel mostra que o grupo TeleBots ainda está ativo em 2018 e que os atacantes continuam trabalhando para melhorar suas ferramentas e táticas”, explica Cherepanov.

Participe do nosso GRUPO CANALTECH DE DESCONTOS do Whatsapp e do Facebook e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.

Vale ressaltar que a ESET não volta suas pesquisas para identificar indivíduos responsáveis pelo desenvolvimento dessas ferramentas, mas sim nota a semelhança entre as estruturas de funcionamento delas. 

Fonte: ESET

Gostou dessa matéria?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.

via Canaltech

Infográfico sobre Hydrogen One revela kit de 4 lentes e tela com holografia

Um novo infográfico mostra especificações do Hydrogen One, o novo smartphone da RED. A imagem foi obtida pelo site Android Central e mostra detalhes do aparelho, anunciado já há mais de um ano, mas que ainda não tem data para chegar ao mercado. De acordo com a imagem, ele deve trazer uma câmera potente, bem como bateria robusta.

O aparelho chega com um enorme círculo na parte de trás, envolvendo um conjunto duplo de lentes. As duas chegam com 12,3 MP, sendo que não há diferenciação de grande angular ou teleobjetiva entre elas. Junto, há um sensor de LED para flash nas gravações e fotos mais escuras. Ainda sobre a câmera, na frente há também um conjunto de duas lentes, ambas com 8,3 MP, fazendo com que o aparelho premium traga um conjunto total de quatro lentes.

Outro detalhe forte do aparelho é sua bateria, que chega com 4.500 mAh, mostrando que o dispositivo é feito para durar o dia todo. O conjunto ainda traz 6 GB de RAM e armazenamento de 128 GB, com capacidade para expansão.

Participe do nosso GRUPO CANALTECH DE DESCONTOS do Whatsapp e do Facebook e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.

Gráfico sobre Hydrogen One (Imagem: Android Central)

Outra novidade interessante deste aparelho é a possibilidade de captura de imagem em holografia. Embora a empresa não explique na imagem exatamente como funciona o sistema, ela informa que o aparelho é capaz de fazer vídeos e imagens estáticas por holografia na tela.

O dispositivo chega com display de 5,7 polegadas com resolução de 2560 x 1440. Este ano, a empresa chegou a informar que estava com problemas na produção, fazendo com que o lançamento do Hydrogen One fosse adiado, e não há ainda previsão oficial para que o dispositivo chegue ao mercado.

Fonte: Android Central

Gostou dessa matéria?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.

via Canaltech

Spotify anuncia nova versão de seu aplicativo para o Wear OS

Tudo sobre

Spotify


Um dos mais populares aplicativos de streaming de músicas do mundo, o Spotify poderá também ser acessado através de seu relógio inteligente. O aplicativo agora está disponível para o sistema Wear OS, por onde será possível comandar a reprodução de músicas e se conectar ao Spotify Connect.

Com o novo app, os usuários poderão não só controlar a reprodução das músicas mas também salvá-las em sua biblioteca, além de navegar pelas playlists diretamente pelo pulso. A versão para Wear OS do Spotify terá praticamente as mesmas funções do app para o Galaxy Watch, com a única diferença que não irá fornecer a opção de download de músicas direto no aparelho e reproduzi-las sem estar conectado à internet.

E com a integração direta com o Spotify Connect, o usuário poderá utilizar seu smartwatch para modificar em qual dos aparelhos de som da casa a música será reproduzida, além de facilitar o gerenciamento das músicas que estão sendo tocadas em diferentes ambientes.

Participe do nosso GRUPO CANALTECH DE DESCONTOS do Whatsapp e do Facebook e garanta sempre o menor preço em suas compras de produtos de tecnologia.

O Spotify para Wear OS será lançado ainda essa semana, e poderá ser encontrado na Play Store. A empresa ainda revelou que fechou uma nova parceria com a Fossil, e a partir de novembro todos os modelos dos smartwatches Gen4 Fossil e Michael Kors Access Runway já virão com o Spotify instalado de fábrica.

Fonte: 9to5Google

Gostou dessa matéria?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.

via Canaltech

“Não há possibilidade de um Deus em nosso universo”, acreditava Stephen Hawking

O assunto é polêmico, é verdade. Existem, sim, cientistas que creem em Deus ou em algum tipo de força superior que comandou a criação do universo, também é verdade. Mas este não era o caso de Stephen Hawking, físico teórico falecido no início do ano mas que, além de nos deixar um artigo final sobre buracos negros, acaba de ganhar um último e póstumo livro chamado Brief Answers to Big Questions (que, em tradução livre, se chama "Breves Respostas para Grandes Perguntas").

Hawking enxergava o fenômeno da criação por meio do viés científico apenas e, portanto, sempre que questionado sobre coisas como "de onde viemos?" "por que estamos aqui?" ou "estamos sozinhos no universo?" suas respostas, naturalmente, eram o mais céticas possíveis e, por isso, conviveu em toda a sua vida enquanto cientista com críticas neste sentido por parte de religiosos.

Seu livro, lançado internacionalmente na última terça-feira (16) e disponível (em inglês) na Amazon por US$ 16,51, traz uma série de dez ensaios intergaláticos que abordam a mais antiga de todas as questões: Deus existe?

As respostas de Hawking que constam no livro, na verdade, foram compiladas usando décadas de entrevistas que o cientista concedeu sobre o tema, além de ensaios e discursos que foram selecionados com a ajuda de seus parentes e colegas de ciência. No livro, há declarações como: "Eu acho que o universo foi criado espontaneamente a partir do nada, de acordo com as leis da ciência", "Se você aceita, como eu, que as leis da natureza são fixas, então não demorará muito para perguntar: que papel existe para Deus?" e "Se você gostar, pode dizer que as leis são a obra de Deus, mas isso é mais uma definição de Deus do que uma prova de sua existência".

Hawking foi um defensor ferrenho da teoria do Big Bang — ideia de que nosso universo e tudo o que existe nele começou a partir de uma singularidade extremamente densa, menor do que um átomo, que explodiu e, então, o que hoje chamamos de universo começou a se formar e se expandir. Da partícula, emergiu toda a matéria, energia e espaço vazio, com essa matéria-prima evoluindo para o cosmos que conhecemos hoje (e tudo isso seguindo um conjunto estrito de leis científicas, como as da gravidade, relatividade, física quântica, etc.).

Sendo assim, de acordo com os argumentos de Hawking que constam no livro, com o universo evoluindo numa espécie de piloto automático cientificamente guiado, o único papel de uma divindade seria apenas estabelecer as condições iniciais do universo para que as leis pudessem existir. Seria mais ou menos algo como uma pessoa programar uma série de linhas de códigos e, depois, somente observar os resultados de sua criação.

"Deus criou as leis quânticas que permitiram que o Big Bang acontecesse?", questiona o físico, cuja resposta à própria pergunta foi: "Não tenho vontade de ofender alguém de fé, mas acho que a ciência tem uma explicação mais convincente do que um criador divino". Ele explica que, nos estudos quânticos, é comum ver partículas subatômicas, como prótons e elétrons, aparentemente surgirem "do nada", ficando ali por um tempo e depois desaparecendo ou reaparecendo em um lugar totalmente diferente. E como o universo um dia já foi do tamanho de uma partícula subatômica (a singularidade inicial), faz sentido pensar que ele tenha se comportado de maneira semelhante nos eventos que causaram o Big Bang — tudo isso na visão de Hawking, claro.

Aí vem outra questão: e quem criou a singularidade inicial? É aí que os religiosos apontam que só poderia existir um Deus para que isso tenha sido possível. Mas Hawking diz que a ciência também tem uma explicação, que pode estar na física dos buracos negros — estrelas colapsadas que são tão densas que absolutamente nada (nem mesmo a luz) é capaz de escapar de sua força gravitacional.

Colocando em outras palavras, os buracos negros (assim como o universo antes do Big Bang) se condensam em uma singularidade e, neste ponto, a gravidade é tão intensa que acaba distorcendo o tempo, a luz e o espaço. Ou seja: nas profundezas de um buraco negro, o tempo não existe. Sendo assim, como o universo justamente começou como uma singularidade (isto é, de acordo com a teoria do Big Bang), o tempo não poderia ter existido antes da explosão que deu início a tudo o que existe.

