Consultoria envolvida no escândalo do Facebook planejava lançar criptomoeda

Planos da Cambridge Analytica incluíam criação de um token virtual para que pessoas vendessem seus dados e lucrassem com isso


A mesma consultoria Cambridge Analytica (CA), envolvida em um escândalo de privacidade após coletar informações de cerca de 87 milhões de usuários do Facebook, tinha planos de monetizar dados pessoais de uma forma, digamos, mais moderna: por meio de uma nova criptomoeda. 

A ideia era lançar um ICO (Initial Coin Offering, ou oferta inicial da moeda) e criar um token virtual para permitir que as pessoas vendessem seus dados e lucrassem com isso. Aparentemente, os planos foram prejudicados pela recente polêmica em que suas ações de coleta de dados foram expostas.

A CA já afirmou ter projetos para desenvolver uma plataforma blockchain que “dará aos usuários controle sobre suas próprias informações”. Como uma espécie de recompensa por informações.

Segundo o The New York Times, a revelação vem da ex-funcionária da CA, Brittany Kaiser, que deixou a empresa em fevereiro. Ela também afirmou recentemente que a CA usou mais de um questionário no Facebook para coletar dados e que o número de pessoas que a empresa analisou é bem maior do que o total de 87 milhões estimado.

Relação com a Dragon Coin

Kaiser estava encarregada diretamente disso e diz ter oferecido seus serviços a inúmeras empresas que operam moedas virtuais. A companhia teria trabalhado com a Dragon Coin, uma criptomoeda destinada a entusiastas dos jogo de azar na ilha de Macau.

É possível que a CA tenha tido negociações mais obscuras com os dados das pessoas que ainda não se sabe. As declarações de Kaiser podem gerar novos depoimentos e encorajar mais funcionários e ex-funcionários a revelarem o que aconteceu atrás de portas fechadas.

A Cambridge Analytica foi contratada para trabalhar na campanha do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes das eleições americanas, no pleito de 2016. A CA também estava envolvida na Europa, durante o referendo Brexit, que aconteceu no mesmo ano.

 

via IDG Now!

Qualcomm anuncia demissão de 1,5 mil funcionários para reduzir custos

Decisão faria parte do cumprimento do compromisso com investidores de reduzir custos em US$ 1 bilhão; Califórnia representa a maior parte dos cortes


A Qualcomm iniciou um processo de redução da sua força de trabalho que deve culminar com o corte de 1,5 mil empregos na Califórnia (EUA). A decisão faz parte do cumprimento do compromisso com investidores de reduzir custos em US$ 1 bilhão, segundo informações da Bloomberg.

A Califórnia representa a maior parte dos cortes, mas outras posições devem ser eliminadas globalmente. A companhia emprega um total de 34 mil pessoas em todo o mundo.

A empresa confirmou à agência de notícias que reduzirá sua força de trabalho temporário e de tempo integral, mas não especificou locais ou números.

“Primeiro, avaliamos as reduções de despesas não relacionadas a funcionários, mas concluímos que é necessária uma redução da força de trabalho para suportar o crescimento e o sucesso no longo prazo, o que acabará beneficiando todos os nossos acionistas”, afirmou a Qualcomm em comunicado. A empresa disse que oferecerá indenizações aos afetados pela medida.

A fabricante de chips prometeu em janeiro reduzir em US$ 1 bilhão as despesas para melhorar os lucros, parte de seus esforços para combater a oferta de compra proposta pela rival Broadcom. A compra foi barrada pelo presidente norte-americano Donald Trump, que alegou questões de segurança nacional.

As vendas da empresa têm registrado queda desde 2015 e a previsão é de queda de 3% no ano fiscal de 2018.

Esta não é a primeira vez que a Qualcomm corta postos de trabalho. Em 2015, após a pressão de um investidor, a gigante anunciou uma reestruturação que resultou em milhares de demissões.

 

 

via IDG Now!

SpaceX lança satélite da NASA que buscará por planetas que possam abrigar vida

White Papers

Em um mercado em constante evolução, uma coisa é certa: quem vai vencer a corrida? Neste caso, a corrida para zero. Consulte o sumário executivo gratuito para saber como a Veeam ajuda os clientes a atingir o mínimo de tempo de inatividade.

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As organizações de serviços financeiros enfrentam agora muitos desafios ao tentar atender às expectativas do mundo moderno em operação constante (Always-On™). Leia esse novo white paper da IDGE para aprender como as organizações de serviços financeiros atuais estão enfrentando as provas e tribulações da transformação digital.

