Moto G6 chega por até R$ 1.599; Microsoft sem estoque do Windows Phone e + [CT N

Bem-vindos ao nosso “jornal” diário com o resumo das principais notícias sobre tecnologia. Com o Canaltech News, em pouco mais de 5 minutos você fica por dentro dos principais produtos lançados do mercado, da movimentação das principais empresas do segmento, novidades das redes sociais, curiosidades, cultura geek, e muito mais.

Nesta edição, falamos sobre:

  • Motorola apresenta Moto G6 com tela 18:9, novo design e custando até R$ 1.600
  • NASA lança satélite TESS para buscar novos exoplanetas
  • Netflix agora exibe trailers como se fossem Stories, na vertical
  • WhatsApp adiciona função de remoção de administradores em grupos
  • Microsoft confirma que não há mais Windows Phone em seu estoque
  • Fábrica da Tesla começa a ser investigada por acidentes de trabalho
  • Trailer final de Deadpool 2 é divulgado pela Fox
  • Nubank inicia validação por biometria facial para garantir segurança de clientes
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via Canaltech

LCD, IPS, OLED, AMOLED: Quais são os tipos de telas utilizadas nos smartphones?

Quais são os critérios que você usa na hora de escolher um smartphone? Provavelmente, na avaliação você leva em consideração a marca, as especificações, qualidade da câmera, duração da bateria, preço e opiniões sobre o modelo. Porém, você já pensou em colocar entre os critérios o tipo de display do celular?

Basicamente, há cinco tipos diferentes de telas para smartphones: LCD, IPS, OLED, AMOLED e Super AMOLED. Com características próprias, cada uma delas influencia na experiência e na usabilidade do dispositivo.

Para você entender a diferença entre elas, o Canaltech vai explicar suas peculiaridades e suas vantagens. Confira:

LCD

Para quem não sabe, LCD significa “Liquid Cristal Display”, ou “Tela de Cristal Líquido” em português. As telas de LCD são compostas por cristais líquidos transparentes, que, quando submetidos a correntes elétricas, sofrem uma alteração molecular. Nesse processo, os cristais, anteriormente transparentes, ficam opacos, fazendo com que a passagem de luz da placa “backlight” (que se mantém acesa) seja barrada.

Apesar de muito utilizadas em smartphones, as telas LCD são as menos econômicas. Como a camada backlight fica acesa constantemente, há grande consumo de energia, o que é pouco interessante para quem precisa de um smartphone com grande duração de bateria.

IPS

Os displays IPS, “In-Plane Switching”, ou “Comutação Plana” na tradução, são, basicamente, uma variação das telas LCD. A grande diferença entre ambas é a proximidade das moléculas de cristal líquido, que nas telas IPS ficam perto da superfície da display. Isso acontece porque, enquanto no LCD as moléculas ficam desorganizadas, na tecnologia IPS os cristais se agrupam, resultando em melhor qualidade de imagem.

OLED

Evoluídas do LED, as telas OLED (“Organic Light-Emitting Diode”, ou “Diodo Emissor de Luz Orgânica”) utilizam em sua composição diodos emissores, e não cristais líquidos. Por isso, os displays OLED dispensam a camada backlight, já que os diodos são responsáveis pela emissão de sua própria luz. A consequência é o menor consumo de energia e a estrutura mais fina do aparelho.

AMOLED

Ideal para quem gosta de assistir vídeos e jogar no smartphone, as telas AMOLED (“Active-Matrix Organic Light-Emitting Diode”, ou “Matriz Ativa de Diodo Orgânico Emissor de Luz”, em português) podem ser uma excelente escolha. Derivadas do OLED, essas telas são compostas em quatro camadas: ânodo, orgânica, cátodo e circuitos, capazes de melhorar a responsividade dos comandos e, consequentemente, tornando as imagens mais fluidas.

Super AMOLED

Criadas pela Samsung, as telas Super AMOLED são a atualização da tecnologia AMOLED. Com a inclusão de uma camada sensível ao toque, os smartphones com displays Super AMOLED dispensam a camada de vidro do aparelho. O resultado disso é melhor definição, maior fluidez, menor consumo de energia e estrutura mais leve para o dispositivo.

