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Receita Federal destrói 100 mil decodificadores piratas de TV por assinatura

Em dois anos, prejuízo para a indústria foi de aproximadamente R$ 40 milhões; Pirataria também coloca em risco segurança de milhões de brasileiros


A  Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) revelou nesta quinta-feira (13) que a Receita Federal de Foz do Iguaçu apreendeu um total de 100 mil decodificadores clandestinos de TV por assinatura desde 2017. Para ressaltar a importância do combate à pirataria, representantes do órgão e da ABTA realizaram um ato de inutilização dos produtos apreendidos na Alfândega de Foz do Iguaçu.

A ABTA mantém um termo de cooperação com a Receita Federal desde o final de 2015, com o objetivo de intensificar a apreensão e destruição de decodificadores ilegais de TV paga nas principais rotas de entrada destes produtos no país. Segundo a associação, no primeiro ano da parceria, foram destruídos 30 mil equipamentos piratas. Já ao longo de 2017 e 2018, as apreensões e inutilizações aumentaram para uma média de 50 mil decodificadores por ano.

Como cada aparelho clandestino custa, em média, US$ 100, nestes dois anos o prejuízo para a indústria pirara foi de US$ 10 milhões, ou aproximadamente R$ 40 milhões. No entanto, os danos para a sociedade brasileira ainda são maiores. A ABTA estima que a pirataria de TV por assinatura provoca uma perda de R$ 4 bilhões por ano no Brasil, dos quais R$ 550 milhões em impostos, que deixam de ser arrecadados pelos governos federal e estaduais.

“Se todos os usuários clandestinos fossem regularizados, as operadoras de TV por assinatura teriam de contratar 18,4 mil colaboradores – levando em conta a atual relação de empregados por assinantes”, ressalta a ABTA em nota.

Também vale ressaltar que a pirataria de TV por assinatura coloca em risco a segurança de milhões de brasileiros, uma vez que os equipamentos clandestinos conectados às redes domésticas de internet podem acessar e roubar dados pessoais.

“A Receita Federal, em sua missão de combater crimes transfronteiriços, como o contrabando e o descaminho, apreende um volume de mercadorias que alcança a casa de bilhão de dólares por ano. Grande parte dessas apreensões é composta por mercadorias que não podem ser consumidas no país e devem ser destruídas. A Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu é especialmente impactada por essa atividade, na qual é gerada uma volumosa e variada gama de resíduos. Nossa instituição está vinculada às determinações da Política Nacional de resíduos Sólidos e para a consecução desse importante objetivo, parcerias com entidades como a ABTA são indispensáveis”, disse Hipólito Caplan, auditor fiscal da Receita Federal e Delegado Adjunto da  Alfândega de Foz do Iguaçu.

 

 

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Google Arts disponibiliza tour virtual e coleções digitais do Museu Nacional

Plataforma oferece passeio virtual por salas do prédio histórico e oito exposições com peças digitalizadas antes do incêndio


Relíquias históricas como o crânio de Luzia, o mais antigo remanescente humano das Américas, uma famosa réplica de Titanossauro e o Meteorito de Bendegó, o maior já encontrado no Brasil, integravam o acervo do Museu Nacional até o incêndio que o tomou no dia 2 de setembro. Para aqueles que nunca tiveram a oportunidade de conhecer as obras e seu passado histórico, uma iniciativa encabeçada pelo Google Arts & Culture e o Museu Nacional, com o apoio da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Ministério da Educação tenta retomar parte do museu.

Internautas que acessarem o link poderão realizar um tour virtual a oito exposições que reúnem imagens de 164 peças atingidas pelo incêndio. Além das mostras, a plataforma traz um passeio virtual inédito por dentro do museu com imagens em 360 graus captadas em 2017, por meio do Museum View. 

O tour ainda é guiado com narração em português, inglês e espanhol. Para cada obra de destaque, a narração contextualiza seu histórico e sua importância. A experiência também pode ser assistida em modo imersivo com o uso de um cardboard ou outros visores de realidade virtual.

A  parceria entre o Google e o Museu Nacional começou em 2016. Desde então, a instituição vem organizando e catalogando o acervo na plataforma. Parte da missão do Google Arts & Culture é trabalhar com o setor cultural e desenvolver novas formas para pessoas de todo o mundo descobrirem e se envolverem com arte e cultura. Hoje, mais de 50 instituições culturais parceiras utilizam a ferramenta no Brasil, entre eles o MASP, Museu do Amanhã, Pinacoteca de São Paulo, MAM-Rio e o Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

A experiência do Google Arts & Culture, disponível em site e aplicativo, permite que qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, possa conhecer e aprender sobre as coleções perdidas de forma gratuita. “Usar a tecnologia para disponibilizar obras e acervos de arte no mundo virtual é essencial para preservar a herança do mundo e democratizar o acesso à arte”, diz Chance Coughenour, gerente global de preservação histórica do Google Arts & Culture. “Mesmo que as imagens não possam substituir o que foi perdido, elas oferecem uma maneira de lembrar as grandes peças do museu”, completa.

 cranio luzia

OK, Google

As coleções do Museu Nacional também podem ser descobertas a partir do Google Assistente. Agora, quando o usuário conversar com o assistente inteligente do Google sobre museus, história e até mesmo dinossauros, ele será levado para essa experiência imersiva pelo acervo. Para começar, é só dizer: “Ok Google, você gosta de dinossauro?”.

