Qualcomm e Intel voltam a disputar espaço em smartphones graças ao 5G

Empresas como Nokia e Samsung estão bastante empolgadas com o 5G, que promete velocidades de 1 Gb/s no download, além de menor latência. Isto também deve mudar as regras do jogo nas telecomunicações, deixando empresas como a Intel mais competitivas em relação a players estabelecidos como a Qualcomm.

Segundo a Fast Company, a Apple cogita fortemente usar modems 5G da Intel em seus futuros iPhones. A fabricante de chips tem “milhares” de pessoas trabalhando nessa tecnologia.

Desde 2011, a Apple só usava modems da Qualcomm; mas no ano passado, alguns modelos do iPhone 7 e 7 Plus passaram a adotar modems da Intel. Isso se repetiu com o iPhone 8 e 8 Plus.

Atualmente, a Qualcomm tem uma grande vantagem: ela faz modems especialmente adequados às redes CDMA, usadas em algumas operadoras — como as americanas Verizon e Sprint. Afinal, foi ela quem inventou a versão amplamente utilizada dessa tecnologia.

No entanto, isso deve mudar à medida que as operadoras migrarem suas redes para o 5G. A Verizon, por exemplo, não vai mais exigir em 2019 que novos dispositivos se conectem a redes CDMA antigas. Com isso, a Apple terá um motivo a menos para ficar com a Qualcomm.

Há outros motivos para cortar laços, é claro: Apple e Qualcomm se envolveram em uma disputa judicial sobre royalties. Segundo o Wall Street Journal, a empresa já prepara iPhones e iPads sem qualquer chip da Qualcomm, adotando modems da Intel e MediaTek.

A Intel anunciou seu modem 5G na feira CES deste ano, e disse este mês que o chip “completou com sucesso uma chamada de rede 5G para outra rede 5G” na frequência de 28 GHz. Ele deve ser lançado em meados de 2019, e as primeiras redes 5G comerciais devem ser ativadas em 2020.

Com informações: Fast Company, SlashGear.

Qualcomm e Intel voltam a disputar espaço em smartphones graças ao 5G

via Tecnoblog

Uber compra US$ 1 bilhão em carros que vão dirigir sem motorista

Não é segredo que o Uber quer se livrar dos motoristas humanos no futuro, substituindo-os por carros autônomos para reduzir custos. Bem, a empresa acaba de dar um enorme passo nesse sentido.

O Uber concordou em comprar 24 mil veículos utilitários da Volvo para formar uma frota de carros sem motorista. Eles serão entregues entre 2019 e 2021, e receberão sensores e software para dirigirem sozinhos.

Cada Volvo XC90 custa US$ 47 mil nas concessionárias dos EUA, então a frota completa valerá mais de US$ 1 bilhão. O valor do acordo, no entanto, não foi revelado.

O Uber já usava cem unidades do Volvo XC90 para testes autônomos em Pittsburgh, oferecendo corridas de graça com carros que dirigem sozinhos. Eles tinham um motorista atrás do volante caso algo desse errado.

Este mês, o Uber anunciou que receberá investimentos no total de US$ 10 bilhões, dizendo que “isso ajudará a alimentar nossos investimentos em tecnologia”.

E a empresa quer muito adotar tecnologias autônomas: “ela só se torna um negócio comercial ao remover da equação o operador do veículo”, diz Jeff Miller, chefe de alianças automotivas do Uber, à Reuters. No ano passado, o então CEO Travis Kalanick disse à Bloomberg que, no longo prazo, as corridas serão mais baratas nos carros autônomos porque não será necessário pagar o motorista.

Ao reduzir custos, o Uber talvez consiga lucrar no futuro. Por enquanto, eles vêm amargando prejuízo após prejuízo: no segundo trimestre, as perdas foram de US$ 645 milhões.

Com informações: Bloomberg, Reuters, Engadget.

Uber compra US$ 1 bilhão em carros que vão dirigir sem motorista

via Tecnoblog

iMac Pro terá processador ARM embutido para ouvir comandos da Siri

A Apple está preparando uma versão mais potente de seu computador tudo-em-um: o iMac Pro tem processador Intel Xeon, placa de vídeo de 11 teraflops e tela 5K. E segundo diversos especialistas, ele também virá com um coprocessador para sempre ouvir o comando “Ei, Siri”.

