Como serão as placas dos veículos do futuro?

Você já parou para se perguntar se os carros do futuro ainda terão ou precisarão ter placas convencionais, como vemos nos veículos atuais? A Mercedes-Benz resolveu se fazer essa pergunta e acabou descobrindo algumas tecnologias que estão sendo desenvolvidas para que as placas de metal que servem hoje para identificar os automóveis sejam substituídas por algo mais compatível com a era digital.

Uma das dessas tecnologias foi apresentada no Salão de Detroit de 2017 pela Reviver. O rPlate, produto da empresa, é um display de LCD que vai no mesmo lugar da placa, só que é equipado com GPS, acelerômetro, sensores de rádio frequência e acesso CAN bus.

Ele mostra um código de forma digital e que também permite que o veículo se comunique com as autoridades em tempo real – inclusive, a informação mostrada pode ser alterada pelo órgão responsável, por exemplo, para indicar quando o veículo for roubado ou que o motorista está com a carteira vencida.

Se não bastasse, quando o veículo está estacionado, o display pode ser usado como um pequeno outdoor para mostrar propagandas e, graças à função de geolocalização, essas ações podem ser customizadas para a área em que o carro está parado.

Quatro estados norte-americanos já estão testando o sistema de placas digitais. A expectativa, na verdade, é que sistemas como o do rPlate evoluam para que nem mesmo o display seja necessário: apenas a função de conectividade já seria o suficiente para identificar e atrelar um determinado veículo ao seu dono e/ou condutor.

A conectividade, inclusive, possibilita a integração com outros diversos serviços além do “Google AdSense para carros”, como é o caso de pagamentos por meios digitais para estacionamentos e outros serviços – é como um SemParar já integrado no mesmo sistema de identificação do seu veículo e que pode servir para pagar uma infinidade de coisas de forma rápida e descomplicada, como através do smartphone.

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Outra evolução que a Mercedes levanta é que, em um mundo em que sua digital é utilizada para abrir, fechar e ligar os carros, é possível que essa mesma funcionalidade possa servir para ligar você a aquele determinado veículo.

Vale lembrar que os drones da DJI, por exemplo, já contam com um código de identificação digital que pode ser conferido de forma remota – exatamente como um projeto do governo norte-americano quer que seja o padrão para que as autoridades sejam capazes de vincular um possível drone envolvido em um ato criminoso a uma pessoa.

Se essa mesma identificação remota for possível com os carros, será que ainda precisaremos dos bons e velhos códigos estampados em pequenas placas de metal? Deixe sua opinião nos comentários!

via Novidades do TecMundo

Para que serve o Modo de segurança no Android?

O Android é um sistema bastante robusto, mas, assim como qualquer software, ele está suscetível a possíveis erros decorrentes do uso prolongado ou mesmo do excesso de tranqueiras instaladas.

Se você é um usuário que costuma exagerar nos apps e na quantidade de dados, há chances de que o seu celular já tenha apresentado alguma baixa no desempenho ou tenha deixado você um tanto irritado com algum travamento impossível de resolver.

Essa questão da estabilidade depende muito do modelo, da versão do Android, da personalização, dos apps, do tempo de uso e de outros tantos fatores. Contudo, seja qual foi o motivo que levou seu robozinho a ficar esquisito, há algumas soluções que podem ajudá-lo a identificar o problema e tentar solucionar o problema sem precisar de uma assistência.

Nos casos de apuro, o Android tem um recurso bem útil chamado “Modo de Segurança”. Nós já ensinamos como você pode ativar essa ferramenta, mas fica a dúvida sobre quais as vantagens de usar esta opção. Afinal, para que serve este recurso? Em quais casos devo ativá-lo?

O que é o Modo de segurança?

É importante notar que, ao contrário do que o nome sugere, esta funcionalidade não serve para deixar o sistema mais seguro ou evitar vírus. A segurança mencionada neste recurso visa garantir que os arquivos do sistema estejam seguros e não sofram interferências externas de outros apps instalados.

Para entender melhor, vale uma analogia com ferramentas disponíveis em outros sistemas. O Windows conta com uma opção de mesmo nome, a qual serve para uma inicialização sem agentes de terceiros. Basicamente, neste modo, o sistema da Microsoft carrega apenas os drivers básicos e ferramentas essenciais para o funcionamento.

