Tecnocast 087 – Transportes do futuro

Os meios de transporte que usamos diariamente são baseados em tecnologias que surgiram há décadas ou até séculos. Temos humanos fazendo besteira atrás de volantes de motores de combustão interna, ônibus que ficam ilhados no trânsito das grandes cidades, trens abarrotados de pessoas sobre trilhos que nunca terminam de ser construídos…

Mas será que o futuro pode nos reservar algo melhor? Estamos vendo muitas inovações surgirem em transportes: túneis que transportam carros para fugir do congestionamento na superfície, cápsulas que viajam a 1.200 km/h em tubos embaixo da terra e até foguetes para viajar de um continente a outro em meia hora. Tudo isso vai nos levar a uma luz no fim do túnel?

Neste episódio, desabafaremos sobre as nossas decepções com os meios atuais e discutiremos as alternativas de transporte no futuro. Dá o play e vem com a gente!

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Netflix tentou comprar salas de cinema nos EUA para ter mais chances ao Oscar

A Netflix tem 119 milhões de assinantes ao redor do mundo, e suas séries fazem parte da cultura pop há alguns anos. No entanto, os filmes originais da plataforma nem sempre têm o mesmo impacto.

Pior: a organização do Festival de Cannes deixou de aceitar filmes que não estrearam nos cinemas da França, efetivamente barrando serviços de streaming.

Os filmes da Netflix podem concorrer ao Oscar, porém teriam mais chances se fossem exibidos na tela grande. Por isso, segundo o Los Angeles Times, a empresa tentou comprar uma rede pequena de cinemas nos EUA.

Netflix

Executivos consideraram comprar a Landmark Theatres, com sede em Los Angeles. Ela pertence, em parte, ao empreendedor Mark Cuban; e tem 53 cinemas com 255 salas em 27 cidades nos EUA, incluindo Nova York, San Francisco e LA.

No fim, a Netflix decidiu não fazer um acordo porque o preço de venda da Landmark era alto demais. Mas isso poderia resolver alguns problemas para o serviço de streaming.

Seus filmes são barrados por grandes cadeias de cinema, como AMC, Cinemark e Cineplex, porque fazem estreia simultânea na internet. Ao comprar salas próprias, a Netflix poderia driblar esse problema.

A chance de ganhar um Oscar também aumenta: “para ser considerado nas premiações, eles precisam ser capazes de divulgar os filmes nas telas dos principais mercados”, diz uma fonte ao LATimes. Isso também poderia atrair cineastas mais prestigiados, que querem ver seus filmes sendo exibidos em cinemas.

O analista Eric Handler lembra que a Netflix “decolou quando alguns de seus títulos originais foram indicados para o Emmy. Isso deu credibilidade ao que eles estão fazendo. Se eles puderem fazer isso para mais premiações, isso pode elevar um pouco a plataforma”.

A Netflix deve gastar até US$ 8 bilhões este ano em conteúdo original. Ela terá um total de 700 séries, especiais e filmes originais em 2018.

Com informações: Los Angeles Times.

Netflix tentou comprar salas de cinema nos EUA para ter mais chances ao Oscar

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Emulador para jogos antigos atinge latência menor que console original

Games clássicos como Super Mario Bros. e Sonic the Hedgehog têm uma característica em comum: a latência elevada. Ou seja, eles costumam demorar algum tempo para exibir na tela os comandos enviados por meio do controle.

O delay é quase imperceptível nos consoles originais, porém fica mais evidente em emuladores. Isso acontece por diversas razões – das características de mouse e teclado até o processamento do vídeo. Por esse motivo, usuários mais assíduos vêm buscando formas de reduzi-lo.

Quem encontrou uma resposta foram os desenvolvedores da RetroArch, uma famosa interface para emular jogos clássicos. Eles conseguiram fazer com que a latência dos games fosse ainda menor do que a existente nos consoles originais.

Consoles como o NES processam o input do usuário ao mesmo tempo em que o próximo quadro está sendo renderizado. Com isso, é necessário esperar esse quadro ser finalizado para a resposta a uma ação ser exibida na tela.

