Intel começará a vender 8ª geração de chips Core para desktops em outubro

Baseados na microarquitetura Coffee Lake, os processadores Core da 8ª geração da Intel começarão a ser vendidos no dia 5 de outubro. A nova geração é construída em 14 nm e o destaque vai para o Core i7-8700K, que a empresa alega ser o melhor processador para games.

O processador Core i7-8700K oferece 25% mais quadros por segundo quando o usuário estiver jogando, e 45% mais desempenho em multitarefas, em comparação com o Core i7-770K. Ainda, editar vídeos 4K fica 32% mais rápido.

Além deste chip, a Intel também está lançando outros cinco modelos, contando com um Core i5 de seis núcleos e um Core i3 com quatro núcleos. Confira todos os processadores que chegarão ao mercado no próximo dia 5:

  • Core i3–8100: 4 núcleos, 4 threads, 3,6 GHz, 6 MB de cache L3 e 65 watts de TDP; custando US$ 117
  • Core i3–8350K: 4 núcleos, 4 threads, 4,0 GHz, 6 MB de cache L3 e 91 watts de TDP; com o valor de US$ 168
  • Core i5–8400: 6 núcleos, 6 threads, 2,8 GHz (4,0 GHz em turbo), 9 MB de cache L3 e 65 watts de TDP; por US$ 182
  • Core i5–8600K: 6 núcleos, 6 threads, 3,6 GHz (4,3 GHz em turbo), 9 MB de cache L3 e 95 watts de TDP; saindo a US$ 257
  • Core i7–8700: 6 núcleos, 12 threads, 3,2 GHz (4,6 GHz em turbo), 12 MB de cache L3 e 65 watts de TDP; com preço de US$ 303
  • Core i7–8700K: 6 núcleos, 12 threads, 3,8 GHz (4,7 GHz em turbo), 12 MB de cache L3 e 95 watts de TDP; que sai por US$ 359

Com esses lançamentos, a Intel tenta competir de maneira ainda mais acirrada com a AMD, que vem oferecendo núcleos adicionais por preços que batem de frente com os da Intel.

via Canaltech

Geração atual espera melhor pelas recompensas que as anteriores

Você deve ter clicado neste texto cheio de dúvida (ou revolta) no coração. Como é que a geração fast food e smartphone, mal-acostumada e com o mundo todo na mão, ganhou o título de menos imediatista?

Calma, a gente explica. Walter Mischel, um pesquisador dos anos 1970, lançou um simples teste para medir o autocontrole de crianças com menos de 10 anos. Funcionava assim: a criança sentava em frente a uma mesa, sobre a qual estava um marshmallow (ou bolacha ou pretzel, o que a criança gostasse mais). Os pesquisadores explicavam as regras: o doce é seu. Você pode comê-lo agora. Mas, se esperar e segurar a vontade por 15 minutos, você ganha um segundo doce como recompensa. E aí eles saiam da sala.

Na primeira edição do teste, publicada em 1968, uma minoria das crianças comia o doce no momento que os cientistas saiam, sem saber que continuava sendo observada. A maioria das 600 crianças tentou esperar e 1/3 delas aguentou tempo suficiente para ganhar o doce duplo. Não sem sofrimento: algumas davam as costas para o doce ou tapavam os olhos para diminuir a vontade, outras mexiam no cabelo e nas mãos e algumas chegavam a fazer carinho no marshmallow como se fosse um bichinho (!).

O Teste do Marshmallow foi um baita sucesso – e estudos futuros mostraram que a paciência para aguardar recompensas maiores é associada com melhores notas, índice de massa corporal (IMC), e escolhas de vida no futuro.

Geração imediatista

Quase 50 anos depois, John Protzko, da Universidade da Califórnia, resolveu ver se a capacidade das crianças de aguardar varia conforme a geração.

O pesquisador reuniu 29 experimentos científicos que usaram o Teste do Marshmallow entre 1968 e 2017, espalhados por diferentes décadas. E aí eles se pôs a analisar os resultados, criança a criança.

Um detalhe: antes de divulgar os resultados, ele foi atrás de 260 especialistas para saber o que eles achavam que ele iria encontrar. 50% achou que as crianças atuais seriam piores que as anteriores. Outros 20% acharam que não ia mudar nada. Só 16% apostou em favor das crianças nascidas pós-2010.

