Será mais fácil gravar mensagens de voz longas no WhatsApp

Do mesmo jeito que o Facebook pega recursos emprestados do Snapchat, parece que o WhatsApp vem se inspirando no Telegram para seus recursos mais recentes — como apagar mensagens já enviadas, ou permitir o envio de qualquer arquivo.

Desta vez, o WhatsApp está testando uma forma de facilitar a gravação de mensagens de voz. E sim, já vimos isso antes.

De acordo com o WABetaInfo, você poderá gravar mensagens de voz sem segurar o botão do microfone o tempo todo: basta deslizar para cima até o cadeado e falar à vontade. É possível até mesmo dar uma olhada no histórico da conversa.

Não é possível abrir uma conversa com outra pessoa, no entanto, e nem escrever mensagens enquanto é feita a gravação. No momento, isso está presente na versão 2.17.80 para iPhone, e só aparece para alguns usuários — trata-se de um teste.

O WhatsApp ganhou um botão dedicado para mensagens de voz em 2013, mas a interface desse recurso mudou pouco desde então.

Seria isso uma influência do Telegram? Desde a versão 4.0, lançada em maio, ele permite gravar mensagens de voz — e vídeo! — sem segurar o botão. Você desliza para cima até o cadeado:

Qual será o próximo recurso do WhatsApp, então? Stickers? Parece que sim: o WABetaInfo descobriu o recurso no mês passado.

O WhatsApp tem 1,3 bilhão de usuários ativos por mês, contra 100 milhões do Telegram.

Com informações: WABetaInfo.

Será mais fácil gravar mensagens de voz longas no WhatsApp

via Tecnoblog

Facebook lança app para te ajudar a publicar e divulgar vídeos

Lançado em 2014, o Facebook Mentions surgiu com a missão de permitir que personalidades famosas possam interagir com seguidores de maneira organizada e consistente. Renomeada para Facebook Creator, a ferramenta foi atualizada para trazer funcionalidades aprimoradas e, principalmente, derrubar a sua principal limitação: agora, qualquer pessoa pode usá-la, famosa ou não.

Facebook Creator

No início, o Facebook Mentions (que ainda está disponível com esse nome, mas deve redirecionar em breve para o Creator) só podia ser usado por usuários com um número grande de seguidores e que tivessem perfil verificado nos Estados Unidos. As restrições foram derrubadas porque o Facebook entende que qualquer usuário é um potencial criador de conteúdo. Assim, o Facebook Creator deve ajudar a rede social a ser vista cada vez mais como uma grande plataforma de compartilhamento e consumo de mídia.

A ferramenta é focada em vídeos, sejam eles editados ou transmitidos em tempo real. Além do streaming em si, o Facebook Creator permite ao usuário adicionar introduções, chamadas, efeitos gráficos (inclusive baseados em realidade aumentada) e outros recursos que estimulam o engajamento.

Também é possível promover perguntas e respostas com a audiência, responder a mensagens diretas ou simplesmente acompanhar os comentários a partir de abas à parte. Um detalhe interessante é que o Facebook Creator também dá acesso às interações feitas a partir do Instagram.

Facebook Creator: 360 graus

É possível ainda acompanhar as estatísticas em tempo real para descobrir o alcance geográfico do vídeo, a quantidade de curtidas e assim por diante. Nesta página, o Facebook reúne dicas para que os usuários menos experientes possam melhorar os números.

De modo geral, a ideia é permitir que qualquer pessoa publique vídeos a partir do smartphone que gerem vínculos fortes com a audiência, não importa o tamanho dela. A novidade pode, portanto, reforçar as armas que o Facebook tem para enfrentar o YouTube. No entanto, a plataforma do Google continua sendo mais interessante para quem tenta obter alguma forma de remuneração com os vídeos.

O Facebook Creator é gratuito e pode ser baixado aqui para iOS. De acordo com o Facebook, a versão para Android será disponibilizada em breve.

Com informações: TechCrunch

Facebook lança app para te ajudar a publicar e divulgar vídeos

via Tecnoblog

Lenovo Yoga 520: um quase intermediário

Existe uma categoria dentro dos notebooks intermediários para quem quer tela touchscreen e um notebook que vira tablet – a famosa 2 em 1. O Lenovo Yoga 520 se encaixa nessa classificação.