O desenvolvedor brasileiro Guilherme Rambo descobriu referências à Siri no software da Apple que deve acompanhar o iMac Pro. Dessa forma, você não precisa pressionar uma tecla ou clicar no botão da assistente para ativá-la. Isso é semelhante ao “Ei, Cortana” que pode ser ativado em PCs com Windows 10.

Segundo Jonathan Levin, especialista em engenharia reversa, o iMac Pro terá uma versão simplificada do processador A10 Fusion — cuja versão original foi lançada no iPhone 7 e 7 Plus — que funcionaria mesmo quando o computador estiver desligado. O desenvolvedor Steve Troughton-Smith acredita que esse chip vai cuidar dos processos de boot e segurança.

Não seria a primeira vez que a Apple coloca um coprocessador ARM em seus computadores. Os modelos mais recentes do MacBook Pro com Touch ID e Touch Bar possuem um chip personalizado chamado T1.

O iMac Pro tem processador Intel Xeon de 8, 10 ou 18 núcleos; placa de vídeo Radeon Vega com até 16 GB de VRAM; e 128 GB de RAM ECC que não pode ser removida pelo usuário. Ele será lançado em dezembro, custando a partir de US$ 4.999.

Com informações: Engadget, The Next Web.

iMac Pro terá processador ARM embutido para ouvir comandos da Siri

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Intel vai remover suporte legado a BIOS em 2020

Por décadas, os computadores precisavam de ajuda da BIOS para inicializar o sistema operacional. Este firmware vinha pré-instalado e começava a rodar assim que você ligava o PC.

Nos últimos anos, a BIOS foi substituída por uma solução mais moderna chamada UEFI. Ela inclui um modo legado para usar alguns sistemas operacionais, mas a Intel quer acabar com isso até 2020.

Foto por ryuuji.y/Flickr

Existem diversas categorias do UEFI. A Classe 0 é a BIOS tradicional; as Classes 1 e 2 usam um CSM (módulo de suporte de compatibilidade) para emular a BIOS; e a Classe 3 não possui esse módulo.

Brian Richardson, engenheiro da Intel, revelou em uma apresentação recente que a empresa vai exigir UEFI Classe 3 e acima em suas plataformas para clientes e datacenters. Ou seja, o suporte legado a BIOS será removido até 2020.

No entanto, a Intel não tornará obrigatório o Secure Boot. Esse recurso exige que o sistema operacional tenha uma chave específica para ser inicializado. As distribuições mais populares do Linux — como Ubuntu, Mint e Fedora — são compatíveis; você só terá problemas caso o sistema dependa da BIOS para fazer boot.

Richardson diz que a Intel quer “eliminar componentes sem suporte a UEFI”, para que drivers e periféricos funcionem sem o CSM. Ela também vai trabalhar com parceiros da indústria para melhorar a experiência do usuário no UEFI Secure Boot.

A BIOS possui diversas limitações: não suporta drives acima de 2,1 TB de espaço; precisa rodar em modo 16 bits; e tem dificuldade ao inicializar vários dispositivos ao mesmo tempo, levando a um boot mais lento.

Enquanto isso, o UEFI tem suporte a drives de até 9,4 zettabytes (ou 9,4 bilhões de terabytes), e roda em modos de 32 e 64 bits. Essa tecnologia foi adotada com apoio da Intel, AMD, Microsoft e fabricantes de PCs.

Com informações: ZDNet, Liliputing.

Intel vai remover suporte legado a BIOS em 2020

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Será mais fácil gravar mensagens de voz longas no WhatsApp

Do mesmo jeito que o Facebook pega recursos emprestados do Snapchat, parece que o WhatsApp vem se inspirando no Telegram para seus recursos mais recentes — como apagar mensagens já enviadas, ou permitir o envio de qualquer arquivo.

Desta vez, o WhatsApp está testando uma forma de facilitar a gravação de mensagens de voz. E sim, já vimos isso antes.

De acordo com o WABetaInfo, você poderá gravar mensagens de voz sem segurar o botão do microfone o tempo todo: basta deslizar para cima até o cadeado e falar à vontade. É possível até mesmo dar uma olhada no histórico da conversa.

Não é possível abrir uma conversa com outra pessoa, no entanto, e nem escrever mensagens enquanto é feita a gravação. No momento, isso está presente na versão 2.17.80 para iPhone, e só aparece para alguns usuários — trata-se de um teste.

