CT News – 23/10/2017 (Galaxy J7 pega fogo; Serviço de pagamento do Google no BR)

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via Canaltech

Falência da Oi pode deixar mais de duas mil cidades sem serviços, diz governo

Se a falência da Oi, uma das principais telecoms do Brasil já não era suficiente, um possível fim da companhia parece traçar um cenário ainda mais sinistro. De acordo com um levantamento feito pelo governo federal, o desligamento da infraestrutura da companhia pode afetar 37% das cidades do país, deixando 2.051 municípios sem serviços de telefone, celular e internet.

Os números são de cidades atendidas exclusivamente pela empresa, ou ainda, daquelas em que ela até tem concorrência, mas com todas as companhias locais utilizando a infraestrutura da operadora carioca. No que está sendo chamado informalmente de “caladão”, 46 milhões de celulares, 14 milhões de telefones fixos e cinco milhões de pontos de acesso à internet banda larga podem ser afetados com um possível fim da Oi.

O documento, publicado pelo jornal O Globo, foi redigido pela Advocacia Geral da União (AGU) e busca alternativas para lidar com o impacto que uma falência da companhia teria sobre os brasileiros. O melhor caminho, aqui, seria evitar o fim da Oi, o que levou, por exemplo, ao adiamento de uma assembleia de credores, que estava marcada para esta segunda-feira (23). Agora, a reunião deve acontecer em 6 de novembro, dando mais tempo para que a empresa crie uma proposta que atenda aos interesses dos fundos, bancos e instituições com quem a telecom possui dívida.

De acordo com o levantamento, a única exceção a esse apagão seria o estado de São Paulo. Em todos os outros, existe a participação da Oi em algum momento da prestação de serviços de telecom, seja na utilização completa de infraestruturas ou, simplesmente, no aluguel de equipamentos ou imóveis da companhia carioca. Uma falência, então, afetaria não apenas ela mesma e seus clientes, mas também os de praticamente todas as companhias do setor em atuação no Brasil.

As regiões mais impactadas seriam Norte e Nordeste, com 40% das cidades dependendo da Oi. No Sul e Centro-Oeste, o número fica entre 30% a 35%, de acordo com o estado. Os reflexos de um desligamento chegariam até mesmo ao exterior, em países vizinhos na América Latina.

Isso sem falar no impacto sobre os serviços públicos. Em tom quase apocalíptico, o levantamento do governo aponta que 40 mil postos de saúde e 100 mil unidades de ensino público utilizam a infraestrutura da Oi. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) utiliza a rede da Oi para transmissão de dados relacionados à apuração e verificação de dados. E tem eleição vindo aí, em 2018.

Solução local ou internacional

Diante do panorama, são diversas as alternativas que estão sendo pensadas pelo governo para conter a crise da Oi e evitar o “caladão”. Já teria aval do presidente Michel Temer, por exemplo, um projeto de lei que permite às empresas em recuperação judicial parcelarem os pagamentos de multas e dívidas em até 20 anos.

Investimento salvador da Oi pode vir da China, mas não é bem-visto.

O processo, entretanto, pode demorar, e até lá, o destino da Oi estaria nas mãos dos credores. Daí a iniciativa de adiar uma nova audiência, marcada para esta semana, para o início de novembro, com perspectiva de um processo ainda mais longo, caso a proposta não seja aprovada. O governo e a própria Oi, juntamente com a Anatel, estariam fazendo de tudo para evitar uma intervenção e a retomada da concessão.

Outra possibilidade, que pode parecer até meio mágica, é a entrada da China Telecom, uma das maiores operadoras do país asiático. A empresa demonstrou interesse em investir na Oi e entrar no mercado brasileiro, em uma alternativa que pode muito bem salvar a companhia. Entretanto, ela exige mudanças nas leis, principalmente com relação à transformação da dívida com a Anatel em investimentos no mercado.

Essa alternativa, entretanto, não vem sendo bem vista pelo mercado. Em coluna no Estadão, o jornalista José Nêumanne afirma que essa possibilidade é um “escândalo” que premia “os acionistas que quebraram a companhia” “com recursos da União transformados em investimentos”. Ele cita o histórico de executivos da companhia envolvidos em corrupção e negócios escusos e defende uma intervenção governamental na Oi.