Ele oferece tela de 14 polegadas, processador Intel Core i5 ou i7, de 4 GB a 8 GB de RAM e até um modelo com SSD. Os preços variam de R$ 2.899 a R$ 4.499. Mas e aí, vale a pena?

Design e acabamento

Para começar, a Lenovo mandou bem: o Yoga 520 tem um ótimo acabamento de alumínio. Ele não suja fácil nem escorrega das mãos, mas o modelo que eu testei veio com alguns riscos, então cuidado por onde você anda com o seu notebook.

É bem fácil carregá-lo por aí: com 1,74 kg e 19,9 mm de espessura, o notebook é relativamente fino, mas mais leve que a média, ideal por ser 2 em 1. Consegui aproveitá-lo bem nos três modos de uso: comum, modo tenda e tablet.

Das três portas USB, duas são USB 3.0 e uma é USB-C (boa, Lenovo!). O Yoga 520 também tem entrada HDMI, para cartão SD e para fones de ouvido de 3,5 mm.

Hardware e tela

No geral, o hardware externo desse notebook não deixa a desejar. O teclado tem retroiluminação e as teclas são ótimas, levemente curvadas para deixar a digitação mais confortável.

Só não gostei muito do touchpad, que tem o clique duro e o reconhecimento não é dos melhores. Ao lado, também fica o leitor de impressões digitais, que pode ser usado com o Windows Hello.

Por R$ 299, a Lenovo vende a Active Pen, uma caneta com reconhecimento de pressão e previsão de toque. É uma boa adição, mas a caneta é avulsa e não se acopla ao notebook. Tome cuidado para não perdê-la: eu esqueci a minha na casa de uma amiga, mas já recuperei (sorry, Lenovo!).

Os alto-falantes são feitos pela Harman, empresa que foi comprada pela Samsung e que também detém a JBL. Mas a marca diz pouco para esse modelo; a qualidade não é excelente, e sim apenas satisfatória, pois o som é abafado e raso.

O ponto negativo aqui fica para a tela de 14 polegadas com resolução de 1366×768 pixels; para um modelo intermediário, considero indispensável resolução 1080p. Além da baixa qualidade, o display do Yoga 520 tem cores lavadas, péssimo ângulo de visão e reflete bastante.

A situação se agrava quando só há uma versão do notebook com resolução de 1920×1080 pixels, exclusiva do site da Lenovo e custa R$ 3.699.

Desempenho

Como o Yoga 520 tem especificações parecidas com o Inspiron 15 5000, posso escrever a mesma coisa aqui:

Como todo notebook que combina um processador i7 com um HD de 5400 RPM, o desempenho foi inconsistente. No uso diário, o Chrome chegou a travar e os aplicativos normalmente demoram para abrir. O Windows demora para inicializar e a tela de login por vezes atrasava na hora de abrir o meu usuário.

No Yoga 520, tive até outros problemas; no começo, a unidade que recebi estava travando muito, com a tela apagando e qualquer coisa demorava mais que o normal para abrir. Precisei restaurar o dispositivo às configurações de fábrica (e apagar seu conteúdo) para conseguir usá-lo propriamente.

E, ainda assim, não fiquei satisfeito. Achei o Inspiron 15 5000 mais rápido, e os modelos que testei tinham a mesma configuração de processador, RAM e HD – isso porque o Yoga 520 tem uma resolução menor. Mesmo com um processador Intel Core i7, não consigo falar com segurança que o Yoga aguenta tarefas mais parrudas.

Por conta disso, o modelo que eu testei, de R$ 3.599, tem pouca vantagem em relação a opções inferiores que vêm com i5 — caso você não esteja apto a gastar R$ 4.499 no modelo com SSD.

A Lenovo confirmou ao Tecnoblog que o consumidor pode colocar um SSD por conta própria, desde que a troca não danifique o aparelho. No entanto, a empresa acrescentou que “recomenda a compra do Yoga 520 na configuração de fábrica”.

Bateria

A bateria deste notebook é mediana: não aguenta as 10 horas prometidas pela Lenovo fora da tomada, mas também não obriga você a ficar conectado a um plug.

