Microsoft lança ferramenta para testar a segurança de sites

Um dos principais problemas de desenvolvedores de sites é descobrir falhas de segurança ou desempenho na programação de sua página. Para dar uma mãozinha a este grupo de profissionais, a Microsoft lançou o Sonar, uma ferramenta online e open source que é capaz de testar a segurança de sites.

Criado pela mesma equipe responsável pelo nascimento do navegador Microsoft Edge, o Sonar é uma contribuição da empresa americana para a JS Foundation, e indicou mais um passo de demonstração de apreço da Microsft pela comunidade de código aberto. Sendo uma ferramenta open source, qualquer desenvolvedor pode adicionar novas funções para o melhoramento da plataforma.

Para saber se um site está apresentando falhas de segurança basta ira até o site do Sonar e colocar a URL da página a ser avaliada em um campo de busca. E então a ferramenta apresenta uma lista com os erros encontrados, destacando os fragmentos de códigos problemáticos, além de enumerar possíveis soluções que possam corrigí-los. O Sonar aponta erros de acessibilidade, interoperabilidade, desempenho, segurança e ainda problemas relacionados a aplicativos web. 

O processo de escaneamento da página está sendo feito, atualmente, com alguma lentidão, mas o sistema disponibiliza um link para que você possa acessar os resultados posteriormente.

Antón Molleda, gerente sênior de programas da equipe Microsoft Edge, explicou que o Sonar melhora as capacidades de outras ferramentas de instalação executando o código do seu site em um recipiente, em vez de simplesmente realizar uma análise estática, para obter resultados mais precisos, além de permitir a integração com outros serviços. 

via Canaltech

Microsoft encerra produção do Kinect para apostar no Windows Mixed Reality

Depois de sete anos no mercado, a Microsoft admitiu que o Kinect não terá mais continuidade. Ao que tudo indica, a gigante da tecnologia já até parou de produzir o acessório que estreou em novembro de 2010 e vendeu cerca de 35 milhões de unidades.

O Kinect chegou inicialmente para o Xbox 360 e rapidamente se tornou o dispositivo de consumo vendido mais rapidamente em 2011, sendo reconhecido pelo Guinness World Records como tal.

O interesse no acessório, entretanto, foi decaindo, e a Microsoft tentou levar o Kinect também para o Xbox One, mas sem o mesmo sucesso. Um dos principais fatores para isso foram os preços pouco atrativos e recursos que não atendiam às expectativas. Com isso, Redmond foi forçada a separar o Kinect do Xbox One, chegando ao ponto de eliminar o suporte nativo a ele no Xbox One S.

O Kinect também foi utilizado ao longo dos anos por profissionais, pesquisadores e curiosos que aproveitavam sua tecnologia para monitorar o movimento do corpo ou mesmo a profundidade e reações de objetos. A tecnologia do Kinect também ajudou a Microsoft a aprimorar seus produtos e a criar novos acessórios. É o caso do HoloLens, que utiliza alguns recursos presentes no Kinect para detecção de profundidade. O Windows Hello também se aproveitou das tecnologias do gadget, utilizando suas funcionalidades para reconhecer o rosto dos usuários.

O fim do Kinect pode estar relacionado com a nova aposta da Microsoft, o Windows Mixed Reality, que também utiliza alguns recursos do acessório agora defunto. O headset promete integrar cenários reais e virtuais, indo além de apenas criar ambientes novos nas telas dos dispositivos.

Outra que está apostando em novidades utilizando recursos do Kinect é a Apple. Com a aquisição da PrimeSense, fabricante do primeiro Kinect, a Maçã introduziu parte da tecnologia no iPhone X para escaneamento e reconhecimento facial.

via Canaltech

Microsoft encerra a produção da linha Kinect

Microsoft encerrou oficialmente nesta quarta-feira (25) a produção de sua linha Kinect. Segundo informações do site Fast Co. Design, o aparelho deixará de ser vendido assim que os estoques já enviados para lojistas ao redor do mundo tenham sido encerrados — projetado inicialmente para o Xbox 360, o produto vendeu mais de 35 milhões de unidades desde sua estreia em 2010.

A empresa deve continuar dando suporte aos consumidores que já compraram o sensor, mas ainda não está claro se o mesmo vai acontecer com suas ferramentas de desenvolvimento. Embora o dispositivo esteja “morto”, seu legado permanece vivo em outras empreitadas da Microsoft — o HoloLens, por exemplo, usa o sensor Kinect v4 (e em breve, o v5) em sua estrutura.

Os responsáveis pelo dispositivo atualmente trabalham em tecnologias como a assistente de voz Cortana, o sistema de reconhecimento biométrico Windows Hello e a interface de uso ciente de contextos conhecida como “Gaze, Gesture and Voice” (GGV).

