Waymo vai começar a testar carros autônomos em estradas cobertas por neve

As estradas cobertas por neve de Michigan, nos Estados Unidos, servirão como palco de testes para os veículos autônomos da Waymo, que faz parte da Alphabet. A ideia é verificar como será a performance dos carros que dispensam motoristas nessas condições.

De acordo com John Krafcik, CEO da companhia, "com base no trabalho que fizemos até então, daremos aos nossos carros uma maior prática na neve, granizo e gelo, e este tipo de teste nos dará a oportunidade de avaliar a forma como nossos sensores funcionam em condições úmidas e frias". Além disso, os testes também "desenvolverão as habilidades avançadas de condução que desenvolvemos nos últimos oito anos, ensinando a nossos carros como lidar com coisas como patinagem em estradas geladas".

A Waymo já chegou a testar seus carros autônomos em Tahoe, mas as condições do local não chegam perto dos níveis extremos do inverno de Michigan. Na ocasião, foi usada uma minivan híbrida Chrysler Pacifica personalizada, equipada com um conjunto de sensores. No começo de 2017, a empresa já tinha mais de 100 veículos prontos, e anunciou seus planos de expandir sua frota em Phoenix para mais de 500 veículos.

"Para motoristas humanos, essa mistura de condições invernais pode afetar como você enxerga, e a maneira que seu veículo lida com a estrada. O mesmo acontece com os autônomos. Na Waymo, nossa meta final é que nossos carros autônomos operem de maneira segura e suave em todos os tipos de ambiente", declarou a empresa.

via Canaltech

Alphabet inicia testes de carros autônomos em Michigan

Objetivo é testar tecnologia autônoma sob as extremas condições que o estado ao norte dos Estados Unidos oferece, incluindo pistas com neve e granizo

via IDG Now!

O som que os carros elétricos da Nissan vão tocar para alertar pedestres

Diferente dos motores de combustão interna, os carros elétricos praticamente não emitem ruído. Isso pode causar acidentes, especialmente com pedestres que têm dificuldade para enxergar. Por isso, a Nissan revelou o som que seus veículos tocarão em baixas velocidades.

O som se chama Canto, um nome derivado do verbo que também utilizamos no português. Como descreve o Engadget, lembra a mistura do aquecimento de uma orquestra e aquele som da THX:

O tom do ruído muda de acordo com a aceleração e desaceleração do veículo, e também se o motorista está andando de ré. Ele é ativado apenas em velocidades de até 20 ou 30 km/h, dependendo da legislação de cada país – 20 km/h na União Europeia, 30 km/h nos Estados Unidos, ¯\_(ツ)_/¯ no Brasil.

A Nissan diz que o Canto foi criado para servir como som de alerta, mas também para “enriquecer o ambiente sonoro de uma típica rua urbana com um toque distinto da Nissan”. O volume será “claramente audível” sem perturbar os pedestres, passageiros e moradores.

Tecnocast 051 – O Fim dos Motores a Combustão

051-tecnocast

Recentemente o parlamento alemão votou pelo fim do motor a combustão interna. Eles querem que, a partir de 2030, o país não comercialize mais carros movidos a combustível fóssil, o que implicaria em um aumento enorme na demanda por energia elétrica.

Se a medida for efetivada, muita coisa mudaria. Ainda não temos baterias com grande autonomia e a matriz energética mundial é muito dependente de fontes não renováveis. O que seria necessário pra fazer essa mudança? Dá o play e vem com a gente!

O som que os carros elétricos da Nissan vão tocar para alertar pedestres

via Tecnoblog

Mercado Livre agora permite reservar carros usados em sua plataforma

Como parte da iniciativa do Mercado Livre de se lançar, de vez, no mercado de compra e venda de veículos usados na internet, a partir desta segunda-feira (23) a plataforma passará a aceitar a reserva de carros mediante pagamento antecipado de parte do valor.

Até então, carros, imóveis e serviços faziam parte de categorias em que não era possível fechar a compra apenas pelo site, sendo necessário o contato direto entre comprador e vendedor para fechar o negócio. Agora, com o novo mecanismo de reserva, isso começa a mudar com o pagamento de R$ 200 a R$ 1.000, dependendo do preço final do veículo, para efetuar uma reserva.

O botão de reserva, a partir de agora, consta na página da oferta, junto com as informações de contato do vendedor. A função serve tanto para concessionárias quanto para usuários comuns que estejam precisando vender o seu carro usado.

