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Moto G5 vs Galaxy J5 Prime: quem leva a melhor? [Comparativo]

Você sabia que alguns dos smartphones mais procurados do Brasil são da Motorola e Samsung? Com a estratégia de atrair o público com smartphones com preços abaixo dos mil reais, essas duas fabricantes trazem ao mercado brasileiro, respectivamente, o Moto G5 e Galaxy J5 Prime, com um monte de semelhanças e diferenças entre eles.

E, é claro, nós não poderíamos deixar de ilustrar aqui para vocês como eles se saem numa briga, não é mesmo? Confira agora o nosso comparativo entre o Moto G5 e o J5 Prime.

CONSTRUÇÃO

Agora a Samsung também resolveu adotar o metal nos smartphones da linha Galaxy J, e o J5 Prime é um dos que recebeu o acabamento. E ela não está sozinha, visto que a linha Moto G recebeu uma boa repaginada e também tem corpo seguindo a mesma linha. É claro, os dois aparelhos ainda utilizam plástico nos cantos para permitir que as conexões não sejam interrompidas.

O Galaxy J5 Prime tem 143 gramas de peso e os mesmos 8.1 mm de espessura do J5 Metal. Já no Moto G5, você encontra um modelo com 145 gramas e 9.5 mm, mas ainda tão confortável quanto de ser segurado com apenas uma das mãos, e sem precisar de muito esforço.

No mais, os aparelhos trazem um leitor de impressão digital na parte frontal, mas no J5 Prime você tem, de fato, um botão, enquanto que no G5 o sensor também tem gestos de atalho que substituem os botões do Android.

Outra diferença pequena é o fato do G5 trazer nanorrevestimento resistente à respingos d’água. Este fator acaba dando a ele o ponto técnico por aqui, mas em termos estéticos, os dois aparelhos são, sim, equiparáveis.

USABILIDADE + DESEMPENHO

A Samsung traz para o J5 Prime o chipset Exynos 7570, que tem quatro núcleos com clock de 1.4 GHz e GPU Mali-T720. Alimentando o hardware nós ainda temos 2 GB de RAM e 32 GB de memória interna, e o software fica baseado na versão 6.0.1 Marshmallow.

Já no lado da Motorola, temos um G5 com Snapdragon 430 de oito núcleos rodando a 1.4 GHz. A GPU utilizada por ele é uma Adreno 505, que também está acompanhada de 2 GB de RAM e 32 GB de memória. Tanto ele quanto o J5 Prime aceitam cartões microSD, mas de até 256 GB no celular da Samsung e 128 GB no da Moto.

Apesar de também termos uma semelhança no Bluetooth v4.2 em ambos, o G5 já está atualizado para o Android 7.0 e traz, entre outros, uma interface mais limpa. Seu desempenho em si é superior em relação ao J5 Prime, e principalmente com jogos mais pesados, onde a queda na taxa de FPS não é tão intensa quanto no smartphone da Samsung.

O ponto de desempenho, neste caso, vai para o G5 que de fato é melhor, mas para um uso bem simplificado você acaba não notando tanta diferença entre eles.

DISPLAY E MULTIMÍDIA

O display PLS TFT LCD de 5 polegadas do Galaxy J5 Prime ocupa 69% da parte frontal, apropriando-se da resolução HD (1280 x 720p). Já no Moto G5, encontramos um painel IPS LCD de mesmo tamanho, mas com resolução Full HD (1920 x 1080p). De proteção, respectivamente, os aparelhos trazem o Gorilla Glass 4 e 3.

Nos dois você encontra bons ângulos de visão e uma gama de cores equilibrada, mas sem aquele charme e detalhamento do Super AMOLED, por exemplo. Se você se preocupa com a qualidade, saiba que os dois são bons concorrentes, mas o Moto G5 ainda consegue ficar na frente.

A resolução maior garante ~441 ppi de densidade para o aparelho da Moto, enquanto que o da Samsung fica registrado nos 304 ppi. Até mesmo com cenas mais escuras, onde o IPS LCD normalmente não tem uma grande vantagem, o Moto G5 conseguiu um resultado mais satisfatório por aqui em relação ao rival.

CÂMERAS

Começando pela parte técnica, o Galaxy J5 Prime chega com câmera principal de 13 MP (f/1.9) e possibilidade de gravar em 1080p@30fps. Já na frontal, a câmera de 5 MP (f/2.2) é tímida e sem recursos extras, mas traz um flash LED.

Passando a bola para o G5 Plus, encontramos os mesmos 13 MP (f/2.0), e que também filma em 1080p@30fps, mas traz o PDAF. Se você curte selfies, saiba que as especificações da câmera frontal do G5 são as mesmas do J5 Prime, com exceção do flash.

