Google e Oreo anunciam parceria, mas não é o Android 8.0

Oreo Dunk Challenge

No início da semana, um post do chefe da divisão Android no Google, Hiroshi Lockheimer, despertou rumores sobre o nome da próxima versão do Android, 8.0, que usará a letra "O". O biscoito Oreo foi o nome cogitado da vez, mas nada foi confirmado. Entretanto, uma parceria confirmada entre a gigante das buscas e a Mondelez, marca dona do biscoito recheado, chega para botar mais lenha na fogueira.

A parceria entre as empresas consiste em um game chamado Oreo Dunk Challenge, que faz parte de uma campanha publicitária da Mondelez. No jogo, disponível neste site, é possível simular o ato de jogar um Oreo no espaço sideral e ver o quanto ele pode andar em órbita da Terra com a força exercida pelo jogador. Por fim, o objetivo é fazer ele cair em um copo de leite em alguma localidade ao redor do globo.

Para jogar, o usuário precisa escanear um Oreo com a sua câmera. Depois disso, o jogo pede para que o usuário mova seu smartphone o mais rápido possível, lançando o biscoito no espaço. Os sensores do smartphone medirão a velocidade do "arremesso".

Onde que o Google entra nessa história? A empresa de Mountain View fornece seu sistema de mapas para a aplicação, reconhecendo a posição de onde o usuário "lança" o Oreo, assim como calcula a trajetória até o ponto onde está o objetivo do jogador.

Apesar de ser um jogo divertido e aparentemente despretensioso, essa parceria entre a gigante das buscas e o famoso biscoito rechado podem ser mais um indício para o rumor do Android 8.0. Entretanto, isso ainda poderá demorar mais alguns meses, já que faz pouco tempo que o Nougat (que muitos pensaram que seria Nutella) chegou ao mercado.

Caso o Android Oreo seja confirmado, este será o segundo caso em que uma marca de alimentos dá nome a uma das versões do Android. O primeiro e único até agora foi o Android 4.0, que levou o nome do chocolate Kit Kat.

Fonte: Phone Arena

via Canaltech

Review: fones de ouvido Apple AirPods

Junto ao iPhone 7, os AirPods surgem como a maior prova de que a Apple acredita que o futuro será totalmente wireless. Usando a tecnologia Bluetooth e o poderoso chip W1, o dispositivo surge como uma solução para consumidores que detestam lidar com fios e já estão envolvidos com o universo de dispositivos baseados no iOS.

Conhecidos no Brasil principalmente pelo seu preço “generoso” de R$ 1.399, os acessórios trazem uma série de tecnologias bastante interessantes. No entanto, algumas limitações e problemas de planejamento fazem com que o acessório definitivamente não seja algo capaz de agradar a todos os gostos.

Design

A maneira mais direta de descrever os AirPods é que eles são praticamente idênticos aos já conhecidos EarPods. A principal diferença é a ausência de qualquer cabo visível, o que pode gerar um pouco de estranhamento em um primeiro momento.

Os produtos são oferecidos junto a uma base de proteção que serve tanto para você guardá-los em segurança quanto para realizar sua recarga. O design do case é discreto e funcional, podendo ser confundindo facilmente com uma caixa de fio dental — até mesmo o botão responsável por realizar o pareamento Bluetooth tem um visual minimalista.

A opção por um formato familiar traz consequências positivas e negativas

A opção por um formato familiar traz consequências positivas e negativas. Ao mesmo tempo em que isso permitiu à fabricante apostar em uma bateria maior e em um sistema de microfones competente, o design clássico falha por não se encaixar de forma confortável em todos os tamanhos de orelha — problema que já assola os EarPods há um bom tempo.

Essa limitação se torna especialmente preocupante quando levamos em consideração que estamos lidando com um fone sem fios. Não dá para caminhar pelas ruas ou praticar exercícios se sentindo seguro com um aparelho que pode escapar da orelha facilmente, especialmente quando estamos falando de um gadget tão caro.

Desempenho

A Apple acertou em cheio ao criar um fone de ouvido que “simplesmente funciona”. Apostando na comodidade, a empresa criou um sistema no qual o iPhone detecta automaticamente os AirPods assim que sua caixa é aberta, permitindo o pareamento rápido entre os dois dispositivos.