Enquanto a situação não se resolve, a telecom afirma estar operando normalmente e, inclusive, ter registrado um aumento de 18% no fluxo de investimentos e de mais de 45% no caixa. A companhia diz desejar aumentar sua eficiência, realizando cortes de custo e melhorando a qualidade dos serviços.

Por outro lado, a Oi não comentou diretamente sobre o impacto de sua falência nem sobre a participação de sua infraestrutura em serviços prestados por outras empresas. Já a Anatel disse que as companhias do setor são obrigadas a oferecer suas redes para interconexão quando solicitadas. A AGU, responsável pelo documento, não se pronunciou.

via Canaltech

Google lança serviço de pagamento online no Brasil

Nesta segunda-feira (23), a Google lançou no Brasil o Pagar com Google, serviço que chega para disputar o mercado de pagamentos online no país com grandes players, como PagSeguro e PayPal. O objetivo do serviço é agilizar os pagamentos realizados em sites e aplicativos, funcionando basicamente da mesma maneira que seus principais concorrentes.

O Pagar com Google já está integrado a grandes e-commerces do Brasil, como Peixe Urbano, Hotel Urbano, Wish, Magazine Luiza e iFood, além de seus próprios serviços, como Google Play e YouTube. Em breve, o sistema da Google será expandido para outras empresas, como Netshoes, Zattini e Groupon. Vale lembrar que o Brasil foi um dos países escolhidos para receber o serviço de pagamentos logo em seu lançamento.

O grande diferencial do Pagar com Google é a sua agilidade na hora de realizar uma compra. No serviço, o usuário poderá cadastrar seus cartões de crédito para utilizar em outras compras posteriormente. Isso significa que ao invés de digitar novamente os dados do cartão ou de sua conta bancária, o serviço irá perguntar apenas qual a opção de pagamento que será utilizada sem precisar digitar qualquer número.

A popularização do serviço, que foi apresentado em maio durante a Google I/O, deve acontecer à medida que os desenvolvedores e as empresas interessadas começarem a adotar a ferramenta que usa a Payment API em suas plataformas de pagamento.

via Canaltech

Netflix revela qual serviço de internet é o mais rápido do Brasil

A Netflix divulgou nesta semana o seu ranking mensal de mensuração de velocidade de operadoras de internet banda larga no Brasil.

A campeã é a Live TIM, o serviço de internet fixa de fibra óptica da empresa. A média de velocidade de conexão foi de 3,22 Mbps (megabits por segundo), o que não é muito aquém do que vemos no resultado da segunda colocada, a NET, que apresentou média de 3,10 Mbps.

A última colocada do ranking de seis posições foi a Vivo, com seu serviço de rede cabeada e DSL. Mas a empresa também aparece na terceira colocação com o seu serviço de internet por fibra óptica.

Nas demais colocações aparecem Algar e Oi, que também oferecem conexão por fibra óptica.

A Netflix avalia os dados de internet que são usados por seus assinantes para ver filmes e séries online.

Veja o ranking completo, com dados do mês de abril deste ano, a seguir.

(Netflix/Reprodução)

Conteúdo originalmente publicado em Exame.com

via Superinteressante

Reclamações de serviços de telecom registram queda de 19,9% em abril

anatel

A Anatel divulgou nesta quinta-feira (25) um relatório com as reclamações registradas referentes ao mês de abril de 2017. De acordo com as informações, as queixas apresentaram queda de 19,9% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo os números revelados, no mês passado foram constatadas 258,8 mil reclamações, sendo 125,6 mil referentes aos serviços de telefonia móvel, 54,9 mil aos de telefonia fixa, 39,7 mil aos de banda larga fixa e 37,1 mil aos de TV por assinatura. Os registros mostram que todos os principais serviços de telecomunicações tiveram redução de queixas.

