Samsung vai lançar atualização para “matar” os últimos Galaxy Note7 explosivos

Galaxy Note 7

O smartphone explosivo da Samsung está com os seus dias contados. Após todos os incidentes e dores de cabeça causados pelos problemas do Galaxy Note7 por causa de sua bateria que poderia literalmente explodir a qualquer momento, a fabricante sul-coreana anunciou que vai liberar uma atualização que vai “matar” os aparelhos que ainda estão sendo usados mundo afora. A ideia é transformar essas pequenas bombas disfarçadas de celular em pedaços caros de tijolo, impossíveis de serem usadas.

Segundo a Samsung, a atualização será obrigatória e vai impedir que o aparelho possa ser carregado. Assim, o Galaxy Note7 deixa de receber energia, diminuindo as chances de sobrecarregar a bateria. Além disso, com o carregamento bloqueado, o smartphone logo ficará inoperante, já que os poucos usuários que ainda se arriscam não terão carga para fazer qualquer outra coisa.

A empresa informou que não há como evitar o update, já que não será possível acessar nenhuma outra função do celular antes de fazer o download e a instalação. O objetivo é não dar saída para o usuário, acabando de uma vez por todas com a ameaça que o smartphone se tornou. De acordo com a Samsung, 97% dos Galaxy Note7 vendidos na Coreia do Sul já foram devolvidos às lojas no país. Os números globais não foram revelados.

Ainda assim, só esse recorte sul-coreano já preocupa. Mesmo com a grande maioria dos usuários já tendo feito a substituição do aparelho, os 3% restantes representam um número significativo de celulares-bomba à solta. A Samsung não revelou números exatos, mas estima-se que esse número esteja na casa dos milhares.

Outro ponto é que as informações sobre o lançamento desse update ainda são escassas. A companhia não divulgou uma data e nem mesmo comentou se pretende trazê-la para todos os mercados onde o Galaxy Note7 foi lançado. O site TechTimes, por exemplo, levanta a possibilidade de que a atualização pode ser lançada somente na Coreia do Sul — principalmente porque algo assim já havia sido feito em dezembro nos Estados Unidos, por exemplo.

Via: TechTimes, Yonhap News

via Canaltech

YouTube estaria perdendo anunciantes após polêmica com criadores

YouTube no Android

Grandes anunciantes estariam deixando de investir pesado no YouTube após uma série de polêmicas envolvendo alguns de seus principais criadores de conteúdo, de acordo com uma reportagem publicada pelo jornal americano Wall Street Journal. Nomes como PepsiCo, Walmart, McDonald’s, GM e Starbucks estariam entre aqueles que reduziram sua verba na plataforma ou deixaram completamente de anunciar nela.

Os motivos por trás disso iriam além das declarações feitas por nomes como JonTron e PewDiePie. De acordo com as fontes ouvidas pelo jornal, a presença de grandes anunciantes e concorrentes de algumas das marcas, como Amazon, Coca-Cola e Microsoft, que mantiveram os anúncios como estão, também seria um motivo para a retirada. A ideia é remover qualquer tipo de associação entre os discursos feitos pelos criadores e os nomes das empresas.

O Financial Times foi além e afirmou que diferentes ações teriam sido tomadas pelos anunciantes, sem especificar as atitudes de cada um deles. Enquanto alguns teriam saído completamente de todas as plataformas da companhia, outros deixaram de veicular suas propagandas apenas no YouTube, mantendo a verba de outros serviços do Google. Existem ainda aqueles que deixaram de confiar nos algoritmos automatizados da companhia, preferindo criar eles mesmos suas métricas de alcance – deixando deliberadamente de lado os criadores envolvidos em problemas.

O Google também estaria tomando atitudes e entrando em contato com alguns de seus maiores anunciantes de forma a deixá-los seguros. A ideia é deixar de lado a noção de que a empresa não se importa com a veiculação de racismo e misoginia, entre outros, e estaria sim realizando esforços para impedir que a plataforma seja um vetor para discursos destas categorias.

Não é como se o YouTube, antes dos acontecimentos recentes, fosse livre desse tipo de coisa, uma vez que uma moderação ativa é praticamente impossível levando em conta a quantidade de conteúdo publicado. Nas últimas semanas, entretanto, foi a primeira vez que grandes estrelas da plataforma se viram no centro desse tipo de polêmica, primeiro com PewDiePie sendo acusado de ventilar antissemitismo, e depois, com JonTron, que demonstrou posturas racistas e fez comentários contra imigrantes.

