Com tela de 2,4”, Posh Mobile Micro X é o menor smartphone do mundo

Enquanto muitas empresas buscam formas de oferecer smartphones com telas maiores e cada vez mais cheias de recursos adicionais para o usuário, vez ou outra encontramos aparelhos que seguem na direção oposta – e uma dessas é o Posh Mobile Micro X.

Disponível no site da Amazon por US$ 55 (sem taxas ou impostos, o preço é de aproximadamente R$ 174), o Posh Mobile Micro X conta com uma tela de 2,4 polegadas, o que possivelmente faz dele o menor smartphone do mundo. Somado a isso, ele também traz uma bateria de 650 maH e câmera de 2 megapixels.

Veja as especificações técnicas do aparelho a seguir:

Especificações técnicas do Posh Mobile Micro X

  • Tela: 2,4 polegadas
  • Processador: Dual-Core de 1,0 GHz
  • Memória: 512 MB de memória RAM
  • Câmera: de 2 megapixels
  • Sistema operacional: Android 4.4 KitKat
  • Bateria: 650 maH

E aí, teria coragem de investir em um aparelho desse? O que achou? Deixe a sua opinião no espaço destinado aos comentários.

via Novidades do TecMundo

Tecnologia é a carreira com menor nível de estresse, indica estudo

Profissional TI Pessoas Computadores

Uma recente pesquisa da consultoria Robert Half sobre felicidade no trabalho revela que tecnologia é a carreira com menor nível de estresse. O levantamento ouviu 23 mil profissionais de oito países — Austrália, Bélgica, Canadá, França, Alemanha, Holanda, Reino Unido e Estados Unidos.

Na visão de Saulo Ferreira, gerente de divisão da Robert Half, os profissionais de tecnologia são os menos estressados porque frequentemente contam com a possibilidade de fazer home office e trabalhar em horários alternativos.  

“A flexibilidade torna o dia a dia mais relaxado”, afirma ele. Isso vale tanto para TI, que conquistou o 1º lugar no ranking, quanto para marketing e carreiras criativas, que ficaram na 3ª posição. Confira o ranking:

Felicidade profissional

O estudo da Robert Half aponta que a conquista da felicidade profissional não se resume a baixos níveis de estresse ou alto grau de interesse na atividade desempenhada. Na média global, a variável mais importante nesse caso é o orgulho que o indivíduo sente da organização onde trabalha.

“Hoje as pessoas querem fazer parte de causas e levantar bandeiras”, explica Ferreira. “Elas também querem que seus empregadores tenham um impacto positivo para o mundo, que possam falar de seus empregos com orgulho para amigos e familiares”.

Vale ressaltar que, analisadas apenas as respostas de profissionais do sexo feminino, o fator mais relevante para a felicidade não é o orgulho do empregador, mas sim um ambiente que preze por igualdade e respeito — possivelmente um aceno para o fato de que a busca por oportunidades iguais entre homens e mulheres ainda tem muito a avançar.

De forma geral, os entrevistados pelo estudo indicaram que estão felizes em suas carreiras: em uma escala de 0-100, a pontuação média para a satisfação foi de 70. O campo de atuação mais feliz é marketing/criação, como se pode ver na tabela a seguir:

Segundo Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half no Brasil, os resultados de uma companhia estão diretamente ligados à motivação dos seus profissionais. “Engajamento e satisfação do colaborador devem ser pontos focais para que as empresas se mantenham competitivas atualmente”, diz ele.

Fonte: (Via) Exame

via Canaltech

Vendas de computadores no Brasil atingem o menor volume em 13 anos

PCs

Que os computadores já não vendem mais como antes, disso todo mundo sabe. Mas, no Brasil, as vendas chegaram ao menor volume em 13 anos, segundo o mais novo relatório da IDC divulgado nesta semana.

De acordo com a firma de análise de mercado, apenas 4,5 milhões de computadores "completos" foram vendidos por aqui em 2016. A marca é a menor registrada em quase uma década e meia e a tendência é que continue a cair.

A derrocada, entretanto, já era prevista pela IDC, que disse que as vendas ficaram "dentro das nossas expectativas". "Além da crise econômica que impactou o mercado, no ano passado houve mais interesse por smartphones, tablets e até por aparelhos televisores inteligentes, que oferecem a possibilidade de assistir a filmes e consumir entretenimento em geral", destacou a consultoria. "Ou seja, o computador, que até 2012 era praticamente o único dispositivo a oferecer acesso à internet, ano a ano vem perdendo espaço para outros dispositivos", explicou.

