Google promete Android Pie com alcance maior do que o Oreo teve em 2017

Embora signifique ainda apenas 0,1% do mercado de smartphones Android em atividade, o Android Pie é uma grande aposta da Google e, segundo a empresa, deve ter um alcance em 2018 maior do que o Oreo teve em 2017, principalmente graças a algumas ações do Project Treble.

Dedicado a fazer com que as atualizações de sistema aconteçam mais rapidamente, este projeto não vem trazendo resultados práticos à altura das expectativas, mas ainda assim a Google acredita que deve influenciar para a melhorar a padronização dos dispositivos.

Em uma imagem recém postada em seu blog de desenvolvedores, a Google mostrou diferentes aparelhos mostrando a mesma GSI (Generic System Image), ainda que com diferentes equipamentos e SOs.

A meta é evitar situações como a que aconteceu nos últimos anos, quando 17 meses após seu lançamento, o Nougat continuava sendo o SO mais usado.

“A partir de agora, todos os dispositivos que estiverem sendo lançados com o Android 9 Pie ou posterior serão compatíveis com o Treble e aproveitarão totalmente a arquitetura do Treble para oferecer atualizações mais rápidas. Graças ao Treble, esperamos ver mais dispositivos de OEMs que executam o Android 9 Pie no final de 2018, em comparação com o número de dispositivos que executavam o Android Oreo no final de 2017”, diz o post feito pela Google.

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Nova função do Instagram permite controlar uso diário do app

O novo painel de controle do Instagram permite que os usuários saibam quanto tempo têm passado na rede social na última semana ou numa média diária.

Além de mostrar as informações uso, é possível configurar um limite de tempo para que o usuário possa o manter o controle de acesso e desligar as notificações, evitando o vício no app.

O novo recurso pode ser acessado pelo menu de atividades, dentro da interface do aplicativo. Perceba, na imagem abaixo, que o limite máximo de tempo diário é de oito horas. Será que dá para deixar de ser viciado no Instagram utilizando-o por esse tempo? Ou isso significa que existem usuários que acessam a rede social por mais tempo que isso durante um dia?

É interessante que, para promover a saúde mental dos usuários, as empresas tenham que embutir recursos de controle de acesso dentro do próprio app. Isso mostra que esses usuários talvez tenham perdido a capacidade de conter seus impulsos no uso de seus smartphones.

A preocupação das empresas em manter o uso sadio de seus apps cresce à medida que surgem novos estudos relacionando depressão com a utilização exagerada das redes sociais.

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Baidu investe 300 milhões em empresa de mídia para elevadores

No trânsito, no ônibus, no meio do vídeo que você está vendo, o elevador. A publicidade persegue seus consumidores onde quer que eles estejam e possam ser potencialmente impactados. Há anos, investidores de todo o mundo perceberam o potencial de espaços como esses, onde o público obrigatoriamente precisa ficar parado e, se há algo para ver, será impactado.

Na China, depois do AliBaba – maior companhia de e-commerce do país – ter feito uma parceria com a Focus Media que promete impactar 200 milhões de consumidores em mais de 300 cidades, agora é a vez da Baidu fechar um contrato milionário com a Xinchao, concorrente da Focus Media. O buscador chinês, dono de cerca de 80% do mercado de pesquisas online, investiu 300 milhões na companhia de mídia de elevadores, que comanda 700 mil elevadores em mais de 100 cidades do país.

O contrato firmado recentemente visa uma troca em que a Baidu investe em aprimorar os sistemas da Xinchao com o uso de big data e tecnologia de Inteligência Artificial, enquanto as mídias nos espaços comandados pela Xinchao divulgam e usam informações do buscador. A parceria já vem dando um super boost na receita da Baidu, que deve expandir o alcance das mídias em breve, chegando também a audiências em cinemas, prédios de escritórios, smarTVs e até mesmo a TV do supermercado.

Estas grandes companhias chinesas querem se antecipar e inovar na forma como espaços de permanência são aproveitados, redesenhando o próprio negócio da publicidade. Embora não sejam concorrentes diretas, Baidu e AliBaba competem entre as maiores companhias chinesas, o que faz com que disputem espaços de marketing e propaganda. Enquanto a AliBaba controla impressionantes 33% do mercado de anúncios chinês, a Baidu fica com uma fatia de 24%, que não deixa de ser generosa, mas que não é suficiente para a gigante oriental das buscas

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O Whatsapp está testando um recurso para adicionar contatos via código QR

De acordo com a WABetaInfo, o Whatsapp está testando uma nova função que vai facilitar bastante adicionar novos contatos à lista atual.

