Presidente da Anatel critica lentidão do Congresso para as telecomunicações

O presidente da Anatel, Juarez Quadros, foi o primeiro palestrante da Futurecom 2018 e aproveitou seu tempo no palco para criticar o governo, especialmente o Congresso Nacional, na aprovação de pautas relacionadas ao setor de telecomunicações no Brasil.

Os poderes legislativos e executivos precisam prestar atenção no desenvolvimento das telecomunicações no Brasil

“Os poderes legislativos e executivos precisam prestar atenção no desenvolvimento das telecomunicações no Brasil. Estas políticas precisam dar parâmetro ao desenvolvimento do setor”, disse Quadros no palco.

Para ele, as reformas legislativas e regulatórias do setor têm ficado de lado, mesmo sendo vitais para o desenvolvimento do país. O principal ponto levantado por Quadros é o da Lei Geral das Telecomunicações, que ainda tramita no Congresso sem nenhuma perspectiva de aprovação.

Tem barrado um investimento de mais de R$ 20 bilhões no setor em todo o país

Só isso tem barrado um investimento de mais de R$ 20 bilhões no setor em todo o país, já que o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações não pode ser utilizado enquanto a modernização da lei não é concluída.

Por fim, o Plano Geral de Metas de Universalização (PMGU), o Plano Nacional de Conectividade (PNC) e o Plano nacional de Internet das Coisas (PNIoT) todos estão parados devido a ineficiências do legislativo.

Impostos

O presidente da Anatel também criticou a carga tributária que empresas de telecomunicações precisam pagar. Para ele, especialmente o ICMS em nível estadual, prejudica a margem de lucro das empresas e, consequentemente, seu poder de investimento.

“Temos hoje um cenário onde as empresas de telecomunicações precisam operar com margens cada vez menores, e a sociedade vêm exigindo ainda mais acessibilidade. O que o governo deveria fazer é diminuir a tributação para garantir sustentabilidade no modelo de negócios destas prestadoras”, disse.

Juarez Quadros fica na presidência da Anatel até novembro, quando será substituído por Moisés Queiroz, atual secretário de radiodifusão do governo Temer.

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YouTube caiu? Quem brilhou durante a falha do site foi o PornHub!

A noite de ontem (16) foi marcada por uma queda no YouTube. O serviço sofreu com instabilidade no mundo todo e obrigou muita gente que consome seu conteúdo em streaming a arrumar algo diferente para fazer. Muita gente deve ter saído do mundo online para respirar um ar puro, mas muitos outros partiram para um diferente serviço de streaming: o PornHub.

O famoso site de vídeos pornográficos revelou dados que mostraram um aumento vertiginoso no acesso durante a queda do YouTube. Segundo os gráficos, o aumento do tráfego do serviço chegou a aumentar até 21% às 23 horas no fuso horário de Brasília, lembrando que o YouTube ficou instável das 22h30 até 23h45.

Outras palavras-chave que sofreram aumento em procura foram “roleplay” (encenação) e “stormy daniels” (atriz pornô que teve um caso com o presidente Donald Trump)

Houve também um aumento incomum na busca de certas palavras-chave no PornHub, sendo o maior deles o termo “asmr”, uma sigla em inglês para Resposta Sensorial Autônoma do Meridiano, que é um fenômeno biológico caracterizado por uma agradável sensação de prazer geralmente sentida na cabeça, couro cabeludo ou regiões periféricas do corpo em resposta a vários estímulos visuais, auditivos e cognitivos e que pode ser obtido por meio de vídeos.

É claro que esse tipo de vídeo também pode ser encontrado no YouTube, visto que não envolve – obrigatoriamente, pelo menos – sexo explícito. O aumento das buscas de “asmr” no PornHub foi de 201% durante a queda do serviço de streaming da Google e, em segundo lugar, veio o termo “youtube”, com crescimento de 183%. Outras palavras-chave que sofreram aumento em procura foram “roleplay” (encenação) e “stormy daniels” (atriz pornô que teve um caso com o presidente Donald Trump).

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Google explica como funciona o Titan M, o chip de segurança do Pixel 3

Preocupada com as diversas notícias sobre hackers e também de autoridades invadindo smartphones de usuários por inúmeras razões, a Google resolveu incluir um chip dedicado à segurança do sistema e à proteção dos dados do usuário nos Pixel 3 e 3 XL.

