Google investiga relatos de problemas com o áudio do Pixel 2

Depois de investigar problema de "tela fantasma" no Pixel 2, agora a Google está investigando um outro problema relatado em seu flagship, referente a ruídos estranhos emitidos quando o aparelho é desbloqueado, mais ou menos como o tique de um relógio. Alguns usuários do Pixel 2 XL relataram o mesmo.

De acordo com o relato de um usuário, o problema não acontece quando a tela está desligada ou ligada, surgindo na hora do desbloqueio, caso o usuário o faça com o smartphone colado no ouvido. Alguns usuários informaram que o problema é reduzido ao desligar o recurso NFC, mas não desaparecendo completamente.

A gigante ainda não fez uma declaração oficial sobre os problemas relatados por quem já se apressou para adquirir seu Pixel 2, mas, segundo um funcionário da companhia, a Google já estaria pesquisando relatos dos usuários e investigando a origem do problema. Ainda assim, esse mesmo funcionário disse que a quantidade de usuários que estão passando por essa dificuldade é bastante pequena, assegurando, também, que o defeito não afeta o desempenho do dispositivo.

via Canaltech

Google investiga relatos sobre problemas na tela OLED do Pixel 2 XL

Este mês, o Google anunciou dois novos smartphones: o Pixel 2 usa um painel AMOLED da Samsung, enquanto o Pixel 2 XL tem um display P-OLED da LG. Algumas pessoas notaram um problema de imagem no modelo maior, que o Google está “investigando ativamente”.

Alex Dobie, do Android Central, usou o Pixel 2 XL durante apenas uma semana e percebeu que os botões Voltar/Home/Multitarefa deixam um contorno na parte inferior da tela P-OLED.

O que está acontecendo aqui? Há duas possibilidades: uma delas é o burn-in, quando uma parte da tela fica com um “fantasma” após exibir a mesma imagem por muito tempo — como a barra de navegação ou o relógio. Isso geralmente afeta painéis OLED, e leva alguns meses para aparecer.

Outra possibilidade é a retenção de imagem, ou “ghosting”. Isso geralmente acontece em painéis LCD, e pode ocorrer com qualquer elemento visual (como botões ou ícones) se ele permanecer estático por um bom tempo. Felizmente, trata-se de algo temporário, que desaparece sozinho após pouco tempo.

Em comunicado, o Google diz:

A tela do Pixel 2 XL foi projetada com uma avançada tecnologia P-OLED, incluindo resolução QHD+, ampla gama de cores, e alta taxa de contraste para cores e renderizações naturais e bonitas. Nós passamos todos os nossos produtos por extensos testes de qualidade antes do lançamento e na fabricação de cada unidade. Nós estamos investigando ativamente esse relato.

O Pixel 2 XL também sofreu outras críticas por causa da tela: suas cores são pouco vibrantes, algo que o Google promete resolver em uma atualização futura. Além disso, é possível notar uma tonalidade azul quando você visualiza a tela em um ângulo suficientemente grande.

No Galaxy S8, o botão virtual Home se move para evitar burn-in na tela. O Pixel 2, com tela fabricada pela Samsung, parece não ter problemas de retenção de imagem.

Com informações: Android Central, The Verge, Engadget.

Google investiga relatos sobre problemas na tela OLED do Pixel 2 XL

via Tecnoblog

Google investiga problema de tela fantasma do Pixel 2 XL

Durante este último final de semana, algumas pessoas que já estão com o Pixel 2 XL relataram problemas na tela do aparelho. Embora já houvesse alguns casos recentes de mau funcionamento do display do aparelho, desta vez a falha está deixando os smartphones com a tela queimada – ou com efeito fantasma, caso prefira.

O primeiro registro do problema foi publicado no Twitter por Alex Dobie, do site Android Central. Ele mostrou uma foto de seu Pixel 2 XL, que passou a exibir a cor cinza na região afetada da tela, além de leves sombras dos comandos inferiores do Android. Após isso, várias pessoas também se manifestaram, confirmando que o incidente não foi uma particularidade no aparelho testado por Dobie.

Telas queimadas não são problemas tão raros em equipamentos tecnológicos, porém é preciso considerar que os problemas no Pixel 2 XL estão ocorrendo depois de apenas algumas semanas de uso e não estão sendo causadas por acidentes ou quedas do dispositivo móvel.

