LG não para de perder dinheiro com smartphones

2016 não foi um bom ano para a divisão de dispositivos móveis da LG. 2017 também não vai ser: os resultados financeiros correspondentes ao terceiro trimestre fiscal mostram que a companhia tem vendido menos smartphones do que o esperado e colecionado prejuízos. Nem mesmo aparelhos como LG G6 e V30 ajudaram a reverter a situação.

LG G6

O que explica uma fase tão ruim? Uma combinação de fatores. Podemos começar com falhas estratégicas: o LG G6 conseguiu cumprir a missão de superar o fracasso do modular G5, mas é um topo de linha tecnicamente inferior ao Galaxy S8, por exemplo, mesmo estando na mesma faixa de preço. O resultado é que o modelo não empolgou e, consequentemente, vende menos do que o rival.

A situação é mais preocupante nos segmentos de smartphones básicos e intermediários. A LG tem grande participação nessas categorias, mas está vendo a suas vendas caírem graças, em parte, à presença cada vez maior de marcas chinesas que produzem aparelhos de baixo custo.

Os números são prova disso. A LG Mobile comercializou 13,7 milhões de aparelho no terceiro trimestre de 2017, contra 13,9 milhões no mesmo período do ano passado. O prejuízo diminuiu em 13%, mas continua alto: US$ 331 milhões. Nos últimos meses, a LG Mobile só teve lucro no primeiro trimestre do ano. Porém, para o porte da companhia, não foi algo expressivo: US$ 3,2 milhões.

LG V30

LG V30

Essa história só não tem desfecho dramático porque as demais divisões da LG tiveram resultados positivos. Juntas, elas fecharam o terceiro trimestre com lucro operacional de US$ 456 milhões, número 15% maior que o registrado no mesmo período do ano anterior.

No curto prazo, a LG Mobile deve se focar nas vendas do LG V30 para diminuir os prejuízos. Mas, para 2018, a divisão precisará rever toda a sua estratégia se quiser encerrar o ano no azul, mesmo que isso implique em decisões drásticas. A Sony, por exemplo, também vinha amargando prejuízos, mas conseguiu estancar o sangramento nas contas depois de enxugar a sua divisão de smartphones.

Com informações: TechCrunch

LG não para de perder dinheiro com smartphones

via Tecnoblog

Gameloft retira suporte a jogos para smartphones com Windows

O Windows 10 Mobile já era para a Microsoft: ele continuará recebendo atualizações de segurança, mas não terá novos recursos. Os desenvolvedores vêm abandonando a plataforma há algum tempo, e agora é a vez da Gameloft.

Os jogos Modern Combat 5, Dungeon Hunter 5 e Sniper Fury deixarão de ser atualizados no Windows 10 Mobile. Eles continuarão funcionando por enquanto, mas perderão suporte e não receberão novidades.

Dungeon Hunter 5

A justificativa da Gameloft é simples: o Windows Phone tem “baixo engajamento e baixa atividade dos jogadores”, e “a Microsoft anunciou recentemente que está interrompendo o desenvolvimento desta plataforma”. Ela ensina como migrar para o iOS, Android ou PC no caso de Dungeon Hunter 5:

  • instale o jogo em seu novo dispositivo e complete o tutorial;
  • no Windows Phone, solicite um número de ticket para o atendimento ao cliente (ícone da Gameloft no canto superior esquerdo);
  • no novo dispositivo (iOS/Android/PC), envie esse número do ticket para o atendimento ao cliente, com a mensagem “Desejo transferir minha conta do Windows Phone para um novo dispositivo”;
  • o atendimento fará a transferência do seu progresso para o novo dispositivo, e sua conta do Windows Phone será apagada permanentemente.

No caso de Modern Combat 5 e Sniper Fury, é mais simples: faça login com sua conta Microsoft no jogo para Windows Phone, e depois use as mesmas credenciais na versão para PC. Seu perfil e progresso serão sincronizados.

Este ano, a Gameloft deixou de oferecer os jogos Asphalt 7: Heat e Asphalt 8: Airborne para Windows Phone; eles podem ser baixados para PC, no entanto.