O que ele descobriu é que, ao contrário das expectativas, a resistência das crianças à tentação imediata só aumentou. A cada década (ou cerca de meia geração) as crianças ficaram um minuto mais pacientes pelo duplo marshmallow. Protzko ainda fez outros testes estatísticos para ter certeza que crianças prodígio não distorceram a média e “esconderam” crianças imediatistas. Mas não: mesmo as crianças menos pacientes ainda são melhores em esperar do que seus pais e irmãos mais velhos foram na infância.

E por que nossa percepção sobre o autocontrole dos mais novos é tão negativa? Problema intrínseco da memória humana, diz o pesquisador. Não somos capazes de realmente recriar o que foi a nossa infância, muito menos compará-la objetivamente ao mundo tão diferente do presente. Ou seja, na prática, no momento em que deixamos de ser crianças já viramos paladinos do chavão “no meu tempo era melhor”.

via Superinteressante

WhatsApp, Snapchat e Skype são liberados após bloqueio na Arábia Saudita

A Arábia Saudita acabou na semana passa com uma proibição que já durava um ano em relação a aplicativos de comunicação e redes sociais. Assim, serviços como Skype, WhatsApp, Snapchat, o FaceTime doiOS e muitos outros aplicativos voltaram a operar normalmente na internet local.

O anúncio coincide com um período de importantes decisões para a economia local. Ao mesmo tempo em que o petróleo passa a perder valor por lá, esforços são feitos aos poucos para explorar o mercado da internet. E bons exemplos já sobram: o fenômeno Sarahah, apesar de já ter caído no esquecimento, foi criação de um saudita e possivelmente gerou uma boa renda pelas primeiras colocações na Google Play e App Store.

Países da região devem investir cada vez mais em startups locais e liberar serviços online internacionais — algo diferente do que faz a China, por exemplo, que mantém o banimento a serviços como Twitter e Facebook, lançando “clones” locais.

Todo mundo feliz?

Só que nem toda a população está comemorando a volta desses serviços populares. As operadoras Saudi Telecom, Etihad Etisalat e Zain Saudi mantinham um oligopólio que controlava as telecomunicações no país e agora devem encarar uma forte concorrência de rivais e apps de chamadas.

Anteriormente, muitos usuários já usavam redes privadas (as chamadas VPNs) para burlar o bloqueio e acessar conteúdos proibidos. E muita gente deve manter essa estratégia: sites de diversas temáticas ainda são proibidos por lá e regulados com rigidez, como páginas de aposta, extremismo religioso e pornografia.

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

A influência da tecnologia na mudança do comportamento na compra de bens comuns

* Por Marco Zolet

Cada vez mais presenciamos como a tecnologia vem impactando e mudando o comportamento das pessoas. Ela tem corroborado, de forma bastante significativa, as ações do cotidiano, acarretando drásticas alterações também nos hábitos de consumo e busca de produtos e serviços pela internet.

Devido ao avanço tecnológico e a procura da sociedade por agilidade e praticidade, as compras de supermercado se modernizaram e agora temos a possibilidade de fazê-las por meio de plataformas e aplicativos que selecionam os produtos e entregam na casa do consumidor. Segundo a 35ª edição do relatório WebShoppers, da E-bit/Buscapé, a procura de produtos no comércio eletrônico vem crescendo de forma positiva. Em 2016, 48 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma compra virtual, representando um aumento de 22% em relação a 2015. O relatório apontou também que no mesmo período, 21,5% das transações efetuadas pela internet foram realizadas por meio de dispositivos móveis, revelando a necessidade que o comércio eletrônico tem de se adaptar às pequenas telas dos smartphones.

Mesmo ainda existindo alguns desafios, vender alimentos pela internet já é uma realidade para os adeptos a realizar suas compras mensais. O consumidor digital tem optado por essa alternativa por algumas características que a tecnologia proporciona, como mais opções de produtos nas gôndolas, possibilidade de encontrar produtos frescos de acordo com a sua necessidade, realizar uma pesquisa  mais aprofundada do alimento que procura e em  menor tempo nas diversas redes supermercadistas, um atendimento personalizado e humanizado,  opção de compra e entrega de forma rápida e fácil, com hora e data agendada pelo consumidor.

Essa mudança de comportamento irá afetar cada vez mais o varejo físico e a tecnologia, nesses casos, têm se tornado uma grande aliada para aumentar a procura das redes supermercadistas, principalmente no ambiente digital, onde estar presente nem sempre é sinônimo de maior custo.

