Google Notícias tem bug que consome quase toda a franquia de dados

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O Google Notícias foi flagrado devorando o pacote de dados contratado em diversos dispositivos Android. As reclamações de consumo de internet começaram em maio deste ano e há relatos de casos onde o aplicativo consumiu mais de 24 GB em apenas um mês de uso.

O problema começou a aparecer para algumas pessoas em maio, com a mesma reclamação: o Google Notícias está consumindo vários GB de dados em background. O pior de tudo é que, segundo algumas reclamações, o problema acontece até mesmo quando o usuário ativa a opção para que o app acesse a internet apenas via Wi-Fi.

“Nós pedimos desculpas pelo problema que esta falha causou aos nossos usuários. Nós estamos procurando uma forma de remediar o ocorrido”, disse um representante do Google ao site americano Mashable.

Nos fóruns de ajuda do aplicativo, Lisa, gerente de comunidade do Google Notícias, comentou que uma equipe está focada na solução do infortúnio e que novidades serão postadas por lá quando o desfecho ocorrer. A promessa foi feita no dia 26 de setembro e até agora não há resposta.

Ainda não há qualquer solução nos logs de atualização do aplicativo na Play Store e a única forma de evitar a drenagem do pacote de dados é desligar por completo a atualização em segundo plano do app, ou até mesmo a desinstalação do Google Notícias do Android.

Com informações: Mashable e The Verge.

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Google prepara Chrome para Windows 10 em ARM, diz Qualcomm

A Qualcomm afirmou que está trabalhando com o Google no desenvolvimento de uma versão do navegador Chrome que rode de forma nativa em computadores com processadores ARM. O browser específico para este tipo de CPU deve ser lançado em algum momento do segundo semestre do ano que vem.

Snapdragon

No final do ano passado os processadores Snapdragon chegaram aos notebooks, trazendo economia de energia e até a possibilidade de rodar programas que foram desenhados para a arquitetura x86 que está em processadores Intel e AMD. O problema desta compatibilidade é que ela acontece com emulação e o desempenho é o primeiro afetado pela gambiarra.

Miguel Nunes, diretor de produto na Qualcomm, comentou que o Google já está trabalhando em uma versão que rode nativamente nestes computadores. “Ainda estamos trabalhando com diferentes fabricantes e designs. Eu acredito que você terá (o Chrome) por volta da segunda metade do ano que vem”, comentou o executivo em entrevista ao Android Authority.

Com o Chrome rodando melhor no Windows 10 que está nestes computadores, os portáteis com processadores Snapdragon poderão receber mais um incentivo para ganharem a popularidade de seus consumidores, principalmente passando na frente do Chromebook – que, de certa forma, já roda o Chrome em alguns modelos ARM.

Com informações: Windows Central.

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Motorola passa a vender peças originais no iFixit

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A Motorola anunciou nesta segunda-feira (22) que firmou parceria com o site iFixit para fornecer peças de seus aparelhos para a loja online da empresa. As peças serão focadas em reparos mais simples, como a troca de bateria e até mesmo a substituição de uma tela por outra nova, sem a passagem pela assistência técnica.

 

O iFixit é um site que tem inúmeros tutoriais com fotos para o reparo de uma infinidade de produtos, indo de smartphones, tablets e computadores, até câmeras, consoles, carros e caminhões. A Motorola é a primeira empresa de smartphones de grande porte que firma parceria para que os usuários utilizem o site para reparos, que já vende ferramentas genéricas para remover parafusos, cola e desmontar todo o aparelho.

Os valores dos produtos para reparo da Motorola ficam de US$ 40 (R$ 148) até US$ 200 (mais ou menos R$ 739) e englobam bateria, tela e leitor de impressões digitais de vários celulares. Todos atrelados ao guia específico para o modelo em questão, com o mesmo passo a passo de outros produtos de outras marcas.

O único porém desta parceria é que mesmo quando o usuário compra e utiliza as ferramentas vendidas pela Motorola, a garantia do smartphone é perdida se algo der errado no processo. A lista de aparelhos que contam com kits de troca de bateria ou tela é a seguinte:

Com informações: iFixit.

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Black Shark Helo é o celular gamer da Xiaomi com até 10 GB de RAM

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A Xiaomi prometeu lançar um smartphone gamer nesta terça-feira (23) e assim o fez: o Black Shark Helo (e não Black Shark 2, como previsto inicialmente) vem com processador Snapdragon 845, até 10 GB de memória RAM e um joystick que lembra vagamente os controles do Nintendo Switch.

Xiaomi Black Shark HeloXiaomi Black Shark Helo

O apelo gamer começa pelo visual. Embora o Black Shark Helo tenha traços um pouco mais sóbrios que os do primeiro Black Shark, há alguns elementos estéticos que remetem ao segmento, com destaque para o logotipo e os detalhes em LED nas laterais.

Mas o que mais interessa são as especificações. Nesse aspecto, o Black Shark Helo não faz feio. Como você já sabe, o processador é o octa-core Snapdragon 845, que é complementado com a GPU Adreno 630. Já a bateria continua trazendo os mesmos 4.000 mAh que aparecem na geração anterior — há suporte para recarga rápida (Quick Charge 3.0).

Os diferenciais estão na quantidade de memória RAM e na capacidade de armazenamento. Há três configurações possíveis:

  • 6 GB de RAM + 128 GB de armazenamento;
  • 8 GB de RAM + 128 GB de armazenamento;
  • 10 GB de RAM + 256 GB de armazenamento.

A tela mudou. Pensava-se que o Black Shark Helo traria o mesmo painel IPS de 5,99 polegadas da geração anterior, mas, na verdade, o smartphone é equipado com um display AMOLED de 6,01 polegadas com resolução de 2160×1080 pixels, formato 18:9, brilho de 430 nits e HDR — um chip dedicado converte conteúdo em SDR para esse padrão. A taxa de atualização continua em 60 Hz, porém. Notch? Não tem.

Xiaomi Black Shark HeloXiaomi Black Shark Helo

Já as câmeras permanecem praticamente as mesmas. A traseira vem com câmera dupla de 12 + 20 megapixels e abertura f/1,7 nas duas lentes. A frontal traz 20 megapixels e lente com abertura f/2,2.

De acordo com a Xiaomi, o Black Shark Helo tem um mecanismo de controle de calor interno que é mais eficiente que o da primeira geração: os dois tubos de resfriamento líquido presentes no modelo podem reduzir a temperatura do processador em até 12 graus.

Xiaomi Black Shark Helo - resfriamentoXiaomi Black Shark Helo - resfriamento

No quesito software, o novo smartphone da Xiaomi traz o Android 8.1 com a interface Joy UI (similar à MIUI). Um dos destaques aqui é a ferramenta Gamer Studio, que permite ajustar processador, conectividade e outros parâmetros para jogos específicos. Essas configurações podem ser compartilhadas por meio de uma ferramenta chamada Shark Code.

Voltando à parte externa, nos deparamos com uma traseira predominantemente de vidro, corpo de alumínio, leitor de digitais logo abaixo das câmeras, dois alto-falantes externos frontais — não há conexão para fones de ouvido —, além de um botão de dois estágios na lateral que otimiza o processador para jogos exigentes.

Black Shark GamepadBlack Shark Gamepad

Por fim, temos um novo joystick acoplável. O Black Shark Gamepad tem um sistema de encaixe que lembra o Nintendo Switch, como já dito. O acessório é formado por duas partes, uma para cada lado do smartphone, mas é possível utilizar apenas uma (ou nenhuma).

Inicialmente, o Black Shark Helo vai ser comercializado só na China, a partir de 10 de novembro. Os preços são equivalentes a US$ 460 e US$ 505 para as versões com 6 GB e 8 GB de RAM, respectivamente. Ainda não há estimativa de preço para o modelo com 10 GB de memória.

Com informações: Android Authority, GSMArena.com.

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Motorola One: corpinho novo, hardware nem tanto

Motorola One

A Motorola deu um novo gás para sua linha de celulares no Brasil: além dos tradicionais Moto E, G e Z, que já ganharam novas gerações em 2018, temos o Motorola One. Ele é bem diferente dos outros aparelhos da marca, tanto pela nomenclatura quanto pelo visual, e também se destaca por ser o primeiro Android One a desembarcar no país, prometendo atualizações por dois anos e correções mensais de segurança.

