Uber começa a usar carros que dirigem sozinhos em São Francisco

Uber em S

Aos poucos a Uber vai expandindo a oferta de carros que dirigem sozinhos em seu serviço de transportes. Depois de passar meses testando os veículos em ambiente controlado e levá-los às ruas de Pittsburgh, na Pensilvânia, nesta quarta-feira (14) a empresa anunciou que eles também estão circulando em São Francisco.

A empresa não disse quantos carros autônomos compõem a frota, mas garantiu que já a partir de hoje os passageiros serão "agraciados" com Volvos XC90 que percorrerão as famosas ladeiras da cidade californiana sem a intervenção de um motorista. Quer dizer, mais ou menos isso.

Embora não admita, a Uber precisa de uma autorização especial do Department of Motor Vehicles – o correspondente ao Detran na Califórnia – para botar carros 100% autônomos nas ruas. Por isso, a empresa disse que pelo menos um funcionário estará no carro por questões de segurança, para monitorar e assumir o volante se houver necessidade.

"Entendemos que há uma controvérsia sobre a necessidade de precisarmos ou não de uma autorização para lançar carros que dirigem sozinhos em São Francisco, mas acreditamos que não", disse Anthony Levandowski, diretor do grupo de tecnologias avançadas da Uber numa publicação no blog da empresa. "[No fim das contas] Ainda estamos em fases iniciais e nossos carros não estão prontos para sair por aí sem uma pessoa para monitorá-los", ponderou o executivo.

Ele ainda destaca que 2016 foi um ano de conquistas para a empresa, cujos esforços tornaram a ideia de carros autônomos na plataforma em realidade. À medida que a startup avança nesse sentido, também cresce o número de empresas dispostas a concorrer com ela no segmento.

Nesse aspecto, o Google é a que mais preocupa. A companhia sediada em Mountain View já vem investindo esforços nos tais carros que dispensam motorista há sete anos e nesta terça-feira (13) anunciou a criação da Waymo, empresa-filha especializada nesse tipo de tecnologia e que cuja missão é "tornar fácil e seguro o transporte de pessoas e objetos".

O escrutínio das entidades reguladoras é outro ponto que preocupa a Uber. "Muitas cidades e estados reconhecem que leis e exigências complexam podem acabar retardando a inovação", disse Levandowsky. "Pittsburgh, Arizona, Nevada e a Flórida são exemplos de locais a favor da tecnologia. Nossa esperança é que a Califórnia também venha a compartilhar dessa visão".

Via Uber, VentureBeat

via Canaltech

Apple remove estimativa de tempo restante de bateria no macOS

A atualização para a versão 10.12.2 do macOS Sierra lançada nesta terça-feira (13) trouxe melhorias de desempenho e correções de bugs da Touch Bar, mas uma outra novidade está chamando a atenção: a remoção da indicação de quanto tempo de bateria ainda resta no MacBook.

Segundo notou o The Verge, essa mudança poderia ser uma tentativa de “mascarar” os recentes problemas de desempenho da bateria dos novos MacBooks Pro. Muitos usuários têm reclamado da duração da bateria, e alguns sites especializados que avaliaram o aparelho da Apple, como o próprio The Verge, relataram não ter conseguido atingir as 10 horas de utilização prometidas pela companhia.

(Foto: 9to5Mac)

Apesar da Apple não revelar o verdadeiro motivo da mudança, o 9to5Mac apurou que o indicador pode ter sido removido por não conseguir oferecer uma estimativa realmente precisa. Como os processadores dos novos MacBooks Pro podem ter uma variação alta de performance de acordo com a tarefa que está sendo executada, a estimativa de consumo da bateria não conseguiria acompanhar essas variações de maneira satisfatória nas novas máquinas.

Segundo o site, há outros fatores que também podem influenciar no cálculo da estimativa, como os recursos de sincronização e backup com o iCloud. Como eles são executados em segundo plano, nem sempre o usuário percebe o aumento no consumo de bateria. Isso estaria afetando especialmente os novos MacBooks Pro no início da vida útil, quando os donos dos aparelhos sincronizam todos os seus dados na máquina nova.

Ainda de acordo com o 9to5Mac, a Apple executou inúmeros testes de duração nas baterias dos novos MacBooks Pro nas últimas semanas e chegou à conclusão de que elas estavam funcionando conforme o esperado. Por isso, a gigante de Cupertino decidiu remover a indicação de estimativa do tempo restante de bateria do seu sistema operacional, exibindo apenas a porcentagem de carga, como já acontece no iOS, que pode oferecer uma informação mais “precisa” ao usuário.

