O último voo do Columbia: da decolagem ao trágico fim da missão STS-107

O dia 16 de janeiro de 2018 marca o aniversário de 15 anos do voo STS-107, a última decolagem do ônibus espacial Columbia, um dos seis veículos espaciais construídos para o Programa Space Shuttle da NASA, que levou astronautas e cargas importantes para a órbita da Terra entre 1981 e 2011. Durante esses 30 anos, muito se avançou na história da ciência graças a essas missões, mas muito também foi perdido em acidentes trágicos.

O dia 1 de fevereiro de 2018 marca os 15 anos do acidente que matou sete astronautas a bordo do Columbia em seu processo de reentrada na atmosfera terrestre. Após 15 dias no espaço e a realização de uma série de experimentos científicos, a nave teve problemas no retorno para a Terra e foi pulverizada nos ares do Texas.

aTripulação morta no acidente do Columbia – da esquerda para a direita: David Brown, Rick Husband, Laurel Clark, Kalpana Chawla, Michael Anderson, William McCool e Ilan Ramon

Esse foi o segundo acidente fatal envolvendo o Programa Space Shuttle: o ônibus espacial Challenger explodiu sobre o Cabo Canaveral, na Flórida, apenas 73 segundos após sua decolagem. Nele também morreram sete astronautas, vítimas de uma falha em um anel de vedação no foguete de propulsão, que teve um vazamento de gás pressurizado. Isso fez com que o foguete direito se separasse da nave, causando uma falha estrutural no tanque externo do propulsor e o ônibus espacial em si acabou destruído pela força aerodinâmica.

Columbia: 15 anos

Como nada de ruim havia acontecido, a NASA tratava o evento como um ‘desprendimento de espuma’ comum

O caso do Columbia foi bastante diferente, mas também causado por uma falha ocorrida já no lançamento da nave: durante o processo de decolagem, um pedaço de espuma isolante térmica do tamanho de uma maleta executiva desprendeu-se do foguete propulsor e acertou a asa do ônibus espacial.

Não era a primeira vez que isso acontecia – esse desprendimento de partes de espuma que servem para o isolamento do foguete. Outras quatro decolagens de ônibus espaciais registraram o mesmo fato, inclusive no lançamento da nave Atlantis, feito apenas duas decolagens antes da última do Columbia. Como nada de ruim havia acontecido, a NASA tratava o evento como um “desprendimento de espuma” comum.

aBloco de espuma isolante similar a que teria se soltado do propulsor do Columbia e atingido a asa do ônibus espacial

Problemas acontecem

Era normal para a NASA lidar com esses problemas, afinal, decolagens são cheias delas. A diferença é que esses eventos são controlados e analisados para que suas consequências não sejam perigosas ou até mesmo fatais e, até então, esse desprendimento de espuma do isolamento térmico dos foguetes era considerado algo a se esperar.

Após 82 segundos da decolagem, um pedaço da espuma de isolamento desprendeu-se do propulsor e fez um buraco de 15 a 25 cm de diâmetro no painel de fibra carbono

Esse material isolante colocado na parte externa dos propulsores não serve para manter o calor do combustível dentro do foguete, mas sim para impedir que sua estrutura congele devido às baixíssimas temperaturas do hidrogênio e do oxigênio líquidos que servem como combustível para os motores.

Após 82 segundos da decolagem, um pedaço da espuma de isolamento desprendeu-se do propulsor e fez um buraco de 15 a 25 cm de diâmetro no painel de fibra carbono reforçado da asa esquerda do ônibus espacial. A NASA estava ciente disso pois possuía um sistema de filmagem feito especialmente para analisar os desprendimentos de detritos da nave e tratou de tentar analisar o tamanho do estrago.

aSimulação do dano causado pelo desprendimento da espuma de isolamento no painel de fibra de carbono da asa de um ônibus espacial

Buscando ajuda externa

Todos os cenários analisados levavam à conclusão de que não havia possibilidade de nenhum acidente grave ou fatal

Engenheiros da agência espacial entraram em contato com o Departamento de Defesa norte-americano no mínimo três vezes para que ativassem seus meios espaciais ou terrestres de maneira a conseguir visualizar melhor e avaliar a gravidade do dano feito na asa do Columbia. Entretanto, o gerenciamento da NASA impediu o contato do Departamento e chegou até a proibir que colaborassem com a análise.