Por R$ 1.499, será que o Motorola One é uma boa opção? O processador não é muito novo, mas será que dá conta do recado? As câmeras duplas são boas? E o software, como é? Eu testei o lançamento da Motorola nos últimos dias e conto minhas impressões nos próximos parágrafos.

Em vídeo

Design e tela

Motorola One

O Motorola One é o primeiro smartphone da Motorola no Brasil com um notch. Ele não pode ser ocultado por software de forma nativa e, para mim, que já testei diversos aparelhos com chifres no último ano, isso não foi um problema. A sensação de estranhamento não existiu; os aplicativos se adaptam bem ao formato; e a tela com proporção 19:9 permite que os conteúdos sejam exibidos em sua plenitude.

O aparelho é bem construído e tem uma pegada confortável, graças à tela mais estreita. A traseira, que também abriga um leitor de impressões digitais, é de vidro e adora atrair marcas de dedo, mas elas felizmente não ficam muito visíveis na versão branca. Aqui, um ponto bacana é que a Motorola seguiu a tendência do mercado e passou a enviar uma capinha, bem simples, para proteger o celular dos usuários mais desastrados.

Motorola One
Motorola One

Falando dos acertos, a Motorola manteve a entrada padrão de 3,5 mm para fones de ouvido e uma bandeja tripla, que permite colocar simultaneamente dois chips de operadoras e um cartão de memória para expandir o armazenamento interno de 64 GB. Destaque também para o carregador rápido, de 18 watts, que a empresa já envia na caixa, diferente do que certas fabricantes vêm fazendo.

Mas um ponto controverso é a tela LCD de 5,9 polegadas com resolução HD, de 1520×720 pixels. Ela não é ruim, mas fica abaixo da média da categoria, que já traz displays Full HD. A definição é apenas satisfatória; as cores agradam, com dois modos de saturação que devem deixar todo mundo contente; e o brilho é somente razoável, mostrando uma certa limitação em situações com bastante incidência de luz solar.

Motorola One

Software

O nome do produto não é por acaso: o maior destaque do Motorola One, claro, é o Android One. Ele é o primeiro smartphone do mercado brasileiro a fazer parte desse programa do Google que, basicamente, garante atualizações de sistema por dois anos e correções de segurança mensais por três anos.

Só que a Motorola já não começou muito bem. O Motorola One vem de fábrica com o Android 8.1 Oreo, sendo que o Android 9 Pie já foi lançado, está disponível nos smartphones Google Pixel e está até sendo distribuído para aparelhos da Sony. Enquanto isso, a Motorola ficou só na promessa de liberar o Pie até o final do ano. Sem contar que os pacotes de segurança de setembro e outubro ainda não foram liberados no momento em que eu escrevi este review.

A interface é a mesma que você encontra em celulares da linha Moto. Não existem muitas modificações em relação ao Android puro, mantendo um visual limpo e poucos aplicativos pré-instalados. Além do pacote padrão do Google, o Motorola One traz uma ferramenta da Dolby para melhorar a qualidade de som e o aplicativo Moto, que reúne o Moto Tela, para exibir o relógio e as notificações com o aparelho em standby; e o Moto Ações, com gestos para abrir a câmera e ligar a lanterna.

Câmera

A câmera traseira do Motorola One é dupla, com um sensor principal de 13 megapixels, além de um secundário de 2 megapixels que não serve para tirar fotos, apenas para fazer o efeito de desfoque de fundo. Aqui, eu já ressalto que o modo retrato funciona razoavelmente bem, dentro do que os outros aparelhos da mesma faixa de preço entregam, mas fica a sensação de que o aplicativo de câmera não foi otimizado: o processamento do efeito bokeh demora bastante.

A qualidade das fotos em geral é somente ok. Com boa iluminação, o alcance dinâmico se mostrou muito limitado com o HDR desligado, mas é só ativá-lo que o software faz um bom trabalho em manter as áreas de sombra visíveis, sem estourar os pontos de luz. O ruído é controlado, mas a definição fica claramente abaixo de outros aparelhos intermediários da própria Motorola, como o Moto G6 Plus.