Prestou atenção em tudo até aqui? Então, assim como nós, você percebeu as semelhanças entre eles. Em teoria, o celular da Samsung pode fazer fotos mais claras; e o app de câmera do G5 é mais limpo, agradável. Mas acontece que nos dois celulares você tem o mesmo resultado: câmeras simples, para fotos casuais.

A não ser que você faça as fotos apenas com dias ensolarados, ou em lugares com uma boa iluminação, as fotos terão um certo nível de ruído e cores “ok” para a faixa de preço.

BATERIA

A Samsung deixou de lado os 3.100 mAh do J5 Metal e passa a usar um componente com 2.400 mAh no J5 Prime. Em nosso teste padrão, reproduzindo vídeo por streaming conectado ao Wi-Fi, e com brilho máximo, o aparelho conseguiu uma descarga média de 15% por hora.

Já no Moto G5, a bateria de 2.800 mAh registrou uma descarga média de 10 a 11% por hora no mesmo teste, mostrando que o smartphone da Moto é mais bem preparado neste quesito. E, de fato, ele é, conseguindo autonomia superior ao seu concorrente. Ponto para ele!

PREÇO

Atualmente, o J5 Prime pode ser encontrado no varejo por valores próximos de R$ 750, enquanto que o Moto G5 é vendido por algo próximo dos R$ 770 – R$ 800. Nas lojas oficiais da Samsung, o valor inicial de R$ 999 foi reduzido para R$ 799 após a chegada da variante “Pro” do Galaxy J5, enquanto que o Moto G5 mantém seu preço de R$ 999.

Ainda que a economia (se levarmos em consideração os valores do varejo) seja relativamente pouca, o Galaxy J5 Prime acaba tendo a vantagem e o nosso ponto neste quesito.

QUEM GANHA?

Aos que não curtem gastar tanto dinheiro em um smartphone, mas não abrem mão de um desempenho satisfatório, o nosso resultado por ser um tanto quanto esclarecedor:

• 2 pontos para o Galaxy J5 Prime: preço, câmeras;
• 5 pontos para o Moto G5: construção, usabilidade + desempenho, display e multimídia, câmeras, bateria.

Resumindo o básico, no Moto G5 você vai encontrar uma experiência mais agradável em termos de desempenho, mas não espere nada incrivelmente superior ao J5 Prime. Se você procura por um uso mais básico com redes sociais e fotos descompromissadas, os dois modelos conseguem atender a demanda. Mas, como já mencionamos, o G5 se mostrou um competidor um pouco mais preparado para o mercado.

via Canaltech

Forza Motorsport 7 é o melhor da série, mas poderia ter ido além [Análise]

Parece que foi ontem que a Microsoft se uniu à Turn 10 Studios para iniciar uma nova série automobilística nos videogames. Mas já faz tempo. Tudo começou no longínquo ano de 2005, quando o gênero de racing era dominado por Gran Turismo e Forza Motorsport surgiu como mais um.

Passados 12 anos, o grid é outro e Forza Motorsport 7 larga na frente dos adversários e confirma a soberania da série. Com visual incrível e um número quase infinito de carros, o game abraça todos os tipos de jogadores oferecendo uma experiência prazerosa a centenas de quilômetros por hora.

Deleite visual

A sensação gostosa de pilotar um supercarro já fica bastante clara assim que iniciamos Forza Motorsport 7 pela primeira vez. Ao invés de menus de configuração, somos levados diretamente para três corridas alucinantes que apresentam praticamente todas as novidades do game e servem para identificar a familiaridade do jogador com títulos de corrida e definir os níveis de assistência automaticamente.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=QITXLdS3eW0?rel=0&hd=0]

Na primeira corrida, são duas as novidades. Fruto de um novo acordo de licenciamento entre a Microsoft e a Porsche, que encerrou seu contrato com a Electronic Arts, o Porsche 911 GT2 RS não só estampa a capa de FM 7 como também é a primeira máquina que conduzimos no título. O Dubai Hafeet Mountain Pass também é inédito, dando continuidade à tradição da Turn 10 de apresentar um novo circuito citadino a cada novo Forza – foi assim no 5, com o circuito de Praga; e no 6, com o do Rio de Janeiro.

É na pista árabe, ainda, que vemos o quão caprichado é Forza 7. O asfalto se embrenha nas dunas do deserto, cujas areias se movem pela pista devido a ação do vento, como se tivessem vida. Pequenos bancos de terra também se acumulam aleatoriamente às margens da estrada, muitas vezes forçando o jogador bolar um novo traçado.