O Modo de Segurança do Android funciona de maneira parecida. Nesta opção, o sistema carrega de forma muito mais rápida, pois desativa vários recursos. Na primeira inicialização, você poderá ver que a interface está levemente alterada, com vários ícones exibidos em tons de cinza.

Uma ferramenta para testes

Basicamente, qualquer programa de terceiros (incluindo Facebook, WhatsApp e companhia) está desativado e você não terá como executá-los. Além disso, uma marca d’água aparece sobre a interface informando que você está no Modo de Segurança, o que pode atrapalhar no uso geral, então nem adianta pensar em usar o celular neste modo, pois vai ser complicado.

Todavia, como se trata de uma ferramenta para testes, as principais funções estão liberadas. Você pode realizar chamadas, enviar mensagens, usar o WiFi, usar as configurações do sistema e outros tantos recursos. Assim, para ter a certeza de que não há problema no celular, você pode usar tudo normalmente e conferir se a performance do aparelho volta ao normal.

O principal objetivo do Modo de segurança é justamente oferecer uma forma de testar o sistema e ter a certeza de que o hardware e o software estão em bom funcionamento. De forma geral, se você está com um erro e ele não se repete neste modo, isso significa que o problema está em algum software e, consequentemente, uma formatação pode resolver seu problema.

Após usar este recurso, você pode reiniciar o celular e voltar a usá-lo normalmente. É importante ressaltar que esta ferramenta não corrige qualquer problema, então você possivelmente terá de tomar outras medidas após testar seu aparelho no Modo de Segurança.

A ativação do Modo de Segurança costuma ser padrão, então basta seguir as dicas que apresentamos no artigo “Android: aprenda a ativar o Modo de segurança em seu celular“. No mais, desejamos boa sorte nessa odisseia pelo mundo do robozinho.

via Novidades do TecMundo

Bloqueio de celulares piratas fica para novembro

Atendendo a um pedido das operadoras, a Anatel decidiu adiar o bloqueio de celulares “xing-ling” no Brasil. Com o novo prazo, os usuários que tiverem aparelhos suscetíveis ao bloqueio serão notificados via SMS a partir de 15 de setembro. Já os bloqueios deverão começar, efetivamente, em 28 de novembro.

O plano anterior era o de iniciar as notificações em 30 de junho e, os bloqueios, em meados de setembro. Mas, temendo que o número de celulares barrados seja elevado, as operadoras pediram um prazo maior para adequar os seus sistemas.

De acordo com a Anatel, a base atual de celulares não será afetada. A proposta é a de que, ao menos por enquanto, apenas as unidades irregulares ativadas após a data de início das notificações sejam impedidas de se conectar às redes móveis brasileiras. Assim, o número de bloqueios não será alto no início.

HiPhone

Serão caracterizados como aparelhos irregulares e, portanto, passíveis de bloqueio, todos aqueles que não tiverem número IMEI registrado no banco de dados da GSMA, associação global de operadoras móveis.

Na prática, isso significa que celulares que são cópias de modelos disponibilizados no mercado ou que não possuem nenhum tipo de certificação reconhecida, por exemplo, é que serão barrados.

Se você tiver um smartphone adquirido no exterior (de marcas como Xiaomi, OnePlus e Oppo), não precisa se preocupar: mesmo que essas unidades não tenham sido homologadas pela Anatel, elas possuem IMEI válido e, portanto, não são consideradas “xing-ling”.

Com informações: IDG Now

Bloqueio de celulares piratas fica para novembro

via Tecnoblog

Google Pixel XL 2 será um dos smartphones mais bonitos do mercado [imagem]

Uma renderização obtida pelo Android Police praticamente crava como será a aparência do próximo smartphone da Google, o Pixel XL 2. Caso você não saiba, a LG é a companhia que vai fabricar o Pixel XL 2, por isso, muitos elementos utilizados no G6 e V30 deverão aparecer no próximo top de linha da Google.