Quando a iluminação é reduzida, o Motorola One sofre mais. A Motorola optou por um ajuste em que a velocidade do obturador cai bastante para tentar manter o ruído sob controle. Na prática, como a lente não tem estabilização óptica de imagem, isso resulta em fotos com nitidez satisfatória para um aparelho mais simples, mas exigindo um pulso bem firme do usuário — eu tive um pouco dificuldade para não deixar tudo tremido.

Já as fotos noturnas ficam quase inviáveis. Para tentar compensar o ruído do sensor, a Motorola aplica um efeito de pós-processamento que acaba deixando todo o quadro com um “efeito aquarela”, sem detalhes. Nesse ponto, o Moto G6, que é um smartphone mais acessível na linha da Motorola, consegue se sair melhor.

Hardware e bateria

O hardware certamente é uma das polêmicas do Motorola One, em especial para quem acompanha o mercado de tecnologia de perto. Ele vem com o Snapdragon 625, um processador octa-core que já foi utilizado à exaustão em smartphones intermediários premium e tem dois anos de mercado; depois dele, vieram o Snapdragon 626, o 630 e o 636.

Para o público em geral, eu diria que isso não faz muita diferença. Nos meus testes, o Motorola One entregou um desempenho decente, dentro do que eu espero de um celular de R$ 1.499 no mercado brasileiro. Sim, fica a sensação de que a Motorola poderia ter caprichado mais. Mas, em conjunto com os 4 GB de RAM e os 64 GB de armazenamento interno, ele não ficou engasgando e rodou bem os jogos de teste.

Motorola One

Uma qualidade que eu sempre destaquei nos vários smartphones com Snapdragon 625 que analisei é a eficiência energética. A bateria de 3.000 mAh do Motorola One não tem um número que salta aos olhos, mas foi mais do que suficiente para me manter conectado o dia inteiro sem me preocupar com uma tomada ou power bank.

No meu dia de testes, eu tirei o Motorola One da tomada às 8h30 da manhã, ouvi músicas por streaming no 4G por duas horas e naveguei na web (entre e-mails, sites e aplicativos de redes sociais) também por duas horas, sempre com brilho no automático. Às 20h, ele ainda tinha 41% de carga. O fato de o processador ser eficiente e a tela não apresentar um brilho muito forte certamente contribuíram para a autonomia.

Conclusão

Motorola One

Se o Motorola One fizer sucesso, provavelmente será mais por causa do design, bem diferente dos outros aparelhos que a empresa já lançou, do que pelas qualidades técnicas. Não dá para negar que ele traz uma sensação de “novidade” e, na mão, passa a impressão de ser um produto muito bem construído, independente de ter um notch ou não.

Mas parece que a Motorola focou demais no visual e esqueceu do resto. A boa duração de bateria e a versão única com generosos 4 GB de RAM e 64 GB de espaço são pontos fortes do Motorola One, mas ele deixa a desejar na tela e na câmera — e isso comparando com os celulares da própria Motorola, especialmente com o Moto G6, que é inclusive mais em conta. A proposta do Android One é interessante, mas ele já veio com um Android desatualizado e sem as correções de segurança prometidas.

Na concorrência, o Asus Zenfone Max Pro entrega um processador mais recente, uma tela com definição maior e bateria de 5.000 mAh; e o Samsung Galaxy J8, que era absurdamente caro no lançamento, hoje é mais acessível que o Motorola One e tem uma câmera um pouco mais confiável, especialmente quando a iluminação não está a favor.

O Motorola One não é um produto ruim, mas quem gosta de tirar fotos e consome muitos vídeos no celular talvez fique melhor servido com outra opção.

Especificações técnicas

  • Bateria: 3.000 mAh;
  • Câmera: 13 megapixels f/2,0 (traseira, principal), 2 megapixels f/2,4 (traseira, secundária) e 8 megapixels f/2,0 (frontal);
  • Conectividade: 3G, 4G, Wi-Fi 802.11n, GPS, GLONASS, BeiDou, Bluetooth 4.2, USB-C, NFC, rádio FM;
  • Dimensões: 149,9×72,2×8 mm;
  • GPU: Adreno 506;
  • Memória externa: suporte a cartão microSD de até 256 GB;
  • Memória interna: 64 GB;
  • Memória RAM: 4 GB;
  • Peso: 162 gramas;
  • Plataforma: Android 8.1 Oreo;
  • Processador: octa-core Snapdragon 625 de 2,0 GHz;
  • Sensores: acelerômetro, proximidade, giroscópio, bússola, impressões digitais;
  • Tela: IPS LCD de 5,9 polegadas com resolução de 1520×720 pixels.

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Apple explica o que significam as letras no nome do iPhone XS e XR

De acordo com Phil Schiller, vice-presidente de marketing global da Apple, o significado para as letras utilizadas nos iPhones deste ano é bem simples e claro: quase nada. O executivo comentou apenas que gosta dos “R” e “S” que aparecem em alguns veículos, e é isso.

iPhone XS e iPhone XS Max

 

Em anos passados as letras nos iPhones já ganharam significado, como o iPhone 3GS onde o S significava Speed (velocidade, já que o 3GS dobrava a quantidade de RAM, o máximo do espaço interno da geração anterior e passou de 412 MHz para 600 MHz no processador), ou então o iPhone 4S, onde a letra S era para o novo recurso desta geração: a Siri, assistente de voz que a Apple lançou depois de comprá-la em 2010.

Depois do iPhone 5S o significado da letra sumiu e seguiu assim até hoje – com exceção do iPhone SE, que significa Special Edition, ou Edição Especial em português. Nos iPhones XS, XS Max e XR o próprio Schiller garantiu que não há significado qualquer no conjunto de letras e o mesmo vale para o iPhone XR – fora do X, que a Apple diz que é o algarismo romano para o número 10.

Para o Schiller, em opinião pessoal e não para um posicionamento oficial da Apple, as letras R ou S costumam aparecer em modelos de carros esportivos e essa analogia o agrada bastante. “Eu amo carros e coisas que andam rápido, e o R e S são letras usadas para denotar carros esportivos que são realmente muito especiais”, comentou o executivo.

Com informações: Engadget.

Apple explica o que significam as letras no nome do iPhone XS e XR

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Snapdragon 675 traz otimização para jogos e suporte a câmera tripla

Se você acha que a atual onda de smartphones gamers é exagerada, prepara-se: a Qualcomm anunciou o Snapdragon 675, um processador octa-core direcionado a esse segmento. Mas não exclusivamente: o chip também traz suporte a câmera tripla e tem recursos auxiliados por inteligência artificial.

Snapdragon

A parte gamer parece não fazer muito sentido, afinal, a série Snapdragon 600 atende a smartphones intermediários. Mas a proposta é justamente levar o forte apelo que o segmento de jogos tem para celulares de categorias medianas. Em outras palavras, a ideia é permitir que fabricantes promovam aparelhos mais acessíveis como otimizados para games.

Para tanto, o Snapdragon 675 é baseado em uma microarquitetura Kryo 460 com dois núcleos Cortex-A76 de 2 GHz para tarefas de alto desempenho, além de seis núcleos Cortex-A55 de 1,8 GHz para tarefas menos exigentes.

De acordo com a Qualcomm, o chip é até 15% mais rápido na abertura de apps de redes sociais e até 30% mais ágil no carregamento de jogos do que o Snapdragon 670 por conta dos núcleos Cortex-A76. A navegação na web melhora em até 35% na comparação com o mesmo processador.

Nos gráficos, o Snapdragon 675 se garante com a GPU Adreno 612. A Qualcomm não deu muitos detalhes sobre ela, o que nos faz ter que aguardar pelos primeiros testes independentes para termos noção do desempenho, mas é de se esperar pouca diferença em relação à GPU Adreno 615 do Snapdragon 670.

De todo modo, a companhia ressalta que o novo chip aplica uma otimização que pode evitar até 90% dos engasgos em jogos — de novo, na comparação com o Snapdragon 670. Como? Ainda não está claro. O AnandTech aponta, porém, que pode ser algo similar ao modo GPU Turbo, da Huawei.

PUBG e Honor of Kings estão entre os jogos otimizados no Snapdragon 675

PUBG e Honor of Kings estão entre os jogos otimizados no Snapdragon 675

Câmera tripla

O Huawei P20 Pro tem câmera tripla na traseira. O LG V40 ThinQ também. Ainda não dá para afirmar que essa é uma tendência que vai chegar aos modelos intermediários, mas o Snapdragon 675 está preparado para ela: o processador de sinal de imagem (ISP, na sigla em inglês) Spectra 250L que compõe o chip foi ajustado para lidar com até três câmeras ao mesmo tempo.