Esse componente se chama Titan M, e hoje (17), a empresa explicou um pouco do seu funcionamento. Essencialmente, ele opera como um verificador de segurança em vários níveis do sistema.

Trabalhando de forma independente, o chip tem a tarefa de impedir que invasores tentem enganar o sistema operacional com uma série de truques. E ele já entra em ação no momento em que o smartphone é ligado.

googlePixel 3 e 3 XL contam com chip de segurança baseado na arquitetura dos Titan, usados pela Google para segurança de seus sistemas de computação em nuvem. (Fonte: Google)

Bootloader

A Google integrou o Titan M ao processo de conhecido como Boot Verificado do Android Pie. Assim, o Bootloader — o programa que carrega o Android e verifica os parâmetros de segurança do aparelho antes de o SO entrar em ação — tem mais uma forma de garantir que nem o SO nem o firmware dos componentes do celular foram modificados antes daquela inicialização.

Isso é importante para prevenir que hackers instalem versões modificadas do Android em seu aparelho com o objetivo de ganhar acesso aos seus dados pessoais ou arquivos posteriormente.

Bloqueio e criptografia

Invasores não podem simplesmente enganar o SO para continuar tentando novas senhas até encontrar uma que seja real

Quando um smartphone cai nas mãos de um hacker ou das autoridades, eles usam ferramentas que permitem adivinhar a senha numérica daquele aparelho para ter acesso ao dispositivo. O sistema operacional por padrão limita o número de tentativas e bloqueia o dispositivo eventualmente, mas existem formas de burlar esse limite.

Nos Pixel 3 e 3 XL, contudo, o Titan M é usado para verificar as senhas e a quantidade de tentativas digitadas na tela de desbloqueio. Dessa forma, invasores não podem simplesmente enganar o SO para continuar tentando novas senhas até encontrar uma que seja real.

Além disso, enquanto o chip de segurança da Google não autentica a senha do usuário, ele não permite descriptografar dos dados armazenados no disco.

Transações seguras

O chip também pode ser utilizado por apps de terceiros para autenticar transações. Aplicações disponíveis na Play Store poderão usar APIs do StrongBox KeyStore e armazenar chaves privadas dos usuários no Titan M.

Esse componente ainda permite que aplicações que requerem alto nível de segurança, como votações eletrônicas e pagamentos P2P, sejam verificadas com mais precisão, eliminando mais chances de fraude.

fintechtime(fonte: fintechtime)

Firmware seguro

Mas se o Titan M é tão crucial para a segurança dos novos smartphones da Google, uma forma de burlar tudo isso seria atacar diretamente esse chip e modificar seu firmware. Com isso, um hacker poderia evitar que o chip meta seu bedelho em vários desses processos descritos acima e, assim, invadir o smartphone do usuário.

Só que o Titan M tem suas próprias proteções. De acordo com Xiaowen Xin, chefe de segurança do Android, esse chip é completamente protegido contra atualizações de firmware não autorizadas. Assim, a não ser que a pessoa tenha acesso total ao seu dispositivo, ela não conseguiria modificar o firmware do Titan M a fim de facilitar fraudes.

O mais seguro dos Pixel

Curiosamente, a Google não compara o nível de segurança dos seus novos smartphones com o de outros aparelhos de grandes marcas como Samsung ou Apple. A empresa diz apenas que os Pixel 3 e 3 XL são os mais seguros smartphones já feitos por ela.

Dessa maneira, não temos como saber se o Titan M garante aos novos aparelhos mais segurança que seus principais concorrentes. Contudo, considerando os processos que esse chip protege, é possível assumir que os Pixel deste ano são sim mais seguros que a maioria dos celulares disponíveis hoje no mercado.

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WhatsApp vai ter ‘modo férias’ para você se desligar de verdade do app

Se você usa bastante o WhatsApp no seu dia a dia, mas de vez em quando acha bom dar uma despressurizada na vida online e ficar um pouco em paz, esse novo recurso que deve pintar em breve no aplicativo vai agradar com certeza. Trata-se de um “modo férias”, que vai silenciar os usuários e grupos que você quiser, mas que funciona um pouco diferente do modo silencioso normal que já existe no app de conversa.

