EUA processam três operadores de criptomoeda por fraude

No último ano, a alta das criptomoedas motivou uma série de golpes que prometiam altos rendimentos em pouco tempo. Desta vez, um órgão regulador dos EUA processou três operadores de criptomoedas, alegando que eles cometeram fraude contra seus clientes.

Segundo a Reuters, a CFTC (Comissão de Negociação de Contratos Futuros de Commodities) acusa Patrick McDonnell e sua empresa CabbageTech de roubarem dinheiro dos clientes, em vez de negociar criptomoedas para eles.

Imagem por GoodManPL/Pixabay

Em outro caso, Dillon Michael Dean e sua empresa, Entrepreneurs Headquarters Ltd, são acusados de operar um esquema de pirâmide. Ele teria solicitado US$ 1,1 milhão em bitcoin de mais de 600 investidores, prometendo combinar e investir esse dinheiro. O terceiro caso segue em segredo de justiça.

Em comunicado, a CFTC e a SEC (comissão americana de valores mobiliários) dizem que continuarão a “impedir e prevenir fraudes na oferta e venda de instrumentos digitais” — isso inclui criptomoedas, tokens e similares.

Em dezembro, a CFTC autorizou o lançamento de contratos futuros de bitcoin, que permitem apostar no preço da criptomoeda. Desde então, eles vêm sendo negociados pela Chicago Board Options Exchange (Cboe) e pelo CME Group, maior operador global de derivativos.

Na época, a Futures Industry Association enviou uma carta pedindo que o órgão solicite mais contribuições do público antes de permitir que novos produtos baseados em criptomoedas sejam lançados no mercado.

O presidente da CFTC, J. Christopher Giancarlo, prometeu esta semana uma “análise intensificada” para derivativos de criptomoeda — como futuros de bitcoin — daqui para a frente. Os reguladores terão uma lista de oito pontos como referência.

Com informações: Reuters, Wall Street Journal.

EUA processam três operadores de criptomoeda por fraude

via Tecnoblog

IA da Microsoft cria desenhos realistas a partir de descrições

Não sei quanto a você, mas se alguém me pedir para desenhar um objeto qualquer, eu não vou passar de alguns poucos esboços infantis. Um computador, porém, pode criar a imagem que lhe pedirem com riqueza de detalhes: pesquisadores da Microsoft desenvolveram um algoritmo de inteligência artificial que faz desenhos realistas a partir de uma descrição.

Drawing bot da Microsoft

Olhando as miniaturas, a gente tem impressão de que as imagens são fotos, mas a companhia jura de pé junto que todas elas foram geradas pelo drawing bot, como o algoritmo vem sendo chamado. “Se você busca no Bing por um pássaro, receberá fotos de um pássaro. Mas, aqui, as imagens foram criadas pelo computador, pixel por pixel, desde o zero”, diz Xiaodong He, um dos pesquisadores do projeto.

Tudo o que o bot precisa é de uma breve descrição do que vai ser desenhado, por exemplo, “vacas pastando no campo” ou algo mais abstrato (na nossa percepção), como “um ônibus de dois andares flutuando”. O objeto é desenhado com fundo ou entorno complementado com elementos definidos pelo próprio bot, ou seja, que não estão na descrição.

É como se o algoritmo tivesse imaginação. Mas ele não tem, não no sentido estrito da palavra. Os desenhos são gerados com base no banco de imagens usado no treinamento. É por isso que, na ausência de objetos referenciados na descrição ou com uma base de referência fraca, o bot pode acabar criando imagens bizarras, daquelas que, se feitas por uma pessoa, talvez fariam você perguntar quem é o fornecedor dela.

Drawing bot da Microsoft

A base do drawing bot é o CaptionBot, projeto de inteligência artificial criado anteriormente que gera descrições de imagens, e o SeeingAI, sistema que é capaz de narrar ou responder a perguntas sobre imagens (ele é útil para deficientes visuais, por exemplo).

Quando um desenho é criado, uma parte do bot analisa o resultado para verificar se ele corresponde com a descrição passada com auxílio de um modelo matemático que simula a atenção humana: se você sabe que a imagem tem que ter um pássaro, vai procurar um pássaro nela; o algoritmo faz a mesma coisa, ou seja, lê a descrição e tenta identificar os elementos associados às palavras.

Ainda que os resultados atuais tenham inconsistências, eles impressionam, sinalizando que, com ajustes e mais treinos, as imagens criadas poderão se aproximar da perfeição, possibilitando que o algoritmo seja usado em softwares de edição de imagens ou criação de animações.