O levantamento mostra que as reclamações sobre cobrança lideraram o período: 46,47% para TV por assinatura, 39,76% para telefonia fixa e 53,79% para telefonia móvel pós-paga. Na banda larga, o maior número de queixas tinham relação com qualidade de serviço e na telefonia móvel pré-paga a maior questão foram os créditos.

O segundo lugar no total de reclamações ficou para a qualidade de serviço para os serviços de TV por assinatura e telefonia fixa, seguido pelos cancelamentos.

Empresas mais reclamadas

Conforme explicado pela Anatel, todas as prestadoras de telefonia móvel registraram queda no número de reclamações, exceto a TIM, que apresentou aumento de 12,9, com 42,3 mil queixas. A Nextel constatou 8,5 mil (-20,5%), a Oi 15,9 mil (-33,5%), a Claro 25,5 mil (-19,3%), e a Vivo 33,1 mil (-21,8%) reclamações. Na banda larga fixa, apenas uma empresa apresentou aumento de reclamações: a NET, com 6,6 mil (+12,8%). Para telefonia fixa e TV por assinatura não houve elevação em qualquer companhia.

via Canaltech

FemiTaxi: serviço só com motoristas mulheres estreia no Rio de Janeiro

FemiTaxi

Depois de fazer sucesso em São Paulo e Belo Horizonte, o FemiTaxi começa a expandir sua operação também para a capital carioca. O aplicativo que oferece corridas de táxi somente com motoristas mulheres já tem 80 profissionais cadastradas, e chega ao Rio de Janeiro oferecendo 20% de desconto em viagens com qualquer bandeira até o dia 23 de junho.

Disponível para Android e iOS, o app gratuito pretende oferecer uma alternativa segura para usuárias de táxi, que eventualmente passam por situações constrangedoras (e, até mesmo, perigosas) ao aceitar corridas com motoristas do gênero masculino.

O FemiTaxi foi criado em dezembro de 2016 e aceita corridas agendadas com pelo menos uma hora de antecedência. “A iniciativa visa ajustar a alta demanda de uma grande cidade com a oferta atual de taxistas. Com o passar do tempo, esperamos aumentar o número de profissionais disponíveis e liberar o uso para chamadas em tempo real”, explicou Charles-Henry Calfat Salem, CEO da empresa.

Além de oferecer corridas mais seguras para mulheres, a companhia também pretende dar mais oportunidades para as mulheres que atuam como taxistas. Somente no Rio de Janeiro, há cerca de mil taxistas do gênero feminino circulando diariamente por aí, sendo que 4.691 possuem alvará concedido pela Prefeitura.

Atualmente, o FemiTaxi já conta com 20 mil usuárias nas cidades onde opera, e pretende expandir o serviço para outras capitais do Brasil até o final do ano.

via Canaltech

Jovens que usam serviços de caronas reavaliam necessidade de ter carro

As empresas automotivas devem encarar um grande desafio pela frente diante dos  jovens das novas gerações, já que muitos deles estão passando por uma gigantesca mudança de comportamento, o que pode afetar diretamente a indústria de carros.

Segundo uma pesquisa feita pela empresa de auditoria Deloitte, 43% dos participantes pertencentes à geração Y e Z utilizam serviços de caronas compartilhadas, como Uber e Cabify. Apesar desse número, 64% dos brasileiros nunca ou quase nunca usou esse tipo de aplicação.

Tudo bem, mas o que isso tem a ver com a indústria automotiva? É que o estudo revela também que, entre os usuários dessa forma de locomoção no Brasil, 55% questionam a necessidade de ter seus próprios carros. Essa tendência é ainda mais evidente quando consideramos apenas a opinião dos mais jovens, já que 62% deles consideram dispensável possuir um veículo no futuro.

Tecnologia ainda não é fundamental

Além da indisposição de ter seu próprio automotor, a pesquisa apontou outro dado relevante, que também deve estar no radar dos gestores das empresas do setor: cada vez mais o brasileiro não quer investir em recursos tecnológicos embarcados nos veículos.

Na edição de 2014, os consumidores que participaram do estudo afirmaram que poderiam gastar até R$ 5.951 em média para contar com determinados equipamentos tecnológicos em seus veículos. Essa estimativa de gasto caiu para a média de R$ 1.995 em 2016.

