Arquivo da tag: quais

Quais são as vantagens do Tinder Plus?

Devido à sua popularidade, o aplicativo de paqueras Tinder criou uma solução para facilitar os matches de seus usuários: o Tinder Plus. O recurso, disponível apenas para assinantes, traz vantagens extras a quem o contratou.

Ficou interessado? Então conheça abaixo todas as vantagens do Tinder Plus!

 

Passaporte para qualquer lugar

Com a função gratuita do Tinder, você consegue encontrar pessoas em uma distância máxima de 160 quilômetros. Mas, com a versão Plus, é possível achar pessoas do mundo inteiro! Basta escolher a localização desejada e começar a procurar.

Controle do perfil

Com a opção de controlar o seu perfil, informações de idade e distância podem ser ocultadas quando você desejar.

Quem me vê

O Tinder Plus disponibiliza duas formas de exibição:

  • A padrão, mostrando o seu perfil apenas para os tipos de pessoas com base nas recomendações individuais.
  • Somente para as pessoas que você curtiu.

Quem eu vejo

Na hora de escolher quem você quer ver no Tinder, também existem duas opções:

  • Recomendações equilibradas, ou seja, apenas pessoas relevantes.
  • Primeiro apenas as pessoas que estiveram online recentemente.

 

Voltar ao último perfil

Deslizou para a esquerda sem querer? No Tinder Plus, você pode voltar atrás e decidir de novo.

Tinder Boost

No Tinder Plus, você ganha um boost gratuito por mês, ou seja, 30 minutos com o perfil impulsionado na sua área para ganhar mais matches.

Curtidas ilimitadas

No Tinder Plus, não há limite de curtidas.

Super Likes adicionais

Você ganha cinco Super Likes por dia, o que pode triplicar as chances de match.

Sem anúncios

Assim como todo aplicativo pago, a sua conta fica livre de anúncios.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Gráficos revelam quais emojis estão bombando – e quais floparam

Emojis são coisa séria.

No ano passado, a SUPER fez uma longa matéria discutindo a validade desses símbolos como uma língua independente. Críticos do mundo virtual dedicam artigos inteiros a debater se os traços da berinjela () devem ser mais realistas ou cômicos – há quem afirme que a versão caricata, por sua semelhança com um pênis, permite passar recados sexuais discretos. E por último, mas não menos importante, criadores da cobra Píton-real (Python regius) já cruzam espécimes com manchas amarelas para que nasçam filhotes com uma “pintura”… bem, você pode clicar aqui e ver com seus próprios olhos. 

Agora eles também são estatística. A Emojipedia usou a ferramenta Google Trends para gerar gráficos que mostram a ascensão e queda da popularidade de todos os emojis disponíveis em sua base de dados. Basta selecionar um emoji aleatório (vamos ficar com o ), entrar em sua página e rolar a tela até o subtítulo “Statistics”, onde está o gráfico. A curva é construída com base no número de pessoas que jogaram o símbolo no mecanismo de busca do Google nos últimos cinco anos.

(emojipedia/Reprodução)

Até aqui, nada demais. O  não é tão popular nem tão especial – seu gráfico ascendente é de longe o resultado mais comum na Emojipedia. Muito mais revelador é a curva do , que se manteve mais ou menos estável nos últimos cinco anos, mas que registrou, em 2013, um pico brusco e muito curioso.

(emojipedia/Reprodução)

Vale lembrar que, para manter uma proporção fixa, todos os gráficos são montados pelo Google em uma escala que vai de 0 a 100. Um pico de 100, portanto, não significa que o emoji em questão foi procurado 100 vezes, mas que o número de buscas por ele naquele determinado intervalo de dias foi uma alta histórica em relação a outros períodos.

(emojipedia/Reprodução)

O gráfico acima é de um dos emojis mais polêmicos, o  (conhecido como sassy girl e usado para comentários sarcásticos ou atrevidos). Ele viveu seu auge em 2015, e desde então voltou ao nível de popularidade original. Em um post no blog da Emojipedia, os editores do site lembram que, ao acessar o próprio Google Trends, você pode criar gráficos sobrepostos: basta jogar dois emojis diferentes na busca, separados por vírgula, para ver como eles se comparam na corrida pelos corações e mentes. Um exemplo ótimo é o clássico gato vs. cachorro, que você vê aqui.

