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Aplicativos premium para Alexa, da Amazon, poderão ser cobrados

Os dispositivos da Amazon que funcionam com sua assistente virtual, a Alexa, vão ganhar uma série de aplicativos especiais que poderão ser cobrados pelas empresas desenvolvedoras. A ideia é que esses apps “premium” possam ser usados mediante o pagamento de assinaturas mensais, mas quem já é cliente do serviço Amazon Prime vai poder acessá-los gratuitamente.

O primeiro a oferecer esse pacote de mensalidade é o aplicativo Jeopardy!, que simula o popular jogo televisivo norte-americano. Quem for assinante do Amazon Prime ainda vai receber alguns bônus e vantagens no jogo. Você pode contratar o game ou cancelar sua assinatura direto em seu aplicativo ou pelo app da Alexa.

Agora pode

Levar um modelo de assinatura para a Alexa vai dar aos clientes o benefício de experiências novas, envolventes e de alta qualidade

O esquema de cobrança ainda não havia sido permitido pela Amazon nos casos de aplicativos criados por terceiros, apesar da empresa premiar os melhores apps. Agora, a companhia disponibiliza um kit de ferramentas especialmente para que desenvolvedores possam incorporar um sistema de assinatura.

Uma nota oficial da Amazon informou: “Levar um modelo de assinatura para a Alexa vai dar aos clientes o benefício de experiências novas, envolventes e de alta qualidade, ao mesmo tempo em que proporcionam aos desenvolvedores uma maneira adicional de ganhar dinheiro com suas habilidades”.

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Antivírus da Google para proteger aplicativos tem desempenho ruim em teste

A AV-Test – uma empresa especializada no teste de aplicativos antivírus – realizou mais uma de suas avaliações bimestrais para mostrar quais programas são mais eficazes para detectar vírus e outras ameaças para o sistema operacional Android.

O resultado dos testes, porém, não foi muito animador, e o Protect acabou ficando muito abaixo da média dos antivírus do mercado

Na lista mais recente, do mês de setembro, a companhia listou pela primeira vez o Google Play Protect, o sistema de segurança para os aplicativos da loja online da Google que começou a ser disponibilizado para os usuários no mês passado.

O resultado dos testes, porém, não foi muito animador, e o Protect acabou ficando muito abaixo da média dos antivírus do mercado. No quesito “detecção do mais recente malware para Android em tempo real”, o programa da Google detectou apenas 65,8% de 3.016 amostras usadas.

google play protect

Precisa melhorar

Já na categoria “detecção do mais recente malware para Android descoberto nas últimas quatro semanas”, o Protect só foi capaz de flagrar 79,2% dos 2.917 analisados. A média para esses tipos de teste é de 95,7% e 98,4% respectivamente. Com esse desempenho, o Google Play Protect acabou ficando em última posição na primeira categoria e em 9º de 21 participantes na segunda.

A ideia do Google Play Protect é ficar de olho nos seus aplicativos e detectar se existem malwares embutidos nos programas. Uma vez instalados em seu smartphone, eles podem causar todo tipo de mal, vazando informações e até permitindo o acesso de terceiros ao seu aparelho. Confira a lista completa e clique neste link para ter mais informações sobre o teste.

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A receita e o download de aplicativos bateu um novo recorde

Ok: isso não é óbvio. O mundo dos smartphones só está crescendo, então, será cada vez mais comum os novos recordes. Segundo o App Annie, o terceiro trimestre de 2017 atingiu um novo patamar de downloads e lucro entre as lojas Apple App Store e Google Play: 26 bilhões de downloads (aumento de 8% quando comparado com o mesmo período de 2016) e US$ 17 bilhões de receita.

É preciso notar que esses números não incluem reinstalações ou atualizações, apenas novos downloads, como nota o TechCrunch.

Os mercados líderes que mais impulsionaram esses números são os emergentes, o que mostra uma coisa: apesar de celulares com preços altos nesses mercados, a demanda também é alta, e os usuários buscam novidades sempre que possível — e a principal representante de um mercado emergente é a Índia.

Sobre número de downloads, os usuários Android baixaram muito mais que os usuários iOS em todo o mundo, com um aumento de 10% neste ano. Por outro lado, os usuários iOS gastam mais dinheiro nas lojas, despejando quase o dobro em dólares para apps do que os donos de Android.

downloadsDownloads

Já os aplicativos que mais cresceram no iOS foram: Tencent Video, YouKu e Starz. No Google Play: HBO NOW, Netflix e Starz.

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Fall Creators Update está fazendo aplicativos sumirem no Windows 10

A Microsoft lançou semana passada a mais recente atualização do Windows 10, denominada de Fall Creators Update. Com novidades que focam nos criadores de conteúdo, como o nome já deixa transparecer, a atualização está sendo liberada aos poucos para todos os usuários. Porém, algumas pessoas que já tiveram acesso a nova versão estão enfrentando alguns problemas após a instalação.