A segunda corrida nos coloca na boleia de um caminhão, mostrando que as corridas com esses monstros estão de volta. Por fim, a terceira apresenta as melhorias no sistema de simulação climática.

O sistema de mudança climática em tempo real torna as corridas muito mais desafiadoras
O sistema de mudança climática em tempo real torna as corridas muito mais desafiadoras

Se antes só podíamos definir se choveria ou faria sol durante uma corrida específica, agora é possível setar qual a probabilidade de chover ou neblinar durante o início, meio e fim da disputa. O que mais impressiona nisso tudo é como a transição ocorre de maneira natural, com o sol sendo encoberto aos poucos por nuvens carregadas para logo em seguida cair um pé d’água desgraçado. Tal qual os bancos de areia às margens da pista, ocorrem alagamentos em trechos aleatórios do circuito, aumentando o desafio de pilotagem.

Na mudança de dia para noite e vice-versa, é flagrante a evolução no trabalho de captura de texturas para representar os céus que foi iniciado em Forza Horizon 3. Após algumas voltas numa madrugada escura, estrelada e às vezes soturna, a lataria dos carros começa a refletir o dourado do sol que surge tímido no horizonte, chegando até mesmo a ofuscar a visão do corredor.

Para todo mundo

Forza 7 venderia fácil se sua beleza fosse sua única qualidade, mas o título é muito mais que isso. Como falado anteriormente, as três corridas iniciais também servem para ajustar as configurações e oferecer ao jogador a melhor experiência possível, independentemente de seu grau de intimidade com jogos de corrida.

Desde jogadores mirins, que não têm a mínima ideia do que está acontecendo na TV, a gearheads que querem apertar porcas e parafusos virtuais, FM 7 é capaz de abraçar a todos. No caso de crianças pequenas, a dificuldade "super fácil" exige apenas que elas acelerem, dispensando até mesmo que façam as curvas.

A complexidade vai aumentando à medida que os níveis dos drivatars, inteligência artificial que tenta reproduzir o comportamento de outros jogadores nas corridas, são ajustados e as dezenas de assistências são desativadas, cabendo ao usuário definir o nível e tipo de pilotagem que quer ter. Se as corridas estiverem fáceis demais, é só desabilitar o controle de estabilidade, freios ABS e assim por diante para ter uma experiência completamente diferente. Quem quiser mais desafios, pode se arriscar mexendo nas configurações de tração, distribuição de peso, calibragem dos pneus e vários outros ajustes no menu de tunagem antes de a luz verde acender.

Um dos grandes trunfos de Forza 7 é sua acessibilidade, podendo ser jogado tanto por quem está aprendendo a pegar num joystick quanto por aqueles que têm volante e pedais em casa
Um dos grandes trunfos de Forza 7 é sua acessibilidade, podendo ser jogado tanto por quem está aprendendo a pegar num joystick quanto por aqueles que têm volante e pedais em casa

As possibilidades são infinitas, mas há uma barreira intransponível que provavelmente vai irritar aqueles que buscam por uma experiência de simulação mais próxima da realidade: as corridas não têm regras.

Mesmo aqueles que acompanham as competições automobilísticas de relance sabem que há regras dentro das pistas para garantir a segurança e a competividade entre os pilotos. Forza 7, entretanto, falha miseravelmente nisso. O jogador pode bater em cheio no adversário, fazê-lo rodar deliberadamente ou cortar parte do trajeto para assegurar uma ultrapassagem que não há qualquer penalidade.

Sem uma direção de prova e sem qualquer punição, que já existe em concorrentes do gênero como F1 2018, Project CARS 2 e Dirt, perde-se o medo de realizar uma manobra mais arriscada e o fator simulação vai para o brejo.

O lado ruim do que é bom

A falta de regras nas corridas evidencia um problema assintomático que é mascarado por todo o capricho visual de Forza Motorsport 7: a falta de novidades.

Não é como se não houvesse nenhuma adição. Exemplo disso é o trabalho extra no licenciamento de novos veículos, que agora passam de 750 e contam com nomes como Porsche e novos modelos da Ferrari e Lamborghini. Mesmo assim, dá para dizer que a Turn 10 não fez mais que o dever de casa – com algumas peças tendo sido encaixadas preguiçosamente.

Porsche 911 GT2 RS e circuito fictício de Dubai são as duas grandes adições de Forza 7. Fora isso, jogo não traz nenhuma outra novidade de peso
Porsche 911 GT2 RS e circuito fictício de Dubai são as duas grandes adições de Forza 7. Fora isso, jogo não traz nenhuma outra novidade de peso

Por exemplo: há um total de 32 circuitos em Forza 7, dos quais apenas um é novo – o de Dubai. Todo o restante é reaproveitado de jogos anteriores. E mesmo esse reaproveitamento é um pouco malfeito, já que alguns circuitos, como o Road Atlanta, não são atualizados desde Forza Motorsport 4.

