Brecha em site da OnePlus pode ter vazado dados de até 40 mil clientes

Vazamento de dados financeiros inclui informações como número do cartão, data de validade e código de segurança digitados na loja virtual desde novembro.

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Valor de US$ 698 milhões chega ao patamar estabelecido pelo fundador e CEO Eugene Kaspersky em outubro

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Em breve, você poderá publicar Stories no Facebook a partir do computador

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Há motivos de sobra para ficar (ainda mais) otimista em 2018

A compra da 99 representa muito para você, empreendedor. O ano não poderia começar com notícia melhor. Toda essa liquidez voltará ao ecossistema de startups

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Google quer ‘democratizar a Inteligência Artificial’ para as empresas

Novo produto da gigante permite que companhias criem modelos de visão customizados com base na sua tecnologia de reconhecimento de imagem.

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6 medidas que operadoras devem tomar para a adoção do 5G, segundo consumidores

Pesquisa da Ericsson mostra expectativas em relação ao serviço; 86% dos brasileiros disseram estar interessados nas redes 5G e 51% afirmam estar dispostos a pagar por isso


A Ericsson lançou o estudo  “Rumo a um futuro com consumidores 5G” (Six calls to action towards 5G, no título original) que discute seis medidas identificadas pelos consumidores como prioritárias para as operadoras fornecerem uma base de serviços para a adoção da tecnologia 5G. O estudo traz dados específicos do Brasil, após análise de dados com mais de 72 milhões de usuários de smartphones no país. 

Segundo a Ericsson, trata-se, até o momento, do maior estudo sobre expectativas dos clientes em relação ao serviço e representa as opiniões de 800 milhões de usuários de smartphones em todo o mundo.

De acordo com André Gualda, analista Senior do Ericsson Consumer & Industry Lab, o estudo também revela as necessidades não atendidas dos clientes e que deveriam ser cumpridas pelas operadoras no caminho para o 5G, incluindo uma experiência de compra sem esforço e focar no desempenho de rede real. “Os consumidores estão demandando alterações que gostariam de ver efetivas hoje”, ressalta Gualda.

Na lista abaixo, confira as seis iniciativas identificadas pelos consumidores a serem adotadas pelas operadoras rumo ao 5G, segundo o estudo da Ericsson.

1. Oferecer uma experiência de compra sem esforço

Os clientes percebem o mercado de telecomunicações como sendo muito complexo. Com seis em cada dez usuários de smartphones lutando contra a complexidade dos planos de dados móveis, há um considerável desalinhamento entre o que os usuários compram e o que usam. Com somente três em cada dez usuários de smartphones satisfeitos com a maneira como a operadora apresenta os planos on-line, a experiência de telecomunicação digital não é nem simples nem fácil. No Brasil, sete em cada dez usuários de smartphones estão sofrendo dificuldades com plano de dados. A maioria dos consumidores tem medo de receber cobranças excedentes e, assim, limitam seu uso de dados em seus dispositivos móveis.

2. Oferecer uma ideia ilimitada

Os consumidores não contam com planos de dados ilimitados, mas buscam uma ideia ilimitada. Tranquilidade em vez de uso real é o principal motivador para a compra de planos de dados ilimitados, e as operadoras devem explorar maneiras alternativas para oferecer essa sensação de liberdade. No Brasil, nove em cada 10 usuários de smartphones não necessariamente estão procurando planos ilimitados, mas uma sensação de não ter limites.

3. Tratar gigabytes como moeda 

O usuário médio de smartphones tem 31 gigabytes de dados móveis não utilizados ao ano, o suficiente para fazer 65 horas de chamadas de vídeo, gastar 517 horas com transmissão de música ou assistir seis temporadas de uma série de TV como Game of Thrones, resultando em um equivalente a 1,5 terabytes ao longo de sua vida. Dois em cinco consumidores gostariam de usar esse excesso como moeda e esperam poder guardar, comercializar ou dar de presente dados não utilizados. Em média, 48% dos brasileiros acreditam que eles podem ser usados de maneiras diferentes, como o dinheiro, por exemplo, para guardar, comercializar ou dar de presente para outras pessoas. 

4. Oferecer mais do que apenas depósitos de dados 

Uma banda larga mais rápida e contratos wireless justos são considerados mais importantes do que os pacotes de dados que dominam atualmente o mercado. Conforme os conteúdos de vídeo em pacote e planos de dados inovadores desempenham um papel cada vez mais importante na escolha da operadora e do pacote de serviço, os consumidores querem que as operadoras inovem, evoluam e personalizem os planos de dados. Os três principais recursos que os usuários de smartphone no Brasil mais valorizam em planos de dados são velocidade de internet mais altas, transferência de dados não utilizadas para o próximo mês e que o uso de mídia social não conte nas tarifas de dados.