Quando a Google lançou o Pixel, o aparelho simplesmente já se tornou um dos mais desejados pelos consumidores — mesmo não tendo vendido como o Galaxy S7, por exemplo. O motivo? A união elegante entre design, um hardware top de linha e um sistema operacional Android totalmente puro e limpo, com novos recursos apropriados ao smartphone. Por isso, a espera é grande.

O conceito de bordas mínimas da LG também estará no Google Pixel XL2

Sobre o hardware, rumores comentam que o Google Pixel XL 2 chegará ao mercado com um processador Qualcomm Snapdragon 836 atualizado e 4 GB de RAM ou 6 GB RAM. Além disso, o display deverá seguir o padrão alto de qualidade exigido pela Google: 6″ 2K 2560×1312. Essa tela plana apresentará as fotos e os vídeos capturados por uma câmera traseira de 12 MP e uma câmera frontal de 7 MP, capazes de gravar em resolução 4K UHD.

Como é possível ver pelas imagens, o conceito de bordas mínimas da LG também estará no Google Pixel XL2. Acompanhe a renderização:

Google Pixel XL 2

via Novidades do TecMundo

Faraday Future interrompe construção de planta bilionária nos EUA

Mais más notícias para a Faraday Future: a empresa, que disse que o bloqueio de ativos de seu financiador Jia Yueting não iria afetar suas operações, está interrompendo o projeto da fábrica de US$ 1 bilhão que iria ser construída na região norte de Las Vegas, nos Estados Unidos. O motivo? Sim, os problemas financeiros do ex-CEO da LeEco.

A planta estava sendo construída para fabricação do FF 91, o carro elétrico que a empresa chinesa tem como objetivo transformar no principal concorrente do Tesla Model S e que, inclusive, já foi posto à prova recentemente. No entanto, parece que os planos vão ter que esperar um pouco.

“Decidimos interromper a construção de nossa fábrica no campo Apex, no norte de Las Vegas. Continuamos comprometidos no longo prazo com a localização para a produção de veículos”, explicou a Faraday Future em um comunicado.

A empresa diz que a interrupção aconteceu para que ela possa focar em uma nova estrutura que vai permitir uma antecipação na produção. Essa mudança acontece pouco depois que Jia Yueting teve US$ 182 milhões em ativos congelados pelo governo chinês em função de pagamentos atrasados à credores da LeEco, empresa que o executivo fundou e era CEO há até pouquíssimo tempo.

via Novidades do TecMundo

Apple ainda tem problemas de fabricação com o iPhone 8; será que atrasa?

Há alguns meses, os relatos da indústria indicavam que a Apple estava com muita dificuldade para encaixar um leitor de impressão digital Touch ID no próximo iPhone 8 — isso por causa do design que terá uma tela de ponta a ponta. Agora, os rumores confirmam que a Apple ainda está com este problema de encaixe; e uma solução rápida é mais do que necessário, já que o evento de lançamento acontece em setembro.

A Apple poderia abandonar de vez o leitor de impressão digital e partir para uma solução de reconhecimento facial 3D

De acordo com o analista Andy Hargreaves, da KeyBanc Capital Markets, a tentativa de encaixar o botão Touch ID sob a tela OLED não foi realizada com sucesso. Então, ou a companhia abandona este local e parte para outra posição, ou ela terá que atrasar a entrega aos consumidores.

“Nossas conversas em cadeia de fornecimento indicam que a Apple continua a ter problemas com a solução para o sensor de impressão digital”, escreveu Hargreaves. “Isso aumenta o potencial para que o novo iPhone OLED seja adiado, ou seja entregue sem um sensor de impressão digital, o que afetar as vendas de unidades”.

O analista ainda comenta que a Apple poderia abandonar de vez o leitor de impressão digital e partir para uma solução de reconhecimento facial 3D, o que economizaria esses esforços e permitiria que a companhia entregue os smartphones em uma data mais próxima.

Para saber mais novidades sobre o iPhone 8, acompanhe a nossa página dedicada.

via Novidades do TecMundo

Anatel bloqueará celulares piratas a partir do dia 28 de novembro

Em maio, a Anatel anunciou que começaria a bloquear o uso de celulares piratas em setembro deste ano. O assunto rendeu uma boa briga entre o órgão, operadoras de telefonia móvel e fabricantes de dispositivos, e, então, a Agência Nacional de Telecomunicações decidiu prorrogar este prazo. Agora, o novo prazo foi anunciado: a ação começará no dia 28 de novembro.