Fora a quantidade limitada de pistas, nem todas elas têm suporte ao sistema de mudanças climáticas. Não se sabe ao certo o motivo exato dessa limitação (desconfio que por questões de cronograma), mas esse é o tipo de coisa que acaba comprometendo a experiência dentro do jogo.

No fim das contas, a sensação que fica é que a grandiosidade da série, aliada à sua confortável posição no topo da preferência dos jogadores e os intervalos cada vez menores entre um lançamento e outro, impede o desenvolvimento e implantação daquilo que está faltando. Resultado disso é que Forza 7 não é um título de ruptura, embora seja visualmente muito mais refinado que seu antecessor.

Recompensas e colecionismo

Se por um lado a falta de novidades significativas frustra, por outro o aperfeiçoamento do modo carreira chama a atenção. Agora batizado de Copa de Pilotos Forza, ele acerta em cheio na cadência que o jogador evolui.

Ao todo são seis categorias de campeonato diferentes, que vão sendo desbloqueadas à medida que você acumula pontos de experiência. A forma de obtê-los, claro, é ganhando corridas, que são muito bem distribuídas em cada categoria e oferecem experiências diversas, o que acaba fazendo o jogador experimentar tudo o que Forza 7 tem a oferecer.

As competições vão desde corridas simples, em que seu objetivo é ir ao pódio, até desafios mais complexos. Essas situações incluem, por exemplo, provas de rally, corridas com carros clássicos de Fórmula 1, um 1×1 contra Ken Block, gymkhanas e outras.

Fora os pontos de experiência, o jogador é recompensado com dinheiro, que pode ser usado para comprar carros novos e loot boxes, aquelas caixas de prêmio usadas à exaustão por jogos do cenário competitivo como Injustice 2. E aqui cabe um comentário bem pessoal.

Apesar de essa ser uma adição interessante, que de certa forma demonstra que a Turn 10 está começando a crescer os olhos para as competições de eSports, eu a julgo desnecessária. Se antes, em Forza 6, tínhamos a noção exata do que ganharíamos nos sorteios após subir de nível, agora há um mistério desnecessário com as tais caixas.

Ao invés de garagens, em Forza 7 carros são colecionados numa espécie de álbum de figurinhas
Ao invés de garagens, em Forza 7 carros são colecionados numa espécie de álbum de figurinhas

Voltando aos trilhos, ao abrir as loot boxes, o jogador pode receber desde modificadores até roupas para o seu piloto. E isso é bem bacana, pois há uma infinidade delas, com estilos que vão desde as mais sérias, às engraçadas, que mais parecem cosplays, passando pelas clássicas dos anos 1920 e 1930.

Finalmente, o jogador também pode ganhar carros e adicioná-los à sua coleção. Diferente dos Forza anteriores, em que os veículos ficavam guardados na garagem, em FM 7 eles fazem parte de uma espécie de álbum de figurinhas, que você vai preenchendo à medida que compra ou ganha um novo.

Mais do que isso, o colecionismo é um dos principais aspectos do game. Isso porque existe o "nível de colecionador", que não só incentiva a compra de carros novos como define quais deles você pode negociar. Quanto mais carros de um nível você tiver, mais chances têm de desbloquear o próximo e seguir comprando.

Falando assim parece complicado, mas a verdade é que a Copa de Pilotos Forza é bastante equilibrada e torna todo o processo tão natural que ele surge mais como uma nova roupagem daquilo que todo mundo já estava acostumado. Não se intimide.

Online ordinário

É óbvio que eventualmente o modo carreira chegará ao fim e você provavelmente não terá completado o seu "álbum de figurinhas". Quando isso acontecer, o que fazer?

Sempre há a opção de revisitar as categorias da competição, ou simplesmente experimentar outros modos. E esse é outro aspecto em que Forza 7 mostra sua fragilidade. Fora a carreira, o game só oferece a opção de corrida livre, ficando a cargo do usuário definir o circuito, as condições climáticas (e suas variações, quando disponíveis), dificuldade e quantidade de adversários.

Além dele, há o multiplayer, que parece estacionada no tempo. Sem novidades, mantém-se os parâmetros do antecessor, com corridas compostas por até 24 jogadores e alguma diversidade de modalidades e provas. Fora a possibilidade de continuar acumulando pontos de experiência e recompensas, o modo não traz nenhuma inovação, apenas ajustes para que tudo funcione melhor.

E aí, vale a pena?