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A adoção crescente de infraestrutura em nuvem pública, bem como a mudança de cargas de trabalho de ambientes locais para instalações externas, são algumas das razões pelas quais a maioria das corporações hoje estão aderindo a estratégias de múltiplas nuvens. Confira neste e-book a estratégia preferida de nuvem das corporações para ajudá-lo a montar o seu plano de adesão ao cloud.

Não importa onde seus dados residam, você precisa ser capaz de protegê-los. Veja neste infográfico um cenário na perspectiva das corporações sobre a importância de garantir a disponibilidade e proteção de seus dados, e como a Veeam pode ajudá-lo.

via IDG Now!

Google lança app gratuito parar ensinar adultos a programarem

Batizado de Grasshopper, app recorre a ilustrações e problemas simples para ensinar a programar na popular linguagem JavaScript


Saber a programar é tida como uma das habilidades mais importantes deste século e o Google tem bastante interesse que uma nova geração de profissionais saiba como desenvolver software, afinal, é o que movimenta a empresa. A companhia tem lançado uma série de iniciativas para ensinar programação e novas tecnologias, inclusive para brasileiros, e a última delas consiste em um aplicativo bem ágil.

Batizado de Grasshopper, o aplicativo recorre a ilustrações e problemas simples para ensinar a programar na popular linguagem JavaScript. A expectativa é que mesmo aqueles que não tenham nenhuma experiência na área consigam aprender. O app está disponível para aparelhos Android na Play Store e para iOS na App Store e, por enquanto, sem tradução para o português.

Como funciona

O app introduz uma breve aula sobre programação, traz exercícios, questões de múltipla escolha e teorias mais aprofundadas. Ele usa de recursos de gamificação para tornar o aprendizado divertido. O app já superou mais de 100 mil instalações nos três dias em que ficou disponível e a maioria das avaliações se mostrou positiva.

“Você não precisa de um laptop sofisticado ou de uma sala de aula para escrever código”, diz a companhia na descrição do app. “Você já tem um supercomputador no seu bolso. Então ligue seu smartphone e inicie a codificação durante o intervalo comercial”, completa.

O app foi desenvolvido pela chamada Área 120 do Google, uma espécie de incubadora dos projetos dos próprios funcionários da companhia. 

 

via IDG Now!

Claro libera pacote de dados e ligações ilimitadas para países da Europa

Chamado de Passaporte Europa, plano pós-pago atende 48 países e cobra adicional de R$ 19,99 por mês; Oferta permite falar ilimitado com qualquer telefone do Brasil ou do país visitado


A Claro lançou nesta quinta-feira (19) o chamado Passaporte Europa, que permite a utilização dos planos pós-pagos da operadora no exterior como se o cliente estivesse no Brasil. A operadora já contava com o pacote de roaming internacional Passaporte Américas desde o final de 2017.

A nova versão do plano é válida em 48 países da Europa. Entre os destinos contemplados está a Rússia, sede do próximo campeonato mundial de futebol. Segundo a operadora, clientes poderão navegar normalmente com seu plano de dados e ainda falar ilimitado com qualquer telefone do Brasil ou do país visitado. O Passaporte Europa tem contratação anual, com valor total parcelado em 12 vezes de R$19,99.

Países que entram no passaporte

Clientes poderão utilizar o Passaporte Europa em 48 países, são eles: Albânia, Alemanha, Áustria, Bélgica, Bielorrússia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Escócia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Irlanda do Norte, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Noruega, País de Gales, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Rússia, São Marino, Sérvia, Suécia, Suíça, Turquia, Ucrânia e Vaticano.

Como solicitar

Clientes da Claro podem acessar a “Minha Claro”, através do app ou do site, ou ainda ir até uma das lojas espalhadas pelo Brasil. Quem deseja mudar de operadora e portar seu número para a Claro também pode adquirir e solicitar o serviço no momento da ativação.

Claro Empresas 

Os clientes Claro Empresas também podem contratar o Passaporte Europa. Além de todos os benefícios já oferecidos na oferta Claro Total, os clientes falam ilimitado e podem usar a internet móvel também no exterior. 

 

via IDG Now!