 

 

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Qualcomm agora quer impedir venda dos novos iPhones XR e XS na China

Após obter vitória nos tribunais para barrar modelos mais antigos, fabricante de chips agora vai atrás dos modelos mais recentes.


Poucos dias após obter uma vitória nos tribunais para barrar a venda de modelos mais antigos do iPhone na China, a Qualcomm busca fazer o mesmo com as novas versões XS, XS Max e XR no país asiático, segundo informações da Reuters.

De acordo com a agência de notícias, que cita informações do Financial Times, a fabricante de chips confirmou ter entrado com a nova ação, que usará as mesmas acusações contra a Apple de violação de duas patentes de software.

A Qualcomm acusa a Apple de ter violado duas patentes suas de software, sendo uma relacionada ao redimensionamento de fotografias e outra ao gerenciamento de apps na tela touchscreen. 

A decisão preliminar favorável à Qualcomm, que foi publicada nesta segunda, 10/12, cobre a versão do sistema operacional móvel da Apple até o iOS 11. Na prática, a liminar se reflete na venda de iPhones a partir do iPhone 6S até o iPhone X – ou seja não cobria os iPhones XS, XS Max e XR, citados acima, que foram lançados em 2018 pela companhia de Cupertino.

Disputa mais ampla

Vale também lembrar que essa disputa acerca do software é separada daquela que a Qualcomm e a Apple travaram acerca dos modems da primeira empresa. A Apple acusou a Qualcomm de abusar de sua posição de liderança no fornecimento de chips móveis. 

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CPF de 120 milhões de brasileiros ficaram expostos na nternet por falha em servidor

Servidor mal configurado expôs documento sensível de mais da metade da população por meses, alertou pesquisadores de cibersegurança


Pesquisadores em cibersegurança descobriram uma brecha grave em um servidor que expôs o número de CPF de 120 milhões de brasileiros – ou seja, mais da metade da população. Segundo a empresa de segurança InfoArmor, que detectou a vulnerabilidade em março deste ano, a negligência estava na própria configuração da segurança do servidor. 

Os pesquisadores identificaram que as ferramentas de segurança do servidor público brasileiro não estavam configuradas adequadamente. Dessa forma, dados armazenados neste servidor poderiam ser acessados por qualquer pessoal mal-intencionada a qualquer momento. 

O “Cadastro de Pessoas Físicas” é necessário, entre outras coisas, para realizar transações financeiras, como abrir uma conta bancária, comprar um imóvel, abrir um negócio, pagar impostos, etc. Nesse sentido, cada número de CPF exposto está associado a um histórico bancário e fiscal. 

Depois de analisar mais de perto o servidor mal configurado, os pesquisadores descobriram que alguém havia modificado o nome de um arquivo de “index.html” para “index.html_bkp“. Essa mudança de nome é uma das razões pelas quais as informações foram expostas. Como explicam os especialistas, qualquer pessoa que soubesse o nome do arquivo e o encontrasse poderia ter acesso livre a todas as pastas e arquivos. Esses arquivos, que variam de 27 megabytes a 82 gigabytes, continham bancos de dados com informações relacionadas ao CPF.

A InforArmor tentou entrar em contato com o proprietário do servidor para comunicar a descoberta. E, embora tenha havido várias tentativas fracassadas, o erro de segurança foi reparado e as informações deixaram de estar acessíveis.

Os pesquisadores responsáveis pela descoberta do vazamento de dados relatam ainda que é provável que cibercriminosos com recursos de coleta de dados os tenha detectado. Caso isso realmente tenha ocorrido, é muito provável que esses dados possam ser usados no futuro para uma campanha maliciosa ou ataque direcionado ao Brasil.

O pesquisador de segurança da ESET, Daniel Cunha Barbosa, destaca que caso um cibercriminoso tenha acesso ao número de CPF “é possível gerar fraudes como cadastros válidos no nome de uma pessoa e, dependendo do nível de informações adicionais que o criminoso possua, fazer compras e até mesmo contratar empréstimos”. A recomendação da empresa é monitorar de perto o documento para evitar qualquer transtorno no futuro.