 

via Superinteressante

Você sabe quais são as profissões que mais atraem matches no Tinder?

Tinder

Muitos fatores influenciam para ganhar aquele match esperto no Tinder. Além de uma boa escolha de suas fotos e interesses em comum, a profissão do usuário também é um fator que pode atrair mais olhares. Entre as profissões mais cobiçadas no Brasil, estão funções na área de marketing e maquiadores.

A pesquisa realizada pela rede social mostrou que homens marketeiros e mulheres maquiadoras estão no topo da lista de profissões mais sedutoras, enquanto o segundo lugar fica com homens médicos e mulheres do mundo do marketing. Em terceiro lugar, homens maquiadores e mulheres que atuam na área de pesquisas.

Das quinze profissões mais “top” que atraem uma maior quantidade de matches, também constam enfermeiros, farmacêuticos, massagista e professores de dança para homens, e advogada, dentista, redatora e barista para mulheres.

De acordo com a rede social voltada para relacionamentos, as informações sobre profissão e escolaridade foram adicionadas à plataforma atendendo a pedidos dos usuários. “Acrescentar essas informações faz com que as pessoas possam coletar mais detalhes do pretendente antes de arrastar para a direita ou para a esquerda sua foto”, disse a empresa. Contudo, exibir esses dados é algo opcional — e quem não desejar expor sua área de atuação tem essa possibilidade.

Confira o infográfico com as quinze profissões mais valorizadas para homens e mulheres do Tinder:

via Canaltech

Quais são as cidades mais inteligentes do mundo

Atualmente, metade da população mundial vive em centros urbanos. Até 2050, projeta-se que esse total alcance três quartos de todas as pessoas do planeta. E, conforme esses centros crescem, eles precisam de modelos cada vez mais sustentáveis para progredir. Desde o abastecimento de alimentos, água e energia, passando por sistemas de locomoção mais eficientes, distribuição e integração de áreas de moradias, serviços e emprego com infraestrutura, além de – claro – a utilização da tecnologia para modernizar processos e resolver problemas.

Existem inúmeros rankings das famosas “smart cities”, as cidades mais inteligentes do planeta, que levam em conta não apenas a utilização da tecnologia no dia a dia, mas, principalmente, a conectividade entre todos os setores, sua aplicação para um desenvolvimento sustentável e um futuro melhor com qualidade de vida para a população.

Apresentamos na galeria a seguir alguns exemplos de cidades inteligentes e suas iniciativas que fazem a diferença para construir verdadeiros centros urbanos do futuro.

  • 1. Energias renováveis e seguras

    zoom_out_map

    Ruas de Tóquio iluminadas

    1/9 Ruas de Tóquio iluminadas (Jasmine Nears/Flickr)

    Tóquio é a cidade mais inteligente do mundo segundo a última edição de um dos rankings mais completos sobre o tema, divulgado pelo IESE Business School da Espanha. Centro econômico e cultural do Japão, a metrópole foi uma das cidades japonesas que mais sofreu com o abastecimento de energia, depois do acidente em Fukushima, em 2011, e a consequente desativação de usinas nucleares em todo o país nos meses seguintes. Desde então, o Japão vem se dedicando a uma nova estratégia para manter-se autossuficiente energeticamente, diversificando suas fontes, como usinas de gás natural e óleo e também renováveis, como energia solar e eólica. A meta é ter 24% de toda a energia vinda de energias limpas até 2030. Além disso, o país melhorou seu sistema de distribuição em rede para evitar colapsos energéticos em casos de eventos naturais, como terremotos e tsunamis.