O Kinect.

Parte essencial do Xbox One em seu começo, o Kinect aos poucos foi deixado de lado pela Microsoft conforme ela mudava seu foco no universo de games. Tanto é que, enquanto os primeiros modelos do console acompanhavam o acessório, as versões S e X dependem de um adaptador USB para que o gadget possa ser usado.

Via Voxel

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Facebook vê sua marca valer US$ 508 bilhões e muito disso é graças à Microsoft

Embora o Facebook e a Microsoft sejam concorrentes no mercado tecnológico, as duas gigantes têm uma relação bastante positiva há uma década. Prova disso é a integração dos aplicativos da rede social e do Instagram no Windows 10, mas um investimento feito pela empresa de Redmond há 10 anos para impulsionar a então nova rede social é um dos motivos pelos quais a companhia de Mark Zuckerberg hoje se vê valendo US$ 508 bilhões.

Há 10 anos, a Microsoft investiu US$ 240 milhões no Facebook, o que permitiu com que a rede social desses os seus primeiros passos rumo à potência que é nos dias atuais. Não é de hoje que a Microsoft aposta em novas tecnologias, como aconteceu, por exemplo, com o Bing, HoloLens, Surface e Azure. E quando a gigante decidiu investir no Facebook, a empresa foi duramente criticada, sendo chamada até mesmo de desesperada pelo fato de que outras redes sociais já estavam fracassando na época.

Mas, naquele tempo, quem comandava a Microsoft era o ex-CEO Steve Ballmer, cargo que agora é ocupado por Satya Nadella. E Nadella é conhecido por ser mais cauteloso com relação a investimentos, ainda que a Microsoft tenha apostado muitas fichas em serviços de nuvem, perdendo alguns investimentos. Será que Nadella teria atualmente a mesma visão de Ballmer com relação a um novo serviço com potencial de explosão, como foi o caso do Facebook?

Fonte: onMSFT, Recode

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Nokia e Microsoft ajudam refugiados sírios a se comunicar na Suécia

A Nokia, em conjunto com a Microsoft, uma operadora sueca chamada e Tele2 e a ONG Reach for Change, desenvolveu um serviço telefônico capaz de traduzir em tempo real palavras e frases entre o dialeto árabe usado na Síria e o inglês. A novidade está em testes com um pequeno grupo de jovens suecos e refugiados sírios que chegaram à Suécia desacompanhados.

Não há muitos detalhes acerca de como a novidade funciona no momento, mas pelo nome do projeto, “Call Together”, e pelo envolvimento de uma operadora de celular, é possível que a tradução seja feita por meio de ligações telefônicas ou algum app específico.

Esse é um ótimo exemplo de como soluções mais criativas e inovadoras podem abrir nossa sociedade para crianças e adolescentes que chegaram à Suécia

“Esse é um ótimo exemplo de como soluções mais criativas e inovadoras podem abrir nossa sociedade para crianças e adolescentes que chegaram à Suécia. O serviço pode se tornar uma grande ferramenta para organizações que estão fazendo um trabalho fantástico ao conectar jovens desacompanhados com jovens suecos já estabelecidos”, disse Sofia Breitholtz, presidente da Reach for Change.

O sistema de tradução do dialeto sírio foi feito pela Microsoft e liberado para as empresas locais implementarem de uma forma simples de usar. “A Tele2 sempre está procurando uma forma de inovar e de melhorar a vida de crianças”, disse o representante da operadora sueca, Viktor Wallström. Não há informações no momento sobre a tradução direta do dialeto sírio para a língua sueca.

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Microsoft publica solução para sumiço de apps com atualização do Windows

Microsoft distribuiu no último dia 17 sua mais nova versão do Windows 10, o Fall Creators Update, que, entre várias novidades, trouxe recursos para as realidades virtual e aumentada. A atualização, contudo, não deu certo para muitos usuários, que reclamam de instabilidade no sistema e desaparecimento de aplicativos e configurações. Para essas últimas reclamações, a companhia de Redmond publicou uma solução alternativa, enquanto não faz a correção via software.

Companhia ainda não liberou um update para as correções dos bugs encontrados pelos usuários

Os problemas fazem como que apps como a calculadora fiquem inacessíveis. Não é possível encontrá-los nem mesmo via Menu Iniciar ou busca pela assistente digital Cortana. A irritação é ainda maior quando você tenta baixar esses utilitários via Windows Store, que confirma a presença dos programas na máquina — e a prova é que eles podem ser abertos por meio da loja digital.

