Amazon lança serviço para você monitorar entrada de estranhos em sua casa

Precisa receber uma encomenda ou fazer uma faxina terceirizada em seu lar mas está no trabalho? A Amazon lançou hoje (25) dois produtos que facilitam tarefas como essa e tornam o conceito de casas inteligentes ainda mais próximo da realidade — de forma um pouco invasiva, bem verdade. O Amazon Key é um serviço remoto para o controle da entrada de pessoas em sua residência e a Cloud Cam é uma câmera de segurança com suporte da nuvem e integração com a assistente digital Alexa.

Amazon Key por enquanto é oferecido somente para clientes Amazon Prime e em 37 cidades dos Estados Unidos

Funciona assim: quem precisa entrar tem que apresentar um código de barras no leitor que fica na fechadura e essa informação vai para o processamento em nuvem da Amazon. Se a identificação for liberada, o acesso ao local é permitido com confirmação via app do visitante. A Cloud Cam fica conectada via WiFi e “conversa” com smart locks populares, como os da Yale e da Kwikset, via protocolo Zigbee (que funciona como um Bluetooth, mas com consumo e alcance reduzido) e começa a registrar tudo o que acontece.

amazon key

Você pode receber uma notificação com um vídeo curto mostrando que seu pacote foi entregue com sucesso ou até mesmo acompanhar tudo via streaming ao vivo. Confira um vídeo promocional que mostra exemplos disso:

O conjunto todo custa US$ 249 (cerca de R$ 807), com lançamento previsto para o dia 8 de novembro, somente para membros do programa Amazon Prime, e terá disponibilidade inicial para 37 cidades dos Estados Unidos — até onde vai a cobertura da Amazon Logistics com delivery presencial. A ideia, é, claro, expandir essa área de atuação em breve.

As vantagens da Cloud Cam

Mesmo que seja coadjuvante no serviço Amazon Key, a Cloud Cam é um produto premium da rede varejista e vem para concorrer com os gadgets integrados à linha smart house da Nest, como os fabricados pela Ring e pela Logitech.

Amazon quer usar o poder da nuvem inteligente para identificar invasores via detecção de movimento e análise de imagens

O aparelho capta vídeo com resolução de 1080p, possui microfone e caixa de som para comunicação de ida e volta, lente com amplo ângulo, capacidade para visão noturna e detecção de movimento. Tudo o que é registrado fica armazenado por 24 horas na nuvem do app Amazon Cloud Cam. O preço é de US$ 119,99 (aproximadamente R$ 389, sem taxas) e o lançamento ficou também para o dia 8 de novembro, com pré-venda já aberta.

Além de oferecer as vantagens de uma tradicional câmera de segurança, a Amazon tem planos mais ousados com a Cloud Cam. A ideia é utilizá-la de forma otimizada com a Alexa e com a inteligência artificial, em um serviço de proteção automático. Por exemplo, a ideia é ter um programa que possa identificar invasores com o uso combinado da detecção de ações estranhas e avaliação dos vídeos nos servidores companhia. Isso ainda vem sendo aprimorado, para que o sistema possa reconhecer com muita precisão o que pertence ou não ao ambiente, como um cão de estimação.

Cloud Cam

A assinatura básica com armazenamento do conteúdo por 24 horas, Person Detection (que flagra atividade humana) e o Zones (áreas selecionadas para serem ignoradas pela varredura) custa US$ 6,99 (cerca de R$ 22,66) por mês, apenas para usuários Amazon Prime.

Privacidade e segurança

Você confiaria a entrada de estranhos na sua casa por meio de um serviço como o Amazon Key? E aceitaria instalar uma câmera de monitoramento — com acesso remoto e armazenamento do conteúdo em nuvem — no meio da sua sala ou em outros cômodos da sua residência? Essas são questões importantes e primordiais para o mercado crescente das casas inteligentes.

Por isso, a Amazon vem tratando o assunto com certa cautela e todas as entregas e serviços do Amazon Key vêm de 1,2 mil opções de 60 profissões integradas à divisão Amazon Home Services — trabalhos de terceiros por enquanto estão barrados. Ainda assim, carteiros, por exemplo, são treinados para tocar a campainha, bater na porta antes de entrar e se locomover o mínimo possível na residência.

Amazon Cloud Cam

Por mais bizarro que possa parecer a ideia de ter esse tipo de vigilância constante em sua residência, a privacidade deve mesmo diminuir mais ainda em prol da segurança e conforto no futuro próximo.

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via Novidades do TecMundo

Nubank lança conta digital; Nextel vai encerrar serviço de rádio e+ [CT News]

Huawei vende 100 milhões de smartphones e ultrapassa Apple no mercado global // Nextel vai encerrar serviço de rádio em março // Nubank lança NuConta, banco virtual sem taxas focado em investimentos

Assista ao vídeo.

via Canaltech

Nextel vai desativar rede iDEN para serviço de rádio

A tecnologia iDEN é praticamente uma marca registrada da Nextel: ela existe no Brasil desde que a empresa iniciou suas operações por aqui, em 1997. Mas o rádio acabou sendo deixado para trás com a migração para dados móveis, e a operadora decidiu desativar todas as redes iDEN no país em 31 de março de 2018.

A Nextel enviou um comunicado aos clientes afirmando que “o surgimento de novas tecnologias fez com que o serviço [de rádio] perdesse a atratividade perante os usuários e os provedores de insumos”. Por isso, a empresa vai migrar seus assinantes que (ainda) estão no rádio para a rede GSM, com 3G e 4G.

Loja Nextel

O iDEN esbarra na disponibilidade de smartphones compatíveis com a rede: trata-se de uma tecnologia proprietária da Motorola, e nem mesmo a fabricante está produzindo novos aparelhos no Brasil. Diz a Nextel: “Devido ao baixo estoque de novos equipamentos disponíveis no mercado, a única forma de continuarmos a oferecê-los aos nossos clientes é por meio de recondicionamento”.

Por isso, uma das soluções que a Nextel encontrou para disponibilizar o serviço de “rádio” em smartphones comuns foi o aplicativo PRIP, que permite enviar mensagens de voz e fazer chamadas ilimitadas, inclusive em grupo — na prática, é uma espécie de WhatsApp da Nextel. O aplicativo continuará disponível para os clientes da operadora.

O curioso é que os números de telefone devem mudar com a transição: como o rádio da Nextel se enquadrava na categoria de Serviço Móvel Especializado (SME), os clientes não ganharam o nono dígito, que valia apenas para o Serviço Móvel Pessoal (SMP).

Nextel vai desativar rede iDEN para serviço de rádio

via Tecnoblog

O fim de uma era: Nextel encerrará serviço de rádio

Companhia anunciou que a tecnologia iDEN será descontinuada em 31 de março de 2018

A Nextel anunciou nesta terça-feira (24) que encerrará o serviço de rádio. Tecnologia pela qual a empresa se tornou conhecida, a iDEN será descontinuada em 31 de março de 2018 para dar foco total às opções mais modernas com as quais a companhia trabalha atualmente. A justificativa para a mudança é a perda de atratividade do serviço junto aos usuários.

“Durante muitos anos, o rádio foi o carro-chefe da Nextel e ajudou a construir uma base de clientes fiéis e identificados com a companhia, que atua no país desde 1997”, afirma a companhia em comunicado. “Porém, o surgimento de novas tecnologias fez com que o serviço perdesse a atratividade perante os usuários e os provedores de insumos.”

Leia mais…

via Novidades do TecMundo

Antivírus nativo da Play Store é menos confiável do que serviços de terceiros

De acordo com um estudo feito pela AV-TEST, empresa que se dedica a testar a confiabilidade de antivírus por aí, o Google Play Protect não é tão eficiente quanto antivírus de terceiros para aplicativos móveis. A pesquisa indica que o antivírus nativo do Google tem desempenho 25% pior do que soluções de concorrentes no que diz respeito à detecção de apps infectados.

Em um dos testes, o Play Protect conseguiu detectar apenas 65% de todos os apps comprovadamente comprometidos com malwares e arquivos maliciosos do tipo. Em comparação, o Droid-X 3 da NSHC foi capaz de detectar 82% deles, um percentual quase 20% maior do que o antivírus do Google.

Segundo a empresa alemã, que garante sempre usar a versão mais atual de todos os softwares e aplicativos, todos os apps foram autorizados a se atualizar a qualquer momento e consultar seus serviços na nuvem, garantindo que os testes estariam considerando as atualizações mais recentes.

Isso mostra que, apesar dos esforços da Google para tornar sua loja de aplicativos cada vez mais segura, as coisas ainda não andam tão boas assim para quem confia única e exclusivamente no peso do nome Google. A companhia já chegou a remover mais de 25 mil aplicativos infectados de sua loja no início do ano, mas, segundo relatórios, pelo menos 350 aplicativos de malware aparecem a cada hora no Android.

Confira a relação completa com as soluções testadas pela AV-TEST e suas performances:

via Canaltech

Nextel vai encerrar serviço de rádio em março

A Nextel anunciou nesta terça-feira (24) o fim de seu popular serviço de comunicação por rádio. O iDEN, como é chamado de forma técnica, deixará de existir em 31 de março do ano que vem, com o desligamento da comunicação como existe hoje e o fim do recurso que marcou um dos carros-chefes da empresa por mais de uma década.

O motivo para isso soa até como simples – a baixa procura pelo serviço, com a migração dos clientes para planos de dados, não justifica a continuidade dos investimentos e dos gastos com a manutenção da estrutura. A Nextel admite que ainda existem usuários fieis da plataforma, mas que os números de utilização vêm caindo ano após ano na medida em que tecnologias de internet móvel se tornam mais populares.

De acordo com dados da Anatel, pouco mais de 500 mil acessos aos serviços de rádio foram identificados nos seis primeiros meses deste ano. É pouco quando se compara a base de 2,5 milhões de clientes da Nextel em todo o Brasil, com os dados apoiando a decisão da operadora em encerrar as atividades nesse setor.

Além disso, a empresa cita outro fator predominante – os aparelhos com suporte ao iDen não são mais fabricados no Brasil. Com isso, reduziram-se os estoques de smartphones para novos clientes ou atuais usuários em busca de dispositivos. A alternativa, aqui, seria o recondicionamento de celulares antigos, algo que a Nextel não deseja fazer.

O fim do serviço iDEN, entretanto, não necessariamente significa a morte do rádio. Com o fim da tecnologia, a Nextel incentiva seus clientes a migrarem para planos 4G e passarem a utilizar o aplicativo PRIP, que serve como uma alternativa de voz sobre IP aos antigos rádios. Na prática, funciona de forma similar e mais adequada aos dispositivos que estão hoje no mercado.

Esse movimento de migração, inclusive, é antigo. Nos últimos anos, a operadora tem incentivado mais e mais a mudança de seus usuários para planos de dados e investindo em novos pacotes e serviços nesse setor. Houve, aliás, demora em adotar essa “nova” tendência, o que resultou até mesmo em perda de clientes. Agora, a Nextel vai trabalhar em um plano de transferência dos clientes antigos para as novas tecnologias, de forma a garantir que todos continuem tendo acesso aos serviços.

via Canaltech

Assinantes da Netflix não costumam pagar por outros serviços de streaming

Um estudo realizado pela Second Measure observou dados do mês de setembro dos principais serviços de streaming de vídeos dos Estados Unidos e descobriu que 80% dos assinantes da Netflix não pagam para acessar a concorrência. Contudo, quem assina os serviços rivais também costuma assinar a Netflix.