  • 2. Transparência e confiança

    zoom_out_map

    Trem em rua de Helsinki

    2/9 Trem em rua de Helsinki (Benjamin Horn/Flickr)

    O planejamento para o futuro também deve contar com o envolvimento dos moradores. Helsinki, capital da Finlândia, foi pioneira em divulgar na internet dados sobre sua população, transporte e educação, entre outros. Isso permite que programadores e empresas criem iniciativas que usam a transparência das informações para elevar a confiança da cidade em seu governo e ainda promover esse contato na prática. Um exemplo foi o app “fixmystreet” ("Conserte minha rua", em tradução livre), no qual o cidadão pode reclamar de um problema local, como um buraco que precisa ser arrumado.
  • 3. Debate com a população

    zoom_out_map

    Poluição em Londres

    3/9 Poluição em Londres (David Holt/Flickr)

    Londres, na Inglaterra, estabeleceu que as emissões de poluentes devem ser reduzidas em até 60% até o ano de 2025 (isso em relação as índices dos níveis de 1990). Para alcançar a meta, e manter a aprovação dos londrinos, o planejamento inclui uma série de políticas adicionais discutidas pela Prefeitura diretamente com a população. Desse modelo surgiram iniciativas como o aluguel de bicicletas, a cobrança diária para dirigir na zona de congestionamento e para veículos com alta taxa de emissão de gases. Além disso, a cidade reserva faixas de terra em áreas com população crescente, para facilitar a construção de futuras novas redes de transporte.

  • 4. Sustentabilidade e resistência

    zoom_out_map

    Barragem Maeslant em Roterdã

    4/9 Barragem Maeslant em Roterdã (Michielverbeek/Wikimedia Commons)

    Roterdã, que tem um dos maiores portos da Europa e cerca de 80% de sua área abaixo do nível do mar, deu início a um planejamento para tornar-se 100% resistente a enchentes, com uma estratégia de adaptação climática, e ainda reduzir 50% das emissões de gases até 2025, na comparação com 1990. As ações incluem novas redes de calefação que aproveitem a energia e o vapor excedentes da usina local para aquecer edifícios do comércio e habitações, reduzindo o uso de combustíveis fósseis. A cidade no litoral da Holanda também investiu em diversos projetos para se proteger das constantes enchentes, com novos diques de proteção, inspirados na famosa barragem Maeslant (foto), praças de drenagem e uma barreira móvel contra tempestades. Foi realizada ainda uma campanha para que os cidadãos substituam cimento por gramados e a cidade já ganhou 130.000 m² de telhados verdes.

  • 5. Incentivo e execução

    zoom_out_map

    Bicicletas em Copenhagen

    5/9 Bicicletas em Copenhagen (Mike Fleming/Flickr)

    Cidades inteligentes também precisam ser eficientes na implementação de suas medidas rumo ao futuro. Um bom exemplo é Copenhague, na Dinamarca, que conseguiu reunir as políticas de planejamento com as partes interessadas, a fim de fomentar apoio para executar os projetos. O programa “Copenhague Neutra em Termos de Clima até 2025” fez surgir uma ampla gama de iniciativas, como ações de ciclismo, telhados verdes e maior presença de carros elétricos. O setor de tecnologia verde (energia eólica, solar e tecnologia eficiente) cresceu 55% em cinco anos.
  • 6. Inovação e energia

    zoom_out_map

    Prédios em Berlim

    6/9 Prédios em Berlim (VV Nincic/Flickr)

    Em Berlim, na Alemanha, planejar o futuro também significa aliar infraestrutura e tecnologia. Um acordo de 1997 estabeleceu que 75% de todos os edifícios construídos deveriam incluir em sua arquitetura estratégias de energia termosolar. Além disso, com uma política ampla de retrofit para o setor imobiliário, o consumo de energia de 273.000 edifícios pré-fabricados de concreto, na zona leste da cidade, caiu quase pela metade.

  • 7. Incentivo à inteligência urbana

    zoom_out_map

    Bicicletas em Amsterdam

    7/9 Bicicletas em Amsterdam (Roman Boed/Flickr)

    Amsterdã já é conhecida como um dos centros urbanos mais sustentáveis e mais inteligentes do planeta, segundo a revista Forbes. A iniciativa Amsterdam Smart City é uma parceria entre governo, comércio, estudantes e cidadãos para transformar a cidade em um laboratório vivo para tecnologias urbanas inteligentes, onde as empresas poderão testar e demonstrar produtos e serviços inovadores. Nas questões de mobilidade, Amsterdã tem 57% de seus moradores usando bicicleta diariamente, com extensas zonas de 30km/h para segurança das pessoas, e também o apoio para veículos sustentáveis, com a ampliação da infraestrutura para carros elétricos.