A agência espacial acreditava de fato que não haveria nenhum problema a ser resolvido e que, mesmo que houve, seria impossível solucioná-lo. Todos os cenários analisados levavam à conclusão de que não havia possibilidade de nenhum acidente grave ou fatal, apenas avarias ao ônibus espacial, especialmente na parte de seu isolamento térmico. Para eles, a fibra de carbono reforçada era impenetrável.

aAs apertadas camas onde a tripulação do Columbia dormia

Outros métodos de análise dos possíveis riscos que o incidente poderia causar foram usados, inclusive um software desenvolvido para prever os danos possíveis na fibra de carbono. A ferramenta indicou que o choque poderia ter danificado severamente a área, mas a própria NASA minimizou o resultado. No fim das contas, a agência chegou à conclusão que não havia risco em relação ao incidente e enviou um email para a tripulação do ônibus espacial:

“Durante a subida, em aproximadamente 80 segundos, uma análise fotográfica mostra que alguns detritos do ponto de ligação -Y ET do Bipod foram soltos e, subsequentemente, impactaram a ala esquerda do orbitador [o ônibus espacial] na área de transição da junta para a asa principal, criando um a chuva de partículas menores. O impacto parece estar totalmente na superfície inferior e não são vistas partículas que atravessam a superfície superior da asa. Os especialistas analisaram a fotografia de alta velocidade e não há preocupação com os danos causados na fibra de carbono reforçada. Vimos esse mesmo fenômeno em vários outros voos e não há absolutamente nenhuma preocupação com a entrada”.

A tripulação do Columbia

Dentro do Columbia estavam sete astronautas de diversas origens e com diversas funções. O comandante da missão era o coronel Rick Husband, da Força Aérea dos Estados Unidos. O piloto era o comandante da Marinha norte-americana William McCool.

Algumas imagens foram registradas dos momentos anteriores ao acidente que causou a morte dos sete

Os outros cinco especialistas de missão eram o tenente-coronel da Força Aérea Michael P. Anderson, o coronel Ilan Ramon (da Força Aérea de Israel), o capitão da Marinha David M. Brown e duas mulheres, a capitã da Marinha Laurel Blair Salton Clark e a engenheira aeroespacial Kalpana Chawla.

Algumas imagens foram registradas dos momentos anteriores ao acidente que causou a morte dos sete e a destruição completa do Columbia no dia 1 de fevereiro de 2003 ao tentar adentrar a atmosfera da Terra. A seguir, o vídeo mostra os últimos momentos da tripulação do Columbia (com legendas em inglês):

O retorno

Ao iniciar o procedimento de reentrada do Columbia na atmosfera terrestre, o comandante Husband e o piloto McCool receberam sinal positivo para a manobra e todas as condições eram positivas para o retorno. O ônibus espacial passou sobre o oceano Índico de cabeça-para baixo em uma altitude de 282 km e velocidade de mais de 28 mil km/h e penetrou a atmosfera sobre o Pacífico, já em posição correta, a 120 km de altura.

Nesse momento, o Columbia parecia uma bola de fogo no ar por causa do ar superaquecido ao redor dele

Foi aí que na temperatura da espaçonave começou a subir, o que é comum nesses casos. A asa do Columbia atingiu 2,5 mil °C, muito mais pela compressão do gás atmosférico causado pelo voo supersônico da nave do que apenas pelo atrito entre o veículo e o ar. O ônibus espacial começou a sobrevoar o solo norte-americano pela Califórnia, próximo a Sacramento. No minuto seguinte, relatos de testemunhas mostram que já era possível ver pedaços da espaçonave sendo desprendidas pelo céu.

