Programadores burlam reCAPTCHA com “armas” da própria Google

A essa altura todo mundo por aqui já deve ter preenchido ou clicado naqueles testes “Não Sou um Robô” do reCAPTCHA, a verificação da Google para evitar a criação automática de contas e formulários semelhantes. A companhia vem avançando essa avaliação em um nível que parece não ser mais necessário realizá-la em várias ocasiões. Contudo, pesquisadores provaram o contrário: eles usaram as próprias “armas” da empresa para burlar o sistema.

O grupo da Universidade de Maryland criou um algoritmo, carinhosamente batizado de unCAPTCHA, capaz de superar o reCAPTCHA em 85% das vezes. O método explora uma brecha na versão de áudio do exame, com uso do software de automação do navegador para analisar os elementos necessários e identificar os números falados.

Em seguida, a inteligência artificial manipulada pelos desenvolvedores abusa das falhas do sistema de segurança da companhia de Mountain View para o bot pensar se tratar de um ser humano, baixando o nível de suspeita do reCAPTCHA. Confira uma demonstração no vídeo abaixo, em um cadastro do Reddit.

Provando do próprio veneno

A grande ironia nessa história toda é que várias aplicações de transcrição de áudio e reconhecimento oral utilizadas pelos pesquisadores vêm de serviços da IBM, da Google Cloud, da Sphinx, da Wit-AI e do Bing Speech Recognition.

As vulnerabilidades até foram reveladas para a Google em abril, que desde então vem adicionando mais camadas de proteção para limitar o sucesso do unCAPTCHA. “A Google melhorou, por exemplo, a detecção de automação do navegador. Isso pode ajudá-la a enviar os segmentos de áudio estranhos de volta ao usuário final. Além disso, observamos que alguns desafios de áudio incluem não apenas dígitos, mas pequenos trechos de texto falado”, destacam os desenvolvedores.

unCAPTCHA reCAPTCHA GoogleProgramadores trollam a companhia de Mountain View e outras empresas de tecnologia que “cederam” aplicações de transcrição de áudio e reconhecimento oral

Ainda assim, ao que parece o reCAPTCHA ainda vem sofrendo com o unCAPTCHA e desde a descoberta a equipe de programadores publicou o conceito em um documento e até mesmo montou slides para uma apresentação em Vancouver, no Canadá.

A Gigante das Buscas parece estar resolvendo isso na surdina e por enquanto não falou nada a respeito.

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Compartilhando o ouro: Google irá dividir ganhos com publishers

Cada vez mais publicações lutam para conseguir manter a relevância no mercado da internet (em que tudo é efêmero) e, com isso, conquistar mais receita para se manter ativo. O Google, para ajudá-las nessa empreitada (ao menos na parte financeira da coisa), anunciou que irá compartilhar suas receitas com editores de notícias – vulgo ~publishers~, para os adeptos dos termos ingleses.

Quem deu primeiro a notícia foi o Financial Times, que aponta também que a ideia da iniciativa é combinar dados pessoais de usuários com algoritmos de machine learning para ajudar publicações de notícias a manter e até mesmo aumentar suas bases de assinantes.

Qual é a vantagem?

O acordo entre publicação e Google poderá funcionar na mesma linha do AdSense (usamos o verbo no futuro, porque a empresa ainda não deu detalhes sobre o assunto). Sendo assim, para cada assinante que o buscador trouxer para a publicação, ele fica com uma porcentagem do valor da assinatura. Do lado dos publishers, um porta-voz da gigante disse ao TechCrunch que a fatia dos ganhos concedidos às publicações será “bastante generosa”, mas não entrou em detalhes sobre números.

Este texto foi publicado originalmente no The BRIEF. Se você quiser conferir o restante da matéria e ficar por dentro de tudo do mercado de tecnologia (serious business!), clique aqui!

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Google libera atualização Android 8.1 para desenvolvedores

O Android 8.0 foi lançado pela Google em agosto. Agora, desenvolvedores já podem experimentar uma nova grande atualização, a 8.1 — que ainda deverá chegar em formato final deste ano, meio de dezembro. Apesar disso, as mudanças não são grandes no design ou recursos, são apenas algumas mudanças nas configurações de sistema.

Entre as novidades, o Android 8.1 possui recursos de gerenciamento de memória, limita alertas de som de notificações (uma por segundo) e inclui códigos de erro para sensor biométrico.

Os aparelhos que já podem experimentar a nova atualização são: Nexus 6P, Nexus 5X, tablet Pixel C, Pixel 1, Pixel 1 XL, Pixel 2 e Pixel 2 XL. Se você faz parte do programa Beta, deverá receber uma notificação de alerta de atualização em breve.

