SAP transmitirá evento ao vivo sobre inovação nos negócios; cadastre-se

Se você tem uma startup ou pretende montar uma, mas ainda não se sente preparado, uma boa pedida é conferir cursos e dicas do Sebrae antes de colocar a mão na massa. Mas outras organizações também podem lhe ensinar muita coisa nesse meio, e, por isso, a SAP vai transmitir ao vivo um encontro chamado “DNA de inovação: Descobrindo a nova identidade dos seus negócios”.

O evento vai reunir grandes nomes da SAP e de outras empresas na manhã do dia 08 de novembro. Para assistir à transmissão ao vivo pela web, você precisa se cadastrar neste site e receber o seu convite por email.

Entre os participantes, teremos Claudio Moura, da Servimed e Flávio de Oliveira, Arquiteto de Soluções. Márcio Costa, gerente de soluções em vendas e engajamento da SAP também estará lá, bem como Orlando Cintra, VP de inovação na plataforma de nuvem da companhia.

Você pode conferir mais informações sobre a transmissão aqui.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Blockchain: todos os negócios serão impactados

Blockchain

* Por Fernando Wosniak Steler e Aurimar Harry Cerqueira

De acordo com Don Tapscott, em artigo para a Harvard Business Review, publicado em maio de 2016, "Na década de 90, os gerentes mais inteligentes trabalharam duro para entender a Internet e como ela afetaria seus negócios. Hoje, a tecnologia de Blockchain está inaugurando a segunda geração da Internet, e se as empresas não quiserem ficar para trás, terão de fugir do dilema do inovador e romper com aquilo que está estabelecido."

Blockchain, do inglês "Encadeamento de Blocos", são bases de registros e dados distribuídos e compartilhados que possuem a função de criar um índice global para todas as transações que ocorrem em um determinado mercado. Funciona como o livro-razão da contabilidade, só que de forma pública, compartilhada e universal, que cria consenso e confiança entre todas as pessoas, sobre todas as informações, todos os saldos, e todas as transações das contas de cada registro transacional ou comercial.

Não parece simples entender o conceito de Blockchain de primeira mão. Há décadas atrás, também não era fácil entender a Internet, e para a maioria das pessoas continua não sendo fácil compreender os conceitos de cloud, rede, cliente/servidor, TCP/IP, IPV4/IPV6, etc. porém, mesmo não entendendo nada sobre tecnologias de redes, a maioria das pessoas usam a Internet a todo instante e nem se dão conta disso.

Blockchain é a tecnologia que tornou possível, por exemplo, a moeda digital e está por trás do Bitcoin, a criptomoeda mais utilizada no mundo. Blockchain também está por trás dos Smart Contracts, os Contratos Inteligentes que se auto executam baseado em regras entre as partes, que geram consenso e confiança pública sobre as regras estabelecidas, sem a necessidade de um intermediário, mas este é um assunto que fica para depois.

Tudo começou com um padre em 1494…

A palavra central que explica o Blockchain é o termo "ledger", que em inglês significa livro-razão em contabilidade. É um conceito datado do século XV e que envolve, tipicamente, um balanço inicial de ativos, tangíveis ou não tangíveis, diversas operações de débito e crédito detalhados em colunas separadas e um balanço final. Razão é um "índice" feito para todas as transações que ocorrem em uma determinada companhia ou mesmo em um governo – afinal, já sabemos: para todo crédito, existe um débito. Podemos dizer que o Blockchain é uma espécie de Livro-Razão de um mercado inteiro, público, distribuído e compartilhado, indo muito além das fronteiras de uma única companhia ou de um governo.

No livro Summa de Arithmetica, Geometria, Proportioni et Proportionalita, escrito em 1494, o frei franciscano Luca Pacioli (1445-1517) desenvolveu os primeiros estudos de matemática para serem utilizados em contabilidade. Nestes estudos, o frei utilizou, entre outras coisas, a observação da movimentação de feiras livres com o intuito de compreender o Método das Partidas Dobradas, que é o sistema padrão universal de débito e crédito utilizado até hoje pelas empresas, governos e mercados mundiais, e não obstante, é estudado ainda hoje como matéria básica nos cursos de administração e negócios.

