Moto G5 Plus: fator de desequilíbrio

Nem parece, mas o Moto G já chegou à quinta geração. Entre a primeira, que revolucionou o segmento de smartphones intermediários, e a atual, que subiu de nível para brigar com os celulares mais caros, muita coisa mudou. Por R$ 1.499, o Moto G5 Plus quer conquistar os usuários pela câmera e pelo design mais sofisticado. Será que ele consegue?

Com processador Snapdragon 625 e 2 GB de RAM, ele logo foi criticado no lançamento pelo hardware abaixo da média. Essa escolha da Lenovo interferiu no desempenho? A câmera é realmente a “mais avançada de sua categoria”, como promete a fabricante? E como ficou o leitor de impressões digitais com suporte a gestos? Eu conto tudo nos próximos minutos.

Review em vídeo

Design e tela

A Lenovo seguiu a tendência do mercado e melhorou o design no Moto G5 Plus, adotando um acabamento em metal e bordas chanfradas. É um belo avanço em relação ao Moto G4 Plus, um aparelho meio desengonçado e totalmente construído em plástico. A empresa também conseguiu dar um jeito no leitor de impressões digitais, tirando a moldura cromada que confundia o usuário ao se parecer, mas não se comportar, como um botão físico.

O sensor biométrico é um dos pontos mais bacanas do design: além de servir para desbloquear a tela, ele ganhou suporte a gestos. Basta ativar uma função no aplicativo Moto e pronto: volte à tela anterior deslizando para a esquerda, e abra a lista de aplicativos recentes deslizando para a direita. De quebra, isso faz a barra de botões virtuais do Android sumir, deixando mais espaço na tela para o que realmente importa.

A pegada está melhor que na geração anterior, mas não é tão boa quanto nos primeiros. As bordas grandes tornam o Moto G5 Plus mais largo do que deveria, o que dificulta a utilização com uma mão. Com tela de 5,2 polegadas, ele poderia ser bem mais compacto que 74 mm de largura — a LG conseguiu colocar 5,7 polegadas em 71,9 mm no G6, enquanto o Galaxy S8+ veio com 6,2 polegadas em 73,4 mm. Também desagrada o calombo na traseira, que não existe no G5 normal e faz o celular sambar na mesa.

Outro ponto a ser levantado é a insistência no conector Micro USB. Segundo a Lenovo, o comprador de Moto G ainda tem um “ecossistema” de cabos e acessórios baseados no padrão antigo, mas a verdade é que as outras fabricantes já estão apostando fortemente em USB-C mesmo em intermediários mais básicos, caso da Asus e Samsung. Em um período de transição que começou há bastante tempo, me parece mais lógico migrar para o padrão novo (e fornecer um adaptador) do que atrasar a evolução.

A tela IPS LCD de 5,2 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels continua no padrão do Moto G, entregando boa definição, cores equilibradas (no modo de cor Padrão) e brilho forte, dentro do que esperamos para a categoria. Mas eu confesso que senti falta de um contraste melhor — o que poderia ser resolvido com a adoção de um painel AMOLED, cada vez mais comum na categoria.

Software

Pouca coisa mudou no software da Lenovo, mas a empresa claramente tem feito mais concessões com relação à proposta de “Android puro”: o Moto G5 Plus vem com um widget personalizado de previsão do tempo na tela inicial, um estranho degradê no Moto Tela, além de um aplicativo de papéis de parede. A regra, no entanto, continua sendo a de interferir pouco no sistema operacional do Google.

Os diferenciais permanecem no aplicativo Moto, onde é possível ativar os atalhos do sensor biométrico e configurar os vários gestos de movimento para ativar determinadas funções — agitar duas vezes para ligar a lanterna, fazer um movimento de acelerar uma moto para abrir a câmera, deixar a tela virada para baixo para silenciar notificações, e por aí vai.