O WhatsApp ganhou um botão dedicado para mensagens de voz em 2013, mas a interface desse recurso mudou pouco desde então.

Seria isso uma influência do Telegram? Desde a versão 4.0, lançada em maio, ele permite gravar mensagens de voz — e vídeo! — sem segurar o botão. Você desliza para cima até o cadeado:

Qual será o próximo recurso do WhatsApp, então? Stickers? Parece que sim: o WABetaInfo descobriu o recurso no mês passado.

O WhatsApp tem 1,3 bilhão de usuários ativos por mês, contra 100 milhões do Telegram.

Com informações: WABetaInfo.

Será mais fácil gravar mensagens de voz longas no WhatsApp

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Facebook lança app para te ajudar a publicar e divulgar vídeos

Lançado em 2014, o Facebook Mentions surgiu com a missão de permitir que personalidades famosas possam interagir com seguidores de maneira organizada e consistente. Renomeada para Facebook Creator, a ferramenta foi atualizada para trazer funcionalidades aprimoradas e, principalmente, derrubar a sua principal limitação: agora, qualquer pessoa pode usá-la, famosa ou não.

Facebook Creator

No início, o Facebook Mentions (que ainda está disponível com esse nome, mas deve redirecionar em breve para o Creator) só podia ser usado por usuários com um número grande de seguidores e que tivessem perfil verificado nos Estados Unidos. As restrições foram derrubadas porque o Facebook entende que qualquer usuário é um potencial criador de conteúdo. Assim, o Facebook Creator deve ajudar a rede social a ser vista cada vez mais como uma grande plataforma de compartilhamento e consumo de mídia.

A ferramenta é focada em vídeos, sejam eles editados ou transmitidos em tempo real. Além do streaming em si, o Facebook Creator permite ao usuário adicionar introduções, chamadas, efeitos gráficos (inclusive baseados em realidade aumentada) e outros recursos que estimulam o engajamento.

Também é possível promover perguntas e respostas com a audiência, responder a mensagens diretas ou simplesmente acompanhar os comentários a partir de abas à parte. Um detalhe interessante é que o Facebook Creator também dá acesso às interações feitas a partir do Instagram.

Facebook Creator: 360 graus

É possível ainda acompanhar as estatísticas em tempo real para descobrir o alcance geográfico do vídeo, a quantidade de curtidas e assim por diante. Nesta página, o Facebook reúne dicas para que os usuários menos experientes possam melhorar os números.

De modo geral, a ideia é permitir que qualquer pessoa publique vídeos a partir do smartphone que gerem vínculos fortes com a audiência, não importa o tamanho dela. A novidade pode, portanto, reforçar as armas que o Facebook tem para enfrentar o YouTube. No entanto, a plataforma do Google continua sendo mais interessante para quem tenta obter alguma forma de remuneração com os vídeos.

O Facebook Creator é gratuito e pode ser baixado aqui para iOS. De acordo com o Facebook, a versão para Android será disponibilizada em breve.

Com informações: TechCrunch

Facebook lança app para te ajudar a publicar e divulgar vídeos

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Lenovo Yoga 520: um quase intermediário

Existe uma categoria dentro dos notebooks intermediários para quem quer tela touchscreen e um notebook que vira tablet – a famosa 2 em 1. O Lenovo Yoga 520 se encaixa nessa classificação.

Ele oferece tela de 14 polegadas, processador Intel Core i5 ou i7, de 4 GB a 8 GB de RAM e até um modelo com SSD. Os preços variam de R$ 2.899 a R$ 4.499. Mas e aí, vale a pena?

Design e acabamento

Para começar, a Lenovo mandou bem: o Yoga 520 tem um ótimo acabamento de alumínio. Ele não suja fácil nem escorrega das mãos, mas o modelo que eu testei veio com alguns riscos, então cuidado por onde você anda com o seu notebook.

É bem fácil carregá-lo por aí: com 1,74 kg e 19,9 mm de espessura, o notebook é relativamente fino, mas mais leve que a média, ideal por ser 2 em 1. Consegui aproveitá-lo bem nos três modos de uso: comum, modo tenda e tablet.

Das três portas USB, duas são USB 3.0 e uma é USB-C (boa, Lenovo!). O Yoga 520 também tem entrada HDMI, para cartão SD e para fones de ouvido de 3,5 mm.