Com informações: TechCrunch.

Mitos e verdades sobre a IA

Existe uma certa afobação na comunidade em torno da Inteligência Artificial. E isso tem acontecido principalmente porque a ideia de máquinas inteligentes gera muita mídia, além de ser um prato cheio para filmes e séries de ficção científica.

Mas a IA ainda está longe de se tornar um ser autônomo, que pensa como um ser humano. O que temos hoje são várias IAs restritas, desenvolvidas para tarefas específicas. Esse é o tema do Tecnocast 064. Dá o play e vem com a gente!

IA da Microsoft cria desenhos realistas a partir de descrições

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Alguns usuários brasileiros do Spotify relatam que suas contas foram invadidas

Nos últimos dias, uma série de usuários brasileiros relataram no Twitter que suas contas do Spotify foram invadidas.

Em geral, alguém acessa a conta do usuário para alterar o e-mail e senha, impedindo o acesso; ou para fazer coisas como alterar sua imagem de perfil e adicionar playlists.

A usuária Andréia Amorim recebeu um e-mail dizendo que seu login e senha do Spotify foram expostos em um fórum. Ela enviou ao Tecnoblog uma captura de tela:

Outros usuários também foram afetados recentemente:

“A equipe do Spotify já está analisando esses casos”, diz a empresa ao Tecnoblog. E em um artigo de ajuda, ela explica que, “quando uma conta é invadida, geralmente é devido a uma violação de segurança de outro serviço”.

Ou seja, se você usa a mesma senha para vários serviços, invasores podem tentar acessar seu perfil do Spotify — que não oferece autenticação por dois fatores, piorando o problema.

Spotify

Em 2016, ocorreu um caso semelhante. Centenas de credenciais para o Spotify – incluindo nomes de usuário e senhas – apareceram no site Pastebin, e alguns clientes notaram que suas contas foram invadidas. Na época, a empresa disse que não foi hackeada, e que monitora o Pastebin regularmente para “avisar imediatamente os usuários afetados a trocar de senha”.

O que fazer

Se sua conta foi invadida, visite o link spotify.com/password-reset para redefinir a senha; depois, acesse sua conta e clique em “Sair de todos os dispositivos”.

Então, acesse o formulário de contato e selecione Login > “Eu não consigo entrar no Spotify” > “Ainda preciso de ajuda” e descreva o problema. Você também pode entrar em contato via @SpotifyAjuda pelo Twitter.

E para evitar problemas futuros, utilize uma senha única para acessar o Spotify, e evite compartilhá-la com outros usuários. Como o serviço não oferece verificação em duas etapas, esta é a melhor forma de se manter seguro.

Colaborou: Jean Prado.

Alguns usuários brasileiros do Spotify relatam que suas contas foram invadidas

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Brecha expõe 40 mil clientes da OnePlus e seus dados de cartão de crédito

A fabricante chinesa OnePlus é conhecida por seus smartphones acessíveis com especificações high-end. Ela vende seus produtos através da internet, e sua loja online ficou vulnerável a ataques durante meses.

Segundo a OnePlus, um invasor não-identificado obteve dados de cartão de crédito de 40 mil clientes entre novembro de 2017 e janeiro de 2018. Ela envia seus produtos para 33 países; a lista não inclui o Brasil.

A empresa diz que o invasor conseguiu acessar um dos seus servidores, e injetou um script que capturou os dados de cartão de crédito enquanto eles eram digitados no formulário de pagamento do site, antes de serem criptografados para envio.

Clientes que pagaram via PayPal não foram afetados, nem mesmo quem já tinha os dados salvos no perfil — o invasor precisava que o usuário digitasse o número do cartão.

Alguns clientes estavam sofrendo cobranças fraudulentas em suas faturas; por isso, a empresa desativou pagamentos com crédito em seu site, e abriu uma investigação. Ela não diz quantas pessoas foram afetadas por compras fraudulentas.

Para compensar a dor de cabeça, a OnePlus vai oferecer gratuitamente um ano de monitoramento de crédito para os usuários afetados — que, segundo ela, representam uma “pequena parcela” de sua base de clientes. A investigação segue em andamento.

Em novembro, descobriu-se que aparelhos da OnePlus vinham com um aplicativo de diagnóstico chamado EngineerMode, que pode dar acesso root a qualquer um sem desbloquear o bootloader. Ele foi removido após uma atualização.