Desta vez, a Lenovo decidiu colocar a TV digital na versão mais cara. O esquema é o mesmo das gerações anteriores: você precisa colocar uma antena na entrada de 3,5 mm (que pode ser o próprio fone de ouvido ou um simples “rabicho” incluso na caixa) e assiste aos canais em HD onde houver sinal forte. O aplicativo mostra a grade de programação dos canais e permite gravar os programas. É um recurso bacana para não depender da conexão móvel se você quiser assistir a um programa ao vivo na TV aberta.

A minha crítica continua sendo a falta de atenção nas atualizações de segurança. Estamos em abril, e o Moto G5 Plus ainda traz o patch de segurança de janeiro, o que é ruim principalmente para quem construiu uma imagem de liberar atualizações de forma rápida. Mesmo Asus e Samsung, que são frequentemente criticadas por demorarem para liberar novas versões do Android, tem sido mais competentes que a Lenovo para manter seus aparelhos seguros.

Câmera

Se eu dissesse em 2013 que o Moto G teria uma câmera realmente boa, você não acreditaria, mas isso é verdade no Moto G5 Plus. O sensor de 12 megapixels com foco por detecção de fase e a lente com abertura de f/1,7 de fato entregam bons resultados. As fotos são detalhadas, têm bom alcance dinâmico e não apresentam ruídos mesmo em condições mais difíceis.

Durante o dia, o Moto G5 Plus entrega fotos com cores equilibradas, sem exagerar na saturação, e um ótimo nível de detalhes. O filtro de sharpening não é agressivo e deixa as imagens com um aspecto natural. O pós-processamento da Lenovo também consegue ressaltar bonitos degradês no céu e bons verdes no solo.

Em ambientes internos ou à noite, é possível notar uma suavização maior para esconder os ruídos, mas a definição não é prejudicada e as cores não perdem saturação, como aconteceria em uma câmera mais barata. A velocidade do obturador continua rápida, provavelmente ajudado pela lente com abertura generosa, o que ajuda a evitar fotos tremidas.

As fotos da câmera frontal de 5 megapixels também não decepcionam, mas aqui temos resultados mais “normais”, dentro do que se espera de um intermediário premium. Por padrão, o software aplica um efeito de embelezamento de rosto, mas é possível desativá-lo para obter uma selfie com definição melhor.

O Moto G5 Plus tem uma câmera traseira que eu esperaria em um smartphone de 2 ou 3 mil reais, mas ela está presente em um aparelho de R$ 1.499, o que é um baita ponto positivo.

Hardware e bateria

Lembra quando o Moto G tinha câmera ruim e hardware bom? No Moto G5 Plus, a Lenovo inverteu essa equação, colocando uma câmera boa e um hardware, no mínimo, decepcionante. O processador octa-core Snapdragon 625 é o mesmo que equipa o Moto Z Play e outros intermediários premium, tendo se mostrado competente e econômico, mas os 2 GB de RAM definitivamente são um gargalo.

Na maior parte do tempo, o Moto G5 Plus entrega um bom desempenho, alternando rapidamente entre os aplicativos e abrindo jogos sem demorar. Mas, em determinados momentos do dia, eu senti os ícones da tela inicial recarregando, um aplicativo demorando para abrir e o Chrome apresentando travadinhas incômodas. E a culpada é claramente a RAM; a utilização de memória fica entre 80% e 95% durante todo o dia.

Do ponto de vista comercial, faz sentido que ele tenha apenas uma versão com 2 GB de RAM no Brasil, até porque o produto imediatamente superior é o Moto Z Play — e ele tem uma câmera inferior ao do caçula. A não ser que você faça muita questão dos módulos ou da bateria adicional, não faria mais sentido comprar um Moto Z Play se existisse um Moto G5 Plus com 3 ou 4 GB de RAM, como lá fora. Ainda assim, eu fico com uma pontinha de decepção ao ver que a vida útil do aparelho foi tão encurtada.