Dizer que Forza 7 é perfeito é tentar tapar o sol com a peneira. A beleza visual do game é indiscutível, mas também é utilizada para camuflar seus defeitos. O número limitado de circuitos e o reaproveitamento descarado de elementos de títulos anteriores são suas principais fraquezas. Some a isso o fato de o sistema de mudança climática não estar disponível em todas as pistas e a sensação é que, no geral, ou faltou tempo de produção ou rolou uma certa preguiça no desenvolvimento.

De toda forma, FM 7 apresenta uma experiência de pilotagem extremamente prazerosa e que agrada a todos os tipos de público. Quem achar tudo fácil demais, tem à disposição centenas de ajustes que alteram drasticamente a maneira de jogar. Quando se fazem presentes, as transições entre sol, chuva e neblina trazem um desafio extra aos jogadores, que têm de lidar com água acumulada em pontos aleatórios do circuito.

Apesar das derrapadas, visual estonteante e a jogabilidade refinada e acessível fazem de Forza 7 o melhor da série
Apesar das derrapadas, visual estonteante e a jogabilidade refinada e acessível fazem de Forza 7 o melhor da série

Na bandeirada final, Forza Motorsport 7 não pisa tão fundo assim no acelerador, sendo conservador e apostando mais no aprimoramento de tudo aquilo que já vinha dando certo do que inovando. É o ápice da série, sim, mas pode melhorar ainda mais.

Forza Motorsport 7 foi analisado com cópia física cedida gentilmente ao Canaltech pela Microsoft Brasil. O game está disponível para Xbox One e Windows 10.

via Canaltech

Álcool te ajuda a falar melhor outras línguas

Se você estava procurando, desesperadamente, um motivo a mais para beber no happy hour da firma, pode agradecer à ciência. Um novo estudo realizado pelas universidades de Maastricht (Holanda), Liverpool, Cambridge (Inglaterra) e Friburgo (Alemanha) está garantindo que tomar uma cervejinha vai te ajudar a falar melhor outras línguas. Até o tal do “happy hour” vai ser mais fácil de pronunciar.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores foram a campo: selecionaram 50 alemães que falavam holandês e os colocaram pra beber. Todos os participantes possuíam o mesmo certificado de proficiência na língua holandesa, mas nem todos beberam a mesma coisa. Sorteados em dois grupos, metade deles recebeu um drink com 37,5% de álcool (mais ou menos o que tem em uma bebida com vodca), enquanto a outra metade bebericou um cocktail aparentemente idêntico, mas com água no lugar do álcool.

Depois de terminar a bebida, o participante era colocado para conversar com um holandês. O papo durava dois minutos. Pouco tempo, mas o suficiente para que o nativo avaliasse quão bem o participante beberrão tinha falado sua língua mãe.

Os resultados foram claros: quem bebeu álcool conseguiu notas quase 10% maiores. “Nosso estudo mostra que o consumo de álcool pode ser benéfico para a pronunciação de uma língua estrangeira que você aprendeu recentemente”, afirma Inge Kersbergen, psicóloga da Universidade de Liverpool e uma das autoras do estudo, ao Business Insider.

Os pesquisadores acreditam que o consumo alcoólico ajuda a diminuir um problema entre bilíngues, a chamada “ansiedade de língua”. Sabe aquele friozinho na barriga, aquela insegurança que dá quando você vai falar um novo idioma? Pois bem, esse é o termo que linguistas usam para demonizar essa sensação. O álcool te deixa levemente mais relaxado, a ansiedade diminui e, consequentemente a sua pronúncia melhora.

Mas calma, não adianta se empolgar e tentar ir para aquela conferência de trabalho depois de ter matado uma garrafa sozinho. O segredo está na pequena quantidade de álcool ingerido. Para esse teste, os participantes beberam apenas 250ml. Mais do que isso pode ter efeito contrário: prejudicar sua pronúncia e, claro, te embebedar.

via Superinteressante

O melhor jogador de Go do mundo é a inteligência artificial do Google

A inteligência artificial do Google derrotou novamente Ke Jie, o melhor jogador humano de Go do mundo. Nesta quinta-feira (25), o computador AlphaGo venceu a segunda partida consecutiva de uma “melhor de três”, o que significa que não há mais chances para o chinês de 19 anos. E isso é um grande feito para a tecnologia.

Na primeira partida, o resultado foi apertado para o AlphaGo, que venceu Ke Jie por 0,5 ponto, a menor diferença possível, depois de 289 movimentos.

Já na segunda, o chinês fez jogadas perfeitas nos primeiros 50 movimentos, de acordo com uma análise do próprio AlphaGo, e então iniciou uma série de batalhas contra o computador, como relata o The Verge. No entanto, a inteligência artificial foi capaz de conter a disputa e, no final das contas, forçou Ke Jie a desistir. 2 a 0 para o Google.