Para tentar esclarecer esta questão, o Verge entrou em contato com a Google e obteve a seguinte resposta:

"A tela Pixel 2 XL foi projetada com uma avançada tecnologia POLED, incluindo a resolução QHD+, ampla gama de cores e alta relação de contraste para cores e renderizações naturais e bonitas. Nós colocamos todos os nossos produtos em testes de qualidade extensiva antes do lançamento e fabricação de cada unidade. Nós estamos investigando ativamente esse relatório."

via Canaltech

Investigação de estupro contra Julian Assange é arquivada

Uma das fases mais conturbadas da vida de Julian Assange está um pouco mais perto do fim. Em 2010, o fundador da Wikileaks foi acusado de estupro por uma mulher sueca, o que o fez buscar asilo — ele está na embaixada do Equador em Londres desde 2012. Nesta sexta-feira (19), porém, o Ministério Público da Suécia arquivou o processo contra ele.

Assange sempre se declarou inocente das acusações, mas se recusou a se apresentar às autoridades suecas para prestar esclarecimentos pelo temor de a investigação ser uma armadilha que o faria ser extraditado para os Estados Unidos, onde ele seria julgado pela disponibilização dos documentos do governo na Wikileaks.

Julian Assange

Julian Assange

O medo de extradição não é desmedido. Depois da última grande leva de vazamentos — o projeto Vault 7 —, o secretário de Justiça dos Estados Unidos, Jeff Sessions, declarou publicamente que a prisão de Assange é uma prioridade.

Apesar disso, Assange tratou de se defender da acusação de estupro. Em novembro de 2015, integrantes do Ministério Público da Suécia foram até a embaixada do Equador em Londres para interrogá-lo. Na ocasião, Julian Assange alegou que a relação sexual que ele teve com a mulher sueca foi totalmente consensual.

Mas o depoimento, por si só, não serviu para inocentar Assange. O Ministério Público da Suécia só decidiu arquivar o processo porque a permanência do fundador da Wikileaks na embaixada do Equador impede a continuidade da investigação. O processo pode ser reaberto se Julian Assange votar à Suécia até 2020.

A promotoria explicou que é obrigada pelas leis da Suécia a descontinuar o caso se todos os recursos inerentes à investigação forem esgotados. É o que aconteceu. Dadas as circunstâncias, o trabalho só pode continuar se a embaixada do Equador colaborar diretamente com as autoridades suecas, o que claramente não irá acontecer.

Julian Assange comemorou no Twitter, inclusive publicando uma foto. Mas o arquivamento do processo não significa que agora ele pode sair em segurança da embaixada. A polícia britânica já avisou que ainda tem uma ordem de prisão contra Assange por conta do não comparecimento dele a uma audiência em um tribunal do Reino Unido em 2012.

“Detido por sete anos sem razão enquanto meus filhos cresciam e meu nome era caluniado. Eu não perdoo e nem esqueço.”

O governo do Equador espera que o Reino Unido conceda um salvo-conduto que permita a Assange se dirigir ao aeroporto e sair do país. Assim, ele poderá usufruir de seu asilo em solo equatoriano. Mas vai ser difícil: as autoridades norte-americanas já enfatizaram que querem deter Assange — o Reino Unido não é de contrariar os Estados Unidos.

Investigação de estupro contra Julian Assange é arquivada

via Tecnoblog

Suécia abandona investigação por estupro contra Julian Assange

No entanto, autoridades inglesas dizem que criador do WikiLeaks ainda pode ser preso caso deixe a embaixada do Equador em Londres.


Procuradores da Suécia anunciaram nesta sexta-feira, 19/5, que decidiram arquivar uma investigação por acusações de estupro contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange. A investigação foi iniciada em 2010, quando duas mulheres acusaram o jornalista de 45 anos, que alega que as acusações eram apenas um pretexto para extraditá-lo para os EUA.

“A procuradora-chefe Marianne Ny decidiu hoje descontinuar a investigação preliminar sobre um suposto caso de estupro ligado a Julian Assange”, afirmou o escritório da procuradoria sueca em um comunicado enviado à Reuters.

Segundo a agência de notícias, os procuradores decidiram derrubar a investigação contra Assange porque “não há razão para acreditar que a decisão de entregá-lo (Assange) para a Suécia possa ser executada em um futuro próximo”.

Assange, que desde 2012 vive exilado na embaixada do Equador em Londres, comemorou a notícia sobre o fim das investigação com um post no Twitter que traz uma foto sua sorrindo (veja acima). No entanto, as autoridades da Inglaterra afirmaram que o criador do WikiLeaks ainda pode ser preso caso saia da embaixada do Equador na capital inglesa.