Hardware e tela

No geral, o hardware externo desse notebook não deixa a desejar. O teclado tem retroiluminação e as teclas são ótimas, levemente curvadas para deixar a digitação mais confortável.

Só não gostei muito do touchpad, que tem o clique duro e o reconhecimento não é dos melhores. Ao lado, também fica o leitor de impressões digitais, que pode ser usado com o Windows Hello.

Por R$ 299, a Lenovo vende a Active Pen, uma caneta com reconhecimento de pressão e previsão de toque. É uma boa adição, mas a caneta é avulsa e não se acopla ao notebook. Tome cuidado para não perdê-la: eu esqueci a minha na casa de uma amiga, mas já recuperei (sorry, Lenovo!).

Os alto-falantes são feitos pela Harman, empresa que foi comprada pela Samsung e que também detém a JBL. Mas a marca diz pouco para esse modelo; a qualidade não é excelente, e sim apenas satisfatória, pois o som é abafado e raso.

O ponto negativo aqui fica para a tela de 14 polegadas com resolução de 1366×768 pixels; para um modelo intermediário, considero indispensável resolução 1080p. Além da baixa qualidade, o display do Yoga 520 tem cores lavadas, péssimo ângulo de visão e reflete bastante.

A situação se agrava quando só há uma versão do notebook com resolução de 1920×1080 pixels, exclusiva do site da Lenovo e custa R$ 3.699.

Desempenho

Como o Yoga 520 tem especificações parecidas com o Inspiron 15 5000, posso escrever a mesma coisa aqui:

Como todo notebook que combina um processador i7 com um HD de 5400 RPM, o desempenho foi inconsistente. No uso diário, o Chrome chegou a travar e os aplicativos normalmente demoram para abrir. O Windows demora para inicializar e a tela de login por vezes atrasava na hora de abrir o meu usuário.

No Yoga 520, tive até outros problemas; no começo, a unidade que recebi estava travando muito, com a tela apagando e qualquer coisa demorava mais que o normal para abrir. Precisei restaurar o dispositivo às configurações de fábrica (e apagar seu conteúdo) para conseguir usá-lo propriamente.

E, ainda assim, não fiquei satisfeito. Achei o Inspiron 15 5000 mais rápido, e os modelos que testei tinham a mesma configuração de processador, RAM e HD – isso porque o Yoga 520 tem uma resolução menor. Mesmo com um processador Intel Core i7, não consigo falar com segurança que o Yoga aguenta tarefas mais parrudas.

Por conta disso, o modelo que eu testei, de R$ 3.599, tem pouca vantagem em relação a opções inferiores que vêm com i5 — caso você não esteja apto a gastar R$ 4.499 no modelo com SSD.

A Lenovo confirmou ao Tecnoblog que o consumidor pode colocar um SSD por conta própria, desde que a troca não danifique o aparelho. No entanto, a empresa acrescentou que “recomenda a compra do Yoga 520 na configuração de fábrica”.

Bateria

A bateria deste notebook é mediana: não aguenta as 10 horas prometidas pela Lenovo fora da tomada, mas também não obriga você a ficar conectado a um plug.

Nos meus testes, usei o Yoga 520 para assistir Terrace House (obrigado pela recomendação, Alecrim!), o que me ajudou a não morrer de tédio durante voos atrasados. A bateria durou cerca de 4h30, mas os episódios já estavam baixados e eu não usei qualquer outro aplicativo no período. É de se esperar uma autonomia inferior em um uso mais intenso.

Conclusão

Não me leve a mal: o Yoga 520 é um bom notebook, mas as versões oferecidas têm especificações que não combinam com o preço, salvo pelo modelo base, de R$ 2.899.

É uma pena ver que a versão com resolução de 1920×1080 pixels não tem SSD de fábrica, enquanto o modelo de R$ 4.499 com memória flash não tem resolução maior. É legal que a empresa ofereça um notebook com SSD, mas com resolução de 1366×768 não dá para aceitar.

No final das contas, outros modelos trazem um melhor conjunto, como o Inspiron 13 5000, que também é 2 em 1 e vem com processador i7, 8 GB de RAM e SSD de 256 GB por R$ 4.229. O Yoga 520 só vale a pena se você quer um 2 em 1 quase intermediário.