Cada usuário terá seu próprio código QR, como se fosse uma identidade. Digamos que você quer ser adicionado por outra pessoa que está perto de você: ao invés de passar seu número, você apenas mostrará seu código QR. A outra pessoa vai apontar a câmera do celular para o código. Depois de lido e identificado, o app preencherá as informações do contato automaticamente. Ao compartilhar seu código num cartão de visitas ou na web, poderá revogá-lo caso queira deixar de ser adicionado por terceiros.

A função foi percebida numa versão de testes do Whatsapp rodando no iOS, mas é certo dela vir também para o Android.

Para quem tem um pequeno negócio ou fornece algum tipo de serviço, como aulas particulares (um exemplo), poderá ser adicionado com muito mais agilidade pelos clientes, apenas compartilhando o código QR em adesivos ou anúncios na internet.

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Juíz vai usar informações da Amazon Echo em caso de homicídio

Alexa foi intimada para comparecer em corte e testemunhar em um caso de duplo homicídio – figurativamente, é claro. Um juíz de New Hampshire determinou que dados coletados por meio do alto falante com comando de voz da Amazon, o Echo, sejam analisados e, caso tragam indícios do crime, possam ser utilizados como prova no julgamento.

O caso é referente a um processo em andamento na corte dos Estados Unidos envolvendo Timothy Verrill, da cidade de Dover. Em janeiro de 2017, ele foi acusado de assassinato em primeiro grau – algo como homicídio doloso – pela morte de duas mulheres: Christine Sullivan (48) e Jenna Pellegrini (32).

Em junho deste ano, levantou-se a possibilidade de que o Amazon Echo teria gravado parcialmente uma das mortes, por meio da assistente de voz Alexa, tanto do crime em si quanto do momento em que ele teria removido o corpo da cozinha onde ela foi morta. Sullivan foi esfaqueada oito vezes e teve o crânio fraturado e Pellegrini morreu com 43 facadas, de acordo com a polícia local.

A questão é que, para obter acesso às gravações, a investigação precisa acessar os servidores da Amazon. A empresa, no entanto, por questões de privacidade de seus usuários, diz que só vai liberar as informações caso receba “demanda legal válida e vinculante adequadamente servida”.

Não é a primeira vez que um juiz intima a Amazon pelos dados do Echo. Na última vez, no entanto, o suspeito que era proprietário do equipamento autorizou a liberação dos dados, o que facilitou o processo.

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5 coisas que, há 20 anos, ninguém imaginava que faria pelo celular

Nos dias atuais, o uso de smartphones se tornou algo natural para todos. Mesmo assim, há apenas alguns anos, esses aparelhos eram simples o suficiente para sequer pensarmos em, por exemplo, assinar um seguro celular para garantir a sua segurança. É hora de pensar nas funcionalidades que nunca imaginaríamos que teríamos em um celular há anos atrás, mas hoje são comuns.

1 – Tirar fotografias de qualidade profissional

Durante muito tempo, era inimaginável termos um aparelho celular com capacidades de uma câmera digital, muito menos com lentes de qualidade profissional. Aos poucos, fabricantes começaram a introduzir câmeras, ainda bastante limitadas, em seus aparelhos.

Mulher posando para foto(Giphy)

Com o avanço tecnológico dos próprios telefones celulares, que então se tornaram smartphones, câmeras digitais mais potentes foram se tornando parte integral dos aparelhos. Sejam iPhones, Samsungs ou até mesmo o Nokia Lumia 1020, com sua câmera de 41 megapixels, esses aparelhos se tornaram substitutos para máquinas digitais portáteis.

Hoje em dia, com exceção dos fotógrafos profissionais, que preferem suas câmeras dedicadas, todos usam seus celulares para registrar momentos com mais facilidade, entregando uma qualidade que, muitas vezes, pode rivalizar com a de câmeras DSLR.

2 – A internet na palma da mão

Há pouco mais de 20 anos, a internet ainda estava se popularizando, necessitando de linhas fixas de telefone para que fosse possível se conectar à rede. Conexões de banda larga ainda eram inviáveis e a tecnologia celular não tinha capacidade de fazer algo além de chamadas telefônicas e envio de SMS.

Pessoas usando o celular(Giphy)

Avance alguns anos e muitas pessoas não contam com um computador pessoal em suas residências, tendo seus smartphones como substitutos à altura para todas as atividades necessárias. Muitos usam os seus celulares para acessar sites, conversar com amigos e assistir a vídeos com facilidade, seja por conexão wi-fi ou móvel, com 3G ou 4G.

3 – Monitorar o seu corpo

Quando atletas ou apenas esportistas amadores queriam monitorar seus corpos durante atividades físicas, como a corrida, por exemplo, aparelhos criados exclusivamente para esse fim eram a solução para que esses dados pudessem ser estudados. Agora, não existe mais essa necessidade, pois telefones celulares realizam todo o monitoramento necessário.