Por meio das novas tecnologias, os varejistas conseguem olhar para cada cliente de forma única e personalizada, já que os consumidores estão cada vez mais exigentes e buscam apenas por produtos com os quais se identificam. Além disso, é importante destacar que esse público tem se tornado verdadeiros influenciadores para a permanência e reputação de uma loja no comércio eletrônico. Falo isso porquê dependendo a experiência, esse consumidor se tornará um embaixador de sua marca.

Outro ponto relevante é que a entrega de opções como a de comprar novamente e atender aqueles novos perfis de consumidores que buscam produtos e serviços com os quais se identificam, precisam ser os pontos mais importantes e transparentes possíveis.

Vale deixar claro que o número de compra e entrega de alimentos feitas virtualmente está crescendo em ritmo acelerado e isso se dá muito pelo uso de novas tecnologias disponíveis por meio de aplicativos e smartphones. É muito importante que os varejistas, além de estarem no meio digital, estejam também em todos os canais possíveis para falar com seus consumidores. O mesmo vale para as lojas físicas, que precisam estar atentas a essa mudança e se adaptarem a nova realidade de consumo. A ideia é que por meio da tecnologia seja possível aumentar vendas novas recorrentes, ser mais assertivo, melhorar a influência de procura e ainda ser bem visto como uma vitrine virtual.

*Marco Zolet é CEO e fundador da Supermercado Now, plataforma de supermercado online que surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes

via Canaltech

Novo projeto de lei deixaria compras em dólar no cartão mais baratas

Fazer compras no exterior com o cartão de crédito pode ficar bem mais barato em breve. Um novo projeto de lei que tramita no Senado Federal busca obrigar operadoras de cartão a converterem o dólar ou qualquer outra moeda estrangeria para o real de acordo com a cotação PTAX, que é o valor oficial divulgado diariamente pelo Banco Central para a moeda norte-americana.

Na prática, isso pode representar uma economia de até 7,3% para o consumidor que usa seu cartão no exterior ou mesmo que faz encomendas internacionais de sites dos EUA, da China ou de qualquer outra parte do mundo. Isso porque as operadoras de cartão de crédito no Brasil hoje possuem total liberdade para decidir a taxa de conversão do dólar para o real na fatura de seus clientes. Dessa forma, elas normalmente tendem a usar valores próximos do dólar turismo, que é a média do valor praticado por casas de câmbio.

Operadoras de cartão de crédito estão lucrando na conversão do dólar para o real

Em outras palavras, as operadoras de cartão de crédito estão lucrando na conversão do dólar para o real sobre as compras de seus clientes. Como elas já ganham uma porcentagem da operação financeira, o PL 342/2017 do senador Paulo Bauer, de Santa Cataria, pretende eliminar essa discrepância com a padronização via PTAX.

Como todo tipo de projeto de lei que circula no Senado, qualquer cidadão brasileiro pode dar sua opinião a respeito do texto. É possível manifestar-se a favor ou contra à medida através deste link.

Transparência

Como existem regras claras e transparentes para todas as outras formas de câmbio no Brasil, o Senador Bauer acredita que o mesmo deve ser feito para o câmbio via cartões de crédito.

O usuário de cartão de crédito internacional não consegue pesquisar quais os emissores de cartão oferecem o menor ágio em relação ao câmbio comercial

“O problema é que a formação da taxa de câmbio utilizada pelos emissores de cartão de crédito não é marcada pela transparência e concorrência que caracterizam os mercados do câmbio comercial e do câmbio turismo. O usuário de cartão de crédito internacional não consegue pesquisar para saber quais os emissores de cartão de crédito que oferecem o menor ágio em relação ao câmbio comercial”, diz o senador em sua justificativa.

O PL 342/2017 começou a tramitar no Senado hoje (25) e foi encaminhado para a Comissão de Assuntos Econômicos. Caso seja aprovado nesse âmbito, será encaminhado diretamente para votação na Câmara dos Deputados. Ele só passará pelo Plenário do Senado para avaliação de todos os senadores caso algum deles abra um recurso para tal. O tipo de trâmite na Câmara só será definido quando o PL em questão chegar à essa Casa.

via Novidades do TecMundo

Uber pede desculpas e promete mudanças para reverter banimento em Londres

O CEO da Uber, Dara Khosrowshahi, pediu desculpas à prefeitura de Londres pelos erros que levaram ao possível banimento do aplicativo de transportes na capital inglesa. Na última sexta-feira (22), a prefeitura da cidade negou o pedido de renovação de licença da companhia, impedindo seu funcionamento a partir do dia 30 de setembro, quando a documentação atual chega ao fim.