Pelo menos a bateria não decepciona. Todos os aparelhos com Snapdragon 625 se mostraram bem econômicos até agora, e o Moto G5 Plus segue a linha. Nos meus dias de teste, tirando o smartphone da tomada às 9h, e utilizando 2h de streaming de música no 4G e 1h30min de navegação no 4G, com brilho no automático, eu consegui chegar até o final do dia (por volta de 22h ou 23h) com níveis entre 35% e 45% de bateria.

É uma bateria que deverá ser suficiente para aguentar um dia inteiro para a maioria das pessoas. Se não aguentar, o carregador rápido de 15 watts faz um bom trabalho em enchê-la rapidamente, com uma carga completa demorando menos de duas horas.

Conclusão

Eu analisei todas as gerações do Moto G até agora, desde 2013. E a conclusão do review do Moto G5 Plus é bem diferente das outras: ele não é bom para quase todo mundo, nem possui um dos melhores custo-benefício da categoria. O smartphone da Lenovo tinha tudo para ser o melhor entre os intermediários, trazendo uma das melhores câmeras do mercado, um design que agrada e uma bateria que dura bem.

Mas ele tem um fator de desequilíbrio, que é o hardware. O processador é competente, mas os 2 GB de RAM são um limitador que já mostra sinais de cansaço com utilização mais intensa, apresentando pequenos engasgos no multitarefa (e nem estou falando de jogos). Praticamente todos os concorrentes da mesma faixa de preço têm 3 ou 4 GB de RAM, caso do Zenfone 3 ou Galaxy J7 Prime.

A verdade é que 2 GB de RAM é o novo 1 GB de RAM, e os aplicativos estão ficando cada vez mais pesados. Se o Moto G5 Plus já apresenta engasgos hoje, a situação daqui a um ou dois anos não será melhor. A Lenovo poderia, pelo menos, oferecer ao consumidor brasileiro uma versão com 3 ou 4 GB de RAM, ainda que ligeiramente mais cara, como acontece em outros países.

O Moto G5 Plus pode ser uma opção interessante para quem procura uma câmera boa para fotos e se satisfaz com um desempenho ok. Mas quem pretende ficar mais tempo com o mesmo smartphone deve pesquisar outras opções.

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh;
  • Câmera: 12 megapixels (traseira) e 5 megapixels (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11n, GPS, GLONASS, Bluetooth 4.2, USB 2.0, rádio FM, TV digital, NFC;
  • Dimensões: 150,2 x 74 x 9,7 mm;
  • GPU: Adreno 506;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 128 GB;
  • Memória interna: 32 GB;
  • Memória RAM: 2 GB;
  • Peso: 155 gramas;
  • Plataforma: Android 7.0 Nougat;
  • Processador: octa-core Snapdragon 625 de 2,0 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, sensor de impressões digitais;
  • Tela: IPS LCD de 5,2 polegadas com resolução de 1920×1080 pixels.

Moto G5 Plus: fator de desequilíbrio

via Tecnoblog

Hacker assusta cidade dos EUA ao disparar 156 alarmes de emergência ao mesmo tempo

A cidade de Dallas, Texas (EUA) possui um sistema de emergência com 156 sirenes para alertar todos que estejam fora de casa a procurar abrigo em caso de tornado ou tempestade forte. No final da noite de sexta-feira (7) e início da manhã de sábado (8), um hacker disparou todas essas sirenes de uma só vez.

Foto por Leif Skoogfors/FEMA

Segundo o Dallas Morning News, as 156 sirenes foram desligadas e reativadas “mais de uma dúzia de vezes”, até que funcionários desativaram o sistema completamente por volta das 1h20 de sábado.

A prefeitura tentou avisar a população que não havia motivo para pânico, mas o telefone de emergência (911) recebeu mais de 4.400 chamadas enquanto as sirenes soavam, o dobro do que normalmente é registrado nas noites de sexta-feira.

A cidade descobriu como o sistema foi comprometido: alguém obteve acesso físico a uma central que conecta todas as sirenes, segundo o Washington Post. A prefeitura solicitou ajuda da FCC (equivalente americana da Anatel) para encontrar o hacker.

