Logitech expande negócios para além dos PCs — e o sucesso é iminente

Logitech

A Logitech, empresa famosa no mundo todo por fabricar e vender acessórios para computadores como mouses, teclados, fones de ouvido, joysticks e microfones, está dando seus primeiros passos em direção a um mercado que vai além dos PCs. 

De acordo com Bracken Darrell, CEO e presidente da companhia, os quatro anos que ele passou na chefia foram suficientes para fazer a companhia suíço-americana sair da inércia e desbravar também os mercados de alto-falantes, jogos, wearables e controle de vídeo. 

Recentemente, aliás, a empresa lançou no mercado um dispositivo de controle doméstico para casas inteligentes, batizado de Pop. Ele funciona como um controle remoto para que o dono da casa gerencie lâmpadas, fechaduras, termostatos e outros dispositivos conectados à internet das coisas. 

"Tudo que fazemos hoje é criar periféricos baseados em nuvem", disse o executivo nesta quarta-feira (16), durante uma conferência para investidores da Morgan Stanley European Tech Media. "Mantenho o negócio de PCs em um lugar sombrio na minha mente", brincou. "O restante dos negócios está sendo super empolgante". 

Com a manobra, Darrell conseguiu reverter os resultados financeiros da companhia, que antes não saíam do marasmo, em aumento nas vendas. Aliás, ele melhorou também as margens operacionais, que antes estavam no vermelho ou perto dele. 

Quem conhece a marca está cansado de ver seus acessórios no mercado, aliás. Aqui no Brasil, a Logitech está em praticamente todas as lojas de eletrônicos e computadores. Fundada há 35 anos, lá no início da era dos PCs, a companhia viu suas vendas de periféricos cair 1% no último trimestre, enquanto sua divisão de alto-falantes para smartphones cresceu 20%. Aliás, enquanto isso, seus outros produtos para áudio tiveram aumento de 35% em vendas e as ferramentas para vídeo-conferência registraram um salto de 43%. 

"Estamos segurando o nosso próprio negócio de periféricos para PC, que não tem o direito de crescer", revelou o CEO. Mas, antes que pareça um entrave na vida moderna da Logitech, não desmereçamos seus negócios de mouses e teclados: os acessórios foram responsáveis por quase metade das vendas líquidas da companhia, batendo US$ 564 milhões no último trimestre. 

Fonte: Reuters 

via Canaltech

Game sobre idoso perdido no mar está ajudando as pesquisas sobre demência

sea hero quest

Um joguinho para smartphone está ajudando a ciência. Trata-se de Sea Hero Quest, um jogo cujo objetivo é explorar as aventuras de um senhor de idade e ex-explorador do oceano que sofre de amnésia (perda de memória). O game serviu para auxiliar pesquisadores a liderarem um grande estudo internacional sobre demência e contribuiu para a geração preliminar de resultados consistentes sobre as habilidade de orientação dos seres humanos. 

Desenvolvido pela Deutsche Telekom e Alzheimer’s Research UK, o título, lançado em maio deste ano, já conseguiu gerar dados suficientes para ajudar a criar uma referência global para o processo de navegação do cérebro e como isso pode variar entre homens e mulheres, jovens e idosos. 

No mundo todo, o game foi jogado mais de 2,4 milhões de vezes. Isso corresponderia a mais de 9,4 mil anos de pesquisa em laboratório, segundo os cientistas responsáveis. Os pesquisadores, aliás, estão animados com o potencial do jogo, que é capaz de ajudar a diagnosticar mais cedo a demência. 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, em 2015, 47,5 milhões de pessoas sofriam com a doença. Com o crescimento da expectativa de vida e da idade das populações, é esperado que este número aumente ainda mais em 2016, com projeções que chegam a 75,6 milhões até 2030, chegando a mais do triplo até 2050. 

Graças ao jogo, cientistas descobriram que a capacidade de navegação dos seres humanos começa a entrar em declínio a partir do início da vida adulta, decaindo mais ainda com o passar dos anos. Como o jogo mostra eficiência como auxiliar no diagnóstico da demência, ele também pode servir de termômetro durante ensaios clínicos para testes de medicamentos e tratamentos relacionados à doença. 

Quer participar do projeto e ajudar a ciência também? Baixe agora o jogo para Android ou iOS

Via G1

via Canaltech

iPhone 7 atrai mais usuários do Android e é mais popular que iPhone 6

Android iOS

Um novíssimo relatório da firma de pesquisa Consumer Intelligence Research Partners (CIRP) acaba de ser lançado nesta quarta-feira (16) e traz dados reveladores que farão a Apple sorrir de orelha a orelha: a procura pelo iPhone 7 e o iPhone 7 Plus já ultrapassou as buscas pela geração anterior do dispositivo (6s), e isso inclui também um aumento nos usuários que vieram do Android. 

A pesquisa afirma que a participação de mercado do último modelo equivale a mais de 70% daquela que o iPhone 6s (e sua variação Plus) detinha em 2015, mas ainda está abaixo dos 81% relacionados à participação do iPhone 6 (e sua variação Plus) no mercado em 2014. Isso se deve ao fato de que, à época, os iPhones 6 e 6 Plus traziam o diferencial do formato e da tela maior. 

Já a respeito dos ex-usuários do Android, o relatório revela que a quantidade de consumidores que migraram da plataforma concorrente foi de mais de 17% do total este ano, uma alta considerável em relação à taxa de 12%, de 2014. Em 2015, porém, mais pessoas vieram do Android para usar um iPhone 6s ou 6s Plus: 26%. A CIRP revela, entretanto, que essa quantidade atual não é a principal causa do aumento da popularidade do dispositivo este ano. 

Aliás, a própria Apple fez questão de mostrar que atraiu mais usuários do Android no ano passado em seus resultados mais recentes, referentes ao último trimestre. 

Já os usuários oriundos de outras plataformas, como BlackBerry e Windows, somam aproximadamente 5% do total de usuários móveis da Maçã, segundo dados do relatório. 

Via 9to5Mac 

Fonte: CIRP

via Canaltech

Já desmontaram o MacBook Pro com Touch Bar e descobriram que ele é uma ENCRENCA

macbook pro teardown

Pronto: o pessoal do iFixit prometeu e já desmontou o novíssimo MacBook Pro com Touch Bar, lançado este ano pela Apple, e descobriu que remover os componentes do notebook pode ser muito mais penoso do que parece: a Apple dessa vez caprichou no grau de delicadeza e na consequente dificuldade de remoção (e substituição) do hardware do seu notebook mais recente. 

O primeiro ponto para o qual o pessoal do iFixit chama a atenção é meramente curioso: sabe aquela furação na carcaça, que — como nos ensinou a tecnologia durante todos estes anos — servem para passar o som que vem dos alto-falantes? No MacBook Pro elas não passam de perfumaria, justamente porque o alto-falante em si não se situa alinhado aos furinhos da carcaça.

Segundo a equipe, os alto-falantes do MacBook Pro existem, claro, mas ficam posicionados de tal maneira que o som, na verdade, sai pelas tomadas de ar que, teoricamente, seriam destinadas ao ar que sai das ventoinhas, nas duas laterais do computador. As perfurações nas laterais do teclado nem sequer atravessam a carcaça: ou seja, fica a dúvida: por que diabos a Apple as colocou lá, então? Mera cosmética, e nada mais. 

Na imagem abaixo você percebe melhor o posicionamento do hardware: as marcações alaranjadas se referem aos dois alto-falantes do MacBook Pro. Já as marcações em vermelho mostram onde dariam os furinhos, caso eles realmente atravessassem o case. Nada a ver, né? 

Foto: iFixit
Foto: iFixit

Uma outra surpresa foi a dificuldade extrema de remoção da TouchBar sem danificá-la. O pessoal do iFixit relatou que a barrinha é tão frágil, mas tão frágil que apresenta chances enormes de quebrar, entortar ou mesmo sofrer algum dano no processo de desmontagem. "Nossas tentativas de separar o painel OLED do case superior resultaram na separação do digitador e do display", registrou a equipe. Fora isso, o cabo flex que liga a barra à placa-mãe passa por baixo da carcaça superior de alumínio, ou seja, torna ainda mais complexa a remoção da TouchBar. 

Outra novidade quase caótica descoberta pelos "desmontadores" diz respeito ao botão Power. Como ele é o mesmo botão do Touch ID, fica complicado mexer ali. O sensor biométrico do MacBook Pro fica muito próximo ao chip Apple T1 da placa lógica, ou seja: qualquer problema que você tiver no seu botão Power, significa uma dor de cabeça caso ele chegue ao nível da placa. Sim: se o botão Power emperrar, você pode ter que trocar a placa-mãe inteira. 

Foto: iFixit

E tem mais: substituir o SSD não é para donos de MacBooks Pro com Touch ID. Isso porque a unidade de armazenamento é soldada à placa-mãe, assim como o processador e a memória RAM. Além disso, a bateria ainda é colada nos componentes, o que praticamente impossibilita qualquer upgrade no hardware. 

"No modelo com Touch Bar, parece que a gente consegue remover apenas o trackpad e o conector de fones de ouvido sem bater em uma barreira da placa-mãe", diz o pessoal. O trackpad, aliás, parece ser o único componente de fácil substituição de todo o notebook da Maçã, e parece ser idêntico ao do MacBook Pro sem Touch Bar — exceto pelo cabo flex, que no modelo inferior é posicionado de maneira diferente porque o design da placa lógica também difere. 

Ou seja: o MacBook Pro tem componentes internos tão delicados e tão frágeis que ganhou nota 1 do iFixit em termos de facilidade de reparo (detalhe: a nota vai até 10). Isso significa que, se você comprar um MacBook Pro com Touch ID, ao primeiro sinal de treta no hardware, envie-o direto a uma assistência técnica autorizada. Nada de tentar consertar ou fazer upgrades de hardware em casa, hein? 

Fonte: iFixit

via Canaltech

Ilha da Macacada Gaming entra no Campeonato Brasileiro de League of Legends

Equipe fechou uma parceria com a KaBuM! para representar o famoso grupo na divisão profissional do campeonato da Riot Games

O maior grupo de League of Legends do Brasil está prestes a ganhar um representante na liga profissional de eSports organizada pela Riot Games. A Ilha da Macacada Gaming anunciou, nessa quarta-feira (16), uma parceria com a KaBuM! para entrar na divisão de elite do Campeonato Brasileiro de League of Legends em 2017.

A KaBuM! sofreu, em julho de 2016, uma reestruturação completa na sua divisão de eSports, dispensando a equipe de League of Legends que representava na época a organização na primeira divisão do CBLoL. A vaga na competição para 2017, no entanto, ainda pertencia ao grupo, que recebeu uma oferta de parceria pelos administradores da Ilha da Macacada Gaming.

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via Novidades do TecMundo

Microsoft torna-se membro Platinum da Linux Foundation

A notícia da Microsoft juntando-se à Linux Foundation não chega a ser surpreendente, mas curiosamente eu falei sobre este assunto na semana passada, comentando justamente sobre a aproximação da…

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via Diolinux – Open Source, Ubuntu, Android e tecnologia

Kaspersky acusa Microsoft de utilizar táticas “sujas” para desfavorecer a concorência e proteger o Windows Defender

Não é de hoje que a Microsoft é acusada de monopolizar o mercado com o Windows e usar de certos artifícios para prejudicar a concorrência. A acusão mais recente e significativa é voltada contra a solução de segurança integrada do sistema, o Windows Defender. Eugene Kaspersky, criador da Kaspersk…

via Hardware.com.br

Jogadora de StarCraft II é a nova recordista de games no Guiness

Sasha ‘Scarlett’ Hostyn entrou para o livro dos recordes como a jogadora com a maior premiação em competições de video game e como a jogadora com mais resultados em torneios de eSport

Canadense e jogadora profissional de StarCraft II: Legacy of the Void, Sasha "Scarlett" Hostyn entrou recentemente para o livro dos recordes de uma forma que impõe respeito a muitos gamers. Com apenas 22 anos, ela conquistou o seu espaço no Guiness como a jogadora com a maior premiação em competições de video game e também como a competidora com mais resultados em torneios de eSport.

Em sua carreira, Scarlett conquistou uma premiação total de US$ 144,4 mil, o equivalente a quase R$ 500 mil em uma conversão atual. Esse valor superou a primeira posição ocupada até 2015 por Katherine "Mystik" Gunn, que garantiu cerca de US$ 122 mil em competições de Dead or Alive 4 e Halo: Reach.

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via Novidades do TecMundo

Cafeteira brasileira que não usa eletricidade é sucesso em crowdfunding

Em campanha no site de vaquinha Catarse, a Cafeteira Aram faz café espresso sem usar filtro, nem energia elétrica

Criada pelo designer Maycon Aram de maneira sustentável e juntamente com produtores locais de café no Paraná, a Cafeteira Aram nem foi lançada e já é um sucesso. Com a campanha aberta na plataforma de crowdfunding Catarse desde o início de outubro, os empreendedores conseguiram superar a meta estipulada em tempo recorde: apenas 36 horas.

O idealizador do produto defende o consumo do café de forma mais sustentável e artesanal. Por isso, é possível preparar a bebida sem o uso de energia elétrica ou mesmo de um filtro. Tudo é feito manualmente nas duas versões disponíveis da cafeteira, uma para sua casa e outra portátil.

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via Novidades do TecMundo

Novos iPhones em 2017; Crescem vendas de smartphones no país e + [CTNews]

CTNews 16 novembro

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via Canaltech