O principal deles consiste em relatos de que alguns aplicativos simplesmente desapareceram do sistema operacional após a atualização. Não é a primeira vez que a Microsoft enfrenta problemas com atualizações para o Windows 10.

Aplicativos do sistema como Calculadora, por exemplo, somem e impedem que os usuários consigam acessá-los seja pelo menu Iniciar, ou mesmo pela busca da Cortana. Porém, na tentativa de instalá-los novamente a Loja informa que o software já está instalado, sendo possível abri-los a partir de lá.

A Microsoft ainda não corrigiu esses problemas de forma oficial e está recomendando que os usuários redefinam os aplicativos desaparecidos, ou ainda a completa desinstalação e posterior reinstalação dos mesmos.

Há ainda uma alternativa de correção, recomendada para usuários avançados, que é registrá-los novamente usando o PowerShell:

  • Digite PoweShell na busca da Cortana, e, nos resultados da pesquisa, clique com o botão direito para Executar como Administrador
  • Na janela do PowerShell, digite os seguintes comandos (pode demorar alguns minutos):
    • reg delete “HKCUSoftwareMicrosoftWindows NTCurrentVersionTileDataModelMigrationTileStore” /va /f
    • get-appxpackage -packageType bundle |% {add-appxpackage -register -disabledevelopmentmode ($_.installlocation + “appxmetadataappxbundlemanifest.xml”)}
    • $bundlefamilies = (get-appxpackage -packagetype Bundle).packagefamilyname
    • get-appxpackage -packagetype main |? {-not ($bundlefamilies -contains $_.packagefamilyname)} |% {add-appxpackage -register -disabledevelopmentmode ($_.installlocation + “appxmanifest.xml”)}
  • Uma vez que os comandos do PowerShell são concluídos, os aplicativos devem aparecer na lista de todos os apps e podem ser fixados no menu Iniciar.

A Microsoft, contudo, não garante que as soluções trarão de volta todos os aplicativos perdidos. Sendo o seu caso, resta esperar por um patch corretivo para solucionar o problema de forma oficial.

via Canaltech

EUA vê crescimento na troca de carros por aplicativos de carona

Por mais que montadoras e fabricantes afirmem que os aplicativos de compartilhamento de caronas não são uma ameaça, os dados do mercado automotivo parecem indicar o oposto. De acordo com dados da Reuters, 9% dos americanos que venderam seus veículos particulares nos últimos 12 meses optaram por não adquirir um novo, preferindo soluções como Uber ou Lyft para se locomoverem.

Uma segunda pesquisa notou movimento semelhante, com 10% dos americanos que pretendem vender seus carros até o começo do ano que vem também pensando em não realizar a troca, mas sim, andar por aí nos veículos de aplicativos. É uma porcentagem pequena, mas que mostra sinais cada vez maiores de crescimento.

Enquanto isso, a visão de especialistas é que a maior quantidade de motoristas trabalhando nesse tipo de serviço – gerando um desgaste maior, o que levaria a trocas mais rápidas – não deve compensar esse movimento. Por mais que a indústria automotiva deva ganhar um novo fôlego por conta, indiretamente, dos aplicativos, seu maior foco ainda é o consumidor final, e se ele começar a abandonar o mercado, a perspectiva pode ser problemática.

É justamente por isso que, apesar de afirmarem que essa dinâmica não deve afetar as receitas no curto prazo, muitas fabricantes já estão investindo em soluções de compartilhamento. A GM, por exemplo, vem experimentando grande sucesso com o Maven, seu sistema que facilita o aluguel de veículos, por meio de smartphones, e tem pontos de coleta espalhados pelas cidades para facilitar a devolução.

Hoje, 39% dos americanos já utilizam serviços de transporte por aplicativo pelo menos uma vez por mês, enquanto 27% desse total realizam corridas algumas vezes por semana. Para a diretora de políticas de transporte da Lyft, Emily Castor, é um sinal claro de que uma mudança está acontecendo.

A companhia, inclusive, é uma das grandes expoentes do pensamento de que veículos particulares não são mais necessários, em um movimento que tenta não apenas reduzir o impacto sobre o trânsito e o meio ambiente, mas também aumentar a própria receita. É um pensamento também compartilhado pela rival Uber, com ambas, inclusive, mantendo parcerias com montadoras para aumentar suas bases de motoristas, com a venda de veículos mais baratos, e garantir que os usuários realmente não precisem tirar os seus das garagens.

Já para o especialista em políticas públicas de transporte Bruce Schaller, o movimento está longe de se tornar uma tendência, mas sim, é um reflexo de um pequeno grupo de pessoas que está mudando seus hábitos. Ele afirma que a porcentagem exibida na pesquisa tem mais a ver com mudanças de emprego ou de cidade, com cidadãos ainda se adaptando a uma nova realidade, do que com uma noção de que os apps estão realmente se tornando uma alternativa.

