A história da BlackBerry: do passado glorioso ao presente discreto [vídeo]

Qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça quando você ouve falar sobre a BlackBerry? Os sentimentos são bem mistos. Tem muita gente com ótimas memórias da marca no seu auge, dos celulares de alta produtividade e que pareciam mais modernos do que os demais. Outras pessoas desprezam a empresa, chamando a marca de atrasada ou achando até que ela já acabou. E alguns mais novos nem sequer sabem direito o que ela significa — e qual a enorme importância dela para a indústria.

A marca, que começou sob o nome de RIM, tem um lugar marcado na indústria e foi por muitos anos uma das referências em telefonia. Quando Android, iOS e Windows Phone ainda engatinhavam ou nem existiam, ela já utilizava aplicativos, conectividade móvel e serviços de troca de mensagem com segurança e de forma intuitiva.

A seguir, você conhece a saga completa dessa companhia.

Visionária desde o começo

Nada de Japão, Coreia do Sul ou Estados Unidos. Desta vez, a história começa no Canadá. Em 1984, os estudantes de engenharia Mike Lazaridis e Douglas Fregin fundam a Research in Motion, ou RIM. Esse é o nome original da empresa, que só vira oficialmente BlackBerry em 2013. Mas “RIM” nunca colou tanto — e, como ele é o principal produto da linha, a mudança foi bastante natural.

Parte da primeira equipe da BlackBerry na apresentação de um projeto.

A empresa começou de forma modesta, como um laboratório de engenharia em um pequeno escritório alugado. Só que ela já era ambiciosa e mirava mercado novo para o Ocidente: redes sem fio. A RIM lançou terminais e serviços de conexão, sendo a primeira empresa das Américas com produtos de conectividade wireless. A rede utilizada era uma plataforma chamada Mobitex, bastante usada por serviços militares e de segurança pública.

É só em 1992 que entra outra figura famosa na empresa. Trata-se de Jim Balsillie, que assume como co-CEO ao lado de Lazaridis. Já o outro cofundador, Douglas Fregin, se aposentou cedo. Desde 2007, ele — sempre o mais tímido e discreto da dupla — agora vive como bilionário, participando de corridas automobilísticas e financiando pesquisas de saúde na África.

Pontapé inicial

Depois de alguns anos oferecendo serviços de rede e realizando pesquisas, a RIM entra no mercado de hardware. Mas primeiro hardware não tem nada a ver com telefones: foi o DigiSync Film KeyKode Reader, de 1990. O aparelho faz a leitura e sincronização de películas e ajudou muito na pós-produção de filmes. Anos depois, ele rendeu à marca um Oscar e um Emmy por contribuição técnica.

Mas a estreia no segmento no qual ela ficou mais famosa foi só em 1996. O produto se chamava RIM-900 [email protected] Pager, tinha formato flip e foi o primeiro pager mensageiro. Ele usava a rede Mobitex e suportava HTML e email.

O sucessor dele, RIM-950, é mais parecido com o formato que ficou famoso. Ele deixa o estilo de concha de lado e tem um visual bem mais elegante — já com o clássico teclado QWERTY embutido. Apps como calculadora, agenda de contatos e despertador também já faziam parte do sistema

Mas foi a terceira geração do pager que mudou tudo. Em 1999, o lançamento seria batizado de “RIM-850”, mas a agência de marketing contratada percebeu que as teclas bem separadas entre si pareciam a casca de uma fruta.

O primeiro “BlackBerry” de verdade, já com o nome icônico.

Depois de muita discussão, o nome decidido foi BlackBerry, que é a amora-silvestre ou amora-americana. O nome pegou tanto que virou oficial de todas as linhas, do mensageiro, do sistema operacional e de outros serviços da empresa.