Nesse momento, o Columbia parecia uma bola de fogo no ar por causa do ar superaquecido ao redor dele. Ainda não havia amanhecido na costa oeste dos Estados Unidos, o que colaborou com a visibilidade do evento. Até esse ponto, tudo estava ocorrendo como deveria em um pouso normal de ônibus espacial, mas o controle de voo na Terra começou a perceber problemas nos sensores da asa esquerda da nave.

aO Columbia é fotografado como uma bola de fogo nos ares e diversos destroços se desprendendo da nave

O Columbia seguiu seu caminho planejado na direção da Flórida, onde faria seu pouso do mesmo lugar de onde partiu, o Kennedy Space Center no Cabo Canaveral. A nave fez algumas manobras para acertar o seu caminho enquanto sobrevoava os estados de Nevada, Utah, Arizona, Novo México, tudo isso com uma temperatura de 3 mil ° C na asa, o que continuava sendo normal em um pouso.

O acidente

Ao sobrevoar o Texas, o Columbia perdeu uma placa de proteção térmica que acabou sendo a peça encontrada mais a Oeste dentre todas as partes recuperadas da nave. O controle da missão decidiu avisar os tripulantes sobre as falhas gerais nos sensores de ambas as asas, mas a resposta da nave acabou se perdendo. O comandante Husband confirmou ter recebido a informação, mas sua fala foi cortada.

Foi aproximadamente sobre a cidade de Dallas e arredores que o maior número de testemunhas em terra viram o Columbia sendo completamente pulverizada nos ares

Cinco segundos depois disso, a pressão hidráulica, usada para manobrar o ônibus espacial, foi perdido. Tanto o controle da missão em Terra sabia disso quanto os tripulantes da nave, que provavelmente ouviram um alarme indicando a falha. Só aí que os astronautas souberam que estavam tendo um problema gravíssimo no voo, com a nave perdendo completamente o controle.

Foi aproximadamente sobre a cidade de Dallas e arredores que o maior número de testemunhas em terra viram o Columbia sendo completamente pulverizada nos ares, com os pedaços da espaçonave se quebrando em partes cada vez menores que deixaram uma grande quantidade de rastros no céu. Menos de um minuto depois, o módulo da tripulação, que ainda estava como uma parte intacta, também foi destruído e os sete astronautas foram mortos.

aDestroços recuperados do Columbia e remontados para investigação sobre o acidente

Legado humano e científico

Em 2011 o Programa Space Shuttle foi desativado. No lugar dele, diversas operações do governo, por meio da NASA, de empresas aeroespaciais particulares, como a SpaceX, e de outras agências espaciais de outros países, vêm tomando o lugar dos ônibus espaciais para levar cargas comerciais e científicas para o espaço, além de suprir a Estação Espacial Internacional (ISS) com todo o tipo de mantimentos necessários e, claro, astronautas.

Os sete tripulantes do Columbia também não foram esquecidos e recebem homenagens regulares por parte de instituições de estudo da ciência e de memoriais

Alguns dos ônibus espaciais aposentados estão em exibição em diversos museus e instituições dos Estados Unidos (esse redator que vos escreve já teve a oportunidade de ver com os próprios olhos a Atlantis, exibida no Centro de Visitantes do Kennedy Space Center, no Cabo Canaveral). Já as duas espaçonaves que sofreram os acidentes fatais, como a Challenger e o Columbia, cuja história foi brevemente contada aqui, vão viver sempre na memória de quem sabe a importância que elas tiveram no desenvolvimento da ciência pelo ser humano.

aÔnibus Espacial Atlantis em exposição no Centro de Visitantes do Kennedy Space Center

Os sete tripulantes do Columbia também não foram esquecidos e recebem homenagens regulares por parte de instituições de estudo da ciência e de memoriais espalhados não apenas pela Terra, mas até fora dela, como a placa que diz “In Memorian” e menciona o nome da tripulação no Mars Rover chamado Spirit, como se do espaço nunca tivessem saído e lá continuassem para sempre.

aMemorial do Columbia no Mars Rover Spirit, em Marte

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Bateria do S9, HTC U11 Eyes, LG G7 e mais – Hoje no TecMundo

Esses e outros destaques estão no nosso resumo diário em vídeo

Nesta edição do Hoje no TecMundo, veja que , entre outros destaques. Os links das notícias estão logo abaixo.