Rocky Vaz, diretor da Secretaria de Gestão de Emergências da cidade, diz ao Dallas Morning News que provavelmente foi “alguém fora de nosso sistema”, mas ainda na área de Dallas — não se trata de um ataque remoto.

O mapa das sirenes espalhadas pela cidade de Dallas.

Não é a primeira vez que a infraestrutura pública de Dallas é invadida, mas ela era mais silenciosa. No ano passado, alguém estava colocando frases engraçadas nos sinais eletrônicos de trânsito, como “o trabalho foi cancelado – voltem para casa”.

Agora, no entanto, a invasão parece mais perigosa. O Comitê de Segurança Pública da cidade vai priorizar mudanças no sistema de emergência. Eles também estão trabalhando com a FEMA (Agência Federal de Gestão de Emergências) para criar um sistema de alerta baseado em mensagens de texto. Espero que esse não seja hackeado também.

Com informações: Dallas Morning News, Washington Post, Ars Technica.

Hacker assusta cidade dos EUA ao disparar 156 alarmes de emergência ao mesmo tempo

via Tecnoblog

Thor Ragnarok: Marvel divulga primeiro trailer oficial da produção!

A Marvel Studios acaba de divulgar o primeiro trailer oficial de Thor: Ragnarok, aguardada produção com o deus nórdico dos quadrinhos.

Em Thor: Ragnarok, o Deus do Trovão busca uma arma para evitar o Apocalipse Nórdico e acaba encontrando o Hulk, em um planeta distante, lutando em uma arena de gladiadores. A dupla se une para impedir os planos da vilã Hela.

No elenco estão: Chris Hemsworth (Thor), Tom Hiddleston (Loki), Mark Ruffalo (Hulk), Idris Elba (Heimdall), Anthony Hopkins (Odin), Jeff Goldblum (Grande Mestre), Tessa Thompson (Valquíria), Karl Urban (Skurge) e Cate Blanchett (Hela).

Fonte da imagem: Divulgação/Marvel Studios

Veja também:

Thor: Ragnarok tem direção de Taika Waititi (O Que Fazemos nas Sombras) e estreia prevista para 2 de novembro de 2017 no Brasil.

Via Minha Série

via Novidades do TecMundo

Próximo Pixel pode apresentar uma tela curva, diz site

Não faz muito tempo desde que a Google disponibilizou no mercado os smartphones da linha Pixel, e parece que já há planos de trabalhar em um sucessor que pode trazer um recurso diferente do modelo atual: uma tela curva.

A informação acima foi obtida pela equipe do site sul-coreano Electronic Times (via The Next Web), e aparentemente a Gigante das Buscas repassou US$ 880 milhões para a LG Display Co. para a produção das telas destinadas ao próximo smartphone da linha Pixel.

Entretanto, parece que tais detalhes não estão totalmente definidos, tendo em vista que a LG Display ainda está considerando a proposta – sendo assim, o jeito é esperar até que a empresa responsável pelo Pixel decida realizar um pronunciamento oficial sobre o assunto.

Tendência do momento?

Vale mencionar que não chega a ser um tópico totalmente estranho mencionar o interesse da Gigante das Buscas em considerar uma tela curva para o próximo modelo da linha Pixel, especialmente se levarmos em conta que o Galaxy S8 conta com uma e a Apple está pensando tal ideia para o próximo iPhone.

via Novidades do TecMundo

Sem computação gráfica, Carrie Fisher vai aparecer em Star Wars: Episódio IX

Carrie Fisher

Após a morte da atriz Carrie Fisher, em dezembro, muito se comentou sobre sua participação nos demais filmes da série Star Wars. A icônica Leia Organa já havia aparecido como general da Resistência e tudo indicava que ela teria um papel ainda maior no próximo capítulo da série, Os Últimos Jedi. E, exatamente por isso, muitos fãs se perguntavam qual seria o futuro de sua personagem. Ela simplesmente desapareceria de cena ou utilizariam alguma tecnologia semelhante àquela vista em Rogue One, em que a atriz foi recriada digitalmente?

Na verdade, nem uma coisa e nem outra. A família de Fisher confirmou neste início de semana que ela aparecerá não apenas em Os Últimos Jedi como também no Episódio IX, e sem qualquer artifício digital para enganar os fãs. De acordo com seu irmão, Todd Fisher, a Disney vai utilizar imagens que já foram capturadas durante as últimas filmagens e reaproveitar essas cenas nos próximos filmes. Tanto ele quanto a filha de Carrie, Billie Lourd — que também participa da saga —, concordaram com a decisão por considerarem essa a melhor forma de homenagear a memória da atriz.

E deve ser curioso ver como a Lucasfilm vai conseguir encaixar essas imagens feitas para Os Últimos Jedi em Episódio IX. Até onde se sabe, Carrie já havia filmado praticamente toda a sua participação no oitavo capítulo da franquia, mas não havia nada em relação ao novo longa. Assim, o que devemos ver é uma divisão desse material entre os dois filmes e um enorme malabarismo do roteiro para fazer com que essa mudança mantenha tudo coeso dentro da história.

Família da atriz permitiu que imagens feitas em Os Últimos Jedi fossem usadas no Episódio IX

Por outro lado, a decisão do estúdio de abrir mão dos efeitos digitais esbarra em uma questão que até então nunca tinha sido discutida no cinema. Afinal, recriar alguém digitalmente como foi feito em Rogue One é uma forma de prestar uma homenagem a quem se foi ou apenas uma forma de capitalizar em torno da sua imagem? No caso de Uma História Star Wars, que trouxe não apenas uma versão bem mais nova de Carrie Fisher como ainda “ressuscitou” o ator Peter Cushing, o truque era válido até por questões de cronologia e, por remeter ao filme da década de 70, ele já vinha carregado dessa imagem do tributo.

Contudo, no caso de Os Últimos Jedi e do vindouro Episódio IX, as coisas mudam um pouco de figura. Recriar Carrie poderia ser interpretado como uma falta de sensibilidade dos estúdios com a família e pegar muito mal. É claro que todo mundo quer ver a atriz para sempre como Leia, mas há questões bem delicadas nesse meio de campo que, ao que tudo indica, Disney e Lucasfilm parecem estar dispostas a respeitar.

Via: Engadget

via Canaltech

Imagens do Galaxy Note7 “reciclado” revelam bateria menor para evitar explosões

Galaxy Note 7 reciclado

Após o escândalo das baterias explosivas do Galaxy Not 7 no ano passado, a Samsung confirmou que as unidades restantes dos dispositivos passarão por uma reforma para então serem colocadas à venda novamente. Agora, fotos do que parece ser a versão reciclada do aparelho vazaram na internet.

Segundo o site SamMobile, o telefone poderá ser encontrado à venda em breve no Vietnã. Pelas imagens, o design do dispositivo é semelhante ao modelo original, assim como o sistema operacional, que se manterá o Android 7.0 Nougat. No entanto, a grande diferença é a bateria, que foi substituída por uma peça de menor capacidade: 3.200 mAh, contra 3.500 mAh do primeiro Note7. Aqui, a ideia seria ocupar menos espaço dentro do smartphone e, com isso, evitar novos problemas de superaquecimento.

Por ter sido visto no Vietnã, onde está instalada uma das linhas de produção da fabricante sul-coreana, as fotos sugerem que este será um dos países a receber o Galaxy Note7 remodelado, mas outros locais do globo estariam em vista para o lançamento. Embora a Samsung tenha afirmado que não venderia o aparelho nos Estados Unidos, um registro do celular já foi visto na FCC (órgão norte-americano equivalente à Anatel), mas nada está confirmado.

Também não se sabe por quanto o dispositivo chegará às lojas, mas tudo leva a crer que o valor será inferior ao do modelo original – uma vez que a bateria será menor na versão atualizada, além da credibilidade do aparelho ainda estar manchada devido às explosões.