É um feito importante porque estamos falando de inteligência artificial, não de mero processamento bruto. Em Go, há um tabuleiro de 19×19 quadrados com cerca de 10171posições possíveis. Isso é mais do que a estimativa de átomos no universo (1080), o que torna praticamente impossível criar um algoritmo comum para Go, que simplesmente analise todas as jogadas (como no xadrez), já que levaria muito tempo.

Por isso, o AlphaGo utiliza redes neurais artificiais para que o computador faça “intuições”, pensando de maneira semelhante aos jogadores humanos de Go. Ele toma decisões com base em processos já feitos e aprende sozinho com novas partidas, ficando cada vez mais forte.

E as vitórias contra Ke Jie são uma espécie de “prova” de como a inteligência artificial evoluiu rápido: mesmo tendo vencido o campeão europeu Fan Hui por 5 a 0 e depois o coreano Lee Sedol, 18 vezes campeão mundial, nem todo mundo achava que a máquina seria capaz de ganhar do melhor do mundo. Tanto é que as estimativas apontavam que um computador só conseguiria vencer um profissional de Go daqui a dez anos.

Mais do que vencer profissionais em um jogo chinês, o AlphaGo mostra o potencial que a inteligência artificial tem de resolver problemas e encontrar soluções que os humanos não encontrariam.

Leia mais: Além do joguinho chinês: o que muda com o AlphaGo, máquina de IA do Google

Tecnocast 044 – The Next Big Thing

Desde a introdução do primeiro PC a tecnologia passou por grandes transformações. Hoje chegamos a um ponto de maturidade, no qual poucas coisas realmente empolgantes aparecem nos anúncios de grandes empresas.

Porém, uma novidade está prestes a mudar radicalmente o mundo onde vivemos. Essa novidade não está sendo tratada como uma nova feature, mas sim como uma das últimas grandes invenções da humanidade. Papo de doido, né? Mas dá o play que a gente explica.

O melhor jogador de Go do mundo é a inteligência artificial do Google

via Tecnoblog

Sistema de IA do Google volta a derrotar melhor jogador de Go do mundo

Essa foi a segunda vitória do AlphaGo, da DeepMind, contra o jogador chinês Ke Jie, prodígio chinês de 19 anos.

O programa de inteligência artificial do DeepMind, do Google, o AlphaGO, ganhou mais uma partida do jogo de tabuleiro Go contra o jogador número 1 do mundo, o prodígio chinês Ke Jie, nesta quinta-feira, 25/5. 

Essa foi a segunda vitória do Alpha Go contra Jie – a primeira tinha acontecido na terça-feira, 23/5. Com isso, o sistema do Google assegura que vencerá a disputa já que só há mais uma rodada a ser disputada no sábado, 27/5.

“Durante os 100 primeiros movimentos, foi o mais apertado que já vimos alguém jogando contra a versão Master do AlphaGo”, afirmou o CEO da DeepMind, Demis Hassabis.

Segundo Ke, que tem apenas 19 anos de idade, essa partida foi diferente da primeira. “O AlphaGo realizou alguns movimentos que eram opostos a minha visão sobre como maximisar a possibilidade de vencer. Também pensei que estivesse muito perto de ganhar o jogo no meio, mas talvez não fosse isso que o AlphaGo estivesse pensando.”

Essa não é a primeira vitória marcante do AlphaGo contra jogadores humanos importantes no jogo de tabuleiro. Há pouco mais de um ano, o sistema do Google venceu o lendário jogador coreano Lee Se-dol em cinco rodadas por um placar de 4 x 1. A disputa entre o AlphaGo e Ke Jie nesta semana acontece dentro do evento Future of Go Summit, em Wuzhen, na China.

via IDG Now!

IA do Google vence partida de Go contra o melhor jogador do mundo

Go

A inteligência artificial da Google, a AlphaGo, conquistou sua primeira vitória no jogo de tabuleiro Go contra o melhor jogador do mundo. O confronto ocorreu nesta terça-feira (23), no evento Future of Go Summit, na China, contando com a participação de Ke Jie — líder atual do ranking global do jogo.

A AlphaGo venceu o jogador profissional com apenas meio ponto de diferença, ou seja, a menor margem de vantagem possível no jogo. As próximas partidas estão agendadas para essa quinta-feira (25) e, a última, para sábado (27). Em coletiva, Demis Hassabis, líder e cofundador do projeto de IA DeepMind, elogiou a performance do pródígio de 19 anos Ke Jie: "Foi um ótimo jogo e levou a AlphaGo aos seus limites".