 

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Amazon finalmente volta a vender Google Chromecast

Dispositivo de streaming do Google retorna à loja on-line cerca de um ano após empresa de Jeff Bezos anunciar retorno


A Amazon voltou a vender o Chromecast em sua loja on-line nos Estados Unidos, conforme informações do Android Police. Uma busca rápida pelo site da gigante revela que o aparelho já está disponível para compra.

A volta do Chromecast à loja on-line acontece cerca de um ano após a empresa de Jeff Bezos anunciar que voltaria a vender o dispositivo de streaming do Google. 

Para quem não lembra, a Amazon retirou o Chromecast – e a Apple TV – da sua loja no final de 2015, alegando que a presença desses produtos poderia confundir os consumidores que esperavam encontrar o serviço Prime Video, não disponível nesses aparelhos na época.

Neste meio tempo, a Apple TV ganhou um app oficial do Prime Video – no fim de 2017 – e voltou a ser vendida na Amazon. No entanto, o mesmo não aconteceu com o Chromecast, que, apesar de ter voltado à loja, ainda continua sem suporte para o Amazon Prime Video.

Ao mesmo tempo, o aplicativo do YouTube também continua ausente dos aparelhos Echo Show e Fire, da Amazon – no Brasil, apenas o Fire TV Basic Edition está disponível, vale notar.

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Apple anuncia novo campus de US$1 bilhão em Austin, nos EUA

Novas instalações na capital texana, onde empresa já tem 6 mil funcionários, poderão abrigar até 15 mil profissionais.


A Apple anunciou nesta quinta-feira, 13/12, a expansão das suas operações em Austin, nos Estados Unidos, com um investimento de 1 bilhão de dólares para a construção de um novo campus na cidade.

De acordo com a empresa, a unidade terá cerca de 133 acres de extensão (aproximadamente 538 mil metros quadrados), sendo 50 acres (200 mil metros quadrados) de área aberta preservada, e ficará localizada a menos de 1,6km do seu campus já existente na capital do Texas (imagem acima).

Inicialmente, essas novas instalações acomodarão 5 mil funcionários, mas a Apple destaca que essa capacidade irá crescer para 15 mil com o tempo, de modo a torná-la a maior empregadora privada em Austin – atualmente, a companhia emprega 6.200 pessoas na cidade. 

Entre outras áreas, esse novo campus da Apple na capital texana reunirá profissionais de engenharia, operações, finanças, vendas, atendimento ao consumidor e pesquisa e desenvolvimento (R&D). Assim como em outras unidades da companhia pelo mundo, o novo campus de Austin será totalmente movido a energia renovável.

Expansão nos EUA

Além do novo campus em Austin, a Apple também revelou planos para uma expansão geral da sua operação nos EUA. Ao longo dos próximos três anos, a empresa planeja superar a marca de 1 mil funcionários em cidades como Seattle, San Diego e Culver City, além de disponibilizar centenas de novas vagas em Pittsburgh, Nova York, Boulder, Boston e Portland.

No comunicado sobre as novidades, a companhia de Cupertino destaca ainda que planeja investir 10 bilhões de dólares em data centers nos EUA ao longo dos próximos anos – sendo 4,5 bilhões de dólares neste e no próximo ano.

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Justiça nega ação do Ministério Público contra Uber para cadastro de CPF

Da Redação

13 de dezembro de 2018 – 14h00

Em decisão, justiça aponta que o sistema do aplicativo é idêntico ao de outros serviços do mercado. Órgão diz que buscava coibir possíveis fraudes no app.


A ação do Ministério Público do Rio de Janeiro para que o Uber passe a exigir o número de CPF dos seus usuários no cadastro de forma de pagamento no aplicativo foi negada nesta semana pela justiça.

Em sua decisão, publicada na segunda, 10/12, o juiz Luiz Alberto Alves destaca que o sistema do Uber é idêntico ao usado por outros aplicativos similares e oferece o mesmo grau de segurança.

Também ficou definido que as partes decidirão até 6 de fevereiro de 2019 sobre a realização (ou não) de uma audiência de conciliação no dia 20 do mesmo mês.

Entenda o caso

Na ação que teve entrada em 5/12, o MPRJ solicitava que o Uber passasse a exigir o CPF no cadastro de formas de pagamento do seu app como uma forma de coibir possíveis fraudes.

“A medida é necessária devido ao grande número de casos de portadores de cartão de crédito que vêm sendo lesados através de cobranças injustificadas oriundas da utilização do aplicativo”, afirmou o órgão.

O Ministério Público também critica o Uber na ação, afirmando que o app “não apresenta a segurança legitimamente esperada no que toca ao cadastramento dos meios de pagamento das corridas realizadas”. Isso porque a plataforma permite o cadastro e vinculação de cartões de terceiros para pagamento no app, ao exigir “somente o número do cartão, sua data de vencimento e código de verificação”.