Especificações técnicas

  • Armazenamento: 1 TB (5400 RPM) ou SSD de 256 GB;
  • Bateria: 35 Wh (2 células);
  • Conectividade: Wireless 802.11ac 1×1;
  • Dimensões: 235 x 330 x 19,9 mm;
  • Memória RAM: 4GB a 8 GB DDR4 de 2.133 MHz;
  • Peso: 1,74 kg;
  • Placa de vídeo: Intel HD Graphics 620;
  • Processador: Intel dual-core i5-7200U 2,5 GHz ou dual-core i7-7500U 2,7 GHz (modelo testado);
  • Teclado: ABNT, padrão brasileiro;
  • Tela: LED retroiluminada de 14 polegadas multitouch;
  • Resolução: 1366×768 pixels;
  • Sistema: Windows 10 Home Single Language (64-bits);
  • (» Mais informações)

Lenovo Yoga 520: um quase intermediário

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Cursos online estão com desconto e ensinam programação, design e marketing digital

Você provavelmente já conhece a Udemy, plataforma que oferece cursos online como esses de programação, que já divulgamos. Mas o conteúdo oferecido na plataforma vai além do código: também há aulas de design e marketing digital, que vão ficar com 95% de desconto para a Black Friday, chegando a R$ 20 (!) em média.

Como de costume na Udemy, os cursos não têm mensalidade e você fica com acesso vitalício ao conteúdo, tanto pelo site, quanto offline, baixando o aplicativo no seu celular. Não é necessário esperar para começar um curso, uma vez que todos estão disponíveis com todos os vídeos na plataforma.

Os cursos são feitos por especialistas do mercado e voltados para o desenvolvimento profissional; por isso, todos vêm com certificado. Se as aulas não estavam muito dentro do que você esperava, a Garantia de Satisfação da Udemy te dá 100% do dinheiro de volta.

Para participar da oferta, fique ligado: ela vale dos dias 17/11 a 27/11. Com 95% de desconto, vários cursos chegam a custar R$ 20, o mais baixo que a Udemy já cobrou. Olha só alguns cursos interessantes:

Python: aprenda a programar

O Python é uma das linguagens de programação mais versáteis; qualquer um pode aprender a programar, pois não há pré-requisitos no curso. Quando terminar o conteúdo, você já conseguirá desenvolver aplicações para Android, iOS, Windows, Linux, macOS e também manipular dados, fundamental nos dias de hoje. Depois de criar aplicativos, você vai aprender como comercializá-los na App Store ou Google Play. Hoje, o curso custaria R$ 520.

Python para machine learning

Além de scripts e aplicativos para diversas plataformas, o Python também é amigo de quem quer mexer com dados e criar algoritmos de machine learning. O melhor: para começar a aprender, você só precisa de noções básicas de programação. O curso também oferece notebooks de códigos para você aprimorar seus estudos. Hoje, o preço é de R$ 580.

SQL: seja um cientista de dados

Presente há muito tempo no mercado, o SQL hoje é a principal linguagem de programação usada por administradores de dados e analistas de BI (business intelligence). O curso fala sobre SQL Server, MySQL, Oracle e T-SQL e é voltado para o mercado de trabalho, com muitas atividades práticas. No final do curso, você vai conseguir modelar a base de dados para qualquer sistema transacional e escolher as funções nativas de qualquer banco de dados, de acordo com o que você precisar. Hoje, ele sairia por R$ 580.

Curso de marketing digital completo

Além da programação, uma das principais habilidades para se destacar hoje no mercado de trabalho é conhecer o mundo do marketing digital. Nesse curso, você aprende tudo sobre SEO, Google Adwords, Facebook, Instagram Ads, LinkedIn Ads, e-mail marketing e outras táticas para trazer mais resultado ao seu negócio. Você vai aprender a criar campanhas em todos estes meios e também a analisar os resultados para melhorar a performance da sua marca nas redes. Hoje, o curso custaria R$ 580.

Experiência do usuário e design thinking

Para quem se interessa na área de design, também pode aprender sobre Experiência do Usuário e Design Thinking para se destacar no mercado de produtos. No final do curso, você vai conseguir usar no seu dia-a-dia os três pilares do Lean UX, o Lean Startup, Design Thinking e do Desenvolvimento Ágil. É um aprendizado completo também para quem quer empreender, liderando o desenvolvimento de produtos centrados no usuário. Hoje, o curso custaria R$ 565.