Rapaz checando o celular(Giphy)

Com a evolução dos smartphones, tecnologias para contabilizar passos, velocidade e até mesmo batimentos cardíacos de usuários foram incluídas nos aparelhos, permitindo que eles se tornem verdadeiras plataformas de funções para esportistas.

Além disso, graças à tecnologia presente na maioria de telefones celulares, é possível enviar suas informações para aplicativos criados especialmente para profissionais analisarem seu desempenho, encontrando meios de melhorar o seu desempenho, enviando tudo para a tela do seu smartphone.

4 – Um videogame na palma da mão

No começo, existiam os fliperamas. Com a popularidade de jogos nesses locais, empresas passaram a criar consoles de videogames, que logo se popularizaram no mundo todo. Seja com Atari, Super Nintendo ou Mega Drive, videogames moldaram gerações em todo o planeta.

Homem Aranha ao celular(Giphy)

Apesar de existirem videogames portáteis, ainda faltava um pouco para que até mesmo quem não tinha um console em casa pudesse se divertir onde estivesse. Então, celulares ganharam o “jogo da cobrinha”.

Muitos pensavam que games de celular se limitariam a pequenos passatempos, mas, conforme os aparelhos foram se tornando mais poderosos, passando a ser smartphones, títulos melhores e maiores começaram a fazer parte do dia a dia de todos que andam com esses telefones. Tanto que, hoje em dia, é possível ver jovens, adultos e idosos, homens e mulheres, todos com algum jogo instalado em seus celulares para passar o tempo.

Sejam games simples, para gastar cinco ou dez minutos, ou versões de clássicos dos videogames, como Sonic e Mario, telefones celulares se transformaram em verdadeiros consoles, rivalizando em popularidade com máquinas criadas por empresas como Sony, Microsoft e Nintendo.

5 – Segurança de dados no seu bolso

Em um mundo digital e conectado como o nosso, cuidar de nossos dados e documentos é algo imprescindível. Antigamente, você deveria guardar tudo em pastas, anotar senhas em locais seguros e acessar serviços financeiros indo até uma instituição bancária.

Na atualidade, tudo isso pode ser feito a partir da tela do seu telefone celular. Com o avanço da tecnologia de smartphones, é possível garantir que seu aparelho armazene dados sensíveis com segurança.

Ratinho roubando celular(Giphy)

Acesso a documentos, digitalização de papéis, transações bancárias, tudo pode ser feito por meio de celulares, que podem ser protegidos com senhas comuns, impressões digitais e até mesmo através do reconhecimento facial. Inclusive, essas barreiras todas podem ser usadas como forma de impedir o acesso a computadores e outros aparelhos que você possui. Isso possibilita transformar seu telefone celular em uma chave para todos os seus dados.

Existem até serviços de Seguro Celular, que permitem que seu smartphone seja protegido contra roubos e avarias, apenas firmando ainda mais a importância desses aparelhos nos dias de hoje.

Essas são apenas algumas das inúmeras atividades que foram facilitadas com a evolução dos telefones celulares e smartphones. E a tendência é que, em alguns anos, esses aparelhos sejam ainda mais avançados, se convertam em verdadeiros computadores de bolso e se tornando parte indispensável de nossas vidas.

*Via assessoria.

5 coisas que, há 20 anos, ninguém imaginava que faria pelo celular via Mega Curioso

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Facebook começa a liberar botão de apagar mensagens do Messenger

Poucos dias após confirmar o recurso de apagar mensagens no Messenger, o Facebook começou a liberar a novidade em alguns países do mundo.

A ferramenta pode ser utilizada nas versões móveis do aplicativo de mensagens para Android e iOS. De acordo com o TechCrunch, o recurso já está funcionando na Bolívia, Colombia, Lituânia e Polônia. Segundo um porta-voz da rede social, mais países vão receber a novidade “assim que possível”.

Similar ao que acontece no WhatsApp, o botão de apagar mensagens no Messenger pode ser utilizado em grupos e também nos chats do aplicativo. A ferramenta não se limita aos envios de texto e até mesmo imagens e vídeos podem ser deletados pelo usuários. 

Como apagar mensagens no Messenger?

O Facebook dá ao usuário uma janela de 10 minutos para apagar uma mensagem. Após o período de tempo passar, é impossível remover o que foi enviado. Em grau de comparação, o WhatsApp oferece 68 minutos para o usuário se arrepender e excluír conteúdos no chat.