A pesquisa da Reuters foi feita em parceria com a Ipsos e entrevistou 584 pessoas que haviam vendido seus carros nos últimos 12 meses, além de 566 que disseram pretenderem fazer isso nos próximos 12. Todas residem nos Estados Unidos.

Fonte: Reuters

via Canaltech

Google elege os melhores aplicativos da Play Store de 2017

Google Play

O Google publicou, em seu blog oficial, a lista Google Play Awards, que elege os melhores aplicativos de 2017 disponíveis na Google Play.

Entre os 85 bilhões de apps e games, apenas 12 foram selecionados, sendo que cada um deles pertence a uma categoria distinta.

As categorias escolhidas para os destaques do ano foram: jogo Indie, startup, melhor experiência no Android Wear, melhor experiência em TV, melhor experiência em RV (realidade virtual), melhor experiência em realidade aumentada, melhor app infantil, melhor jogo multiplayer, melhor aplicativo, melhor jogo, melhor experiência para acessibilidade e maior impacto social.

Confira os vencedores e suas respectivas categorias:

Via: Google (blog)

via Canaltech

Conheça a nova Central de Aplicativos do elementary OS

Eu admiro muito a forma com que o projeto elementary OS está evoluindo e acredito que finalmente o que os desenvolvedores chamam de "coração do projeto", a Central de Aplicativos, está começando a…

Visite o site para ver o restando do artigo…

via Diolinux – Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

Por que os Chromebooks ainda não receberam aplicativos Android?

As janelas são os principal empecilho para rodar os apps Android no Chrome OS, segundo revelado pelo Google em sessão na conferência I/O 2017.


Sempre que abro meu Chromebook e vejo que há um update, fico animado. Será que chegou a hora do meu Chromebook Acer finalmente receber aplicativos Android? Até agora, a resposta foi sempre não, e não parece que isso vai mudar em breve.

O novo Chromebook Pro da Samsung começou a ser vendido nesta final de semana, mas os apps Android continuarão em modo beta pelo menos até o final do próximo trimestre, conforme revelado na semana passada pelo The Verge. 

O Google não disse muito sobre o estado do Android no Chrome OS durante a sua conferência I/O 2017, realizada na semana passada nos EUA. Mas a empresa realizou uma sessão no evento voltada para ensinar desenvolvedores a direcionarem seus apps para Chromebooks e aparelhos com telas maiores. 

A grande revelação da sessão, conforme noticiado pelo site Thurrott.com, é basicamente que o Google ainda está lidando com as mesmas questões sobre as quais temos ouvido há meses. Na abertura da sessão, o Google até mostrou alguns dos seus próprios apps, incluindo o Maps e o Hangouts, que ainda não foram adaptados para aparelhos de telas grandes. 

Basicamente, as grandes questões com as quais os apps Android precisam lidar durante a migração para os PCs são suporte para telas maiores, incluir um moto paisagem além de retrato, permitir um ajuste de tamanho da janela do app, e refinar o app para permitir acesso por meio de um laptop com teclado e mouse. 

E os problemas não estão afetando apenas os Chromebooks. O Google diz que essas otimizações podem melhorar a experiência em laptops baseados em Android, assim como em novos aparelhos Android que possuem um modo desktop como o Samsung Galaxy S8.

Mesmo que um app ainda não tenha algumas dessas melhorias, ainda poderá funcionar bem. O problema da tela maior, por exemplo, só faz com que alguns apps fiquem com um visual estranho. De maneira parecida, não ter um modo paisagem apenas significa que um app parecerá “apertado” em um laptop, mas continua podendo ser usado. 

No entanto, o problema maior é o redimensionamento de janelas. Alguns dos aplicativos mais antigos ficam instáveis quando você tenta redimensioná-los em um laptop. Isso porque eles não foram feitos para fazer nada que não seja em um smartphone ou tablet.

Para confrontar esse problema do redimensionamento de janelas, o Google incluiu várias ferramentas em seu gerenciador de janelas mais recente no Chrome OS para lidar melhor com o assunto. O sistema escaneia aplicativos para ver para qual “época” do Android eles foram criados. Caso o app não tenha consciência de densidade, por exemplo, será sempre mostrado em uma janela maximizada. 

Os apps pré Android N vão mudar entre um modo de visualização de tela cheia e uma janela fixada. Para o Android N e versões posteriores, a maioria dos apps será livremente redimensionável graças aos recursos embutidos no Android 7.1. Dito isso, há alguns apps que talvez não possam usar o recurso de redimensionamento.

Infelizmente isso ainda não revela quando todos os Chromebooks mais antigos receberão suporte para aplicativos Android. No momento, há apenas seis aparelhos Chrome OS que suportam apps Android no canal estável. Dois estão em beta, e mais de 80% estão “planejados” para receber apps Android no futuro, segundo o site Chromium, do Google.

via IDG Now!

Os aplicativos instantâneos do Google são apenas para os ricos

O resultados das buscas no Google irão levá-lo diretamente para os Apps Instantâneos. Mas a função estará disponível apenas em smartphones modernos.

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT