Computadores voltam a ter alta de vendas no Brasil

Depois de 5 anos com resultados negativos, a venda de computadores cresceu em 5% no Brasil. Os motivos para  isso são vários, desde a crise financeira até o próprio consumo de Smartphones que…

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via Diolinux – Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

HoloLens da Apple? Acessório de R$ 300 transforma iPhone em headset AR

Misturando conceitos do HoloLens, da Microsoft, com elementos do Gear VR, uma parceria da Samsung com a Oculus VR, um novo acessório para o iPhone pode transformar o celular da Maçã em uma espécie de headset feito sob medida para a realidade aumentada. A ideia do Mira Prism parece ser mesmo antecipar alguns dos planos da Apple para sua linha mobile, já que há uma grande expectativa para que a empresa aposte no AR muito em breve.

Com um visual que lembra mais uma máscara de solda ou óculos de proteção do que um gadget tecnológico, o aparelho tem um funcionamento consideravelmente simples para fazer com que figuras 3D surjam no seu campo de visão e se fundam ao cenário à sua volta. Afinal, basta acoplar o smartphone a um encaixe inclinado e vestir a faixa elástica na cabeça para que o kit funcione de uma forma bem imersiva. Um controle remoto pareado ao conjunto permite ainda apontar para objetos e interagir com eles.

Mira Prism em ação

Partindo do princípio que o sistema é relativamente simples e barato – podendo ser adquirido por cerca de US$ 100 (R$ 317) –, não dá para esperar que o Prism traga uma experiência impecável aos usuários, certo? Segundo o CNET, que teve acesso ao brinquedinho, o aparelho é um equivalente premium – e AR – do acessível Google Cardboard, oferecendo um desempenho inferior ao do HoloLens e com menos detalhes que as demos da Apple para seu ARKit, mas que tem o potencial de levar a realidade aumentada para mais pessoas.

Kit básico do gadget

A Mira tem planos de oferecer uma série de jogos e aplicativos baseados na tecnologia

Esse pensamento, aliás parece realmente nortear o projeto da Mira, que tem planos de oferecer uma série de jogos e aplicativos baseados na tecnologia quando o headset estiver disponível no mercado – algo que deve acontecer a tempo das vendas natalinas deste ano –, especialmente com soluções multiplayer para quem prefere jogar com os amigos. O único detalhe que pode atrapalhar a popularização do equipamento é o timing: um acessório oficial da Apple para o segmento pode enterrar as chances do Prism dar certo.

via Novidades do TecMundo

Tinder ganha visual novo e deixa informações sobre cada perfil mais à mão

O Tinder acaba de anunciar uma nova versão de seu aplicativo, com visual renovado e moderno para facilitar a interação de seus utilizadores. Agora, está mais fácil obter informações sobre as pessoas que aparecem na tela do seu smartphone, pois basta deslizar para os lados para navegar pelas fotos de alguém ou então tocar na parte inferior da imagem para acessar o perfil completo.

Com foco em facilitar o acesso à visão geral de tudo, o novo Tinder garante não apenas uma experiência aperfeiçoada e mais suave, mas também novos recursos, especialmente quando se trata de conhecer mais a pessoa que aparece diante dos seus olhos. Para isso, os engenheiros do app usaram a linguagem de programação Swift 3 e a nova arquitetura DISCOVER, recriaram app praticamente do zero e prometem um serviço ainda melhor.

A ideia é tanto oferecer mais recursos agora quanto flexibilizar o app a fim de implementar novidades no futuro. E aí, você gostou do novo visual e das novas características do Tinder? Escreve aí nos comentários.

via Novidades do TecMundo

Bluetooth Mesh é um padrão que melhora a cobertura e permite cobrir prédios inteiros

O Bluetooth está ganhando uma atualização que o tornará pronto para a internet das coisas: ele suportará redes mesh, o que aumentará significativamente a cobertura do sinal e permitirá que a tecnologia cubra áreas gigantes, até mesmo prédios inteiros.