Ascensão meteórica

No começo dos anos 2000, a RIM percebe que era difícil concorrer contra Nokia ou Motorola, líderes do mercado de celulares na época. Ao encontrar o  mercado corporativo, de políticos e executivos, ela abriu portas que seriam muito bem utilizadas.

O 957 começa a moldar o formato que conhecemos até hoje.

Nessa década, a RIM estava no topo. Ela recebeu investimentos e fez abertura de capital em bolsas do Canadá e em Nova York. O BlackBerry 957, de 2000, inaugurou essa nova fase com um design mais vertical, para ser usado com uma só mão.

Mas só com o 5810 que o produto conquistou o status de telefone, juntando o celular com agenda eletrônica em um só lugar. Esse modelo tinha conectividade GSM, internet móvel 2G e plataforma baseada em Java. A grande crítica era a ausência de alto-falante e microfone: sim, você precisava de fones de ouvido pra ouvir e falar.

BlackBerry 7210

No ano seguinte, veio uma nova série com o BlackBerry 7210, um dos mais icônicos da marca. Ele finalmente tinha tela colorida e trazia a interface que ficaria conhecida por bastante tempo. Já o 7100t estreou o teclado SureType, que coloca duas letras em uma única tecla pra salvar espaço. Isso era combinado com um sistema de dicionário com aprendizado inteligente.

Mas a mudança veio mesmo com o Blackberry Pearl 8100, o primeiro que tentou pegar o consumidor comum, não só o mercado business. Ele tinha uma trackball no topo do teclado pra melhor navegação, que virou clássica, além de câmera digital e funções multimídia.

O modelo Pearl com a “trackball”.

Depois, vieram diversas séries, incluindo algumas de destaque:

E foi em 2005 que saiu o BBM, ou Blackberry Messenger, que funciona até hoje em várias plataformas.

Chega a concorrência

O ano de 2007 é importante para a companhia, mas por causa de outra empresa. A Apple apresenta ao mundo o iPhone, indicando que o design e as funções do celular estavam prestes a mudar. O Android estreia no ano seguinte — e esses dois rivais seriam responsáveis por muitas dores de cabeça para a RIM.

Sem se intimidar, ela apresenta o BlackBerry 8800 no mesmo ano. Ele tinha GPS, 64 MB de memória interna e tela de 2,5 polegadas. Sai ainda o Storm série 9500, que trazia tela sensível ao toque pela primeira vez

O primeiro com touchscreen.

A BlackBerry teve um de seus melhores momentos de 2005 até 2010, quando ela dominou o mercado de smartphones em vários países, especialmente nos Estados Unidos. Por criptografia na troca de mensagens, o teclado e a intuitividade de uso, ela era a favorita de líderes mundiais, empresários, quem focava em produtividade ou só queria um telefone “alternativo”.

O começo da queda

A partir da popularização de outras fabricantes e dos sistemas operacionais rivais, a BlackBerry começa a cometer erros fatais. Para começar, o touchscreen não foi bem aplicado pela marca — e virou essencial. Além disso, a loja virtual perdia feio em compatibilidade para as concorrentes Google Play e App Store. Outro golpe sentido foi uma falha geral nos serviços em 2011: ela durou vários dias e tirou a confiança do consumidor.

A dupla Z10 e C10 levantou o mercado, mas não o suficiente.

Ela ainda lançou um tablet para entrar no mercado, mas o PlayBook foi um fracasso comercial e de crítica. Em 2013, os BlackBerry Z10 e Q10 tentaram reviver a chama antiga da marca e até geraram publicidade, mas não foram o sucesso esperado. Em 2014, o Passport encantou pelo visual, mas encalhou por ser caríssimo.

Balsillie e Lazaridis: a época de sorrir logo acabaria.

A área institucional também apresentava problemas. Em 2012, Lazaridis e Balsillie pedem pra sair e são substituídos por Torsten Heins. Ele faz vários cortes e adia um dos principais projetos da empresa, que viria a ser o sistema operacional BlackBerry 10.