Essa praticidade só é possível graças ao chip W1 presente no acessório, hardware que deve ser incluído em breve em alguns dos modelos fabricados pela Beats. Os fones também são equipados com sensores de proximidade que detectam quando você os coloca na cabeça e pausam automaticamente a reprodução de músicas quando uma unidade é removida.

Graças a um acelerômetro interno, basta dar duas batidas com o dedo na lateral de uma das unidades para acionar a assistente de voz Siri e poder usar todos os seus recursos. Essa característica é especialmente útil para quem costuma fazer muitas ligações ou quer acessar recursos específicos com rapidez, mas não é muito útil para controlar a reprodução de músicas.

Como os AirPods não têm um sistema de controles por toque (algo encontrado em rivais como o Gear IconX da Samsung), você depende do software para trocar de faixas ou ajustar o volume de reprodução. Isso é tão inconveniente quanto tirar o smartphone do bolso para realizar as ações, mostrando certo descuido por parte da Apple na hora de encontrar soluções convenientes para seus consumidores.

A qualidade sonora é ligeiramente melhor do que a oferecida pelos EarPods, mas a diferença não pode ser considerada muito notável. O acessório reproduz tons médios e graves de maneira um pouco mais fiel que seu antecessor, mas sua qualidade geral ainda não passa do mediano.

Já os microfones surgem com uma boa surpresa: captando muito bem os sons de sua voz, eles são acionados mesmo quando você está falando baixo. Como padrão, os AirPods escolhem automaticamente qual unidade capta suas falas, mas você pode definir um lado específico para essa ação nas configurações do iOS.

E no Android?

Os AirPods não estão restritos a funcionar no iOS, mas quem decidir utilizá-lo junto a um aparelho Android vai sair bastante decepcionado. Junto ao sistema do Google, os fones de ouvido perdem suas características mais atraentes, incluindo a integração com um assistente de voz e o sistema que interrompe automaticamente a reprodução de músicas ao retirá-los do ouvido.

Junto ao sistema do Google, os fones de ouvido perdem suas características mais atraentes

Em outras palavras, o acessório se torna somente um receptor de áudio que sequer conta com um sistema de controles integrado. A única comodidade que permanece é a ausência completa de fios, sendo que qualquer ajuste de som ou início de ligação terá que ser feito retirando seu smartphone do bolso.

Bateria

A Apple cumpriu sua promessa de oferecer um acessório que oferece até cinco horas de uso contínuo em uma única recarga. O valor pode parecer pouco quando comparado a outros fones Bluetooth do mercado, mas é quase o dobro do que é oferecido pelo Gear IconX da Samsung, aparelho que é oferecido com uma proposta semelhante.

Caso sua bateria esteja próxima do fim, não há com o que se preocupar. O case oferecido pela fabricante consegue, em 15 minutos, oferecer energia suficiente para você reproduzir pelo menos 3 horas contínuas de música.

Levando em consideração a energia acumulada pela case, os AirPods podem ser usado de forma moderada por aproximadamente uma semana antes que você tenha que conectá-los a uma fonte de energia. O processo é relativamente rápido e pode ser feito através do cabo Lightning que acompanha o acessório.

Vale a pena?

Após alguns dias usando os AirPods, fica claro que o dispositivo foi desenvolvido para ser um complemento ao meio-ambiente do iOS. No entanto, por mais que algumas de suas tecnologias sejam surpreendentes, é difícil recomendar o aparelho para a maior parte do público.

O principal motivo para isso sem dúvida é seu preço, que chega a absurdos R$ 1.399 no Brasil. Por melhor que o gadget seja, é difícil justificar esse investimento, visto que com o mesmo valor é possível adquirir um ótimo fone de alta fidelidade ou até mesmo um smartphone de boa qualidade.

Também não ajuda muito o fato de que os acessórios ainda parecem um tanto incompletos. A integração com a Siri é bem-vinda, mas faltou uma maneira mais cômoda de trocar faixas ou ajustar o nível do volume — ter que tirar o celular do bolso toda vez que é preciso fazer essas ações se mostra tão inconveniente quanto realizá-las com ajuda do software.

A situação é ainda mais complicada no Android. O sistema consegue trabalhar com os fones de ouvido, mas perde a maioria das características que os tornam interessantes. Em resumo, os AirPods se tornam mais interessantes por suas tecnologias únicas e pelas promessas futuras que ele representa do que como uma solução realmente completa para se comunicar e escutar músicas.

Vale a pena esperar um pouco por uma segunda geração do gadget, nem que seja pela esperança de obter um aparelho que feche as brechas deixadas pelo modelo atual. Isso a não ser, claro, que dinheiro não seja um problema e você faça questão de sempre ter em mãos os produtos mais atuais do mundo da tecnologia.

Os Apple AirPods foram adquiridos pela equipe do TecMundo para a realização desta análise

via Novidades do TecMundo

“La La Land” lidera entre os indicados ao Oscar 2017 no YouTube

A 89ª edição do Oscar acontece no domingo (26) e muita gente já está pronto para fazer as tradicionais apostas sobre quais filmes levarão para casa mais estatuetas. Certo é que ninguém gosta de ficar de fora do assunto e por isso a procura pelos vídeos relacionados aumenta drasticamente nessa época do ano. E quais foram os trailers mais vistos nesta temporada? O YouTube fez a contagem dos campeões de audiência na web, entre os indicados a “Melhor Filme”:

1º lugar: “La La Land: Cantando Estações”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=0pdqf4P9MB8]

22, 2 milhões de visualizações.

2º lugar: “A Chegada”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=tFMo3UJ4B4g]

16,9 milhões.

3º lugar: “Até o Último Homem”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=s2-1hz1juBI]

14 milhões.

4º lugar: “Lion: Uma Jornada Para Casa”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=-RNI9o06vqo]

6,9 milhões.

5º lugar: “Um Limite Entre Nós”

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=spCxVd9ctFs]

6 milhões.

Mais vistos e engajados

Juntamente com a contagem do Oscar, a plataforma Pixability, parceria do YouTube, costuma também divulgar os dados sobre a visibilidade de vídeos de todos os tipos na web. Os mais assistidos, por gênero, em 2016 foram:

  • Super-heróis: 29 milhões de visualizações
  • Animações: 26 milhões
  • Ficção científica: 24 milhões
  • Fantasia: 24 milhões
  • Comédia: 24 milhões

Na questão engajamento, que mede a interação dos usuários com o conteúdo, as comédias costumam ficar bem à frente, por causa dos compartilhamentos e comentários. Confira abaixo os que geram mais burburinho (na porcentagem entre “engajamento/visualização”):

  • Comédia: 3,26%
  • Ação: 1,76%
  • Super-heróis: 1,7%
  • Romance: 1,6%

E vocês já têm seus palpites para o Oscar? Comentem ali, curtam e compartilhem!

via Novidades do TecMundo

A maioria das pessoas não quer saber o futuro

Se fosse possível prever como vai ser sua vida daqui a 10, 20 ou 30 anos, você iria querer saber? Se a sua resposta é “sim”, você não faz parte da grande maioria das pessoas. É o que diz uma pesquisa, realizada por pesquisadores da Universidade de Granada, na Espanha, e do Max Planck Institute for Human Development, na Alemanha.

O estudo, publicado pela American Psychological Association, analisou mais de 2 mil pessoas em entrevistas realizadas pessoalmente. O resultado mostrou que entre 85 e 90% dos participantes não querem saber de eventos futuros negativos, como a morte ou o término de um relacionamento – o que é bem compreensível, certo?

O mais surpreendente é que entre 40 e 70% das pessoas também não querem nem a previsão de coisas positivas, como o presente que vai ganhar de Natal, o sexo de um possível bebê e até o resultado de um jogo de futebol. Apenas 1% disse que gostaria de saber como seria o seu futuro – independente se fosse bom ou ruim.

“Em nosso estudo, descobrimos que as pessoas preferem recusar as previsões – como no caso de Cassandra, da Grécia Antiga -, para não sofrer antecipadamente e, também, porque querem sentir prazer com as surpresas do futuro, explicou Gerd Gigerenzer, do Max Planck Institute, à revista Psychological Review. O pesquisador cita o mito grego de Cassandra, que foi amaldiçoada por Apolo. Apesar de poder ver o futuro com precisão, ninguém acreditava em suas profecias – entre elas, a destruição de Tróia.

O estudo também indica que mesmo as pessoas mais velhas não estão interessadas em saber se há vida após a morte, como elas irão morrer ou quanto tempo ainda têm de vida. “Não querer saber parece contraintuitivo, mas a pesquisa mostra que a ignorância deliberada é um estado de espírito generalizado”, disse o autor da pesquisa.