A Associação Nacional de Anunciantes dos Estados Unidos pediu ao Google que tome atitudes urgentes não apenas para conter a onda de ódio, mas também para salvaguardar a reputação e imagens dos anunciantes, que acabam associados a discursos desse tipo. A organização taxou a situação como uma “crise”, citando a proliferação de vídeos que defendem ou atacam os criadores e também seus pontos políticos, aumentando ainda mais o escopo da discussão, mas, ao mesmo tempo, também ventilando muitos dos ideais extremistas exibidos por eles.

Fontes: The Wall Street Journal, The Financial Times

via Canaltech

Sony pode estar desenvolvendo um novo PS4 Slim

PS4 Slim

O PlayStation 4 Slim ainda é uma criança dentro do mercado. Lançado no último mês de setembro, a versão reduzida do console da Sony acaba de completar seis meses nas lojas, mas pode estar prestes a ganhar uma nova repaginação. Segundo novos rumores, a fabricante já estaria pensando em lançar uma versão do PS4 ainda menor ou até mesmo mais potente que o Slim atual. Mas o que pode estar a caminho?

Quem levantou a possibilidade foi o site Digitimes, que comenta sobre a estratégia de Sony, Microsoft e Nintendo para os próximos anos. A página relembra a apresentação do Project Scorpio que deve acontecer neste ano e a intenção da Nintendo de enviar 20 milhões de Switch às lojas até março de 2018. E, quando vai falar da Sony, o site apenas diz que a gigante japonesa deve trazer um modelo ainda mais fino do PS4, mas sem entrar em qualquer detalhe sobre o que isso significa.

E é aí que entra a especulação. Indo para a possibilidade mais literal das hipóteses, pode ser que tenhamos um modelo “Super Slim” do PlayStation 4, ou seja, com dimensões ainda mais reduzidas do que aquelas que o Slim padrão já oferece. Parece um pouco estranho, mas não impossível, já que o próprio PlayStation 3 já fez isso na geração anterior. A diferença é que o lançamento de uma versão para outra foi separado por anos e não apenas alguns poucos meses.

Outra possibilidade, desta vez levantada pelo Eurogamer, é a possibilidade de termos um PS4 Pro Slim. Levando em conta que o console com suporte a 4K é um pequeno tijolo e maior do que qualquer outra versão do videogame, essa aposta é a que mais faria sentido em termos de necessidade, embora não saibamos a viabilidade dessa redução de componentes enquanto se mantém o desempenho. Além disso, o PS4 Pro tem menos tempo ainda de mercado — são apenas quatro meses nas lojas —, o que faz com que esse boato fique ainda mais estranho.

De qualquer forma, esse é o tipo de coisa que vale a pena ficar de olho. Com a E3 se aproximando, não seria nada estranho vermos um anúncio do tipo a caminho. Além do mais, é de se esperar que a Sony queira mostrar algo durante o evento para enfrentar o Scorpio, da Microsoft. Porém, pelo visto, teremos de esperar mais alguns meses para descobrir o que será essa resposta.

Via: Digitimes, Eurogamer

via Canaltech

É possível usar o som para hackear smartphones? Aparentemente, sim!

Se algum dia você já ouviu que um determinado serviço ou produto possui “uma cultura de segurança” e que não há com o se preocupar, saiba que você pode ter sido enganado. Um estudo realizado recentemente pelos pesquisadores da Universidade de Michigan e da Universidade da Carolina do Sul (ambas dos EUA) divulgado nesta semana mostra mais detalhes disso.

Eles trouxeram à tona problemas de segurança de dispositivos em um relatório detalhando como as ondas sonoras podem ser usadas para controlar os acelerômetros —sensores em wearables e telefones que determinam quando você está se movendo —, que são usados ??em milhões de aparelhos, como telefones e rastreadores de fitness.

Eles mostraram que, assim como a tecnologia se torna mais eficaz a cada dia, a sofisticação dos ataques cibernéticos também aumenta, o que torna cada dia mais difícil proteger os aparelhos contra hackers sem atualizações nas ferramentas.

O que ninguém poderia imaginar é que uma simples ferramenta faria parte do novo arsenal de hackers para implementar os ataques: o som. E foi usando um discreto alto-falante que os pesquisadores foram capazes de interferir em 20 diferentes acelerômetros de cinco fabricantes através das ondas sonoras maliciosas em arquivos de músicas.