Nesse cenário de queda, os notebooks são os que mais vendem, totalizando 2,8 milhões de unidades vendidas — 30% menos em relação a 2015. Os computadores de mesa apresentaram uma queda ainda maior, de 35%, somando 1,7 milhão de unidades vendidas. Dos 4,5 milhões de PCs vendidos, 3 milhões se destinaram a uso doméstico e o restante foi para o corporativo.

Por fim, a IDC acredita que as coisas não devem melhorar nos próximos anos. A bem da verdade, a consultoria prevê que mesmo que a economia se recupere em 2017, o mercado conseguirá, no máximo, manter esses números. Que fase, heim?

via Canaltech

IBM cria o menor ímã do mundo — e ele tem um mísero átomo

Uma equipe do centro de pesquisa da IBM na cidade de San Jose, na Califórnia, criou o menor ímã do mundo. Sua composição? Um único átomo. Seu objetivo? Tornar o HD de seu computador muito, muito pequeno.

O primeiro disco rígido da história, O IBM 350, foi lançado em setembro de 1957. Ele tinha 1,7 metro de largura e 73 centímetros de altura, mas armazenava só 5MB — o equivalente a uma música de pouco mais de dois minutos em formato MP3. Desde então, ainda bem, as máquinas só diminuíram, e a meta continua sendo armazenar cada vez mais informação em cada vez menos espaço.

Hoje, segundo a IBM, mesmo o melhor dos HDs precisa de 10 mil átomos para armazenar cada bit. Se esse bit pudesse ser armazenado em um único átomo, portanto, o gadget ocuparia 100 mil vezes menos espaço. Moral da história? Aplicando esse filhote de ímã na prática, seria possível guardar toda a biblioteca do iTunes na área de um cartão de crédito.   

Vale lembrar: na teoria da informação, um bit é a menor quantidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida. Ele corresponde a um “0” ou a um “1” no código binário é sempre bom lembrar que, em última instância, cada filme, música e livro que você tem salvo no PC é formado por incontáveis zeros e uns. Quando um HD de computador doméstico armazena uma informação, na prática ele só está organizando uma sequência de minúsculos ímãs de forma que a sequência de pólos positivos e negativos seja idêntica à sequência de zeros e uns do arquivo.   

Segundo o artigo científico, publicado na Nature, os átomos usados no experimento são de um elemento hipster da tabela periódica: o hólmio (Ho), conhecido por cientistas justamente por gerar campos magnéticos muito fortes. Uma fileira de hólmios foi posicionada sobre uma placa de óxido de magnésio, e uma corrente elétrica foi usada para mudar a orientação magnética de cada um deles. A recuperação das informações salvas nessa “fila indiana” atômica é tão precisa que, mesmo que as partículas estejam a alguns nanômetros de distância umas das outras — uma distância mil vezes menor que o tamanho de uma célula de seu sangue —, é possível ler a orientação magnética de cada um com precisão. Frank Zappa ficaria feliz: até seus 80 álbuns de estúdio (talvez a maior discografia da história do rock) caberiam em um único fio de cabelo. 

via Superinteressante

E-commerce registra menor taxa de crescimento desde 2001

e-commerce

Os resultados de uma avaliação quantitativa de mercado feita pela Ebit — consultoria do Grupo Buscapé especializada em comércio eletrônico que monitora o mercado — estão preocupando aqueles que trabalham com e-commerce: desde 2001, o ano de 2016 foi o que registrou menor crescimento. Foram 7,4% de crescimento (sem descontar a inflação), movimentando R$ 44,4 bilhões. 

Apesar do avanço em plena crise e recessão econômica, o percentual é baixo se comparado com os dos anos anteriores (15% em 2015, 25% em 2014). Esta foi a primeira vez nestes anos todos que o comércio eletrônico brasileiro deixa a casa dos dois dígitos. 

No entanto, diante do crescimento relativamente tímido, o setor ganhou com o número de consumidores que fizeram ao menos uma compra na internet, que aumentou 22%, totalizando 47,9 milhões de compradores. Tal avanço, segundo a Ebit, foi impulsionado pelo acesso do brasileiro ao e-commerce via dispositivos móveis. 

Para traduzir essa tendência, a Ebit informa que 21,5% das compras via internet foram feitas via Mobile. Em 2015, esse número foi de apenas 12,5%. 

Já em 2017, o faturamento do e-commerce deve registrar um crescimento nominal de 12 por cento, para 49,7 bilhões de reais. “O primeiro e o segundo trimestres ainda devem ser fracos, mas no terceiro e no quarto trimestres o varejo deve começar a reagir e o e-commerce pega carona nisso”, disse Pedro Guasti, presidente da consultoria.

Para concluir a pesquisa, foram analisadas 5% das transações feitas em 7 mil lojas virtuais monitoradas pela Ebit.

Via Reuters

via Canaltech

LG G6 terá chip de áudio top de linha com a menor distorção de som possível

O Quad DAC fabricado pela ESS permite controle do áudio nos dois canais, melhroa o balanço e reduz ruído

A LG liberou mais uma das novidades que estarão presentes no LG G6, próximo smartphone top de linha da companhia. Desta vez, a fabricante sul-coreana detalhou um pouco o chip de áudio que estará presente no aparelho e que permitirá que ele se torne um dos seus principais eletrônicos para o ouvido.

O novo chip Quad DAC será fabricado pela ESS, uma empresa de renome na área de processadores de áudio de alto desempenho. Ele será uma versão atualizada do mesmo modelo que foi apresentado no LG V20, porém com melhorias no hardware para a nova geração de smartphones. Como centraliza quatro "núcleos" em uma só unidade, ele não é só mais poderoso, mas também reduz o ruído.

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via Novidades do TecMundo

Experiência atinge a menor temperatura da história

O frio é sinônimo de sofá, cobertor e chá quente. E essa preguiça dos meses de inverno também se manifesta em escala atômica. Afinal, a temperatura de um objeto nada mais é que o grau de agitação de suas partículas. Se nós pudéssemos observá-las com um microscópio o que ainda não é possível na prática , veríamos os átomos de objetos quentes em festa, e os átomos de objetos frios meio tristes e abatidos.

Isso impõe um limite prático ao frio: quando já se está parado, não dá para ficar ainda mais parado. Em números, esse estado de inanição total equivale a – 273,15 °C, o zero absoluto da escala Kelvin. Para alcançar esse estado, porém, não basta colocar átomos numa geladeira – ela não seria forte o suficiente, e a culpa é toda da física quântica. Agora, a equipe do americano Jeremy B. Clark, físico do National Institute of Standards and Technology, deu um jeito de driblar a interferência do mundo subatômico. E chegar mais perto do que nunca do zero absoluto.

No laboratório, a melhor maneira de resfriar algo é iluminá-lo. Em contato com a medida certa de fótons (as partículas que compõem a luz e as demais ondas eletromagnéticas), os átomos perdem uma grandeza física chamada momento. Ele é a capacidade que uma força tem de fazer um objeto girar em torno de seu eixo de rotação. Um átomo sem momento, portanto, é um átomo “paradão”.

LEIA: Como uma pessoa morre de frio?

Em escalas tão pequenas, porém, há um problema: a mecânica clássica de Isaac Newton, que prevê com sucesso o movimento de corpos grandes como eu, você e Júpiter, para de valer. E entra em cena a física quântica, um reino em que imperam probabilidades [entenda melhor aqui]. Essa imprevisibilidade toda deixa um “restinho” inevitável de agitação chamado quantum backaction limit, que impedia a ciência de alcançar o frio absoluto. Até agora.

O que Clark fez foi usar um estado especial da luz chamado squeezed light (em português, algo como “luz comprimida”) para frear o resíduo de movimento dos átomos. Esse tipo de luz têm menos flutuações e é muito eficiente em arrancar a energia do objeto. “Pode parecer contraintuitivo”, afirmou Kaplan, um dos membros da equipe, à Smithsonian Mag. “Nós estamos acostumados a usar a luz para aquecer as coisas, como o Sol faz. Com essa técnica, porém, a frequência e o ângulo da luz são calibrados para permitir que os fótons arranquem energia dos átomos durante a interação”. Luz que esfria em vez de esquentar. 

A temperatura alcançada está a uma distância minúscula do zero absoluto: algumas centenas de microkelvin, um valor de quatro casas após o zero, separam o experimento do sucesso. Aperfeiçoando o método, os cientistas logo serão capazes de bater os – 273,15 °C necessários. O objeto resfriado em questão é o disco microscópico de alumínio que você vê abaixo, com apenas 100 nanômetros de espessura. Chamado de “tambor”em inglês, é a primeira coisa maior que um átomo a alcançar uma temperatura tão baixa.

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(Teufel | NIST)

Aplicar objetos tão frios a um computador é o próximo passo para uma revolução tecnológica. “Quanto mais frio ficar o tambor, melhor ele é para qualquer aplicação”, explicou um dos co-autores do artigo, John Teufel, ao Futurism. “Sensores ficarão mais sensíveis. Você pode armazenar informação por mais tempo. Se aplicados em um computador quântico, então os cálculos seriam feitos sem distorções, e as respostas seriam exatas”.

Alguém aceita um casaco?

via Superinteressante