Smartphone gamer Xiaomi Black Shark 2 chega na semana que vem

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O Black Shark 2 vem aí. A segunda geração do smartphone gamer da Xiaomi vai ser anunciada oficialmente no próximo dia 23. Muito provavelmente, a novidade não será muito diferente do primeiro Black Shark, que deu as caras em abril, mas, ao contrário deste, deverá ser lançado em outros países além da China.

Black SharkBlack Shark

Nas especificações básicas, o dispositivo contará com processador Snapdragon 845 (com GPU Adreno 630), 8 GB de RAM e 128 GB de espaço para dados. Não ficou claro, porém, se haverá versão com 6 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, como no Black Shark original.

A bateria de 4.000 mAh deverá ser mantida, o mesmo valendo para a tela, o que significa que o Black Shark 2 virá com painel IPS de 5,99 polegadas e resolução de 2160×1080 pixels.

Black Shark 2 - teaserBlack Shark 2 - teaser

Ainda não há informações sobre as câmeras, mas elas devem mudar pouco ou nada em relação ao modelo anterior, ou seja, podemos esperar uma configuração de 12 + 20 megapixels atrás e um sensor frontal de 20 megapixels.

Sabe-se que a traseira será diferente. Embora os teasers da Xiaomi indiquem que os detalhes em verde serão mantidos, o Black Shark 2 deverá ter traços um pouco mais sóbrios que os do seu antecessor na parte de trás.

O primeiro Black SharkO primeiro Black Shark

O primeiro Black Shark

Outro detalhe importante: tal como a geração anterior, o novo modelo deverá ter um mecanismo de resfriamento para permitir que o processador seja usado irrestritamente.

Quanto? Só saberemos com o anúncio oficial, mas, na China, é de se esperar preço equivalente a até US$ 600.

Com informações: PhoneArena.com.

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Vertu Aster P é um smartphone Android que custa até US$ 14,1 mil

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A Vertu, empresa conhecida por criar smartphones extremamente caros para todos os gostos e que no ano passado fechou as portas, voltou ao mercado com mais um aparelho gourmet. O Aster P é o gadget do momento, um Android com Snapdragon 660 e que pode custar até US$ 14,1 mil, ou aproximadamente R$ 52,5 mil.

Lançado apenas na China, o celular é um mar de luxo do lado de fora e que é feito de forma manual na Inglaterra. O corpo do aparelho é criado em uma liga de titânio, com a traseira em um misto de couro de crocodilo, lagarto e na frente a tela é uma peça única de safira. Ainda na parte traseira ficam as duas portas para nano SIM, que escondem a assinatura da pessoa que fez o seu modelo.

Depois de tanto luxo, vem a parte desanimadora: ele é um intermediário qualquer, só que com bastante memória. Do lado de dentro temos um Snapdragon 660 com 6 GB de RAM e 128 GB de espaço interno. O display é feito com tecnologia AMOLED e tem tela de 4,9 polegadas, com resolução Full HD, tudo isso com uma bateria de 3.200 mAh de capacidade.

A câmera traseira é de 12 megapixels e não foi desta vez que a empresa da riqueza entrou na onda de câmeras múltiplas – ele tem uma só lente. O sensor frontal trabalha com 20 megapixels e que é controlado pelo Android Oreo, instalado de fábrica e que já chega ao mercado defasado – o Android 9 Pie tá aí, faz algum tempo.

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Curtiu? Quer um? A pré-venda está acontecendo agora na China e o preço deste modelo que comentei aqui é de mais ou menos US$ 5,2 mil, que dá aproximadamente R$ 19 mil. Há uma versão que coloca ouro no corpo do aparelho e que dispara o preço para US$ 14,1 mil. Convertendo, sem pensar em taxas ou IOF, custará R$ 52,5 mil de seu cartão de crédito.

Vai um?

Com informações: 9to5Google.

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Projetos de estações de recarga de carros elétricos recebem apoio do BNDES

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O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou o apoio para dois projetos de redes de recarga de carros elétricos. De acordo com o banco, eles terão R$ 6,7 milhões para criarem estações de recarga e contribuírem para o crescimento do setor no país.

A quantia será liberada do BNDES Funtec, um fundo não reembolsável voltado para projetos de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação. Nos dois casos, serão desenvolvidas estações de recarga lenta (de 8 a 16 horas), semirrápida (de 2 a 4 horas) e rápida (até 1 hora).

Elas poderão ser instaladas em casas, shoppings, estacionamentos, postos de combustível e estradas. As iniciativas são de duas unidades da Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), organização ligada ao governo federal que liberou mais R$ 2,9 milhões.

“O segmento de veículos elétricos apresenta rápido crescimento no mundo, tendo superado a marca de três milhões de unidades em 2017”, destaca o banco. “Nesse sentido, as operações do BNDES representam uma oportunidade para ampliação da frota de veículos elétricos no país”.

Um dos projetos projetos será realizado pela Fundação CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações). A unidade recebeu R$ 3,4 milhões do BNDES e terá um investimento total de R$ 5 milhões.

Neste caso, as estações serão desenvolvidas em parceria com a PHB Eletrônica Limitada, uma empresa brasileira com atuação em projetos em eletrônica de potência aplicada a sistemas de energia.

A outra iniciativa é da Fundação CERTI (Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras), que tem R$ 3,3 milhões do BNDES e investimento total de R$ 7,5 milhões. O projeto tem parceria da WEG, fabricante nacional de eletroeletrônicos de uso industrial.

Segundo o BNDES, os dois projetos foram selecionados a partir de uma chamada pública realizada em 2016. O apoio ocorre graças a um Acordo de Cooperação firmado em setembro de 2017 entre o BNDES e a Embrapii.

Com informações: BNDES.

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Oppo é pega trapaceando em benchmark

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A Oppo é a fabricante de smartphones bem interessantes, como o Find X, mas também é o nome mais recente em uma péssima lista de empresas que fraudam testes de desempenho. A marca chinesa foi flagrada inflando números de seus principais aparelhos em testes de benchmark com o F7 e também o Find X.

De acordo com a empresa responsável pelo 3DMark e que cria uma lista com os melhores celulares da atualidade, a UL, os dois modelos da Oppo foram flagrados enquanto aumentavam o desempenho máximo dos aparelhos, quando eles detectavam que estavam passando pelo teste do 3DMark. Alocando mais recursos do que em qualquer outro momento do dia, para conseguir um resultado superior no teste.

O Find X, que tem câmera frontal em parte retrátil do corpo do aparelho e, por isso, dispensa o notch, estava na quarta posição de todo o planeta. Agora, com a punição, o smartphone teve o resultado zerado e está na parte mais baixa do ranking.

Segundo a empresa, os resultados dos testes com o 3DMark dos dois celulares eram 41% superiores quando detectavam o benchmark rodando, como fica claro na imagem acima dos dois testes (em laranja o teste sem o “overclock” e, em preto, com as melhorias ativadas pela fabricante).

Os melhores do mundo, agora

Depois da desqualificação, a lista dos melhores smartphones da atualidade, segundo o teste do 3DMark, fica assim:

  1. AGM X3
  2. Zenfone 5Z
  3. Xiaomi Black Shark
  4. OnePlus 6
  5. Galaxy S9+
  6. Galaxy Note 9
  7. Xperia XZ2 Premium
  8. Galaxy S9
  9. Xperia XZ2 Compact

Com informações: UL e The Verge.

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Avaaz promete US$ 100 mil para quem provar fraude eleitoral no Brasil

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A Avaaz é mais conhecida como uma plataforma de abaixo-assinados que também recebe doações. Agora, a empresa está promovendo o #EleiçõesLeaks, um prêmio de US$ 100 mil para quem fornecer provas concretas de fraude eleitoral no Brasil, que possam levar à condenação de Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT).

Fotos por Wilson Dias/Agência Brasil e Ricardo StuckertFotos por Wilson Dias/Agência Brasil e Ricardo Stuckert

Jair Bolsonaro e Fernando Haddad

O prêmio será pago às três primeiras pessoas que enviarem informações novas à Avaaz sobre os candidatos ou as campanhas de Bolsonaro e Haddad envolvendo “fraude eleitoral, disseminação ilegal de notícias falsas, violações importantes da lei brasileira de financiamento de campanha, ou violações do código e leis eleitorais”.