Ao realizar o pagamento da reserva, o anúncio sai do ar e o comprador tem até 21 dias para completar o negócio com o vendedor, sendo que, a qualquer momento, é possível desistir da negociação. Caso isso aconteça, o valor da reserva será devolvido ao comprador. Contudo, quanto mais reservas bem-sucedidas o vendedor tiver, melhor será sua avaliação na plataforma.

Atualmente, o Mercado Livre registra 200 mil anúncios de veículos por mês.

via Canaltech

Toyota licencia patentes da Microsoft para aprimorar seus carros conectados

Enquanto diversas gigantes da tecnologia andam entrando com tudo no segmento de carros inteligentes ou autônomos – disputando espaço com montadoras tradicionais e empresas criadas especialmente para o setor –, a Microsoft resolveu participar da brincadeira do seu próprio jeito: oferecendo suas ferramentas e conhecimento tecnológico. Prova disso é que a companhia acabou de fechar um contrato com a Toyota para licenciar uma série de suas patentes para os projetos de veículos conectados da marca.

A parceria deve dar à fabricante japonesa acesso a recursos que vão desde o próprio sistema operacional do automóvel até funcionalidades que abordam temas como inteligência artificial, reconhecimento de voz, controle por movimentos e muito mais. Na prática, isso significa que a Toyota não precisa gastar tempo e dinheiro no desenvolvimento desses softwares e que ela precisa se preocupar apenas em como utilizar bem todos os brinquedinhos emprestados pela dona do Windows – além de fazer valer a dinheirama, não revelada, paga para a Microsoft.

De nada adianta o design futurista se o sistema não acompanhar a evolução, certo?

Essa parece ser uma evolução natural do relacionamento entre as duas companhias, já que ambas trabalham juntas há pouco mais de um ano para viabilizar os avanços do centro de pesquisa da montadora. Isso porque a plataforma Toyota Connected recorre aos serviços cloud da parceira, através do Azure, para funcionar adequadamente. O resultado é um sistema de computação na nuvem que oferece soluções customizadas para os clientes da fabricante de automóveis.

A Microsoft não tem nenhum acordo de exclusividade com sua atual colega

Vale notar que a Microsoft não tem nenhum acordo de exclusividade com sua atual colega, o que significa que seus produtos podem ser adquiridos e aplicados por outros grandes nomes do mercado automotivo. Nissan e Renault, por exemplo, também se apoiam no Azure para hospedar suas plataformas online e oferecer atualizações de software para carros conectados. A Volvo, por sua vez, está brincando com a ideia de utilizar o HoloLens para trazer a realizada aumentada tanto para a linha de produção quanto para seu laboratório de desenvolvimento.

O headset AR da Microsoft já está nos planos da Volvo

Será que um dia a empresa fundada por Bill Gates resolve se arriscar e desenvolver seu próprio veículo inteligente? Por enquanto, parece ser mais lucrativo negociar suas patentes com terceiros, não é mesmo? Deixe a sua opinião sobre o tema mais abaixo, na seção de comentários.

via Novidades do TecMundo

Uber tem ferramenta secreta para vigiar carros e acabar com a concorrência

Já faz três anos que a Uber enfrentou uma investigação sobre uma ferramenta chamada “God View”, que rastreava tanto motoristas quanto usuários do aplicativo. Agora, segundo o pessoal do Jalopnik, a Uber refinou esse método e trabalha com uma ferramenta batizada de “Heaven View”.

Uber vem enfrentando turbulência sobre valores pagos aos motoristas, leis trabalhistas e relatos de assédio sexual

O relato comenta que esse software, ao lado de outras ferramentas internas, permite aos executivos da Uber a capacidade de não só rastrear os motoristas cadastrados, como também vigiar os motoristas que trabalham com aplicativos concorrentes.

A Uber vem enfrentando uma verdadeira turbulência nos últimos meses, no que toca valores pagos aos motoristas, leis trabalhistas e relatos de assédio sexual. Além disso, um grupo de executivos abandonou o barco recentemente, como o até então presidente Jeff Jones.

Enquanto isso, não é incomum encontrar motoristas Uber que possuem outros aplicativos concorrentes instalados no celular. No Brasil, por exemplo, 99Taxi, Cabify, Lift, EasyGo e WillGo.

Uber

Vigilância pesada

De acordo com a fonte do Jalop, o objetivo dessa ferramenta “é identificar e incentivar motoristas com bônus ou subsídios para continuarem leais ao Uber sobre a competição”. Apesar da companhia nunca ter comentado sobre o software Heaven View, ele já foi citado durante um processo judicial envolvendo um dos pesquisadores de segurança da Uber.

