LG Watch Sport e LG Watch Style são anunciados com Android Wear 2.0

LG Watch Style e Watch Sport

A LG aproveitou o anúncio do Android Wear 2.0 ontem para revelar seus dois novos smartwatches, que serão os primeiros do mercado a chegarem com o novo sistema operacional wearable do Google: o LG Watch Sport e o LG Watch Style.

Ambos os dispositivos são equipados com o novíssimo processador Qualcomm Snapdragon Wear 2100 e têm o Google Assistant embutido de fábrica. Graças a essa característica os usuários podem responder a mensagens, definir alertas ou traçar rotas no Mapas simplesmente pressionando o botão Liga/Desliga ou falando "OK Google".

Ambos os modelos possuem design circular com uma coroa rotatória posicionado na parte direita do corpo. Ela é usada para ler mensagens ou para rolar a tela em menus e notificações. Outro benefício que o Android Wear 2.0 traz para os LG Watch Sport e LG Watch Style são as melhorias na experiência de uso em apps mensageiros. Agora é possível escrever à mão (ou à dedo), acionar um teclado deslizando a tela para um dos lados ou simplesmente responder com uma das mensagens automáticas do Smart Reply, que utiliza a tecnologia de aprendizado de máquina do Google.

Mas quais são exatamente as especificações de cada smartwatch? E o que eles têm de diferente entre si? Vamos falar de cada um a seguir.

LG Watch Sport

Pode-se dizer que o LG Watch Sport é a opção topo de linha voltada para quem procura desempenho e mais conectividade. O smartwatch conta com conectividade 4G LTE e dispensa o pareamento com smartphones para acessar a internet ou fazer apps funcionarem.

Modelo topo de linha dos smartwatches anunciados pela LG, o Watch Sport é voltado para atletas e praticantes de esportes. Mais do que isso, gadget é o primeiro a vir com Snapdragon Wear 2100 e suporte a 4G LTE
Modelo topo de linha dos smartwatches anunciados pela LG, o Watch Sport é voltado para atletas e praticantes de esportes. Mais do que isso, gadget é o primeiro a vir com Snapdragon Wear 2100 e suporte a 4G LTE (Divulgação: LG)

Como você deve imaginar pelo nome do gadget, o foco aqui são atletas ou entusiastas de exercícios físicos. Por isso um dos diferenciais do LG Watch Sport é seu GPS embutido e o Google Fit, que ajuda a alcançar metas, cumprir treinamentos e tudo o mais. Por fim, o modelo conta com suporte ao sistema de pagamentos Android Pay, o que facilita o pagamento sem o uso de cartões e/ou smartphones — basta usar seu pulso.

Todos esses recursos vêm em um corpo circular de alumínio com tela Gorilla Glass 3 P-OLED de 1,38 polegadas com 480 x 480 pixels de resolução. Ao todo são 4 GB de memória eMMC e 768 MB LPDDR3 rodando em conjunto com o Snapdragon Wear 2100 e uma bateria de 430 mAh.

LG Watch Style

Feito para ser mais atrativo e urbano que o Watch Sport, o LG Watch Style tem como principal diferencial a possibilidade de o usuário poder trocar sua pulseira para que o gadget combine com o look do dia.

Seu corpo é menor que o do irmão mais potente, mas isso não significa que haja menos recursos — pelo contrário. Conforme informou o presidente e CEO da LG Electronics Mobile, as especificações são ligeiramente mais modestas, o que se justifica por não haver suporte a redes 4G LTE e Android Pay.

Grande diferencial do Watch Style é a possibilidade de trocar sua pulseira. Aqui, o foco deixa de ser desempenho e passa a ser design
Grande diferencial do Watch Style é a possibilidade de trocar sua pulseira. Aqui, o foco deixa de ser desempenho e passa a ser design (Divulgação: LG)

Embora traga consigo o mesmo processador Snapdragon Wear 2100, o LG Watch Style conta com display ligeiramente menor, de 1,2 polegadas P-OLED com 360 x 360 pixels de resolução; 4 GB de memória eMMC e 512 MB LPDDR3 e uma bateria de 240 mAh.