Os anos passam e a empresa não consegue sair do vermelho. Em 2016, o atual CEO, John Chen, anuncia que a BlackBerry se retira do mercado de smartphones, focando em softwares e serviços, deixando parcerias com terceirizadas para o hardware. Atualmente, ela lança modelos com a ajuda da fabricante TCL, incluindo dispositivos com Android, como o KeyOne. Alto custo e foco em segurança e produtividade continuam como principais características da marca — uma tentativa de segurar a base fiel que segue ela por todos esses anos.

E essa é a história da BlackBerry, uma empresa clássica que ajudou a criar a indústria de smartphones, chegou no seu auge e foi praticamente destruída por essa mesma indústria anos depois. Hoje, ela tem 0,1% da fatia de mercado e muita gente acredita que não há mais volta. E você, o que acha?

Se você quer ver a história de algum produto, empresa ou serviço contada no canal do TecMundo, é só deixar a sugestão nos comentários. Confira as outras trajetórias que já contamos nesse quadro:

via Novidades do TecMundo

Moto G5S tem visual revelado em fotos vazadas

Moto G5s

Após divulgação não oficial de fotos dos aparelhos Moto C, Moto E3 e Moto Z2 Force, parece que a Lenovo não mudou sua postura para evitar que seus smartphones sejam vistos pelos consumidores antes dos anúncios oficiais. Desta vez o vazamento de imagens foi do Moto G5S, que, segundo o Android Autority, foram obtidas de uma fonte confiável.

As imagens sugerem que o aparelho será lançado em três opções de cores: cinza, dourada e azul-escuro, além de contar com acabamento lateral e da parte traseira em metal, conferindo um visual mais caprichado em relação ao design de alumínio com bordas plásticas dos Moto G5 e G5 Plus.

A foto também indica a presença do leitor de digitais na parte frontal do smartphone, bem como sua câmera, logo da Motorola e alto-falante para chamadas telefônicas. Na parte de trás, o Moto G5S possui o mesmo acabamento da linha Moto G5, contando com câmera e flash. Confira, abaixo, as fotos vazadas:

Fotos vazadas do Moto G5S

Não bastasse a divulgação das fotos do aparelho, há também o vazamento de uma apresentação de slides da Motorola que revelam que o Moto G5S terá tela de 5,2 polegadas com resolução 1080p, enquanto o Moto G5S Plus contará com display de 5,5 polegadas e 1080p.

Fonte: Android Authority

via Canaltech

Microsoft anuncia novo Surface Pro com melhorias, mas nada do Pro 5

PC World / EUA

23 de maio de 2017 – 10h55

A empresa de Redmond apresentou nesta terça-feira, 23/5, um upgrade do Surface Pro 4 com desempenho 20% mais rápido e bateria de 13,5 horas.


A linha Surface Pro, da Microsoft, permaneceu basicamente inalterada nas últimas duas gerações. Agora você pode aumentar esse número para três. Isso porque o novo Surface Pro (2017) – não, não é o Surface Pro 5 – traz melhorias internas significativas, mas se recusa a mudar algo que vai indo bem.

Anunciado nesta terça-feira, 23/5, com preço sugerido de 800 dólares, o novo Surface Pro já está disponível para pré-venda, sendo que o aparelho começa a ser entregue no próximo dia 15 de junho, mesma data de lançamento do Surface Laptop – os dois produtos serão lançados em um total de 26 mercados, incluindo EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Índia e Taiwan, entre outros. 

Talvez a maior mudança do novo aparelho seja semântica: a Microsoft decidiu chamar o Surface Pro de um “laptop” em vez de um “2 em 1”. A empresa não está abandonando a ideia de “um tablet que pode substituir seu laptop”, mas a empresa acredita que os usuários agora compram os Surfaces como laptops, fazendo com eles tudo o que fariam em laptops tradicionais.

Se colocados um ao lado do outro, o Surface Pro 4 e o novo Surface Pro são basicamente idênticos, especialmente se estiverem com a Signature Type Cover. Ambos trazem telas PixelSense de 12,3 polegadas, mas o novo Surface Pro (2017) conta com um teclado melhor, pode ser deitado em um ângulo maior, de 165 graus, no estilo do Surface Studio, e se aproveita de uma nova e mais sensível Surface Pen (vendida separadamente). 

Na parte de dentro, as diferenças entre eles são mais profundas. Os novos chips Kaby Lake aumentam o desempenho em 20%, e a duração da bateria sobe de 9 horas para 13,5 horas. E se você não gosta da ventoinha do Surface, então pode ficar feliz – há um novo modelo Core m sem ela.

Algumas coisas, no entanto, não mudaram no novo Surface Pro. A Microsoft ainda prefere o conector Surface para recarga, por exemplo, em vez de uma entrada USB-C, cada vez mais comum no mercado.


As versões futuras do Surface Pro incluirão uma versão LTE, e, surpreendentemente, um modelo rodando o novo sistema Windows 10 S, uma mudança e tanto de abordagem já que os aparelhos Surface Pro sempre utilizaram apenas o Windows 10 Pro.

 

via IDG Now!

TecSpot, é hoje! Primeiro evento do TecMundo acontece nesta terça-feira

É hoje, dia 23 de maio de 2017… Dentro de algumas horas terá início a primeira edição do evento TecSpot, um evento de tecnologia organizado pelo TecMundo e que vai reunir grandes nomes da tecnologia do Brasil.  Isso tudo vai acontecer no Google Campus (São Paulo) a partir das 18:30.

Apesar de as inscrições terem sido encerradas ontem, há uma lista de espera e há chances de ainda serem conseguidas vagas na hora. Por isso, se você não conseguiu se inscrever, pode tentar uma cadeira poucos momentos antes do evento.

  • Data: 23 de maio
  • Horário: das 18h30 às 21h
  • Local: Google Campus (R. Coronel Oscar Porto, 70 – Paraíso, São Paulo – SP)

Convidados

Mas, afinal, quem estará presente para falar sobre o assunto? Os convidados são de diferentes áreas do mercado e trazem visões complementares.

Eduardo Migliano é formado em Comunicação com especialização pela Libera Univesitá di Milano na Itália. Ele é um dos fundadores da comunidade 99jobs.com, que está revolucionando a conexão de pessoas em busca de construção de uma carreira.

Kat Wendelstadt é especialista em Go-To-Market e marketing. Ela teve a sua empresa incubada pela Singularity University  a famosa Universidade da NASA, no Vale do Silício – e hoje comanda a The Earlybirds. Além disso, são mais de 15 anos trabalhando para empresas como Nokia e Microsoft.

Pedro Waengertner fundou a ACE, eleita a melhor aceleradora da América Latina por três anos consecutivos pelo Latam Founders. Ele também é o responsável pelo Zuppa, primeiro site de reserva de restaurantes no Brasil.

via Novidades do TecMundo

Microsoft Surface Pro tem bateria de 13,5 horas e caneta stylus melhorada

A quinta geração de tablets dois-em-um da Microsoft se chama apenas Surface Pro. Ele tem um processador mais recente, maior duração de bateria e uma caneta stylus melhorada.

Há poucas mudanças no Surface Pro em relação a seus antecessores — trata-se de um avanço incremental. Em relação ao design, os cantos são mais arredondados, e o kickstand agora tem um ângulo maior de 165 graus.

O Surface Pro usa processadores da geração Kaby Lake da Intel. Você pode escolher entre um Core m3 ou i5 sem ventoinha, ou um Core i7. Graças à maior eficiência desses chips, a Microsoft promete uma autonomia de até 13,5 horas.

O resto permanece o mesmo. A tela mantém suas 12,3 polegadas, resolução 2736 × 1834 e proporção 3:2. Assim como antes, haverá versões com 4 GB, 8 GB ou 16 GB de RAM e 128 GB, 256 GB, 512 GB ou 1 TB de armazenamento.

Ainda há uma câmera traseira de 8 megapixels e uma frontal de 5MP com suporte a biometria por Windows Hello. E o dispositivo roda Windows 10 completo, não a versão 10 S que limita apps de fora da Loja.

Não há porta USB-C aqui. Para conectividade, temos uma porta USB 3.1 e uma mini-DisplayPort, mais o conector proprietário Surface Connect para carregar a bateria e encaixar o dock da Microsoft. Há entrada 3,5 mm para fone de ouvido, e um leitor de cartão microSD escondido atrás do kickstand.

A Surface Pen também foi atualizada, e está bem melhor. A sensibilidade à pressão aumentou para 4.096 níveis, contra 1.024 em versões anteriores. A Microsoft diz que a latência foi reduzida ainda mais, sendo “duas vezes mais sensível” que o Apple Pencil.

Além disso, ela detecta inclinação, tornando-se uma ferramenta artística muito mais flexível. Este recurso estará disponível inicialmente apenas para o Surface Pro, mas será expandido para outros modelos com uma atualização de firmware.

Enquanto isso, os teclados Type Cover foram atualizados com teclas que afundam um pouco mais ao serem pressionadas, fornecendo um feedback melhor. Eles também são compatíveis com o Surface Pro 3 e Pro 4.

O Surface Pro custa entre US$ 799 e US$ 2.699 sem os acessórios, que são vendidos separadamente. O modelo mais simples tem processador Core m3, 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento. A versão mais cara traz um Core i7, 16 GB de RAM e 1 TB de espaço. A capa com teclado custa a partir de US$ 129; a caneta sai por US$ 99.

A pré-venda começa hoje em 26 países; a lista não inclui o Brasil.

Com informações: Ars Technica, The Verge.

Microsoft Surface Pro tem bateria de 13,5 horas e caneta stylus melhorada

via Tecnoblog

Instagram lança função que permite arquivar publicações

Instagram

O Instagram está testando uma nova função que permite aos usuários arquivarem publicações feitas na rede social, mas sem recorrerem ao extremo de apagar as imagens. O recurso está sendo liberado de forma restrita, apenas para quem utiliza a rede social no iOS, e ainda está sendo observado pela rede social.

A ideia é garantir que o histórico de publicações e imagens fique armazenado. De acordo com a rede social, existe uma tendência, principalmente entre usuários que buscam popularidade, em apagar as publicações que não atingem a quantidade esperada de curtidas ou comentários. Mais tarde, entretanto, essas pessoas podem acabar se arrependendo da decisão, voltando a publicar os conteúdos apagados.

O mesmo vale para outras situações do passado, como imagens ao lado de ex-cônjuges, antigos amigos que se tornaram rivais ou qualquer outro tipo de situação que o usuário deseje ver esquecida. Ele, entretanto, pode não desejar se desfazer das imagens.

Com a possibilidade de arquivar, entretanto, isso deixa de ser uma questão. As publicações marcadas como tal – a partir do menu de opções de cada uma das postagens – passam a aparecer apenas em uma seção fechada do perfil, que pode ser vista apenas pelo próprio usuário. De lá, se desejar, é possível enviá-las de volta para o feed, ou então mantê-las secretas, mas registradas para sempre.

A novidade também vem de uma noção percebida pelo Instagram e que a rede social deseja mudar: a de que seus usuários pensam que aquele é um espaço somente para grandes momentos. Para alterar essa concepção, por exemplo, a empresa lançou a função Stories, que permite o compartilhamento de fotos e vídeos rápidos que desaparecem após 24 horas de publicação – uma tentativa, também, de se posicionar contra o Snapchat, na qual a companhia foi bem-sucedida.