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Taylor Swift utilizou sistema de AI para monitorar stalkers em seu show

Dados obtidos com a captura de imagens no show eram enviados a central para cruzar com imagens de stalkers da cantora


A cantora Taylor Swift utilizou um sistema de reconhecimento facial para monitorar seus stalkers em um show que aconteceu em maio deste ano. As informações são da Rolling Stone.

O sistema de AI (inteligência artificial) estava instalado em um quiosque que exibia trechos dos ensaios da cantora. Mas, aqueles que olhavam para as telas, tinham seus rostos secretamente digitalizados e gravados. 

Um especialista em segurança explicou à Rolling Stone que os dados desses rostos eram enviados a uma central localizada em Nashville, Tennesse, que tinha o trabalho de cruzar centenas de imagens ao banco de dados de fãs perseguidores da cantora. 

Não é a primeira vez que um sistema de reconhecimento facial é utilizado para identificar suspeitos em uma multidão desavisada. Em abril deste ano, um homem de 31 anos foi preso na China durante um show com 60 mil pessoas com ajuda de um sistema semelhante. 

Entretanto, é a primeira vez que se tem notícia da adoção de tecnologia de reconhecimento facial em shows dos Estados Unidos para tais fins. E, uma vez que se trata de um evento privado como um show, os organizadores do evento podem, na teoria, sujeitar os frequentadores de shows e fãs de Taylor Swfit a quase qualquer tipo de vigilância high-tech e invasiva.

 

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Opera lança carteira de criptomoedas no navegador para Android

Navegador móvel permite interação com apps descentralizados, administração de identidades digitais, assim como efetuar transações financeiras no blockchain


A Opera lançou um navegador sustentado por blockchain desenhado para interagir com a chamada web descentralizada. O browser disponível para Android foi anunciado durante o evento Hard Fork Decentralized, que aconteceu nesta semana em Londres. O aplicativo oferece ainda uma carteira de criptomoedas. 

Segundo a companhia, a última versão do navegador móvel irá permitir a usuários interagirem com apps descentralizados, os Dapps, além de administrarem suas identidades digitais, assim como fazer transações financeiras. A expectativa da Opera Software é também estimular a popularização das criptomoedas. Inicialmente, tanto o navegador quanto a carteira digital irá apoiar a rede Ethereum, mas o suporte a outras moedas digitais deve ser lançado mais tarde. 

“Decidimos apoiar a Ethereum, pois tem a maior comunidade de desenvolvedores construindo Dapps e acumulou muito impulso por trás disso”, disse Charles Hamel, líder do projeto, a Hard Fork.

A Opera revelou, pela primeira vez, em julho deste ano que estava desenvolvendo uma versão de seu navegador para Androiod com uma carteira digital incorporada. Uma versão do seu “crypto-browser” para Windows, Mac e Linnux, também está no radar da empresa, apesar de não detalhar uma data para tal. 

Os usuários podem usar a carteira de criptomoedas baixando primeiro o Opera no Android e, em seguida, comprando alguns tokens Ether para armazená-los. A partir daí, podem acessar uma seleção de mini-aplicativos dentro do navegador.

 

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Caçador de bugs encontra falha que dava acesso a contas do Microsoft Office

Bug já foi corrigido pela Microsoft. Falha permitia roubar dados das contas do pacote Office sem que a vítima percebesse


O caçador de bugs Sahad Nk descobriu recentemente uma série de vulnerabilidades que deixaram as contas dos usuários do pacote de produtividade da Microsoft, incluindo o acesso a documentos a até mesmo aos e-mails do Outlook, suscetíveis a ataques hackers. 

O que Sahad descobriu foi que o subdomínio sucess.office.com não tinha sido configurado corretamente permitindo o fácil acesso não-autorizado. Sahad não apenas conseguiu assumir o controle do subdomínio, mas também receber todos e quaisquer dados enviados para ele.

A segunda grande vulnerabilidade entra na sequência. O pesquisador conseguiu fazer com que os aplicativos do Office, o Outlook, Store e Sway, enviassem tokens de login autenticados para o subdomínio mencionado. Dessa forma quando um usuário efetuava login no Microsoft Live (login.live.com), o token de login vazava para o servidor controlado por Sahad. Ele, então, só teria que enviar um e-mail para o usuário pedindo para clicar em um link, o que forneceria um token de sessão válido – uma maneira de fazer login na conta do usuário sem precisar do nome de usuário ou senha. Feito isso, um hacker mal-intencionado poderia obter qualquer tipo de informação salva em e-mails e em documentos.

Sahad descobriu a falha enquanto trabalhava para a SafetyDetective. As vulnerabilidades foram reportadas à Microsoft em junho e, segundo a SafetyDetective, consertadas em novembro.

 

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