Motorola lança no Brasil Moto G6, Moto G6 Plus e Moto G6 Play

Preço do aparelho de entrada sai a R$ 1.099; Nova linha ganhou atualizações no design e modelos mais ‘premium’ trazem câmera com funções inteligentes e assistente de voz Moto Voice


A Motorola lançou nesta quinta-feira (19) a sexta geração da sua linha Moto G, são eles o Moto G6, Moto G6 Plus e Moto G6 Play. Os aparelhos foram apresentados em evento global da fabricante em São Paulo e já se encontram disponíveis na loja online da marca. A versão mais BASICA, o G6 Play, sai por R$ 1099,00, enquanto o Moto G6 sai por R$ 1.299,00 e o Moto G6 Plus está disponível a R$ 1.599,00. Os modelos também poderão ser encontrados no varejo e nas operadoras.

A nova linha recebeu algumas atualizações no seu design. Todos os três aparelhos contam com o que a Motorola chama de Max Vision Display, com display com proporção 18:9, que beiram 6 polegadas, aproveitando melhor o espaço da tela, apesar de não oferecer as bordas “infinitas” que a concorrente Samsung, por exemplo, traz. Os aparelhos também receberam um acabamento mais premium, com revestimento Gorilla Glass – que, apesar de resistente, exige maior atenção de mãos desatentas dada a sua película escorregadia – e cantos que a fabricante define como 3D Corning, para melhor ergonomia. De forma geral, os aparelhos trazem um visual mais elegante que as versões anteriores. As cores disponíveis 

Outras distinções entre os aparelhos devem ser destacadas. O modelo mais básico, o Moto G6 Play possui uma única câmera traseira e sensor de impressão digital fica na parte traseira. Já o Moto G6 e o Moto G6 Plus trazem dual câmera e mantém a mesma moldura sobressalente das lentes que, muitos usuários, se queixam. Ambos contam com a biometria abaixo da tela, na parte frontal. E claro, o último, reserva melhorias significativas no hardware.

Novos recursos para a câmera

As fabricantes de smartphone têm concentrado esforços para agregar “inteligência” as suas câmeras. Uma vez que muitos usuários veem na ferramenta uma distinção na hora de decidir a compra do aparelho, entregar mais valor a partir das lentes é fundamental para conquistar o mercado. 

A Motorola tem pecado um pouco neste contexto. Mesmo oferecendo duas câmeras a partir da quinta geração dos Moto Gs, usuários se queixam da fidelidade que a ferramenta oferece. Com a nova geração do Moto G, a fabricante que pertence a Lenovo, tenta ajustar um pouco e corre para entregar recursos que visam sofisticar a câmera. 

Tanto Moto G6 e o Moto G6 Plus trazem câmera traseira dupla, com recursos avançados. Ambos trazem uma lente de 12 MP, outra de 5 MP e flash LED e câmera frontal de 8 MP, visando selfies com maior definição. 

A opção retrato também segue a tendência das duas câmeras, permitindo separar o motivo do registro em primeiro e segundo plano. Nessa função, é possível ainda fazer edições no modo profundidade, como o efeito bokeh e preto e branco seletivo.

A partir desta linha, a Motorola agrega algumas funcionalidades interessantes para a câmera, uma espécie de leitor inteligente em tempo real. Isso porque a câmera consegue identificar pontos turísticos e objetos, as informações são exibidas na própria tela do celular ao ativar um ícone de cubo localizado na parte inferior da tela. 

Os dois modelos também apresentam reconhecimento de código de barras, leitor de QR codes e função de reconhecer cartões de visita. Depois de lidas, as informações dos cartões podem ser adicionadas à agenda de contatos do aparelho.

Diversões à parte

A Motorola não se rendeu ainda aos emojis animados que a Apple e a Samsung trazem em seus últimos modelos, mas na nova linha apresenta recursos que devem agradar os usuários de filtros, já que a câmera traz recursos de realidade aumentada, com efeitos gráficos que podem, inclusive, alterar o som da sua voz.

Moto Voice

O clássico “Hello Moto” encontrou agora outra função além das chamadas de campanha de marketing ou ainda o clássico toque do celular. A partir do G6 e G6 Plus, o recurso permite ativar certas funcionalidades do aparelho e conversa com algumas aplicativos através de comandos de voz. O recurso ainda possui limitações e se encontra ainda em uma versão beta. A Motorola inclusive lançou nesta quinta-feira um programa chamado Moto Experiences, uma espécie de pesquisa de satisfação do usuário. Com isso, a fabricante diz esperar receber feedbacks de seus clientes para melhorar próximas atualizações.