Redes mesh são velhas conhecidas de quem trabalha na área. Normalmente, o Bluetooth funciona assim: uma fonte (como seu smartphone ou notebook) emite sinal para o receptor (como um fone de ouvido ou mouse). No Bluetooth Mesh, todos eles se comunicam uns com os outros e cada um pode repetir o sinal do outro.

Isso significa que, quanto mais dispositivos com Bluetooth Mesh estiverem na rede, maior será a cobertura. É o funcionamento perfeito para um cenário em que muitos dispositivos estão conectados simultaneamente — como o interruptor da lâmpada, o ar condicionado, a televisão e vários outros gadgets espalhados pela casa.

Algumas tecnologias de conectividade semelhantes já existiam, como o ZigBee, que é utilizado pelas lâmpadas Philips Hue, como lembra o CNET. As lâmpadas Hue se comunicam entre si, por isso, você não precisa de vários roteadores espalhados pelos cômodos para controlar a iluminação de uma casa. Mas o ZigBee não é tão onipresente quanto o Bluetooth, então é claro que a nova tecnologia é importante para o mercado.

O Bluetooth Mesh, segundo o consórcio Bluetooth SIG, “está preparado para acelerar mais ainda os beacons, a robótica, a automação industrial, o gerenciamento de energia, as aplicações de cidades inteligentes e outras soluções industriais de IoT e manufatura avançada”. Ele não exige atualização na versão da tecnologia — mesmo aparelhos com Bluetooth 4.0 ou 5.0 podem começar a funcionar dentro de uma rede mesh, como informa o The Verge.

A liberação do Bluetooth Mesh depende do fabricante do gadget. A expectativa é que os primeiros produtos já com a rede mesh ativada de fábrica cheguem ao mercado nos próximos seis meses.

Bluetooth Mesh é um padrão que melhora a cobertura e permite cobrir prédios inteiros

via Tecnoblog

“Morte” de robô mostra que ainda não podemos confiar cegamente na tecnologia

Elon Musk disse que robôs poderão fazer tudo melhor do que nós e que, por conta disso, a inteligência artificial precisa até ser regulamentada. Mas ainda estamos longe do dia em que a robótica poderá nos substituir em tudo. A recente queda de um sofisticado robô de segurança em uma fonte d’água mostra como isso é verdade.

Knightscope K5

O Knightscope K5, como é chamado, tem cerca de 1,5 metro de altura, pesa pouco mais de 130 quilos e lembra uma mistura de foguete com R2-D2. A sua função é patrulhar ruas, parques e afins para coibir a criminalidade — trata-se de um substituto para os guardas, basicamente.

Para tanto, o robô foi equipado com vários tipos de dispositivos. Ele conta, por exemplo, com um conjunto de quatro câmeras em alta definição que o permite ter visão em 360 graus e transmitir imagens do local vigiado em tempo real. Um sistema de radares, microfones, sensores termais, GPS e semelhantes também permite que ele identifique atividades suspeitas e notifique uma central de monitoramento.

Knightscope K5

Os sistemas do Knightscope K5 possibilitam ainda que ele percorra determinadas áreas, mas desvie ou pare diante de obstáculos, como degraus, paredes ou pessoas passando à frente. Mas, por alguma razão, um dos robôs que patrulhavam a região de Washington Harbour, nos Estados Unidos, não percebeu uma curta escadaria que leva a uma fonte d’água e acabou caindo nela.

Será que o robô andou tendo uma conversinha com o Marvin? Bom, as causas do incidente ainda vão ser investigadas pela Knightscope, mas uma possibilidade é a de que algum componente tenha vindo com defeito: o K5 falecido era novo e tinha começado a monitorar a região em que estava havia poucos dias.

Outra possibilidade — esta mais preocupante, pois indica que outras unidades podem ter problemas semelhantes — é a de que o software do robô tenha um bug que o impede de identificar obstáculos sob determinadas circunstâncias. A unidade em questão será substituída gratuitamente, de qualquer forma.

A carreira do Knightscope K5 não tem sido das mais fáceis. Há um ano que um robô idêntico atropelou uma criança de um ano e quatro meses em um shopping na Califórnia. O K5 deveria ter notado a presença do garoto à frente e parado, mas não o fez. Por sorte, a criança teve apenas ferimentos leves.

Em abril, um homem bêbado agrediu um K5 no estacionamento de outro shopping. Os alarmes do robô soaram e o sujeito foi preso. O K5 sofreu apenas alguns arranhões.

“Morte” de robô mostra que ainda não podemos confiar cegamente na tecnologia

via Tecnoblog

Google Glass retorna em uma nova fase, desta vez voltado para empresas

Quando o Google Glass foi anunciado em 2012, ele parecia indicar o futuro da computação: um dispositivo que você usa no rosto e controla através de gestos e voz. Após anos de hype, ele não correspondeu às expectativas — era um produto em beta de US$ 1.500 — e suas vendas foram interrompidas em 2015.

Na época, o Google avisou que o Glass não havia morrido de vez. Na verdade, seu desenvolvimento ficou mais fechado, e só teríamos novidades quando tudo estivesse pronto. Bem, chegou a hora.

Sem alarde, o Glass Enterprise Edition vem sendo oferecido para cerca de 50 companhias nos últimos anos. Suas especificações foram atualizadas e, a partir de hoje, ele será disponibilizado para mais empresas.

O design do Glass EE é mais confortável e mais resistente para lidar com ambientes de trabalho. O prisma do display ficou maior, a haste é dobrável, e o processador Atom é mais rápido que em gerações anteriores.

Além disso, a câmera é melhor (8 megapixels, contra 5 MP no Glass original), há uma luz vermelha que acende ao gravar vídeos, e a bateria tem maior vida útil. É basicamente o mesmo dispositivo que passou em 2015 pela certificação da FCC (equivalente americana à Anatel).

Os componentes eletrônicos se tornaram modulares, então você pode destacar o Glass Pod e encaixá-lo em uma armação compatível — seja de óculos de segurança ou tradicionais (de grau).

Jay Kothari, líder de projeto do Glass, lista no Medium algumas boas experiências de empresas com o dispositivo. A AGCO, fabricante de equipamentos agrícolas, conseguiu acelerar em 25% a produção de máquinas com baixo volume e montagem complexa. A DHL, que atua em logística, aumentou a eficiência da cadeia de suprimentos em 15%.

O Google conta com desenvolvedores para deixar o Glass mais útil. Por exemplo, médicos podem conversar com pacientes enquanto um aplicativo da Augmetix faz as anotações necessárias, preenchendo automaticamente uma ficha digital — isso reduz em duas horas o tempo diário gasto nessa tarefa.

A GE usa um aplicativo da Upskill que serve como manual de instruções para os funcionários, com vídeos, animações e imagens. Enquanto isso, a DHL emprega uma solução chamada Ubimax que usa dicas visuais para mostrar, em tempo real, onde cada item deve ser colocado nos veículos para entrega.

A Wired lembra que o Glass EE ainda é pouco usado: foram vendidas apenas centenas de unidades, que seguem em fase de testes na maioria dos grandes clientes. Ainda assim, ele parece mais promissor agora que encontrou um nicho mais adequado. A Alphabet X, responsável pelo projeto, não revela o preço do novo Glass.

Com informações: Medium, Engadget, The Verge.

Google Glass retorna em uma nova fase, desta vez voltado para empresas

via Tecnoblog

Microsoft faz anúncio do novo app do LinkedIn para Windows 10

Após a Microsoft adquirir o LinkedIn em 2016, uma das promessas feitas pela CEO da Microsoft foi que disponibilizaria um aplicativo desktop nativo para Windows. Nesta segunda-feira (17), foi anunciado o lançamento dele. A partir de hoje, ele começa a ser liberado para alguns usuários e a previsão é de que até o final de julho esteja globalmente disponível.