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“The Cryptos”: série de quadrinhos faz graça com problemas de criptomoedas

Em setembro de 2017, nasceu a série de quadrinhos “The Cryptos” no Reddit. A plataforma pode ser encarada como a melhor forma de se obter informação acerca do mercado de criptomoedas, com milhares de pessoas conversando sobre aspectos técnicos e também financeiros de todo tipo de moeda que você pode imaginar. Por conta disso, a criação cômica vem fazendo sucesso por lá.

Em dezembro deste ano, uma das postagens do The Cryptos viralizou no Reddit inteiro, e não apenas na comunidade voltada para criptomoedas. Foram mais de 115 mil visualizações na postagem, o que é muito para uma plataforma do tamanho do Reddit.

Por conta disso, o criador das tirinhas ficou famoso no site, mas ele prefere se manter anônimo. Mesmo assim, publicou recentemente em sua conta um mapa cronológico de todos os objetivos que ele possui para o projeto até setembro de 2018, quando pretende finalizar a criação dos The Cryptos.

the cryptos

Abaixo a mineração com ASIC! / Os gigantes da mineração têm muito poder! Centralização da mineração engessa o crescimento tecnológico / A mineração deveria estar nas mãos do POVO / Malditos socialistas.

the cryptos

Tenha um bom dia de trabalho, querido. Te amo bjs / Também te amo, bjs / Bitcoin, estou em trabalho de parto. O Bebê está a caminho! Venha ao hospital rápido!! / Consegui fazer um ótimo tempo! / Estou aqui / Sinto muito, querido. O bebê foi mais rápido que você.

the cryptos

Coitado desse cara / Ele simplesmente não conhece seus limites.

“Sou muito sortudo por estar uma posição no momento em que posso disponibilizar bastante tempo para esse projeto”, comentou o autor em uma conversa anônima com o The Next Web. “Um aspecto interessante de eu estar criando meus quadrinhos é que estou constantemente aprendendo sobre novas e empolgantes criptomoedas — só isso já é uma posição valiosa, já que me dá um incentivo extra para conduzir pesquisa”, completou. O criador inclusive compara as criptomoedas com Pokémon. “Você quer conhecer todas elas, mas são tantas…”.

the cryptos

O criador detalhou que, em março de 2017, começou a acompanhar o mundo das criptomoedas enquanto se deparou com um post sobre Ethereum no Reddit. Desde então, ele vem acompanhando a situação toda se desenrolar. Em setembro, ele publicou seu primeiro quadrinho, que basicamente ressalta uma espécie de luta entre as principais moedas do ramo e as em ascensão.

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Fogo amigo: ex-mentor de Mark Zuckerberg detona o Facebook

A gente já te contou que a última alteração no feed do Facebook não deixou os investidores lá muito felizes, né? Bom, esse não foi o único motivo de discórdia entre “Zuck e seus amigos”. Roger McNamee – um dos primeiros caras a botarem dinheiro na rede social – passou a última semana atacando Mark por um outro motivo: fake news.

McNamee escreveu artigos para o The Guardian, The Washington Post e The Washington Monthly na última semana para acusar o Facebok de ignorar os “maus atores” que estavam manipulando a plataforma durante as eleições presidenciais dos EUA.

Para o investidor, Zuck deveria se justificar perante o Congresso dos EUA pela “recusa do Facebook de aceitar a responsabilidade” por ter prejudicado seus usuários. Pesadão, né?