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Google libera Android 8.1 para desenvolvedores membros do Android Beta Program

Nesta quarta-feira (25), a Google já liberou o Android 8.1 para desenvolvedores membros do Android Beta Program, que poderão testar a nova versão do sistema a fim de detectar bugs e falhas de performance, antes que a novidade seja liberada para os usuários – o que acontecerá nas próximas semanas para smartphones Pixel e Nexus.

Além de trazer o Pixel Visual Core para os Pixel 2 e 2 XL, o Android 8.1 traz outros recursos interessantes, como uma nova API de redes neurais para aceleração de hardware no que diz respeito ao aprendizado de máquina do dispositivo. Contudo, uma outra novidade pode não ser do agrado dos usuários, já que limita a exibição de notificações a uma por segundo. Já a nova API do WallpaperColors permite que os apps gerenciem as cores do papel de parede.

Ainda, outra novidade permitirá que aplicativos denunciem à Google qualquer ameaça detectada durante a navegação, e, também, será possível que desenvolvedores melhorem a performance de seus apps em dispositivos com pouca RAM.

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Google investiga relatos de problemas com o áudio do Pixel 2

Depois de investigar problema de "tela fantasma" no Pixel 2, agora a Google está investigando um outro problema relatado em seu flagship, referente a ruídos estranhos emitidos quando o aparelho é desbloqueado, mais ou menos como o tique de um relógio. Alguns usuários do Pixel 2 XL relataram o mesmo.

De acordo com o relato de um usuário, o problema não acontece quando a tela está desligada ou ligada, surgindo na hora do desbloqueio, caso o usuário o faça com o smartphone colado no ouvido. Alguns usuários informaram que o problema é reduzido ao desligar o recurso NFC, mas não desaparecendo completamente.

A gigante ainda não fez uma declaração oficial sobre os problemas relatados por quem já se apressou para adquirir seu Pixel 2, mas, segundo um funcionário da companhia, a Google já estaria pesquisando relatos dos usuários e investigando a origem do problema. Ainda assim, esse mesmo funcionário disse que a quantidade de usuários que estão passando por essa dificuldade é bastante pequena, assegurando, também, que o defeito não afeta o desempenho do dispositivo.

via Canaltech

Google revela que se uniu à Intel para criar chip de IA para o Pixel 2

A Google se pronunciou recentemente para falar sobre algumas características de hardware dos aparelhos da linha Pixel 2. Na ocasião, a gigante das buscas revelou que fez uma parceria com a Intel para projetar um coprocessador voltado para recursos de inteligência artificial.

Apelidado de Pixel Visual Core, o chip foi implementado nos smartphones Pixel 2 e Pixel 2 XL, equipado ao lado do poderoso Snapdragon 835, da Qualcomm.

Embora o foco do Pixel Visual Core seja em atividades que envolvam inteligência artificial, ele também é capaz de garantir mais velocidade e maior tempo de autonomia da bateria do dispositivo ao capturar fotos com a tecnologia HDR+.

Google Pixel 2

Segundo o AndroidAuthority, o chip possui um conjunto de oito núcleos físicos, capazes de executar mais de 3 trilhões de operações por segundo, possibilitando que os aparelhos Pixel executem o processamento de fotografias sem a necessidade de um sensor adicional.

Apesar do envolvimento da Google com tecnologias de inteligência artificial e aprendizagem de máquina não ser algo novo, sua recente parceria com a Intel para a elaboração do Pixel Visual Core é uma estratégia muito interessante e que pode ser benéfica para ambas as empresas.

Em conversa com a CNBC, um porta-voz da Google reiterou que a escolha da parceria ocorreu, em grande parte, devido ao fato de que nenhum outro chip disponível no mercado seria capaz de atender aos requisitos técnicos que a gigante das buscas queria para os novos aparelhos Pixel, e uma vez que a Intel já se mostrou muito eficiente na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial, essa foi a decisão mais lógica a se tomar.

via Canaltech

Intel ajudou a Google na fabricação de seu co-processador do Pixel 2

Você sabia que tanto o Pixel 2 quanto o Pixel 2 XL vêm com um processador extra, feito especialmente para garantir um melhor desempenho para o aparelho em certas tarefas? Não é exatamente surpresa para quem responder que não, já que o chip, chamado de Pixel Visual Core, nem mesmo está habilitado no aparelho, por enquanto.

Mas o fato é que ele existe e, com a chegada de uma das atualizações de desenvolvedor do Android 8.1 Oreo que deve ser lançada dentro das próximas semanas, devemos ver todas as vantagens que ele traz em funções ligadas à inteligência artificial, fotos HDR+ e economia de bateria.

Uma curiosidade que pegou muita gente de surpresa, no entanto, foi descobrir que o Visual Core aparentemente foi desenvolvido em um trabalho conjunto entre a Google e a Intel. Prova disso, segundo a CNBC, veio quando um desses smartphones foi desmontado, revelando que o número de série do chip começa com “SR3” – o mesmo usado pela fabricante de processadores. A descoberta, vale notar, foi confirmada pela gigante das buscas.