E em outubro, a fabricante foi acusada de coletar mais dados do que deveria sobre os usuários. Isso incluía seu número de telefone, horários e frequência de desbloqueio de tela, e por quanto tempo cada app ficava em primeiro plano. Ela prometeu mudar essa prática.

Com informações: OnePlus, Engadget.

Brecha expõe 40 mil clientes da OnePlus e seus dados de cartão de crédito

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Novas câmeras RealSense da Intel “enxergam como humanos”

Enquanto uma parte da Intel tenta desesperadamente dar um jeito nas falhas Meltdown e Spectre, outras seguem a filosofia “a vida continua”. A divisão que lida com hardware para realidade aumentada é uma delas: duas câmeras RealSense foram anunciadas nesta semana com a proposta de dar visão 3D a qualquer dispositivo.

Na primeira olhada, a RealSense D415 e a RealSense D435 lembram webcams ou algo nos moldes do finado Kinect, mas a verdade é que elas vão muito além disso. As duas câmeras são equipadas com sensores que calculam a profundidade, permitindo mapeamento tridimensional e noções precisas do espaço do ambiente. Elas também contam com sensor RGB (para definição de cores) e módulo infravermelho.

RealSense D415 e D435 (inferior)

RealSense D415 e D435 (inferior)

O objetivo é permitir que as câmeras sejam empregadas em aplicações de realidade aumentada ou mista (realidade virtual com aumentada). A Intel afirma que elas são baseadas em uma tecnologia que “enxerga” como humanos para entregar experiências mais ricas. Para tanto, ambas foram equipadas com um chip RealSense Vision D4 capaz de processar imagens com resolução de até 1280×720 pixels e 90 frames por segundo em tempo real.

Note que as novas câmeras são componentes, não produtos finais, o que significa que elas podem complementar vários tipos de equipamentos, mas não trabalham sozinhas. É possível usá-las, por exemplo, em drones — ambientes externos também são suportados —, simuladores, jogos e projetos educacionais.

Para a comunicação com outros dispositivos, a Intel equipou as duas câmeras com uma porta USB 3.0 com conector C. Como esperado, ambas também são compatíveis com o RealSense SDK 2.0, kit de desenvolvimento que facilita a criação de aplicações em Python, C++ e por aí vai.

Tecnicamente, os dois modelos são quase iguais. Porém, a RealSense D415 tem campo de visão mais estreito, o que a torna adequada para objetos pequenos ou medições mais precisas. Já a RealSense D435 proporciona um campo de visão mais abrangente, próprio para objetos em movimento, por exemplo.

A RealSense D415 e a RealSense D435 custam, respectivamente, US$ 149 e US$ 179 na pré-venda. A Intel faz envio para diversos países, inclusive o Brasil.

Novas câmeras RealSense da Intel “enxergam como humanos”

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LG X4+ é um intermediário que promete resistência de nível militar

A LG vem experimentando colocar alguns recursos chamativos em sua linha intermediária. O Q6 possui tela com bordas finas; o K7i traz um repelente ultrassônico de mosquitos.

Desta vez, temos o LG X4+. Ele se destaca pela certificação MIL-STD 810G, um padrão criado pelo Departamento de Defesa dos EUA, envolvendo seis categorias: impacto, vibração, alta temperatura, baixa temperatura, choque térmico e umidade.

Ou seja, ele promete sobreviver a diversas quedas sem deixar de funcionar, e também resistir a grandes variações de temperatura. Entre os smartphones com certificação MIL-STD 810G, temos o LG V30 e o Samsung Galaxy S8 Active.

O LG X4+, no entanto, é mais barato: foi lançado nas três principais operadoras da Coreia do Sul por cerca de US$ 280. Por dentro, temos um processador Snapdragon 425, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento expansível por microSD.

Sua tela IPS de 5,3 polegadas tem resolução HD. As câmeras são de 13 megapixels (frontal) e 5 megapixels (traseira). A bateria é de 3.000 mAh. Há um leitor de digitais na traseira feita de alumínio.

Outro destaque do LG X4+ é seu conversor digital-analógico, ou DAC, com suporte a até 192 kHz em 32 bits, “o nível mais alto para música digital”. Ele roda Android 7.0 Nougat, e é compatível com o serviço de pagamentos LG Pay.

A LG vem perdendo dinheiro com smartphones, e rumores dizem que seu CEO mandou o próximo flagship — o G7 — ser totalmente refeito. Quem sabe a linha intermediária possa dar um fôlego adicional para a empresa.

Com informações: LG, PhoneArena.