5. Oferecer mais com o 5G

A ideia dos serviços 5G agrada a 76% dos usuários de smartphones; 44% estão dispostos a pagar pelo 5G. Os consumidores esperam que a maioria dos serviços 5G se torne popular dentro de três a quatro anos do lançamento, e mais de 50% esperam usar os serviços com aprimoramento 5G dentro de dois anos do lançamento.

Mais de um terço espera que o 5G ofereça recursos que vão além de velocidade, cobertura de rede e preços mais baixos, como melhorias na vida útil da bateria e a capacidade de conectar não apenas dispositivos, mas também a Internet das Coisas. Os consumidores também preveem o fim do pagamento por gigabytes consumidos e, em vez disso, esperam pagar uma taxa única para cada serviço 5G ou dispositivo conectado.

No Brasil, ao contrário da crença de que os consumidores não estão interessados nos serviços 5G, 86% dos usuários de smartphones brasileiros disseram estar interessados em serviços 5G e, dentre eles, 51% estão dispostos a pagar por isso.  

6. Manter as redes reais

Em direção a um futuro 5G, os consumidores pedem que as operadoras se concentrem na experiência de rede real, aumentando a honestidade do marketing. O relatório mostra que apenas 4% confiam nos anúncios e nas estatísticas de desempenho de rede das operadoras. No Brasil, 55% dos usuários baseiam sua percepção da rede das operadoras por meio de sua experiência direta com ela.

As informações no relatório baseiam-se nas atividades de pesquisa global do ConsumerLab da Ericsson durante mais de 20 anos e em dados de uma pesquisa com 14 mil usuários de smartphones iPhone e Android com idades entre 15 e 65. 

As opiniões expressas na pesquisa representam 800 milhões de consumidores na Argentina, Brasil, China, Egito, Finlândia, França, Alemanha, Indonésia, Irlanda, Japão, México, Coreia do Sul, Reino Unido e EUA. 

 

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Como a Apple pode transformar o iPhone em um MacBook Air ultra-portátil

Caso siga os exemplos da Samsung e Huawei, que permitem o uso dos smartphones como PCs, a Apple poderia criar o dispositivo móvel definitivo do mercado.

Em meio às batalhas por bordas, telas e duração de bateria, há uma coisa que todos os iPhones possuem em comum: eles são poderosos o bastante para substituir o seu PC. Agora, antes que você comece a gritar com a tela, não estou falando do iMac Pro ou do HP Omen, por exemplo. Se você usa seu laptop ou desktop para fazer algo que não consegue no smartphone, então o argumento é discutível. Os PCs e Macs ainda possuem seu lugar no mundo, e vai levar ainda um bom tempo antes que os aparelhos mobile consigam lidar com as tarefas mais exigentes que chamamos nossos computadores para realizar. 

 

Mas, para a maioria das pessoas, um iPhone é o bastante. E a Apple sabe disso. A empresa já está anunciando o iPad como um computador, e o iPhone está perto disso, já que conta com o mesmo processador, sistema operacional e capacidade de armazenamento. O único problema verdadeiro é que a tela é muito pequena para trabalhos mais longos. 

No entanto, se a Apple pensasse no iPhone como em um MacBook Air, isso poderia funcionar. 

Quando Steve Jobs revelou o MacBook Air há 10 anos, o principal atrativo do aparelho era justamente sua portabilidade extrema. Não era a máquina mais rápida ou poderosa do mercado, mas as pessoas o adoraram pelas suas dimensões leves e finas. Com apenas 1.3kg e menos de 2,5cm de espessura na época, o Air impulsionou uma nova era de portabilidade muito antes do iPad fazer a sua estreia.

Só que a estratégia da Apple para o MacBook Air parece ter esbarrado algum tipo de obstáculo. O laptop não recebe um update significativo em anos (apesar da melhoria de especificações anunciada em 2017) e não é mais a dona do título de laptop mais fino ou leve da linha de computadores da Apple. Essencialmente, é o Mac Mini dos notebooks da empresa. 

Dez anos depois, o dispositivo portátil definitivo da Apple não é mais o MacBook Air. Nem o MacBook. Na verdade, não é nenhum Mac: é o iPhone. A Apple ainda pode vender cerca de 20 milhões de Macs ao ano, mas a companhia vende o dobro disso (ou mais) em iPhones a cada trimestre. Resumindo: o iPhone se tornou o MacBook Air para uma geração de usuários da Apple que não possuem uso para o poder de processamento de um computador. O smartphone da fabricante é mais do que capaz de realizar a maioria das tarefas – enviar mensagens e e-mails, navegar na web, fazer streaming de mídias, acessar redes sociais – possui uma câmera ótima e conta com uma bateria que dura um dia todo. 