Novidade: MicroLED

Apesar de o foco das fabricantes estar nos painéis OLED e AMOLED, há uma tecnologia ainda mais recente. A promessa para o futuro é o MicroLED, que, apesar de ser composto por diodos emissores de luz, difere do OLED em um detalhe importante. Enquanto o OLED tem como base materiais orgânicos, o MicroLED é baseado em materiais inorgânicos. Isso significa que os dispositivos podem ficar ainda mais finos, já que o MicroLED dispensa camadas de polarizadores e encapsulamento. Outra vantagem é que o MicroLED demanda menos energia, reduzindo o consumo em 50% quando comparado ao OLED. 

Vale lembrar que cada tipo de tela impacta diretamente no uso dos smartphones, mas também no preço. Antes de fazer a sua escolha, verifique o custo-benefício do aparelho e se certifique de que o modelo atende às suas necessidades.

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LCD, IPS, OLED, AMOLED: Quais são os tipos de telas utilizadas nos smartphones?

Quais são os critérios que você usa na hora de escolher um smartphone? Provavelmente, na avaliação você leva em consideração a marca, as especificações, qualidade da câmera, duração da bateria, preço e opiniões sobre o modelo. Porém, você já pensou em colocar entre os critérios o tipo de display do celular?

Basicamente, há cinco tipos diferentes de telas para smartphones: LCD, IPS, OLED, AMOLED e Super AMOLED. Com características próprias, cada uma delas influencia na experiência e na usabilidade do dispositivo.

Para você entender a diferença entre elas, o Canaltech vai explicar suas peculiaridades e suas vantagens. Confira:

LCD

Para quem não sabe, LCD significa “Liquid Cristal Display”, ou “Tela de Cristal Líquido” em português. As telas de LCD são compostas por cristais líquidos transparentes, que, quando submetidos a correntes elétricas, sofrem uma alteração molecular. Nesse processo, os cristais, anteriormente transparentes, ficam opacos, fazendo com que a passagem de luz da placa “backlight” (que se mantém acesa) seja barrada.

Apesar de muito utilizadas em smartphones, as telas LCD são as menos econômicas. Como a camada backlight fica acesa constantemente, há grande consumo de energia, o que é pouco interessante para quem precisa de um smartphone com grande duração de bateria.

IPS

Os displays IPS, “In-Plane Switching”, ou “Comutação Plana” na tradução, são, basicamente, uma variação das telas LCD. A grande diferença entre ambas é a proximidade das moléculas de cristal líquido, que nas telas IPS ficam perto da superfície da display. Isso acontece porque, enquanto no LCD as moléculas ficam desorganizadas, na tecnologia IPS os cristais se agrupam, resultando em melhor qualidade de imagem.

OLED

Evoluídas do LED, as telas OLED (“Organic Light-Emitting Diode”, ou “Diodo Emissor de Luz Orgânica”) utilizam em sua composição diodos emissores, e não cristais líquidos. Por isso, os displays OLED dispensam a camada backlight, já que os diodos são responsáveis pela emissão de sua própria luz. A consequência é o menor consumo de energia e a estrutura mais fina do aparelho.

AMOLED

Ideal para quem gosta de assistir vídeos e jogar no smartphone, as telas AMOLED (“Active-Matrix Organic Light-Emitting Diode”, ou “Matriz Ativa de Diodo Orgânico Emissor de Luz”, em português) podem ser uma excelente escolha. Derivadas do OLED, essas telas são compostas em quatro camadas: ânodo, orgânica, cátodo e circuitos, capazes de melhorar a responsividade dos comandos e, consequentemente, tornando as imagens mais fluidas.

Super AMOLED

Criadas pela Samsung, as telas Super AMOLED são a atualização da tecnologia AMOLED. Com a inclusão de uma camada sensível ao toque, os smartphones com displays Super AMOLED dispensam a camada de vidro do aparelho. O resultado disso é melhor definição, maior fluidez, menor consumo de energia e estrutura mais leve para o dispositivo.

Novidade: MicroLED

Apesar de o foco das fabricantes estar nos painéis OLED e AMOLED, há uma tecnologia ainda mais recente. A promessa para o futuro é o MicroLED, que, apesar de ser composto por diodos emissores de luz, difere do OLED em um detalhe importante. Enquanto o OLED tem como base materiais orgânicos, o MicroLED é baseado em materiais inorgânicos. Isso significa que os dispositivos podem ficar ainda mais finos, já que o MicroLED dispensa camadas de polarizadores e encapsulamento. Outra vantagem é que o MicroLED demanda menos energia, reduzindo o consumo em 50% quando comparado ao OLED. 

Vale lembrar que cada tipo de tela impacta diretamente no uso dos smartphones, mas também no preço. Antes de fazer a sua escolha, verifique o custo-benefício do aparelho e se certifique de que o modelo atende às suas necessidades.

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LCD, IPS, OLED, AMOLED: Quais são os tipos de telas utilizadas nos smartphones?

Quais são os critérios que você usa na hora de escolher um smartphone? Provavelmente, na avaliação você leva em consideração a marca, as especificações, qualidade da câmera, duração da bateria, preço e opiniões sobre o modelo. Porém, você já pensou em colocar entre os critérios o tipo de display do celular?

Basicamente, há cinco tipos diferentes de telas para smartphones: LCD, IPS, OLED, AMOLED e Super AMOLED. Com características próprias, cada uma delas influencia na experiência e na usabilidade do dispositivo.

Para você entender a diferença entre elas, o Canaltech vai explicar suas peculiaridades e suas vantagens. Confira:

LCD

Para quem não sabe, LCD significa “Liquid Cristal Display”, ou “Tela de Cristal Líquido” em português. As telas de LCD são compostas por cristais líquidos transparentes, que, quando submetidos a correntes elétricas, sofrem uma alteração molecular. Nesse processo, os cristais, anteriormente transparentes, ficam opacos, fazendo com que a passagem de luz da placa “backlight” (que se mantém acesa) seja barrada.

Apesar de muito utilizadas em smartphones, as telas LCD são as menos econômicas. Como a camada backlight fica acesa constantemente, há grande consumo de energia, o que é pouco interessante para quem precisa de um smartphone com grande duração de bateria.

IPS

Os displays IPS, “In-Plane Switching”, ou “Comutação Plana” na tradução, são, basicamente, uma variação das telas LCD. A grande diferença entre ambas é a proximidade das moléculas de cristal líquido, que nas telas IPS ficam perto da superfície da display. Isso acontece porque, enquanto no LCD as moléculas ficam desorganizadas, na tecnologia IPS os cristais se agrupam, resultando em melhor qualidade de imagem.

OLED

Evoluídas do LED, as telas OLED (“Organic Light-Emitting Diode”, ou “Diodo Emissor de Luz Orgânica”) utilizam em sua composição diodos emissores, e não cristais líquidos. Por isso, os displays OLED dispensam a camada backlight, já que os diodos são responsáveis pela emissão de sua própria luz. A consequência é o menor consumo de energia e a estrutura mais fina do aparelho.

AMOLED

Ideal para quem gosta de assistir vídeos e jogar no smartphone, as telas AMOLED (“Active-Matrix Organic Light-Emitting Diode”, ou “Matriz Ativa de Diodo Orgânico Emissor de Luz”, em português) podem ser uma excelente escolha. Derivadas do OLED, essas telas são compostas em quatro camadas: ânodo, orgânica, cátodo e circuitos, capazes de melhorar a responsividade dos comandos e, consequentemente, tornando as imagens mais fluidas.

Super AMOLED

Criadas pela Samsung, as telas Super AMOLED são a atualização da tecnologia AMOLED. Com a inclusão de uma camada sensível ao toque, os smartphones com displays Super AMOLED dispensam a camada de vidro do aparelho. O resultado disso é melhor definição, maior fluidez, menor consumo de energia e estrutura mais leve para o dispositivo.

Novidade: MicroLED

Apesar de o foco das fabricantes estar nos painéis OLED e AMOLED, há uma tecnologia ainda mais recente. A promessa para o futuro é o MicroLED, que, apesar de ser composto por diodos emissores de luz, difere do OLED em um detalhe importante. Enquanto o OLED tem como base materiais orgânicos, o MicroLED é baseado em materiais inorgânicos. Isso significa que os dispositivos podem ficar ainda mais finos, já que o MicroLED dispensa camadas de polarizadores e encapsulamento. Outra vantagem é que o MicroLED demanda menos energia, reduzindo o consumo em 50% quando comparado ao OLED. 