Fonte: TechCrunch

via Canaltech

Novas categorias no Dell Experts

Você já conhece o Programa Dell Experts? Ele está ainda melhor!

O Dell Experts é um programa para consultores em T.I. pessoa física, autônomo ou proprietários de empresas de consultoria de pequeno porte. Você se cadastra no programa, recebe apoio e muitos benefícios.

Agora o programa conta com três categorias: Advantage, Premium e Elite, onde os benefícios melhoram de acordo com o engajamento.

Aproveite e inscreva-se agora!

Transcrição ↓

Programador: Opa, há quanto tempo… Como anda a consultoria?
Consultor: Bom, como diria você: supimpástica! Ainda mais com as novas categorias do Dell Experts!
Consultor: Quem se cadastra já entra na advantage. Daí, de acordo com os pontos e as indicações, a gente pode subir pra Premium ou Elite…
Consultor: Daí só aumentam os benefícios…
Programador: Puxa, parecido aqui com a empresa, mas invertido…
Programador: Aqui você entra como programador. Daí quanto mais você produz, mais ganha em projetos e carga horária…
Programador: você passa de programador para anapropégua e de anapropégua para Senhor Supremo de todos os problemas da empresa…
(* Anapropégua: Analista, programador e fidumaégua)
Consultor: Poxa, tentador… Mas eu já falei dos prêmios e benefícios do Dell Experts??
Programador: Aqui a gente tem que pagar até o café…

Camiseta: Nivel: Senhor Supremo

O artigo "Novas categorias no Dell Experts" foi originalmente publicado no site Vida de Programador, de Andre Noel.

via Vida de Programador

Microsoft anuncia novos Surface Pro e Surface Pen

Como era de se esperar, a Microsoft anunciou na manhã desta terça-feira (23) um novíssimo Surface Pro, o principal dispositivo da família. Após várias fotos do dispositivo vazarem na última semana, ele finalmente foi revelado oficialmente e apresentado pela fabricante como “atualizado, versátil e excepcionalmente poderoso.”

Normalmente apresentado como um tablet ou mesmo um híbrido, o dispositivo agora chega a um novo patamar e é tratado pela Microsoft como um laptop, como é possível notar no primeiro vídeo promocional da máquina. Ao que tudo indica, a MS saiu de vez na cola da Apple e dos MacBooks.

O novo dispositivo alcança uma abertura de 165°, conta com processador Intel de 7ª geração (m3 ou i5), pesa somente 770 gramas e tem incríveis 8,5 milímetros de espessura. O display tem aspecto 3:2 e 12,3 polegadas. Segundo a Microsoft, o gadget vem com uma bateria que garante 13,5 horas de autonomia.

Surface Pen

Outra novidade anunciada outra pela Microsoft é nova Surface Pen, a caneta inteligente que acompanha o Surface Pro. O dispositivo reconhece 4.096 níveis diferente de pressão, o que dá uma noção precisa de sua capacidade na hora de responder aos comandos do usuário, e tem latência de somente 21 milissegundos. Ele estará à venda também em separado por US$ 99 (cerca de R$ 325), disponível em quatro cores: Burgundy, Platinum, Black e Cobalt Blue.

Preço e disponibilidade

O Surface Pro já está disponível em pré-venda a partir de hoje por US$ 799 (cerca de R$ 2,6 mil), e o valor pode mudar caso a opção de armazenamento seja alterada para um SSD. As vendas oficiais começam em 15 de junho em 26 países diferentes. A nova capa Type Cover não acompanha o kit básico do produto e estará à venda a parte a partir de US$ 129 (em torno de R$ 420).

via Novidades do TecMundo

Nokia e Apple encerram disputa sobre patentes e iniciam parceria

nokia

Um processo de patentes movido pela Nokia contra a Apple no ano passado chegou a um fim amistoso nesta semana. A Maçã anunciou nesta terça-feira (23) que a disputa entre as partes, relacionada a patentes de tecnologias móveis, se encerrou com a assinatura de uma parceria focada na venda, disponibilidade e desenvolvimento de produtos e soluções voltados para a área da saúde.