Em alguns casos, a diferença entre o input e a ação na tela pode chegar a quatro frames. O vídeo abaixo dá um exemplo da diferença entre o NES e o emulador que recebeu a melhoria:

Afinal, qual foi a mudança realizada? Para melhorar a experiência, os responsáveis pelo RetroArch “aceleraram” alguns frames inúteis. Assim, os quadros que não mostram nenhuma movimentação passam despercebidos. Em seguida, o quadro em que realmente há alguma diferença é mostrado.

Para manter a experiência do jogo original, o emulador também faz ajustes no áudio. Quando o botão é apertado, a plataforma salva os efeitos de áudio que deveriam aparecer no primeiro frame, e só os carrega no quadro em que há a movimentação.

A mudança exige que os computadores tenham um trabalho maior de processamento. No entanto, ela não chega a ser um grande problema para máquinas mais recentes.

Batizada de LAGFIX, a solução está sendo desenvolvida desde março e deverá continuar recebendo melhorias. A partir de agora, o trabalho também envolve a análise de uma lista de jogos clássicos, para identificar a latência em cada título.

Com informações: Ars Technica.

Emulador para jogos antigos atinge latência menor que console original

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Uma olhada de perto no Moto G6, E5 e todas as variantes

A Motorola revelou mais uma geração de smartphones básicos e intermediários no mercado brasileiro. São cinco aparelhos, com preços de até R$ 1.599, que fazem parte das duas famílias que mais vendem dentro da empresa: Moto E5, Moto E5 Plus, Moto G6, Moto G6 Play e Moto G6 Plus.

Mas, afinal, o que há de novo em relação à geração anterior? E quais as diferenças entre eles? Eu fui conferir os aparelhos de perto e conto tudo nos próximos minutos.

Em vídeo

O vídeo será publicado em breve!

Moto E5 e E5 Plus

Vamos começar pela quinta geração do Moto E, que é cada vez menos uma linha básica da Motorola. Tanto o Moto E5 quanto o Moto E5 Plus possuem hardware mais simples, com processador quad-core Snapdragon 425, 2 GB de RAM e apenas 16 GB de armazenamento, mas eles trazem algumas novidades bem-vindas dentro da família.

O primeiro detalhe é que, pelo visto, não existe mais aparelho pequeno dentro da Motorola. O Moto E5 já começa com uma tela de 5,7 polegadas, enquanto o Moto E5 Plus tem um painel de 6 polegadas (!), ambos com resolução de 1440×720 pixels. A empresa até tenta ressaltar o fato de que a proporção 18:9 e as bordas menores deixam o aparelho mais compacto, mas não tem jeito: tem que fazer um alongamento de dedo.

Agora, tanto o modelo normal quanto o Plus têm baterias acima da média, com capacidades de 4.000 e 5.000 mAh. E, diferente da geração anterior, eles chegam com carregador TurboPower de 15 watts dentro da caixa, o que deve acelerar um pouco o tempo de carregamento — o Moto E4 Plus demorava entre 3 e 4 horas para dar um abastecimento completo com um adaptador de 10 watts.

O leitor de impressões digitais está na traseira, onde fica a marca da Motorola. Logo acima dele, temos uma câmera simples, de 13 megapixels no Moto E5 e 12 megapixels no Moto E5 Plus (os números não estão errados). Apesar da carinha de câmera dupla do Plus, o segundo buraco na verdade abriga um laser, que ajuda a focar mais rapidamente, especialmente em condições de baixa iluminação.

Em resumo, são aparelhos mais simples, que possuem bateria poderosa e, como de costume na família Moto E, sempre tentam trazer alguma novidade de aparelhos mais caros: no Moto E4, foi a vez do leitor de impressões digitais; no Moto E5, o destaque parece ser a tela 18:9, que ganhou até um nome pomposo: Max Vision (mas é só um LCD).

A Motorola confirmou que o Moto E5 e o Moto E5 Plus serão vendidos no Brasil, mas eles ainda não têm data nem preço. Se a empresa seguir o script, são smartphones que devem ficar na faixa dos 800 a 1.000 reais, encostando nos Moto G.

Moto G6, G6 Play e G6 Plus

A estrela do dia foi o Moto G6 (e suas variantes). Não houve tanta melhoria no desempenho: a Motorola se concentrou mais no design, que agora é de vidro e metal; e nas telas, que estão maiores, com até 5,9 polegadas, proporção 18:9 e um aproveitamento de espaço melhor, ocupando boa parte da frente do aparelho (mas ainda com uma borda inferior bem generosa).