Tudo em prol de um serviço melhor?

É interessante notar que essa não é o primeiro programa que a companhia utiliza para vigiar alguém — ou para se esconder. No caso, estamos falando do Greyball, que tem a capacidade de esconder motoristas do app de autoridades governamentais. Isso acontece porque, em muitas regiões do mundo, existem regiões nas quais a Uber é proibida de operar por causa de regulamentações locais.
Sobre o caso do Greyball, um porta-voz da Uber disse o seguinte ao Jalopnik:

Não é segredo que o compartilhando de corridas é realmente competitivo. As pessoas têm muitas opções entre diferentes apps e podem alternar entre eles com facilidade, então é interesse da Uber ser a opção mais atraente. Nós buscamos fazer isso principalmente por meio de recursos destaque de nosso produto — como navegação in-app melhorada e pagamento instantâneo — mas como todas as companhias nós também tentamos entender como os nossos consumidores usam os serviços concorrentes, para podermos oferecer um serviço melhor que o deles“.

  • Em prol da concorrência, uma empresa pode vigiar a atividade de “funcionários” — mesmo que ela trate apenas como parceiros — e usuários? Deixe a sua opinião nos comentários

Uber

Desdobramento da ferramenta

O funcionamento do Heaven View também interage com os executivos da Uber. Quando um funcionário abre o app e solicita uma corrida para um “motorista parceiro”, o aplicativo automaticamente solicita que o funcionário pergunte ao motorista se ele dirige apenas para a Uber ou também para algum concorrente.

Agentes duplos ficam marcados como motoristas competitivos

E o acontece se um executivo Uber notar que o motorista parceiro também dirige, por exemplo, para o Cabify? O executivo pode usar um desdobramento de outra ferramenta para enviar os números da placa do veículo para uma base de dados. Dessa maneira, estes motoristas “agentes duplos” ficam marcados como “motoristas competitivos”.

Sobre este último desdobramento, a fonte do Jalop comentou o seguinte: “Tudo isso tem um efeito positivo para o motorista, já que ele vai receber incentivos e subsídios para continuar leal a Uber”.

  • A Uber não comentou este caso em específico.

via Novidades do TecMundo

Microsoft e Toyota firmam acordo para impulsionar carros conectados

Montadora terá acesso a uma ampla gama de patentes da Microsoft, incluindo acesso à tecnologia de processamento de informação e comunicação

via IDG Now!

Ford amplia o uso de impressão 3D para fabricar peças para seus carros

ford 3d

Tecnologia e indústria automotiva andam de mãos dadas. E nada melhor para ilustrar isso do que a nova iniciativa da Ford, que vem ampliando o uso da impressão 3D em suas operações no mundo. Agora, a novidade é um projeto que utiliza componentes produzidos por impressão 3D na linha de montagem.

Em fase inicial, em suas fábricas em Vsevolzhk e Naberezhnye Chelny, na Rússia, em parceria com a Sollers, o objetivo é estabelecer um programa inédito de melhoria de eficiência. As peças fabricadas por esse processo garantem maior produtividade na produção e contribuem para a segurança dos operadores nas estações de trabalho.

Neste novo projeto, a Ford Sollers já usa cerca de 30 componentes diferentes produzidos com essa tecnologia. Um deles, por exemplo, é um suporte de segurança que previne o enroscamento das luvas nos equipamentos. O baixo custo de desenvolvimento e fabricação é uma vantagem que estimula a criação de novas aplicações com esse processo. O plano da empresa é ampliar a gama de componentes feitos com a sua própria impressora 3D.

No início de março, a Ford já havia anunciado ser a primeira montadora a testar uma impressora 3D (Stratasys Infinite Build 3D) para a produção de peças automotivas grandes. Nessa etapa, os componentes são destinados à aplicação em protótipos, veículos personalizados e de competição. Capaz de imprimir peças para automóveis de praticamente qualquer forma ou tamanho, essa nova técnica de impressão 3D pode revolucionar a fabricação de componentes de baixo volume e também de ferramentas.

Veja a Stratasys 3D em ação: 

A criação de uma peça por esse processo começa com o desenho de um modelo virtual usando um software especial, que divide o componente em fatias muito finas. A partir daí, a impressora 3D reconstrói a peça camada por camada, depositando plástico fundido até que ela esteja completa. Os benefícios da impressão 3D na área automotiva incluem a produção de peças mais leves para aumentar a economia de combustível. Um aerofólio impresso em 3D, por exemplo, pode pesar a metade do seu equivalente em metal fundido.

via Canaltech

A versão revisitada do Alpine A110 é um presente dos deuses dos carros

Como o carro que o inspirou: pequeno, ágil e simplesmente MARAVILHOSO

Não me levem a mal: sou muito fã de carros, mas sou mais fã de automobilismo. Sendo assim, tenho uma queda especial por carros que, digamos, carregam consigo um pedigree das competições.

É por isso que o novo Alpine A110 já tem um espaço reservado no meu coração: ele é uma releitura perfeita de um dos maiores ícones da história do rally mundial – e isso é o suficiente pra que boa parte da água que faz parte da minha composição corporal vá embora na forma da mais pura baba.

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via Novidades do TecMundo

ARM DynamIQ é uma arquitetura de chips focada em IA e carros autônomos

Ser onipresente no mercado de dispositivos móveis não é o bastante. Mais do que nunca, a ARM quer que chips baseados em suas arquiteturas equipem laptops, servidores, consoles de games, dispositivos de realidade virtual, aplicações de inteligência artificial, robôs e até carros autônomos. Para tanto, a companhia apostará em uma tecnologia focada em desempenho: a ARM DynamIQ.

ARM DynamIQ

Não é que não seja possível encontrar processadores ARM nas mencionadas plataformas. Só que é muito comum chips do tipo aparecerem em aplicações que priorizam a otimização do consumo de energia. Frequentemente, somente o segmento de dispositivos móveis nos lembra que tecnologias ARM também podem ser sinônimo de alto desempenho.

A proposta da DynamIQ é justamente aliar a já conhecida otimização do consumo com performance. E não é por mero capricho: aplicações de realidade virtual e aprendizagem de máquina, por exemplo, requerem cada vez mais capacidade elevada de processamento, sem desconsiderar o aspecto do consumo. Uma forma de atender a essa necessidade é oferecer uma estrutura dinâmica.

Para entendermos como isso funciona, basta lembramos do big.LITTLE. Por padrão, chips com essa tecnologia têm dois grupos de núcleos: um mais potente, outro com desempenho inferior e, portanto, menos consumo. Quando uma tarefa exigente precisa ser executada, o primeiro grupo é acionado; quando a tarefa é simples, os núcleos menos potentes dão conta da execução. Dessa forma, o chip acaba tendo maior eficiência energética — a economia pode chegar a 75%.

ARM DynamIQ - robô

Na ARM DynamIQ, o big.LITTLE é expandido, digamos assim. Em vez de seguir o padrão com dois conjuntos de núcleos, o fabricante pode fazer arranjos muito mais flexíveis. Como a própria ARM explica, é possível combinar um núcleo de alto desempenho com sete núcleos mais econômicos, por exemplo, cada um deles tendo especificações diferentes (como clocks distintos). Teoricamente, ficará mais fácil para a indústria desenvolver processadores específicos para cada tipo de aplicação.

Não termina aí. A tecnologia DynamIQ também foi projetada para permitir comunicação mais rápida entre os núcleos e ter gerenciamento mais avançado de memória, o que deve melhorar não só o desempenho como também a economia de energia. Há ainda instruções específicas para aplicações de inteligência artificial, aprendizagem de máquina e afins.

Redundância é outro aspecto considerado na DynamIQ. Se um grupo de núcleos falhar, outros poderão assumir as tarefas automaticamente. Essa característica é especialmente importante para sistemas de carros autônomos — uma falha aqui pode simplesmente ser fatal, você sabe.

ARM DynamIQ

As possibilidades são realmente grandes. A Qualcomm conseguirá oferecer processadores que deixam os smartphones ainda mais poderosos, e a Apple poderá (finalmente?) criar uma linha de Macs totalmente baseada em arquitetura ARM, só para dar alguns exemplos.

Entre 2013 e 2017, cerca de 50 bilhões de chips com arquitetura ARM foram produzidos. A expectativa da companhia é a de que esse número seja de 100 bilhões nos próximos quatro anos. A DynamIQ deverá fazer parte disso. Os primeiros chips baseados na tecnologia terão arquitetura ARMv8-A e suportarão até oito núcleos por grupo.

A disponibilização deve começar em 2018.

Com informações: AnandTech

ARM DynamIQ é uma arquitetura de chips focada em IA e carros autônomos

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