Segurança em primeiro lugar

A pesquisa apurou também que, entre os itens tecnológicos a ser considerados na hora da compra, os mais valorizados pelos consumidores do Brasil são com relação à segurança.

Os quatro sistemas que foram avaliados como prioritários pelos participantes do estudo da Deloitte são: reconhecimento de objetos na via para evitar colisões, bloqueio de funções do veículo diante de situações de condução perigosa, avisos de situações de condução perigosa e conexão autônoma do veículo para relatar e contatar serviços de suporte quando ocorrem emergências médicas ou acidentes.

Sistemas como esses são encontrados em alguns veículos de custo mais elevado, como é o caso do Volvo XC90, de meio milhão de reais. Nesse modelo, por exemplo, há o mapeamento passivo de materiais em volta do carro, entre outros assistentes.

A Ford já apresentou também uma tecnologia de segurança chamada Assistência de Emergência Sync que, quando os airbags são deflagrados ou há corte da bomba de combustível, realiza uma ligação para os serviços de socorro médico, com a localização do acidente.

Na comparação internacional, a pesquisa mostra, por exemplo, que os brasileiros têm expectativas mais altas do que norte-americanos, canadenses ou mexicanos em relação à disponibilidade de recursos avançados de automação, como os citados acima.

Outros aspectos concluídos pelo estudo

Durante a pesquisa da Deloitte, outros aspectos foram observados entre os consumidores e o mercado automobilístico atual. Todos eles estão relacionados, de alguma forma, ao jeito com o qual a tecnologia embarcada nos carros age sobre o usuário.

  • Cinquenta e cinco por cento dos participantes dizem confiar mais nos fabricantes tradicionais de veículos para que o desenvolvimento da condução autônoma total seja viabilizada no mercado.
    As empresas de tecnologia já existentes foram citadas por 22% das pessoas, mesmo percentual daqueles que confiam em novas companhias especializadas em veículos autônomos.
  • Oito em cada dez participantes do estudo temem ameaças de hackers ao compartilhar seus dados. No entanto, grande parte dos participantes (72%) dividiria informações pessoais com os fabricantes em troca de melhorias e mais benefícios em seus carros.
  • As tecnologias voltadas a funcionalidades de conveniência e conectividade (como sistemas de ajuda na gestão de tarefas diárias ou que oferecem entretenimento customizado aos passageiros) foram vistas como as menos desejadas entre os consumidores brasileiros.
  • O desempenho das baterias dos carros elétricos ainda deixa a desejar, tendo como referência o tempo de recarga de três a quatro horas em uma estação. Sessenta e quatro por cento dos consumidores só estão dispostos a esperar o máximo de uma hora para carregar completamente um veículo.

O levantamento foi realizado com foco em apurar hábitos, costumes e expectativas dos consumidores em relação a preferências tecnológicas incorporadas pela indústria automotiva a seus produtos e aborda também as escolhas e tendências sobre mobilidade indicadas pelos participantes do estudo.

via Novidades do TecMundo

8 serviços e apps que o Facebook matou ou pode matar

Com quase 2 bilhões de usuários espalhados ao redor do mundo, o Facebook se tornou quase sinônimo do ato de entrar na internet. Seja para acompanhar notícias, participar de comunidades de discussão ou simplesmente para manter contato com amigos, a rede social oferece recursos que se adaptam aos mais diferentes tipos de usuário.

Com tamanha popularidade e variedade de opções, é comum associar a rede social à “morte” de diversas tecnologias e serviços que pareciam promissores ou que eram considerados nomes inabaláveis. Tanto por competência da equipe comandada por Mark Zuckerberg quanto pela falta de visão de seus concorrentes, fato é que o site deixou muitas baixas em seu caminho para o sucesso.

1. Orkut

o Orkut foi o primeiro contato que muitos tiveram com as redes sociais

Ainda hoje lembrado com bastante carinho por muitos brasileiros, o Orkut foi o primeiro contato que muitos tiveram com as redes sociais. Em seu auge, a plataforma criada pela Google oferecia diversas comunidades interessantes e era uma ótima opção para você conhecer pessoas (contanto que deixasse um scrap antes de adicioná-las).