O “modo férias” vai alterar como funcionam as mensagens e grupos arquivados. Hoje em dia, quando você arquiva uma conversa, ela sai da sua lista de chat padrão e fica lá, quietinha, no arquivo. Porém, caso você receba alguma nova mensagem naquela conversa arquivada, ela retorna para a sua lista normal e você é notificado normalmente.

Usando a futura nova ferramenta, você vai pode colocar o WhatsApp em “modo férias” nas configurações do app e arquivar aquelas conversas pelas quais não quer ser incomodado

Viajando

Usando a futura nova ferramenta, você vai pode colocar o WhatsApp em “modo férias” nas configurações do app e arquivar aquelas conversas pelas quais não quer ser incomodado. Se você receber mensagens novas lá, ela vai continuar no arquivo e não vai incomodá-lo até que você saia desse modo e reative a conversa. Isso é bom para grupos de trabalho e de amigos que geralmente são mais movimentados e podem incomodar o seu merecido descanso de férias.

O “modo férias” ainda está sendo desenvolvido pelo WhatsApp e ainda não tem data para ser colocado para funcionar para o público geral do aplicativo.

Tudo conectado

Outra novidade na qual o WhatsApp está trabalhando é a possibilidade de linkar outras contas diretamente no aplicativo. Isso provavelmente tem como foco principal o WhatsApp for Business, que vai permitir, por exemplo, que você conecte à sua conta um perfil do Instagram, mas pode pintar na versão normal do app também.

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Cidade chinesa vai lançar Lua artificial para ajudar na iluminação noturna

A cidade de Chengdu, localizada no sul da China, tem um plano ousado para a melhoria de sua iluminação noturna: construir uma “Lua artificial” capaz de fornecer oito vezes mais luz do que o nosso satélite natural ao refletir a luz do Sol sobre o nosso planeta. Segundo Wu Chunfeng, presidente do Instituto de Ciência Aeroespacial de Chengdu, esse dispositivo de iluminação vai ser lançado em 2020.

A tecnologia está em teste há alguns anos e agora já é considerada madura o suficiente para ser colocada finalmente em prática

O objetivo do satélite artificial é criar iluminação extra para complementar a luz da Lua nas noites de Chengdu, chegando ao ponto de substituir o sistema público de iluminação das ruas. A Lua falsa vai ser capaz de cobrir um espaço de 10 a 80 quilômetros de diâmetro com alta precisão de foco de luz.

A tecnologia está em teste há alguns anos e agora já é considerada madura o suficiente para ser colocada finalmente em prática. Quanto aos impactos que essa iluminação artificial pode causar, os responsáveis pelo projeto já afirmaram que ela não vai interferir na vida dos animais, visto que se assemelha à luz do crepúsculo, mas nada foi dito sobre o impacto sobre os humanos. Nenhuma outra informação, sobre o lançamento em si ou outros detalhes, foi dada no evento de revelação do projeto.

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MP investiga ‘esquema profissional’ de notícias falsas nas eleições

O Ministério Público investiga se um “esquema profissional” de propagação de notícias falsas (fake news) está em prática, afirma o vice-procurador-geral Eleitoral Humberto Jacques de Medeiros, número 2 do Ministério Público durante as eleições, diz a UOL.

A Procuradoria está investigando as notícias falsas que surgiram durante o primeiro turno das eleições e sobre o possível uso de pessoas contratadas para divulgar as fakew news contra adversários políticas. “A lei eleitoral fala que contratar alguém para difundir na internet propaganda negativa é crime, então como é um crime a gente tem que encontrar quem isso fez”, afirmou Medeiros.

O preocupante é quando você tem um esquema industrial de produção de mentira com uma propagação artificialmente impulsionada

O vice-procurador-geral ainda comentou que “o que é preocupante é quando você tem um esquema industrial de produção de mentira com uma propagação artificialmente impulsionada, é isso que é grave. É isso que está investigado em alguns casos”.

Sobre liberdade de expressão, Medeiros acredita que ela deve ser protegida no combate às notícias falsas e que as pessoas não devem ter medo de expressar opiniões — contudo, é recomendável checar a veracidade de uma notícia antes do compartilhamento. “A liberdade de expressão é sagrada”, afirma. “Estamos numa democracia, não se pode ir para uma eleição com as pessoas com medo de falar. O que a gente pede é que as pessoas sejam zelosas quando passam adiante uma informação que elas receberam e não conhecem a qualidade ou a densidade daquilo, mas a gente não pode instalar um estado de repressão, uma mordaça nas pessoas, para que elas tenham medo de falar”.