É menos poder de fogo que certamente sairá por um preço mais em conta — algo que não foi comentado pela LG no anúncio oficial. Em todo caso, a expectativa é que tanto o LG Watch Sport quanto o Watch Style deem as caras na Mobile World Congress 2017, no próximo dia 27 de fevereiro, em Barcelona.

Fonte: LG

via Canaltech

Falha no YouTube faz número de seguidores despencar em questão de minutos

Youtube

Algo muito estranho está acontecendo com o YouTube. Um bug está fazendo com que o número de seguidores de canais famosos do portal de vídeos simplesmente despenque em questão de minutos. 

Se você tem um canal no serviço, já deve ter percebido que o YouTube não é muito bom de matemática. E é por isso que a coisa toda perdeu o controle. Acontece que se um usuário resolve parar de seguir seu canal, por exemplo, a plataforma subtrai erroneamente dois assinantes da conta. Não demorou para que isso fosse descoberto pelos trolls desocupados da internet, que começaram a assinar e cancelar assinaturas repetidas vezes em canais, só pelo prazer de ver o número de seguidores cair descontroladamente. 

Essa falha foi notada  pelo YouTuber BlackScreenTV, que está fazendo lives sobre os contadores de vários canais, mostrando números despencando sem motivo aparente. Isso acontece até com os mais famosos, aliás. Ou seja: até o canal de PewDiePie já passou por isso — e ele fez um live do bug em plena atividade. 

Veja a descoberta do BlackScreenTV:

https://canaltech.com.br//www.youtube.com/embed/6TjMgvLyxMA

Abaixo, PewDiePie prova que o bug é de verdade:

https://canaltech.com.br//www.youtube.com/embed/K2vIEcEPyv0

Segundo o BlackScreenTV, essa é a maior falha na história do site. De tanta trollagem envolvendo o bug, alguns canais começaram a apresentar números negativos de seguidores. Pelo Twitter, a Alphabet, holding que toma conta do YouTube, confirmou o problema, dizendo que, desde segunda, começou a contar erroneamente um cancelamento de assinatura como se fossem dois. "Estamos trabalhando em uma solução", tuitou.

Em outro tuíte, o YouTube afirmou que tudo não passa de um bug e que os números voltarão ao normal assim que o problema for encontrado e resolvido. 

Via The Next Web

via Canaltech

Homem processa Uber por conta de bug que causou seu divórcio

Espionagem Uber

O Uber se mete em tudo quanto é tipo de confusão, mas levar a culpa por um divórcio deve ser a primeira vez. Um executivo francês resolveu acusar o serviço de caronas pagas como o responsável pelo término de seu casamento e está pedindo uma indenização de US$ 45 milhões em danos morais. Tudo por conta de um bug que, supostamente, permitiu que sua mulher o seguisse e descobrisse a traição. 

Segundo o jornal francês Le Figaro, o homem afirma que a falha no serviço fez com que o aplicativo enviasse notificações e revelasse detalhes do seu trajeto pelo mapa, tudo diretamente no celular da sua esposa. Ainda não ficou claro, no entanto, o que teria causado esse bug, mas provavelmente o homem deve ter chamado um carro do Uber pelo dispositivo da mulher, ou usado o smartphone dela em outras corridas, o que acabou revelando tudo sobre cada viagem que fazia pelo aplicativo. 

Após toda a confusão, que vai parar na justiça, um porta-voz do Uber se negou a comentar o caso, dizendo ao Le Figaro que "o Uber não comenta publicamente os casos individuais de seus clientes, principalmente aqueles que envolvem divórcio". A primeira audiência para definir o resultado da ação vai ocorrer no fim deste mês. 

Essa não é a primeira vez que o Uber se envolve em encrencas relacionadas a espionagem (por ter revelado "sem querer" a trilha de alguém a quem não deveria). Em dezembro, a companhia foi acusada de abuso de poder, por monitorar o paradeiro de celebridades e políticos que usavam o aplicativo. 