Bateria 

A bateria continua sendo um dos grandes destaques da linha Moto G. Habilitados com tecnologia de carregamento ultrarrápido TurboPowerTM. A fabricante garante seis horas extras de carga com apenas 15 minutos de recarga. 

Abaixo, veja as configurações dos aparelhos em detalhes: 

Motorola Moto G6 Plus

Tela de 5,93 polegadas, com resolução Full HD+ (2160 x 1080 pixels)

6 GB de RAM e 64 GB de memória interna

Processador Qualcomm Snapdragon 630

Câmera principal dupla de 12 MP + 5 MP e câmera frontal de 8 MP

Leitor de impressões digitais na parte frontal

Bateria de 3.200 mAh

Android 8.0 Oreo

Preço: R$ 1.599,00

Motorola Moto G6

Tela de 5,7 polegadas,  com resolução Full HD+ (2160 x 1080 pixels)

4 GB de RAM e 64 GB de memória interna

Processador Qualcomm Snapdragon 450

Câmera principal dupla de 12 MP + 5 MP e frontal de 8 MP

Leitor de impressões digitais na parte frontal

Bateria de 3.000 mAh

Android 8.0 Oreo

Preço: R$ 1.299,00

Motorola Moto G6 Play

Tela de 5,7 polegadas e resolução HD+ (1440 x 720 pixels)

3 GB de RAM, 32 GB de memória interna

Processador Qualcomm Snapdragon 430

Leitor de impressões digitais na parte traseira

Bateria de 4.000 mAh

Android 8.0 Oreo

Preço: R$ 1.099,00

 

via IDG Now!

Duas empresas já estariam oferecendo soluções para desbloquear iPhones

Segundo documentos e reportagens, autoridades e departamentos de polícias dos EUA estariam entre os compradores das ferramentas da Cellebrite e da Grayshift.


Imagem: Jason Snell/Macworld dos EUA

O interesse de autoridades dos EUA em dispositivos que conseguem burlar a criptografia do iPhone oferecidos por duas empresas é um forte indicativo de que a Apple não tem mais a posição superior no campo da segurança mobile.

“Caso seja verdade, isso significa que as pessoas que pensavam que todas as suas comunicações estavam totalmente protegidas não deveriam se sentir tão confiantes daqui para frente”, afirma o analista principal da J. Gold Associates, Jack Gold. “Mas a segurança sempre foi um cabo de guerra entre quem a implementa e quem tenta burlá-la.”

Em fevereiro, surgiram informações de que a fornecedora israelense de tecnologia Cellebrite tinha descoberto uma maneira de desbloquear iPhones criptografados rodando o iOS 11 e estaria anunciando o seu produto para autoridades e empresas privadas de investigação ao redor do mundo. Segundo um mandado policial obtido pela Forbes, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA estaria testando a tecnologia. 

Pouco depois disso, a Grayshift apareceu como uma outra companhia a ter desenvolvido uma caixa preta acessível que poderia desbloquear qualquer iPhone. Na última semana, a Vice Motherboard revelou que departamentos de polícia locais e regionais dos EUA, assim como o governo federal daquele país, estariam comprando a tecnologia.

A Grayshift inclusive teria contratado um ex-engenheiro de segurança da Apple.  A Motherboard confirmou o uso do aparelho da Grayshift – uma caixa de 10cm x 10cm chamada de GrayKey com dois cabos lightning compatíveis com iPhone – ao revisar o interesse dos departamentos de polícia por meio de e-mails e pedidos em arquivos públicos obtidos a partir de agências federais que revelavam as compras do aparelho. A caixa GrayKey aparentemente consegue desbloquear um iPhone em cerca de duas horas caso o dono tiver configurado uma senha de quatro dígitos e em três dias ou mais se tiver usado uma senha de seis dígitos.

O advogado da organização sem fins lucrativos de direitos digitais the Electronic Frontier Foundation (EFF), Nate Cardozo, diz acreditar nos relatos de que a criptografia do iPhone foi “quebrada”. Caso contrário, se isso não fosse verdade, as agências do governo dos EUA não estariam comprando a tecnologia em questão.

Apple vs FBI

“O FBI bufou e bufou e disse que não conseguia acessar o iPhone, e então descobrimos que isso não é verdade…literalmente na noite anterior à audiência no tribunal (para decidir o caso)”, destaca Cardozo, em referência à investigação sobre o iPhone do atirador de um atentado terrorista realizado em San Bernardino, na Califórnia, no final de 2015. Até o mês passado, o diretor do FBI, Christopher Wray, afirmava que a agência federal não tinha conseguido “quebrar” a senha usada pelo suspeito do caso em seu iPhone 5C.