A promessa é de que os usuários vão ter “uma experiência de LinkedIn mais rica, mais envolvente e conectada”

Embora essa versão esteja parecida com a web, o novo aplicativo desktop incluirá a capacidade de inserir Live Tile no menu Iniciar e, o que parece ser a maior inovação, integrar as suas notificações em tempo real na Central de Ações do Windows 10. Os usuários poderão escolher, na Central de Notificações, quais notificações aparecerão.

Após esse lançamento, outras novidades ainda devem chegar, como a integração do aplicativo com o Outlook e ao Office. Para usuários do Windows Phone (Windows 10 Mobile), não haverá atualização.

via Novidades do TecMundo

Você sabe identificar se uma imagem foi manipulada? Faça o teste

Quase sempre dá para perceber quando uma imagem passou pelo Photoshop, certo? Não necessariamente. Muitas vezes, identificar que uma fotografia foi manipulada pode ser mais complicado do que parece. E não é só por conta das habilidades gráficas de quem mexe na foto – pode ser só que você não tenha a visão treinada o suficiente para perceber a trapaça.

Se você é daqueles que costuma acreditar em qualquer montagem que vê por aí, saiba que não está sozinho: uma em cada três imagens usadas em uma pesquisa da Universidade de Warwick, no Reino Unido, não foi detectada da maneira correta pelos participantes.

No experimento, 659 voluntários entre 13 e 70 anos foram expostos a um grupo de imagens feito especialmente para o estudo. As fotos eram bastante comuns, dessas que você poderia encontrar em uma olhada rápida pela timeline. Um senhor de meia idade posando no meio de uma rua residencial e uma mulher encostada em uma ponte sobre um canal, por exemplo, integram a lista.

Para dificultar um pouco as coisas, os pesquisadores deram uma modificada nas imagens. As alterações mesclavam retoques mais plausíveis (como tirar rugas, sombras e clarear os dentes) e outros mais absurdos (como adicionar/retirar um elemento que não estava lá no momento do clique).

No caso da foto do homem, por exemplo, a sombra foi alterada para uma posição diferente. Já a paisagem da moça em frente ao canal ganhou uma tubulação que despejava esgoto na água. Observando as figuras originais e as manipuladas, as cobaias tinham que responder à pergunta: você acha que essa imagem foi manipulada de alguma forma?

O resultado mostrou que as pessoas não sabem muito bem quando estão sendo enganadas. Apenas 58% das imagens originais foram apontadas como tal. Quando convocados a jogar o jogo dos sete erros e identificar que área da foto foi mexida, 56% deles foi capaz de apontar corretamente a mentira na imagem.

Mesmo quem sabia que a foto tinha discrepâncias, de acordo com os pesquisadores, comumente não conseguia indicar onde estava o erro. O aproveitamento foi só um pouco melhor quando a tarefa era dizer se as imagens tinham passado por alguma edição: 65% de acerto.

“Quando as pessoas leem jornais e revistas ou usam a internet, elas são expostas a imagens falsas. Nossa pesquisa mostrou que é bastante improvável que o público saiba distinguir entre o que é real e o que foi modificado”, comenta Sophie Nightingale, que liderou o estudo.

“O desafio agora é tentar encontrar maneiras de ajudar as pessoas nessa tarefa. Imagens manipuladas normalmente possuem sinais que acusam suas alterações, e nós estamos preparando novas pesquisas para tentar entender se as pessoas são capazes de usar essas inconsistências para identificar imagens alteradas”, completa.

Se quiser colocar suas habilidades como detetive virtual à prova, você pode fazer uma versão online do questionário, que foi preparada pelos pesquisadores e está disponível neste link – demora cerca de 10 minutos. Depois de observar cada imagem pelo tempo que julgar necessário, você tem que dizer se ela foi mexida ou não, exatamente como no estudo. Já adiantamos: é mais difícil do que parece.

(Ah, e caso você tenha se perguntado: sim, a imagem lá do começo foi alterada.)

via Superinteressante