Jogos como Angry Birds e The Sims FreePlaydeixaram de ser atualizados no Windows Phone. E grandes empresas abandonaram seus apps da plataforma, como Spotify, Amazon, PayPal, eBay, MyFitnessPal e Runtastic.

Com informações: Gameloft, (2), OneWindows, MSPowerUser.

Gameloft retira suporte a jogos para smartphones com Windows

via Tecnoblog

Os smartphones estão nos deixando cada vez mais distraídos. O que fazer?

Cada vez mais especialistas apontam os problemas da chamada "Crise dos Smartphones", que deixou as pessoas mais viciadas e distraídas e menos produtivas.

via IDG Now!

E se os smartphones já fossem substituídos por outros gadgets?

Muita gente aposta que a era dos smartphones e suas telas sensíveis ao toque estão com os dias contados. Bem, é lógico que os celulares não vão desaparecer de vez ou deixar de serem usados nos próximos anos, mas é bem possível que sejam substituídos muito em breve por outros gadgets na tarefa de nos conectar diariamente com o mundo, o entretenimento e o trabalho. O pessoal do Business Insider levantou algumas questões sobre isso e piramos mais um pouquinho para projetar como pode ser esse cenário daqui a algumas temporadas.

Bem, antes de mais nada, vale lembrar que essa teorias não são exclusividade dos periódicos: na verdade elas vêm de ideias que atualmente estão sendo trabalhadas por gente como Elon Musk e por gigantes como o Facebook, a Microsoft, aMicrosoft e a Amazon, entre dezenas de outras empresas e empreendedores.

A era dos assistentes e da realidade virtuais

Os smartphones com certeza mudaram os hábitos e o comportamento do mundo todo, entretanto, se olharmos do ponto de vista da evolução dos computadores, eles não soam assim tão revolucionários. Explica-se: a grosso modo, os celulares com telas sensíveis ao toque nada mais são do que versões menores e melhoradas anualmente de um computador (ou laptop), mouse, teclado e o monitor.

O próximo passo natural da experiência que os smartphones trazem atualmente seria utilizá-los sem o uso das mãos

Todas as novas versões que chegaram recentemente às prateleiras — a exemplo dos iPhone 8, dos Pixel 2 ou dos Samsung Galaxy S8 — seguem esse padrão. E, convenhamos, as touch screens correm o risco de perder precisão e até mesmo suas funções de acordo com as condições do display, do ambiente e dos usuários. Então, o que poderia mudar a curto prazo? A chegada em massa de assistentes virtuais com o poder da inteligência artificial e máquina de aprendizado.

Ou seja, o próximo passo natural dessa experiência seria não ter que usar as mãos ou precisar de outra pessoa para realizar tarefas como acessar emails e contatos, navegar por páginas, escrever textos e até mesmo curtir jogos. Os gadgets de realidade virtual também poderiam auxiliar nesse sentido.

Alexa Assistente digital Alexa já está em diversos dispositivos atualmente, assim como os concorrentes

As grandes companhias estão cientes de tudo isso, por isso há uma corrida no desenvolvimento de redes neurais digitais e de software e hardware com auxiliares digitais como a Alexa, o Google Assistente, a Siri, a Cortana, o Bixby, entre outros.

A realidade aumentada incorporada cotidiano

Imagine você apontar seu celular para uma loja de roupas e trocar os modelos, tamanhos e cores de roupa de acordo com o seu biotipo, apenas deslizando o catálogo na tela do smartphone? Ou observar placas informativas de um aeroporto que mudam de acordo com uma programação para quem está observando com óculos como as Hololens ou os Google Glasses?

O conceito do fim dos smartphones a médio prazo combina a utilização de vários dispositivos vestíveis, como fones de ouvido, óculos e relógios

Essas são ideias que podem funcionar a médio prazo, pois muita coisa tem sido feita nessa direção. Já é possível interagir com imagens projetadas pela realidade aumentada — vide Pokémon GO e apps semelhantes — e as empresas agora correm para popularizar gadgets que possa ser comercializados a preços tão populares e manuseados de formas tão simples quanto os celulares.