A carta aberta de Khosrowshahi chega no mesmo dia em que a companhia inicia seu recurso junto à cidade, pedindo por uma análise adicional e reversão da decisão. No texto, o CEO afirma que o apelo é feito em nome dos milhões de cidadãos que utilizam o serviço em Londres todos os dias, mas que a companhia também reconhece seus erros e sabe que precisa melhorar, comprometendo-se a fazer isso não apenas em Londres, mas em toda sua operação ao redor do mundo.

O executivo não entrou em detalhes sobre os erros que estão sendo reconhecidos, mas essa resposta veio, em partes, na fala do diretor de cidades da Uber para o Reino Unido, Fred Jones. Segundo ele, entre os esforços que já estão em andamento está uma cooperação com a polícia local para saber como os incidentes devem ser reportados e qual a melhor maneira de dar apoio tanto aos passageiros quanto à justiça caso algo aconteça com os usuários. Entretanto, o executivo afirma que o departamento de transportes londrino não foi muito claro quanto ao que, especificamente, precisa ser trabalhado pela companhia.

Alguns dos pontos, entretanto, estão na própria justificativa da prefeitura para negar a renovação da licença. A decisão divulgada na última semana e assinada pelo prefeito Sadiq Khan acusa a Uber de irresponsabilidade corporativa, principalmente na análise dos motoristas que são aprovados para a plataforma e no cuidado com os passageiros depois disso.

A prefeitura acusa a companhia de não realizar checagem de antecedentes criminais dos colaboradores interessados em dirigir pelo aplicativo, além de falhar em registrar crimes ocorridos durante sua utilização ou atender as vítimas da maneira adequada. Para a administração municipal, essa “falta de sensibilidade” por parte do aplicativo perdurou mesmo após sucessivos avisos e notificações.

Além disso, a prefeitura de Londres levantou preocupações quanto ao uso de softwares para rastreamento de passageiros mesmo após a finalização de corridas e também citou a utilização de plataformas que podem impedir a ação de órgãos regulatórios. A administração afirma que, na tentativa de se manter na vanguarda do mercado de transportes, a Uber acabou infringindo regras básicas, algo que a cidade não pode tolerar.

A atual licença de operação da Uber em Londres se encerra no próximo sábado (30), mas motoristas poderão continuar operando enquanto o recurso para reversão da decisão estiver vigente. A expectativa é de que os trabalhos na justiça durem, pelo menos, alguns meses, podendo se estender até 2018 de acordo com a deliberação de juízes e argumentos apresentados pela companhia.

O possível banimento da Uber em Londres gerou reações inflamadas de usuários, com uma petição realizada durante o final de semana chegando a 750 mil assinaturas. O pedido, entregue por representantes da sociedade civil à prefeitura da cidade na manhã de hoje, pede uma reversão imediata da negativa e o retorno do aplicativo a seu funcionamento pleno na capital do Reino Unido.

via Canaltech

Asus ZenFone 5 pode chegar ao mercado em março de 2018

O ASUS Zenfone 5 pode ser lançado em março de 2018, segundo informações da própria ASUS e de Jerry Shen, CEO da companhia.

Segundo o site PocketNow, a fabricante taiwanesa deve apresentar o seu próximo aparelho em uma conferência dedicada à imprensa.

A informação chega em um momento em que a ASUS perdeu parte de seus lucros nos últimos trimestres. Para lidar com a situação, a companhia já negociou contratos de vendas para distribuir os produtos da linha ZenFone 3 em toda a Europa, com planos semelhantes para os aparelhos ZenFone 4.

Com isso, Shen acredita que a venda de unidades no quarto trimestre de 2017 será melhor e que tais decisões vão colocar a companhia como uma das sete fabricantes mais lucrativas no setor de aparelhos móveis no ano que vem.

A ASUS também se mostrou muito tranquila no que diz respeito à recente aquisição de parte da HTC pela Google. A companhia explica que, ao mesmo tempo em que os seus smartphones são voltados para os mercados de médio e baixo porte, os aparelhos da linha Pixel, da gigante das buscas, são mais voltados para os consumidores high-end.

via Canaltech

G-Skill lança kits de memória Trident Z RGB DDR4 certificados para os processadores Ryzen

A G-Skill anunciou novos kits de memória certificados para a família de processadores Ryzen da AMD, incluindo os mais recentes Threadripper. Os kits Tridentz Z RGB DDR4 podem funcionar em até 3200 Mhz, com voltagem de 1.35V e timings de operação de 14-14-14-34. Os kits de maior capacidade s…

via Hardware.com.br