62% dos que assinam o HBO Now, por exemplo, também são assinantes da plataforma de streaming concorrente; 61% dos usuários do Hulu também fazem o mesmo. A pesquisa considerou as plataformas da Netflix, Hulu, HBO Now, DirecTV, CBS All Access e SlingTV.

O gráfico mostra o percentual de assinantes de cada serviço que não contratam a concorrência (Reprodução: ReCode)

Ainda assim, há quem seja fiel a outras plataformas além da Netflix. 37% dos assinantes do Hulu contratam apenas este serviço de streaming de vídeos nos EUA, por exemplo, mostrando que a concorrência está se acirrando, apesar de a Netflix ainda ser a líder absoluta na preferência dos usuários.

Somente nos Estados Unidos, a Netflix registrou cerca de 53 milhões de assinantes no último trimestre, enquanto o Hulu ganhou 12 milhões de assinantes em 2016.

via Canaltech

80% dos assinantes da Netflix não pagam por outros serviços de streaming

De acordo com dados da SecondMesure, uma empresa que rastreia pagamentos feitos com cartão de crédito nos EUA, 80% dos usuários da Netflix são “leais” à empresa, isto é, não assinam outros serviços de streaming. Os concorrentes, por outro lado, não contam com uma base tão dedicada assim. No Hulu e no HBO Now, por exemplo, 61% e 62% respectivamente pagam assinaturas de um segundo serviço do mesmo gênero, que no caso é a Netflix.

A SecondMesure analisa os dados de cartão de crédito de forma anonimizada e considerou, além dos três serviços mencionados, DirecTV Now, CBS Al Access e SlingTV. O YouTube TV não entrou na conta, e o Amazon Prime Video não pôde ser contabilizado porque não é comercializado separadamente nos EUA.

gráficoParte da base de usuários que assina apenas um serviço de streaming (EUA)

Os dados também só dizem respeito ao mercado norte-americano, mas é interessante conferir a dominação que a Netflix conseguiu do mercado de streaming. Claro que é necessário considerar que a empresa foi a pioneira nesse segmento e essencialmente inaugurou um formato que os concorrentes ainda não conseguiram copiar 100%.

Nos EUA, o único mercado em que a Netflix libera dados individuais, são mais de 53 milhões de assinantes, praticamente quatro vezes mais que o Hulu, que marcou 12 milhões de clientes em 2016 e não vem liberando dados atualizados. No geral, a participação de mercado da Netflix nos EUA chega a 25%, enquanto o Hulu, o concorrente mais próximo, fica com 7%.

gráficoParticipação no mercado de streaming dos EUA

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Nubank vira banco digital e anuncia serviço de conta corrente

Confirmando rumores que circularam nas últimas semanas, a Nubank anunciou oficialmente nesta terça-feira (24) o lançamento de seus serviços bancários — a NuConta. Agora um “bank” de verdade, a empresa promete fornecer aos seus clientes de conta corrente a mesma agilidade e praticidade já conhecida no serviço de cartão de crédito.

“Abrir uma conta bancária no dia de hoje é absurdamente complicado”, aponta o presidente e cofundador do Nubank David Veléz. “Mais de 60 milhões de brasileiros ainda não têm uma conta. Estamos em uma época em que empresas tentam levar o ser humano a Lua, a Marte, mas, aqui no Brasil, mais de 30% da população ainda não tem conta bancaria.”

NuContaNuConta, a conta bancária 100% digital e sem tarifa do Nubank, foi anunciada nesta terça-feira (24).

Além de uma grande parte dos brasileiros ainda estar fora da vida bancária do país, outro problema identificado pelo Nubank é a falta de conhecimento na hora de investir o dinheiro.  Com isso, “70% dos investimentos dos brasileiros, quase R$ 1 trilhão, estão na poupança ou no CBD de grandes bancos, quando poderiam estar investidos no tesouro, que rende mais”, comentou Veléz.