Via Business Insider

via Canaltech

Claro e Vivo pedem reforma tributária e parcerias com governo para IoT

Internet das Coisas

É inegável que a consulta sobre Internet das Coisas (IoT), veiculada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações surtiu efeito. Mais cedo, você leu aqui no Canaltech que o Google opinou em favor dos incentivos do governo para impulsionar o setor. Agora, as operadoras Claro e Vivo, dos grupos América Móvil e Telefônica, respectivamente, defenderam a autorregulação do mercado e vários outros pontos em comum. 

Para a Claro, o que mais urge é a liberdade de modelos de negócio e a autorregulação do mercado. A tele afirma que é necessário tratar das principais barreiras atuais para a IoT, como cenário de regulação excessiva, alta carga tributária e custos elevados. Para a empresa, o governo deveria incentivar o setor, investindo mais em IoT e aliviando o peso dos impostos, com incentivos e isenções fiscais (vinculadas a metas) e alívios tributários. A burocratização das startups e a falta de acordos tecnológicos com outros países também servem de entrave e precisam ser revisadas. 

O governo federal poderia estimular o avanço da internet das coisas no Brasil partindo da desoneração de produtos e serviços, pois assim, automaticamente, a indústria veria redução de custos para adoção. Dessa forma, todos os envolvidos poderiam ser beneficiados, e os produtos, com redução de alíquotas do IPI, poderiam entrar na lista do Decreto 5.906/06. 

A Claro também pede uma revisão da política fiscal, principalmente do Fistel e do ICMS. Para a empresa, é importante que o prestador do serviço de IoT atue como integrador, capaz de emitir faturamento flexível. O prestador também teria plataforma para monitorar e atuar em tempo real, o que necessitaria de uma estrutura de testes e hoomlogação de serviços para prevenção de falhas. 

A ideia é que, inicialmente, a aposta deve envolver os dispositivos e sensores mais simples, como medidores para smart grids, telemetria de veículos e aparelhos e localização de veículos. Quanto à homologação, a sugestão da empresa tange uma "certificação voluntária", que também está alinhada com a proposta da autorregulação. A previsão é que boa parte da IoT vai utilizar a rede móvel, com atualizações over-the-air (OTA). 

A operadora é contra a utilização de espectro não licenciado (white space), pois alega possibilidade de interferências em aplicações críticas. Para contornar, sugere o uso das faixas ISM (industrial, scientific e medical) não licenciadas para IoT sem mobilidade. Para os dispositivos móveis, alega uso de espectro licenciado. 

A Vivo tem vários pontos convergentes com as propostas da Claro sobre a regulação de IoT no Brasil. As principais delas se referem à tributação e à autorregulação, deixando o mercado atuar sobre as leis já existentes, bem como o esclarecimento do que é a internet das coisas — que não é um serviço de telecom, e assim, não entra na parte da revenda por MVNOs (operadoras virtuais). Para a tele, o estado deve participar na promoção de incentivos, reduzindo ou isentando tributos e minimizando a burocracia. 

A Telefônica, aliás, sugere atenção estratégica a fabricantes locais de módulos e semicondutores, a fim de desenvolver a indústria e o setor no país. E para isso, mais uma vez, é necessário que o governo alivie as políticas tributárias e remova as atuais barreiras regulatórias. Estabelecer grupos de trabalho de manufatura avançada e de cidades inteligentes e smart grids, incentivar órgãos estaudias de pesquisa e libertar o desenvolvimento científico do ambiente apenas acadêmico estão entre as sugestões da tele. 

Com informações do MobileTime

via Canaltech

iPhone 8 não vai custar um, mas sim os dois olhos da cara (rumor)

iPhone 8

2017 é o décimo ano de existência dos iPhones, e é claro que a Apple não poderia deixar uma data dessas passar batida. O dispositivo que vem por aí, chamado por muitos de iPhone X ou até mesmo iPhone 8, promete chegar com tudo para marcar os seus 10 anos, e essa opinião é unânime entre os principais analistas do mercado de smartphones. 