Se você tiver informações novas — não vale pegar notícias da imprensa — pode enviá-las para EleicoesLeaks.org. A fim de garantir o anonimato, a Avaaz também oferece um endereço .onion que só pode ser acessado no navegador Tor, principal forma de entrar na deep web.

As provas podem ser enviadas de maneira anônima, mas o informante deverá comprovar sua identidade para receber o prêmio. O prazo vai até 28 de abril de 2019.

Avaaz: “esta é uma de nossas campanhas prioritárias”

A Avaaz confirma ao Tecnoblog que o #EleiçõesLeaks é um projeto real feito pela empresa: “na verdade, esta é uma de nossas campanhas prioritárias”. Ela diz que nunca realizou algo parecido em outros países: “esta é a primeira vez que embarcamos nesse tipo de empreendimento”.

Por que lançar esta campanha 10 dias antes da eleição? A Avaaz diz que “muitas coisas podem acontecer até lá”, e lembra que o prêmio estará disponível até 2019. “Quem encontrar documentos que possam provar um aparelhamento eleitoral que leve a uma condenação ainda pode ser recompensado no ano que vem”, diz a empresa.

Estes são os principais critérios: a informação deve ser nova; deve provar uma atividade criminosa que viole a lei eleitoral; e deve levar à condenação de um candidato à presidência concorrendo no segundo turno em 2018 — isto é, Bolsonaro ou Haddad. “Nossa equipe de especialistas vai analisar os dados enviados para garantir que não sejam fraudulentos ou fabricados”, explica a Avaaz.

De onde vem o dinheiro da Avaaz?

A Avaaz afirma que o dinheiro do prêmio “vem de nossos próprios fundos”. Ela é financiada por membros de todo o mundo, incluindo brasileiros, para tornar realidade campanhas como esta; e diz não receber “um único centavo de empresas, governos ou partidos políticos”.

Ela esclarece que vai pagar US$ 100 mil para cada uma das três pessoas que sejam as primeiras a enviar provas de fraude eleitoral. Ou seja, o total da premiação é de US$ 300 mil.

Ao Tecnoblog, a Avaaz menciona a revelação da Folha sobre empresas que teriam pago para disseminar mensagens anti-PT no WhatsApp. “Acusações graves de ilegalidades foram divulgadas sobre a campanha de Bolsonaro. E meses atrás nós também vimos graves acusações sobre a campanha de Haddad em 2016.”

A empresa continua: “a forma como você ganha uma eleição reflete sobre a maneira como você governa um país… Vimos o que acontece quando corruptos assumem o poder, e queremos impedir isso. É por isso que estamos lançando este prêmio antes do segundo turno da eleição: para garantir que os brasileiros tenham a chance de conhecer a verdade antes de votar”.

A Avaaz é uma organização sem fins lucrativos fundada nos EUA em 2007. Ela tem uma comunidade de quase 50 milhões de membros, dos quais 10 milhões são do Brasil.

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Google vai cobrar até US$ 40 na Europa para pré-instalar apps do Android

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A multa de € 4,3 bilhões aplicada pela União Europeia fez o Google mudar as regras do jogo: agora, a companhia vai cobrar uma taxa de licenciamento dos fabricantes que incluírem determinados aplicativos Google em seus smartphones. Só não estava claro qual seria o valor da cobrança, mas o The Verge teve acesso a documentos que revelam que a taxa pode chegar a US$ 40 por aparelho.

AndroidAndroid

Prática anticompetitivas

Se você está por fora do assunto, aqui vai uma breve recapitulação: em julho, a Comissão Europeia multou o Google por entender que a companhia aproveitou a liderança de mercado do Android para forçar a distribuição do aplicativo de busca e do Chrome nos smartphones de vários fabricantes. Em troca, o Google fornecia a essas empresas uma licença para acesso à Play Store, sem custo.