A agência vem tentando bloquear o uso desses aparelhos no Brasil há três anos, mas as controvérsias fizeram com que todo esse tempo fosse necessário até que a medida fosse, de fato, aprovada. Enquanto os fabricantes querem que se combata o mercado de celulares “xing ling”, as operadoras temem o impacto que isso possa gerar em suas receitas, já que cerca de 1 milhão de celulares irregulares são incluídos em suas redes todos os meses.

Segundo a Anatel, “o número de celulares que poderiam ser bloqueados ainda não é conhecido, mas a proposta em estudo prevê que somente serão desligados os aparelhos que forem ativados após o início de envio em mensagens pelas operadoras para os assinantes informando que os celulares são irregulares”. Ainda de acordo com a agência, “o desligamento não prejudicará os usuários de boa fé que adquiriram tais aparelhos”.

Fonte:

Anatel

via Canaltech Corporate

Portabilidades numéricas passam dos 2,5 milhões no primeiro semestre

De acordo com um relatório da ABR Telecom (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações), foram feitas mais de 2,57 milhões de portabilidades numéricas no Brasil no primeiro semestre deste ano.

Segundo os dados, entre janeiro e junho foram registradas 644 mil transferências entre operadoras de telefonia fixa e 1,93 milhão (75%) de serviços móveis. É claro que os números já são altos, mas foi registrado recorde entre os meses de abril e junho, quando foi realizado nada menos que 1,46 milhão de migrações no país. No período, a ABR Telecom identificou 334,55 mil trocas entre operadoras para números fixos e 1,03 milhão para dispositivos móveis.

A portabilidade numérica foi introduzida no Brasil em setembro de 2008, e desde então, 37,58 milhões de transferências, no total, foram realizadas. Entre as migrações, 13,37 milhões ficaram para os números fixos e 24,21 milhões para os móveis.

Fonte:

ABR Telecom

via Canaltech Corporate

Smartphones com 8 GB de RAM realmente fazem diferença?

Você já parou para reparar como os smartphones evoluíram ao longo da última década? Desde o anúncio do primeiro iPhone, lá em 2007, tivemos mudanças significativas na proposta dos aparelhos, no design, nos sistemas e também nas especificações de performance.

Pois é, foi essa evolução desenfreada que nos levou a sair de modestos megabytes (os primeiros iPhone e Android tinham apenas 128 MB de RAM) e chegar no patamar dos gigabytes (muitos modelos atuais contam com módulos que variam de 2 GB a 4 GB de RAM).

É claro que as mudanças nesse sentido geralmente foram devidamente planejadas, de modo que os produtos foram projetados para entregar uma experiência satisfatória ao consumidor — cada qual dentro de sua respectiva categoria e proposta.

Todavia, as mais recentes notícias quanto ao dimensionamento dos celulares nos leva a questionar se algumas fabricantes não estão exagerando um pouco nesse sentido. Recentemente, algumas marcas como a ASUS — não apenas estão cogitando, mas — já estão equipando seus produtos com 8 GB de memória RAM.

Em teoria, este excesso de memória teria como objetivo aumentar o desempenho para o consumidor que executa muitas tarefas. Contudo, a grande questão é: toda essa quantidade adicional de memória faz diferença no dia a dia? Por que marcas como Samsung e Apple não apostaram nesta ideia?

Quando mais nem sempre quer dizer mais

A primeira grande verdade nesse assunto é que mais memória não necessariamente quer dizer mais desempenho. É preciso ter em mente que a memória RAM está mais relacionada à possibilidade de abrir múltiplos apps simultaneamente do que ao fato de abrir coisas com maior velocidade — ainda que seja bom esclarecer que padrão e clock podem influenciar um pouco nesse quesito.

Essa é uma máxima que vale para todos os equipamentos que trabalham com essa estrutura computacional. É claro que um celular (ou um computador) com memória limitada pode ter seu desempenho limitado em várias situações, mas, novamente, ele vai sofrer deste problema por não conseguir lidar com as tantas tarefas do usuário.

Só para exemplificar, no caso de um computador, essa questão da limitação de memória RAM impacta muito — e fica perceptível — quando tratamos de um cenário com múltiplos programas rodando simultaneamente.

Basicamente, quando o sistema esgotou seu recurso de memória RAM, ele recorre ao dispositivo de armazenamento (que é mais lento) para guardar arquivos temporários. Numa situação dessas, fica bem claro como a falta de memória RAM pode deixar mais lento o dispositivo.

Então quer dizer que mais memória RAM não serve para nada? Na verdade, a resposta para essa questão vai depender muito do uso do aparelho realmente. Se um determinado usuário tem 100 apps instalados no celular e costuma usar dezenas num mesmo dia, talvez toda essa quantidade de memória RAM seja de grande utilidade.

Contudo, mesmo pensando no consumidor mais exagerado, é difícil encontrar uma situação real que seja necessário usar 8 GB de memória RAM. Na prática, há chances de que metade dessa memória fique ociosa por grande parte do tempo. Todavia, sempre existem as exceções e há também consumidores que adoram especificações.

Um público interessado em números

Quando uma fabricante projeta um smartphone, ela geralmente leva alguns pontos em consideração: público-alvo, sistema, apps de fábrica, custo e outros. Seguindo apenas o propósito da memória RAM, o dimensionamento deste componente deveria ser basicamente atrelado à quantidade de apps que o celular deve rodar simultaneamente.

Todavia, com esse exagero proposto nos últimos anos, muitas fabricantes deixaram de focar na experiência de uso e na performance para impressionar o consumidor pelos números. No fundo, tudo virou muito mais uma questão de marketing do que um benefício direto para o consumidor.

É válido notar que os smartphones exagerados não são levados a todos os mercados. Alguns produtos são moldados especificamente para determinados públicos. Os consumidores chineses geralmente se mostram muito interessados nesses produtos, então as fabricantes lançam alguns dispositivos lá e aproveitam essa novidade para “se gabar” internacionalmente.

Assim, vários modelos exagerados não são lançados em muitos territórios, sendo que somente alguns poucos vão poder testar todo o benefício dessa memória RAM exagerada. No Brasil, muitas fabricantes até limitam o desempenho de alguns produtos (como já vimos com o LG G5 e o Moto G5), trazendo aparelhos mais modestos para os brasileiros.

Otimização pode ser mais benéfico do que quantidade

No fim das contas, duas coisas vão valer para o consumidor: o bom senso e a otimização. Sim, tudo começa lá no projeto do aparelho, época em que a fabricante pode definir o propósito de seu aparelho e se fará sentido adicionar mais memória para seus usuários. Existem estudos e estatísticas para que as marcas entendam seus consumidores, então o bom senso começa aqui.

Sobre otimização no uso de recursos (pensando no software trabalhando de forma coerente e eficiente com o hardware), é importante notar que, às vezes, até faz sentido uma fabricante apostar em 8 GB de memória RAM para um smartphone, mas isso só é válido quando a marca não se deu ao trabalho de polir o sistema e os apps.

É perfeitamente normal acontecer de um software consumir memória exageradamente, o que, por consequência, pode causar uma queda na performance. Entretanto, a solução mais inteligente num caso desses é reparar os erros, não aumentar a memória. Eis aqui um grande erro de algumas marcas, que simplesmente pensam em formas de driblar o problema.

Para entender como otimização é uma forma mais inteligente de projetar um celular, basta observarmos aparelhos famosos como o iPhone 7 ou o Galaxy S8. Afinal, se tanta memória realmente aumentasse o desempenho, certamente a Samsung e a Apple — que são campeãs de vendas — já teriam colocado 16 GB de RAM em seus celulares, não é mesmo?

Pode ter certeza que a memória RAM não é a peça que vai revolucionar todo o funcionamento de um celular. Ela é uma parte essencial do hardware e ter uma quantidade razoável é ótimo para uma experiência agradável, porém ter mais memória nem sempre é significado de uma performance absurda.

via Novidades do TecMundo