  • 8. Poluição do ar em Pequim

    zoom_out_map

    Luta contra a poluição

    8/9 Luta contra a poluição (Kentaro Iemoto/Flickr)

    Ao redor do mundo, áreas com crescimento urbano acelerado comumente enfrentam graves problemas com a poluição do ar. Em Pequim, a existência de usinas de energia abastecidas por carvão, entre outros fatores, elevou a quantidade de partículas sólidas na atmosfera a níveis 20 vezes maiores do que o limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Desde 2016, entre outras ações, a capital da China está substituindo sua última usina a carvão por quatro usinas abastecidas com gás natural, que é uma alternativa mais limpa para o meio ambiente.
  • 9. Trabalho para a qualidade de vida

    zoom_out_map

    CLC em Singapura

    9/9 CLC em Singapura (Chuwa Francis/Flickr)

    De um centro urbano que sofria com enchentes, secas, doenças urbanas e grande quantidade de favelas, Singapura passou a ser uma das cidades mais habitáveis e sustentáveis do planeta, em uma evolução que começou em sua independência política. O processo foi baseado em uma visão a longo prazo, com planejamento estruturado, inovação sistemática, governança urbana dinâmica e flexibilidade nas ações. Em 2008, a cidade-Estado no Sudeste Asiático criou o Centro para Cidades Habitáveis (CLC), com o objetivo de processar, criar e compartilhar conhecimento sobre o tema e as diretrizes práticas para que centros urbanos densamente povoados possam evoluir para áreas altamente habitáveis. A Shell é parceira do CLC para as pesquisas sobre gestão e soluções urbanas, incluindo os desafios futuros da urbanização e limitação de recurso cada vez maiores.

Em qual delas você viveria? Faça o teste, descubra e conte pra gente nos comentários.

via Superinteressante

Quais são e o que fazem as cidades mais inteligentes do mundo

Atualmente, metade da população mundial vive em centros urbanos. Até 2050, projeta-se que esse total alcance três quartos de todas as pessoas do planeta. E, conforme esses centros crescem, eles precisam de modelos cada vez mais sustentáveis para progredir. Desde o abastecimento de alimentos, água e energia, passando por sistemas de locomoção mais eficientes, distribuição e integração de áreas de moradias, serviços e emprego com infraestrutura, além de – claro – a utilização da tecnologia para modernizar processos e resolver problemas.

Existem inúmeros rankings das famosas “smart cities”, as cidades mais inteligentes do planeta, que levam em conta não apenas a utilização da tecnologia no dia a dia, mas, principalmente, a conectividade entre todos os setores, sua aplicação para um desenvolvimento sustentável e um futuro melhor com qualidade de vida para a população.

Apresentamos na galeria a seguir alguns exemplos de cidades inteligentes e suas iniciativas que fazem a diferença para construir verdadeiros centros urbanos do futuro.

photo_libraryAbrir galeria9 fotos

Em qual delas você viveria? Faça o teste, descubra e conte pra gente nos comentários.

via Superinteressante

Artigo: quais as lições deixadas pelo mega ataque de ransomware

Rubia Maria Ferrão de Araújo*

15 de maio de 2017 – 11h47

Especialista brasileira em direito digital comenta mega ataque que atingiu mais de 150 países no final de semana.



Diversos veículos da imprensa noticiaram na sexta-feira, 12/5, ataques cibernéticos em larga escala que atingiram empresas ao redor do mundo. Nem mesmo hospitais foram poupados.  No Brasil, os Tribunais de Justiça de alguns estados, o INSS e o Ministério Público de São Paulo tiraram seus sites do ar por medida de segurança. 

 

Neste tipo de ataque, conhecido como ransomware, os crackers têm por alvo os dados armazenados no disco rígido do sistema invadido, os quais são criptografados, além de ser impedido o acesso da vítima ao seu próprio sistema. Para retomar o controle do dispositivo invadido, a vítima é compelida a pagar um montante a título de “resgate”, geralmente, em Bitcoin, moeda virtual que dificulta a rastreabilidade.

 

Infelizmente, este tipo de episódio não é o primeiro e nem será o último. Contudo, ainda que situações como essas sejam extremamente nocivas e traumáticas, algumas lições podem e devem ser extraídas.