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Novos chips WiFi 802.11ay da Qualcomm permitem conexões de até 10 Gbps

A Qualcomm anunciou nesta semana uma nova família de chips para conexão WiFi. Os “QCA64x8” e “QCA64x1” funcionam com o novo padrão 802.11ay e conseguem até 10 Gbps de velocidade.

Isso quer dizer que smartphones, computadores e roteadores equipados com esses novos chips poderão obter conexões mais rápidas do que é visto na maioria das Ethernet cabeadas. Essa velocidade de transferência é ainda mais impressionante quando comparada com componentes internos de computadores.

Essa velocidade é alcançada apenas na frequência dos 60 GHz, bem mais alta que a nossa atual 5 GHz

Um bom SSD NVMe, por exemplo, consegue ler dados a uma velocidade média de 3,5 Gbps, apenas 35% da velocidade máxima alcançada pelos chips WiFi 802.11ay da Qualcomm. É interessante destacar, contudo, que essa velocidade é alcançada apenas na frequência dos 60 GHz, bem mais alta que a nossa atual 5 GHz.

Apesar disso, esses não são os primeiros chips a usarem essa alta frequência para o WiFi. Alguns componentes e roteadores já experimentaram com os 60 GHz no padrão 802.11ad, mas o desempenho era bem limitado.

O 802.11ay conta com um alcance de até 300 m sem obstáculos

Isso porque o alcance do sinal nesse padrão era tão pequeno que os usuários tinham que ficar basicamente grudados aos roteadores com seus equipamentos para obter boa velocidade. O padrão 802.11ay, por sua vez, resolve esse problema e conta com um alcance de até 300 m sem obstáculos.

Há ainda um padrão de WiFi em desenvolvimento chamado 802.11ax, que deve contar com a velocidade do 802.11ay, mas poderá penetrar em paredes e outros obstáculos muito melhor.

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Primeiros Macs com “processadores de iPhone” chegariam ao mercado em 2020

De que acordo com o renomado analista de mercado Ming-Chi Kuo, os primeiros computadores da Apple equipados com processadores fabricados na arquitetura ARM — a mesma usada para chips de iPhones — devem chegar ao mercado entre 2020 e 2021.

A Apple estaria há algum tempo buscando uma forma de abandonar dos processadores da Intel com a finalidade de obter mais independência de desenvolvimento e de também de produção.

Quando os lançamentos de chips da Intel atrasam, toda a indústria é obrigada a postergar seus lançamentos

Hoje, quando os lançamentos de chips da Intel atrasam, toda a indústria de computadores pessoais é obrigada a postergar seus lançamentos também.

Esse efeito é duramente sentido pela Apple, que tem um cronograma de lançamentos muito misterioso e nem sempre tão coeso. Assim, quando a Maçã resolve atualizar seus computadores, isso nem sempre coincide com a disponibilidade de novos processadores por parte da Intel.

Mais lucro

Além dessa liberdade produtiva, a Apple também poderia obter uma margem de lucro significativamente maior, considerando que processadores estão entre os componentes mais caros internamente em um notebook.

Se a companhia puder embolsar o lucro que ela repassa para a Intel atualmente, o negócio de computadores da Apple ficaria ainda interessante para a empresa. Apesar disso, não há qualquer confirmação a esse respeito. Trata-se apenas de previsões de Ming-Chi Kuo.

Apesar disso, um reporte da Bloomberg de abril deste ano também falava em 2020 para Macs fabricados com chips da própria Apple.

Kuo também acredita que, a partir de 2023, a Apple pode inicializar a comercialização de sua plataforma para carros autônomos e semiautônomas. Esses equipamentos também funcionariam a partir de chips ARM desenvolvidos pela própria Apple.

E a TSCM agradece

Além da Maçã, uma grande beneficiária dessa possível mudança seria a TSCM, empresa taiwanesa que, desde 2016, fabrica com exclusividade os chips criados pela Apple. Caso esses componentes acabem sendo usados em notebooks e carros nos próximos anos, sua produção pode crescer exponencialmente.

Mesmo com tudo isso, a Apple não deve conseguir se livrar completamente da Intel tão cedo. Ainda não há nenhuma previsão de quando chips ARM poderão alcançar os modelos x86 da Intel em poder de processamento bruto, o que é necessário em desktops e notebooks para profissionais.

