Facebook vai vender até carro na rede social — virando Mercado Livre?

O Facebook anunciou hoje (26) que fechou diversas parcerias com concessionárias para a venda de automóveis dentro da rede social. A ideia é que os usuários consigam comprar e vender carros na plataforma Marketplace com mais facilidade, segundo o The Verge.

A Marketplace foi lançada oficialmente no final do ano passado e já apresentava uma área dedicada para automóveis. Agora, a diferença é que, além de detalhes dos carros (marca, ano, preço ou quilometragem), o usuário terá o contato direto com o revendedor e também terá mais informações sobre o estoque em loja.

São anunciados carros novos e usados no Marketplace, provenientes de diversos revendedores — e o contato ainda poderá ser feito via Messenger. Até o momento, a funcionalidade é exclusiva dos Estados Unidos.

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Executivas brasileiras dizem como é ser mulher no mercado de tecnologia

O debate sobre a inclusão de mulheres na tecnologia anda tão aquecido que o evento sobre o assunto “Should I Stay or Should I Go?”, realizado pela CA Technologies, esgotou numa velocidade à la show do U2. Um grupo de 130 pessoas se reuniram no Google Campus para ouvir histórias de quatro chefonas de TI em grandes empresas. E, cara, a gente riu, chorou e saiu de lá feliz. Daí fizemos uma seleção das best quotes para trazer até você, leitor :

“Eu estava no final da gravidez quando uma empresa israelense me contratou para um projeto. Eles não imaginam o quanto aquilo foi importante para mim: ter encontrado pessoas que olhavam para uma profissional e não para uma barriga.”
– Ana Paula Milani, gerente de software da Cielo

“Eu fui procurar fotos do começo da minha carreira em TI e percebi que, em todas, eu estava vestindo camisa e calça social. A gente tinha de se vestir de menino para trabalhar. Se a gente fosse de vestido, ou a gente era [da área] comercial ou era outra coisa que não pode falar aqui. O que eu aprendi é que a gente precisa encontrar empresas que tenham fit cultural conosco, que nos deixem ser nós mesmas.”
– Andrea Cabeça, superintendente de qualidade e testes do Itaú Unibanco

“Meu marido é autônomo, então era ele quem levava as crianças ao médico, ia ao supermercado. A gente achou uma forma de dividir as tarefas, mas não era o padrão. E eu me via muitas vezes pensando: será que isso tá certo? Mas toda a vez que eu realmente parava para pensar sobre o assunto, eu chegava à conclusão de que sim, tá certo.”
– Alessandra Bomura, CIO da Telefônica Vivo

Curtiu o texto? Saiba que isso é só um gostinho do que é publicado diariamente na newsletter do The BRIEF, que traz as principais notícias do mercado de tecnologia pra você, todas as manhãs. É serious, é business, mas com um jeitão bem descontraído (#mozão). Pra assinar, é só clicar ali -> aqui.

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Razer anuncia dois novos headsets no mercado brasileiro que apostam no custo x benefício

A Razer anunciou dois novos headsets para o mercado brasileiro, o Razer Electra V2 e o Razer Electra V2 USB. Ambos chegam ao mercado nacional em dezembro, e apostam na relação custo x benefício. 
Enquanto o Razer Electra V2 aposta na pluralidade, já que graças ao conector de 3,5mm…

via Hardware.com.br

Huawei vende 100 milhões de smartphones e ultrapassa Apple no mercado global

A Huawei está impressionando em 2017. A fabricante chinesa já vendeu mais de 100 milhões de smartphones nos três primeiros trimestres deste ano, num desempenho que a fez ultrapassar a Apple, nos meses de junho e julho, e se tornar a segunda maior fabricante de celulares no mundo. A despeito de estes meses serem de baixa procura dos aparelhos da Maçã, com usuários esperando novos lançamentos, não deixa de ser notável que o crescimento da Huawei esteja incomodando a fabricante de Cupertino.

E a empresa quer mais: com planos de lançar um smartphone dobrável no próximo ano, o CEO da Huawei, Richard Yu, confirmou que o plano é ultrapassar a Apple, e a Samsung também: "Vamos superá-los definitivamente. Este é o nosso destino. Talvez eu não esteja sendo humilde, mas ninguém pode nos impedir".