"Para mim, isso significa que não há possibilidade de um criador, porque não há tempo para um criador existir", conclui o cientista. Claro, esses argumentos podem não ser suficientes para convencer crentes teístas de que Deus não existe, e há argumentos válidos dos dois lados (científico e religioso). Mas, enquanto cientista que dedicou toda uma vida à compreensão do cosmos, Hawking, de certa forma, procurou entender a "mente de Deus" — e, ainda que sua visão não contemple a existência de um criador divino como nas crenças religiosas, o cientista deixou para a humanidade ideias que remetem a conceitos como esperança, admiração e gratidão. "Temos essa única vida para apreciar o grande projeto do universo; e por isso sou extremamente grato" são as palavras que encerram o primeiro capítulo do livro em questão.

via Canaltech

Making off quase inédito sobre Star Wars foi publicado na íntegra no YouTube

Por razões desconhecidas, The Making of the Empire Strikes Back, uma produção de Michael Parbot que mostra os bastidores das filmagens de Star Wars Episódio V: O Império Contra-Ataca, lançado em 1980, raramente foi ao ar. Por um longo período, inclusive, parecia que o documentário teria se perdido para sempre, não conseguindo sobreviver às mudanças do VHS para o YouTube.

Entretanto, o canal Adywan Revisited fez o upload integral do documentário no YouTube no início de outubro, salvando a produção do esquecimento e fornecendo aos fãs da saga a chance de conferir o material de forma gratuita. Segundo o responsável pelo canal, ele adquiriu o documentário de Michael Parbot após arrematar o raro DVD em um leilão.

Perdido por quase 40 anos, o making off mostra entrevistas com Mark Hamill (Luke Skywalker), Carrie Fisher (Princesa-General Leia) e Harrison Ford (Han Solo) falando sobre o triângulo amoroso e as revoltas contra o Império. O diretor Irvin Kershner e o produtor Gary Kurtz também dividem suas visões pessoais sobre a obra, num raro momento onde não são ofuscados pelas opiniões onipresentes de George Lucas.

O documentário pode ser visto na reprodução abaixo, disponível com o áudio apenas em inglês. Entretanto, é bom avisar que o material contém inúmeros spoilers para quem ainda não está familiarizado com a história da saga:

 

via Canaltech

Apple deverá lançar seu primeiro computador com processador próprio em 2020

De acordo com novo artigo escrito pelo famoso analista Ming-Chi Kuo, a Apple deverá lançar seus primeiros computadores com chips próprios já em 2020. A informação ecoa uma reportagem da Bloomberg de abril deste ano, que também citava 2020 como o ano em que veríamos os primeiros computadores da Apple com processador ARM feito pela própria companhia.

De acordo com o analista, uma das principais vantagens de abandonar os chips Intel é a não necessidade de a Apple ter que adequar seus produtos à arquitetura de outra empresa, tornando o desenvolvimento mais rápido e diminuindo a chance de bugs, além de baratear os custos de produção.

Quem também deve sair ganhando com a troca é a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC). A empresa é responsável por fabricar todos os chips da Apple, tanto para dispositivos móveis quanto para a nova iniciativa de carros autônomos, e utilizá-los também nos computadores só irá aumentar a demanda da fábrica.

Uma certeza é que a transição deverá começar pelos laptops mais básicos da empresa, já que os processadores de arquitetura proprietária da Apple ainda estão longe de possuir a mesma capacidade dos Intel utilizados nos MacBooks de ponta.

via Canaltech

CPTM libera acesso Wi-Fi nas estações Brás, Tatuapé e Tamanduateí

Já conhece a nova extensão do

Tecnoblog

?

Baixe Agora

A CPTM (Companhia Paulista de Trens) anunciou hoje (17) que concluiu a instalação de pontos de acesso Wi-Fi em mais estações dos trens metropolitanos que atendem a região da Grande São Paulo. Gratuito, o serviço poderá ser utilizado por qualquer pessoa que esteja na plataforma das estações, durante 15 minutos.