 

Segurança

 

A primeira das lições é a necessária preocupação com a segurança, direito garantido pelo artigo 5º, caput, da Constituição Federal, o qual foi reafirmado e eleito como princípio vetor da Internet, nos termos do artigo 3º, da Lei 12.965/2014, popularmente conhecida como Marco Civil da Internet:

 

“Art. 3o  A disciplina do uso da internet no Brasil tem os seguintes princípios: (…) V – preservação da estabilidade, segurança e funcionalidade da rede, por meio de medidas técnicas compatíveis com os padrões internacionais e pelo estímulo ao uso de boas práticas;”

 

E aqui, frise-se, a segurança deve ser uma preocupação de todos: (i) dos usuários, pessoas físicas e jurídicas, que devem estar atentos às cautelas mínimas no uso da Internet e sistemas; (ii) do Estado, que deve estabelecer políticas públicas de promoção da segurança, além do devido aparelhamento de seus entes e agentes; (iii) das autoridades policiais que precisam se atualizar quanto aos chamados crimes digitais; e (iv) dos provedores de aplicação e conexão no cumprimento de suas obrigações legais de guarda dos registros eletrônicos que permitam rastrear maus usuários de seus serviços.  

 

Repressão da Conduta

 

A segunda lição é saber como agir frente a situações envolvendo ataques cibernéticos, até mesmo para mitigar responsabilidades da própria vítima, nos casos em que os dados atingidos pertençam a terceiros (clientes, cidadãos, fornecedores etc.).

 

Grande parte dos crimes digitais deixam vestígios e é preciso saber como preservá-los e coletá-los, afinal, são essas provas que poderão permitir a identificação do infrator e a responsabilização futura.

 

Aliás, o anonimato é um fator que fortalece e impulsiona as práticas delitivas virtuais, de forma que deve ser duramente combatido.

 

Hoje, tais ataques podem ser punidos pela legislação, especialmente após a tipificação criminal de delitos informáticos pela Lei 12.737/2012, a qual ficou conhecida, popularmente, como “Lei Carolina Dieckmann”. 

 

Nesse sentido, as condutas dos responsáveis pelos ataques noticiados poderão se enquadrar nos delitos de “invasão de dispositivo informático” (artigo 154-A, do Código Penal), “interrupção de serviço telemático” (artigo 266, §1º, do Código Penal”, dentre outros, além de permitirem a adoção de medidas obrigacionais e indenizatórias no âmbito cível.

 

Avanços na Legislação de Proteção de Dados

 

A terceira lição que merece reflexão é o necessário avanço na discussão legislativa sobre a proteção dos dados. 

 

Como dito no início, os dados armazenados nos sistemas, não raro, são os principais atrativos dos crackers. Justamente por isso, é preciso difundir a cultura de proteção e devido tratamento dos dados, sejam eles de cunho pessoal, anonimizados ou sensíveis.

 

Atualmente, embora os dados pessoais possam ser protegidos pela Constituição Federal, pelo Código de Proteção e Defesa do Consumidor, Código Civil e pelo próprio Marco Civil da Internet, além de dispositivos legais esparsos, é indiscutível que os avanços tecnológicos da última década causaram problemas até então não pensados, principalmente frente aos novos negócios totalmente baseados em coleta de dados.

 

Assim, considerando a relevância dos dados para o mundo digital e os efeitos nocivos que o seu mau uso ou disseminação indevida pode causar, já passou da hora da matéria ter uma legislação específica, até mesmo para fomentar investimentos no país.

 

A título de exemplo, vale mencionar que o Projeto de Lei 5.276/2016, ainda em discussão no Congresso, prevê a segurança como princípio inerente às atividades de tratamento de dados pessoais, indicando que “devem ser utilizadas medidas técnicas e administrativas constantemente atualizadas, proporcionais à natureza das informações tratadas e aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão.” 

 

Por outro lado, também é necessário trazer mais segurança jurídica à questão, principalmente no tocante à responsabilidade civil decorrente de incidentes digitais relacionados aos dados, além de mais transparência quanto aos direitos envolvidos.