A meta é ambiciosa, mas, a julgar pelo desempenho recente, palpável. A Huawei cresceu exponencialmente se baseando nos mercados asiático e europeu com produtos de baixo custo e ótimo benefício. Vendeu como pão quente. Agora o foco da empresa é trabalhar a imagem dos dispositivos top de linha e intermediários, como já vimos nos modelos Mate e P. O futuro, como parte dessa estratégia, é expandir a marca globalmente (leia-se mercado americano) e renovar a imagem da marca.

"Com mais de 10 mil funcionários em todo o mundo trabalhando em pesquisa e desenvolvimento, esperamos ganhar mais clientes de alto nível, pois há mais lucro neste segmento", afirmou Yu.

Crescendo 19% em relação ao ano anterior nos primeiros três trimestres, e que levou a um crescimento da receita operacional em 30%, duvidar dos planos da Huawei fica cada vez mais difícil.

via Canaltech

Amazon no Brasil: o mercado vai ter que mudar na marra. Sua loja está preparada?

* Por Tatiana Pezoa

Na história humana, aconteceram alguns episódios que aceleraram a criação ou a derrubada de impérios. São os famosos “game changers” que mudam o curso do que está acontecendo. Na  hora, não se sabe se as mudanças são para melhor ou para pior, mas o certo é que no final das contas muita coisa se altera.

Esse parece ser o caso da expansão da Amazon no Brasil. Estamos falando da empresa mais competitiva do setor e  que tem força desproporcional e disposição para mudar o  mercado. Vimos um pequeno sinal do que pode acontecer quando o Mercado Livre perdeu mais de US$ 1 bilhão na bolsa apenas com a simples notícia da Amazon iniciar no Brasil a venda de eletrônicos e trazer outras linhas de produto até o final deste ano.

A Amazon chega forte e com um trunfo, o qual o mercado brasileiro não se preparou para enfrentar: sua confiança. A empresa foi considerada com melhor reputação entre todas as grandes empresas americanas, à frente da Apple e do Google. Mas, enquanto todos enxergam Facebook e Google como vilões de privacidade, a Amazon foi considerada pelos consumidores a empresa mais admirada em um estudo sobre privacidade de dados feito pela McCann, rede global de agências de publicidade.

Os consumidores confiam na empresa e nas informações que a gigante americana disponibiliza. Acreditam em reviews dos produtos oferecidos pela empresa. E é aqui que você deveria começar a pensar – meus clientes confiam nas informações que disponibilizo nas páginas dos meus produtos? Qual a reputação da minha empresa diante dos meus clientes?

Em plena era da conectividade onde os consumidores têm acesso ao maior número de informações possíveis, provavelmente sua loja ainda manipula as informações (reviews), certo? Anna Bernasek, no livro The Economics of Integrity, alerta o que vem pela frente: a empresa que mais oferecer informações úteis e confiáveis ganhará o páreo. Isso faz todo o sentido, já que você pode trabalhar duro para tentar vender seus produtos, mas sem ganhar a confiança dos consumidores, a conta não fecha.

Talvez o dado mais interessante e mais relevante seja o de uma pesquisa feita em 2017 pela PWC, uma das maiores prestadoras de serviços profissionais nas áreas de auditoria, consultoria e outros serviços acessórios para todo tipo de empresas e no mundo, que apontou que 39% dos consumidores online americanos não utilizam o Google como ponto de partida para suas compras. Eles utilizam a Amazon para pesquisar sobre os produtos que desejam comprar. Entendeu?

No mercado mais maduro do mundo, mais de um terço dos consumidores pesquisam os produtos que querem comprar na Amazon e não no Google. E antes que você pense que “no Brasil isso é diferente”, a Price WaterHouse Cooper também fez a pesquisa aqui no Brasil: 34% dos consumidores online começam essa busca de produtos também pela Amazon. Mesmo que depois comprem o produto desejado localmente. Detalhe, a pesquisa foi feita com a Amazon Brasil vendendo só livros e o Kindle, imagine a partir de agora. Por quê? Simples: confiança nas informações oferecidas!