As estações Tamanduateí, Brás e Tatuapé são as que finalizaram os testes iniciados no final de agosto deste ano, abrangendo os hotspots para as linhas da CPTM 10, 11 e 12 respectivamente. Assim como já acontece em ônibus da SPTrans, a conexão nas plataformas dos trens exige um cadastro inicial, que libera o tempo de 15 minutos – com o prazo de uso expirado, o usuário precisa reconectar com a rede e não há limite para o número de novas conexões.

Já existe em outros locais de São Paulo

No começo do segundo semestre de 2018 a companhia inaugurou o acesso nas estações Palmeiras-Barra Funda e Pinheiros, mas ainda em testes para iniciar a licitação para instalar os roteadores em todas as paradas do trem.

Também controladas pelo governo paulista, 40 estações das linhas 1 (azul), 2 (verde) 3 (vermelha) e 5 (Lilás) do Metrô contam com Wi-Fi gratuito para os usuários. O tempo de acesso é o mesmo da CPTM e o cadastro exige os mesmos dados. O acesso é livre para qualquer aplicativo ou site, com a exceção de conteúdo adulto.

Por fim, a capital de São Paulo também dispõe de Wi-Fi em mais de 900 ônibus da frota que circula pela cidade, junto de 120 praças que receberam conexão wireless do projeto Wi-Fi Livre SP.

via Tecnoblog

Telegram X agora está em português e é compatível com Android 9 Pie

O Telegram X agora é compatível com o Android 9 Pie, a versão mais recente do sistema operacional da Google. A versão X, segundo seus próprios criadores, é a mais rápida e fácil de usar do que a padrão.

O projeto foi anunciado em fevereiro e oferece funções novas como esquema de visualização em pop-up das conversas, modo noturno e ajuste do tamanho dos textos. O Telegram X foi desenvolvido com base no Challegram e já está disponível tanto em Android quanto iOS.

A versão X ganhou tanto os usuários que a empresa informou que vai substituir automaticamente o app original na versão para iOS.

Junto com a atualização neste mês há várias atualizações, entre elas suporte para envio de mídias direto do teclado, mais especificações de tamanho e estilo de textos e otimização de memória do smartphone.

Atualização traz novas línguas, entre elas o potrtuguês (Foto: Divulgação/Telegram)

Outra novidade é que o programa vai passar a ser todo traduzido para mais de 10 línguas, incluindo o português brasileiro.

via Canaltech

Processo por “discriminação de homens brancos” contra Google vai para arbitragem

Um dos mais controversos ex-funcionários da Google, James Damore, moveu seu processo contra a sua antiga empresa para um procedimento arbitral. Ele acusa a Google de tê-lo discriminado por ser homem, branco e conservador.

Em agosto de 2017, Damore foi dispensado da companhia após escrever uma carta em que criticava ações pró-diversidade da Google. Para o ex-funcionário, a justificativa da empresa ao demiti-lo foi que ele "perpetua estereótipos de gênero". Em sua carta, na época, ele defendia que há diferenças biológicas que “podem explicar por que não existe uma representação igual de mulheres (em posições) de liderança".

Por conta disso, em janeiro deste ano, ele entrou com um processo contra a Google alegando discriminação contra homens brancos e conservadores. Ele chegou a dizer que foi ridicularizado pela sua opinião dentro da empresa.

Junto com ele, um outro funcionário chamado David Gudeman se juntou no processo. Ele foi demitido no fim de 2016 depois de questionar a presença de um funcionário muçulmano em seu ambiente de trabalho, afirmando que ele deveria ser investigado pelo FBI, acusando o colega de terrorismo apenas com base em sua religião.

James Damores, ex-funcionário da Google (Foto: reprodução/Twitter)

Agora, ambos estão movendo a ação para um processo arbitral e não mais judicial. Isso significa que, agora, as duas partes assumem um acordo que estabelece quais regras serão utilizadas no processo. Provavelmente, isso significa que a Google e os ex-funcionários estão chegando a um acordo, decorrente a uma reunião prévia.

Contudo, a companhia ainda segue com outros dois cidadãos em processo contra ela. Em abril deste ano, Stephen McPherson e Michael Burns se juntaram a Damore e Gudeman contra a Google. No caso deles, não chegaram a ser nem contratados: a acusação aqui é de que eles não teriam passado na seleção da empresa por serem homens, brancos e conservadores.

Estes dois seguem o processo judiciário contra a Google.

via Canaltech