O aparelho, segundo especulações, vai chegar ostentando uma tela OLED de fora a fora, sem botão Home físico e com o Touch ID embutido embaixo da tela, onde estaria o botão frontal do aparelho. Ao que tudo indica, a Apple está gastando uma nota para produzir o novo telefone — algo que pode ser o dobro do que foi gasto para produzir o iPhone 7 (e seu irmão 7 Plus). 

Muito embora o aço inoxidável, muito cotado para aparecer no corpo dos próximos iPhones, seja um material relativamente mais barato que o alumínio usado no iPhone 7, a tela do aparelho, que deve vir curvada nas duas laterais, vai substituir os botões físicos que ali haviam. Além disso, câmeras duplas, um sistema de reconhecimento facial e uma bateria generosa devem chegar como diferencial no novo modelo. Tudo isso somado ao já mencionado display OLED faria com que o preço de custo do aparelho fosse bem mais elevado. 

Vamos ter em mente que, hoje, o iPhone 7 Plus na cor Jet Black é o mais caro dos modelos da Apple disponíveis, saindo por US$ 969 nos Estados Unidos. Segundo um novo rumor, de uma fonte que falou ao PhoneArena, a barreira dos US$ 1.000 vai ser quebrada neste ano, pela edição mais-que-especial de aniversário do iPhone. Não vamos nem arriscar um palpite para o preço do novo aparelho no Brasil, mas podemos esperar tranquilamente por algo que ultrapasse os R$ 5 mil para o modelo top de linha.

Via PhoneArena

via Canaltech

BlackBerry libera SDK do BBM Enterprise para desenvolvedores

blackberry

A BlackBerry vem passando por poucas e boas ao enfrentar um declínio de participação e vendas no mercado de smartphones, e como parte de sua estratégia para se manter viva em meio a tantos gigantes, a canadense mudou seu foco e está apostando mais em serviços e software.  

Um dos seus planos mais recentes é oferecer grande parte da tecnologia de seu mensageiro corporativo, o BBM Enterprise, para desenvolvedores que se comprometam a incorporar recursos como segurança avançada, design e nível corporativo da plataforma em seus próprios aplicativos. 

Para isso, a BlackBerry anunciou o kit de desenvolvimento (SDK) do BBM Enterprise, a fim de oferecer as ferramentas necessárias aos desenvolvedores que procuram adicionar o serviço de mensagem de texto, voz e vídeo em soluções para smartphones. De quebra, a reputação da empresa no quesito segurança vai junto e agrega valor ao produto final. 

A manobra agora coloca a canadense frente a frente com nomes conhecidos no mercado de comunicações corporativas, como Twilio e Plivo. Se tudo der certo, a alternativa pode se transformar em uma excelente fonte de receita para a empresa, que continua se esforçando como pode para manter-se viva no mercado. 

O COO Marty Beard escreveu, no blog oficial da companhia, o seguinte: "A capacidade de construir rapidamente uma plataforma segura de chat, voz, vídeo e SMS dentro de aplicações corporativas é de grande valor para a cultura colaborativa do mundo dos negócios ". Ele ainda lembrou que o BBM Enterprise é uma "entidade distinta" do famoso BBM, aplicativo de mensagens dos smartphones comuns da empresa. A diferença é a segurança, muito mais sigilosa. 

Segundo Beard, a tecnologia pode ser utilizada em várias aplicações, que variam desde a polícia até a medicina. Tudo que exigir sigilo e segurança pode ser transmitido via BBM.  O SDK vai ser liberado em breve para desenvolvedores das plataformas iOS e Android. Fique ligado no Canaltech para mais detalhes, que devem sair ainda este mês.

Fonte: BlackBerry, via Digital Trends

via Canaltech

Google acredita que governo brasileiro deve incentivar e promover IoT

Google Logo

Em era de Internet das Coisas (IoT), a importância do espectro não regulado vem à tona no Brasil. O Google deu sua contribuição referente ao assunto na consulta pública realizada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) sobre o tema. O gigante sugere que os chamados white spaces, que são os espaços liberados entre as faixas reguladas, e aas frequências destinadas à rede Wi-Fi não sofram nenhum tipo de bloqueio por nova exigências regulatórias. 

Segundo o Google, a IoT tem potencial de avanços significativos aos cidadãos, e o governo precisa estar ciente disso. Da mesma maneira, os governos também podem aproveitar o potencial da tecnologia móvel para desenvolver uma espécie de trabalho inteligente para seus funcionários, o que reduziria custos e aumentaria a eficiência. 

Para que isso aconteça, é claro que é necessário destinar verbas para investir em cursos de graduação no Brasil, a fim de estimular e o brasileiro quanto a intercâmbio e trocas de disciplinas para promover o desenvolvimento de formações intersetoriais. Outro ponto levantado pelo Google é a interoperabilidade por meio de plataformas abertas, que geram mais opções para o consumidor e aumenta a competição no setor, reforçando o ecossistema para produzir ainda mais. 

Um ecossistema de IoT deve ser levado em conta para que o governo invista em políticas públicas, para que todos possam participar desenvolvendo, implantando, compartilhando e comercializando aplicações e serviços de internet das coisas compatíveis entre si. O Google ainda defende a criação de uma nova linguagem padronizada para que os dispositivos conectados comuniquem entre si com qualidade alta, sem ruídos ou conflito de comandos. 

Para alcançar estes objetivos, o gigante acredita que os governos devem promover incentivos econômicos muito bem planejados, pois isso é o que diminui as barreiras de entrada e estimula a inovação. "Além disso, governos podem conectar diferentes atores em uma perspectiva multissetorial, abrindo um importante diálogo sobre privacidade e segurança em IoT", explica a empresa. 

Via Convergência Digital

via Canaltech

Resistente à superfície de Vênus: NASA cria o Incrível Hulk dos chips

Um grupo de pesquisadores do Glenn Research Centre, pertencente à agência espacial, conseguiu desenvolver um processador capaz de resistir às altíssimas temperaturas e pressão do planeta

Se você nunca teve pesadelos com a possibilidade de ser mandado para Vênus, então é possível que você não saiba muita coisa sobre o planeta. Como se não bastasse ele ser cercado por nuvens de ácido sulfúrico em ebulição, a superfície costuma manter temperaturas de 470ºC e a pressão atmosférica é cerca de 90 vezes maior do que a da Terra, mais que o suficiente para esmagar qualquer pessoa que não seja o Incrível Hulk. Obviamente, fazer chips capazes de funcionar por mais do que alguns minutos sob essas conduções não é nada fácil, mas parece que a NASA conseguiu.

Um dos maiores problemas a serem superados na hora de fazer máquinas que consigam se manter em funcionamento em Vênus é o fato de que o silício, material que constitui a maioria dos processadores, perde suas capacidades de semicondutor em temperaturas superiores a 250ºC. Acima disso, os elétrons ganham liberdade demais para se mover entre os componentes e tudo simplesmente para de funcionar.

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via Novidades do TecMundo

Bing terá informações de trânsito em tempo real

bing

A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (08) que passou a incluir informações de trânsito em seu sistema de buscas Bing. Segundo a companhia, 55 países (incluindo o Brasil) terão estas informações.

A novidade consiste em dois novos serviços na verdade. O primeiro deles oferece informações em tempo real do trânsito, mostrando em cores e em sinais no mapa a intensidade do fluxo ou incidentes nas vias – algo semelhante ao que o Google já faz em seus serviços de navegação.

A outra parte deste novo recurso é a de fazer cálculos do tráfego em tempo real e com isso entregar as melhores rotas para o motorista.

A Microsoft disponibilizou em seu site para desenvolvedores as APIs para a criação de aplicações usando as informações de trânsito do Bing. Você pode acessar essas informações neste link.

Fonte: Windows Central

via Canaltech