Vamos recapitular. A Amazon está vindo como um tsunami. Se fosse uma guerra e a confiança fosse uma arma, eles estariam trazendo para as terras tupiniquins um exército de reputação e credibilidade de marca e de informações de produtos. Como você vai enfrentar esse exército? Com preço baixo? Com frete grátis? Dê review e ganhe um iPad? Não adianta atirar em um “fantasma”. Confiança se enfrenta com confiança. Não há atalho, não há bala de prata.

Comece a efetivamente cuidar da reputação da sua loja, da qualidade e da inovação dos produtos que você oferece. Comprometa-se com a transparência. Entenda e aceite que daqui para frente você vai brigar contra uma empresa que transborda sinceridade. Faça o mesmo, e saiba que que ser sincero não é ser perfeito. A Amazon já deve vir na Black Friday deste ano com uma forte campanha de marketing e ofertas agressivas para conquistar o público brasileiro.

O “efeito Amazon” vem aí e você pode fazer com que isso acabe sendo muito positivo na história da sua empresa. Basta estar ao lado do exército vencedor e também investir pesado em reputação, credibilidade e confiança. Porque baixar preço e dar frete grátis não é, e nunca foi, a solução.

* Tatiana Pezoa é CEO da Trustvox, certificadora de reviews online e vencedora dos prêmios E-commerce Brasil de Inovação 2015, 2016 e 2017 e ABComm 2016 e 2017

via Canaltech

Bitcoin ultrapassa US$ 6 mil e valor de mercado chega a US$ 100 bilhões

— O que é aquilo lá no alto? É um pássaro? É um avião?

Não, é o preço do Bitcoin, que mais uma vez disparou e atingiu outro valor recorde em sua história. De acordo com o índice do site CoinDesk, a moeda digital ultrapassou a marca dos US$ 6 mil nesta segunda-feira (23), o que fez com que seu valor de mercado superasse os US$ 100 bilhões.

De acordo com o Quartz, no breve período em que a criptomoeda mais popular do mundo quebrou seu próprio recorde, seu criador, Satoshi Nakamoto, chegou a figurar como a 247ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna avaliada em US$ 5,9 bilhões.

Na seleta lista dos ricaços, Satoshi ficaria à frente de alguns nomes de peso, como dos herdeiros Ann Walton Kroenke, do Wal-Mart, e Jay Lee, da Samsung. Ainda segundo o Quartz, Satoshi teria uma quantidade estimada de 980 mil bitcoins, que estão intocadas há anos.

Porém, no momento da publicação deste post, o valor do bitcoin voltou a cair um pouco, sendo negociado por cerca de US$ 5.820 – mas que ainda mantém aquelas pizzas compradas em 2010 por 10 mil bitcoins como as mais caras da história.

Tecnocast 071 – Vale a pena investir em bitcoin?

Não é por acaso que tanta gente vem falando sobre Bitcoin. A criptomoeda já chegou a valorizar mais de 10.000% em apenas um ano e bateu recordes históricos em 2017: um único bitcoin passou a valer mais de dez mil reais. E muita gente acredita que o Bitcoin não apenas continuará essa subida exponencial, como um dia poderá substituir a moeda que nós temos.

Calma! Será que vale a pena investir em bitcoins? O que é minerar? O Bitcoin será a moeda corrente mundial? Como uma blockchain vive, se alimenta e se reproduz? Dá o play que a gente conta tudo!

Bitcoin ultrapassa US$ 6 mil e valor de mercado chega a US$ 100 bilhões

via Tecnoblog

LinkedIn pode produzir conteúdo para concorrer no mercado de streaming

O streaming de vídeo é um crescente caminho sem volta para muitas plataformas, em especial para as redes sociais. Explica-se: depois de embutir o recurso audiovisual em seus aplicativos para os seguidores, o caminho seguinte é monetizar essa função com anúncios e parceiros e… produzir seu próprio conteúdo. É o que aconteceu com Facebook, Apple, Twitter, Snap, entre outras companhias que se encaixam nesse contexto, assim como o LinkedIn, que já admitiu ter planos para concorrer nessa seara.