Vale lembrar que cada tipo de tela impacta diretamente no uso dos smartphones, mas também no preço. Antes de fazer a sua escolha, verifique o custo-benefício do aparelho e se certifique de que o modelo atende às suas necessidades.

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LCD, IPS, OLED, AMOLED: Quais são os tipos de telas utilizadas nos smartphones?

Quais são os critérios que você usa na hora de escolher um smartphone? Provavelmente, na avaliação você leva em consideração a marca, as especificações, qualidade da câmera, duração da bateria, preço e opiniões sobre o modelo. Porém, você já pensou em colocar entre os critérios o tipo de display do celular?

Basicamente, há cinco tipos diferentes de telas para smartphones: LCD, IPS, OLED, AMOLED e Super AMOLED. Com características próprias, cada uma delas influencia na experiência e na usabilidade do dispositivo.

Para você entender a diferença entre elas, o Canaltech vai explicar suas peculiaridades e suas vantagens. Confira:

LCD

Para quem não sabe, LCD significa “Liquid Cristal Display”, ou “Tela de Cristal Líquido” em português. As telas de LCD são compostas por cristais líquidos transparentes, que, quando submetidos a correntes elétricas, sofrem uma alteração molecular. Nesse processo, os cristais, anteriormente transparentes, ficam opacos, fazendo com que a passagem de luz da placa “backlight” (que se mantém acesa) seja barrada.

Apesar de muito utilizadas em smartphones, as telas LCD são as menos econômicas. Como a camada backlight fica acesa constantemente, há grande consumo de energia, o que é pouco interessante para quem precisa de um smartphone com grande duração de bateria.

IPS

Os displays IPS, “In-Plane Switching”, ou “Comutação Plana” na tradução, são, basicamente, uma variação das telas LCD. A grande diferença entre ambas é a proximidade das moléculas de cristal líquido, que nas telas IPS ficam perto da superfície da display. Isso acontece porque, enquanto no LCD as moléculas ficam desorganizadas, na tecnologia IPS os cristais se agrupam, resultando em melhor qualidade de imagem.

OLED

Evoluídas do LED, as telas OLED (“Organic Light-Emitting Diode”, ou “Diodo Emissor de Luz Orgânica”) utilizam em sua composição diodos emissores, e não cristais líquidos. Por isso, os displays OLED dispensam a camada backlight, já que os diodos são responsáveis pela emissão de sua própria luz. A consequência é o menor consumo de energia e a estrutura mais fina do aparelho.

AMOLED

Ideal para quem gosta de assistir vídeos e jogar no smartphone, as telas AMOLED (“Active-Matrix Organic Light-Emitting Diode”, ou “Matriz Ativa de Diodo Orgânico Emissor de Luz”, em português) podem ser uma excelente escolha. Derivadas do OLED, essas telas são compostas em quatro camadas: ânodo, orgânica, cátodo e circuitos, capazes de melhorar a responsividade dos comandos e, consequentemente, tornando as imagens mais fluidas.

Super AMOLED

Criadas pela Samsung, as telas Super AMOLED são a atualização da tecnologia AMOLED. Com a inclusão de uma camada sensível ao toque, os smartphones com displays Super AMOLED dispensam a camada de vidro do aparelho. O resultado disso é melhor definição, maior fluidez, menor consumo de energia e estrutura mais leve para o dispositivo.

Novidade: MicroLED

Apesar de o foco das fabricantes estar nos painéis OLED e AMOLED, há uma tecnologia ainda mais recente. A promessa para o futuro é o MicroLED, que, apesar de ser composto por diodos emissores de luz, difere do OLED em um detalhe importante. Enquanto o OLED tem como base materiais orgânicos, o MicroLED é baseado em materiais inorgânicos. Isso significa que os dispositivos podem ficar ainda mais finos, já que o MicroLED dispensa camadas de polarizadores e encapsulamento. Outra vantagem é que o MicroLED demanda menos energia, reduzindo o consumo em 50% quando comparado ao OLED. 