O conceito do fim dos smartphones aqui seria você usar dispositivos vestíveis — como lentes, óculos, fones de ouvido e relógios — combinados de forma que não seja necessário, por exemplo, retirá-los do bolso para serem acionados.

Realidade Aumentada HololensA Hololens já vem sendo projetada para interagir com várias atividades atualmente, especialmente para fins comerciais

Nesse contexto, os assistentes virtuais, assim como as inovações já citadas sobre inteligência artificial, seriam imprescindíveis para um novo mundo em que estaríamos bem próximos de ficarmos quase o dia todo com máquinas acopladas em nosso corpo.

E o futuro? Seria ainda mais maluco?

Bem, pode se dizer que sim, aos olhos de alguém que vive nesses dias, as décadas seguintes podem ser consideradas coisas de doido. Possivelmente ainda teremos que utilizar algum gadget para nos mantermos conectados, mas o fim dos smartphones aqui seria decretado por algo que parece ter saído da ficção científica: uma rede neural, como a Neuralink, nova empresa cofundada pelo bilionário inventor sul-africano Elon Musk.

No futuro o homem estaria constantemente conectado com as máquinas de forma que talvez parecessem um só

Nesse cenário, os humanos e as máquinas estariam conectados constantemente de forma que talvez se parecessem um só e o espaço já não seria mais problema para você realizar, por exemplo, reuniões de trabalho. Aliás, nem mesmo precisaríamos sair do lugar para desempenhar boa parte das funções que realizamos em nossos empregos atualmente.

Humano máquina

Com a evolução da inteligência artificial, nós, de carne e osso, teríamos que nos superar para estar no mesmo nível de comunicação com os antes inocentes assistentes virtuais, por isso Musk acredita que teríamos também que nos preparar para o próximo passo da humanidade. Obviamente que ao mencionar isso muita gente vai se lembrar da Skynet e de um possível conflito com robôs. Mas até com relação a isso já existem várias iniciativas para a construção de uma defesa contra uma possível “Rebelião das Máquinas”.

E você o que acha?

Muita gente diz que com os smartphones já temos grandes poderes para acessar conhecimentos, habilidades, sabedoria, entre outras coisas e que eles vão nos acompanhar ainda por dezenas de anos. Mas e você, o que acha disso tudo? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe!

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Os smartphones dobráveis estão chegando: Samsung e Huawei

Qual será a próxima inovação no mercado de smartphones: a parte frontal totalmente recoberta por uma tela útil ou um celular dobrável? Bem, os celulares dobráveis vêm surgindo em notícias faz algum tempo, principalmente sobre as patentes encabeçadas pela Samsung. Acontece que esse jogo ganhou uma nova aliada: a Huawei, que quer trazer um aparelho dobrável já em 2018.

A Huawei vem ganhando um bom fôlego: os últimos lançamentos, como o P10 e o Mate 10, conquistaram muitos fãs porque uniram um belo design, ótimo hardware e preço competitivo. Dessa maneira, a marca já é a segunda que mais vende no mundo, ultrapassando a Apple.

2018 promete: celulares dobráveis!

Isso significa que, se todas os desejos de executivos se concretizarem, 2018 terá dois smartphones dobráveis fabricados pela Samsung e pela Huawei. Segundo Richard Yu, CEO da Huawei, a empresa já trabalha com um protótipo do novo celular.

“Nós temos duas telas, mas ainda temos um pequeno espaço entre as telas. Isso não é bom e devemos nos livrar desse espaço”, comentou Yu, notando que a Huawei ainda precisa de uma tecnologia ainda mais flexível com melhor design mecânico.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Huawei vende 100 milhões de smartphones e ultrapassa Apple no mercado global

A Huawei está impressionando em 2017. A fabricante chinesa já vendeu mais de 100 milhões de smartphones nos três primeiros trimestres deste ano, num desempenho que a fez ultrapassar a Apple, nos meses de junho e julho, e se tornar a segunda maior fabricante de celulares no mundo. A despeito de estes meses serem de baixa procura dos aparelhos da Maçã, com usuários esperando novos lançamentos, não deixa de ser notável que o crescimento da Huawei esteja incomodando a fabricante de Cupertino.