Domine o Photoshop

Aprenda mais sobre a ferramenta de manipulação de imagens da Adobe com um curso completo, que vai de transformar de um iniciante em avançado. Você trabalhará do zero com o Photoshop CC 2017 e vai conhecer as diversas áreas do programa, como suas ferramentas de tratamento de imagem e criação de artes para redes sociais. Hoje, o curso custaria R$ 580.

ZBrush: software de escultura digital

O ZBrush é um software que faz esculturas digitais, utilizado pelos maiores estúdios de cinema, TV e games para criar modelos 3D profissionais. No curso, você aprenderá a usar o programa para criar de cartoons a personagens humanos, passando até por uma cabeça de dragão. Para aprender tudo isso, será necessária uma Pen Tablet para maior precisão nos desenhos. Hoje, o curso custaria R$ 280.

Desenho de personagens

Dizem que desenhar é uma habilidade que a gente nasce sabendo. Não necessariamente: no curso de Desenho de personagens, você aprende ideias, conceitos e o processo para criar personagens para histórias, animações, quadrinhos ou publicidade. O curso é dividido em duas partes: a primeira você aprende fundamentos de design para melhorar as técnicas de desenho; e na segunda o foco é a criação de um personagem do começo ao fim. Hoje, o curso sairia por R$ 580.

Aproveite a Black Friday!

A Udemy tem 55 mil cursos na plataforma, 25 mil instrutores e mais 18 milhões de alunos. O desconto de 95% começa no dia 17 de novembro e vai até o dia 27 de novembro. Não vai perder, hein?

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Apple corrige falha que fazia tela do iPhone X travar em baixas temperaturas

O iOS 11.1.2 foi liberado na tarde de quinta-feira (16) para corrigir uma falha do iPhone X: a tela parava de responder por alguns segundos quando o aparelho era repentinamente exposto a um ambiente frio.

O coldgate, como o problema foi apelidado, entrava em ação quando você saía de um local aquecido para uma rua fria, por exemplo. “Literalmente dois segundos após eu sair para um ambiente frio, minha tela deixa de responder direito aos toques. Eu tento deslizar nos sites e eles não registram meu dedo”, relatou um usuário.

iPhone X

Os dispositivos com iOS são projetados para trabalhar em temperaturas entre 0ºC e 35ºC, mas a falha no painel sensível ao toque do iPhone X acontecia mesmo dentro da faixa recomendada. A Apple admitiu o problema, informando que a tela voltava a “responder completamente após vários segundos”.

Além do coldgate, o iOS 11.1.2 conserta uma falha que poderia causar distorções em Live Photos e vídeos capturados com o iPhone X. Ele traz os mesmos patches de segurança do iOS 11.1, incluindo a que mitiga uma vulnerabilidade do protocolo WPA2, que deixou as redes de Wi-Fi ao redor do mundo desprotegidas.

Apple corrige falha que fazia tela do iPhone X travar em baixas temperaturas

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iPhone X será lançado no Brasil em 8 de dezembro

O iPhone X finalmente tem data de lançamento no Brasil: ele começará a ser vendido em 8 de dezembro, uma sexta-feira, no site da Apple. Os preços são os mesmos que já haviam sido revelados anteriormente pela empresa, chegando a R$ 7.799 no modelo com 256 GB de armazenamento.

Foto por William Hook/Flickr

Ele tem o mesmo poder de hardware dos iPhones 8, com processador hexa-core Apple A11 Bionic, mas possui tela OLED de 5,8 polegadas (2436×1125 pixels) que domina a parte frontal e foi considerada a melhor do mercado; uma câmera traseira dupla com abertura maior que ficou atrás do Pixel 2; e a tecnologia de reconhecimento facial Face ID, em substituição ao sensor de impressões digitais.

No site da Apple, o iPhone X será vendido por R$ 6.999 (64 GB) e R$ 7.799 (256 GB), nas cores prateada e cinza-espacial, com desconto de 10% para pagamentos à vista. Nos Estados Unidos, eles custam US$ 999 e US$ 1.149, respectivamente, mas ainda é difícil encontrar uma unidade em estoque.

iPhone X será lançado no Brasil em 8 de dezembro

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