Como não poderia deixar de ser, pode-se combinar as câmeras para aplicar efeito de fundo desfocado e gerar imagens com HDR, só para dar alguns exemplos. Nos vídeos, é possível gravar em câmera lenta, com até 480 frames por segundo em resolução HD.

Outras características do Snapdragon 675 incluem processo de fabricação de 11 nanômetros, modem LTE Snapdragon X12, que permite até 600 Mb/s (megabits por segundo) de download e 150 Mb/s de upload em redes 4G, suporte a telas FHD+ e compatibilidade com o padrão de recarga rápida Quick Charge 4+.

Snapdragon 675 - especificações

Também chama atenção no Snapdragon 675 a inclusão do processador de sinal digital (DSP, na sigla em inglês) Hexagon 685, o mesmo que aparece no Snapdragon 845 e outros chips recentes da Qualcomm.

Talvez já soe cansativo tanta menção à inteligência artificial, mas a companhia ressalta que, graças ao Hexagon 685, diversas tarefas podem ser otimizadas por meio de técnicas do tipo, como identificação de cenas para fotos, reconhecimento facial e detecção de palavras para interação com assistentes de voz.

Se com apelo gamer e câmera tripla na traseira ou não, os primeiros smartphones com o Snapdragon 675 devem ser anunciados no primeiro trimestre de 2019. Vale destacar que, por também ser recente, o Snapdragon 670 vai coexistir por algum tempo com o novo chip.

Snapdragon 675 traz otimização para jogos e suporte a câmera tripla

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WhatsApp terá suporte a Touch ID e Face ID para proteger mensagens no iPhone

Além dos vídeos em notificações e do modo escuro, o WhatsApp também trabalha em uma solução para garantir mais privacidade no iOS. O aplicativo está prestes a oferece suporte ao Touch ID e ao Face ID para proteger as mensagens no iPhone.

Segundo o WABetaInfo, o recurso está sendo desenvolvido há algumas semanas pelo WhatsApp, mas precisa de correções antes de ser liberado. Uma das prováveis melhorias envolve o tempo de resposta da autenticação, que ainda é um pouco longo.

Suporte para Touch ID e Face ID no WhatsApp

Assim que for concluída, a integração com o Touch ID e o Face ID poderá ser habilitada na área de configurações de privacidade do mensageiro. Assim, será preciso realizar a autenticação a cada vez que o aplicativo for aberto.

Se, por algum motivo, a verificação não funcionar, você terá que informar sua senha do iPhone para liberar o WhatsApp. Nenhuma informação – senha, impressão digital ou reconhecimento facial – ficam com o app. Todo o processo é feito com a ajuda de APIs do iOS.

A solução para iOS também deverá ser liberada no WhatsApp Business, mas ainda não há informações sobre quando ela chegará aos usuários. Também não há sinais de que o aplicativo trabalhe para oferecer algo parecido no Android.

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Huawei Honor Magic 2 tem câmera tripla na frente e atrás

A Honor, submarca da chinesa Huawei, vai lançar seu mais novo celular Magic 2 em 31 de outubro. Ele é notável por ter uma câmera frontal tripla e por escondê-la em um mecanismo deslizante, evitando o notch na tela. Alguns vídeos de hands-on mostram como isso funciona. Além disso, já sabemos praticamente toda a ficha técnica do aparelho.

O Honor Magic 2 deu as caras na TENAA, equivalente chinesa à Anatel. Ele possui tela AMOLED de 6,39 polegadas e resolução Full-HD+ (2340 × 1080). Suas bordas são bem finas porque a câmera frontal fica escondida em um mecanismo deslizante. O leitor de digitais, por sua vez, está embutido no display.

São três variantes de RAM e armazenamento: 6 GB/128 GB, 8 GB/128 GB e 8 GB/256 GB. Por dentro, também encontramos o processador Kirin 980 octa-core de 2,6 GHz, e uma bateria de 3.400 mAh com suporte a carregamento rápido de 40 W.