Na época, o Departamento de Justiça entrou com pedido para obrigar a Apple a cumprir uma ordem para desbloquear o aparelho em questão. Uma juíza determinou o cumprimento da solicitação, mas adiou uma decisão final até ouvir argumentos dos dois lados. Na noite antes de uma audiência para decidir o caso, o FBI anunciou que recebeu ajuda de um grupo externo. Isso agora não parece ser verdade.

As tentativas do FBI em fazer com que a Apple ajudasse a “hackear” o iPhone foram totalmente rejeitadas pela empresa de Cupertino. A fabricante afirmou que invadir um iPhone significaria enfraquecer a segurança de todos os outros iPhones do mercado.

As notícias de que dois métodos para invadir o iPhone agora estão amplamente disponíveis para agências governamentais não surpreenderam os analistas de mercado, que disseram que isso era algo inevitável.

“Não existe uma criptografia inquebrável”, afirmou Gold. “A ideia é tornar isso o mais difícil possível ao adicionar camadas de criptografia ou longas chaves de codificação. Mas um decodificador determinado pode quebra-la, desde que tenha ferramentas e tempo suficientes.”

Até US$30 mil

Segundo a Motherboard, a GrayKey possui dois modelos. A versão mais barata, que custa 15 mil dólares, possui uma delimitação geográfica para um local específico, exige uma conexão com a Internet e pode realizar até 300 desbloqueios. A edição mais cara, que sai pelo dobro, pode ser usada sem conexão com a Internet e oferece um número ilimitado de desbloqueios de aparelhos.

De acordo com o blog especializado Malwarebytes, a Cellebrite cobra 5 mil dólares para desbloquear um único iPhone.

Cardozo, da EFF, afirma que os consumidores não devem ficar muito preocupados com as notícias, uma vez que as autoridades precisam obter um mandado emitido pela justiça para poder desbloquear um smartphone. Mas ele acrescenta que é razoável pensar que as autoridades da lei e agências governamentais não serão os únicos a terem acesso a essas ferramentas.

via IDG Now!

Duas empresas já estariam oferecendo soluções para desbloquear iPhones

Segundo documentos e reportagens, autoridades e departamentos de polícias dos EUA estariam entre os compradores das ferramentas da Cellebrite e da Grayshift.


Imagem: Jason Snell/Macworld dos EUA

O interesse de autoridades dos EUA em dispositivos que conseguem burlar a criptografia do iPhone oferecidos por duas empresas é um forte indicativo de que a Apple não tem mais a posição superior no campo da segurança mobile.

“Caso seja verdade, isso significa que as pessoas que pensavam que todas as suas comunicações estavam totalmente protegidas não deveriam se sentir tão confiantes daqui para frente”, afirma o analista principal da J. Gold Associates, Jack Gold. “Mas a segurança sempre foi um cabo de guerra entre quem a implementa e quem tenta burlá-la.”

Em fevereiro, surgiram informações de que a fornecedora israelense de tecnologia Cellebrite tinha descoberto uma maneira de desbloquear iPhones criptografados rodando o iOS 11 e estaria anunciando o seu produto para autoridades e empresas privadas de investigação ao redor do mundo. Segundo um mandado policial obtido pela Forbes, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA estaria testando a tecnologia. 

Pouco depois disso, a Grayshift apareceu como uma outra companhia a ter desenvolvido uma caixa preta acessível que poderia desbloquear qualquer iPhone. Na última semana, a Vice Motherboard revelou que departamentos de polícia locais e regionais dos EUA, assim como o governo federal daquele país, estariam comprando a tecnologia.

A Grayshift inclusive teria contratado um ex-engenheiro de segurança da Apple.  A Motherboard confirmou o uso do aparelho da Grayshift – uma caixa de 10cm x 10cm chamada de GrayKey com dois cabos lightning compatíveis com iPhone – ao revisar o interesse dos departamentos de polícia por meio de e-mails e pedidos em arquivos públicos obtidos a partir de agências federais que revelavam as compras do aparelho. A caixa GrayKey aparentemente consegue desbloquear um iPhone em cerca de duas horas caso o dono tiver configurado uma senha de quatro dígitos e em três dias ou mais se tiver usado uma senha de seis dígitos.