Uma tela com vista

Uma coisa que o iPhone não possui, no entanto, é uma tela grande. A maior tela do iPhone possui apenas 5,8 polegadas, o que não é exatamente convidativo para trabalhar. A Apple ficará feliz em te vender um iPad ou MacBook para preencher essa necessidade, mas não há como expandir a tela do celular e também não há multitarefa verdade, pelo menos não igual aos modos Split View ou Picture in Picture do iPad. E, enquanto a tela do iPhone continuar dentro desse limite de 6 polegadas, as coisas serão assim.

Mas elas não precisam. Quando revelou o Galaxy S8, há quase um ano, a Samsung também apresentou uma dock inovadora que quer transformar a forma como pensamos nos nossos smartphones. Chamado de DeX (veja foto abaixo), o dispositivo permite que o S8 (e também o Note 8) seja conectado a um monitor e acessórios como mouse e teclado para fornecer um espaço de trabalho em tamanho completo. É uma inovação verdadeira que leva os smartphones a um novo território.

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É fácil descartar a ideia da Samsung como apenas um “truque”, mas uma vez que você conecta o S8 ao DeX, é possível ver o potencial de forma instantânea. O gadget pode não ser tão bem acabado quanto poderia, mas a Samsung desenvolveu uma interface de desktop legítima para o S8 que faz o que o Chrome OS fez pelos laptops. Não há configurações ou preferências para falar sobre, mas os apps do smartphone parecem mais com apps para PCs do que softwares móveis, com janelas redimensionáveis, interfaces robustas, e multitarefa tradicional. Uma vez conectado com a dock, não parece que você está usando um smartphone em nenhum momento. 

E outras fabricantes de smartphones perceberam esse potencial. A Huawei faz algo parecido com o Mate 10 Pro, permitindo que os usuários conectem um cabo padrão USB-C para HDMI para entrar no chamado ”modo PC”. E a Razer mostrou algo na CES que realmente chamou a atenção de muita gente. Chamado de Project Linda (veja foto abaixo), o protótipo da fabricante consiste em um laptop de tamanho padrão com um slot para colocar o smartphone. Fico me perguntando se a Apple já não conta com algo parecido em seu laboratório.

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macOS

Não importa para que você usa seu iPhone, mas há momentos em que todos poderiam aproveitar um descanso de ficar segurando o smartphone. E é aí que uma dock poderia ser um acessório e tanto. Mas, ao contrário da Samsung, Huawei e Razer, a Apple conta com uma vantagem embutida aí: o Mac. Lembre-se, o iOS é feito a partir do OS X, então criar uma versão “lite” do macOS para o iPhone seria uma extensão natural do iOS.  

Mas a Apple poderia ir além de um sistema móvel e também incorporar funções no estilo do Mac: um File System completo baseado no iCloud, busca Spotlight, notificações dinâmicas, segurança poderosa e, é claro, apps do calibre de desktops. 

As pessoas pedem por um Mac híbrido há anos, e essa seria a melhor coisa possível depois: essencialmente, um Mac que pode caber no seu bolso. O iPhone está evoluindo mais rapidamente do que o Mac conseguiu em sua história, a ponto de estar perto do limite do que é possível fazer no celular. Cada nova versão do iOS pode trazer alguns novos recursos, mas, na maior parte, o iOS é reprimido pelas limitações da tela do iPhone. E, a não ser que a Apple esteja pensando em lançar um iPhone de 10 polegadas em breve, o iOS não conseguirá sair desse modelo. 

O próximo passo

Se a Apple quisesse expandir e modificar o iOS para caber em uma tela grande e funcionar com um trackpad, teclado e mouse, transformaria o iPhone em uma espécie de MacBook Air moderno. Com a diferença que seria ainda mais móvel, versátil e avançado.

Então como seria uma dock para o iPhone? A Apple poderia seguir o caminho do S8 e criar um acessório portátil que se conecta com um monitor. Ou talvez um pad de recarga wireless que transfere os dados quando em contato com o smartphone. Ou até mesmo algo parecido com o que a Razer demonstrou: um acessório do tamanho de um laptop com um slot para um iPhone. Isso provavelmente não é algo viável (ou acessível financeiramente), mas seria certamente a forma mais legal de fazer essa transição.

Qualquer que seja o método, parece inevitável que a Apple desenvolva algum tipo de maneira para levar o iOS para a tela grande. Por mais que o iPhone X seja incrível, ele ainda é apenas um iPhone, e até que a Apple abrace todo o seu potencial, isso é tudo que ele será. Mas, apesar de o MacBook Air poder estar no fim da sua jornada, seu espírito continua vivo. Tudo que a Apple precisa fazer é trabalhar nisso. Ao combinar a destreza mobile do iPhone e do MacBook Air, a Apple criaria o aparelho móvel definitivo, um que funciona tão bem nas suas mãos quanto ao ser conectado em um monitor de 20 polegadas.

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