Vivo Easy aumenta franquia de internet e traz opção de ligações ilimitadas

O plano Vivo Easy, 100% controlado através de um aplicativo com pagamento via cartão de crédito, passará por mudanças a partir de novembro. Clientes estão sendo informados através de uma notificação no app.

A partir de 12 de novembro, o valor mensal sobe de R$ 49,99 para R$ 59,99, e a franquia de internet vai para 4 GB (antes era de 3 GB). Você ainda terá SMS ilimitado e ligações irrestritas para telefones Vivo. Além disso, será possível contratar um pacote mensal com minutos ilimitados em ligações para qualquer operadora por mais R$ 9,99.

Mesmo com o aumento da mensalidade, é justo dizer que o Vivo Easy ficou melhor: um pacote adicional de 1 GB válido por 7 dias custa R$ 14,99, enquanto o novo plano traz 1 GB a mais por R$ 10. Além disso, quem quisesse ligações para outras operadoras podia comprar um pacote mensal com apenas 20 minutos por R$ 9,99.

Com a mudança, o Vivo Easy se torna muito mais atrativo que outros planos da empresa. Um plano controle com 3,5 GB e 120 minutos locais para outras operadoras custa R$ 79,99. O plano de entrada do Vivo Pós, com 4 GB de internet e minutos ilimitados para qualquer operadora local, sai por R$ 99; enquanto o Vivo Easy com 4 GB e ligações ilimitadas sairia a R$ 69,98.

Na concorrência, é possível encontrar planos controle com ligações ilimitadas para outras operadoras e 3 GB de internet por cerca de R$ 50. Quem tem o melhor custo-benefício nessa melhor categoria de preços é a Claro, com o pacote semanal de 2 GB: ao todo, são 8 GB por mês e ligações ilimitadas para qualquer operadora custando R$ 14,90 por semana – menos de R$ 60, considerando que um mês possui quatro semanas.

Os valores e franquias mencionados no post são referentes a São Paulo (DDD 11).

Vivo Easy aumenta franquia de internet e traz opção de ligações ilimitadas

via Tecnoblog

Novos estudos defendem que a franquia de dados na internet fixa precisa ser aplicada no Brasil

A tão polêmica aplicação de uma possível franquia de dados na internet fixa levantou inúmeros debates e algumas declarações no mínimo estranhas, como o ex-presidente da Anatel, João Rezende, que chegou a culpar os usuários de jogos online pelo alto consumo de banda e que as operadoras acost…

via Hardware.com.br

Latam Brasil terá internet em voos a partir de 2018

A Latam Brasil anunciou nesta terça-feira (24) que passará a oferecer conexão com a internet sem fio em seus voos realizados dentro do Brasil e para outros latino-americanos a partir do primeiro trimestre de 2018. A instalação da infraestrutura par ao Wi-Fi será gradual e chegará a toda frota da empresa até o fim de junho de 2019.

A companhia aérea pretende oferecer pacotes de acesso para diferentes necessidades dos seus passageiros, com opções básicas para quem quer apenas navegar na web e outras avançadas para a utilização de serviços de streaming de música e vídeo. O serviço será cobrado e os clientes pagarão apenas em caso de utilização, com pacotes vendidos separadamente.

A conexão sem fio com a internet vem integrar a plataforma Latam Entertainment, responsável por oferecer aos passageiros filmes e seriados em um app da própria companhia que pode ser instalado em tablets e smartphones. O Brasil será o primeiro país latino-americano a receber o Wi-Fi da Latam, mas a novidade será levada para outras localidades em que a empresa atua.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Latam Brasil terá internet em voos a partir de 2018

A Latam Brasil anunciou nesta terça-feira (24) que passará a oferecer conexão com a internet sem fio em seus voos realizados dentro do Brasil e para outros latino-americanos a partir do primeiro trimestre de 2018. A instalação da infraestrutura par ao Wi-Fi será gradual e chegará a toda frota da empresa até o fim de junho de 2019.

A companhia aérea pretende oferecer pacotes de acesso para diferentes necessidades dos seus passageiros, com opções básicas para quem quer apenas navegar na web e outras avançadas para a utilização de serviços de streaming de música e vídeo. O serviço será cobrado e os clientes pagarão apenas em caso de utilização, com pacotes vendidos separadamente.

A conexão sem fio com a internet vem integrar a plataforma Latam Entertainment, responsável por oferecer aos passageiros filmes e seriados em um app da própria companhia que pode ser instalado em tablets e smartphones. O Brasil será o primeiro país latino-americano a receber o Wi-Fi da Latam, mas a novidade será levada para outras localidades em que a empresa atua.

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Alphabet leva balões de internet do Projeto Loon a Porto Rico

Segundo companhia, é primeira vez que o projeto utiliza algoritmos para manter os balões agrupados sobre a ilha devastada pelo furacão Maria

via IDG Now!

Empresas e governo discutem impostos e segurança da Internet das Coisas

Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT) ainda não se estabeleceu da forma como muitos analistas projetavam há alguns anos, mas já é uma realidade em vários países, conectando casas e carros inteligentes a dispositivos móveis e vestíveis, por exemplo. O Brasil ainda engatinha nessa direção e pode demorar muito tempo para contar com as novidades tecnológicas devido aos altos impostos praticados e à falta de segurança de dados no setor. 

Em recente audiência com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, presidentes das prestadoras de serviços de telecomunicações destacaram que é preciso rever, com urgência, a tributação dos dispositivos e serviços do ecossistema de IoT. Para eles, é preciso zerar as alíquotas do Fundo de Fiscalização das Telecomunicaçoes (Fistel), Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) e Contribuição para Fomento da Radiodifusão Pública (CFRP) dos gadgets.

Internet das Coisas Brasil

Sobre a receita ainda incidem ICMS, PIS e COFINS e outras contribuições e taxas, como Fust e Funttel, que podem encarecer ainda mais os produtos — e consequentemente barrar a popularização dos mesmos.

Causas das barreiras tributárias

A análise das empresas de telecomunicações apresentada ao ministro Meirelles baseia-se em dois estudos que mostram o quanto a carga tributária pode atrasar ou até mesmo impedir o avanço da IoT no Brasil.

Empresas acreditam que investimentos no setor possam chegar a R$ 206 bilhões até 2025

O primeiro, da Consultoria Teleco, reforça as críticas ao atual sistema tributário. O segundo, da Consultoria Tendências, aponta que o setor da IoT pode alcançar investimentos de R$ 206 bilhões, com crescimento estimado em 2 pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB) e geração de 830 a 1,16 milhão de empregos até 2025.

Ambas destacam valores para o funcionamento do sistema por aqui. Com a atual legislação, é necessário pagar pela instalação R$ 5,68 pela Taxa de Fiscalização da Instalação, mais R$ 1,34 de Contribuição para o Fomento de Radiodifusão Pública e outros R$ 4,13 de Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica (Condecine), somando R$ 11,15.

O levantamento simulou a receita de um dispositivo da IoT:

Internet das Coisas BrasilSimulação sobre a receita de um dispositivo de Internet das Coisas instalado com a atual carga tributária no Brasil

Ou seja, para que a possibilidade de casas, ambientes ou até cidades inteligentes se tornem realidade por aqui é preciso rever os impostos — especialmente na aplicação comercial, na indústria e nos agronegócios.

O que diz o governo

Para administração pública a previsão de aporte na economia com a chegada da IoT no Brasil é mais modesta, de no mínimo R$ 5 bilhões mas não tão otimista a ponto de encostar nos R$ 206 bilhões. Contudo, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) concorda que a tendência é de crescimento e a expectativa é de que as novas tecnologias desse setor gerem entre US$ 4 trilhões (algo perto dos R$ 13 trilhões) e US$ 11 trilhões (cerca de R$ 36 trilhões) à economia global, com 40% desse valor concentrado em países emergentes, como o nosso.

Governo acha que IoT pode gerar a partir de R$ 5 bilhões até 2025, mas não é tão otimista para acreditar que chegue aos R$ 206 bilhões

O governo ainda não fala sobre a redução de taxas, mas pesquisa do MCTIC em 10 ambientes de implantação — como fábricas, cidades, domicílios, dispositivos vestíveis, varejo, entre outros — concluiu que a IoT deve ser adotada principalmente na manufatura em áreas rurais, em cidades populosas e nas áreas da saúde e segurança.

Internet das Coisas

As barreiras tributárias devem ser vencidas para que o Estado trabalhe em proximidade com as empresas de telecomunicação. Segundo estudo da TIC Domicílios em 2015, 57,8% das residências apresentaram acesso à Internet, percentual que cai nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, assim como em lares das periferias das cidades. Para que os serviços sejam implementados, esses números devem aumentar.

Segurança de dados pessoais

Outro dado preocupante relacionado à implantação da IoT no Brasil fica com relação a segurança de informações, já que a oferta de serviços de vigilâncias em residências e vestuários inteligentes demandam dados sensíveis dos usuários — assim como os smartphones ou outros dispositivos já exigem atualmente. E, por incrível que pareça, ainda não há uma lei sobre o assunto no País.

Por incrível que pareça, ainda não há lei específica para proteção de dados dos usuários no Brasil

A Câmara dos Deputados criou uma comissão especial para analisar o Projeto de Lei 5.276/2016, que dispõe sobre o tema, mas mesmo depois de audiências e consultas realizadas em 2015 e 2016, os trabalhos ainda não avançaram. Segundo o secretário do MCTIC, Maximiliano Martinhão, “o documento é muito claro ao dizer que, se não houver a edição de uma lei de proteção de dados no Brasil, permanecerá no país uma insegurança jurídica, diante de uma diversidade de interpretações que se possa ter sobre a proteção de dados, a partir de um conjunto de legislações”.

Segurança de dados

A Lei de Acesso à Informação e o Marco Civil da Internet até trata do tema, mas não detalham como deve ser regulamentado ou qual órgão vai regular a proteção dos consumidores. Sobre isso, antecipou defender que o órgão seja colegiado, para que os diversos setores participem do processo.

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via Novidades do TecMundo

Que tal ler a tese de doutorado de Stephen Hawking na íntegra pela internet?

Stephen Hawking é detentor de uma das mentes mais brilhantes da história da humanidade. O físico teórico e cosmólogo britânico obteve seu doutorado em cosmologia em 1966, na Trinity Hall, em Cambridge, sob o tema "Propriedades dos universos em expansão" e, depois disso, tornou-se pesquisador e professor. E, agora, a universidade decidiu disponibilizar a tese de Hawking na íntegra e gratuitamente pela internet.

Começando com a frase "algumas implicações e consequências da expansão do universo examinadas", o resumo da tese de doutorado de Hawking já dá indícios do peso que essa obra teria logo após sua publicação, ainda mais na década de 1960. A leitura, que não é leve para leigos, mergulha em alguns tópicos cosmológicos que seguem em debate até os dias atuais, com referências à teoria de Hoyle-Narlikar sobre a gravitação e "perturbações de um universo expansível espacialmente isotrópico e homogêneo".

O autor deu a devida permissão à universidade para que o documento fosse disponibilizado dessa maneira, declarando que "é maravilhoso ouvir quantas pessoas já mostraram interesse em baixar minha tese, e espero que não fiquem desapontadas agora que finalmente tenham acesso a ela", com um tom de bom humor.

Com essa atitude, Cambridge e Hawking esperam que o livre acesso à tese do cientista acabe incentivando outras instituições e autores a também disponibilizar seu trabalho. "Qualquer um, em qualquer lugar do mundo, deve ter acesso livre e sem obstáculos não apenas à minha pesquisa, mas a pesquisas de todas as grandes e inquisitivas ideias em todo o espectro da compreensão humana", declarou o cientista.

via Canaltech

Entidade culpa concessionárias de energia por Internet cara no Brasil

Presidente da InternetSul, diz que preço cobrado aos provedores pelo aluguel de postes para passagem de cabos e equipamentos de infraestrutura é abusivo

via IDG Now!

Falência da Oi pode deixar mais de 2 mil cidades sem internet ou telefone

De acordo com informações de um levantamento oficial do governo federal obtido pelo jornal O Globo, uma eventual falência da Oi pode deixar 2.051 municípios brasileiros sem telecomunicações, isto é, sem internet ou telefone. Nessas cidades, a Oi não tem concorrentes atuando ou as adversárias alugam a infraestrutura da empresa para fornecer serviço a seus clientes.