O advogado da organização sem fins lucrativos de direitos digitais the Electronic Frontier Foundation (EFF), Nate Cardozo, diz acreditar nos relatos de que a criptografia do iPhone foi “quebrada”. Caso contrário, se isso não fosse verdade, as agências do governo dos EUA não estariam comprando a tecnologia em questão.

Apple vs FBI

“O FBI bufou e bufou e disse que não conseguia acessar o iPhone, e então descobrimos que isso não é verdade…literalmente na noite anterior à audiência no tribunal (para decidir o caso)”, destaca Cardozo, em referência à investigação sobre o iPhone do atirador de um atentado terrorista realizado em San Bernardino, na Califórnia, no final de 2015. Até o mês passado, o diretor do FBI, Christopher Wray, afirmava que a agência federal não tinha conseguido “quebrar” a senha usada pelo suspeito do caso em seu iPhone 5C.

Na época, o Departamento de Justiça entrou com pedido para obrigar a Apple a cumprir uma ordem para desbloquear o aparelho em questão. Uma juíza determinou o cumprimento da solicitação, mas adiou uma decisão final até ouvir argumentos dos dois lados. Na noite antes de uma audiência para decidir o caso, o FBI anunciou que recebeu ajuda de um grupo externo. Isso agora não parece ser verdade.

As tentativas do FBI em fazer com que a Apple ajudasse a “hackear” o iPhone foram totalmente rejeitadas pela empresa de Cupertino. A fabricante afirmou que invadir um iPhone significaria enfraquecer a segurança de todos os outros iPhones do mercado.

As notícias de que dois métodos para invadir o iPhone agora estão amplamente disponíveis para agências governamentais não surpreenderam os analistas de mercado, que disseram que isso era algo inevitável.

“Não existe uma criptografia inquebrável”, afirmou Gold. “A ideia é tornar isso o mais difícil possível ao adicionar camadas de criptografia ou longas chaves de codificação. Mas um decodificador determinado pode quebra-la, desde que tenha ferramentas e tempo suficientes.”

Até US$30 mil

Segundo a Motherboard, a GrayKey possui dois modelos. A versão mais barata, que custa 15 mil dólares, possui uma delimitação geográfica para um local específico, exige uma conexão com a Internet e pode realizar até 300 desbloqueios. A edição mais cara, que sai pelo dobro, pode ser usada sem conexão com a Internet e oferece um número ilimitado de desbloqueios de aparelhos.

De acordo com o blog especializado Malwarebytes, a Cellebrite cobra 5 mil dólares para desbloquear um único iPhone.

Cardozo, da EFF, afirma que os consumidores não devem ficar muito preocupados com as notícias, uma vez que as autoridades precisam obter um mandado emitido pela justiça para poder desbloquear um smartphone. Mas ele acrescenta que é razoável pensar que as autoridades da lei e agências governamentais não serão os únicos a terem acesso a essas ferramentas.

via IDG Now!

Duas empresas já estariam oferecendo soluções para desbloquear iPhones

Segundo documentos e reportagens, autoridades e departamentos de polícias dos EUA estariam entre os compradores das ferramentas da Cellebrite e da Grayshift.


Imagem: Jason Snell/Macworld dos EUA

O interesse de autoridades dos EUA em dispositivos que conseguem burlar a criptografia do iPhone oferecidos por duas empresas é um forte indicativo de que a Apple não tem mais a posição superior no campo da segurança mobile.

“Caso seja verdade, isso significa que as pessoas que pensavam que todas as suas comunicações estavam totalmente protegidas não deveriam se sentir tão confiantes daqui para frente”, afirma o analista principal da J. Gold Associates, Jack Gold. “Mas a segurança sempre foi um cabo de guerra entre quem a implementa e quem tenta burlá-la.”

Em fevereiro, surgiram informações de que a fornecedora israelense de tecnologia Cellebrite tinha descoberto uma maneira de desbloquear iPhones criptografados rodando o iOS 11 e estaria anunciando o seu produto para autoridades e empresas privadas de investigação ao redor do mundo. Segundo um mandado policial obtido pela Forbes, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA estaria testando a tecnologia. 

Pouco depois disso, a Grayshift apareceu como uma outra companhia a ter desenvolvido uma caixa preta acessível que poderia desbloquear qualquer iPhone. Na última semana, a Vice Motherboard revelou que departamentos de polícia locais e regionais dos EUA, assim como o governo federal daquele país, estariam comprando a tecnologia.