Apple remove estimativa de tempo restante de bateria no macOS

via Tecnoblog

Benefícios de Pokémon GO à saúde foram menores do que o esperado

Estudo publicado no British Medical Journal mostra que o aumento de atividades físicas registrado inicialmente se mostrou temporário e desapareceu em algumas semanas

Durante o período de lançamento de Pokémon GO, não era incomum encontrar quem defendia que o game serviria como estímulo para que mais pessoas fizessem exercícios físicos. Meses depois, passada a febre inicial do jogo, uma pesquisa realizada pelo British Medical Journal mostra que os benefícios à saúde esperados na época realmente foram superestimados.

O estudo levou em consideração 1.182 estadunidenses que possuíam o iPhone 6, sendo que pouco menos da metade deles jogava o game regularmente. Em outras palavras, os métodos não foram exatamente rigorosos, então é bom interpretar com certa desconfiança os resultados obtidos.

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via Novidades do TecMundo

Google libera preview de novo sistema operacional para Internet das Coisas

Internet das coisas

O Google anunciou na terça-feira, 13, um preview para desenvolvedores do Android Things, sistema operacional para dispositivos conectados. Como o nome sugere, ele será voltado para câmeras de segurança, roteadores, caixas de som ou qualquer outro aparelho conectado à internet. 

A novidade surgiu a partir do Brillo, um sistema operacional voltado para a Internet das Coisas (IoT) que o Google anunciou em 2015. A diferença é que o Android Things vai utilizar as mesmas ferramentas que os desenvolvedores de Android já estão acostumados, como o Android Studio e o Google Play Services, o que deve facilitar a adoção da nova plataforma.

Por enquanto, a plataforma é compatível com Raspberry Pi 3, Intel Edison e NXP Pico. O Google também está trabalhando para adicionar suporte ao Weave, plataforma de comunicações IoT que ajuda os dispositivos a se conectarem aos serviços do Google, permitindo o controle por comandos de voz no Google Assistant.

“Agora qualquer desenvolvedor Android pode rapidamente construir um dispositivo inteligente usando APIs do Android e serviços do Google, enquanto permanece altamente seguro com as atualizações direto do Google”, publicou o desenvolvedor Wayne Piekarski, em um post no blog Google Developers.

Fonte: Google Developers Blog

via Canaltech

Google compra startup de ex-funcionários para melhorar Android Wear 2.0

Cronologics desenvolveu seu próprio sistema operacional para o CoWatch e implementou suporte a comandos de voz através da Alexa, a assistente virtual da Amazon

Um anúncio recente no site da Cronologics – uma startup focada no desenvolvimento de smartwatches – mostrou que a Google pode estar levando muito a sério o futuro de seu sistema operacional para vestíveis. De acordo com o comunicado, a Gigante das Buscas resolveu adquirir a microempresa para que seus integrantes possam se juntar ao time de desenvolvimento do Android Wear 2.0.

Com essa ação, a empresa de Mountain View segue os passos de outras aquisições do segmento, como a compra da Pebble pela Fitbit – que procura manter a sua fatia de mercado com relógios inteligentes voltados para o público fitness. A diferença aqui, é que os idealizadores da Cronologics são em sua maioria ex-funcionários da própria Google, o que deve dar uma boa ajuda na integração entre as equipes de ambas as companhias.

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via Novidades do TecMundo

Microsoft anuncia o primeiro tradutor universal para conversas presenciais

A nova versão do Microsoft Translator vem com uma função que permite que você fale no seu próprio idioma e mesmo assim seja compreendido por estrangeiros que também usarem a plataforma

A Microsoft anunciou recentemente o lançamento de uma nova ferramenta de tradução universal em tempo real que, de acordo com a empresa, permite facilitar conversas em tempo real entre pessoas falantes de vários idiomas. Segundo a companhia, grupos de até 100 pessoas que instalarem o app Microsoft Translator em seus smartphones (Android ou iOS, já que celulares Windows ainda não têm a nova função), tablets ou PCs poderão se comunicar face a face falando as próprias línguas.

Seja por meio do aplicativo ou do serviço online (disponível clicando aqui), basta que um dos usuários inicie uma conversa para receber um código, que pode ser repassado para os demais para que entrem no bate-papo. Uma vez dentro do chat, basta falar no próprio idioma para que a sua fala seja traduzida para os demais participantes em suas próprias línguas.

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SSDs WD Green da Western Digital chegam ao Brasil a partir de R$ 269

Os dispositivos já podem ser encontrados em lojas físicas e virtuais ao redor do país

A Western Digital anunciou recentemente uma nova linha de SSDs para o uso pessoal — a WD Green, que mostramos neste link. Agora, a companhia revela que eles já estão chegando ao mercado brasileiro em lojas virtuais, sendo que em breve devem chegar também a lojas físicas especializadas em equipamentos de hardware e suprimentos de informática.

Os drives de estado sólido WD Green são os primeiros SATA Client da Western Digital. A fabricante os indica tanto para computadores pessoais quanto para máquinas compartilhadas em ambientes de trabalho — lembrando que eles vão chegar ao Brasil em duas versões: uma com 120 GB de espaço em disco e outra com 240 GB.

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via Novidades do TecMundo