É claro que isso não quer dizer que essa proposta virou padrão para as duas empresas. Mas, visto que ela parece trazer vantagens bastante interessantes para o smartphone, não seria surpresa descobrir essa parceria se repetindo entre ambas as companhias. Resta esperar os próximos celulares da Google para ver.

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Nostalgia: Google Fotos agora mostra montagens ao estilo “antes e depois”

De acordo com informações do Phandroid, o Google Fotos está inaugurando um novo recurso para manter seus usuários engajados. A função se chama “Then & Now” e pode ser traduzida livremente para “Antes e Depois”. O app basicamente faz uma montagem de uma foto antiga da sua galeria com uma nova, as colocando lado a lado para dar aquela boa dose diária de nostalgia.

Mais interessante ainda é quando o serviço pega fotos de grupos de pessoas. Ele procura uma foto antiga e uma nova com os mesmos indivíduos na captura e as coloca lado a lado de forma estilizada. Como o Fotos agora reconhece animais de estimação individualizada, eles também aparecem nessas montagens.

google fotos

Além disso, o app também faz pequenas colagens com várias fotos tiradas no mesmo dia para relembrar o momento quando ele completa um ano ou mais. É basicamente isso que apps como Timehop fazem, bem como o Facebook, que tem uma seção de memórias dedicadas exclusivamente a resolver esse tipo de coisa.

Parta ver se o seu Google Fotos já está mostrando algum “Antes e Depois”, abra o app no seu smartphone e confira a guia “Assistente”, no fundo da tela. 

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Antivírus da Google para proteger aplicativos tem desempenho ruim em teste

A AV-Test – uma empresa especializada no teste de aplicativos antivírus – realizou mais uma de suas avaliações bimestrais para mostrar quais programas são mais eficazes para detectar vírus e outras ameaças para o sistema operacional Android.

O resultado dos testes, porém, não foi muito animador, e o Protect acabou ficando muito abaixo da média dos antivírus do mercado

Na lista mais recente, do mês de setembro, a companhia listou pela primeira vez o Google Play Protect, o sistema de segurança para os aplicativos da loja online da Google que começou a ser disponibilizado para os usuários no mês passado.

O resultado dos testes, porém, não foi muito animador, e o Protect acabou ficando muito abaixo da média dos antivírus do mercado. No quesito “detecção do mais recente malware para Android em tempo real”, o programa da Google detectou apenas 65,8% de 3.016 amostras usadas.

google play protect

Precisa melhorar

Já na categoria “detecção do mais recente malware para Android descoberto nas últimas quatro semanas”, o Protect só foi capaz de flagrar 79,2% dos 2.917 analisados. A média para esses tipos de teste é de 95,7% e 98,4% respectivamente. Com esse desempenho, o Google Play Protect acabou ficando em última posição na primeira categoria e em 9º de 21 participantes na segunda.

A ideia do Google Play Protect é ficar de olho nos seus aplicativos e detectar se existem malwares embutidos nos programas. Uma vez instalados em seu smartphone, eles podem causar todo tipo de mal, vazando informações e até permitindo o acesso de terceiros ao seu aparelho. Confira a lista completa e clique neste link para ter mais informações sobre o teste.

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Google Assistente agora oferece novos 50 apps e games para crianças

Famílias que já usam o Google Home ou algum outro speaker inteligente equipado com Google Assistente em suas casas acabam de ganhar mais 50 aplicativos e jogos voltados para crianças. Disponíveis, por enquanto, apenas nos Estados Unidos, os novos recursos podem brincar de fazer beatbox e conversar com o Mickey Mouse.

Para jogar, basta dizer "Ok Google, Abracadabra" ou "Ok Google, vamos jogar um jogo" para que as opções de entretenimento infantil sejam oferecidas. Também se pode dizer "Ok Google, conte-me uma história" para que a criança ouça mais de 20 histórias clássicas do universo infantil. Além de jogos, o assistente da Google também conta com serviços educativos personalizados.

Contudo, para que menores de 13 anos usem o Google Assistente, é preciso que um dos pais ou responsável crie contas familiares na plataforma. O Assistente é capaz de diferenciar até seis vozes únicas, não correndo o risco de uma criança tentar se passar por um de seus pais e burlar o sistema de segurança.

Apesar de estar saindo na frente no que diz respeito ao entretenimento familiar e infantil, a Google não é a única empresa de olho nesse mercado. A Amazon, por exemplo, já adicionou um jogo de tabuleiro à Alexa, que faz parte dos speakers da linha Echo, e a empresa vem incentivando desenvolvedores a criar novidades para o público infantil em sua plataforma.

via Canaltech

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