A Grayshift inclusive teria contratado um ex-engenheiro de segurança da Apple.  A Motherboard confirmou o uso do aparelho da Grayshift – uma caixa de 10cm x 10cm chamada de GrayKey com dois cabos lightning compatíveis com iPhone – ao revisar o interesse dos departamentos de polícia por meio de e-mails e pedidos em arquivos públicos obtidos a partir de agências federais que revelavam as compras do aparelho. A caixa GrayKey aparentemente consegue desbloquear um iPhone em cerca de duas horas caso o dono tiver configurado uma senha de quatro dígitos e em três dias ou mais se tiver usado uma senha de seis dígitos.

O advogado da organização sem fins lucrativos de direitos digitais the Electronic Frontier Foundation (EFF), Nate Cardozo, diz acreditar nos relatos de que a criptografia do iPhone foi “quebrada”. Caso contrário, se isso não fosse verdade, as agências do governo dos EUA não estariam comprando a tecnologia em questão.

Apple vs FBI

“O FBI bufou e bufou e disse que não conseguia acessar o iPhone, e então descobrimos que isso não é verdade…literalmente na noite anterior à audiência no tribunal (para decidir o caso)”, destaca Cardozo, em referência à investigação sobre o iPhone do atirador de um atentado terrorista realizado em San Bernardino, na Califórnia, no final de 2015. Até o mês passado, o diretor do FBI, Christopher Wray, afirmava que a agência federal não tinha conseguido “quebrar” a senha usada pelo suspeito do caso em seu iPhone 5C.

Na época, o Departamento de Justiça entrou com pedido para obrigar a Apple a cumprir uma ordem para desbloquear o aparelho em questão. Uma juíza determinou o cumprimento da solicitação, mas adiou uma decisão final até ouvir argumentos dos dois lados. Na noite antes de uma audiência para decidir o caso, o FBI anunciou que recebeu ajuda de um grupo externo. Isso agora não parece ser verdade.

As tentativas do FBI em fazer com que a Apple ajudasse a “hackear” o iPhone foram totalmente rejeitadas pela empresa de Cupertino. A fabricante afirmou que invadir um iPhone significaria enfraquecer a segurança de todos os outros iPhones do mercado.

As notícias de que dois métodos para invadir o iPhone agora estão amplamente disponíveis para agências governamentais não surpreenderam os analistas de mercado, que disseram que isso era algo inevitável.

“Não existe uma criptografia inquebrável”, afirmou Gold. “A ideia é tornar isso o mais difícil possível ao adicionar camadas de criptografia ou longas chaves de codificação. Mas um decodificador determinado pode quebra-la, desde que tenha ferramentas e tempo suficientes.”

Até US$30 mil

Segundo a Motherboard, a GrayKey possui dois modelos. A versão mais barata, que custa 15 mil dólares, possui uma delimitação geográfica para um local específico, exige uma conexão com a Internet e pode realizar até 300 desbloqueios. A edição mais cara, que sai pelo dobro, pode ser usada sem conexão com a Internet e oferece um número ilimitado de desbloqueios de aparelhos.

De acordo com o blog especializado Malwarebytes, a Cellebrite cobra 5 mil dólares para desbloquear um único iPhone.

Cardozo, da EFF, afirma que os consumidores não devem ficar muito preocupados com as notícias, uma vez que as autoridades precisam obter um mandado emitido pela justiça para poder desbloquear um smartphone. Mas ele acrescenta que é razoável pensar que as autoridades da lei e agências governamentais não serão os únicos a terem acesso a essas ferramentas.

via IDG Now!

Duas empresas já estariam oferecendo soluções para desbloquear iPhones

Segundo documentos e reportagens, autoridades e departamentos de polícias dos EUA estariam entre os compradores das ferramentas da Cellebrite e da Grayshift.


Imagem: Jason Snell/Macworld dos EUA

O interesse de autoridades dos EUA em dispositivos que conseguem burlar a criptografia do iPhone oferecidos por duas empresas é um forte indicativo de que a Apple não tem mais a posição superior no campo da segurança mobile.

“Caso seja verdade, isso significa que as pessoas que pensavam que todas as suas comunicações estavam totalmente protegidas não deveriam se sentir tão confiantes daqui para frente”, afirma o analista principal da J. Gold Associates, Jack Gold. “Mas a segurança sempre foi um cabo de guerra entre quem a implementa e quem tenta burlá-la.”