O “fogo amigo” deve ter sido ainda mais doloroso para Zuckerberg, que tinha McNamee como uma espécie de mentor nos primeiros anos da rede social.

Em um de seus artigos, o próprio McNamee afirma que avisou a rede social sobre o conteúdo falso no início de 2017, mas a companhia não levou em conta seus avisos.

“A plataforma estava sendo explorada por uma série de atores maus, incluindo apoiantes do extremismo, mas a liderança afirmou que a empresa não era responsável”

O ex-mentor de Zuck ainda afirmou que o Facebook corre o risco de se tornar uma “marca tóxica” e que a companhia precisa “mudar as prioridades de seus algoritmos e realinhar seu modelo de negócios”.

Sou só eu ou alguém mais está sentindo uma treta chegando?

Curtiu o texto? Saiba que isso é só um gostinho do que é publicado diariamente na newsletter do The BRIEF, que traz as principais notícias do mercado de tecnologia pra você, todas as manhãs. É serious, é business, mas com um jeitão bem descontraído (#mozão). Para assinar, é só clicar ali -> aqui

Fogo amigo: ex-mentor de Mark Zuckerberg detona o Facebook via The Brief

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Mulheres relatam gravidez indesejada por causa de aplicativo contraceptivo

O aplicativo ‘contraceptivo’ Natural Cycles, usado por mais de 500 mil mulheres, está em maus lençóis: 37 mulheres alegam que o app foi ‘culpado’ por gravidez indesejada. Isso porque o aplicativo promete informar, medindo a temperatura corporal da usuária, quais dias são seguros ter atividade sexual sem proteção — a medição é ligada com o ciclo menstural.

O Hospital Södersjukhuset notou que os 37 casos aconteceram entre um grupo de 600 mulheres

Além dos relatos das 37 mulheres, o hospital de Estocolmo (Södersjukhuset), na Suécia, está denunciando o aplicativo pelas gravidez indesejadas. Agora, o caso está sendo analisado pela Agência Sueca de Produtos Médicos.

O Natural Cycles oferece um calendário com dias marcados como verdes e vermelhos. Nos dias verdes, o usuário pode fazer sexo sem proteção, nos vermelhos, a contracepção é necessária — os dias vermelhos são os dias mais férteis da mulher “avaliada” pelo app.

O Hospital Södersjukhuset notou que os 37 casos aconteceram entre um grupo com cerca de 600 mulheres, no período entre setembro e dezembro de 2017, que foram realizar o procedimento do aborto.

O Natural Cycles agora espera aprovação da FDA para desembarcar nos Estados Unidos

A Natural Cycles comentou o caso: “Nenhuma contracepção é 100% segura e a gravidez indesejada é um risco infeliz com qualquer contracepção. Ter 37 casos de gravidez indesejada em 668 mulheres mencionadas no estudo do Södersjukhuset mostra que 5,5% das mulheres que usam o Natural Cycles tiveram uma gravidez indesejada. Isso tem similaridade com o que comunicamos sobre os riscos de uso típico, sendo até comparável com outros tipos de contracepção”.

Vale notar que, em 2017, o Natural Cycles foi o primeiro app certificado para uso anticoncepcional no mundo — o certificado foi aceito na Alemanha. O Natural Cycles agora espera aprovação da FDA para desembarcar nos Estados Unidos.

  • No Brasil, o Natural Cycles pode ser baixado e vende seus planos em diversas categorias, com valores entre US$ 6,90 por mês ou US$ 49,99 por ano. 

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“Gatonet” poderá render multa e cadeia para quem instala e para que usa

Ter TV por assinatura com “sinal pirateado”, prática mais conhecida como “gatonet”, poderá se tornar crime no Brasil. O Projeto de Lei 186/2013 começou a tramitar na Comissão de Constituição e Justiça do Senado nesta semana e, caso aprovado, vai tipificar os crimes de interceptação e recepção clandestina de sinal de TV por assinatura.