Vale lembrar que cada tipo de tela impacta diretamente no uso dos smartphones, mas também no preço. Antes de fazer a sua escolha, verifique o custo-benefício do aparelho e se certifique de que o modelo atende às suas necessidades.

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Usuária alerta sobre app que envia ameaças e mensagens ofensivas a crianças

Uma usuária do Facebook alerta para um aplicativo que pode ser nocivo para crianças. Chamado de SimSimi, este aplicativo simula conversas e é descrito como algo que, em tese,  pode ser configurado para ajudar a aprender a escrever corretamente em outros idiomas, já que mostra os erros gramaticais do texto.

Entretanto, a usuária relata que o app manda mensagens inapropriadas para crianças mesmo que se coloquem os filtros necessários nas configurações. Entre as ofensas, estão coisas como “esta noite o diabo vai te possuir e fazer você matar a sua mãe”. Pela quantidade de caracteres errados na plataforma, é muito possível que sejam bugs (o que não exclui a necessidade do alerta).

O app já foi baixado por mais de 2,8 milhões de pessoas na Play Store e é avaliado com nota 4,3 pelos usuários. Na descrição, há relatos da própria desenvolvedora de que isso podia acontecer. “Ensine boas palavras, reporte as ruins, todo mundo fica feliz com SimSimi!. Quando o Sim Simi disser uma palavra ruim, apenas aperte no personagem SimSimi para reportar. Uma palavra ruim será deletada com dois avisos (de aparelhos diferentes). Também, você pode ligar/desligar o filtro de palavras ruins nas configurações”.

App permite configurar idade e nível das palavras a serem usadas pelo bot (Captura de tela: Wagner Alves/Canaltech)

O app ainda é classificado para maiores de 16 anos. Ao se utilizar pela primeira vez, é preciso que se coloque o quanto se quer que o app utilize palavras ruins; ou seja, palavrões. Além disso, é pedido que se indique idade e sexo. Sobre isso, o aplicativo descreve que as mensagens são direcionadas de acordo com estas duas variáveis.

O CanalTech testou o app simulando uma criança do sexo masculino de dez anos. Até o momento das conversas, não houve linguajar ofensivo, mesmo que se tenha ajustado o app para que não exclua totalmente as palavras ruins da conversa.

Contudo, há de destacar que a conversa não toma um rumo lógico em nenhum momento e traz vários erros gramaticais, como conjugação verbal e concordância. Como o app nativo não é em português, e a impressão que se tem é de que há uma tradução literal via algum tradutor automático, do inglês para o português, nas conversas.

Embora o app seja gratuito, também não é recomendável para crianças pelas compras internas, bem como exposição de propagandas.

Fonte: Pleno.News

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TCL lança suas TVs 4K no mercado brasileiro e traz Neymar como garoto-propaganda

Na última terça-feira (17), um evento global realizado no Brasil, que teve como intuito apresentar o jogador Neymar como garoto-propaganda da TCL, anunciou o lançamento dos televisores QLED X6 e TV 4K Ultra HD P6. Eles já haviam sido apresentados durante a CES 2018, mas ainda não estavam disponíveis para o mercado brasileiro.

TV QLED 4K X6

Quem nunca quis ter uma sala de cinema particular no conforto da sua casa? É com esse foco que a TCL apresenta a TV QLED 4K X6, com 85 polegadas e capacidade de processar imagens em Ultra Definição (4K) com mais de 1 bilhão de cores.

E não é só a imagem que recebeu atenção especial da TCL: o som é assinado pela Harman Kardon e possui 7.1.4 canais, com 360º de som ambiente estéreo e woofer de 10 polegadas, compatível com a tecnologia Dolby Atmos.

Ela estará disponível para a compra no mercado brasileiro no mês de maio e o preço sugerido é de R$ 65.900,00.

Cinema em casa com a QLED 4K X6 de 85 polegadas (Foto: Divulgação / TCL)

TV 4K Ultra HD P6

Com design ultrafino, essa TV possui a mesma espessura de um smartphone e acabamento metálico. Eleita como melhor escolha para gamers devido ao seu baixo tempo de resposta e alta taxa de contraste, ela chega ao mercado com 50″, 55″ e 65″, com resolução 4K com mais de oito milhões de pixels.