Nos meus testes, usei o Yoga 520 para assistir Terrace House (obrigado pela recomendação, Alecrim!), o que me ajudou a não morrer de tédio durante voos atrasados. A bateria durou cerca de 4h30, mas os episódios já estavam baixados e eu não usei qualquer outro aplicativo no período. É de se esperar uma autonomia inferior em um uso mais intenso.

Conclusão

Não me leve a mal: o Yoga 520 é um bom notebook, mas as versões oferecidas têm especificações que não combinam com o preço, salvo pelo modelo base, de R$ 2.899.

É uma pena ver que a versão com resolução de 1920×1080 pixels não tem SSD de fábrica, enquanto o modelo de R$ 4.499 com memória flash não tem resolução maior. É legal que a empresa ofereça um notebook com SSD, mas com resolução de 1366×768 não dá para aceitar.

No final das contas, outros modelos trazem um melhor conjunto, como o Inspiron 13 5000, que também é 2 em 1 e vem com processador i7, 8 GB de RAM e SSD de 256 GB por R$ 4.229. O Yoga 520 só vale a pena se você quer um 2 em 1 quase intermediário.

Especificações técnicas

  • Armazenamento: 1 TB (5400 RPM) ou SSD de 256 GB;
  • Bateria: 35 Wh (2 células);
  • Conectividade: Wireless 802.11ac 1×1;
  • Dimensões: 235 x 330 x 19,9 mm;
  • Memória RAM: 4GB a 8 GB DDR4 de 2.133 MHz;
  • Peso: 1,74 kg;
  • Placa de vídeo: Intel HD Graphics 620;
  • Processador: Intel dual-core i5-7200U 2,5 GHz ou dual-core i7-7500U 2,7 GHz (modelo testado);
  • Teclado: ABNT, padrão brasileiro;
  • Tela: LED retroiluminada de 14 polegadas multitouch;
  • Resolução: 1366×768 pixels;
  • Sistema: Windows 10 Home Single Language (64-bits);
  • (» Mais informações)

Lenovo Yoga 520: um quase intermediário

via Tecnoblog

Cursos online estão com desconto e ensinam programação, design e marketing digital

Você provavelmente já conhece a Udemy, plataforma que oferece cursos online como esses de programação, que já divulgamos. Mas o conteúdo oferecido na plataforma vai além do código: também há aulas de design e marketing digital, que vão ficar com 95% de desconto para a Black Friday, chegando a R$ 20 (!) em média.

Como de costume na Udemy, os cursos não têm mensalidade e você fica com acesso vitalício ao conteúdo, tanto pelo site, quanto offline, baixando o aplicativo no seu celular. Não é necessário esperar para começar um curso, uma vez que todos estão disponíveis com todos os vídeos na plataforma.

Os cursos são feitos por especialistas do mercado e voltados para o desenvolvimento profissional; por isso, todos vêm com certificado. Se as aulas não estavam muito dentro do que você esperava, a Garantia de Satisfação da Udemy te dá 100% do dinheiro de volta.

Para participar da oferta, fique ligado: ela vale dos dias 17/11 a 27/11. Com 95% de desconto, vários cursos chegam a custar R$ 20, o mais baixo que a Udemy já cobrou. Olha só alguns cursos interessantes:

Python: aprenda a programar

O Python é uma das linguagens de programação mais versáteis; qualquer um pode aprender a programar, pois não há pré-requisitos no curso. Quando terminar o conteúdo, você já conseguirá desenvolver aplicações para Android, iOS, Windows, Linux, macOS e também manipular dados, fundamental nos dias de hoje. Depois de criar aplicativos, você vai aprender como comercializá-los na App Store ou Google Play. Hoje, o curso custaria R$ 520.

Python para machine learning

Além de scripts e aplicativos para diversas plataformas, o Python também é amigo de quem quer mexer com dados e criar algoritmos de machine learning. O melhor: para começar a aprender, você só precisa de noções básicas de programação. O curso também oferece notebooks de códigos para você aprimorar seus estudos. Hoje, o preço é de R$ 580.

SQL: seja um cientista de dados

Presente há muito tempo no mercado, o SQL hoje é a principal linguagem de programação usada por administradores de dados e analistas de BI (business intelligence). O curso fala sobre SQL Server, MySQL, Oracle e T-SQL e é voltado para o mercado de trabalho, com muitas atividades práticas. No final do curso, você vai conseguir modelar a base de dados para qualquer sistema transacional e escolher as funções nativas de qualquer banco de dados, de acordo com o que você precisar. Hoje, ele sairia por R$ 580.

Curso de marketing digital completo

Além da programação, uma das principais habilidades para se destacar hoje no mercado de trabalho é conhecer o mundo do marketing digital. Nesse curso, você aprende tudo sobre SEO, Google Adwords, Facebook, Instagram Ads, LinkedIn Ads, e-mail marketing e outras táticas para trazer mais resultado ao seu negócio. Você vai aprender a criar campanhas em todos estes meios e também a analisar os resultados para melhorar a performance da sua marca nas redes. Hoje, o curso custaria R$ 580.

Experiência do usuário e design thinking

Para quem se interessa na área de design, também pode aprender sobre Experiência do Usuário e Design Thinking para se destacar no mercado de produtos. No final do curso, você vai conseguir usar no seu dia-a-dia os três pilares do Lean UX, o Lean Startup, Design Thinking e do Desenvolvimento Ágil. É um aprendizado completo também para quem quer empreender, liderando o desenvolvimento de produtos centrados no usuário. Hoje, o curso custaria R$ 565.

Domine o Photoshop

Aprenda mais sobre a ferramenta de manipulação de imagens da Adobe com um curso completo, que vai de transformar de um iniciante em avançado. Você trabalhará do zero com o Photoshop CC 2017 e vai conhecer as diversas áreas do programa, como suas ferramentas de tratamento de imagem e criação de artes para redes sociais. Hoje, o curso custaria R$ 580.

ZBrush: software de escultura digital

O ZBrush é um software que faz esculturas digitais, utilizado pelos maiores estúdios de cinema, TV e games para criar modelos 3D profissionais. No curso, você aprenderá a usar o programa para criar de cartoons a personagens humanos, passando até por uma cabeça de dragão. Para aprender tudo isso, será necessária uma Pen Tablet para maior precisão nos desenhos. Hoje, o curso custaria R$ 280.

Desenho de personagens

Dizem que desenhar é uma habilidade que a gente nasce sabendo. Não necessariamente: no curso de Desenho de personagens, você aprende ideias, conceitos e o processo para criar personagens para histórias, animações, quadrinhos ou publicidade. O curso é dividido em duas partes: a primeira você aprende fundamentos de design para melhorar as técnicas de desenho; e na segunda o foco é a criação de um personagem do começo ao fim. Hoje, o curso sairia por R$ 580.

Aproveite a Black Friday!

A Udemy tem 55 mil cursos na plataforma, 25 mil instrutores e mais 18 milhões de alunos. O desconto de 95% começa no dia 17 de novembro e vai até o dia 27 de novembro. Não vai perder, hein?

Cursos online estão com desconto e ensinam programação, design e marketing digital

via Tecnoblog

Apple corrige falha que fazia tela do iPhone X travar em baixas temperaturas

O iOS 11.1.2 foi liberado na tarde de quinta-feira (16) para corrigir uma falha do iPhone X: a tela parava de responder por alguns segundos quando o aparelho era repentinamente exposto a um ambiente frio.

O coldgate, como o problema foi apelidado, entrava em ação quando você saía de um local aquecido para uma rua fria, por exemplo. “Literalmente dois segundos após eu sair para um ambiente frio, minha tela deixa de responder direito aos toques. Eu tento deslizar nos sites e eles não registram meu dedo”, relatou um usuário.

iPhone X

Os dispositivos com iOS são projetados para trabalhar em temperaturas entre 0ºC e 35ºC, mas a falha no painel sensível ao toque do iPhone X acontecia mesmo dentro da faixa recomendada. A Apple admitiu o problema, informando que a tela voltava a “responder completamente após vários segundos”.

Além do coldgate, o iOS 11.1.2 conserta uma falha que poderia causar distorções em Live Photos e vídeos capturados com o iPhone X. Ele traz os mesmos patches de segurança do iOS 11.1, incluindo a que mitiga uma vulnerabilidade do protocolo WPA2, que deixou as redes de Wi-Fi ao redor do mundo desprotegidas.