Como parte do acordo, a Apple deverá pagar um valor não revelado à Nokia como compensação pelo uso de suas patentes, além de uma porcentagem também não informada ao longo dos próximos anos. Além disso, voltará a vender produtos da companhia finlandesa em suas lojas digitais e físicas, além de trabalhar com ela no desenvolvimento de novos produtos para as áreas de saúde e fitness.

Os detalhes da parceria não foram revelados, como os valores pagos ou a forma como a cooperação vai acontecer. Mas, para a Nokia, as notícias foram extremamente positivas, pois decorrem de anos de negociação que precedem até mesmo o processo movido em 2016. De acordo com a companhia, a ação judicial foi a última alternativa para ela, e, agora, seus executivos estão felizes de verem a Apple se tornando amiga em vez de rival.

Já a Maçã não demonstra estar tão contente assim, já que, em seu comunicado oficial, existem mais declarações da Nokia do que dela mesma. Jeff Williams, diretor de operações da Apple, diz estar contente de ver a disputa resolvida e a expansão dos trabalhos com a marca, uma noção que também é compartilhada por Basil Alwan, presidente dos negócios de rede da finlandesa.

O processo judicial que originou o acordo firmado agora foi movido em dezembro nas cortes dos Estados Unidos e da Alemanha. A Nokia alegava ter tentado, por anos, chegar a um acordo com a Apple fora dos tribunais, sem sucesso, o que a levou a mover uma ação judicial relacionada a diferentes patentes do segmento mobile e de redes, que estariam sendo usadas indevidamente em produtos da Maçã.

Na época, a empresa de Cupertino chegou a fazer afirmações agressivas contra a rival, dizendo que ela estava adotando medidas abusivas e ilegais para ganhar dinheiro com o licenciamento de patentes como forma de compensar a morte de seu setor de smartphones. A empresa citou como conspiratório o movimento da Nokia de transferir suas patentes para empresas menores, que lidariam com o licenciamento, e via isso como uma forma de dificultar negociações e aumentar os pagamentos, o que acabaria, inevitavelmente, levando a processos devido à complexidade exacerbada.

Por mais que não tenha comentado sobre esse assunto, é fato que os pagamentos de royalties e a nova parceria com a Apple terão um impacto profundo nas receitas da Nokia. Tanto que a fabricante já avisou que os reflexos da união devem aparecer nos relatórios fiscais do terceiro trimestre deste ano, quando será apresentada, também, uma atualização em sua estrutura de otimização de capital.

Fonte: Apple

via Canaltech

Fonte próxima à Lenovo revela novas imagens do Moto G5S

Com o encerramento do Google I/O 2017, a “indústria dos vazamentos” voltou com gás renovado dedicada a revelar quais produtos devem se unir em breve ao universo Android. A mais recente novidade nesse sentido surgiu na forma de novas fotografias do Moto G5S, supostamente obtidas por uma fonte próxima à Lenovo.

Baseado nas imagens vazadas e em rumores anteriores, o novo smartphone deve continuar se encaixando no mercado de aparelhos intermediários, se aproximando ligeiramente da categoria “Premium”. Este ano, a Lenovo decidiu trocar o acabamento em plástico por uma solução totalmente metálica, que deve surgir nas cores cinza, prata e azul.

A previsão é que o Moto G5S tenha um display de 5,2 polegadas com resolução Full HD (1920×1080 pixels), enquanto sua versão Plus deve adotar uma tela de 5,5 polegadas com a mesma resolução. Também há previsão de que a fabricante aposte em um leitor de soesessões digitais frontal, que pode atuar ou não como um botão Home dedicado.

via Novidades do TecMundo

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