LG X4+ é um intermediário que promete resistência de nível militar

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Como funciona o misterioso sistema operacional Fuchsia no Google Pixelbook

O Google tem dois sistemas operacionais — Android e Chrome OS — e está preparando um terceiro. O Fuchsia tem código-fonte aberto, e foi pensado para rodar em smartphones e tablets.

Recentemente, o Google liberou uma forma de instalar o Fuchsia no laptop Pixelbook, lançado há alguns meses com Chrome OS. O Ars Technica decidiu testá-lo para obter mais detalhes sobre o sistema.

Como dissemos por aqui, instalar o Fuchsia não é fácil. Você precisa usar outro computador para montar o sistema e criar uma mídia de instalação. Depois, você insere esse USB bootável no Pixelbook e transfere 1,1 GB de arquivos através da rede local.

Depois desse processo, o Fuchsia leva você até a tela de bloqueio. Há um botão no canto superior esquerdo que alterna entre modos laptop e smartphone. O botão “Login” abre uma página do Google com campos de e-mail, senha e autenticação por dois fatores; no entanto, ela não funciona.

O jeito é usar o botão “Convidado”. Então, você é levado à tela inicial. No centro, há uma barra de status mostrando a hora, data, botão Fuchsia, conectividade Wi-Fi e bateria.

Vários recursos de hardware funcionam, como a tela sensível ao toque, o trackpad, o teclado e as portas USB. Ficou faltando o Wi-Fi, no entanto.

A barra inferior permite fazer buscas no Google e abrir apps. Os apps abertos ficam reunidos na metade superior da tela inicial; você pode fechá-los deslizando para os lados, ou arrastar um em cima do outro para o modo multijanela.

Quando você abre um app, surge uma barra de navegação na parte inferior, com um botão Home e um ícone de bateria. Você pode pressionar o botão para abrir o painel de configurações rápidas, e deslizar para cima para exibir a barra de pesquisa do Google.

Os apps também não funcionam direito ainda. O navegador (não é o Chrome) ainda renderiza mal as páginas; o player de vídeo tenta reproduzir vídeos sem sucesso; e o reprodutor de música falha com uma tela vermelha.

Além disso, o Pixelbook fica sempre quente ao rodar o Fuchsia, mesmo parado na tela inicial. Ele está disponível em configurações com processador Core i5/i7 e até 16 GB de RAM.

Sim, a experiência é bugada, mas vale lembrar que o Fuchsia ainda tem um longo caminho a percorrer. Em vez de usar o Linux, com mais de 25 anos de desenvolvimento, o Google está começando do zero com um kernel chamado Zircon (baseado no LK).

Tem mais: o Fuchsia está em desenvolvimento há apenas dois anos. O Android levou cinco anos (entre 2003 e 2008) para ser lançado, e a toque de caixa, para concorrer com a primeira geração do iPhone.

Vai demorar um pouco até que o Fuchsia esteja pronto para usuários comuns. Até lá, espero que o Google tenha respondido a grande dúvida: para que servirá esse sistema operacional?

Com informações: Ars Technica.

Como funciona o misterioso sistema operacional Fuchsia no Google Pixelbook

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Facebook testa enviar stories através do desktop

O Facebook colocou stories em seus principais produtos — no Instagram, no WhatsApp, no Messenger e na própria rede social — e quer que seus usuários postem fotos e vídeos efêmeros em todos eles.

Para estimular mais histórias no próprio Facebook, a empresa está testando um recurso que permite enviá-las através do desktop. Segundo o TechCrunch, é possível fazer upload de fotos ou vídeos, ou usar sua webcam.

Além disso, as histórias não ficam mais relegadas à barra lateral: elas aparecem acima da caixa de status, assim como no celular. É uma posição mais proeminente para fazer mais pessoas acessarem — e postarem — stories no Facebook.

Por enquanto, essas mudanças estão disponíveis apenas para uma pequena porcentagem de usuários. “Estamos testando a opção de criar e compartilhar Histórias do Facebook no desktop, e também estamos testando mover a seção de Histórias do canto superior direito para acima do feed de notícias”, diz a empresa em comunicado.

Desde outubro, o Instagram permite postar suas histórias no Facebook. E desde novembro, o Messenger Day — clone do Snapchat — foi substituído pelo Facebook Stories: o que você posta no aplicativo de mensagens aparece também na rede social, e vice-versa.

O Instagram Stories tem 300 milhões de usuários, e o WhatsApp Status tem o mesmo número. No entanto, ainda não sabemos quantos usuários estão no Facebook Stories; é um sinal de que ele ainda não decolou.

Com informações: TechCrunch.