E é com esse espírito que ele anuncia a chegada da NuConta, uma conta 100% digital e sem a cobrança de qualquer tarifa. “Nós redefinimos a maneira como as pessoas vão guardar e investir o seu dinheiro pra que elas finalmente possam sair das grandes instituições e tenham mais controle”, afirmou o executivo.

Três problemas e uma solução

A ideia básica da NuConta é resolver três problemas — burocracia para abrir contas bancárias, cobrança de tarifas na transferência de dinheiro e complexidade para realizar investimento — com uma única solução.

Criar uma NuConta leva “apenas dois segundos”, aponta Vélez. Basta baixar o aplicativo, fazer o cadastro, enviar uma foto e pronto. Não há necessidade de comprovar crédito nem nada disso, é só se cadastrar e começar a usar — ou seja, sem nenhuma burocracia.

A transferência de dinheiro também é muito facilitada e acontece em tempo real e sem a cobrança de tarifas, inclusive para outros bancos. Transferir dinheiro para a NuConta de alguém próximo é ainda mais simples: basta ler o QR-Code da conta do destinatário, informar valor e senha e pronto.

Sobre investimentos, a grande surpresa da NuConta é oferecer rendimento de todo o montante guardado em uma conta. Isso significa que as contas correntes do Nubank funcionam como poupanças, mas a taxa usada para corrigir o valor depositado é maior — atualmente, a taxa anual da poupança é de 7,28%, enquanto a Selic, usada pela NuConta, é de 9,46%.

Ao contrário de bancos tradicionais, a NuConta é 100% digital e ainda não trabalha com saque de dinheiro físico nem depósitos bancários. Além das transferências feitas a partir de contas de outras instituições, a NuConta oferece serviço de saques com cartão de crédito iguais aos do cartão Nubank tradicional.

Fase Beta

A NuConta entrará em fase Beta e, por enquanto, estará disponível apenas via convite. David Vélez afirmou que os atuais clientes Nubank terão prioridade, mas é possível se cadastrar no site da empresa para tentar receber um convite.

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80% dos assinantes da Netflix não pagam por outros serviços de streaming

De acordo com dados da SecondMesure, uma empresa que rastreia pagamentos feitos com cartão de crédito nos EUA, 80% dos usuários da Netflix são “leais” à empresa, isto é, não assinam outros serviços de streaming. Os concorrentes, por outro lado, não contam com uma base tão dedicada assim. No Hulu e no HBO Now, por exemplo, 61% e 62% respectivamente pagam assinaturas de um segundo serviço do mesmo gênero, que no caso é a Netflix.

A SecondMesure analisa os dados de cartão de crédito de forma anonimizada e considerou, além dos três serviços mencionados, DirecTV Now, CBS Al Access e SlingTV. O YouTube TV não entrou na conta, e o Amazon Prime Video não pôde ser contabilizado porque não é comercializado separadamente nos EUA.

gráficoParte da base de usuários que assina apenas um serviço de streaming (EUA)

Os dados também só dizem respeito ao mercado norte-americano, mas é interessante conferir a dominação que a Netflix conseguiu do mercado de streaming. Claro que é necessário considerar que a empresa foi a pioneira nesse segmento e essencialmente inaugurou um formato que os concorrentes ainda não conseguiram copiar 100%.

Nos EUA, o único mercado em que a Netflix libera dados individuais, são mais de 53 milhões de assinantes, praticamente quatro vezes mais que o Hulu, que marcou 12 milhões de clientes em 2016 e não vem liberando dados atualizados. No geral, a participação de mercado da Netflix nos EUA chega a 25%, enquanto o Hulu, o concorrente mais próximo, fica com 7%.

gráficoParticipação no mercado de streaming dos EUA

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