Isso quer dizer que, tanto a pessoa que oferece e instala os famosos gatonet quanto os clientes que solicitam a pirataria poderão ser punidos com multa de até R$ 10 mil. Também está prevista reclusão de seis meses a dois anos, com a possibilidade de aumentar a pena em 50% caso fique provado danos a terceiros.

Dessa forma, as autoridades poderão não apenas confiscar equipamentos utilizados para piratear sinal de TV por assinatura, mas também poderão prender os responsáveis e colocá-los no sistema sob legislação específica.

Senadores responsáveis

O projeto original é do senador Blairo Maggi (PR-MT) com apoio de Ana Amélia (PP-RS) como senadora relatora. Ana Amélia acredita que o grande problema da pirataria de TV por assinatura hoje é a comercialização de equipamentos decodificadores. Eles substituem os oferecidos oficialmente pelas operadoras e custam algo entre R$ 300 e R$ 1 mil.

Não se tem notícia da responsabilização penal de seus fornecedores pelo crime de contrabando

A venda, compra ou fabricação desses aparelhos — tais como as inúmeras versões do “AZ Box” — também será punida:  multa de R$ 5 mil e prisão de um a três anos. A importação de produtos como esses, entretanto, já está proibida no Brasil desde 2011, “mas não se tem notícia da responsabilização penal de seus fornecedores pelo crime de contrabando”, destaca a senadora.

O projeto tramita na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e, caso aprovado, será encaminhado diretamente para a Câmara dos Deputados para votação. Ela só passará na plenária caso algum senador faça um recurso para tal. Como qualquer outro projeto em trâmite no Senado, o PL 186/2013 permite que os cidadãos apoiem ou se manifestem contra a possível nova lei. Para dar sua opinião visite este link.

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Governo Temer quer parceria com Google para aprovar reforma da Previdência

O governo federal está buscando a Google para ajudar na aprovação da reforma da Previdência. Segundo O Globo, a equipe de comunicação do presidente Michel Temer já se reuniu com representantes da Google para implementar redirecionamento de buscas para o conteúdo elaborado pelo governo.

A reforma da Previdência é a principal bandeira do governo Temer

Isso significa que, caso uma pessoa queira buscar mais informações sobre a reforma no Google, ela deverá encontrar os materiais do próprio governo — e não visões diversas sobre o assunto. “Funcionaria mais ou menos assim: um trabalhador rural que colocasse o termo ‘previdência’ no mecanismo de busca receberia o conteúdo que explica, por exemplo, que essa categoria não será afetada pelas mudanças”, nota Lauro Jardim, do O Globo.

Segundo as informações, o governo Temer está, na verdade, focado no YouTube. O ambiente, mais frequentado por jovens, é a plataforma com a segunda maior audiência do Brasil.

A reforma da Previdência é a principal bandeira do governo Temer, que atualmente tem dificuldade para aprovar a reforma, visto que o presidente não tem o apoio de outros políticos, da base aliada e da maioria da população.

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Não caia no golpe: site expõe endereços e serviços que roubam criptomoedas

Com os preços das criptomoedas subindo exponencialmente nos últimos meses, especialmente o da Bitcoin, os golpes de phishing e de outros tipos de esquema aumentaram muito nesse segmento. Atualmente, relatos de pessoas que tiveram suas moedas virtuais roubadas aparecem de forma praticamente diária no Reddit, o que indica que a comunidade não está preparada para se manter segura por conta própria. Por isso, o pessoal do MyEtherWallet vem promovendo o “Ethereum Scam Database” ou “EtherscamDB” desde 2017.

Essa plataforma nada mais é que uma base de dados dinâmica atualizada frequentemente com informações de golpes na internet relacionadas ao roubo de criptomoedas, seja Ethereum, Bitcoin ou qualquer outra. Cada golpe identificado fica catalogado com a URL originalmente reportada, o tipo de ataque, o nome e também se está ativo ou não. Quando um aviso em vermelho aparece na lista, significa que o site que realiza a fraude foi desativado. Quando você confere a indicação “Offline”, quer dizer que aquele esquema já não está mais atingindo ninguém.