Essas práticas foram consideradas anticompetitivas pela Comissão Europeia, pois, nas palavras da entidade, “negaram aos rivais a chance de inovar e competir nos méritos”. Ainda que esteja recorrendo da multa, o Google decidiu mudar as suas regras de licenciamento para atender às determinações das autoridades europeias.

É aqui que a questão da cobrança de licenças aparece. O Android em si, quando tratado unicamente como sistema operacional, tem código aberto e custo zero, desde que não haja nenhum app do Google na pré-instalação. Mas, para torná-lo minimamente usável para o usuário, é necessário incluir aplicativos e serviços. Só que essas ferramentas não precisam ser — e frequentemente não são — gratuitas ou de código aberto. É necessário, então, licenciá-las.

Nos acordos estabelecidos até pouco tempo atrás, costumava vigorar a seguinte condição: o fabricante que quisesse inserir um aplicativo do Google em seu aparelho (por exemplo, o buscador) poderia fazê-lo se instalasse todos os demais (Chrome, Maps, Agenda, entre vários outros). Em troca, não havia cobrança no licenciamento.

Smartphone AndroidSmartphone Android

Mas essa não era a única regra. O Google permitia a instalação de aplicativos concorrentes, mas exigia que os seus ficassem em posição de destaque. Se um fabricante quisesse distribuir o app do Bing, por exemplo, teria que posicionar o buscador do Google na tela inicial do Android. É com isso que a Comissão Europeia encasquetou, essencialmente.

Por prudência, o Google está tratando o assunto com sigilo, mas os documentos obtidos pelo The Verge indicam que esse esquema de licenciamento vai ser mantido como opcional. Se um fabricante quiser instalar aplicativos do Google, mas sem seguir as condições da companhia, poderá fazê-lo, mas pagando pelo licenciamento.

O valor do pacote padrão — que inclui a Play Store — dependerá da região. Em países como Alemanha, Holanda e Noruega, os fabricantes terão que pagar o equivalente a US$ 40 por aparelho nos modelos com mais de 500 ppi na tela, US$ 20 nas unidades com densidade entre 400 e 500 ppi, e US$ 10 nos dispositivos com menos de 400 ppi.

Em outros países, porém, a taxa mínima poderá ser de apenas US$ 2,50 por unidade. No caso de tablets, a licença foi padronizada em US$ 20 para toda a União Europeia. É possível negociar todas essas taxas, principalmente se o fabricante não quiser incluir determinados aplicativos do Google, mas concordar em pré-instalar o buscador e o Chrome.

Por que o Google decidiu cobrar pelas licenças?

O que chama atenção nessa história é que o Google não foi obrigado a cobrar pelo licenciamento. O que a Comissão Europeia determinou é que a empresa seja mais flexível quanto às exigências referentes à distribuição dos seus apps.

GoogleGoogle

Mas, como o buscador e o Chrome são as principais fontes de receita da companhia em dispositivos móveis, a cobrança é um meio de compensar as eventuais ausências desses aplicativos.

Outra forma de compensação é a não divisão de receitas: os documentos também mostram que, caso o fabricante opte por não instalar o Chrome de fábrica ou não colocá-lo em destaque na parte inferior do sistema, não receberá repasses provenientes da exibição de anúncios no navegador (mesmo se o Chrome vier a ser instalado pelo usuário, presumivelmente).

Até o momento, o Google não comentou publicamente o assunto. O temor é o de que acabe sobrando para o usuário pagar a conta — ou seja, teme-se pelo aumento dos preços dos smartphones. Resta torcer para que, no fim das contas, Google e fabricantes fechem acordos favoráveis a todo mundo.

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Bem-estar digital do Android 9 Pie chega ao Android One

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Uma das novidades do Android 9, o Bem-estar digital, acaba de chegar em em dispositivos com Android One. A novidade apareceu em atualização do aplicativo na Play Store, que cita a versão pura do sistema operacional móvel do Google e que roda em dispositivos nem-tão-potentes-assim.

O Bem-estar digital é uma espécie de controle para o uso do smartphone, que exibe um círculo com os tipos de aplicativos mais utilizados pelo usuário – dá até para limitar o tempo que alguns deles podem ser abertos. O recurso chegou primeiro nos smartphones Pixel e agora já pode ser instalado em alguns poucos modelos diferentes.