Honor Magic 2 pode esconder câmera frontal tripla

O destaque fica para a câmera frontal tripla, com sensores de 16 megapixels, 20 MP e 2 MP. A câmera traseira também é tripla, com sensores de 16 MP, 24 MP e 16 MP.

Algumas celebridades chinesas divulgaram vídeos do Honor Magic 2, demonstrando como funciona o mecanismo deslizante. Para revelar as câmeras frontais no topo, basta deslizar a tela para baixo com o polegar:

O aparelho virá com Android 9.0 Pie de fábrica, acompanhado pela assistente de voz Yoyo, voltada para usuários chineses. A traseira tem um acabamento espelhado com gradiente vermelho e roxo. E a Honor removeu a entrada de 3,5 mm para fones de ouvido.

Outras fabricantes já esconderam a câmera frontal para evitar o notch. É o caso do Vivo NEX e do Xiaomi Mix 3, que será anunciado nesta quinta-feira (25). Mas para que serve uma câmera tripla para selfies? Saberemos em 31 de outubro, quando o Honor Magic 2 for revelado oficialmente.

Com informações: Engadget, Gizmochina.

Huawei Honor Magic 2 tem câmera tripla na frente e atrás

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Blu lança Vivo XI por R$ 899 com câmera dupla e garantia para tela quebrada

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A fabricante americana Blu lançou no Brasil o Vivo XI, celular de R$ 899 com câmera dupla e atualização garantida para o Android 9 Pie. Além disso, a empresa oferece garantia de 6 meses para tela quebrada. Ela voltou ao país no mês passado com o Vivo XI+.

O Blu Vivo XI possui tela de 5,9 polegadas com resolução HD+ (1520 x 720). Ela possui notch e um queixo na parte inferior. O destaque fica para o BLU-CARE, que oferece conserto gratuito de telas quebradas por seis meses após a compra. É preciso enviar o celular para a loja on-line em que foi adquirido.

Por dentro, temos um processador MediaTek Helio P22, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento interno expansível por microSD. A bateria de 3.000 mAh tem recarga rápida. Na traseira, fica o leitor de impressão digital.

A câmera traseira é dupla, seguindo a tendência do ano, com um sensor principal de 16 megapixels e um secundário de 5 MP para modo retrato, desfocando o plano de fundo. Por sua vez, a câmera frontal de 16 MP tem ângulo de 120 graus para incluir mais pessoas na selfie; e é compatível com “Facemoji” (copiando o Animoji da Apple).

O Vivo XI roda Android 8.1 Oreo, mas a Blu garante que a atualização para o Android 9 Pie já está em desenvolvimento, e será lançada no primeiro trimestre de 2019.

Blu fez parceria para voltar ao Brasil e oferecer garantia

Para voltar ao Brasil, a Blu firmou uma parceria em que a loja NoteTec revende, presta assistência e oferece suporte aos clientes. Os celulares da marca têm garantia de 1 ano para defeito de fabricação, e serão substituídos por um novo em caso de problema nos circuitos internos (em vez de reparo).

A Blu diz em comunicado que o Vivo XI+, com tela Full-HD+ de 6,2 polegadas, teve boa aceitação no Brasil; ele custa a partir de R$ 1.299. Por isso, a empresa decidiu trazer o “irmão menor”, o Vivo XI, que sai por R$ 899.

Blu Vivo XI – ficha técnica:

  • Tela: 5,9 polegadas, HD+ (1520 x 720), formato 19:9, 285 ppi
  • Processador: MediaTek Helio P22, octa-core de 2,0 GHz
  • RAM: 3 GB
  • Armazenamento: 32 GB, expansível por microSD de até 128 GB
  • Bateria: 3.000 mAh com recarga rápida 5V/2A
  • Sistema operacional: Android 8.1 Oreo (será atualizado para Android 9.0 Pie)
  • Câmera traseira dupla: 16 megapixels, flash LED, autofoco por detecção de fase, gravação de vídeo HD 1080p a 30fps + 5 megapixels
  • Câmera frontal: 16 megapixels, flash LED, gravação de vídeo HD 720p a 30fps
  • Conectividade: Wi-Fi a/b/g/n, GPS, Bluetooth v4.1, microUSB
  • Mais: leitor de impressão digital, dual SIM
  • Dimensões: 149 x 72,9 x 7,9 mm, 187 g

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