Relembre o caso

Desde setembro de 2016, usuários de vários países relataram que seus Galaxy Note7 simplesmente explodiram sem motivo aparente. Foram inúmeros registros que causaram prejuízos a pelo menos uma centena de consumidores. Em algumas situações, os danos foram bem graves, incluindo um garoto de seis anos que teve queimaduras pelo corpo e até um carro que pegou fogo após o aparelho ter estourado. Companhias aéreas também impediram os viajantes de embarcar com o gadget.

Na tentativa de conter novos acidentes, a Samsung anunciou um recall do smartphone e suspendeu suas vendas em todo o mundo – no Brasil, a comercialização do telefone foi proibida semanas antes do lançamento oficial. Meses depois, veio a explicação para o problema: as baterias tinham dois defeitos distintos que as faziam superaquecer, causando as explosões.

Fonte: SamMobile

via Canaltech

Pegasus: antigo spyware do iOS é encontrado em versão para Android

De acordo com recentes investigações da Lookout Mobile Security em parceria com a Google, um dos mais sofisticados softwares de espionagem já desenvolvidos para iOS está de volta em uma versão para Android. Conhecido popularmente como Pegasus, a ferramenta criada pelo NSO Group foi descoberta em 2015 e visa invadir a privacidade de representantes governamentais.

Batizada como Chrysaor pela própria Google, a descoberta é capaz de capturar conversas, dados da agenda de contatos, histórico de navegação do navegador, imagens presentes na galeria e até mesmo coletar qualquer conteúdo digitado no teclado do aparelho – tudo isso sem despertar qualquer suspeita. O desenvolvimento do Spyware foi tão meticuloso que ele é capaz de destruir todos os seus traços caso ‘sinta-se em risco’.

Também como acontece no Pegasus, o software para Android foi desenvolvido visando alvos muito específicos, o que levanta a suspeita de que ambas as aplicações foram financiadas por algum governo a fim de espionar autoridades. Ainda de acordo com as informações da Lookout, ao menos 36 pessoas tiveram seus aparelhos infectados com sucesso, sendo todos eles figuras importantes dos Emirados Árabes, México, Geórgia, Turquia e predominantemente Israel.

A cautela é a única forma de evitar os ataques

Em meio a tantas similaridades, a maior diferença entre os dois espiões é a forma como cada um se instala nos smartphones. Enquanto o Pegasus se aproveitava de vulnerabilidades no kernel do iOS 9.3.5, o Chrysaor realiza o rooting (desbloqueio) dos aparelhos de forma remota e então invade os arquivos de sistema do aparelho para roubar os dados.

Por se tratar de um recurso nativo do Android, o acesso root não é algo que pode ser corrigido pelo Google, como o que foi feito pela Apple em relação às falhas do iOS 9. No entanto, a gigante das buscas se comprometeu a dar suporte às vítimas da invasão e promete continuar as investigações.

Ambas as companhias recomendaram que os usuários da plataforma tomem cuidado com o conteúdo que instalam em seus smartphones.

Apesar de funcionarem silenciosamente, tanto o Chrysaor quanto o Pegasus exigem instalações manuais para funcionar, atraindo todas as pessoas atacadas com anúncios e mensagens direcionadas.

via Novidades do TecMundo

Dados de cartões de crédito são roubados da GameStop e vendidos na internet

A fase da tradicional franquia de lojas GameStop não é nada boa. Recentemente, ela revelou prejuízos financeiros e anunciou o fechamento de diversas unidades, além de ter a imagem arranhada por conta das práticas de revenda de jogos usados — incluindo esconder estoques de cópias novas para tentar empurrar os já abertos. Para piorar, agora tudo indica que o sistema online da companhia sofreu uma grave invasão.

De acordo com o blog de segurança Krebs on Security, dados de cartões de crédito e outras informações pessoais de consumidores ficaram expostos na versão digital da loja entre setembro de 2016 e fevereiro de 2017. A descoberta teria sido feita após uma denúncia de que lotes de dados de cartões usados no site da GameStop estariam sendo vendidos em uma página.