“Certamente estamos abertos para a ideia de conteúdo original e em algum ponto seria muito interessante explorar isso com várias distribuidoras”, confirmou o CEO Jeff Weiner, em entrevista ao The Information. O executivo adiantou que poderia produzir atrações como o “Shark Tank” (em que empreendedores buscam verba para financiar suas ideias) ou “Planet of the Apps”, seriado da Maçã com premissa semelhante para desenvolvedores de apps.

Para analistas, há chances até mesmo do LinkedIn se tornar um canal de negócios como o Bloomberg, com uma programação voltada para o setor. Weiner vai além e até mesmo afirmou que pretende flertar com a transmissão de partidas de futebol americano da NFL e de basquete da NBA. E as possibilidades de material aumentam com o suporte da Microsoft na análise de dados da grande base de informações Economic Graph.

Contudo, tudo ainda está em um estágio preliminar e por enquanto não há confirmação de datas, filmes, séries e nem programas de assinatura.

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via Novidades do TecMundo

Com novo recorde, valor de mercado do bitcoin chega a US$ 100 bilhões

Um único bitcoin chegou a valer US$ 6 mil na última sexta-feira. Criptomoeda valorizou 500% apenas neste ano

via IDG Now!

Mercado Livre agora permite reservar carros usados em sua plataforma

Como parte da iniciativa do Mercado Livre de se lançar, de vez, no mercado de compra e venda de veículos usados na internet, a partir desta segunda-feira (23) a plataforma passará a aceitar a reserva de carros mediante pagamento antecipado de parte do valor.

Até então, carros, imóveis e serviços faziam parte de categorias em que não era possível fechar a compra apenas pelo site, sendo necessário o contato direto entre comprador e vendedor para fechar o negócio. Agora, com o novo mecanismo de reserva, isso começa a mudar com o pagamento de R$ 200 a R$ 1.000, dependendo do preço final do veículo, para efetuar uma reserva.

O botão de reserva, a partir de agora, consta na página da oferta, junto com as informações de contato do vendedor. A função serve tanto para concessionárias quanto para usuários comuns que estejam precisando vender o seu carro usado.

Ao realizar o pagamento da reserva, o anúncio sai do ar e o comprador tem até 21 dias para completar o negócio com o vendedor, sendo que, a qualquer momento, é possível desistir da negociação. Caso isso aconteça, o valor da reserva será devolvido ao comprador. Contudo, quanto mais reservas bem-sucedidas o vendedor tiver, melhor será sua avaliação na plataforma.

Atualmente, o Mercado Livre registra 200 mil anúncios de veículos por mês.

via Canaltech

Bateria de nanocarbono podem chegar em alguns anos ao mercado

A Zap&Go, uma startup focada no desenvolvimento de baterias para veículos elétricos, afirmou que seu projeto de bateria de nanocarbono pode chegar ao mercado em poucos ano. A diferença fundamental é que a composição do conjunto é o íon-carbono em vez do íon-lítio que é utilizado atualmente.

Os benefícios do composto é que ele possivelmente resultará em cargas mais rápidas, estáveis e uma duração maior – tudo isso, no entanto, ainda não está presente. “Hoje isso é uma tecnologia em desenvolvimento, então não é tão boa”, explica Setphen Voller, o CEO da Zap&Go. “Mas nosso plano é equiparar e ultrapassar o íon-lítio nos próximos anos”.

Enquanto os veículos com as baterias tradicionais conseguem fazer recargas parciais em até 30 minutos atualmente, o objetivo de Voller é que seu produto permita que o processo seja feito em apenas 5 minutos e de forma completa. Isso seria equivalente a uma parada no posto de combustível para reabastecer seu carro.

A Zap&Go, sediada na Universidade de Oxford, conseguiu levantar US$ 13 milhões em fundos, o que certamente deve ajudar a trazer a tecnologia para o mercado mais rápido. Ainda assim, a expectativa é que leve alguns anos até chegarmos lá.

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