Enquanto trabalha nos ajustes, a empresa recomenda que os usuários resetem ou desinstalem completamente os títulos afetados, para então instalá-los novamente. Contudo, o meio mais efetivo de tê-los de volta é registrando-os mais uma vez com o uso do framework PowerShell, com a seguintes instruções:

  • Digite PowerShell na busca via Cortana. Ao encontrá-lo, clique com o botão direito para rodar a aplicação como administrador
  • Na janela do PowerShell, digite os seguintes comandos, que podem demorar alguns minutos para funcionar:
  • reg delete “HKCU\Software\Microsoft\Windows NT\CurrentVersion\TileDataModel\Migration\TileStore” /va /f
  • get-appxpackage -packageType bundle |% {add-appxpackage -register -disabledevelopmentmode ($_.installlocation + “\appxmetadata\appxbundlemanifest.xml”)}
  • $bundlefamilies = (get-appxpackage -packagetype Bundle).packagefamilyname
  • get-appxpackage -packagetype main |? {-not ($bundlefamilies -contains $_.packagefamilyname)} |% {add-appxpackage -register -disabledevelopmentmode ($_.installlocation + “\appxmanifest.xml”)}
  • Assim que você completar todos os comandos, os apps devem aparecer na lista de aplicativos, com a opção de serem fixados ao Menu Iniciar.

Vale destacar que a Microsoft não garante o retorno de todos os softwares perdidos e ainda não há data para o update para conserto definitivo desses bugs.

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Microsoft renova Beam e lança streaming com tela dividida contra Twitch

Agora chamada de Mixer, plataforma livestreaming da gigante de Redmond anunciou diversas novidades nesta semana.

Talvez seja hora de começar a prestar atenção nos esforços da Microsoft no segmento de livestreaming. Após comprar o serviço Beam no ano passado, depois integrá-lo ao Windows 10 e ao Xbox One, agora a empresa está anunciando diversas mudanças para tentar tornar o serviço mais atraente – a começar por um novo nome, Mixer. 

A mudança de nome é realmente a novidade menos interessante entre todos os anúncios da Microsoft para a plataforma. “Mais do que apenas o nome, estamos lançando vários recursos que todos vocês estiveram pedindo. Recursos que irão abrir um mundo completamente novo de possibilidade para o streaming social, e ajudar os espectadores a encontrar o conteúdo que estão buscando”, afirma o cofundador do Beam/Mixer, Matt Salsamendi. 

Streaming social é a frase chave aqui. O Beam se diferenciou ao destacar “livestreaming que é realmente ao vivo”, também conhecido com uma latência mínima de um ou dois segundos, uma grande vantagem sobre os 10 a 15 segundos do Twitch para os não parceiros. Com uma latência baixa, as conversas entre o transmissor e o público podem fluir de forma muito mais natural. 

Isso também permite que o público participe do jogo – por exemplo, ao votar em sugestões nos games da Telltale ou julgar novidades do Jackbox Party Pack, efetivamente tornando-se parte do stream. Essas interações são possível no YouTube e no Twitch, especialmente para os parceiros que possuem streaming de menor latência, mas não há como superar o imediatismo de um segundo de latência.

Por isso, não é nenhuma surpresa o fato do Mixer estar ampliando esse aspecto. Uma novidade chamada de “Co-streaming” começa a ser liberada nesta semana pela plataforma. 

“A partir de hoje, estamos lançando a primeira experiência embutida de streaming cooperativo em uma plataforma de streaming em que até transmissores podem combinar seus streams em uma única experiência do espectador. Esse chamado co-streaming permite que múltiplos canais de streaming sejam exibidos em uma única página Mixer. Você e três outros amigos podem entregar um stream que combine fontes separadas de stream em um modo de visualização compartilhado de ‘tela dividida’, incluindo uma experiência de chat centralizado”, explica o executivo.

Os exemplos incluem assistir a uma partida de League of Legends em que você assistir a quatro perspectivas de uma vez, ou fazer o mesmo em PlayerUnknown’s Battlegrounds, mas suponho que o recurso será mais usado para apenas permitir que amigos façam streaming juntos. Desde que funcione bem, essa solução de tela dividida do Mixer parece uma ótima ideia.

 

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E então temos as mudanças menores. O Mixer Create entrou em beta nesta semana. Trata-se de um aplicativo que permite streaming em qualquer lugar. O streaming de games mobile aparentemente está a caminho em um futuro próximo. Também há uma nova página Xbox One Mixer, como já era esperado.

Ainda não é possível dizer se todas essas mudanças são suficientes para ameaçar a posição do Twitch de verdade, mas é um esforço sólido da Microsoft no segmento.

via IDG Now!