E a empresa quer mais: com planos de lançar um smartphone dobrável no próximo ano, o CEO da Huawei, Richard Yu, confirmou que o plano é ultrapassar a Apple, e a Samsung também: "Vamos superá-los definitivamente. Este é o nosso destino. Talvez eu não esteja sendo humilde, mas ninguém pode nos impedir".

A meta é ambiciosa, mas, a julgar pelo desempenho recente, palpável. A Huawei cresceu exponencialmente se baseando nos mercados asiático e europeu com produtos de baixo custo e ótimo benefício. Vendeu como pão quente. Agora o foco da empresa é trabalhar a imagem dos dispositivos top de linha e intermediários, como já vimos nos modelos Mate e P. O futuro, como parte dessa estratégia, é expandir a marca globalmente (leia-se mercado americano) e renovar a imagem da marca.

"Com mais de 10 mil funcionários em todo o mundo trabalhando em pesquisa e desenvolvimento, esperamos ganhar mais clientes de alto nível, pois há mais lucro neste segmento", afirmou Yu.

Crescendo 19% em relação ao ano anterior nos primeiros três trimestres, e que levou a um crescimento da receita operacional em 30%, duvidar dos planos da Huawei fica cada vez mais difícil.

via Canaltech

Estes são os smartphones mais vendidos de 2016

Os especialistas da IHS comparam as vendas de 350 modelos de smartphones em 2016, e o iPhone está muito à frente dos outros dispositivos.

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Google revela quais são os 15 smartphones mais seguros do mercado

Além do uso consciente do aparelho, a melhor maneira de se proteger contra malware e invasores é manter um dispositivo atualizado com todos os patches de segurança. No caso, a Google disponibiliza patches praticamente todo mês. Então, para deixar você ciente, a companhia agora está divulgando quais são os smartphones com sistema operacional Android mais seguros no mercado.

Infelizmente, a adoção do Nougat ainda é baixa

Vale notar que nem todos os aparelhos da lista possuem o Android 7.0 Nougat, o último sistema desenvolvido pela Google que tem um foco muito maior em segurança. Com o Nougat, o usuário consegue realizar a atualização OTA de maneira mais fácil.

Antes de você descobrir quais são os smartphones mais seguros no mundo Android, saiba que a Google realiza um programa interessante para pesquisadores de segurança: o Android Security Rewards Program. Se você encontrar alguma vulnerabilidade no sistema e reportá-la, a Google vai lhe pagar pela descoberta. Até agora, já foi pago cerca de US$ 1 milhão (R$ 3 milhões) para 125 equipes de segurança.

Android Year in Review

Os 15 melhores smartphones

“A nossa meta é simples: manter os usuários seguros. Em 2016, melhoramos as nossas habilidades em impedir apps perigosos, construir novos recursos de segurança no Android 7.0 Nougat e colaborar com fabricantes, pesquisadores e outros membros do ecossistema Android”, comentou a Google.

1,4 bilhão de usuários Android

Apesar de, no relatório, a Google notar que já existem mais de 1,4 bilhão de usuários Android, a fatia de aparelhos que já possuem o sistema 7.0 Nougat é extremamente baixa — vamos melhorar isso rápido, Google, fabricantes e operadoras?

  • Confira agora os 15 smartphones mais seguros no mercado, segundo a Google.

Samsung

Review linkado no texto

A Samsung entrou no hall de aparelhos seguros com o Galaxy S7. Enquanto a versão norte-americana conta com processador Snapdragon 820, a internacional aparece com Exynos 8890. Destaque também para os 4 GB de memória RAM e tela Super AMOLED de 5,1 polegadas.

Google

Review linkado

A Google, em trabalho com outras fabricantes, também está na lista com o seguintes aparelhos: Pixel, Pixel XL, Nexus 6P e Nexus 5X, Nexus 6. Estes são os smartphones que recebem as atualizações de sistema mais rápidas do mercado.

Motorola

Moto Z

A Motorola/Lenovo também está na lista com o Motorola Moto Z. Um aparelho com apenas 5,2 mm de espessura, chip Snapdragon 820, 4 GB de RAM, tela Quad HD de 5,5 polegadas e bateria com 2.600 mAh.