Eles teriam sido obtidos com algum tipo de malware embutido na página, já que o roubo inclui nome do consumidor, data de validade do cartão e até o código de segurança de três dígitos que fica na traseira. Essa sequência não é armazenada no sistema justamente pela importância na identificação do usuário, mas é possível interceptá-la e copiar esses dados com um ataque elaborado antes que eles sejam devidamente criptografados.

Resposta da loja

A franquia emitiu um comunicado a respeito da possível invasão, praticamente confirmando que algo de fato aconteceu. “Lamentamos qualquer problema que essa situação possa causar para nossos consumidores. A GameStop gostaria de lembrar aos clientes que está sempre monitorando cobranças indevidas em contas de cartões usados nos pagamentos. Se você identificar um caso assim, reporte imediatamente ao banco que emitiu o cartão”, diz a mensagem.

via Novidades do TecMundo

Como transformar seu PC em roteador e compartilhar Wi-Fi pelo Windows 10

Wi-Fi

Você sabia que o seu computador pode funcionar como um roteador sem fio? Sim, assim como o modem que está em algum canto da sua casa, desktop e notebook também podem transmitir a conexão com a internet que chega até eles. Este é um procedimento relativamente simples e que conta com a ajuda de um recurso nativo do Windows 10, bastando que você realize alguns ajustes.

Talvez você se pergunte: por que eu preciso que o meu PC faça algo que o roteador já faz? Bem, vamos dizer que você esteja com problemas na conexão Wi-Fi pelo modem ou, por qualquer razão, conte apenas com uma conexão cabeada. Neste tutorial, você vai aprender como criar uma rede sem fio a partir disso, que poderá ser acessada normalmente por outros dispositivos.

Antes disso, é importante verificar se o seu computador possui uma placa de rede sem fio, item indispensável para este procedimento. Se o seu computador é capaz de se conectar a uma rede wireless, isso significa que ele tem esta placa (ela é padrão em notebooks recentes).

Verificando a sua placa de rede sem fio

Passo 1

Abra o Menu Iniciar e digite o comando cmd. Quando o Prompt de comando aparecer na lista, clique sobre ele com o botão direito do mouse e clique em “Executar como administrador”.

Passo 2

Na tela do Prompt de Comando, digite a sequência abaixo e pressione Enter:

netsh wlan show drivers

Depois disso, aguarde uns instantes até que todos os dados sejam carregados na tela. Como na imagem abaixo, verifique se a informação “Rede hospedada compatível” aparece como presente. Lembre-se de ativar a placa de rede sem fio, pois, caso contrário, não será possível realizar este procedimento.

Caso a placa não esteja ativada, faça o seguinte:

Abra o Menu Iniciar e procure pela Central de Rede e Compartilhamento.

Na tela que se abriu, clique sobre a opção “Alterar as configurações do adaptador”.

Na nova janela, clique com o botão direito sobre a opção “Wi-Fi” e vá em “Ativar”.

Pronto, agora você já pode compartilhar a sua rede Wi-Fi pelo Windows 10.

Compartilhando a Wi-Fi pelo Windows 10

Agora que você já conferiu que a sua placa de rede sem fio está ativa, é hora de começar a compartilhar a rede em si.

Passo 1

Ainda no Prompt de Comando, execute o seguinte comando:

netsh wlan set hostednetwork ssid=REDE key=SENHA mode=allow

Antes de colar o código no Prompt, lembre de personalizar as suas informações. Onde se lê “REDE”, você deve substituir pelo nome que desejar dar à sua rede. Onde se lê “SENHA”, você deve substituir pela senha que vai proteger o acesso à sua rede sem fio. A senha precisa ter entre 8 e 63 caracteres e só podem ser usados letras e números (nada de acentos, espaços ou outros caracteres especiais).