Em entrevista ao New York Times, o professor associado de engenharia elétrica e ciência da computação da Universidade de Michigan, Kevin Fu, contou que a onda sonora “é como a cantora de ópera que atinge a nota para quebrar uma taça de vinho, mas que, em nosso caso, é possível soletrar algumas palavras e enviar comandos a um smartphone”.

Os pesquisadores usaram a frequência de ressonância dos arquivos de áudio para executar alguns hacks simples, como causar um acelerômetro para enganar os sensores. Nos testes, eles foram capazes de afetar 75% dos sensores, e controlar 65% deles.

No entanto, esta ferramenta simples seria capaz de fazer danos maiores do que os testes que os aparelhos foram submetidos. Para mostrar o potencial em questão eles mostraram como um Samsung Galaxy S5 podia emitir algumas palavras por meio do sinal de saída do chip, e como era possível assumir o controle de um aplicativo do smartphone que controla um carrinho de controle remoto, usando as ondas sonoras.

Será que isso pode ser uma ameaça global?

Este texto foi escrito por  Kelly Jamal via TecMundo Experts

via Novidades do TecMundo

ASUS apresenta o desktop gamer STRIX GD30 Gaming

A ASUS apresentou mais um produto para a linha STRIX, o GD30 Gaming, desktop voltado para os gamers de plantão.  Por baixo do gabinete que conta com detalhes que fazem menção a linha ROG (Republic of Games) e a linha STRIX, há um hardware poderoso, que pode chegar a um Core i7-7700 e u…

via Hardware.com.br

Governo britânico quer que WhatsApp quebre criptografia para combater terrorismo

Whatsapp

Menos de um ano após as polêmicas envolvendo o FBI e a segurança dos aparelhos da Apple, a discussão sobre privacidade e combate ao terrorismo volta a tomar o noticiário do universo de tecnologia. Desta vez, é o governo britânico que tenta quebrar a criptografia das conversas via WhatsApp para avançar nas investigações do atentado que matou três pessoas em Londres na última quarta-feira (22).

De acordo com as agências de segurança do Reino Unido, informações recentes revelam que Khalid Masood, autor dos disparos em Londres, usou o aplicativo de bate-papo minutos antes de cometer o atentado, logo reivindicado pelo Estado Islâmico. Diante disso, a Secretária de Estado para Assuntos Internos do país, Amber Rudd, disse que o WhatsApp e outros serviços do gênero não podem se tornar um lugar secreto para que terroristas possam se comunicar livremente e, por isso, pediu para que as agências de inteligência tenham acesso a essas plataformas.

E o debate sobre o tema é tão sério que o próprio governo convidou empresas de tecnologia para uma reunião nesta quinta-feira (30) para debater sobre a questão. Além de conversarem sobre mensagens criptografadas, assuntos como a divulgação de conteúdo extremista em redes sociais também será uma das pautas do encontro. A razão dessa última preocupação é porque serviços como a pesquisa do Google aceitam a promoção de material usado por radicais. Essa liberdade vem desagradando instituições como o próprio governo britânico, que cortou os investimentos em propaganda que fazia na plataforma.

Além disso, Amber Rudd vai participar de outra reunião com outros chefes de estado europeus para discutir questões de cibersegurança. O encontro acontece nesta segunda-feira em Bruxelas, na Bélgica. Porém, é sabido que nem todos os governos apoiam essa visão mais intrusiva do Estado nas conversas de seus cidadãos. Carmelo Abela, representante do governo de Malta, já declarou que não apoia uma quebra da criptografia de serviços como o Whatsapp por considerar a privacidade tão importante quanto a segurança das pessoas.

A polêmica sobre a proteção das conversas é algo que vai além dos países europeus e até já teve várias implicações no Brasil. No ano passado, o WhatsApp foi bloqueado várias vezes no país após a Justiça determinar que o serviço quebrasse a criptografia de um determinado bate-papo. No caso, a empresa afirmou que isso não era possível porque nem mesmo ela era capaz de burlar a segurança que ela mesma criou.

Curiosamente, também em 2016, o então ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, prendeu 10 pessoas suspeitas de ligação com o Estado Islâmico que pretendiam cometer um atentado durante as Olimpíadas. Na época, Moraes disse que conseguiu interceptar conversas no WhatsApp dos acusados, embora não tenha explicado como isso foi feito.