De acordo com o levantamento, esse possível apagão nas telecomunicações pode afetar 46 milhões de linhas de telefone celular, 14 milhões de fixos e também 5 milhões de acessos à internet via cabo em todo o país. Segundo o jornal, o documento reflete a preocupação do governo com a possível falência da Oi e seus impactos no setor de telecomunicações. Isso porque todas operadoras brasileiras dependem da Oi em algum grau, seja alugando pequenas ou grandes partes da sua infraestrutura para atender todos ou parte de seus clientes em determinadas localidades do Brasil.

Como a Oi chegou a esse ponto

Desde de junho do ano passado, a Oi está passando por recuperação judicial, processo que prevê a interferência da justiça brasileira em uma empresa a pedido dela mesma para elaboração de um plano de recuperação. Com isso, as dívidas são renegociadas, e a companhia tem a oportunidade de pagá-las sem sofrer juros excessivos ou ter que vender todos os seus ativos. Em outras palavras, ela não entra em falência, mas continua funcionando para pagar o que deve sem de fato dar lucro aos investidores.

Espera-se que um novo plano de recuperação seja confeccionado ainda em novembro

O problema é que os representantes da Oi não conseguem se entender com os representantes da justiça para a elaboração de um plano de recuperação. Por isso, a Advocacia Geral da União vai interferir no processo junto com a Anatel (maior credora da Oi) para encontrar uma solução para o problema. Espera-se que um novo plano de recuperação seja confeccionado ainda em novembro, mas não há uma previsão para uma possível aprovação.

A Oi deve R$ 64 bilhões e se tornou a empresa brasileira com a maior dívida da história do país. Uma operadora chinesa teria entrado na equação nos últimos meses se oferecendo a comprar o segmento de telefonia móvel da Oi para começar suas operações no Brasil. Contudo, não se sabe se o negócio foi para frente ou está travado.

Origem do rombo

Os problemas bilionários da Oi começaram quando a empresa comprou a operadora Brasil Telecom em 2010 e, posteriormente, descobriu que a companhia tinha uma dívida gigantesca. Em 2014, a Oi tentou fazer uma fusão com a Portugal Telecom, mas depois de ter finalizado o negócio, descobriu novamente que a parceira tinha outra dívida enorme, mas agora em euros.

Com o passar do tempo, a dívida acumulada aumentou, e a companhia pediu recuperação judicial em 2016. Em outras palavras, as aquisições da Oi nos últimos anos foram muito mal pensadas pela sua presidência, o que foi ainda mais agravado por envolvimento político na companhia.

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Empresas de tecnologia se unem para tornar Internet das Coisas mais segura

Não há como negar que, por maior que seja o potencial da Internet das Coisas, essa é uma daquelas tecnologias que simplesmente não está vingando no mercado. O motivo é um só: os sistemas usados nessas plataformas são pouquíssimo seguros, deixando sua privacidade em risco (e isso para falar o mínimo).

A famosa fabricante de chips ARM, no entanto, quer mudar esse quadro. Assim, unindo-se a várias outras empresas de tecnologia – incluindo Google, Cisco, Symantec, Azure e Vodafone –, a companhia lançou o Platform Security Architecture (PSA), um framework para dispositivos IoT focado na segurança. Você pode conferir a lista completa na imagem logo abaixo:

Lista de empresas parceiras

Vale notar que o principal componente usado no PSA é o “Firmware-M”, uma referência em código aberto para sistemas Armv8-M que a companhia deve trazer no começo de 2018. Não limitada a isso, a plataforma também deve oferecer modelos de ameaça, análises de segurança e especificações de arquitetura de hardware e firmware para auxiliar os desenvolvedores da plataforma.

Isso tudo leva a uma pergunta óbvia: será que isso vai ser suficiente para tornar os aparelhos IoT realmente mais seguros? E será que o público ainda vai se arriscar a tentar usar essas tecnologias? Infelizmente, não temos como saber por enquanto, mas torçamos que a resposta para ambas seja “sim”.

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