Apple corrige falha que fazia tela do iPhone X travar em baixas temperaturas

via Tecnoblog

iPhone X será lançado no Brasil em 8 de dezembro

O iPhone X finalmente tem data de lançamento no Brasil: ele começará a ser vendido em 8 de dezembro, uma sexta-feira, no site da Apple. Os preços são os mesmos que já haviam sido revelados anteriormente pela empresa, chegando a R$ 7.799 no modelo com 256 GB de armazenamento.

Foto por William Hook/Flickr

Ele tem o mesmo poder de hardware dos iPhones 8, com processador hexa-core Apple A11 Bionic, mas possui tela OLED de 5,8 polegadas (2436×1125 pixels) que domina a parte frontal e foi considerada a melhor do mercado; uma câmera traseira dupla com abertura maior que ficou atrás do Pixel 2; e a tecnologia de reconhecimento facial Face ID, em substituição ao sensor de impressões digitais.

No site da Apple, o iPhone X será vendido por R$ 6.999 (64 GB) e R$ 7.799 (256 GB), nas cores prateada e cinza-espacial, com desconto de 10% para pagamentos à vista. Nos Estados Unidos, eles custam US$ 999 e US$ 1.149, respectivamente, mas ainda é difícil encontrar uma unidade em estoque.

iPhone X será lançado no Brasil em 8 de dezembro

via Tecnoblog

Facebook vai acabar de vez com convites de jogos e afins

Lembra da época em que entrar no Facebook era pedir para ser bombardeado por convites de jogos como Bejeweled, Candy Crush e FarmVille? A paz só veio quando a rede social disponibilizou um meio rápido de bloquear essas notificações. Mas, em breve, nem isso vai ser necessário: o Facebook decidiu acabar de uma vez por todas com os convites de aplicativos.

Os incômodos convites são possíveis graças ao App Invites. Com a ferramenta, desenvolvedores podem integrar aplicativos ao Facebook para aumentar o engajamento estimulando a interação entre usuários.

A ideia em si não é ruim. O problema é o excesso de notificações: muitos usuários ficavam surpresos quando eram avisados de que aquele joguinho inocente estava enviando notificações para todos os contatos. Outros até sabiam do incômodo, mas não resistiam à ideia de ganhar recompensas no jogo fazendo convites.

App Invites

Felizmente, as funções de bloqueio e também um pouco de bom senso fizeram as notificações de convites diminuírem consideravelmente. O uso cada vez menor do recurso e a intenção do Facebook de priorizar outras funcionalidades dentro da rede social levaram à decisão de descontinuar o App Invites: a ferramenta deixará de ser suportada a partir de 6 de fevereiro de 2018.

No que aparenta ser um plano para readequar a integração do Facebook com sites e aplicativos de terceiros, outras ferramentas também serão descontinuadas, entre elas, o Native Like Button (permite ao usuário curtir páginas ou compartilhar conteúdo sem sair do aplicativo em uso) e o Comment Mirroring (exibe comentários feitos via Facebook em páginas externas).

Com informações: TechCrunch

Facebook vai acabar de vez com convites de jogos e afins

via Tecnoblog

Quad9 é um serviço de DNS da IBM que bloqueia domínios maliciosos

Existem inúmeros serviços de DNS, todos com a mesma finalidade: traduzir um endereço (tecnoblog.net) para um IP (104.25.134.33). Mas o Quad9, mantido por IBM e Packet Clearing House, tem um recurso adicional: ele promete bloquear o acesso a domínios associados a botnets, ataques de phishing e servidores maliciosos em geral.

O Quad9 é um serviço de DNS como o OpenDNS e o Google Public DNS, mas está integrado a 19 listas de domínios maliciosos atualizadas constantemente. Quando um computador tenta requisitar um endereço que distribui malware, o IP não é resolvido e o acesso não é completado.

A IBM diz ao Ars Technica que o Quad9 se preocupa com privacidade e, quando armazena dados dos usuários, o faz anonimamente. Além disso, há uma “lista dourada” de domínios que nunca devem ser bloqueados, como os do Google, Amazon e Microsoft. Por fim, os servidores de DNS estão espalhados em 70 locais para garantir a disponibilidade do serviço, sendo que o número deve subir para 100 até o final do ano.

O IP do servidor de DNS do Quad9 é (um doce para quem adivinhar!) 9.9.9.9. Se for utilizá-lo para bloquear domínios maliciosos, configure-o como único servidor de DNS — ou seja, não preencha o DNS secundário.