A novidade é que ele passou a ser compatível com o Android One, um Android puro e que está em smartphones como o Motorola One, Xiaomi Mi A1 e A2, além dos mais potentes Nokia 7 Plus e o Nokia 8 Sirocco. A única exigência é que estes aparelhos estejam rodando ao menos o Android 9.0 Pie, o que não é o caso do smartphone da Motorola.

O recurso ainda está em fase de testes mesmo para aparelhos Pixel e pode apresentar alguns resultados inconsistentes. Se você tem um Android One em casa e quer utilizar a ferramenta, é só clicar aqui e instalar o aplicativo direto da Play Store.

Com informações: Android Police.

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Uber libera chamadas VoIP e sugestões personalizadas de trajeto

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Chamada VoIP no UberChamada VoIP no UberO Uber apresentou nesta quinta-feira (18) novos recursos para ajudar os usuários antes e durante as corridas. Um deles permite a comunicação entre passageiros e motoristas por meio de chamadas VoIP. O outro oferece sugestões com as melhores formas de se chegar a um destino.

Com as chamadas VoIP, o Uber visa oferecer uma opção mais barata para as chamadas antes do início da viagem. O recurso funciona de forma bem parecida com as ligações feitas em serviços como Skype e FaceTime.

Além da economia, ele permite que motoristas centralizem a ligação e as informações sobre a viagem no aplicativo do Uber. A plataforma espera reduzir a quantidade de cancelamentos por conta da falta de comunicação entre motoristas e passageiros.

As chamadas VoIP já estavam sendo testadas desde junho e, agora, se juntam a outras formas de comunicação, como mensagens SMS, chat no aplicativo e as chamadas telefônicas convencionais.

Recomendações de trajeto no Uber

O aplicativo também ganhou um recurso para ajudar os passageiros a decidirem qual a melhor forma de chegar a um local. Por meio de um algoritmo, o serviço consegue informar se a opção mais indicada é um UberX, UberPool ou até mesmo uma bicicleta da Jump.

Atualmente, o aplicativo destaca três modalidades, independentemente da disponibilidade e dos preços. Nos países em que as bicicletas já estão sendo usadas, esta opção fica escondida em um menu.

Com a mudança, todas as opções do Uber ficarão reunidas em apenas um local. Elas serão destacadas segundo a disponibilidade, o destino, a duração da viagem e o histórico do passageiro.

Sugestões de trajeto do UberSugestões de trajeto do Uber

O algoritmo consegue identificar, por exemplo, quando não há bicicletas disponíveis e recomendar um UberPool. Por outro lado, quando o passageiro deseja fazer uma viagem curta, a sugestão pode ser justamente por uma bicicleta.

O Uber também pretende combinar vários modais diferentes, incluindo transporte público e o aluguel de carros. A ideia do aplicativo é aumentar a retenção dos usuários a longo prazo mesmo que, para isso, abra mão de algumas corridas em favor de outros meios de transporte.

Ainda não há informações sobre quando os novos recursos serão liberados para o Brasil.

Com informações: The Verge, TechCrunch.

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Huawei confirma que está preparando smartphone 5G dobrável

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A Huawei quer disputar espaço com a Samsung no futuro mercado de smartphones flexíveis. O CEO Richard Yu confirmou algo que ouvimos antes: a chinesa está preparando um celular dobrável, e ele será compatível com 5G. Pode ser que ele se inspire no Mate 20 X, lançado esta semana.

Foto por Pierre Metivier/FlickrFoto por Pierre Metivier/Flickr

Yu disse em entrevista ao Digital Trends: “estamos trabalhando em celulares dobráveis… celulares 5G dobráveis”. Ele não revelou muito mais detalhes e mudou de assunto: “antes dos celulares dobráveis, estamos apresentando o Huawei Mate 20 X”.

Huawei Mate 20 X pode ser base para celular dobrável

O CEO disse isso no evento onde também foram anunciados o Mate 20 e Mate 20 Pro. Por que ele desconversou e resolveu dar destaque ao Mate 20 X? Talvez este aparelho indique como será o smartphone dobrável — ele é enorme, com tela OLED de 7,2 polegadas.