No entanto, o sucesso obtido em países como o Brasil e a Índia não foi suficiente para que o serviço conseguisse bater de frente com o Facebook. Pouco popular nos Estados Unidos, a plataforma não conseguiu evoluir em ritmo tão rápido quanto sua concorrente e foi encerrada de vez em 2014.

A Google voltou a apostar em redes sociais através de experimentos como o Wave e, mais recentemente, com a Google+. Embora seja popular entre os funcionários da empresa e tenha uma comunidade dedicada de usuários, o site sequer chega perto de arranhar a base de usuários do Facebook.

2. Blogs e flogs pessoais

O Facebook não é o único responsável pelo fim do domínio dos blogs e flogs pessoais, mas com certeza contribuiu muito para isso. Atualmente é muito mais fácil ver alguém publicando seus pensamentos ou os famosos “textões” em seu perfil da rede social do que em um espaço totalmente dedicado para isso.

Apostamos que você também já teve um fotolog

Da mesma forma, os antigos flogs se transformaram nos álbuns de fotografia da rede social e naquilo que conhecemos atualmente como o Instagram. Sem os limites de comentários ou as opções de assinatura vistas no passado, essas opções podem ser consideradas a evolução natural das ferramentas disponíveis anteriormente.

O Facebook também quer incorporar os vlogs e outras produções em vídeo à sua estrutura e vem trabalhando em soluções de monetização para esse tipo de conteúdo. Mark Zuckerberg vem transformando de forma constante o que conhecemos como “redes sociais”, criando um espaço que mistura publicações de cunho mais pessoal à produção de conteúdos com caráter mais informativo.

3. Fóruns de internet

Qual foi a última vez que você entrou em um fórum de internet? A não ser que você faça parte de uma comunidade muito antiga ou que trate de assuntos muito específicos, provavelmente hoje em dia você passa mais tempo nas comunidades do Facebook do que nos antigos locais destinados a discussões.

Os antigos fóruns de internet continuam a existir, mas hoje em dia eles atingem nichos bastante específicos de usuários. Não dá para afirmar que as comunidades foram uma criação de Zuckerberg e sua equipe, mas atualmente elas se tornaram uma parte bastante importante do que a rede social tem a oferecer.

Os antigos fóruns de internet continuam a existir, mas hoje em dia eles atingem nichos bastante específicos 

Seja como uma forma de discutir sobre hardwares de alto desempenho, encontrar moradias para alugar ou para falar sobre alguma notícia, as comunidades atualmente ocupam o lugar de destaque que os fóruns tinham no passado. Tudo isso em um espaço que também oferece vídeos, conversas em tempo real e outros conteúdos interessantes de forma bastante acessível.

4. Mensagens de SMS

Lembra do tempo em que você tinha que comprar várias recargas para seu celular para conseguir continuar suas conversas? Felizmente, aplicativos online acabaram com essa necessidade ao oferecer a possibilidade de trocar quantas mensagens você quiser sem ter que pagar pelo envio de cada uma delas.

Um dos principais responsáveis por essa mudança foi o WhatsApp, aplicativo de comunicação que foi adquirido em 2014 por incríveis US$ 16 bilhões. Sob o comando do Facebook, o aplicativo ganhou funções que incluem a possibilidade de realizar videochamadas, compartilhar arquivos e até mesmo criar gifs — pondo em risco não somente o futuro das mensagens SMS, mas também de nomes famosos como o Skype.

A popularidade do WhatsApp é tanta que muitas operadoras de telefonia cederam a ele e passaram a oferecer planos que garantem acesso ilimitado ao mensageiro. Na impossibilidade de vencer esse tipo de programa, as empresas decidiram que era melhor ganhar dinheiro garantindo o acesso irrestrito ao que eles oferecem de melhor.

5. Foursquare Swarm

Outro serviço que aos poucos está sendo substituído pelo Facebook é o Swarm, que surgiu a partir do Foursquare. Graças aos recursos de check-in da rede social, muitas pessoas simplesmente deixaram de usar o aplicativo dedicado exclusivamente a isso.

De forma semelhante, os recursos adicionados às páginas dedicadas a negócios fizeram delas uma ótima maneira de descobrir produtos e serviços interessantes. A partir do site de Zuckerberg você pode conferir o endereço de uma loja, seu horário de funcionamento e impressões sobre ela — e até mesmo entrar em contato direto com algum atendente para solucionar suas dúvidas.

o grande alcance do Facebook tem um grande impacto sobre esse tipo de aplicativo

Outra vantagem trazida pelo Facebook é a possibilidade de associar a liberação da senha do WiFi de algum lugar a um check-in pela rede social. Isso estimula os usuários a usarem a função para poder navegar pela internet com maior velocidade — e, quem sabe, dedicar parte de seu tempo a conferir as novidades publicadas por seus amigos.

Isso não quer dizer que o Foursquare ou o Swarm vão deixar de existir, mas o grande alcance do Facebook sem dúvida tem um grande impacto sobre a popularidade desse tipo de aplicativo. Ao concentrar todos os aspectos de sua vida online em um único local, a rede social não deixa muito espaço para soluções tão concentradas em uma única tarefa.

6. Snapchat

Outro produto que “está no alvo” do Facebook é o Snapchat. Após ter sua oferta de compra recusada, a empresa comandada por Mark Zuckerberg passou a incorporar recursos semelhantes ao do serviço de fotografias e vídeos curtos em produtos como o Instagram — companhia que foi adquirida por US$ 1 bilhão em 2012.

A principal “ferramenta de ataque” utilizada é o sistema de Momentos, que permite registrar fotografias ou vídeos curtos que somem após um tempo — justamente aquilo que fez do Snapchat popular. Somando isso a uma comunidade de usuários bastante ativa e aos álbuns de fotos permanentes, o Instagram acaba se mostrando uma opção capaz de bater de frente (e muitas vezes superar) seu principal concorrente.

7. MSN Messenger

Sucessor de softwares como o ICQ, o MSN Messenger reinava supremo como o sistema de comunicações mais utilizado por quem navegava pela internet na metade dos anos 2000. No entanto, isso não foi o suficiente para que ele conseguisse permanecer vivo diante do surgimento de concorrentes mais completos ou que eram mais convenientes — caso do Facebook Messenger.

Graças à transição rápida do mundo para o ambiente mobile, fazia muito mais sentido usar soluções como o WhatsApp ou um sistema de chats integrado ao navegador para se comunicar do que apelar para um programa dedicado restrito a desktops. Claro, a Microsoft também contribui bastante para o fim de seu mensageiro ao apostar no Skype como o futuro de seus softwares de comunicação.

É interessante notar como, de uma ferramenta integrada, o Facebook Messenger passou a ser uma plataforma que opera de forma individual em tempos recentes. Atualmente, quem deseja se comunicar com contatos da rede social através do software tem que baixar um app dedicado ou dar um jeito de acessá-lo através do navegador.

8. Senhas

Necessárias para proteger seus dados pessoais, as senhas podem se tornar coisa do passado graças ao Facebook. Na última conferência F8, a empresa anunciou seus planos de tornar a rede social uma espécie de ”backup” para quando você esqueceu sua chave de entrada em outros serviços.

O sistema usa a rede social para detectar se você é realmente quem diz ser através de exercícios que incluem reconhecer fotos de amigos, por exemplo. “Atualmente, você diz o nome de solteira da sua mãe para 500 locais diferentes e, se algum deles é hackeado, você se torna vulnerável em todo lugar”, afirmou o engenheiro Brad Hill à CNNTech.

O Facebook garante que sua solução é mais segura do que emails de confirmação e mensagens SMS, funcionando mesmo quando você muda informações relacionadas a seu número de telefone. A promessa é que a solução também opere de maneira anônima e não recolha qualquer informação pessoal que você pode inserir nos serviços associados a ela.

via Novidades do TecMundo