O aparelho já vem com aplicativos instalados de fábrica, como Netflix, YouTube, Globo Play e Deezer, além de Wi-Fi integrado, duas entradas USB e três entradas HDMI 2.0.

A TV 4K Ultra HD P6, em seus três formatos, estará disponível no varejo brasileiro ainda em abril. O preço sugerido é de R$ 3.099 para a de 50 polegadas; R$ 3.699 para a de 55 polegadas e R$ 6.999 para a versão de 65 polegadas.

A ultrafina TV 4K Ultra HD P6 de frente (esq) e de lado (dir) (Imagem: Divulgação / TCL)

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Pode ser que a Netflix comece a comprar redes de cinemas nos Estados Unidos

A Netflix estaria de olho em comprar cinemas nos Estados Unidos, informou uma fonte interna da empresa ao Los Angeles Times. Segundo o site, a companhia de streaming está avaliando comprar empreendimentos do tipo em Los Angeles e Nova Iorque.

O jornal teve acesso a informações de que a Netflix estaria interessada em comprar a rede Landmark Theatres, com sede em Los Angeles, mas voltou atrás na ideia ao considerar a ação muito cara. Os empresários do aplicativo de streaming nem mesmo fizeram uma oferta. A informação, segundo o LA Times, foi confirmada por duas fontes internas da companhia.  

O interesse da Netflix em adquirir uma rede de cinemas poderia ter relação com recentes polêmicas relacionadas ao festival de Cannes. A premiação francesa, neste ano, não vai considerar produções que não tenham sido exibidas em cinemas, o que exclui automaticamente os filmes da Netflix. A polêmica começou no ano passado, quando o serviço de streaming concorreu ao prêmio com duas produções: Okja, do diretor Bong Joon-ho; e Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe, de Noah Baumbach. Em contrapartida, a empresa de streaming resolveu boicotar o evento e não vai exibir em sua plataforma os longas de Cannes.

Embora não haja sinalização de que isso aconteça, a compra de cinemas poderia ser um passo antecipado para evitar que o mesmo aconteça com o Oscar, uma premiação que tem reflexo mais direto no mercado do que Cannes. Atualmente, o Oscar considera filmes de redes de streaming na premiação.

Em entrevista para o Canaltech, o cofundador da Netflix, Mitch Lowe, se disse surpreso com toda a polêmica envolvendo as plataformas de streaming e premiações.

“Pessoalmente, acho louco a indústria do cinema banir a Netflix das premiações, principalmente porque, para exibir nossos filmes nos cinemas, basta pagar algumas salas”, disse. “Para mim parece uma forma de a indústria se proteger de um novo estúdio. A Netflix é um estúdio. Nós gastamos somente este ano US$ 8 bilhões em conteúdo”, finalizou.

Além disso, a Netflix recentemente também divulgou que bateu a marca de 125 milhões de usuários na plataforma, bem como teve, neste início de ano, o melhor trimestre da história em número de novos usuários. Ao todo, foram 7,41 milhões de novos assinantes somente nos tês primeiro meses de 2018.

A Netflix atualmente está produzindo The Irishman, longa de Martin Scorsese com participação de gigantes do cinema como Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci.

Fonte: LA Times

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via Canaltech

Pode ser que a Netflix comece a comprar redes de cinemas nos Estados Unidos

A Netflix estaria de olho em comprar cinemas nos Estados Unidos, informou uma fonte interna da empresa ao Los Angeles Times. Segundo o site, a companhia de streaming está avaliando comprar empreendimentos do tipo em Los Angeles e Nova Iorque.

O jornal teve acesso a informações de que a Netflix estaria interessada em comprar a rede Landmark Theatres, com sede em Los Angeles, mas voltou atrás na ideia ao considerar a ação muito cara. Os empresários do aplicativo de streaming nem mesmo fizeram uma oferta. A informação, segundo o LA Times, foi confirmada por duas fontes internas da companhia.  