Apesar do mercado atualmente ser complexo no que diz respeito às formas de comercialização, comunicação e transação financeira, nas primeiras feiras livres da humanidade já se encontrava toda a gênese das transações comerciais e financeiras, que, por incrível que pareça, ainda utilizamos em pleno século XXI.

Ainda trocamos dinheiro por algo que damos mais valor. Porém, desde as primeiras transações comerciais que a humanidade presenciou, um problema ainda continua a persistir: existe uma dificuldade intrínseca de conciliação entre os diversos "livros-razões" de todos os diferentes agentes de um mercado ou governo e isso gera falta de confiança e burocracia em transacionar algo com quem você não conhece ou nunca viu. Esse problema é o grande responsável por todas as ineficiências que conhecemos no atual mundo dos negócios, como os altos custos de transação, demora de conciliação, fraudes, falta de confiança, necessidade de intermediários, fiscalização demasiada, burocracia, papelada, presença física etc.

O fato é que quando existem meios físicos para a troca de valor, como dinheiro vivo, ouro em espécie ou até um carro, com a presença de um intermediário regulador para fiscalizar as trocas, tudo se torna possível. Muito burocrático e ineficiente, mas possível – e esta é a forma que os negócios ao redor do mundo funcionam. O principal problema que uma autoridade central fiscalizadora precisa resolver é conhecido como “double-spending”, traduzido como duplo-gasto, já que não podemos gastar duas vezes o mesmo valor. Isso quebraria todo o sistema econômico.

Porém, quando falamos de duplo-gasto no meio digital tudo fica muito mais complicado: o valor puramente eletrônico que estava com você, quando é repassado para outra pessoa, pode continuar com você, afinal de contas, é somente uma cópia. Então, como resolver esse problema da troca de ativos digitais, sem a presença de uma autoridade monetária central fiscalizadora? Pergunta relevante, mas percebe-se que os governos com suas moedas oficiais e instituições financeiras estabelecidas podem ficar de fora dessa.

Blockchain resolve a troca de valores e contratos digitais

Como é possível você transferir uma moeda virtual, digamos de 1 Bitcoin (BTC), para outra pessoa e todos nós acreditarmos que esse valor realmente saiu da sua carteira digital e entrou na carteira digital do outro? Como podemos fazer para que uma pessoa não fique criando moedas a esmo? Simples: crie um único índice global com todas as transações realizadas e aplique uma forma irrefutável de consenso entre todos os participantes. Faça uma espécie de contabilidade compartilhada e mundialmente fiscalizada por literalmente todos os usuários, tornando a fraude e a adulteração algo extremamente difícil, beirando o impossível. Hoje, para alguém fraudar o Bitcoin, terá que combinar com mais da metade do mundo, pois todos possuem uma cópia do índice de todas as transações que já ocorreram. Qualquer mudança no histórico não é aceita. Precisaria mudar o banco de dados de todas as milhões de cópias que estão em poder de milhões de pessoas.

Notem que a busca pela confiança é a principal questão que a estrutura de Blockchain pretende resolver. Só podemos confiar em algo em que exista consenso. Uma estrutura de transação comercial que todos podem confiar e que evita gastos duplos, falsificação e adulteração de dados, aliados a uma contabilização aberta e transparente que não depende de uma autoridade central é a solução que a humanidade sempre perseguiu.

Por essa razão que o Blockchain é algo disruptivo, pois vai mexer com todas as formas de se fazer negócios, quer seja localmente ou globalmente.

* Fernando Wosniak Steler, Empreendedor Endeavor, fundador e CEO da Direct.One, empresa que ajuda grandes corporações a enviarem mensagens e documentos transacionais aos seus clientes, simplificando o processo de geração, entrega e análise de comunicações multicanal.

* Aurimar Harry Cerqueira, Empreendedor Endeavor, foi fundador e CEO da Impactools, empresa de tecnologia dedicada ao ramo segurador e, atualmente, é membro do conselho da Direct.One.

via Canaltech

Alibaba quer levantar US$ 5 bilhões em fundos para investir em negócios

Alibaba

O gigante do e-commerce chinês Alibaba está negociando com vários bancos um empréstimo no valor de US$ 5 bilhões. A notícia vem em meio a uma onda de arrecadação de fundos pelos gigantes chineses da indústria de tecnologia. 

O Alibaba está buscando aumentar os fundos offshore com esse empréstimo, que tem um prazo de cinco anos. O objetivo é utilizar os recursos para fins corporativos gerais, incluindo refinanciamento. Quem afirmou foram fontes próximas à empresa, para a Reuters. 

O plano vem após a rival Tencent Holdings ter conseguido angariar US$ 2 bilhões em seu novo fundo, com a competição se acirrando ainda mais entre todas as companhias de internet da China que operam dentro e fora do país.

O gigante está se expandindo ainda mais no mercado. Agora, o foco é a computação em nuvem, o big data e a logística. Quando procurado pela Reuters para comentar o assunto, um porta-voz da empresa não quis tecer comentários.

Fonte: Reuters

via Canaltech

O desafio de eliminar o uso de papel nos negócios

Papel arquivamento

*Por Jorge Santana, CEO da Infox, empresa de automação de processos

Vivemos a era da transformação digital e das companhias data driven, em cujo cenário o software ocupa cada vez mais o protagonismo nas estratégias das corporações. Neste contexto, tecnologias, metodologias e abordagens ganham relevância, com destaque para Agile, DevOps e BPM, que podem proporcionar ganhos importantes para as organizações privadas e públicas.

Há muito, desde os tempos da disciplina Organização, Sistemas e Métodos, os gestores vêm percebendo a importância de otimizar os processos organizacionais, até então lançando mão de ferramentas de GED e workflow e, mais recentemente, adotando softwares da classe BPMS (Business Process Management System) que seguem a abordagem BPM (Gerenciamento dos Processos de Negócio). O principal desafio, contudo, tem sido encontrar fornecedores de software e de serviços (modelagem e automação de processos) capazes de oferecer soluções compatíveis com as necessidades e com o budget da organização. Infelizmente a maioria desses softwares tem custo elevado e muitos dos fornecedores não tem experiência efetiva na automação de processos.

Por mais paradoxal que possa parecer, quem mais avançou na automação de processos no Brasil foi o Judiciário, vencendo o desafio de automatizar processos de natureza complexa e formal. Esse avanço se deu com o advento do Sistema de Processo Judicial Eletrônico (PJe), cujo desenvolvimento teve início no TRF da 5a Região, tendo sido depois padronizado para todos os tribunais brasileiros pelo CNJ. Ainda no setor público, o Executivo e o Legislativo estão vários passos atrás do Judiciário, enquanto no setor privado ainda vemos médias e grandes corporações convivendo com processos manuais, que acumulam pilhas de papel e têm trâmite lento e dispendioso.

CEO e CIO trabalhando juntos

Em se tratando de uma demanda prioritária da organização, a automação de processos deve ser capitaneada pelo CEO, a quem cabe liderar essa agenda, envolvendo as áreas de negócios e a TI. Estando alinhado com a estratégia corporativa, cabe ao CIO facilitar as coisas, buscando soluções de software e serviços que sejam aderentes à realidade e à capacidade de investimento da organização.

O primeiro e maior desafio é desmistificar a automação de processos, vista como atividade que exige duas longas e complexas etapas: o mapeamento e a automação propriamente dita. Nossa experiência cotidiana tem revelado que os processos mais relevantes para as organizações podem ser automatizados com relativa simplicidade, trazendo enormes e imediatos benefícios, mas para isso é preciso saber escolher solução e fornecedor capazes de simplificar, ao invés de complicar as coisas.

Existem hoje softwares de automação de baixo custo e altamente funcionais, que dispensam a aquisição dos caríssimos e "pesados" BPMS dos grandes players. Por outro lado, para a etapa de modelagem do processo, que antecede a automação, cabe evitar certas abordagens que tornam essa atividade excessivamente custosa e demorada.

Por fim, cabe elogiar a iniciativa do governo federal ao instituir o Processo Eletrônico Nacional, com o intuito de construir uma infraestrutura pública de processos e documentos administrativos eletrônicos, objetivando a melhoria no desempenho dos processos do setor público, com ganhos em agilidade, produtividade, transparência, satisfação do usuário e redução de custos. A iniciativa peca, contudo, ao padronizar o Sistema Eletrônico de Informações (SEI), uma solução simplória e limitada, incapaz de viabilizar a automação de processos de acordo com a abordagem BPM.

via Canaltech

A importância do mobile para os negócios

Mobilidade corporativa

Por Marcílio Junior*

Atualmente, os smartphones fazem mais parte da vida das pessoas do que seus computadores. De acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE, desde 2014, o celular é o principal meio de acesso à internet da população brasileira. Portanto, é muito importante para qualquer negócio estar também nos smartphones de seus clientes. Além de todas as vantagens que um aplicativo pode trazer para os usuários, investir em mobile também pode significar boas reduções de custos. Muitos enxergam esse investimento como uma excelente saída para os tempos de crise que temos vivido em nosso país.

Porém, muito deve ser considerado ao tomar a decisão de investir em aplicativos. Não é algo que você irá fazer da noite para o dia. É de extrema importância conhecer bem seus usuários, mercado e traçar de forma correta seus objetivos, já que seguir caminhos errados em fases iniciais de estudos podem comprometer toda sua ideia e o sucesso do seu projeto. O ideal é ponderar bem sobre seus objetivos gerais, priorizar e atacar um a um de forma organizada e simples. Não adianta ter em mãos um aplicativo que você acha que irá resolver todos os problemas de uma única maneira.

Lançar seus apps sempre começando com MVPs (Produto Mínimo Viável), também é uma ótima ideia para conhecer bem seus consumidores e aprender durante o processo de desenvolvimento da sua ideia. Muitas vezes o foco inicial de um produto é alterado depois de fases iniciais de testes com os usuários reais.

Por isso, a UX (User Experience) tem um papel de extrema importância no sucesso ou fracasso de um aplicativo. Usuários não buscam apenas aplicativos com um apelo visual grande ou somente uma interface bonita. A experiência proporcionada no uso do mesmo é tão importante quanto sua funcionalidade.

Quem quer criar um app não pode pensar em apenas resolver um problema, isso muitos já fazem. É necessário ter uma experiência mais fluída possível, fazendo que com que o usuário utilize o aplicativo na forma mais fácil e rápida, já que com os dias corridos que temos atualmente, ninguém quer passar tempo demais procurando menus escondidos ou pulando de tela em tela para fazer uma simples tarefa. Então, pode-se dizer com certeza que quanto melhor a experiência do seu app, maior será sua possibilidade de sucesso.

Por fim, você pode estar pensando, mas afinal, qual é o momento certo de investir no mobile? A resposta é simples: A-G-O-R-A! Se você ainda não começou a planejar a criação de um aplicativo para melhorar a experiência dos seus clientes, você está ficando para trás. Pense nisso!

*Marcílio Júnior é desenvolvedor mobile na HE:labs. Mineiro, graduado em Ciência da Computação e especialista em Estratégias em Arquitetura de Software, atua com desenvolvimento desde 2007 e com iOS desde 2012. Com experiência em clientes de diversos tipos e tamanhos, descobriu o como é bom trabalhar ao entrar na HE e viver uma experiência de trabalho inovadora!

via Canaltech

Plataforma da Alibaba para pequenos negócios recebe investimento de US$ 1,1 bi

Alibaba

Focada em ajudar pequenos comerciantes locais na divulgação de seus negócios, a chinesa Koubei, empresa afiliada ao Grupo Alibaba, recebeu uma nova rodada de investimento no valor de US$ 1,1 bilhão nesta semana.

O investimento não foi oficialmente revelado pela companhia, mas encontrado "enterrado" entre os resultados financeiros do terceiro trimestre fiscal da Alibaba, divulgados na última terça-feira (24). Segundo a companhia, o objetivo do investimento será fornecer uma "base de capital forte" para a Koubei "executar sua estratégia de crescimento agressivo".

A rodada foi liderada pelos fundos Silver Lake, CDH Investments, Yunfeng Capital e Primavera Capital. Os rumores de que a Koubei estaria próxima de receber um novo aporte surgiram em outubro do ano passado, quando o jornal The Wall Street Journal vazou a informação e indicou que a companhia já seria avaliada em US$ 8 bilhões.

Fundada em 2015, através de uma joint venture entre o Grupo Alibaba e a Ant Financial, a Koubei fornece hoje uma plataforma para pequenos comerciantes locais com o objetivo de levá-los para o mundo online de maneira simples. A empresa agora é integrada ao serviço de pagamentos Alipay.

Até agora, resultados financeiros da Koubei não foram divulgados, mas é sabido que a companhia segue queimando suas reservas para expandir sua presença em um mercado concorrido – em parte, pela própria estratégia de diversificação de negócios do Grupo Alibaba, que segue apostando em múltiplas empresas para se afastar da dependência do e-commerce.

Entre as principais concorrentes da Koubei no setor de offline-para-online, estão a gigante Meituan-Dianping, que levantou US$ 3,3 bilhões há um ano, e a Ele.me, do Baidu.

Via: Tech Crunch

via Canaltech

Twitter vai encerrar o Dashboard, seu aplicativo para negócios

Twitter

O Twitter anunciou que vai encerrar o seu recurso chamado Dashboard, um aplicativo que permite às empresas usar uma série de ferramentas para acompanhar tweets, programar posts, monitorar sua marca, entre outras atividades.

O Dashboard foi lançado em junho do ano passado e será totalmente fechado no dia 03 de fevereiro de 2017, mas, mesmo com a proximidade da data de encerramento, a empresa não divulgou nenhum plano sólido de transição em termos de como as empresas vão poder usar recursos semelhantes ao oferecido pela plataforma no futuro.

Fato é que apesar da intenção do Twitter ser boa ao oferecer um produto para seus clientes empresariais, muitos daqueles que lidam diretamente com sua presença nas mídias sociais já possuem outros aplicativos para gerenciamento das contas, como o popular Hootsuite.

Além disso, o Dashboard era apenas uma espécie de versão mais abrangente do Engage, um aplicativo do Twitter dedicado a usuários influentes e celebridades que permite visualizar dados em tempo real e insights de uma forma mais simplificada.

Twitter Dashboard

Recentemente, o Twitter também anunciou o encerramento do Vine, que vai "morrer" no próximo dia 17 de janeiro. O serviço dará lugar ao app Vine Camera, e a partir desta data não será mais possível baixar os Vines enviados por meio da plataforma. Outra mudança recente está relacionada ao Periscope, que deixou de ser um aplicativo independente e ganhou integração com o próprio app do Twitter.

Fonte: Twitter

via Canaltech

Brasileiros preferem gerenciar seus negócios online sozinhos, revela pesquisa

Empreendedorismo

Pequenos empreendedores brasileiros preferem gerenciar seus próprios negócios online sozinhos, revelou a pesquisa Future of Work, revelada pela provedora de serviços de hosting e de registro de domínios GoDaddy, realizada em parceria com a Morar Research.

De acordo com o levantamento, que entrevistou mais de sete mil pessoas em 11 países, 64% dos empresários do Brasil afirmaram estar "plenamente confiantes" no uso de novas tecnologias sem a ajuda de terceiros.

O resultado, no entanto, ainda fica abaixo de índices como o dos Estados Unidos, onde 79% dos entrevistados afirmam que já são os únicos responsáveis por seus negócios online.

Ainda nos Estados Unidos, o índice de confiança em serviços online é consideravelmente maior entre os membros da chamada Geração Y (82%) e da Geração X (83%) – no Brasil, os índices são, respectivamente, de 71% e 69%.

A maior diferença entre os dois mercados, no entanto, é no otimismo em relação ao crescimento do negócio: 40% dos empreendedores nacionais acreditam que suas empresas deverão crescer ao menos 50% dos próximos cinco anos, contra apenas 19% dos americanos com a mesma crença.

via Canaltech