Facebook testa enviar stories através do desktop

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Snapchat demite e fala em reorganização para sobreviver

Os prejuízos só aumentam, o número de usuários estagnou e, ainda que em testes, o novo app não agrada. Apesar disso, a Snap, dona do Snapchat, acredita em dias melhores: a companhia demitiu recentemente mais de 20 pessoas e fala em reorganização para diminuir custos e, principalmente, focar em conteúdo.

Snapchat

A maior parte das demissões afeta justamente a divisão de conteúdo. A Snap tem uma equipe de curadoria para classificar e destacar vídeos no Snapchat de forma a aumentar o engajamento. Evan Spiegel, CEO da companhia, justifica os desligamentos dizendo “precisamos ter uma organização que escala internamente”.

No comunicado, o chefão da Snap continua: “devemos nos tornar exponencialmente mais produtivos à medida que agregamos recursos adicionais e membros de equipe”. É um claro sinal de que a empresa está cobrando mais desempenho dos funcionários ou, indiretamente, adotando uma postura do tipo “vamos fazer mais com menos”.

O setor de conteúdo é o alvo da vez, mas sabe-se que Spiegel exige que os gestores de todas as divisões tomem decisões rígidas se funcionários ou mesmo equipes inteiras estiverem deixando a desejar. Com efeito, a Snap fez várias demissões ao longo de 2017, especialmente nas áreas de hardware — os óculos Spectacles foram um desastre — e recrutamento.

Novo design

Como parte do plano de reorganização, os funcionários da área de conteúdo (que restaram) ficarão concentrados no escritório da Snap em Los Angeles, e não mais espalhados. O próximo passo, de acordo com a companhia, é contratar as pessoas certas para a divisão.

É bom que seja assim, pois a pressão dos investidores é cada vez maior e, consequentemente, a interna também. Em uma óbvia referência ao Facebook, Spiegel tem falado aos funcionários que a Snap continua a inspirar competidores, razão pela qual ele não está interessado no segundo lugar.

Mas, observando de longe, não dá para saber se essa é a postura otimista de um CEO ou simplesmente teimosia: a prometida reformulação que vai fazer o Snapchat voltar ao topo tem deixado os usuários que testam o nome design irritados e confusos. Diante dessa situação, o “segundo lugar” nem é tão ruim.

Com informações: Business Insider, Cheddar.

Snapchat demite e fala em reorganização para sobreviver

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Brasileiro é eleito o melhor jogador de Counter Strike do mundo

Pelo segundo ano consecutivo, Marcelo “coldzera” David foi eleito, pelo site HLTV, o melhor jogador de Counter Strike: Global Offensive do mundo.

Repetindo o feito de 2016, coldzera foi novamente o jogador mais consistente do ano, figurando no topo do ranking mundial de 2017. Com seus companheiros da SK Gaming, ele conquistou 8 dos 9 títulos que disputou na temporada, e foi escolhido o melhor jogador do torneio em 5 ocasiões.

Ele tem 23 anos e começou a jogar Counter Strike profissionalmente em 2012, mas foi só em 2015 que sua carreira internacional decolou. Desde então, tem colecionado títulos e premiações individuais.

Em 2016, coldzera foi escolhido como o melhor atleta de esports do mundo pela Game Awards. E no ano passado, ele foi eleito o melhor jogador de Counter Strike do país pelo Prêmio eSports Brasil.

foto: HLTV

O ranking dos 20 melhores jogadores de Counter Strike: Global Offensive do mundo é publicado anualmente, desde 2010, pelo site HLTV, considerado uma das maiores referências mundiais sobre o game.

Para a escolha dos atletas, a equipe de editores analisa o desempenho dos principais jogadores em todos os campeonatos da temporada, levando em consideração várias estatísticas do game, além da importância dos torneios disputados.

foto: HLTV

Em 2016, o Brasil apareceu pela primeira vez no ranking conquistando, logo de cara, as duas primeiras posições, com Marcelo “coldzera” David em primeiro e Gabriel “Fallen” Toledo em segundo.

No ranking de 2017, o país voltou a figurar na elite do Counter Strike mundial. Além de coldzera em primeiro, Fernando “fer” Alvarenga ficou em terceiro, Gabriel “Fallen” Toledo foi o sexto, e Ricardo “boltz” Prass, o décimo-oitavo. Todos jogam no SK Gaming, considerado um dos melhores times de CS do mundo, e que atualmente ocupa o primeiro lugar do ranking por equipes.

Brasileiro é eleito o melhor jogador de Counter Strike do mundo

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