 

Tratados e Convenções Internacionais

 

Em um mundo cada vez mais interconectado, os chamados incidentes digitais podem ser devastadores, principalmente considerando que a vida das pessoas, das empresas e da própria Administração Pública, está cada vez mais dependente dos sistemas e da própria Internet. 

 

Ocorre que, em um mundo globalizado, o combate aos crimes digitais, em muitas das vezes, torna necessária a adoção de medidas que ultrapassam as fronteiras de onde a vítima está localizada.

 

Por isso, é preciso que os países fortaleçam o diálogo e estabeleçam alianças que facilitem o processo de investigação e punição de crimes virtuais, mediante o estabelecimento de Tratados e Convenções Internacionais sobre a matéria, especialmente para tornar mais céleres as medidas que precisam ser adotadas para identificação dos infratores. 

 

Logo, se medidas em prol da segurança não forem estabelecidas e se não houver a repressão da conduta por meio do combate ao anonimato, certamente ainda serão muitos os ataques cibernéticos, fazendo inúmeras vítimas ao redor do mundo, causando danos que poderão ser irreparáveis.

 

*Rubia Maria Ferrão de Araujo é advogada especializada em Direito Digital, sócia do escritório Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados Associados. Especialista em Direito Constitucional pela PUC/SP e professora do Curso de Especialização em Computação Forense do Mackenzie e da Faculdade de Direito da Universidade São Francisco 

via IDG Now!

4 perguntas para sabermos quais as suas preferências sobre Linux em 2017?

Vamos fazer mais um levantamento interessante para podermos comparar com um que fizemos no ano passado. Na ocasião tivemos cerca de 4.500 respostas, então, esperamos algo parecido para termos uma…

Visite o site para ver o restando do artigo…

via Diolinux – Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

Saiba quais são os celulares mais procurados no Dia das Mães

O Dia das Mães está chegando e, se você não comprou nada, talvez seja o momento. As lojas estão com promoções interessantes e você pode acabar abocanhando alguma oferta legal. Se você tiver dúvida sobre qual celular ou tablet comprar, sempre pode acompanhar esta página do TecMundo.

Para mostrar ao público quais são os smartphones mais buscados como presente no Dia das Mães, a Google divulgou uma lista apresenta os quatro modelos principais. Além disso, a Gigante das Buscas notou, via pesquisa, que 54% dos internautas deixam para comprar um presente de 1 a 10 dias antes da data. Porém, 18% deixa para comprar de 1 a 2 dias, entrando no nicho dos atrasados.

Abaixo, você acompanha a lista que mostra os 4 smartphones mais procurados no Dia das Mães. Além disso, você também vê um aparelho que o TecMundo indica para você presentear a sua mãe.

4° lugar: LG K

LG K 10

A Google não especificou qual LG K é o mais buscado. Por isso, temos dois modelos, virtualmente falando: o LG K10 e o LG K4. O LG K4 gira em torno de R$ 500 e R$ 600, enquanto o K10 gira em torno de R$ 650 e R$ 900.

3° lugar: Samsung Galaxy J7

J7

O Galaxy J7 é o aparelho de entrada mais caro da Samsung. Ele tem um preço entre R$ 700 e R$ 1 mil, com uma tela de 5,5″ e câmera traseira de 13 MP.

2° lugar: Samsung Galaxy J5

J5

Mais fraco que o J7, o Samsung Galaxy J5 também é um smartphone voltado para pessoas que buscam a experiência de um celular inteligente, mas não têm como foco o desempenho e os jogos. O preço gira em torno de R$ 600 e R$ 700.

1° lugar: Moto G5 Plus

G5 Plus

Entre R$ 800 e R$ 1,1 mil, o Moto G5 Plus é o smartphone mais buscado pelos internautas neste Dia das Mães. Tem uma tela de 5″, câmera de 12 MP e uma experiência Android mais limpa.