Passo 2

Depois de configurar a rede, digite o código abaixo e pressione Enter:

netsh wlan start hostednetwork

Isso vai fazer com que a rede seja reiniciada.

Passo 3

Abra o Menu Iniciar e procure pela opção “Exibir conexões de rede”.

Passo 4

Na tela que se abriu, clique com o botão direito do mouse sobre a rede que você acabou de criar e acesse o menu “Propriedades”.

Passo 5

Na nova janela, acesse a aba “Compartilhamento” e marque a caixa “Permitir que outros usuários da rede se conectem pela conexão deste computador à Internet”.

Além disso, selecione no menu logo abaixo a rede em seu computador que será a base do acesso à internet. É por meio dela que você vai se conectar. Clique em OK e tudo estará pronto.

Depois disso, você já vê a rede disponível em outros dispositivos e pode usá-la normalmente.

via Canaltech

Xiaomi confirma data de lançamento do Mi 6: hoje

Depois de a Xiaomi apresentar o seu poderoso Mi 6, a pergunta que tomou conta do mercado era exatamente sobre seu lançamento. Ao contrário da grande maioria das fabricantes mundo afora, a chinesa conseguiu manter em segredo muitas das informações de seu poderoso smartphone. E, após várias tentativas dos fãs de tentarem descobrir quando o aparelho será lançado, eis que a própria companhia veio a público confirmar que o dispositivo chega às lojas já nesta terça-feira (11).

Sim, sem mais nem menos, a empresa anunciou que o aparelho que é mais poderoso que o Galaxy S8 estará disponível nas lojas da China já amanhã. Ou melhor, ainda hoje se levarmos em conta o fuso horário. De acordo com a Xiaomi, o smartphone estará disponível já à meia-noite no país asiático, ou seja, às 13h em Brasília. É o tipo de anúncio imediato que pegou todo mundo de surpresa em todo o do mundo — principalmente quem está esperando para pegar o aparelho.

Além disso, a empresa confirmou também o preço dos aparelhos. O modelo mais básico do Mi 6, que traz tela de 5,15 polegadas, 3 GB de RAM e um processador Snapdragon 835 rodando a um clock reduzido vai custar 3.199 yuan, ou seja, algo próximo de US$ 463 — cerca de R$ 1.455 na cotação atual. Já o Xiaomi Mi 6 Plus, com tela de 5,7 polegadas, 8 GB de RAM e 256 de armazenamento interno custará o equivalente a US$ 579 (R$ 1.819).

Imagem mostra tela ainda com bordas e grande botão Home

Por mais que os valores estejam um pouco diferentes do que havia sido levantado anteriormente, os smartphones continuam sendo bem competitivos. Principalmente quando olhamos para o modelo Plus, que está até mesmo US$ 20 mais barato do que os rumores apontavam inicialmente. Levando em conta que o aparelho consegue ser muito mais poderoso que o novo monstro da Samsung, ele certamente já é o sonho de consumo de muita gente que ainda espera ver a Xiaomi trazendo seus produtos para este canto do mundo.

Só que, mesmo com o lançamento iminente, ainda restam muitas dúvidas em relação ao Mi 6. Tanto que um novo vazamento de imagens de componentes levanta dúvidas sobre os recursos que o aparelho deve oferecer. As fotos trazem o que pode ser o painel do smartphone e confirma que ele deve mesmo seguir com uma borda bastante discreta, mas ainda com um grande botão Home na parte inferior. De acordo com o Xiaomi Today, algumas pessoas acreditam que essa tecla não será algo para os usuários pressionarem, sendo, na verdade, um sensor de impressão digital ou algo do tipo.

Ainda assim, é curioso como um celular que será lançado daqui a algumas horas ainda traz tantas pendências em explicações. Estamos acostumados a ver um marketing muito mais agressivo em funções, recursos e design e ficamos sem entender como a Xiaomi, o mercado e os próprios consumidores reagem tão bem à chegada de uma enorme interrogação às lojas.

Via: Xiaomi Today

via Canaltech