 

via IDG Now!

Ministério Público da Suécia arquiva investigação contra Julian Assange

O fundador do WikiLeaks Julian Assange amanheceu nesta sexta-feira (19) com uma excelência notícia: o Ministério Público da Suécia optou por interromper a investigação de estupro contra ele. A decisão foi tomada pela promotora pública Marianne Ny, que já protocolou pedido junto ao Tribunal Distrital de Estocolmo.

Pelo Twitter, o ciberativista australiano postou uma foto comemorando o fato. O advogado de Assange, Per Samuelson, celebrou o arquivamento como uma “vitória total”. Entretano, a promotora sueca afirma que o caso ainda pode ser reaberto caso Assange retorne à Suécia antes de 2020, quando o crime prescreve.

As autoridades suecas justificam a interrupção das investigações afirmando que não há mais elementos para levá-la adiante. “Um promotor é obrigado a descontinuar a investigação se todas as possibilidades forem esgotadas”, afirmou a promotoria em nota. “Para que o caso siga, Julian Assange precisa ser notificado formalmente sobre as suspeitas criminais que o envolvem. Não esperamos colaboração do Equador nessa questão”, conclui.

A citação ao Equador vem do fato de Assange estar asilado na embaixada do país sul-americano em Londres desde 2012. Apesar da suspensão das investigações pelas autoridades da Suécia, o ciberativista ainda pode ser preso pelo Reino Unido. O país europeu mantém um mandado de prisão expedido em nome do criador do WikiLeaks devido à ausência de Assange a uma audiência na Corte do Reino Unido há cinco anos.

Entenda o caso

Julian Assange foi acusado por uma mulher sueca de ter mantido com ela uma relação sexual desprotegida enquanto ela dormia na noite de 16 para 17 de agosto de 2010. Assange se defende afirmando que ela consentiu a relação e também concordou em não usar preservativo. Desde então, o australiano denuncia as acusações contra ele como uma manobra para extraditá-lo aos EUA, onde seria processado pelo vazamento de documentos diplomáticos e militares sigilosos.

Em 2010, Assange ganhou notoriedade ao colocar no ar o WikiLeaks, site por meio do qual revelou mais de 500 mil documentos classificados sobre a atuação dos EUA durante as invasões ao Iraque e ao Afeganistão. Além disso, a página publicou também mais de 250 mil comunicações diplomáticas, colaborando para revelar, por exemplo, atos de espionagem por parte do governo do país norte-americano a várias autoridades de outras nacionalidades.

Após a divulgação de que a investigação de estupro foi arquivada, a advogada da denunciante afirmou ser “um escândalo que um suposto estuprador possa escapar da justiça e evitar assim os tribunais.” A profissional informou que a sua cliente vai manter a acusação contra o ciberativista.

via Novidades do TecMundo

Justiça da Suécia arquiva investigações contra Julian Assange

Julian Assange

Depois de cinco anos escondido dentro da Embaixada do Equador em Londres, o criador do WikiLeaks, Julian Assange, finalmente tem sua primeira grande conquista. A Justiça sueca anunciou que a investigação sobre um suposto caso de estupro do qual Assange é acusado será suspensa. Apesar da vitória, ele ainda não pode deixar o prédio equatoriano, uma vez que a polícia britânica ainda tem um mandado de prisão vigente.

Ainda assim, o simples fato de a acusação ter sido arquivada já pode ser considerado um enorme avanço para Assange, que vive desde 2012 enclausurado dentro da embaixada para evitar uma prisão que ele julga ser muito mais política do que civil. Segundo ele, a acusação de estupro é apenas um pretexto criado para que ele pudesse ser preso e extraditado para os Estados Unidos, onde responderia por seu real “crime”: ter divulgado mais de 750 mil documentos e comunicações oficiais do país, incluindo de operações militares no Iraque e Afeganistão.

De acordo com o advogado do criador do WikiLeaks, Per Samuelson, o arquivamento é uma vitória total sobre o caso. Os detalhes sobre a decisão da promotora sueca Marianne Ny serão divulgados futuramente. A Justiça do país vai realizar uma coletiva de imprensa e deve trazer mais informações sobre o caso na ocasião.