Leia mais: Como mudar o DNS no Windows 10 e Mac

Quad9 é um serviço de DNS da IBM que bloqueia domínios maliciosos

via Tecnoblog

Amazon Brasil começa a vender itens de casa e cozinha

Aos poucos, a Amazon vai expandindo seu serviço de marketplace no Brasil. Depois de começar a vender eletrônicos no país, a empresa anunciou nesta sexta-feira (17) a chegada de mais de 90 mil produtos ao catálogo da loja, incluindo liquidificadores, aspiradores, talheres, cafeteiras e mais.

O funcionamento é o mesmo da categoria de eletrônicos: em vez de manter um estoque próprio, a Amazon intermediará vendas de outros comerciantes, como Etna e Imaginarium, cobrando uma comissão de 10%. Nos Estados Unidos, o marketplace já responde por metade das vendas da Amazon. A Amazon diz que a Garantia de A a Z “protege seus clientes em todas as transações”.

As promoções de lançamento se mostraram melhores que as da estreia da categoria de eletrônicos. Entre os destaques da Amazon estão um aspirador iRobot Roomba 621 por R$ 1.399, uma cafeteira Nespresso Lattissima Touch Black por R$ 699 e um liquidificador Soup Stile Prata Arno LNSP por R$ 574. Esses são os menores valores do varejo brasileiro no momento em que escrevo este parágrafo.

No Brasil, além dos produtos de casa e cozinha, a Amazon já possui um catálogo com 5 milhões de ebooks, 13 milhões de livros impressos e 110 mil eletrônicos. Por enquanto, a loja não trabalhará com boleto bancário, apenas com cartão de débito e cartão de crédito com parcelamento em até 10 vezes sem juros.

Amazon Brasil começa a vender itens de casa e cozinha

via Tecnoblog

Este é o caminhão elétrico da Tesla

Além de revelar o carro de produção mais rápido do mundo, a Tesla anunciou o Semi, o primeiro caminhão elétrico da empresa. Ele ainda não tem preço definido, mas será produzido a partir de 2019 e promete desempenho significativamente melhor que os caminhões movidos a diesel.

Assim como os carros elétricos da Tesla, o Semi possui tecnologia semi-autônoma que permite um modo de comboio com três caminhões: o veículo da frente provê as direções, enquanto os de trás o seguem automaticamente. Com isso, o custo de operação pode ficar em US$ 0,85 por milha, abaixo dos caminhões a diesel (US$ 1,25) e até do transporte ferroviário (!) nos Estados Unidos.

Sem carga adicional, o Tesla Semi vai de 0 a 100 km/h em cinco segundos — para fins de comparação, em 2016, a Volvo criou um caminhão especialmente tunado para bater um recorde de aceleração de 4,6 segundos. Com a carga máxima, de 80 mil libras (36,29 toneladas), o Semi alcança os 100 km/h em 20 segundos, o que ainda é melhor que um concorrente movido a diesel.

Além disso, com coeficiente aerodinâmico “melhor que um supercarro”, o caminhão chega a uma autonomia de 500 milhas (800 km) em velocidade de estrada. Se a bateria acabar, é possível recarregá-la nas estações Megachargers, alimentadas por energia solar, que permitem mais 640 km de autonomia em 30 minutos de parada.

O Semi também promete exigir menos manutenção que um caminhão com motor de combustão interna, já que não há um monte de partes móveis como nos rivais (motor, transmissão, diferencial). E o freio, um dos maiores pontos de desgaste para um veículo que carrega dezenas de toneladas de carga, é regenerativo e tem vida útil “basicamente infinita”.

Na cabine, ele é diferente por ter apenas um banco central para o motorista e duas telas sensíveis ao toque (herdadas do Tesla Model 3), sendo que a da direita mostra informações de navegação e rádio, enquanto o painel esquerdo permite controlar as funções do caminhão. É possível utilizar os recursos de conectividade do Semi para exibir informações de gerenciamento de frota e monitoramento remoto no display.

Será que a Tesla vai conseguir mudar o mercado de caminhões? Descobriremos nos próximos anos.

Com informações: TechCrunch, The Verge, Fortune.

Este é o caminhão elétrico da Tesla

via Tecnoblog