Gigerenzer alerta que, com os avanços da medicina, está cada vez mais difícil ignorar o futuro. “Querer saber é uma condição natural da humanidade. As pessoas não são apenas convidadas, mas são obrigadas a passar por inúmeros exames de saúde para detectar precocemente uma doença”, afirmou Gigerenzer. 

via Superinteressante

As 5 mulheres mais importantes da história para a tecnologia

Quando pensamos em polos tecnológicos, o Vale do Silício talvez seja o principal deles. Vibrante e recheado de companhias, ele também é lotado de homens. Isso não seria um problema, contudo, o polo ainda leva outro ponto de “destaque” na mídia: a dificuldade de trabalho para mulheres no local. Infelizmente, o que vemos hoje ainda é um reflexo do passado.

Apesar de tudo isso, muitas mulheres brigaram duro e suportaram para se manter no ramo da tecnologia. Por isso, vamos destacar cinco nomes que têm uma assinatura no mundo dos computadores, smartphones e de inovações, além de citar algumas menções honrosas.

Condessa de Lovelace

Lovelace

A Condessa de Lovelace, chamada Augusta Ada King, fez um trabalho que é considerado o primeiro algoritmo criado na história da computação. Sabe quando? Em 1843. Na época, a Ada traduzia textos de matemático chamado Luigi Menabrea, e o trabalho era ligado à metodologia de cálculo de uma das sequências de números racionais de Bernoulli.

O trabalho de Lovelace só foi provado como correto muitos após após seu falecimento — isso porque não havia o tipo de máquina necessária para realizar a prova em 1843. Como homenagem, a Sociedade Britânica de Computação entrega o prêmio Lovelace para avanços em sistemas de informação.

Mary Kenneth Keller

Irmã Keller

Freira, Mary Kenneth Keller se formou na Universidade de Washington, nos EUA. É considerada a primeira mulher da história a conseguir um doutora em ciências da computação.

Keller trabalhou na indústria da informática — na época, oficinas — desde 1958. Acredita-se que Keller teve papel fundamental na criação da linguagem de programação BASIC, que foi utilizada por décadas para fins didáticos. Além disso, ela fundou um departamento de ciências da computação na Universidade de Clarke, também nos EUA, e trabalhou nele até 1985, quando faleceu.

Mary Kenneth Keller tem quatro livros em seu nome, todos referência na computação e programação.

Grace Hopper

Hooper

Essa mulher tem várias marcas interessantes na história da tecnologia: primeira mulher a se formar na Universidade de Yale (EUA) com PhD em matemática, primeira almirante da marinha norte-americana, uma das criadores da linguagem COBOL e simplesmente a pessoa que inventou o termo “bug” para problemas de software.

Esta última informação, contudo, não é pode ser levada como oficial porque não foi confirmada. No caso, ela resolveu um problema de processamento ao encontrar e remover uma mariposa (inseto) do computador — inseto, em inglês, “bug”.

Hopper também é muito lembrada por alguns movimentos que buscam igualdade para as mulheres: “É mais fácil pedir perdão do que permissão”.

Carol Shaw

Games

Carol Shaw é sempre lembrada como a primeira mulher a trabalhar em uma companhia de video game, no caso, Atari. Pouco tempo depois de entrar na empresa, ela foi contratada pela Activision — participando no desenvolvimento de River Raid — e teve a chance de criar o primeiro sistema de geração procedural de conteúdo. Ou seja: tornar realidade as fases de River Raid, em que uma nunca era igual à outra.

Também trabalhou em títulos como 3D Tic Tac Toe, Super Breakout e Happy Trails.

Frances Allen

Allen

Allen simplesmente foi a primeira mulher que ganhou o famoso Turing Award por suas contribuições.
Ela trabalhou 45 anos na IBM e ajudou na transposição de computadores “gigantes” para os domésticos. Ainda, Allen criou alguns dos primeiros sistemas de segurança da NSA, a agência de segurança “mais secreta” dos EUA.

Obviamente, existiram centenas ou milhares de mulheres que contribuíram de maneira importante para a tecnologia. Entre elas, nomes como Roberta Williams, Karen Sparck Jones, Jean Sammet, Betty Snyder, Marlyn Wescoff, Fran Bilas, Kay McNulty, Ruth Lichterman e Adele Goldstine estão entre eles.

