Moto G5 vs Galaxy J5 Prime: quem leva a melhor? [Comparativo]

Você sabia que alguns dos smartphones mais procurados do Brasil são da Motorola e Samsung? Com a estratégia de atrair o público com smartphones com preços abaixo dos mil reais, essas duas fabricantes trazem ao mercado brasileiro, respectivamente, o Moto G5 e Galaxy J5 Prime, com um monte de semelhanças e diferenças entre eles.

E, é claro, nós não poderíamos deixar de ilustrar aqui para vocês como eles se saem numa briga, não é mesmo? Confira agora o nosso comparativo entre o Moto G5 e o J5 Prime.

CONSTRUÇÃO

Agora a Samsung também resolveu adotar o metal nos smartphones da linha Galaxy J, e o J5 Prime é um dos que recebeu o acabamento. E ela não está sozinha, visto que a linha Moto G recebeu uma boa repaginada e também tem corpo seguindo a mesma linha. É claro, os dois aparelhos ainda utilizam plástico nos cantos para permitir que as conexões não sejam interrompidas.

O Galaxy J5 Prime tem 143 gramas de peso e os mesmos 8.1 mm de espessura do J5 Metal. Já no Moto G5, você encontra um modelo com 145 gramas e 9.5 mm, mas ainda tão confortável quanto de ser segurado com apenas uma das mãos, e sem precisar de muito esforço.

No mais, os aparelhos trazem um leitor de impressão digital na parte frontal, mas no J5 Prime você tem, de fato, um botão, enquanto que no G5 o sensor também tem gestos de atalho que substituem os botões do Android.

Outra diferença pequena é o fato do G5 trazer nanorrevestimento resistente à respingos d’água. Este fator acaba dando a ele o ponto técnico por aqui, mas em termos estéticos, os dois aparelhos são, sim, equiparáveis.

USABILIDADE + DESEMPENHO

A Samsung traz para o J5 Prime o chipset Exynos 7570, que tem quatro núcleos com clock de 1.4 GHz e GPU Mali-T720. Alimentando o hardware nós ainda temos 2 GB de RAM e 32 GB de memória interna, e o software fica baseado na versão 6.0.1 Marshmallow.

Já no lado da Motorola, temos um G5 com Snapdragon 430 de oito núcleos rodando a 1.4 GHz. A GPU utilizada por ele é uma Adreno 505, que também está acompanhada de 2 GB de RAM e 32 GB de memória. Tanto ele quanto o J5 Prime aceitam cartões microSD, mas de até 256 GB no celular da Samsung e 128 GB no da Moto.

Apesar de também termos uma semelhança no Bluetooth v4.2 em ambos, o G5 já está atualizado para o Android 7.0 e traz, entre outros, uma interface mais limpa. Seu desempenho em si é superior em relação ao J5 Prime, e principalmente com jogos mais pesados, onde a queda na taxa de FPS não é tão intensa quanto no smartphone da Samsung.

O ponto de desempenho, neste caso, vai para o G5 que de fato é melhor, mas para um uso bem simplificado você acaba não notando tanta diferença entre eles.

DISPLAY E MULTIMÍDIA

O display PLS TFT LCD de 5 polegadas do Galaxy J5 Prime ocupa 69% da parte frontal, apropriando-se da resolução HD (1280 x 720p). Já no Moto G5, encontramos um painel IPS LCD de mesmo tamanho, mas com resolução Full HD (1920 x 1080p). De proteção, respectivamente, os aparelhos trazem o Gorilla Glass 4 e 3.

Nos dois você encontra bons ângulos de visão e uma gama de cores equilibrada, mas sem aquele charme e detalhamento do Super AMOLED, por exemplo. Se você se preocupa com a qualidade, saiba que os dois são bons concorrentes, mas o Moto G5 ainda consegue ficar na frente.

A resolução maior garante ~441 ppi de densidade para o aparelho da Moto, enquanto que o da Samsung fica registrado nos 304 ppi. Até mesmo com cenas mais escuras, onde o IPS LCD normalmente não tem uma grande vantagem, o Moto G5 conseguiu um resultado mais satisfatório por aqui em relação ao rival.

CÂMERAS

Começando pela parte técnica, o Galaxy J5 Prime chega com câmera principal de 13 MP (f/1.9) e possibilidade de gravar em 1080p@30fps. Já na frontal, a câmera de 5 MP (f/2.2) é tímida e sem recursos extras, mas traz um flash LED.