O interesse da Netflix em adquirir uma rede de cinemas poderia ter relação com recentes polêmicas relacionadas ao festival de Cannes. A premiação francesa, neste ano, não vai considerar produções que não tenham sido exibidas em cinemas, o que exclui automaticamente os filmes da Netflix. A polêmica começou no ano passado, quando o serviço de streaming concorreu ao prêmio com duas produções: Okja, do diretor Bong Joon-ho; e Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe, de Noah Baumbach. Em contrapartida, a empresa de streaming resolveu boicotar o evento e não vai exibir em sua plataforma os longas de Cannes.

Embora não haja sinalização de que isso aconteça, a compra de cinemas poderia ser um passo antecipado para evitar que o mesmo aconteça com o Oscar, uma premiação que tem reflexo mais direto no mercado do que Cannes. Atualmente, o Oscar considera filmes de redes de streaming na premiação.

Em entrevista para o Canaltech, o cofundador da Netflix, Mitch Lowe, se disse surpreso com toda a polêmica envolvendo as plataformas de streaming e premiações.

“Pessoalmente, acho louco a indústria do cinema banir a Netflix das premiações, principalmente porque, para exibir nossos filmes nos cinemas, basta pagar algumas salas”, disse. “Para mim parece uma forma de a indústria se proteger de um novo estúdio. A Netflix é um estúdio. Nós gastamos somente este ano US$ 8 bilhões em conteúdo”, finalizou.

Além disso, a Netflix recentemente também divulgou que bateu a marca de 125 milhões de usuários na plataforma, bem como teve, neste início de ano, o melhor trimestre da história em número de novos usuários. Ao todo, foram 7,41 milhões de novos assinantes somente nos tês primeiro meses de 2018.

A Netflix atualmente está produzindo The Irishman, longa de Martin Scorsese com participação de gigantes do cinema como Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci.

Fonte: LA Times

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Pode ser que a Netflix comece a comprar redes de cinemas nos Estados Unidos

A Netflix estaria de olho em comprar cinemas nos Estados Unidos, informou uma fonte interna da empresa ao Los Angeles Times. Segundo o site, a companhia de streaming está avaliando comprar empreendimentos do tipo em Los Angeles e Nova Iorque.

O jornal teve acesso a informações de que a Netflix estaria interessada em comprar a rede Landmark Theatres, com sede em Los Angeles, mas voltou atrás na ideia ao considerar a ação muito cara. Os empresários do aplicativo de streaming nem mesmo fizeram uma oferta. A informação, segundo o LA Times, foi confirmada por duas fontes internas da companhia.  

O interesse da Netflix em adquirir uma rede de cinemas poderia ter relação com recentes polêmicas relacionadas ao festival de Cannes. A premiação francesa, neste ano, não vai considerar produções que não tenham sido exibidas em cinemas, o que exclui automaticamente os filmes da Netflix. A polêmica começou no ano passado, quando o serviço de streaming concorreu ao prêmio com duas produções: Okja, do diretor Bong Joon-ho; e Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe, de Noah Baumbach. Em contrapartida, a empresa de streaming resolveu boicotar o evento e não vai exibir em sua plataforma os longas de Cannes.

Embora não haja sinalização de que isso aconteça, a compra de cinemas poderia ser um passo antecipado para evitar que o mesmo aconteça com o Oscar, uma premiação que tem reflexo mais direto no mercado do que Cannes. Atualmente, o Oscar considera filmes de redes de streaming na premiação.

Em entrevista para o Canaltech, o cofundador da Netflix, Mitch Lowe, se disse surpreso com toda a polêmica envolvendo as plataformas de streaming e premiações.

“Pessoalmente, acho louco a indústria do cinema banir a Netflix das premiações, principalmente porque, para exibir nossos filmes nos cinemas, basta pagar algumas salas”, disse. “Para mim parece uma forma de a indústria se proteger de um novo estúdio. A Netflix é um estúdio. Nós gastamos somente este ano US$ 8 bilhões em conteúdo”, finalizou.

Além disso, a Netflix recentemente também divulgou que bateu a marca de 125 milhões de usuários na plataforma, bem como teve, neste início de ano, o melhor trimestre da história em número de novos usuários. Ao todo, foram 7,41 milhões de novos assinantes somente nos tês primeiro meses de 2018.

A Netflix atualmente está produzindo The Irishman, longa de Martin Scorsese com participação de gigantes do cinema como Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci.

Fonte: LA Times

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