Por isso, em nome do TecMundo e de todos os profissionais de tecnologia do mundo: muito obrigado.

via Novidades do TecMundo

Celulares com tela de até 5 polegadas para todos os gostos e bolsos [vídeo]

Uma seleção de modelos com diferentes propostas para você adquirir um smartphone que cabe na sua mão e no seu bolso

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=5p0qneQbdAc&w=853&h=480]

Seja por exigência dos consumidores ou por uma tendência natural das fabricantes, a verdade é que os smartphones ficaram gigantes nos últimos anos. Com telas que chegam a seis ou sete polegadas, os aparelhos deixaram o aspecto portátil de lado para priorizar as funcionalidades.

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Ouça músicas do YouTube com a tela desligada no Android usando Firefox

O YouTube continua sendo uma das principais ferramentas para ter acesso a músicas, principalmente no celular. Porém, escutar com a tela desligada pode ser um problema, já que o app oficial pausa a reprodução. Felizmente, há uma alternativa simples para você continuar ouvindo, e o melhor: usando apenas seu navegador!

Para isso, baixe na Google Play o browser Mozilla Firefox. Ele deve funcionar em todos os dispositivos.

Feito isso, abra o Mozilla e entre normalmente em “youtube.com”. Ao carregar a página, selecione o ícone com três bolinhas, no topo do navegador, para abrir as opções.

Com o menu aberto, selecione “Requisitar site para desktop”. A página deverá atualizar automaticamente para uma versão idêntica à de computador.

Utilize a área de busca normalmente, como no site da web, e selecione então o vídeo de sua preferência.

Com o vídeo aberto, você já pode bloquear sua tela ou minimizar o navegador e escutar suas músicas sem se incomodar, com o Mozilla Firefox!

Com estes simples passos você consegue ter acesso às canções diretamente do YouTube! Será que esta opção substitui os aplicativos de streaming? Diga para nós nos comentários!

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Doodle do Google celebra descoberta de planetas em novo sistema solar

Nesta semana, o mundo recebeu a notícia de que a NASA havia descoberto sete planetas em um novo sistema solar. Para celebrar a ocasião, a Google lançou um novo doodle que pode ser visto assim que a página principal do site de buscas é aberta.

Assim que acessar a página, a animação vai mostrar nosso planeta e a Lua observando o que está distante em um telescópio e entrando em contato com os locais recém-descobertos. É a Google, mais uma vez, arranjando uma forma divertida de evidenciar um assunto do momento.

Vizinhos próximos

Segundo informações divulgadas pela NASA, os sete planetas recém-descobertos estão perto de nós, a cerca de 40 anos-luz de distância, na constelação de Aquário. Todos eles orbitam em volta de uma anã vermelha conhecida como Trappist-1 (o conceito de “anã” remete a uma classe de estrela mais fria e com brilho diferente), e a massa desta seria o equivalente a apenas 8% da vista no Sol.

Outro detalhe curioso é o fato de que todos esses planetas possuem dimensões semelhantes às da Terra, e o mais próximo da Trappist-1 leva um dia para completar a órbita ao redor dela, enquanto o mais afastado precisa de 12 dias para essa ação.

Curioso para saber mais sobre o assunto? Clique aqui para ver uma matéria completa e cheia de detalhes sobre os planetas e o novo sistema solar descoberto recentemente.

via Novidades do TecMundo

Teclado com visual de máquina de escrever é solução para digitar no VR

Ferramenta virtual foi desenvolvida com base em projeto da Google e utiliza controles ou sensores de movimento para auxiliar na escrita dentro dos ambientes digitais

Embora essa seja uma tarefa bastante simples no mundo real – mesmo para os adeptos do método “catador de milho” –, digitar dentro do universo da realidade virtual pode ser algo bastante complicado. Isso porque uma vez mergulhado nas imagens exibidas pelos óculos VR, não é lá muito fácil recorrer ao teclado ou a controles para realizar buscas, inserir senhas ou escrever o nome do seu personagem em algum game. Alguns jogos e aplicativos, aliás, nem dão suporte a esse tipo de input nos mundos virtuais.

Felizmente, um desenvolvedor VR teve uma ideia bem interessante para contornar o problema: levar um teclado digital para dentro do espaço virtual. A ideia de Jonathan Ravasz foi aproveitar os instrumentos de interação oferecidos pelas empresas do ramo, como joysticks e controles de movimento, para que os usuários possam pressionar as teclas da ferramenta chamada de PunchKeyboard.

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