Essa não é a primeira grande vitória conquistada pela inteligência artificial, que, em janeiro, ganhou uma série de 60 partidas online contra diversos jogadores profissionais de Go, inclusive, com a participação de Ke Jie. Na ocasião, a IA ainda não tinha recebido o aprimoramento em sua arquitetura, que melhorou o desempenho da máquina por meio de simulações de partidas contra si mesma, dispensando, assim, a necessidade da análise de partidas realizadas por humanos.

Principais objetivos do projeto de IA

O projeto de inteligência artificial tem como principal objetivo o incentivo de investimentos na área. Além disso, a AlphaGo pode ser uma possível porta de entrada da Google na China, levando em consideração que, em território chinês, não possível acessar serviços como o Gmail ou até mesmo realizar uma busca no Google, devido a restrições impostas pelo governo do país.

Future of Go Summit

Além de ser palco das partidas entre a AlphaGo e Ke Jie, o evento Future of Go Summit conta com outras apresentações e palestras, que testarão a IA em partidas em que os dois terão o auxílio da AlphaGo e por meio de uma partida de cinco jogadores profissionais de Go contra a inteligência artificial. Caso queira obter maiores informações a respeito da agenda do evento, acesse a página oficial da AlphaGo ou acompanhe as atualizações pelo Twitter.

Via: Gizmodo Brasil

via Canaltech

A melhor maneira de preparar cogumelos é no micro-ondas

Mario Bros já sabia disso há anos: comer cogumelos pode melhorar sua vida. E a ciência está aí para comprovar essa tese. Os alimentos são ricos em antioxidantes (que ajudam na preservação das células) e betaglucanos (que podem auxiliar no combate ao colesterol ruim e melhorar o sistema imunológico). Agora que você já sabe o que comer, pesquisadores da Fundação Espanhola de Ciência e Tecnologia dão a dica de como comer esse fungos da melhor maneira. E a resposta pode aparecer em um minutinho (e meio).

Os cientistas testaram quatro métodos de preparação de cogumelos. Parte dos alimentos foi fervida por 10 minutos em uma panela com água; outro montante foi frito em duas canecas de azeite por três minutos; um terceiro grupo foi grelhado por seis minutos a 100°C; e um último foi colocado, sem água, dentro de um micro-ondas de 1000 watts por um minuto e meio. Os resultaram apontaram que as duas últimas formas de preparo não só mantiveram as qualidades originais do alimento, como até as ampliaram.

De acordo com o estudo, publicado no periódico International Journal of Food Sciences and Nutrition, os cogumelos preparados na grelha e no micro-ondas aumentaram os níveis da atividade antioxidante, sem perder seu valor nutricional. Os alimentos fervidos, por outro lado, tiveram uma queda no número de antioxidantes, mas mostraram uma potência na quantidade de betaglucanos.  O único grupo que não apresentou nenhum tipo de melhora para o alimento foi, de fato, a comida frita – mostrou uma queda na antioxidação e nas proteínas dos cogumelos.

De acordo com os pesquisadores, o objetivo do estudo, no entanto, não é desestimular o consumo de cogumelos que não sejam grelhados ou aquecidos no micro-ondas. Pelo contrário, o objetivo é tentar otimizar as os benefícios de comer o que gosta (até por que o que realmente importa é o sabor – e o micro-ondas pode deixar o alimento borrachudo). “Não tem problema usar um pouco de óleo na grelha, por exemplo”, afirma Irene Roncero-Ramo, pesquisadora responsável pelo estudo. O shimeji do rodízio japonês está liberado. Bom apetite!

via Superinteressante

Inteligência Artificial do Google derrota melhor jogador de Go do mundo

Vitória apertada, por apenas meio ponto de diferença, aconteceu durante evento na China. Duelo ainda terá mais duas rodadas.


O programa de inteligência artificial do DeepMind do Google, o AlphaGO, ganhou a primeira de três rodadas do jogo de tabuleiro Go contra o jogador número 1 do mundo, Ke Jie, nesta terça-feira, 23/5. 

A vitória do AlphaGo foi por apenas meio ponto de diferença, uma marca do estilo de jogo do programa do DeepMind, que se importa mais com movimentos que lhe deem mais chances de vencer do que com o placar em si. 

“Foi um jogo incrível. Muito respeito por Ke Jie por fazer uma partida tão boa e empurrar o AlphaGo aos seus limites”, afirmou o CEO e cofundador do DeepMind, Demis Hassabis. 

“Penso que todos reconhecem que Ke Jie é o jogador humano mais forte”, afirmou o comentarista Michael Redmond sobre o prodígio chinês de apenas 19 anos de idade.

Essa não é a primeira vitória marcante do AlphaGo contra jogadores humanos importantes no jogo de tabuleiro. Há pouco mais de um ano, o sistema do Google venceu o lendário jogador coreano Lee Se-dol em cinco rodadas por um placar de 4 x 1.

A disputa entre o AlphaGo e Ke Jie nesta semana acontece dentro do evento Future of Go Summit, em Wuzhen, na China. O segundo jogo acontece na quarta-feira (horário dos EUA), enquanto que a terceira partida será realizada no sábado.

via IDG Now!

IA do Google vence melhor jogador de Go do mundo

O AlphaGo, computador do Google que vem derrotando jogadores experientes de Go, conseguiu mostrar seu poder mais uma vez nesta terça-feira (23): ele venceu a primeira partida contra Ke Jie, chinês de 19 anos que é nada menos que o atual jogador número um do mundo.

Ke Jie demonstrou ter estudado o comportamento da inteligência artificial do Google, desafiando o AlphaGo logo no começo da partida e jogando onde o computador gosta. Por isso, a margem foi bem apertada: depois de 289 movimentos, a máquina venceu o humano por apenas 0,5 ponto, a menor diferença possível.

Serão três partidas no total: a próxima será na quinta-feira (25), enquanto a final será no sábado (27). Todas acontecerão na China, onde o Google está promovendo um evento sobre Go e inteligência artificial. Por lá, o jogo é tão importante que os feitos do AlphaGo seriam transmitidos pela TV — no entanto, o governo chinês mandou censurar de última hora as transmissões na emissora estatal e em todos os sites chineses.

Como já explicamos, o Go é um jogo difícil para computadores, porque se baseia em um tabuleiro de 19×19 quadros com cerca de 10171 posições possíveis (o xadrez tem 1050) e 200 opções de jogadas por vez (contra 20 no xadrez). Isso torna quase impossível, com o poder computacional de hoje, criar um algoritmo eficiente do jeito tradicional, que analise todas as movimentações possíveis.

Por isso, o AlphaGo utiliza redes neurais artificiais para que o computador possa fazer “intuições”, como os jogadores humanos de Go. Ele toma decisões com base em processos já feitos, e aprende sozinho com novas partidas. No final das contas, é uma demonstração de como a inteligência artificial pode ser extremamente poderosa para resolver problemas relacionados ao clima ou doenças — não só para jogar Go.

IA do Google vence melhor jogador de Go do mundo

via Tecnoblog

IA da Google vence melhor jogador de GO do planeta em 1ª de melhor de 3

A inteligência artificial (IA) da Google especializada no esporte de tabuleiro GO venceu o primeiro confronto da série que acontece entre esta terça-feira (23) e sábado (27) no evento Future of Go Summit, na China. A AlphaGo demonstrou mais uma vez seu poder de processamento ao derrotar o coreano Ke Jie, em uma melhor de três contra o prodígio de 19 anos.

Ke Jie surpreendeu ao desafiar a AlphaGo onde ela gosta de atuar

E olha que Ke Jie lutou bravamente. Ele não só perdeu pela menor margem possível — de meio ponto — como mostrou ter estudado bastante a máquina da companhia de Mountain View: ele surpreendeu a todos ao desafiar a adversária em uma invasão de 3-3 pontos, justamente porque sabe que ela tem um bom desempenho nesse território.

O líder do projeto de IA DeepMind, Demis Hassabis, não somente elogiou bastante a atitude e a performance do humano como também adiantou que o alto nível da partida enaltece ainda mais os avanços da AlphaGo. “Acho que foi uma partida maravilhosa. Temos muito respeito ao Ke Jie por te feito um jogo tão bom e levado a AlphaGo aos seus limites”, disse em conferência, segundo o The Verge.

Próximas partidas

O Future of Go Summit é realizado pela Google, em parceria a Chinese Go Association o governo de Wuzhen. Além da competição, o evento reúne painéis e palestras sobre a modalidade e inteligência artificial e máquina de aprendizado.

AlphaGo vai enfrentar equipe com cinco humanos na partida de sexta (26)

Na quinta-feira (25), Ke Jie terá mais um confronto com a AlphaGo e na sexta (26) a máquina da Gigante das Buscas terá seu maior desafio até agora: duas partidas simultâneas, contra Gu Li e Lian Xiao, e outra com uma equipe de cinco competidores — Chen Yaoye, Zhou Ruiyang. Mi Yuting, Shie Yue e Tang Weixing.

No sábado (27) acontece o último encontro desta edição entre a IA e Ke Jie. O primeiro embate foi todo registrado e está disponível abaixo para quem quiser acompanhar como foi:

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