Passando a bola para o G5 Plus, encontramos os mesmos 13 MP (f/2.0), e que também filma em 1080p@30fps, mas traz o PDAF. Se você curte selfies, saiba que as especificações da câmera frontal do G5 são as mesmas do J5 Prime, com exceção do flash.

Prestou atenção em tudo até aqui? Então, assim como nós, você percebeu as semelhanças entre eles. Em teoria, o celular da Samsung pode fazer fotos mais claras; e o app de câmera do G5 é mais limpo, agradável. Mas acontece que nos dois celulares você tem o mesmo resultado: câmeras simples, para fotos casuais.

A não ser que você faça as fotos apenas com dias ensolarados, ou em lugares com uma boa iluminação, as fotos terão um certo nível de ruído e cores “ok” para a faixa de preço.

BATERIA

A Samsung deixou de lado os 3.100 mAh do J5 Metal e passa a usar um componente com 2.400 mAh no J5 Prime. Em nosso teste padrão, reproduzindo vídeo por streaming conectado ao Wi-Fi, e com brilho máximo, o aparelho conseguiu uma descarga média de 15% por hora.

Já no Moto G5, a bateria de 2.800 mAh registrou uma descarga média de 10 a 11% por hora no mesmo teste, mostrando que o smartphone da Moto é mais bem preparado neste quesito. E, de fato, ele é, conseguindo autonomia superior ao seu concorrente. Ponto para ele!

PREÇO

Atualmente, o J5 Prime pode ser encontrado no varejo por valores próximos de R$ 750, enquanto que o Moto G5 é vendido por algo próximo dos R$ 770 – R$ 800. Nas lojas oficiais da Samsung, o valor inicial de R$ 999 foi reduzido para R$ 799 após a chegada da variante “Pro” do Galaxy J5, enquanto que o Moto G5 mantém seu preço de R$ 999.

Ainda que a economia (se levarmos em consideração os valores do varejo) seja relativamente pouca, o Galaxy J5 Prime acaba tendo a vantagem e o nosso ponto neste quesito.

QUEM GANHA?

Aos que não curtem gastar tanto dinheiro em um smartphone, mas não abrem mão de um desempenho satisfatório, o nosso resultado por ser um tanto quanto esclarecedor:

• 2 pontos para o Galaxy J5 Prime: preço, câmeras;
• 5 pontos para o Moto G5: construção, usabilidade + desempenho, display e multimídia, câmeras, bateria.

Resumindo o básico, no Moto G5 você vai encontrar uma experiência mais agradável em termos de desempenho, mas não espere nada incrivelmente superior ao J5 Prime. Se você procura por um uso mais básico com redes sociais e fotos descompromissadas, os dois modelos conseguem atender a demanda. Mas, como já mencionamos, o G5 se mostrou um competidor um pouco mais preparado para o mercado.

via Canaltech

Forza Motorsport 7 é o melhor da série, mas poderia ter ido além [Análise]

Parece que foi ontem que a Microsoft se uniu à Turn 10 Studios para iniciar uma nova série automobilística nos videogames. Mas já faz tempo. Tudo começou no longínquo ano de 2005, quando o gênero de racing era dominado por Gran Turismo e Forza Motorsport surgiu como mais um.

Passados 12 anos, o grid é outro e Forza Motorsport 7 larga na frente dos adversários e confirma a soberania da série. Com visual incrível e um número quase infinito de carros, o game abraça todos os tipos de jogadores oferecendo uma experiência prazerosa a centenas de quilômetros por hora.

Deleite visual

A sensação gostosa de pilotar um supercarro já fica bastante clara assim que iniciamos Forza Motorsport 7 pela primeira vez. Ao invés de menus de configuração, somos levados diretamente para três corridas alucinantes que apresentam praticamente todas as novidades do game e servem para identificar a familiaridade do jogador com títulos de corrida e definir os níveis de assistência automaticamente.

Na primeira corrida, são duas as novidades. Fruto de um novo acordo de licenciamento entre a Microsoft e a Porsche, que encerrou seu contrato com a Electronic Arts, o Porsche 911 GT2 RS não só estampa a capa de FM 7 como também é a primeira máquina que conduzimos no título. O Dubai Hafeet Mountain Pass também é inédito, dando continuidade à tradição da Turn 10 de apresentar um novo circuito citadino a cada novo Forza – foi assim no 5, com o circuito de Praga; e no 6, com o do Rio de Janeiro.

É na pista árabe, ainda, que vemos o quão caprichado é Forza 7. O asfalto se embrenha nas dunas do deserto, cujas areias se movem pela pista devido a ação do vento, como se tivessem vida. Pequenos bancos de terra também se acumulam aleatoriamente às margens da estrada, muitas vezes forçando o jogador bolar um novo traçado.

A segunda corrida nos coloca na boleia de um caminhão, mostrando que as corridas com esses monstros estão de volta. Por fim, a terceira apresenta as melhorias no sistema de simulação climática.

O sistema de mudança climática em tempo real torna as corridas muito mais desafiadoras
O sistema de mudança climática em tempo real torna as corridas muito mais desafiadoras

Se antes só podíamos definir se choveria ou faria sol durante uma corrida específica, agora é possível setar qual a probabilidade de chover ou neblinar durante o início, meio e fim da disputa. O que mais impressiona nisso tudo é como a transição ocorre de maneira natural, com o sol sendo encoberto aos poucos por nuvens carregadas para logo em seguida cair um pé d’água desgraçado. Tal qual os bancos de areia às margens da pista, ocorrem alagamentos em trechos aleatórios do circuito, aumentando o desafio de pilotagem.

Na mudança de dia para noite e vice-versa, é flagrante a evolução no trabalho de captura de texturas para representar os céus que foi iniciado em Forza Horizon 3. Após algumas voltas numa madrugada escura, estrelada e às vezes soturna, a lataria dos carros começa a refletir o dourado do sol que surge tímido no horizonte, chegando até mesmo a ofuscar a visão do corredor.

Para todo mundo

Forza 7 venderia fácil se sua beleza fosse sua única qualidade, mas o título é muito mais que isso. Como falado anteriormente, as três corridas iniciais também servem para ajustar as configurações e oferecer ao jogador a melhor experiência possível, independentemente de seu grau de intimidade com jogos de corrida.

Desde jogadores mirins, que não têm a mínima ideia do que está acontecendo na TV, a gearheads que querem apertar porcas e parafusos virtuais, FM 7 é capaz de abraçar a todos. No caso de crianças pequenas, a dificuldade "super fácil" exige apenas que elas acelerem, dispensando até mesmo que façam as curvas.

A complexidade vai aumentando à medida que os níveis dos drivatars, inteligência artificial que tenta reproduzir o comportamento de outros jogadores nas corridas, são ajustados e as dezenas de assistências são desativadas, cabendo ao usuário definir o nível e tipo de pilotagem que quer ter. Se as corridas estiverem fáceis demais, é só desabilitar o controle de estabilidade, freios ABS e assim por diante para ter uma experiência completamente diferente. Quem quiser mais desafios, pode se arriscar mexendo nas configurações de tração, distribuição de peso, calibragem dos pneus e vários outros ajustes no menu de tunagem antes de a luz verde acender.

Um dos grandes trunfos de Forza 7 é sua acessibilidade, podendo ser jogado tanto por quem está aprendendo a pegar num joystick quanto por aqueles que têm volante e pedais em casa
Um dos grandes trunfos de Forza 7 é sua acessibilidade, podendo ser jogado tanto por quem está aprendendo a pegar num joystick quanto por aqueles que têm volante e pedais em casa

As possibilidades são infinitas, mas há uma barreira intransponível que provavelmente vai irritar aqueles que buscam por uma experiência de simulação mais próxima da realidade: as corridas não têm regras.

Mesmo aqueles que acompanham as competições automobilísticas de relance sabem que há regras dentro das pistas para garantir a segurança e a competividade entre os pilotos. Forza 7, entretanto, falha miseravelmente nisso. O jogador pode bater em cheio no adversário, fazê-lo rodar deliberadamente ou cortar parte do trajeto para assegurar uma ultrapassagem que não há qualquer penalidade.

Sem uma direção de prova e sem qualquer punição, que já existe em concorrentes do gênero como F1 2018, Project CARS 2 e Dirt, perde-se o medo de realizar uma manobra mais arriscada e o fator simulação vai para o brejo.

O lado ruim do que é bom

A falta de regras nas corridas evidencia um problema assintomático que é mascarado por todo o capricho visual de Forza Motorsport 7: a falta de novidades.

Não é como se não houvesse nenhuma adição. Exemplo disso é o trabalho extra no licenciamento de novos veículos, que agora passam de 750 e contam com nomes como Porsche e novos modelos da Ferrari e Lamborghini. Mesmo assim, dá para dizer que a Turn 10 não fez mais que o dever de casa – com algumas peças tendo sido encaixadas preguiçosamente.

Porsche 911 GT2 RS e circuito fictício de Dubai são as duas grandes adições de Forza 7. Fora isso, jogo não traz nenhuma outra novidade de peso
Porsche 911 GT2 RS e circuito fictício de Dubai são as duas grandes adições de Forza 7. Fora isso, jogo não traz nenhuma outra novidade de peso

Por exemplo: há um total de 32 circuitos em Forza 7, dos quais apenas um é novo – o de Dubai. Todo o restante é reaproveitado de jogos anteriores. E mesmo esse reaproveitamento é um pouco malfeito, já que alguns circuitos, como o Road Atlanta, não são atualizados desde Forza Motorsport 4.

Fora a quantidade limitada de pistas, nem todas elas têm suporte ao sistema de mudanças climáticas. Não se sabe ao certo o motivo exato dessa limitação (desconfio que por questões de cronograma), mas esse é o tipo de coisa que acaba comprometendo a experiência dentro do jogo.

No fim das contas, a sensação que fica é que a grandiosidade da série, aliada à sua confortável posição no topo da preferência dos jogadores e os intervalos cada vez menores entre um lançamento e outro, impede o desenvolvimento e implantação daquilo que está faltando. Resultado disso é que Forza 7 não é um título de ruptura, embora seja visualmente muito mais refinado que seu antecessor.

Recompensas e colecionismo

Se por um lado a falta de novidades significativas frustra, por outro o aperfeiçoamento do modo carreira chama a atenção. Agora batizado de Copa de Pilotos Forza, ele acerta em cheio na cadência que o jogador evolui.

Ao todo são seis categorias de campeonato diferentes, que vão sendo desbloqueadas à medida que você acumula pontos de experiência. A forma de obtê-los, claro, é ganhando corridas, que são muito bem distribuídas em cada categoria e oferecem experiências diversas, o que acaba fazendo o jogador experimentar tudo o que Forza 7 tem a oferecer.

As competições vão desde corridas simples, em que seu objetivo é ir ao pódio, até desafios mais complexos. Essas situações incluem, por exemplo, provas de rally, corridas com carros clássicos de Fórmula 1, um 1×1 contra Ken Block, gymkhanas e outras.

Fora os pontos de experiência, o jogador é recompensado com dinheiro, que pode ser usado para comprar carros novos e loot boxes, aquelas caixas de prêmio usadas à exaustão por jogos do cenário competitivo como Injustice 2. E aqui cabe um comentário bem pessoal.

Apesar de essa ser uma adição interessante, que de certa forma demonstra que a Turn 10 está começando a crescer os olhos para as competições de eSports, eu a julgo desnecessária. Se antes, em Forza 6, tínhamos a noção exata do que ganharíamos nos sorteios após subir de nível, agora há um mistério desnecessário com as tais caixas.

Ao invés de garagens, em Forza 7 carros são colecionados numa espécie de álbum de figurinhas
Ao invés de garagens, em Forza 7 carros são colecionados numa espécie de álbum de figurinhas

Voltando aos trilhos, ao abrir as loot boxes, o jogador pode receber desde modificadores até roupas para o seu piloto. E isso é bem bacana, pois há uma infinidade delas, com estilos que vão desde as mais sérias, às engraçadas, que mais parecem cosplays, passando pelas clássicas dos anos 1920 e 1930.

Finalmente, o jogador também pode ganhar carros e adicioná-los à sua coleção. Diferente dos Forza anteriores, em que os veículos ficavam guardados na garagem, em FM 7 eles fazem parte de uma espécie de álbum de figurinhas, que você vai preenchendo à medida que compra ou ganha um novo.

Mais do que isso, o colecionismo é um dos principais aspectos do game. Isso porque existe o "nível de colecionador", que não só incentiva a compra de carros novos como define quais deles você pode negociar. Quanto mais carros de um nível você tiver, mais chances têm de desbloquear o próximo e seguir comprando.

Falando assim parece complicado, mas a verdade é que a Copa de Pilotos Forza é bastante equilibrada e torna todo o processo tão natural que ele surge mais como uma nova roupagem daquilo que todo mundo já estava acostumado. Não se intimide.

Online ordinário

É óbvio que eventualmente o modo carreira chegará ao fim e você provavelmente não terá completado o seu "álbum de figurinhas". Quando isso acontecer, o que fazer?

Sempre há a opção de revisitar as categorias da competição, ou simplesmente experimentar outros modos. E esse é outro aspecto em que Forza 7 mostra sua fragilidade. Fora a carreira, o game só oferece a opção de corrida livre, ficando a cargo do usuário definir o circuito, as condições climáticas (e suas variações, quando disponíveis), dificuldade e quantidade de adversários.

Além dele, há o multiplayer, que parece estacionada no tempo. Sem novidades, mantém-se os parâmetros do antecessor, com corridas compostas por até 24 jogadores e alguma diversidade de modalidades e provas. Fora a possibilidade de continuar acumulando pontos de experiência e recompensas, o modo não traz nenhuma inovação, apenas ajustes para que tudo funcione melhor.

E aí, vale a pena?

Dizer que Forza 7 é perfeito é tentar tapar o sol com a peneira. A beleza visual do game é indiscutível, mas também é utilizada para camuflar seus defeitos. O número limitado de circuitos e o reaproveitamento descarado de elementos de títulos anteriores são suas principais fraquezas. Some a isso o fato de o sistema de mudança climática não estar disponível em todas as pistas e a sensação é que, no geral, ou faltou tempo de produção ou rolou uma certa preguiça no desenvolvimento.

De toda forma, FM 7 apresenta uma experiência de pilotagem extremamente prazerosa e que agrada a todos os tipos de público. Quem achar tudo fácil demais, tem à disposição centenas de ajustes que alteram drasticamente a maneira de jogar. Quando se fazem presentes, as transições entre sol, chuva e neblina trazem um desafio extra aos jogadores, que têm de lidar com água acumulada em pontos aleatórios do circuito.

Apesar das derrapadas, visual estonteante e a jogabilidade refinada e acessível fazem de Forza 7 o melhor da série
Apesar das derrapadas, visual estonteante e a jogabilidade refinada e acessível fazem de Forza 7 o melhor da série

Na bandeirada final, Forza Motorsport 7 não pisa tão fundo assim no acelerador, sendo conservador e apostando mais no aprimoramento de tudo aquilo que já vinha dando certo do que inovando. É o ápice da série, sim, mas pode melhorar ainda mais.

Forza Motorsport 7 foi analisado com cópia física cedida gentilmente ao Canaltech pela Microsoft Brasil. O game está disponível para Xbox One e Windows 10.

via Canaltech

Álcool te ajuda a falar melhor outras línguas

Se você estava procurando, desesperadamente, um motivo a mais para beber no happy hour da firma, pode agradecer à ciência. Um novo estudo realizado pelas universidades de Maastricht (Holanda), Liverpool, Cambridge (Inglaterra) e Friburgo (Alemanha) está garantindo que tomar uma cervejinha vai te ajudar a falar melhor outras línguas. Até o tal do “happy hour” vai ser mais fácil de pronunciar.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores foram a campo: selecionaram 50 alemães que falavam holandês e os colocaram pra beber. Todos os participantes possuíam o mesmo certificado de proficiência na língua holandesa, mas nem todos beberam a mesma coisa. Sorteados em dois grupos, metade deles recebeu um drink com 37,5% de álcool (mais ou menos o que tem em uma bebida com vodca), enquanto a outra metade bebericou um cocktail aparentemente idêntico, mas com água no lugar do álcool.

Depois de terminar a bebida, o participante era colocado para conversar com um holandês. O papo durava dois minutos. Pouco tempo, mas o suficiente para que o nativo avaliasse quão bem o participante beberrão tinha falado sua língua mãe.

Os resultados foram claros: quem bebeu álcool conseguiu notas quase 10% maiores. “Nosso estudo mostra que o consumo de álcool pode ser benéfico para a pronunciação de uma língua estrangeira que você aprendeu recentemente”, afirma Inge Kersbergen, psicóloga da Universidade de Liverpool e uma das autoras do estudo, ao Business Insider.

Os pesquisadores acreditam que o consumo alcoólico ajuda a diminuir um problema entre bilíngues, a chamada “ansiedade de língua”. Sabe aquele friozinho na barriga, aquela insegurança que dá quando você vai falar um novo idioma? Pois bem, esse é o termo que linguistas usam para demonizar essa sensação. O álcool te deixa levemente mais relaxado, a ansiedade diminui e, consequentemente a sua pronúncia melhora.

Mas calma, não adianta se empolgar e tentar ir para aquela conferência de trabalho depois de ter matado uma garrafa sozinho. O segredo está na pequena quantidade de álcool ingerido. Para esse teste, os participantes beberam apenas 250ml. Mais do que isso pode ter efeito contrário: prejudicar sua pronúncia e, claro, te embebedar.

via Superinteressante

Esta é a melhor forma de varrer o chão, de acordo com a ciência

Varrer a casa pode ser uma das tarefas domésticas mais ingratas. Principalmente porque é um trabalho constante: tudo vai estar coberto de pó de novo em um futuro próximo. A falta de interesse em deixar as coisas nos trinques, no entanto, está ligada à forma como você enxerga a atividade. Para que varrer não seja um momento de desgosto, a ciência ajuda.

O Popular Science entrevistou Melissa Maker, autora do livro Limpando meu espaço: O segredo para limpar melhor, mais rápido e amar sua casa todos os dias, e Cassandra Aarssen, blogueira e youtuber, para chegar à fórmula perfeita. Seguindo esses passos, você limpará melhor – e se livrará da obrigação o mais rápido possível.

Passo 1: Escolha sua arma

Arrume uma vassoura limpa e em bom estado. Aquela no canto da dispensa, toda estropiada, não serve. Só aumentaria o esforço, por espalhar o pó – e não precisamos de mais trabalho.

Passo 2: Conheça o inimigo

Trace uma estratégia de limpeza, organizando-se para partir de um ponto e manter um mesmo caminho até a saída. Não comece do meio, a distância percorrida será bem maior. Cuidado com os cantos, para que a sujeira não fique acumulada lá.

Passo 3: Dividir para conquistar

Separe o cômodo em quatro quadrantes, varrendo a poeira para o meio de cada seção com movimentos curtos e firmes.

Passo 4: Não esmoreça

Não tente varrer tudo de uma vez, conduzindo o monte até a saída. Recolha com uma pá cada montanha de poeira. Aquela linha horizontal de restinhos, que fica embaixo da ponta da pá, pode ser facilmente eliminada com um papel toalha.

Passo 5: No man left behind

Varridos os tufos de poeira, cabelos, e o que mais tiver no seu chão, garanta que as partículas menores sejam eliminadas com um pano úmido.

Passo 6: Vitória!

Finalmente: está tudo limpo. Faça o isolamento preventivo da área, caso ainda esteja molhada. Coloque tudo de volta no lugar e limpe sua vassoura agora para não ter que fazer isso na próxima vez. Aliás, não pense na próxima vez.

via Superinteressante

Apple adquire o Workflow, melhor app de automação para iPhone

Workflow

A Apple acaba de fechar a compra do aplicativo Workflow, cotado como o melhor utilitário para automação, por uma quantia ainda não revelada. O app é bastante conciso e direto ao ponto: ele permite que você automatize várias ações diferentes no seu iPad ou iPhone e, agora, deu ao iOS o melhor em customizações para que seu smartphone ou tablet tenha o mesmo nível de personalização de um desktop, seja ele Mac ou Windows. 

Normalmente, aquisições desse tipo acontecem muito mais pelo interesse do comprador nos talentos por trás da solução do que pelo aplicativo propriamente dito (que, inclusive, pode vir a deixar de existir, caso a Apple resolva transfomá-lo em algo bem, digamos… Apple). Porém, de acordo com o TechCrunch, num primeiro momento a Maçã decidiu não só manter o Workflow na iTunes App Store, como também zerar seu preço — antes ele custava US$ 2,99, e agora está saindo de graça na loja. 

Aliás, tem algo muito estranho rolando em meio a essa aquisição: a Apple sempre mantém um silêncio misterioso quando faz negociações como essa, mas hoje a empresa resolveu falar ao TechCrunch que "o aplicativo Workflow foi selecionado como ganhador do Apple Design Award 2015 devido à forma incrível como usa os recursos de acessibilidade do iOS, particularmente na excelente implementação do VoiceOver (leitura em voz alta) com itens claramente rotulados, dicas atenciosas e anúncios de arrastar e soltar, o que torna o app bastante útil e rapidamente acessível àqueles que são cegos ou possuem baixa visão". 

E na verdade, o que o Workflow fez até aqui foi genial: o aplicativo ficou famoso por extrair o melhor das capacidades novas do iOS e dar uma turbinada na maneira como os usuários interagem com elas. Basta um tempinho para se familiarizar com o app e você já está montando trajetos, itinerários e sincronizando sua agenda com fotos locais e enviando tudo ao seu email, por exemplo. 

O aplicativo tem sido constantemente atualizado. Tanto que já tem até integração com a Central de Notificações e com o Apple Watch. Resta saber o que a Apple vai fazer de agora em diante: será que ela vai manter o app do jeito que está ou vai dar aquele "ar de Apple", modificar algumas funções e colocá-lo como um dos aplicativos nativos do iPhone? Isso, só o tempo nos dirá.

Fonte: TechCrunch

via Canaltech

Ignore a lei por um mundo melhor – e ganhe US$ 250 mil do MIT

Você é do tipo que corta o papel higiênico fora do picote? Que morde a Tortuguita inteira em vez de começar pelas patinhas? Que pede um gole de Yakult para o colega de sala? Então chegou a hora de levar sua desobediência civil e seu desprezo pela moral e pelos bons costumes ao próximo nível.

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), a segunda melhor instituição de ensino do mundo, está oferecendo um prêmio de 250 mil dólares para quem peitar as autoridades em nome de uma boa ideia. Você não precisa dar uma surra no exército romano como Asterix, nem adotar a resistência pacífica de Gandhi e de Martin Luther King. Como um bom exemplo de coragem “responsável”, a universidade cita a decisão da Apple de não liberar iPhones com tela de bloqueio protegida por senha para o FBI, a polícia federal norte-americana. Outro caso lembrado foi o de funcionários do Departamento de Energia dos EUA que se negaram a responder a um questionário feito pela equipe de Donald Trump em que seriam forçados a revelar sua participação em conferências de combate a mudanças climáticas.

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“Em muitas grandes instituições há só duas maneiras de fazer progresso”, afirmou Ethan Zuckerman, diretor do Centro para Mídia Cívica do MIT, ao The New York Times. “Uma é quando as pessoas seguem as regras e abrem caminho por meio de processos conhecidos. Outra é quando alguém faz um progresso notável dizendo: ‘olha, esses processos não funcionam mais, eu preciso mudar radicalmente o que eu estou fazendo’.”

Na página de inscrições, a regra é clara: não vale violência, só coragem e criatividade. Para se candidatar, você precisa ter se colocado em risco de alguma forma em nome de uma ideia (só não vale ter morrido no processo – esse detalhe, por incrível que pareça, está no regulamento). A lista de perguntas é curta e objetiva: além de informações básicas de contato, que serão mantidas em sigilo por motivos óbvios, você só precisa explicar qual é seu trabalho desobediente e como ele colabora com o mundo. No começo do hotsite, para inspirar, há uma frase do diretor do Media Lab do MIT, Joi Ito: “Você não muda o mundo obedecendo ordens.”

Falando com a imprensa, Ito é mais diplomático: “se você desafiar as leis sem quebrá-las, é ainda melhor. Leis evoluem conforme o tempo passa, e precisam ser desafiadas para isso.” As inscrições vão até 1º de maio, e o vencedor será anunciado em 21 de julho – se o anúncio não colocá-lo em risco, claro. Ativistas, designers, cientistas e engenheiros estão no comitê de avaliação. O prêmio foi doado por Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn.

via Superinteressante

Comic Sans pode ser a melhor fonte para pessoas com dislexia

Cada década tem sua cara, até no escritório. Os anos 1990 são sinônimo de monitores de tubo feitos de plástico cinza pálido, máquinas de fax e, claro, avisos em Comic Sans colados na porta. As letras com jeito de história em quadrinhos foram criadas por Vincent Connare, designer da Microsoft, em 1994. Connare não era um mensageiro da discórdia no mundo tipográfico. Na época, os sistemas operacionais usavam a sóbria e séria Times New Roman em balões de interação com usuário — uma escolha bem pouco convidativa, como você pode ver aqui. Aliviar a barra com contornos mais simpáticos fazia todo o sentido.   

Os anos passaram, e a Comic Sans foi usada com tanta frequência fora de seu contexto original que se tornou a inimiga nº1 do bom gosto — há até uma campanha que busca tirá-la de vez das opções do Windows. Nem só de críticas, porém, vive uma fonte: ela também se tornou um pré-requisito de acessibilidade vital para os disléxicos.  

Famílias tipográficas sérias e tradicionais, como a Palatino ou a Bodoni — e também as despojadas fontes sem serifa, popularizadas pelo movimento modernista a partir da década de 1950 e usadas em sites como o da SUPER — têm todas um grande problema: as letras “p”e “q” são um reflexo perfeito uma da outra, assim como o “b” e “d”. A Associação Britânica de Dislexia ainda lista outras necessidades básicas na hora de projetar uma fonte para quem tem o problema, como tomar cuidado com a confusão entre “rn” de “m” — uma boa recomendação para qualquer tipógrafo — e fazer a letra “l”, o número “1” e o “I” maiúsculo bem diferentes entre si.

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A Comic Sans, graças a seu desenho irregular e despojado, preenche estes requisitos muito bem — e permite que disléxicos leiam textos acadêmicos que seriam indecifráveis com a diagramação usual. A jornalista americana Lauren Hudgins publicou no The Establishment um texto em que conta como sua irmã, que sofre do problema, foi capaz de terminar um curso de zoologia marinha na Universidade de Gales, no Reino Unido, graças à fonte mais odiada pelo mundo do design.  

“Há fontes que foram especificamente criadas para pessoas com dislexia, e nenhuma delas têm o minimalismo, o equilíbrio elegante e o espaçamento perfeito preferido por tipógrafos. Mas elas são ferramentas de acessibilidade cruciais”, afirma Hudgins no artigo. “Há alternativas de fontes gratuitas, como a Lexie Readable (que se autodenomina ‘Comic Sans para adultos’), a Open-Dyslexic e a Dislexie.” Muitos disléxicos, porém, aprenderam a ler e escrever bem antes do advento dessas alternativas, e se acostumaram tanto a usar a Comic Sans que não conseguem mais abandoná-la.

Entre 3% e 7% da população mundial tem dificuldade de associar sinais gráficos a seus sons e significados, mas o número total de pessoas que apresentam alguma sintoma do problema pode chegar a 20%. No Brasil, metade dos disléxicos não sabe que tem o problema. Moral da história? Talvez comunicados de condomínio em Comic Sans não sejam uma ideia tão ruim assim.

 

via Superinteressante

Máquinas que parecem robôs gigantes proporcionam a melhor experiência de VR

Os dispositivos de realidade virtual já estão por toda parte e em diversos níveis de imersão, desde os mais simples, como o Cardboard da Google – uma estrutura de papelão onde você encaixa o seu smartphone – até aparelhos mais complexos e de maior qualidade, como o HTC Vive, que deve ser ligado a um PC de última geração e inclui jogos desenvolvidos especialmente para isso.

Porém, a imersão na realidade virtual proporcionada por esses gadgets tem um limite, e você, apesar da experiência realista, não vai deixar de estar sentado em uma confortável cadeira ou mesmo de pé dentro de uma sala comum na hora de jogar ou consumir outros conteúdos audiovisuais. Porém, dois dispositivos pretendem acabar com essa experiência estática e levar a realidade virtual para além de apenas usar óculos especiais.

Parque de diversões

Trata-se do Robot VR e do Gyro VR, dois dispositivos que simulam a movimentação dos usuários de acordo com o que acontece no conteúdo sendo assistido. O Robot VR é um braço robótico gigantesco, capaz de movimentar quatro pessoas simultaneamente e que pode fazer movimentos bruscos de todos os tipos com suas diversas articulações através do deu raio de alcance.

Já o Gyro VR coloca três pessoas em assentos que podem ser girados em todas as direções possíveis em eixos verticais e horizontais. Sua especialidade é simular o comando de um submarino, uma nave espacial ou outros veículos cuja probabilidade de pilotarmos um tende a zero.

Não tão acessível assim

O que ainda não se sabe é se máquinas como o Robot VR e o Gyro VR vão se tornar populares a ponto de serem encontrados em shoppings ou parques de diversão

Apesar de proporcionarem uma experiência que pode ser considerada complementar aos dispositivos de realidade virtual que já podemos comprar e usar em casa, esses mecanismos de movimentação não são domésticos e servem como uma experiência de ir ao cinema, mais especificamente esses que simulam experiências diferentes e nos quais o ambiente interage com os espectadores.

O que ainda não se sabe é se máquinas como o Robot VR e o Gyro VR vão se tornar populares a ponto de serem encontrados em shoppings ou parques de diversão para que as pessoas possam ter um gostinho ainda mais real em realizar atividades que nunca teriam chance de botar em prática. O Gyro VR já está disponível e funcionando, fazendo uma turnê por eventos no mundo todo em conjunto com o Gear VR da Samsung.

Já o Robot VR ainda está em fase de desenvolvimento e testes e ainda não é utilizado por usuários comuns. Tudo indica que muito em breve ele deve ser lançado oficialmente, mas, por enquanto, apenas na Coreia do Sul.

via Novidades do TecMundo

Pelo sexto ano, Fortune elege Google como melhor empresa para trabalhar

Pelo sexto ano consecutivo, Gigante das Buscas foi mencionado como o lugar para desenvolver uma carreira profissional

Anualmente, a equipe da revista econômica Fortune faz uma lista com os nomes das melhores empresas para se trabalhar (e que, obviamente, recebeu o nome “100 melhores companhias para se trabalhar”). No último ano, o troféu dessa eleição foi para a Google, e o feito se repete novamente em 2017.

A Gigante das Buscas foi eleita o melhor lugar para trabalhar pelo sexto ano consecutivo, e já aparece na relação da Fortune por onze anos. Curiosamente, companhias como Facebook, Apple e Microsoft não são encontradas no registro deste “top 100”.

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via Novidades do TecMundo

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