Já foram catalogadas mais de 2,mil fraudes diferentes, sendo que 231 delas ainda permanecem ativas por alguma razão. Ao todo, apenas 223 endereços diferentes são responsáveis por todos os esquemas encontrados no EtherscamDB.

Buscar segurança

A intenção dos criadores é oferecer uma base de buscas para os usuários de criptomoedas. Caso você se encontre em uma plataforma desconhecida ou suspeita para realizar transações, é possível buscar o nome do site, seu endereço na web ou alguma outra característica diretamente no EtherscamDB e ficar um pouco mais tranquilo quanto à possibilidade de fraudes.

O mais adequado mesmo, contudo, é manter suas chaves de criptomoedas em um local seguro e só realizar transações em plataformas confiáveis. É necessário também ficar alerta para golpes de phishing, especialmente no que diz respeito a mensagens suspeitas recebidas por email.

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Jeff Bezos: de dono de livraria a homem mais rico do planeta

O ano começou bem para você? Provavelmente, nem os mais otimistas tiveram uma entrada de ano tão lucrativa quanto Jeff Bezos. Sua fortuna aumentou US$ 6,1 bilhões nos cinco primeiros dias do ano.

E, como muito bem notou Bill Murphy Jr, do Inc, esse 0,1 bilhão significa “apenas” US$ 100 milhões. A matemática é simples: a fortuna de Bezos acompanhou o crescimento de valor das ações da Amazon – já que ele ainda possui 17% delas.

Apesar de algumas pessoas imaginarem que Bezos começou “do nada” em sua garagem, a real é que ele já tinha uma carreira de sucesso quando decidiu abandonar tudo para empreender e criar a Amazon.

Foi um movimento arriscado, apostar no mundo online em 1994. Mas, talvez a visão de Bezos tenha sido seu grande trunfo. Especialmente, quando alguns especialistas e veículos acreditavam que a internet “não era tudo isso”.

Especula-se que ele seja uma das pessoas mais ricas da história da humanidade. E, mesmo que não seja, ele ainda têm a whole lotta money. Antes que alguém me chame de invejoso, Bezos merece sua fortuna. Afinal, a Amazon presta um baita serviço.

Se você quiser saber mais sobre o dia a dia de Bezos, essa peça do Independent é uma ótima dica.

Curtiu o texto? Saiba que isso é só um gostinho do que é publicado diariamente na newsletter do The BRIEF, que traz as principais notícias do mercado de tecnologia pra você, todas as manhãs. É serious, é business, mas com um jeitão bem descontraído (#mozão). Para assinar, é só clicar ali -> aqui

Jeff Bezos: de dono de livraria a homem mais rico do planeta via The Brief

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TAG Heuer apresenta o smartwatch mais caro do mundo

Os fãs da relojoaria não estão com os olhos focados na CES 2018, mas sim na SIHH 2018, um dos maiores eventos do mundo com marcas como Cartier, IWC, Audemars Piguet, Richard Mille e Vacheron. Entre elas, está a TAG Heuer, que resolveu apresentar o smartwatch mais caro do mundo, com um preço de US$ 197 mil, cerca de R$ 630 mil na cotação atual.

Na categoria “o relógio conectado mais caro do mundo”, o TAG Heuer Connected Full Diamonds vem com sistema operacional Android Watch e, como o nome diz, diamantes de 23,35 carats com ouro branco polido pelo corpo.

Se você é mão de vaca, pode partir para a versão mais barata do relógio, que foi apresentada ano passado e tem um preço de US$ 1,6 mil (R$ 5,1 mil na cotação atual). Abaixo, você vê mais fotos:

tagTAG Heuer Connected Full Diamonds

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