Em fevereiro, surgiram informações de que a fornecedora israelense de tecnologia Cellebrite tinha descoberto uma maneira de desbloquear iPhones criptografados rodando o iOS 11 e estaria anunciando o seu produto para autoridades e empresas privadas de investigação ao redor do mundo. Segundo um mandado policial obtido pela Forbes, o Departamento de Segurança Nacional dos EUA estaria testando a tecnologia. 

Pouco depois disso, a Grayshift apareceu como uma outra companhia a ter desenvolvido uma caixa preta acessível que poderia desbloquear qualquer iPhone. Na última semana, a Vice Motherboard revelou que departamentos de polícia locais e regionais dos EUA, assim como o governo federal daquele país, estariam comprando a tecnologia.

A Grayshift inclusive teria contratado um ex-engenheiro de segurança da Apple.  A Motherboard confirmou o uso do aparelho da Grayshift – uma caixa de 10cm x 10cm chamada de GrayKey com dois cabos lightning compatíveis com iPhone – ao revisar o interesse dos departamentos de polícia por meio de e-mails e pedidos em arquivos públicos obtidos a partir de agências federais que revelavam as compras do aparelho. A caixa GrayKey aparentemente consegue desbloquear um iPhone em cerca de duas horas caso o dono tiver configurado uma senha de quatro dígitos e em três dias ou mais se tiver usado uma senha de seis dígitos.

O advogado da organização sem fins lucrativos de direitos digitais the Electronic Frontier Foundation (EFF), Nate Cardozo, diz acreditar nos relatos de que a criptografia do iPhone foi “quebrada”. Caso contrário, se isso não fosse verdade, as agências do governo dos EUA não estariam comprando a tecnologia em questão.

Apple vs FBI

“O FBI bufou e bufou e disse que não conseguia acessar o iPhone, e então descobrimos que isso não é verdade…literalmente na noite anterior à audiência no tribunal (para decidir o caso)”, destaca Cardozo, em referência à investigação sobre o iPhone do atirador de um atentado terrorista realizado em San Bernardino, na Califórnia, no final de 2015. Até o mês passado, o diretor do FBI, Christopher Wray, afirmava que a agência federal não tinha conseguido “quebrar” a senha usada pelo suspeito do caso em seu iPhone 5C.

Na época, o Departamento de Justiça entrou com pedido para obrigar a Apple a cumprir uma ordem para desbloquear o aparelho em questão. Uma juíza determinou o cumprimento da solicitação, mas adiou uma decisão final até ouvir argumentos dos dois lados. Na noite antes de uma audiência para decidir o caso, o FBI anunciou que recebeu ajuda de um grupo externo. Isso agora não parece ser verdade.

As tentativas do FBI em fazer com que a Apple ajudasse a “hackear” o iPhone foram totalmente rejeitadas pela empresa de Cupertino. A fabricante afirmou que invadir um iPhone significaria enfraquecer a segurança de todos os outros iPhones do mercado.

As notícias de que dois métodos para invadir o iPhone agora estão amplamente disponíveis para agências governamentais não surpreenderam os analistas de mercado, que disseram que isso era algo inevitável.

“Não existe uma criptografia inquebrável”, afirmou Gold. “A ideia é tornar isso o mais difícil possível ao adicionar camadas de criptografia ou longas chaves de codificação. Mas um decodificador determinado pode quebra-la, desde que tenha ferramentas e tempo suficientes.”

Até US$30 mil

Segundo a Motherboard, a GrayKey possui dois modelos. A versão mais barata, que custa 15 mil dólares, possui uma delimitação geográfica para um local específico, exige uma conexão com a Internet e pode realizar até 300 desbloqueios. A edição mais cara, que sai pelo dobro, pode ser usada sem conexão com a Internet e oferece um número ilimitado de desbloqueios de aparelhos.

De acordo com o blog especializado Malwarebytes, a Cellebrite cobra 5 mil dólares para desbloquear um único iPhone.

Cardozo, da EFF, afirma que os consumidores não devem ficar muito preocupados com as notícias, uma vez que as autoridades precisam obter um mandado emitido pela justiça para poder desbloquear um smartphone. Mas ele acrescenta que é razoável pensar que as autoridades da lei e agências governamentais não serão os únicos a terem acesso a essas ferramentas.

via IDG Now!