Dica TecMundo: Moto G4 Play

G4 Play

O Moto G4 Play é um aparelho e vai atender bem as necessidades de sua mãe — veja bem: estamos julgando que ela não seja uma gamer hardcore. Por um preço entre R$ 550 e R$ 650 (um valor bem interessante), ela poderá ter uma experiência Android mais simples, utilizar mensageiros sem qualquer problema e ainda assistir televisão no celular.

via Novidades do TecMundo

Robôs tomarão empregos de humanos; saiba quais serão os primeiros

A robótica já vem sendo empregada com sucesso em diversos segmentos da indústria, fazendo com que funções anteriormente realizadas por pessoas sejam substituídas por máquinas altamente eficientes (e que nunca precisam faltar ao trabalho por motivos pessoais). Mas o futuro que está batendo à nossa porta mostra robôs roubando um novo leque de empregos, incluindo alguns bastante tradicionais e na área de prestação de serviços.

Ainda assim, uma pesquisa conduzida pelo Pew Research Center no ano passado mostrou que 80% dos norte-americanos ainda acreditam que seus empregos continuarão salvos nos próximos cinquenta anos, pelo menos, mesmo que dois terços da população do país tenha ciência de que as máquinas seriam capazes de executar a maioria dos trabalhos que ainda são feitos por humanos.

Mas o fato é que robôs, inteligências artificiais e processos automatizados farão com que mais de 5 milhões de empregos sejam realizados por máquinas até o ano de 2020 – e esses dados fazem parte do estudo “The Future of Jobs”, realizado pelo World Economic Forum.

Saiba então quais serão os sete empregos que os robôs tomarão primeiro dos humanos: 

Motoristas de caminhão

Com a chegada da direção autônoma ao mercado, a função de muitos motoristas está ameaçada – e há previsões de que em apenas uma década, um terço de todos os caminhões em uma estrada não terá uma pessoa atrás do volante.

E no que depender da Otto Motors, essa previsão se concretizará o quanto antes. A startup de caminhões autônomos foi comprada pela Uber em agosto do ano passado, e já conta com especialistas em inteligência artificial que já passaram pela Google para atingir seu objetivo: tornar obsoleta a direção executada por humanos.

Operários da construção civil

O setor da construção também sofrerá uma revolução tecnológica nos próximos anos, contando cada vez mais com máquinas realizando tarefas no lugar de pessoas. Um exemplo disso é o SAM (Semi-Automated Mason), que já é capaz de fixar 1.200 tijolos em uma parede em somente um dia de trabalho, enquanto no mesmo período um operário humano não chega a passar dos 500 tijolos. Veja a máquina em ação:

Além disso, operadores de escavadeiras e guindastes também poderão se tornar obsoletos à medida em que as máquinas inteligentes vêm chegando neste setor.

Profissionais de apoio jurídico

De acordo com especialistas, dentro de três anos, 39% dos empregos no setor jurídico serão automatizados. Funções como revisão de documentos e pesquisa de informações para embasar os argumentos dos advogados são algumas das primeiras que serão executadas apenas por inteligências artificiais.

Profissionais da área médica

Robôs médicos já auxiliam cirurgiões em centros hospitalares nos dias de hoje, e essa mecanização da medicina ainda está engatinhando. O futuro próximo contará com um número cada vez maior de máquinas realizando procedimentos médicos, inclusive de maneira autônoma (ou seja, sem que o equipamento seja operado por uma pessoa).

Contadores

Nos próximos anos, espera-se que os robôs executem a maior parte do trabalho dos profissionais da contabilidade, uma vez que tarefas como analisar números, balanços financeiros e extratos bancários podem ser feitas por máquinas de maneira muito mais eficiente e veloz.

Segundo as previsões, analistas financeiros também terão seus postos ameaçados por inteligências robóticas.

Jornalistas

Algumas áreas dentro do jornalismo também passarão a contar com trabalhadores robóticos. Por exemplo, editorias de finanças e de textos mais técnicos podem ser alimentadas por bots, já que as máquinas vêm sendo treinadas para criar esse tipo de conteúdo sem que ninguém perceba que os textos não foram redigidos por pessoas.

Vendedores

Enquanto muitas pessoas já mal fazem compras em lojas físicas, preferindo o e-commerce, a tendência para o comércio é contar com robôs para oferecer aos clientes produtos de acordo com seus interesses. Uma inteligência artificial é capaz de analisar o perfil daquele comprador, seus hábitos online e que tipo de produtos ele mais procura em uma fração de segundos – coisa que um vendedor humano não seria capaz de fazer.