Ao clicar em uma mensagem enviada recentemente, o usuário recebe entre as opções do app o botão “Remover”, que oferece as alternativas “remover para todos” ou “para você” em grupos, como mostrado no exemplo abaixo.

Após escolher a opção desejada, o usuário recebe uma janela de confirmação dizendo que o conteúdo será apagado permanentemente e não poderá mais ser visto pelos participantes da conversa. Após o fim do processo, o Messenger deixa um balão com a frase “Você removeu uma mensagem” no local do conteúdo excluído.

Vale ressaltar que a novidade ainda não está disponível para todo mundo. Logo, os usuários brasileiros terão que esperar um pouco para receber o recurso de apagar mensagens do Messenger.

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Exército dos EUA vai montar sua própria equipe de eSports

Para tentar atrair mais jovens a se alistar, o Exército dos Estados Unidos decidiu iniciar uma nova equipe de eSports como parte de seus esforços de marketing. A intenção é que o time participe de torneios internacionais e mostra aos jovens que há motivos para eles se identificarem com as forças armadas.

America's Army

Em um AMA realizado pelo Reddit, representantes do Exército convidaram veteranos, reservistas e membros ativos a participar da nova iniciativa. No entanto, eles deixaram claro que os participantes devem ter tempo a servir e que não haverá espaço para aqueles que não fazem mais parte das forças armadas.

Além de competir nos eSports, os participantes vão ter que participar de testes Beta de aplicativos relacionados ao Exército, além de usar softwares de treino e simulação. Essa não é a primeira vez que a entidade trabalha com games: além de ter um jogo oficial — America’s Army —, ela também patrocinou uma etapa qualificatória de um torneio de Street Fighter V e trabalhou com várias desenvolvedoras interessadas em criar experiências de combate realistas.

Exército dos EUA vai montar sua própria equipe de eSports via Voxel

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Mark Zuckerberg teria pedido que executivos do Facebook abandonem iPhones

De acordo com informações do The New York Times, o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, teria começado uma cruzada contra a Apple dentro de sua empresa. O jornal aponta que o chefe da rede social ordenou que os executivos da companhia só usem celulares rodando Android a partir de agora.

A notícia de que a equipe de gerenciamento do Facebook estaria abandonando os iPhones vem logo após Tim Cook, CEO da Apple, comentar sobre o escândalo da Cambrige Analytica.

Em uma entrevista recente, o comandante da Apple disse que “a privacidade é um direito humano” para a sua empresa. “É uma liberdade civil”, disse Cook, ao comentar sobre a falta de cautela do Facebook no caso de uso ilegal de informações de usuários. 

“A verdade é que poderíamos ganhar muito dinheiro se monetizássemos informações do nosso cliente – se o nosso cliente fosse o produto. Mas nós escolhemos não fazer isso”, explicou Cook.

De acordo com o New York Times, Zuckerberg disse aos executivos que a transição total para o sistema operacional Android tem como motivo o alto índice de uso do sistema operacional da Google. Segundo dados da IDC de 2017, o Android está presente em 85% dos smartphones mundialmente, enquanto o iOS tem uma fatia de 14,7% do mercado mobile.

O Facebook não comentou oficialmente sobre o assunto. Com isso, ainda não está claro se os executivos tiveram que trocar seus smartphones e se isso realmente aconteceu por uma questão mercadológica ou birra do CEO da companhia.

Qual seu palpite sobre o caso? Deixe sua opinião nos comentários!

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Falha de segurança no iPhone X permite acesso a fotos deletadas

No iOS, quando você deleta uma foto, ela fica por um tempo numa espécie de “lixeira” até ser excluída permanentemente do dispositivo. Entretanto, durante o concurso de hackers Mobile Pwn2Own, que vai até o dia 21/11, em Tóquio, uma dupla conseguiu acessar fotos que tinham sido apagadas de forma definitiva.

Os hackers Richard Zhu e Amat Cama formaram a dupla Fluoroacetate. Juntos, eles exploraram uma falha do navegador Safari num iPhone X rodando o iOS mais recente (12.1), onde afirmaram que poderiam ter recuperado mais informações do que uma simples foto deletada. A foto só foi utilizada na demonstração da falha porque foi o primeiro arquivo encontrado. Pelo feito, a dupla ganhou um prêmio de US$ 50 mil mais 8 pontos de “Master of Pwn”.

O ataque foi realizado através de um ponto de acesso Wi-Fi malicioso, o que significa que, caso a falha não fosse descoberta, crackers poderiam acessar informações dos aparelhos dos usuários em qualquer ambiente em que estivessem acessando a mesma rede.

A organização do evento deve informar à Apple sobre o ocorrido, para que ela venha a corrigir o bug em alguma breve atualização do iOS.

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