Oppo

Oppo

Talvez o Oppo A33W não seja tão conhecido pelos brasileiros, mas é um bom aparelho pensando no preço de R$ 400: tela de 5″ qHD, processador MediaTek MT6582 quad-core 1.3GHz e 1 GB RAM.

OnePlus

OnePlus 3

O OnePlus 3, talvez um dos melhores smartphones Android atualmente pensando na relação custa x benefício, também é muito seguro. Mais informações sobre ele, clique aqui.

ASUS

Zenfone 3

A ASUS conseguiu um espaço nesse hall com o Zenfone 3, um celular com Snapdragon 625, 4 GB de RAM e um preço girando em torno de R$ 1,6 mil.

VIVO

Vivo

Por aqui, uma operadora. Mas existe uma fabricante que também se chama VIVO e tem aparelhos bem legais, o V3 Max, que está na lista, é um deles. Tem processador Snapdragon 652 e 4 GB de RAM.

Bq

Bq

A BQ tem na lista o Aquaris M5, que tem processador de 64 bits, Snapdragon 615 Octa Core 1.5 GHz, 2GB de memória RAM, sensores de luz, proximidade e Bluetooth 4.0.

LG

LG V20

Quem também conseguiu um espaço na lista foi o V20. O smartphone conta com chip Snapdragon 820 e 4 GB de RAM, tendo ainda câmera dupla com abertura f/1.8, chip de áudio de alta fidelidade e display secundário para funções adicionais.

Sony

Compact

O Xperia X Compact é o modelo “compacto de alto nível” da Sony lançado em 2016. Ele tem tela HD de 4,6 polegadas e processador Snapdragon 650 com clock de 1,8 GHz. Há ainda 3 GB de RAM e 32 GB para o armazenamento de dados. Assim como o XZ, o X Compact tem câmera para até 23 megapixels e abertura f/2.0.

via Novidades do TecMundo

Pesquisa da Motorola mostra o que os brasileiros mais desejam em seus smartphones

Os brasileiros amam seus smartphones. Tanto, que 69% deles, com idade entre 18 e 24 anos, afirmam que os atributos de celular têm um impacto significativo na sua qualidade de vida. Foi o que revelou a Pesquisa Global realizada pela Motorola, empresa do Grupo Lenovo, sobre as preferências dos usu…

via Hardware.com.br

Novo conceito muda a maneira como pensamos em câmeras de smartphones

Na tentativa de oferecer câmeras fotográficas mais potentes a seus consumidores, fabricantes da área estão apostando em sistemas com duas lentes ou em soluções que acabam se destacando do corpo de smartphones. No entanto, o Fraunhofer Institute — conhecido por criar o formato .MP3 — acredita que há um caminho diferente para o mercado evoluir.

Na última semana, eles demonstraram o funcionamento de um novo módulo de câmera que desliza um pouco para fora do corpo de um gadget. Ao mesmo tempo em que isso permite continuar investindo em smartphones finos, a maneira como o sistema funciona permite oferecer lentes de maior qualidade aos consumidores.

Os protótipos exibidos contam com nada menos que quatro sensores

Os protótipos exibidos contam com nada menos que quatro sensores de imagem capazes de rodar em 90 graus — o que permite a eles funcionarem como soluções frontais ou traseiras. O sistema também usa uma série de espelhos para refletir imagens, parte essencial para o bom funcionamento da tecnologia.

Tecnologia pouco ortodoxa

O resultado final são fotografias com resolução máxima de 20 megapixels auxiliadas por sistemas de foco automático e estabilização óptica. Apesar de interessante, a nova filosofia de design deve demorar para ser adotada por fabricantes da área — se é que isso um dia vai acontecer.

Como a nova tecnologia apresenta uma arquitetura pouco ortodoxa, ela obriga uma mudança na maneira como outros componentes são construídos. Além disso, o sistema ainda precisa ser otimizado para consumir uma quantidade de bateria considerada aceitável para o mercado que pretende atender.

via Novidades do TecMundo

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