Huawei Mate 20 X

O Huawei Mate 20 X tem processador Kirin 980, 6 GB de RAM, 128 GB de armazenamento e câmera tripla na traseira. Ele conta com resfriamento líquido, câmara de vapor e película de grafeno para aguentar longas sessões de jogos; e é compatível com um acessório USB que inclui controles direcionais para games. Yu chegou a compará-lo com o Nintendo Switch.

É inegável que o Mate 20 X se destaca pelo tamanho. Ele possui tela de ponta a ponta com um pequeno notch em forma de gota para a câmera frontal, e bateria de 5.000 mAh. Seria interessante ver uma versão dobrável dele.

Samsung também terá celular dobrável

Ken Hu, vice-presidente do conselho da Huawei, disse anteriormente que o primeiro celular flexível da empresa terá suporte a redes 5G, e deve ser lançado em 2019.

Rumores dizem que a Huawei vai usar telas OLED fabricadas pela BOE Technology Group, concorrente chinesa da LG e Samsung, em seus celulares dobráveis.

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Além disso, a Huawei está desenvolvendo o chip Balong 5G01 com suporte ao Standalone 5G NR criado pela 3GPP, organização que define os padrões para operadoras móveis. Ela também investiu US$ 600 milhões para tornar seus dispositivos compatíveis com 5G.

A Samsung planeja lançar um smartphone dobrável em 2019. Segundo DJ Koh, responsável pela divisão mobile, o dispositivo será um tablet que ocupa o espaço de um celular enquanto dobrado, cabendo dentro de um bolso. A coreana vai realizar uma conferência para desenvolvedores no mês que vem, quando ela deve mostrar uma prévia do novo celular.

Com informações: Digital Trends, The Verge.

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Apple deve lançar Mac com processador próprio, sem Intel, em 2020

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A Apple estaria se preparando para abandonar a Intel e usar chips próprios. O analista Ming-Chi Kuo, que já adiantou vários detalhes sobre a empresa, diz que ela vai lançar o primeiro Mac com processadores ARM em 2020 ou 2021. O relatório também traz alguns detalhes sobre carros autônomos.

Segundo o 9to5Mac, Kuo aponta alguns motivos para a Apple usar processadores próprios: a empresa não dependeria mais do cronograma de lançamentos da Intel, e teria maiores margens de lucro.

O analista diz que a Apple continuará a usar a TSMC (Taiwan Semiconductor Manufacturing Company) como sua única fabricante de processadores. Ela deve inclusive aumentar sua dependência da companhia taiwanesa, por sua qualidade de produção e por não ter conflitos de interesse — a Samsung também fabrica chips, mas concorre em smartphones.

Apple tem laboratório para chips do Mac

A Bloomberg noticiou em abril que a Apple vem trabalhando em um projeto chamado Kalamata, em fase inicial de desenvolvimento, para o macOS rodar em seus processadores. Dessa forma, o sistema ficaria mais integrado com os iPhones e iPads, que já usam chips próprios da empresa — como o A12 Bionic do iPhone XS.

Além disso, a Apple abriu um laboratório de engenharia no estado americano do Oregon, contratando ex-funcionários da Intel para trabalhar em chips personalizados.

Os processadores da Apple são bem mais rápidos que a concorrência, como o Snapdragon 845. Isso pode ser útil em notebooks, não apenas em smartphones. Enquanto isso, a Qualcomm estaria preparando um Snapdragon 1000 para notebooks com Windows 10. Ele deve usar a microarquitetura ARM Cortex-A76, que promete desempenho “em nível de laptop”.

Kuo prevê que, no longo prazo, a TSMC também deve produzir chips personalizados da Apple para carros autônomos, mais especificamente para “Sistemas Avançados de Assistência ao Motorista”. A empresa estaria trabalhando em autonomia de níveis 4 ou 5, isto é, que depende muito pouco ou nada de um motorista humano. No entanto, isso só deve ser lançado em 2023.

Com informações: 9to5Mac, The Verge.

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