Para resumir, o Moto G6 seria o modelo padrão, que deve atender a maioria das pessoas; o Moto G6 Play sacrifica o desempenho em troca de uma bateria que dura mais; e o Moto G6 Plus traz um hardware mais potente, encostando nos intermediários premium, inclusive dentro da Motorola, com o Moto Z2 Play e o Moto X4.

O Moto G6 Play é quem destoa mais do grupo. Com preço sugerido de R$ 1.099, ele tem uma tela HD+ (e não Full HD+ como os irmãos mais caros), não possui câmera dupla e o leitor de impressões digitais fica atrás, não na frente. Na prática, há muito mais características em comum com o Moto E5 Plus do que com o Moto G6, até por causa da bateria grande, de 4.000 mAh.

Ele vem com Snapdragon 430, que já é um processador relativamente antigo, anunciado originalmente em 2015, o que me deixa um pouco receoso quanto ao desempenho: esse chip era o grande motivo do gargalo do LG Q6, lançado no ano passado. Aqui, a Motorola colocou 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. O Android é o 8.0 Oreo e a Motorola disse com todas as letras que ele terá atualização para o Android P (cobrem depois).

No Moto G6, temos um conjunto mais interessante: a capacidade de RAM e armazenamento são os mesmos, mas ele já vem com uma tela de resolução melhor; uma câmera dupla na traseira (com abertura f/1,8 na lente principal) que permite colocar efeitos nas fotos e brincar com profundidade de campo; e um processador Snapdragon 450.

Apesar de o número dar a entender o contrário, o Snapdragon 450 é bem melhor que o 430: ele é de 2017, tem uma frequência mais alta de 1,8 GHz, já é fabricado em 14 nanômetros e suporta gravação de vídeo em Full HD a 60 quadros por segundo. A linha de processadores da Qualcomm anda bem bagunçada ultimamente: o Snapdragon 450 é bem mais próximo de um Snapdragon 625 que de um 430.

Uma novidade de software é que a Motorola colocou o Moto Voz, um assistente pessoal que permite enviar mensagens no WhatsApp, tocar uma música no Spotify, mostrar os compromissos do calendário, tudo por meio de comandos de voz. Normalmente, esses recursos de voz ficavam restritos ao Moto X e Moto Z; agora, eles também estão no G. Infelizmente, por causa do barulho, eu não consegui testar o Moto Voz muito bem; de qualquer forma, todos os detalhes estarão no review completo.

Por fim, temos o Moto G6 Plus. Ele custa R$ 1.599 e, por 300 reais a mais que o Moto G6, você leva uma tela maior (5,9 polegadas); uma câmera traseira que deve trazer resultados melhores no escuro; uma bateria maior (3.200 mAh), o recurso de TV digital; e um hardware mais potente. Ele tem Snapdragon 625 (o mesmo do Moto G5s Plus), 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento.

A traseira dele é praticamente idêntica ao do Moto X4, com vidro curvado, que ajuda na ergonomia e enche de marcas de dedo; e uma câmera dupla com o anel texturizado. Ele é até bonito na traseira, só é um pouco estranho na parte frontal: a Motorola parece ter se preocupado em reduzir as bordas, diminuiu a altura do leitor de impressões digitais e… deixou a marca na frente. Pra quê?

Review

Nosso review completo do Moto G6 será publicado nas próximas semanas. O que vocês querem saber sobre ele?

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Claro lança pacote de roaming internacional para quem viaja à Europa

Faz alguns meses que a Claro lançou o Passaporte Américas, um adicional disponível para clientes do pós-pago que permite utilizar o plano em países da América do Norte, América Central e América do Sul. A operadora anunciou hoje a novidade para quem viaja para destinos europeus.

O Passaporte Europa permite que o cliente faça ligações ilimitadas e troque SMS com números do Brasil e do país visitado, além de poder receber chamadas de qualquer número sem se preocupar com a conta. Além disso, o cliente navega no exterior com a internet do seu plano, como se estivesse no Brasil.

O pacote tem cobrança anual, e custa R$ 239,88. Esse valor é dividido em 12 parcelas diretamente na fatura do cliente, e não pode ser contratado para um único mês. No final das contas, são R$ 19,99 por mês. Quem tem plano familiar compartilhado precisa ficar de olho, pois a cobrança é feita por cada linha.

Para assinar, o principal requisito é que o cliente tenha um plano Claro Pós Ilimitado. Quem tem planos mais antigos precisa migrar para o novo portfólio e, então, pode contratar o pacote adicional. A novidade também está disponível para clientes de planos corporativos.

O pacote não permite o uso permanente do plano no exterior: caso o cliente utilize o celular por mais de 30 dias, será necessário pagar as tarifas tradicionais ao exceder o limite.

A cobertura do Passaporte Europa contempla 48 países: Albânia, Alemanha, Áustria, Bélgica, Bielorrússia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Escócia, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Geórgia, Grécia, Holanda, Hungria, Inglaterra, Irlanda, Irlanda do Norte, Itália, Letônia, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macedônia, Malta, Moldávia, Mônaco, Montenegro, Noruega, País de Gales, Polônia, Portugal, República Tcheca, Romênia, Rússia, São Marino, Sérvia, Suécia, Suíça, Turquia, Ucrânia e Vaticano.

O Passaporte Europa não é tão acessível quando o Passaporte Américas, que custa R$ 119,88 por ano. Quem viaja muito para a Europa e países da América precisaria assinar os dois passaportes, e aí o custo extra mensal na conta é de R$ 29,98.

Viajantes esporádicos podem preferir comprar um SIM Card no país de destino. Como os países da União Europeia acabaram com as tarifas de roaming, é bem provável que você gaste menos que a anuidade do Passaporte Europa para ter internet móvel por alguns dias.

Para quem vai ao Reino Unido ou simplesmente começa a viagem por lá, uma boa pedida é pedir um SIM Card gratuito no site da operadora giffgaff, que envia sem custos extras para o Brasil.

Claro lança pacote de roaming internacional para quem viaja à Europa

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Instagram Web: como ver histórias e fazer pesquisas anonimamente

Por muito tempo, o Instagram era restrito ao smartphone, até que a rede social lançou uma versão web e começou a adicionar recursos, como a função de fazer buscas, visualizarpostar histórias e até postar fotos.

Sim, esta última precisa ser a partir do celular (ainda que sem o app), mas já te ensinamos a postar fotos e stories a partir do PC. E quanto a outros recursos restritos à quem tem uma conta?

O que você pode fazer no Instagram web

Logado com a sua conta ou não, veja o que você pode fazer no Instagram web oficial:

  • visualizar posts e histórias (este último precisa de login);
  • editar seu perfil;
  • ver seus posts salvos;
  • pesquisar por locais, hashtags e usuários.

Como ver histórias anonimamente

Uma extensão do Chrome chamada IG Chrome Story ajuda na tarefa de visualizar histórias anonimamente no Instagram web. Basta fazer a instalação, acessar o Instagram web e tocar no ícone de olho do lado do seu usuário. Você vai ver que o olho terá um traço na diagonal, ou seja, ele a extensão estará bloqueando a visualização.

Como fazer pesquisa sem estar logado

Se você não quer fazer login na sua conta, ainda pode fazer pesquisas por locais, hashtags e usuários, por exemplo. Na realidade, o Instagram deixa você fazer essa busca, mas não da página principal.

Você pode burlar isso entrando no perfil de algum usuário, por exemplo em instagram.com/instagram/ e usar a barra de busca no topo da página. Basta digitar o nome de um perfil, hashtag ou local e clicar na sugestão apropriada.

Instagram Web: como ver histórias e fazer pesquisas anonimamente

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Intel desiste de óculos inteligentes que projetam notificações na sua retina

Em fevereiro, a Intel revelou um discreto par de óculos que exibe notificações no seu campo de visão, e usa um laser de potência muito baixa. Ela planejava encontrar parceiros para fabricar e vender o Vaunt, mas parece que não conseguiu.

Segundo o The Information, a Intel está encerrando seu grupo responsável por dispositivos vestíveis, incluindo os óculos Vaunt. Ela confirmou isso em comunicado ao Engadget, culpando a “dinâmica de mercado”.

O Vaunt não faz muita coisa: ele se concentra em exibir informações no canto inferior direito do seu campo de visão. Um laser de potência muito baixa projeta uma imagem vermelha de 400 x 150 pixels, com notificações do iPhone ou Android recebidas via Bluetooth.

Para interagir com os óculos, é necessário fazer gestos sutis com a cabeça. Eles não têm botões nem touchpad. Futuras versões poderiam ganhar um microfone para controle por voz. Mas, infelizmente, o projeto acabou.

A Intel não vem tendo muita sorte com gadgets. Ela cancelou o Project Alloy, headset de realidade virtual que funcionava sem computador ou smartphone; desistiu de wearables para se concentrar em realidade aumentada; e agora cancelou seus óculos inteligentes.

O New Devices Group (NDG), responsável pelo Vaunt, foi encerrado. Trata-se de uma equipe de 200 pessoas, e algumas delas serão demitidas. Este é o comunicado da Intel:

A Intel trabalha continuamente em novas tecnologias e experiências. Nem tudo isso se transforma em um produto que escolhemos lançar no mercado. O projeto Superlight [codinome do Vaunt] é um ótimo exemplo em que a Intel desenvolveu óculos de realidade aumentada verdadeiramente diferenciados para o consumidor. Vamos adotar uma abordagem disciplinada à medida que continuamos inventando e explorando novas tecnologias, que às vezes exigem escolhas difíceis quando a dinâmica do mercado não suporta investimentos adicionais.

Com informações: Engadget.

Intel desiste de óculos inteligentes que projetam notificações na sua retina

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Nvidia é acusada de usar programa de parcerias para prejudicar AMD

O GeForce Partner Program (GPP) é uma iniciativa da Nvidia para promover placas de vídeos e computadores baseados em seus chips como produtos premium. Para participar, os fabricantes precisam seguir uma série de requisitos. A AMD está preocupada com um deles: aparentemente, a Nvidia pede certa exclusividade aos parceiros, abordagem que, se confirmada, pode ser considerada anticompetitiva.

As suspeitas começaram quando Kyle Bennett, seguindo uma “dica” de um funcionário da AMD, passou a reunir informações para descrever o GPP em seu site, o HardOCP. A situação começou a ficar estranha quando ele tentou falar com empresas parceiras da Nvidia: nenhuma das setes que foram contatadas topou comentar o assunto.

Nvidia GeForce GTX

Foi então que, conversando com fontes anônimas ligadas às empresas — fabricantes de placas de vídeo (AIBs) e computadores completos (OEMs) —, Bennett soube de uma suposta condição obscura que obriga os parceiros a associarem as suas linhas para jogos exclusivamente à marca GeForce.

O que isso significa? Bennett deu um exemplo hipotético: se a Asus quiser participar do GPP, a sua linha de laptops, desktops e placas de vídeo para games ROG não poderá incluir chips da AMD (ou de qualquer outro concorrente), apenas unidades da Nvidia.

Nenhuma empresa é obrigada a participar do programa, mas o GPP traz várias vantagens, entre elas, apoio em engenharia, engajamento técnico, campanhas de marketing específicas, bundles de jogos e, claro, status. Algumas fontes também mencionaram o temor de ficar para trás no recebimento de chips em caso de não adesão à iniciativa.

Em comunicado, a Nvidia afirma que o programa não é exclusivo, que as empresas parceiras continuam podendo vender ou promover produtos de outras marcas e que elas podem deixar o programa a qualquer momento.

Mas até essa declaração pode ser considerada dúbia. Bennett levantou a possibilidade de as empresas parceiras poderem sim trabalhar com chips da AMD, desde que criem outras linhas para esses produtos.

Coincidência ou não, a Asus anunciou a linha de placas de vídeo Arez nesta semana. O que ela tem de diferente em relação às demais linhas da companhia? As placas Arez são equipadas apenas com chips gráficos AMD Radeon.

Asus Arez

A linha Arez não é sinônimo de qualidade inferior ou algo assim. Na verdade, as placas da linha seguem uma série de cuidados, incluindo uso de componentes duráveis e sistemas de refrigeração bastante eficientes. Mas, diante das circunstâncias, é impossível não desconfiar que a linha vem para ser uma adequação da Asus ao GPP.

Pelo menos até agora, não há provas, queixa formal, nada do tipo. De todo modo, a AMD já esboça uma reação: a companhia soltou um comunicado reconhecendo que outras fabricantes devem seguir pelo mesmo caminho da Asus e que, concomitante a isso, promete “reacender a liberdade de escolha quando os jogadores optarem por uma placa de vídeo AMD Radeon RX”.

A AMD também liberou um vídeo com indiretas bem dadas:

Parece que vem briga boa por aí. 

Com informações: ExtremeTech.

Nvidia é acusada de usar programa de parcerias para prejudicar AMD

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Aqui está o smartphone gamer com luzes LED que você pediu

As fabricantes de smartphone estão tentando vender smartphones mais caros em um mercado no qual os lucros são dominados por Apple e Samsung.

Uma tendência que elas vêm seguindo é o “smartphone gamer”. Em vez de chip gráfico dedicado, temos aqui uma tela grande, boas especificações e um visual chamativo. Essa é a receita seguida pelo Razer Phone e pelo Xiaomi Black Shark.

O novo Nubia Red Magic faz o mesmo, e seu principal destaque está nas luzes LED na traseira. Era o que você queria, certo?

Sim, pela primeira vez, você terá uma faixa de luzes na traseira do smartphone que consegue gerar até 16 milhões de cores, e 4 efeitos diferentes de iluminação.

Por dentro, o aparelho tem um processador Snapdragon 835 (mesmo do Razer Phone), 8 GB de RAM LPDDR4X, e 128 GB de armazenamento sem suporte a microSD.

Há um sistema de resfriamento por convecção de ar, composto por três camadas de grafite e três aberturas na traseira. Além disso, o corpo de alumínio é revestido com materiais que absorvem calor.

O Red Magic roda Android 8.1 Oreo com algumas personalizações. O GameBoost, por exemplo, retira outros apps da memória “para fornecer taxas de quadros mais altas”.

A tela de 5,99 polegadas tem resolução Full-HD+ (1080 x 2160 pixels) e proporção 18:9, mas foge da tendência do “notch”.

A câmera traseira usa um sensor de 24 megapixels da Samsung com abertura f/1,7 e estabilização eletrônica de imagem. Ela consegue gravar vídeo 4K a 30 quadros por segundo, e slow motion em HD a 120 fps. A câmera frontal, por sua vez, tem 8 MP.

Temos aqui uma entrada tradicional para fone de ouvido, um conversor digital-analógico (DAC) para “uma experiência de som estéreo mais imersiva”, além de DTS Technology e um sistema Smart Amplifier.

A bateria de 3.800 mAh é recarregada pela porta USB-C. São 9,5 mm de espessura e 185 g.

O Red Magic será lançado via uma campanha de crowdfunding no Indiegogo, a partir de 26 de abril, a partir de US$ 399.

O aparelho é feito pela Nubia, que já foi uma subsidiária integral da chinesa ZTE; agora, ela é dona de 49,9% da empresa.

Com informações: SlashGear.

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Facebook terá que se explicar ao governo brasileiro por caso Cambridge Analytica

O escândalo Cambridge Analytica afetou cerca de 443 mil usuários no Brasil, segundo dados do próprio Facebook. Por esse motivo, a empresa terá que dar mais detalhes ao governo brasileiro sobre o uso ilegal de dados por parte da consultoria.

O Facebook foi acionado por meio de uma notificação do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor. O órgão, que faz parte da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça, deu dez dias para a empresa responder a algumas perguntas.

Facebook

A notificação do governo busca esclarecer o número exato de pessoas no país que ficaram expostas, e a finalidade da captura dos dados. A empresa também terá que informar se os dados foram compartilhados sem o consentimento dos usuários, e precisará indicar o que está fazendo para resolver o problema.

Se não atender à solicitação do governo no prazo estabelecido, o Facebook fica sujeito a um processo administrativo e uma multa que pode chegar a mais de R$ 9 milhões. De acordo com a Senacon, a decisão de enviar a notificação foi tomada após o depoimento de Mark Zuckerberg ao Congresso americano.

Comissão na Câmara

O uso ilegal de dados pela Cambridge Analytica também está sendo analisado na Câmara dos Deputados por uma comissão especial sobre proteção de dados. O grupo aprovou a convocação de representantes do Facebook para debater o impacto da coleta de dados dos usuários no Brasil.

A Câmara deverá realizar um seminário sobre o assunto, que também terá a presença de integrantes do Ministério Público Federal, do Tribunal Superior Eleitoral e de especialistas na área de proteção de dados.

Com informações: Ministério da Justiça, Estadão.

Facebook terá que se explicar ao governo brasileiro por caso Cambridge Analytica

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