Porém, isso não impede que o próprio Assange — e todos aqueles que sempre o apoiaram — festejassem a notícia. Em suas redes sociais, o australiano comemorou de maneira bastante simples. Ele usou seu perfil oficial no Twitter para divulgar uma única foto em que aparece sorrindo. Em compensação, o perfil do WikiLeaks levantou novas dúvidas sobre o futuro do caso, destacando que o governo do Reino Unido se recusa a confirmar ou negar se o pedido de extradição feito pelos Estados Unidos ainda é válido. Estando esse mandado vigente, Assange continua proibido de deixar o prédio da embaixada sob risco de ser preso e levado para os EUA.

Esta não é a única vitória dos “vazadores” nesta semana. Há dois dias, Chelsea Manning, responsável pela liberação dos documentos publicados pelo WikiLeaks, foi liberada após sete anos de prisão por traição. Condenada a 35 anos de cadeia, ela teve sua pena reduzida após um perdão presidencial assinado por Barack Obama em um de seus últimos atos comandando a Casa Branca.

 Via: The Next Web

via Canaltech

Uber pode ser alvo de investigação federal nos EUA

Segundo reportagem da Reuters, empresa teria recebido intimação da Justiça para revelar mais dados sobre a sua polêmica tecnologia “greyball”.


A Uber é alvo de uma investigação criminal por parte de promotores federais dos EUA pelo uso de um software secreto que ajudou a empresa a evitar autoridades em busca de corridas para investigar o serviço, segundo uma nova reportagem da Reuters.

A informação corresponde ao que foi publicado no mês passado pelo Departamento de Transporte de Portland, que afirmava que a cidade tinha sido notificada pelo procurador americano do Distrito da Califórnia sobre o fato do Uber ser alvo de uma investigação federal. A cidade está colaborando com o inquérito em andamento. 

Pouco após o New York Times revelar o uso da tecnologia chamada “greyball” em muitos países, em março deste ano, o Uber disse que iria proibir o uso dela com foco em evitar a ação de autoridades locais.

Em um post publicado em março, o diretor de segurança do Uber, Joe Sullivan, afirmou que a greyball tinha sido usada para diferentes objetivos, incluindo testar novos recursos com funcionários, promoções de marketing, prevenção de fraudes, proteção de parceiros contra danos físicos, e também evitar o uso do app de formas que violem os seus termos de serviço. 

O Uber foi intimado por um júri na Califórnia, com a intenção de encontrar documentos relacionados ao funcionamento da ferramenta e onde ela teria sido usada, sugerindo que uma investigação criminal está em progresso, conforme publicou a Reuters nesta quinta-feira, 4/5 – a agência cita duas pessoas próximas do assunto como fontes. 

Além de usar versões falsas do app, o Uber também utilizou outros métodos, incluindo usar tecnologia de mapas para criar cercas virtuais em torno de prédios governamentais e buscar por cartões emitidos pelo governo, revelou o Wall Street Journal.Até o fechamento da reportagem, o Uber não tinha se pronunciado sobre a suposta investigação federal nos EUA.

via IDG Now!

Presidente da Uber ordena ‘investigação urgente’ de acusações de assédio sexual

Uber hong kong

O presidente-executivo da Uber, Travis Kalanick, ordenou uma "investigação urgente" das denúncias de assédio sexual feitas por uma ex-funcionária. O executivo anunciou no domingo (19) que instruiu seu diretor de recursos humanos a investigar as acusações descritas em um blog por Susan Fowler, que trabalhou como engenheira na Uber de novembro de 2015 a dezembro de 2016.

Em uma longa postagem no blog, Susan Fowler disse que recebeu uma proposta sexual de um gerente logo no primeiro dia em que estava em sua equipe. O executivo usou o software de bate-papo da empresa para tentar "fazer com que eu fizesse sexo com ele", diz ela, que fez imagens da tela com as mensagens e as incluiu em seu relato ao RH da Uber.

No entanto, ao se queixar ao departamento de recursos humanos da companhia, Fowler foi informada de que o gerente não seria demitido e que ela poderia mudar para outra equipe, se desejasse. Segundo ela, a administração disse que "eles não se sentiriam confortáveis punindo-o pelo que provavelmente foi apenas um erro inocente de sua parte".

E, para piorar a situação da Uber, Fowler disse que outras mulheres que trabalham na empresa lhe disseram mais tarde que tiveram experiências semelhantes com o mesmo gerente, e foram informadas de que era a primeira vez que uma queixa tinha sido feita contra ele.

"Nós procuramos fazer da Uber um local de trabalho justo e não pode haver absolutamente nenhum lugar para esse tipo de comportamento na empresa – e qualquer um que se comporte assim ou pensa que isso está OK será demitido", disse o presidente da companhia no domingo.

Fonte: Financial Times

via Canaltech