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O que fazer se os seus dados do Facebook vazaram?

Não é sentar e chorar

Uma vulnerabilidade na autenticação do Facebook permitiu que atacantes obtivessem dados sensíveis de mais de 30 milhões de usuários da rede social. Informações como páginas curtidas, locais de check-in, lista de amigos, nome, telefone, gênero e status de relacionamento foram acessadas pelos invasores.

Se você foi alertado sobre o vazamento pelo próprio Facebook, é melhor tomar algumas medidas

Como você soube nesta notícia, usuários brasileiros do Facebook começaram a receber da rede social um aviso formal no caso de suas contas terem sido comprometidas por esse ataque, que se deu no último dia 25 de setembro. Segundo a empresa, mais informações sobre o ocorrido foram apuradas, como o fato de dados particulares e sensíveis terem sido realmente acessados por pessoas não autorizadas, e o usuário tem a opção de clicar no botão “Saiba mais” para entender melhor o que aconteceu.

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) preparou algumas dicas para você, usuário do Facebook que foi lesado, se preparar para futuras medidas judiciais. Acompanhe abaixo — ou no próprio site do Idec.

Tire uma ‘foto’ da mensagem do incidente

É fundamental documentar que você foi afetado com o incidente de segurança. Quem acessa o Facebook pelo celular, pode apertar o comando de ‘printscreen’. No iPhone, por exemplo, aperte botão lateral superior direito e botão inferior juntos.A mensagem da tela inicial deverá ser parecida com a imagem abaixo:

avisoAviso

Se você acessa pelo navegador de um computador com teclado, procure o botão ‘PrintScreen’, abra um editor de imagens, cole a imagem no arquivo de edição (control + v) e salve o arquivo em um local seguro.

É importante que você registre essa informação para futuras medidas judiciais cabíveis. Isso demonstrará que você foi afetado pessoalmente pelo vazamento de dados.

Acesse a Central de Ajuda

É possível verificar se a sua conta foi afetada pelo incidente de segurança e também verificar maiores informações sobre quais foram os dados que vazaram a partir da Central de Ajuda do Facebook. Para checar a informação, você deve estar logado na sua conta.

Até o momento, não há uma informação pública de quantos brasileiros foram afetados pelo vazamento de dados.

Gere um PDF da página “Minha conta do Facebook foi afetada por esse problema de segurança?”

O Facebook mostrará uma única vez, na tela inicial, a informação de que sua conta foi afetada. No entanto, recomendamos que os consumidores gerem um PDF da página por meio de seus navegadores.

Ao gerar a página de impressão, o Facebook apresenta, no topo, a identificação ‘Olá, Nome da Pessoa’. Essa identificação do primeiro nome pode ajudar a gerar provas de que você foi afetado para casos de ações judiciais.

Para fazer isso, utilizando o navegador Google Chome, clique com o botão direito do mouse e escolha o item ‘imprimir…’. Em navegadores como Firefox, você pode imprimir a tela clicando na aba ‘Abrir menu’, no canto superior direito e ,depois, na opção ‘Imprimir’.

Cobre explicações

O Facebook não possui uma Central de Atendimento por telefone e mecanismos tradicionais de Atendimento ao Consumidor. Porém, é seu direito cobrar explicações da empresa sobre o ocorrido. Segundo entendimento do Superior Tribunal de Justiça, os usuários de aplicações gratuitas como Facebook são considerados consumidores, sendo plenamente aplicável o Código de Defesa do Consumidor.

  • Uma opção para cobrar explicações da empresa é fazer uma pergunta na página Comunidade de Ajuda.

Também é possível realizar um registro formal perante o Procon de sua cidade utilizando o Código de Defesa do Consumidor. Além do direito básico do consumidor de proteção à segurança (art. 6º, I, CDC), que deve incluir uma dimensão de segurança informacional, todo consumidor possui direito de informação adequada e clara sobre os riscos que apresentem um serviço (art. 6º, III, CDC). A omissão de nocividade de um serviço, no caso de vazamentos de dados dessa magnitude, pode implicar em infração penal (art. 63, §1º, CDC).

De acordo com a nova Lei de Dados Pessoais, é dever da empresa explicar não somente quais informações foram afetadas, mas os riscos relacionados ao incidente e as medidas que serão adotadas para reverter ou mitigar os efeitos do prejuízo.

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