Mas muita calma nessa hora: se você trabalha com alguma das profissões citadas acima, saiba que o desemprego não é necessariamente o seu destino. Enquanto funções existentes passam a ser executadas por máquinas, novas funções vão surgindo no mercado de trabalho para que esses profissionais se recoloquem. Basta ficar atento às mudanças de seu setor com o avanço da tecnologia e manter a mente aberta para novas oportunidades!

via Novidades do TecMundo

Você sabe quais os 5 maiores problemas de TI enfrentados pelas empresas?

A tecnologia está aí para ser o braço direito das empresas na busca por mais produtividade e eficiência. No entanto, é justamente nos setores de TI que muitas companhias deixam a desejar, não dando o devido valor para investimentos em hardware e software. E essa negligência muitas vezes acaba acontecendo por motivos financeiros, sendo que, em boa parte dos casos, investir em tecnologia é justamente o que permitirá às empresas economizar recursos no futuro.

Ignorar as demandas dos departamentos de TI na tentativa de cortar custos fatalmente gerará problemas ao bom andamento dos trabalhos, bem como despesas maiores quando a empresa se encontrar utilizando equipamentos e programas que já não atendem mais às suas necessidades. Confira quais são os cinco maiores problemas de TI enfrentados pelas empresas:

Contar com hardwares e softwares desatualizados

Uma pesquisa recente mostrou que metade das empresas do mundo ainda utiliza o Windows XP em pelo menos uma máquina de suas redes. Essa informação não seria tão assustadora se o ano não fosse 2017, e o sistema operacional da Microsoft não tivesse sido lançado em 2001, tendo seu suporte encerrado em 2014. Isso significa que o sistema já não recebe mais atualizações de segurança importantes, colocando a empresa em risco.

Na tentativa de economizar dinheiro, muitas empresas também optam por utilizar hardware antigo ou de qualidade duvidosa, mas essa economia muitas vezes acaba caindo para os lados da “economia burra”, já que a manutenção de equipamentos obsoletos acaba sendo mais cara e trabalhosa do que dar aquele upgrade na rede.

Não dar importância ao backup

Na correria do dia a dia das empresas, muitas delas acabam não dando a devida importância à prática de manter os backups sempre atualizados. Outro fator que colabora para com o problema também é a questão financeira, já que é preciso investir em hardware ou na assinatura de serviços em nuvem para que os dados estejam sempre sãos e salvos.

Mas um backup periódico é essencial para a sobrevivência das corporações que, quando enfrentam algum problema técnico em suas máquinas, podem perder tudo de um dia para o outro.

Negligenciar a segurança

Em um mundo cada vez mais digital, não é incomum sabermos de casos envolvendo ataques de hackers a sistemas corporativos. O roubo de dados pode valer um bom dinheiro, isso sem falar na espionagem empresarial. Contudo, a segurança virtual ainda é um tanto negligenciada por aí.

Uma brecha na segurança pode resultar, ainda, na exposição de dados de clientes, funcionários e fornecedores, sendo um risco a todos os envolvidos naquele negócio.

Aceitar uma conexão de baixa velocidade

Nos dias de hoje, boa parte (senão a maioria) do trabalho feito por uma companhia depende, de alguma forma, da internet. Por isso, não é lá muito lógico se contentar com conexões de baixa velocidade – mas essa é a realidade de muitas empresas. Além disso, uma conexão instável prejudica a produtividade geral, afetando todas as áreas da empresa.

Não contratar bons profissionais de TI

Empresas pequenas acabam contando com assistência técnica externa quando precisam fazer upgrades, manutenções e instalar novos equipamentos. Isso pode funcionar quando a empresa não tem uma estrutura de tecnologia tão grande, mas, no caso de companhias maiores, um bom departamento de TI é algo indispensável.

E quem nunca trabalhou em um local onde o técnico de TI era uma espécie de “faz tudo” dentro da empresa? É preciso ter em mente que o especialista em tecnologia precisa ser qualificado para cumprir sua função, mas, também, não pode ser sobrecarregado com tarefas não condizentes com o seu propósito – que é garantir o bom funcionamento da rede e dos sistemas utilizados pela companhia.

via Novidades do TecMundo