Via: CNN

via Canaltech

Apple vence processo que acusava marca de copiar fabricante chinesa

Você já viu por aí várias fabricantes chinesas de smartphone com design e funções de smartphones parecidos até demais com o iPhone, certo? Só que uma empresa na China virou o jogo em 2016 e acusou a Apple de cópia, inclusive levando o caso para o tribunal.

No processo, a Shenzhen Baili Marketing Services alega que a Apple infringiu patentes do smartphone 100c — e começou ganhando. Em primeira instância, uma corte local baniu o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus de serem vendidos em território chinês até que a situação estivesse resolvida.

As vendas dos dois iPhones continuaram por conta de uma apelação da Apple, mas a imagem da marca ainda estava manchada. Em um segundo julgamento feito na última semana, a Justiça local finalmente deu o parecer a favor da companhia norte-americana, confirmando que não há qualquer indício de cópia por parte da Maçã. No veredito, consta que consumidores “não tinham problemas em diferenciar o iPhone do 100c”.

O Baili 100c. Você acha parecido com o iPhone 6?

Só mais dor de cabeça

O problema disso tudo? Não havia qualquer prova efetiva de cópia e a decisão partiu logo de um órgão local de propriedades intelectuais, o Beijing Intellectual Property Office. A Apple já encontrava dificuldades de se inserir no mercado chinês — além da competição local roubar boa parte do mercado, ela até teve os serviços de filmes e livros suspensos no país durante o ano passado.

A Shenzhen Baili é tida como uma fabricante praticamente em extinção na China

Pertencente ao conglomerado Digione, a Shenzhen Baili é tida como uma fabricante praticamente em extinção na China. Mesmo após ter recebido um investimento da gigante Baidu, ela não conseguiu se manter no mercado nos últimos dois anos por “produtos defeituosos, falta de gerenciamento e a concorrência acirrada”, segundo o The Wall Street Journal.

via Novidades do TecMundo

Um maluco conseguiu construir uma ‘arma portátil’ com uma bobina de Tesla

É possível que muitos não conheçam Nikola Tesla e uma de suas maiores invenções no século 19: a bobina de Tesla. Na época — por volta de 1890 — ele conseguiu desenvolver uma máquina capaz de disparar cargas elétricas com um alcance de 38 metros entre dois eletrodos fixados a uma altura de 61 metros do chão. Seu objetivo principal na época era levar energia elétrica a longas distâncias, mas você consegue imaginar alguém fazendo disso uma “arma”?

Um canal do Youtube chamado SmarterEveryDay se juntou com alguns de seus amigos na garagem de sua casa a fim de recriar essa invenção e se divertir um pouco. Porém, depois de montada, as descargas elétricas eram pequenas demais e quando tentaram forçar um pouquinho — para ver até onde a máquina poderia ir — a mesma quebrou.

Destin Sandlin, dono do canal, conseguiu encontrar — o que podemos chamar de — um dos maiores fãs de Tesla. Seu nome é Cameron Prince e ele tem um site totalmente dedicado a todas as invenções de Tesla, além de possuir uma bobina de 3 metros de altura. Mas, o mais impressionante — que podemos ver no vídeo abaixo — é a sua “arma” portátil de bobina, que consegue extrair toda a energia a partir de uma mochila refrigerada à água.

Essa “arma” tem uma tela embutida com um painel de controle que permite controlar a extensão e o tamanho da descarga elétrica. Podemos dizer que é uma peça realmente impressionante em questão de hardware, mesmo que — conforme explica Cameron — as descargas não sejam tão perigosas perigosas em comparação com a comum De qualquer modo, é importante dizer que é melhor não fazer isso sem a supervisão de alguém especializado no tema.

E o que você achou dessa “arma” de bobina? É realmente impressionante o quão intimidante ela se mostra no vídeo, não é mesmo?

Este texto foi escrito por Lucas Bonfim via TecMundo Experts

via Novidades do TecMundo

ASUS lança o ZenFone 3 Zoom no Brasil

O ZenFone 3 já se sai muito bem em fotografias, mas agora os amantes de um bom registro têm uma nova opção da empresa taiwanesa, o ZenFone 3 Zoom, que conta com um sistema de duas câmeras traseiras, entregando um zoom óptico de 2,3x. O aparelho que já está sendo vendido, conta com três vari…

via Hardware.com.br

Governo britânico diz que criptografia do WhatsApp é inaceitável

Para autoridades de combate ao terrorismo os serviços de mensagem devem deixar de oferecer um "lugar secreto para os terroristas se comunicarem"

via IDG Now!

%d blogueiros gostam disto: