Funcionários da Amazon anunciam greves na Europa

Da Redação

16 de julho de 2018 – 11h30

Segundo a Reuters, trabalhadores dos armazéns da gigante de e-commerce anunciaram greves na Alemanha, Espanha e Polônia em meio ao Amazon Prime Day.


Após Espanha e Polônia, agora foi a vez de funcionários da Amazon na Alemanha anunciarem uma greve nos armazéns da gigante de e-commerce no país, de acordo com a Reuters

Segundo a agência de notícias, a greve de um dia convocada pelo sindicato da fornecedora alemã Verdi acontecerá nesta terça-feira, 17/7, e deverá reunir milhares de trabalhadores.

“A mensagem é clara – enquanto a gigante de tecnologia on-line fica rica, está economizando dinheiro com a saúde dos seus trabalhadores”, afirmou a oficial responsável pelo setor de varejo da Verdi, Stefanie Nutzenberger.

As greves nos três países coincidem com a promoção Prime Day, da Amazon. No entanto, a empresa de Seattle, nos EUA, afirma que as greves não terão impacto sobre as entregas do Prime Day. 

“Acreditamos que os empregos no Fullfillment Center da Amazon são excelentes em fornecer um ótimo lugar para aprender habilidades para iniciar e desenvolve ruma carreira”, afirmou a Amazon em uma nota enviada para a Reuters.

Ainda conforme a agência de notícias, os funcionários da equipe permanente dos armazéns da Amazon na Alemanha ganham aproximadamente 12,22 euros por hora. O país europeu é o segundo maior mercado nacional da empresa no mundo, atrás apenas dos EUA, tendo registrado 17 bilhões de dólares em receita no ano passado.

via IDG Now!

Adobe prepara versão completa do Photoshop para iPad, diz Bloomberg

Segundo reportagem do site, novo app para tablet da Apple será apresentado durante evento em outubro e lançado oficialmente em 2019.


A Adobe planeja lançar uma versão completa do seu icônico aplicativo de edição de imagens Photoshop para iPads, segundo publicou recentemente a Bloomberg, que cita pessoas próximas do assunto como fontes.

De acordo com a reportagem, o lançamento do app faria parte de uma nova estratégia da fabricante para disponibilizar seus produtos em diferentes aparelhos e aumentar as assinaturas dos programas, formato adotado em 2012 pela companhia americana.

Em contato com a Bloomberg, o diretor de produtos da divisão Creative Cloud da Adobe, Scott Belsky, confirmou que a empresa prepara uma nova versão multiplataforma do Photoshop, mas não falou sobre quando esses softwares serão liberados ao público. 

“Meu desejo é levar esses (apps) para o mercado o mais rápido possível. Há muito trabalho necessário para pegar um produto tão sofisticado e poderoso como o Photoshop e fazê-lo funcionar em um aparelho moderno como o iPad. Precisamos levar os nossos produtos para essa era colaborativa cloud-first”, afirmou o executivo. 

Quando chega?

Essa suposta nova versão completa do Photoshop para o tablet da Apple seria revelada oficialmente durante a conferência anual da Adobe, MAX, enquanto que a chegada ao mercado aconteceria em 2019, conforme as fontes da Bloomberg.

via IDG Now!

Smartphones com blockchain estão chegando: o que você precisa saber sobre isso

Primeiros modelos com tecnologia se preparam para chegar ao mercado e prometem carteira de criptomoedas nativa e maior segurança; Mas eles serão para todo mundo?


Após meses de especulação, a empresa taiwanesa HTC se prepara para lançar um smartphone habilitado para Blockchain no próximos meses, que permitirá aos usuários armazenar com segurança criptográfica e atuar como um nó de computação em uma rede Blockchain.

“Queremos dobrar e triplicar o número de nós das redes do Ethereum e do Bitcoin”, disse a HTC em seu material de marketing para o aparelho. Espera-se que o novo smartphone possa funcionar com vários protocolos Blockchain, permitindo a interoperabilidade entre eles.

Além disso, o smartphone habilitado para Blockchain HTC Exodus permitirá que os proprietários joguem CryptoKitties, um Dapp. Ou seja, um aplicativo executado em vários nós em redes ponto a ponto (P2P).

Parece que a terceira maior fabricante mundial de celulares pode ganhar uma corrida para se tornar a primeira da indústria a oferecer um smartphone Blockchain.

Em outubro do ano passado, a Sirin Labs, com sede na Suíça, anunciou seu próprio smartphone com recursos de blockchain nativos, a US$ 1.000 e agendou o lançamento para setembro deste ano. Mas na ú´ltima coletiva para apresentar o visual do aparelho, adiou o lançamento para novembro. A HTC, no entanto, planeja lançar seu telefone ainda neste trimestre.

O telefone blockchain da HTC já recebeu “dezenas de milhares” de reservas em todo o mundo, disse Phil Chen, chefe de criptografia da HTC, em uma entrevista durante a conferência RISE realizada dias atrás em Hong Kong.

Carteira de criptomoedas nativa

Como o Finney, da Sirin Labs, o HTC Exodus virá com carteira de criptomoedas nativa, suporte para DApps (aplicações descentralizadas, cada vez mais em voga), hardware seguro e suportará os protocolos usados na bitcoin, Ether e em outras criptomoedas.

“Através do Exodus, nós estamos empolgados para suportar os protocolos subjacentes como Bitcoin, Lightning Networks, Ethereum, Dfinity e mais. Nós gostaríamos de suportar o ecossistema completo de blockchain e nos próximos meses estaremos anunciando muitas novas parceiras empolgantes juntos”, disse Phil Chen.

A Sirin conseguiu levantar mais de US$ 100 milhões em uma oferta inicial de moedas para o smartphone Finney. “A tecnologia Blockchain não será transferida para o mainstream até que a experiência do usuário seja resolvida. Nosso crowdfunding bem-sucedido nos fornece os recursos para resolver esses problemas e trazer ao mercado uma experiência mais segura e simples para a adoção em massa do mercado”, afirmou Moshe Hogeg, CEO da Sirin. 

Os dispositivos Finney são projetados para suportar aplicativos Blockchain inerentes, como uma carteira criptografada, acesso seguro a trocas, comunicações criptografadas e um ecossistema de compartilhamento de recursos P2P para pagamento e aplicativos, suportados pelo token SRN da Sirin. 

“Isso permitirá pagamentos rápidos entre os pares da rede sem a necessidade de mineração (taxa-menos)”, disse Sirin em seu material de marketing.

Como o smartphone Solarin, também da Sirin, o dispositivo Finney contará com um interruptor físico que desligará imediatamente todas as comunicações não criptografadas, garantindo que o armazenamento digital interno esteja inacessível off-line, funcionando como uma “carteira fria” para moedas digitais.

 

Com uma tela de 6 polegadas, ele terá processador Snapdragon 845, 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno, sensor biométrico, bateria de 3.000 mAh, conectividade Bluetooth 5.0 e sistema operacional SIRIN OS, baseado no Android 8.1 Oreo. 

A HTC ainda não divulgou detalhes sobre seu smartphone Exodus, mas disse que um recurso adicional será a recuperação de chave de criptografia nativa, um enigma ligado à comunidade de criptomoeda.

Mantenha sua chave privada

Embora o Blockchain seja uma tecnologia de rede segura ponto a ponto sobre a qual dados podem ser trocados anonimamente por uma miríade de negócios ou transações pessoais, a criptografia por trás do livro eletrônico também significa que se você perder sua chave privada, perderá seus dados – para sempre.

A HTC não ofereceu detalhes sobre como permitiria a recuperação de chaves no smartphone, que será fabricado pela empresa chinesa FIH Mobile.

“Eu olhei para o projeto Sirin de vez em quando. Do ponto de vista de segurança, é provável que eles estejam no topo, porque estão projetando a coisa do zero”, disse Martha Bennett, analista da Forrester Research. “Mas é um produto de nicho”.

Em termos da carteira embutida, a questão-chave é como as duas empresas manterão dados sigilosos seguros, disse Bennett.

“Por definição, a menos que o telefone esteja em modo de voo, há sempre uma conexão, seja via celular, WiFi, NFC ou Bluetooth (ou qualquer combinação do já mencionado). Isso oferece muito mais superfícies de ataque do que um dispositivo USB ocasionalmente conectado “, disse Bennett.

Para qual público?

Jack Gold, principal analista da J.Gold Associates, disse que nem a HTC nem os smartphones com Blockchain da Sirin atrairão o público mainstream, já que a atividade de criptografia é quase toda comercializada, e permanece ao alcance de entusiastas e especuladores – “CryptoKitties à parte”.

Embora ainda seja a terceira maior fabricante de celulares, nos últimos anos a HTC perdeu sua diferenciação de mercado, algo que espera recuperar com o lançamento de um smartphone Blockchain, disse Gold.

“Ela quer entrar novamente em destaque, mas não pode fazê-lo sem uma oferta verdadeiramente diferenciada. Blockchain é uma das áreas onde há poucos concorrentes no momento. E isso dá à HTC alguma vantagem”, disse Gold. “A questão é, quantas pessoas realmente querem ou precisam de um smartphone com blockchain? O que elas farão no curto prazo?Quantas pessoas precisam armazenar fichas em um telefone e usá-las para pagar as coisas?”

Embora a HTC permita a mineração no telefone, o poder de processamento que está colocando atrás dessa função é mínimo comparado aos equipamentos de mineração que usam placas gráficas e ASICs para lidar com milhares de operações por segundo.

“Suponho que a capacidade de manter toda a credencial de criptografia no dispositivo, e não em um hardware independente, possa ser atraente, mas será que essa é uma razão pela qual as pessoas vão comprar um smartphone Blockchain?” indaga Gold. “Finalmente, uma vez que o primeiro dispositivo é hackeado, (e vimos no passado que essas coisas acontecem), quantas pessoas estarão interessadas em comprar um dispositivo?”

>Siga o IDG Now! também no Facebook, Twitter e Instagram

 

via IDG Now!

Por que smartphones terão 5 câmeras e por que isso é importante, afinal?

Para além de fotografias melhores, maior número de câmeras significa mais sensores, logo mais dados gerados e coletados


Quem poderia prever que a câmera do seu telefone se tornaria a tecnologia mais popular, útil e importante de sua vida? Só neste ano, a raça humana vai tirar 1,3 trilhão de fotos, de acordo com a Keypoint Intelligence/InfoTrends. Os smartphones serão usados ​​para 87% dessas imagens.

Mas convenhamos, a maioria dessas fotos é inútil. Não digo apenas sobe selfies, mas selfies ruins que nunca serão sequer postadas. Nem me fale sobre vídeos. As câmeras de smartphone são responsáveis ​​pelo maior desperdício de espaço de armazenamento na história.

Mas um grande número dessas fotos é valioso para negócios ou usos profissionais. Empresários de todos os tipos estão usando cada vez mais câmeras de smartphones como sensores para todos os propósitos para colher dados do ambiente, realidade aumentada, entrada rápida de dados e muito mais.

Pessoalmente, eu uso minha câmera do smartphone para lembretes rápidos. Eu tiro fotos do número do meu quarto de hotel, a placa que diz onde meu carro está estacionado, a placa do meu carro alugado e qualquer coisa que, mais tarde, faça minha memória lembrar de alguma tarefa que eu precise fazer.

Um aplicativo de smartphone chamado CamFind permite que você tire uma foto de qualquer coisa e encontre informações sobre esse objeto por meio de pesquisa. Um uso típico trará lugares para comprar exatamente os mesmos produtos ou similares, uma lista de imagens e vídeos relacionados e uma pesquisa na web. Também traz sites associados a códigos de barras.

O Google Fotos oferece um recurso semelhante com um novo botão do Google Lens. O recurso colocará dados de cartão de visita em seus Contatos do Google, adicionará um cartão para um evento ao seu calendário e realizará outros trabalhos úteis.

Já o aplicativo Tradutor do Google traduzirá idiomas estrangeiros em tempo real quando você apontar sua câmera para qualquer sinal ou menu.

Outro aplicativo, chamado Photomath, resolverá qualquer problema de matemática que você tirar uma foto.

À medida que novos aplicativos e recursos proliferam, fica óbvio que as câmeras dos smartphones são extremamente importantes. E para provar casos de uso no próximo nível, precisaremos de mais câmeras.

Prepare-se para a explosão da câmera do smartphone

Se uma câmera traseira é boa, então duas são melhores, certo? Certo!

O iPhone X, o Galaxy S9 Plus, o LG G7, o OnePlus 6 e praticamente todos os smartphones caros agora têm duas câmeras traseiras. Eles fornecem profundidade de campo, o que é útil para efeitos bokeh de “modo retrato” e a capacidade de separar o primeiro plano do plano de fundo para edição de fotos. Por exemplo, um recurso do Google em breve permitirá que você tire uma fotografia colorida e crie apenas o plano de fundo em preto-e-branco. Câmeras duplas também fornecem potencialmente melhores dados para processamento de IA.

Agora, que tal três? O Huawei P20 Pro, já no mercado, possui três lentes traseiras e uma câmera selfie frontal, para um total de quatro câmeras embutidas. Uma das lentes traseiras é uma câmera colorida de 40 megapixels. A segunda é uma câmera monocromática de 20 megapixels que fornece informações de profundidade e também melhora a faixa dinâmica das fotos. E o terceiro fornece zoom óptico de 3x.

Um recurso de destaque está chegando ao telefone em breve, na forma de uma atualização de software, que permitirá vídeo de câmera lenta a incríveis 960 quadros por segundo. (Isso é impressionante, mas ele dispara em 720p; o Sony Xperia XZ2 tem o mesmo slow motion de taxa de quadros, mas a 1.080p.)

Um total de quatro câmeras é bom. Mas não tão bom quanto cinco

O próximo telefone da LG, provavelmente a ser lançado no ano que vem e possivelmente chamado de V40, conterá três câmeras traseiras e duas câmeras frontais. As duas câmeras selfie provavelmente facilitarão o desbloqueio por reconhecimento de rosto e outros recursos. As três câmeras traseiras ostentam uma lente ampla, uma lente ultra-larga e uma lente “misteriosa”.

O Samsung Galaxy S10 +, que deve ser lançado no próximo ano, terá cinco câmeras também. Espera-se que um deles funcione como uma lente ultra grande angular, com um campo de visão de 120 graus.

Até o final do próximo ano, os smartphones de cinco câmeras serão um kit padrão para telefones emblemáticos.

E se você acha que cinco câmeras são um exagero, você deve saber que uma empresa chamada Light deve anunciar ainda este ano um smartphone (mostrado acima) que terá nove câmeras.

O objetivo de todas essas câmeras é idêntico à câmera L16 sem telefone da empresa, que tem 16 câmeras: para habilitar a qualidade semelhante à DSLR em um dispositivo de bolso. (Em tempo: especialistas criticaram a câmera L16 por ter um software defeituoso, um preço alto e resultados ruins)

Espera-se que a câmera tire fotos de 64 megapixels e provavelmente permita que você tire fotos agora, para focá-las mais tarde. É um ótimo conceito. Vamos ver se a empresa pode fazer certo desta vez.

Como entender a mania multi-câmera

Obviamente, várias câmeras aprimoram fotos e tornam os smartphones mais parecidos com DSLR. Mas, mais importante, eles fornecem dados de alta resolução para aplicativos de AI e AR.

Um bom exemplo vem da startup Lucid, baseada no Vale do Silício, que você pode conhecer como criadora do VR180 LucidCam e o cérebro por trás da revolucionária câmera Red 8K 3D.

A Lucid anunciou recentemente um novo foco em um modelo de licenciamento de software, onde a empresa fornecerá os cérebros de software para alimentar recursos avançados de smartphones. A oportunidade que permite a entrada da Lucid nesse mercado é o advento dos smartphones com duas e mais câmeras.

A plataforma 3D Fusion da Lucid usa aprendizado de máquina e dados históricos para medir rapidamente a profundidade em tempo real. Essa capacidade permite recursos que não são possíveis com os smartphones de hoje, como rastreamento avançado de objetos de realidade aumentada e gestos de alta resolução no ar.

A tecnologia Lucid é apenas um exemplo do que é possível com câmeras adicionais em smartphones. A realidade é que as câmeras são sensores úteis – especialmente quando construídos de forma onipresente em computadores de bolso que executam aplicativos e estão conectados em todos os momentos à internet.

As câmeras de smartphone já podem identificar e fornecer informações adicionais sobre o que quer que elas apontem. Eles nos permitem coletar dados visuais e ver objetos de realidade aumentada colocados no mundo real. Câmeras frontais podem melhorar a segurança através do reconhecimento facial.

Se você for como eu e gostar de usar esses sensores como máquinas de coleta de dados, suba, então. O futuro mundo dos smartphones de muitas câmeras vai transformar o que será possível fazer com um smartphone.

Enquanto os nerds da fotografia ficarão animados com smartphones abordando a qualidade da fotografia DSLR, os nerds de dados devem ficar ainda mais animados. Porque os smartphones já eram muito superiores às DSLRs para capturar dados utilizáveis ​​para AI e AR, e várias câmeras estão prestes a torná-las as ferramentas de negócios mais úteis de todos os tempos.

>Siga o IDG Now! também no Facebook, Twitter e Instagram 

 

 

via IDG Now!

Startup Enjoei busca profissionais de tecnologia para trabalhar home office

Oportunidades para cargos de gestores a estagiários são para as áreas de Tecnologia & Engenharia, BI, Atendimento e Marketing


O enjoei, plataforma especializada em itens de moda usados com mais de 4,5 milhões de usuários, busca nove profissionais para a cidade de São Paulo e também para trabalhar de qualquer lugar do Brasil, via home office.

As oportunidades, para cargos de gestores a estagiários, são para as áreas de Tecnologia & Engenharia, BI (Business Intelligence), Atendimento e Marketing.

A área com mais vagas é a de Tecnologia & Engenharia, com seis posições abertas, como Android developer, programador Ruby on Rails e desenvolvedor frontend.

A empresa exige formações e as experiências variadas, mas algumas características são comuns para todas as posições: perfil de profissional que tenha interesse em colocar o usuário na frente das decisões, tenha facilidade para trabalhar em um ambiente dinâmico, multidisciplinar e colaborativo

O cadastro para as vagas deve ser feito pelo site jobs.kenoby.com/enjoei.

Confira todas as vagas:

Atendimento 

Head de Processos e Pessoas – São Paulo

Marketing

Analista de marketing digital – São Paulo

Produto

Analista de BI – São Paulo

Estágio desenvolvedor BI – São Paulo

Tecnologia

Desenvolvedor front-end – São Paulo e Remoto

Android developer – Remoto

Programador ruby on rails – Remoto

Especialista em Segurança da Informação – Remoto

Tech Lead – São Paulo / Remoto

Analista de QA – São Paulo

 

via IDG Now!

5 coisas que você talvez não saiba sobre malware

Novas ameaças são criadas a cada oito segundos e custos por computador infectado podem chegar a 10 mil dólares


Com a criação de um novo tipo de malware a cada 8 segundos, as ameaças digitais se transformaram em um problema grande tanto para usuários domésticos quanto para empresas. Para essas últimas, os prejuízos podem chegar a US$ 359 bilhões por ano. 

“Quanto maior o índice de uso de software não licenciado, maior a chance de uma infecção por malware”, explica Antonio Eduardo Mendes da Silva, country manager da BSA The Software Alliance, defensora global do setor de software. “Softwares originais têm upgrades contínuos, antivírus confiáveis e atualização automática que mantêm sua empresa e seus dados seguros de ameaças digitais”, completa.

Na lista abaixo, o executivo lembra cinco curiosidades sobre malware:

1. Malware é a abreviação de “Malicious Software”, ou seja, uma ameaça digital instalada sem consentimento, escondida em links, mensagens de e-mail ou programas oferecidos “sem custos”.

2. Quanto maior o índice de uso de software não licenciado, maior a chance de uma infecção por malware: ao usar softwares sem licença, malwares podem se instalar no computador e roubar senhas e keyloggers, mascarar aplicativos bancários, redirecionar seu navegador para sites maliciosos e permitir que hackers acessem seu sistema.

3. Uma em cada três empresas tem a chance de encontrar ameaças quando obtém ou instala programas ou pacotes de software irregulares.

4. Uma nova ameaça de malware é criada a cada oito segundos: as empresas demoram até 243 dias para detectar um ataque e outros 50 para resolvê-lo.

5. Os custos por computador infectado podem chegar a 10 mil dólares.

 

via IDG Now!

5 coisas que você talvez não saiba sobre malware

Novas ameaças são criadas a cada oito segundos e custos por computador infectado podem chegar a 10 mil dólares


Com a criação de um novo tipo de malware a cada 8 segundos, as ameaças digitais se transformaram em um problema grande tanto para usuários domésticos quanto para empresas. Para essas últimas, os prejuízos podem chegar a US$ 359 bilhões por ano. 

“Quanto maior o índice de uso de software não licenciado, maior a chance de uma infecção por malware”, explica Antonio Eduardo Mendes da Silva, country manager da BSA The Software Alliance, defensora global do setor de software. “Softwares originais têm upgrades contínuos, antivírus confiáveis e atualização automática que mantêm sua empresa e seus dados seguros de ameaças digitais”, completa.

Na lista abaixo, o executivo lembra cinco curiosidades sobre malware:

1. Malware é a abreviação de “Malicious Software”, ou seja, uma ameaça digital instalada sem consentimento, escondida em links, mensagens de e-mail ou programas oferecidos “sem custos”.

2. Quanto maior o índice de uso de software não licenciado, maior a chance de uma infecção por malware: ao usar softwares sem licença, malwares podem se instalar no computador e roubar senhas e keyloggers, mascarar aplicativos bancários, redirecionar seu navegador para sites maliciosos e permitir que hackers acessem seu sistema.

3. Uma em cada três empresas tem a chance de encontrar ameaças quando obtém ou instala programas ou pacotes de software irregulares.

4. Uma nova ameaça de malware é criada a cada oito segundos: as empresas demoram até 243 dias para detectar um ataque e outros 50 para resolvê-lo.

5. Os custos por computador infectado podem chegar a 10 mil dólares.

 

via IDG Now!

5 coisas que você talvez não saiba sobre malware

Novas ameaças são criadas a cada oito segundos e custos por computador infectado podem chegar a 10 mil dólares


Com a criação de um novo tipo de malware a cada 8 segundos, as ameaças digitais se transformaram em um problema grande tanto para usuários domésticos quanto para empresas. Para essas últimas, os prejuízos podem chegar a US$ 359 bilhões por ano. 

“Quanto maior o índice de uso de software não licenciado, maior a chance de uma infecção por malware”, explica Antonio Eduardo Mendes da Silva, country manager da BSA The Software Alliance, defensora global do setor de software. “Softwares originais têm upgrades contínuos, antivírus confiáveis e atualização automática que mantêm sua empresa e seus dados seguros de ameaças digitais”, completa.

Na lista abaixo, o executivo lembra cinco curiosidades sobre malware:

1. Malware é a abreviação de “Malicious Software”, ou seja, uma ameaça digital instalada sem consentimento, escondida em links, mensagens de e-mail ou programas oferecidos “sem custos”.

2. Quanto maior o índice de uso de software não licenciado, maior a chance de uma infecção por malware: ao usar softwares sem licença, malwares podem se instalar no computador e roubar senhas e keyloggers, mascarar aplicativos bancários, redirecionar seu navegador para sites maliciosos e permitir que hackers acessem seu sistema.

3. Uma em cada três empresas tem a chance de encontrar ameaças quando obtém ou instala programas ou pacotes de software irregulares.

4. Uma nova ameaça de malware é criada a cada oito segundos: as empresas demoram até 243 dias para detectar um ataque e outros 50 para resolvê-lo.

5. Os custos por computador infectado podem chegar a 10 mil dólares.

 

via IDG Now!

5 coisas que você talvez não saiba sobre malware

Novas ameaças são criadas a cada oito segundos e custos por computador infectado podem chegar a 10 mil dólares


Com a criação de um novo tipo de malware a cada 8 segundos, as ameaças digitais se transformaram em um problema grande tanto para usuários domésticos quanto para empresas. Para essas últimas, os prejuízos podem chegar a US$ 359 bilhões por ano. 

“Quanto maior o índice de uso de software não licenciado, maior a chance de uma infecção por malware”, explica Antonio Eduardo Mendes da Silva, country manager da BSA The Software Alliance, defensora global do setor de software. “Softwares originais têm upgrades contínuos, antivírus confiáveis e atualização automática que mantêm sua empresa e seus dados seguros de ameaças digitais”, completa.

Na lista abaixo, o executivo lembra cinco curiosidades sobre malware:

1. Malware é a abreviação de “Malicious Software”, ou seja, uma ameaça digital instalada sem consentimento, escondida em links, mensagens de e-mail ou programas oferecidos “sem custos”.

2. Quanto maior o índice de uso de software não licenciado, maior a chance de uma infecção por malware: ao usar softwares sem licença, malwares podem se instalar no computador e roubar senhas e keyloggers, mascarar aplicativos bancários, redirecionar seu navegador para sites maliciosos e permitir que hackers acessem seu sistema.

3. Uma em cada três empresas tem a chance de encontrar ameaças quando obtém ou instala programas ou pacotes de software irregulares.

4. Uma nova ameaça de malware é criada a cada oito segundos: as empresas demoram até 243 dias para detectar um ataque e outros 50 para resolvê-lo.

5. Os custos por computador infectado podem chegar a 10 mil dólares.

 

via IDG Now!

5 velhos hábitos que podem atrasar o seu trabalho e a sua carreira

Marshall Goldsmith reflete sobre um tema delicado: a necessidade de abandonar hábitos antigos para alcançar resultados melhores


Em seu livro, “What Got You Here Won’t Get You There”, Marshall Goldsmith fala sobre um tema delicado: a necessidade de abandonar velhos hábitos para alcançar resultados melhores.

Goldsmith conhece o assunto. Como coach executivo de CEOs das maiores empresas norte-americanas durante anos, ele ensinou esses líderes a melhorarem. Frequentemente, isto envolve deixar de lado costumes negativos e adotar comportamentos que propiciam o sucesso. 

Não apenas os CEOs, mas diretores, gerentes e empregados também precisam pensar a respeito.

Confira abaixo comportamentos que, segundo Goldsmith, devem ser abandonados por quem almeja o sucesso no ambiente corporativo.

• Vencer demais

Todos nós queremos ganhar, mas quando você não é quem está ganhando, o comportamento do vencedor pode ficar chato logo. A busca pela vitória a qualquer custo pode acabar custando caro: perda de respeito, de apoio e até mesmo do emprego. 

• Começar frases com “Não”, “Mas” ou “Mesmo assim”

Estas palavras, de acordo com Goldsmith, são sinais claros de que o interlocutor pensa “Eu estou certo, você está errado.” Você não precisa concordar ou ceder sempre, mas pare de qualificar. A vida não é um contrato.

• Esconder informações

Quer saber porque as pessoas não confiam em você? Pode ser porque você não é transparente e guarda para si informações que podem determinar o sucesso de um projeto. Esse tipo de atitude geralmente causa desconforto e volta quando os demais tiverem uma oportunidade.

• Apegar-se ao passado

Teve uma avaliação de desempenho negativa? Mude isto já. Certamente isto machuca, mas você precisa encarar os fatos. Dizem que ficar reclamando é uma forma de tentar culpar os outros.

• Ter dificuldade em expressar gratidão

Você morreria por dizer “obrigado” de vez em quando? É uma cortesia simples e decente que todos nós precisamos praticar mais. Falta de tempo não é desculpa e não dizer obrigado é falta de educação.

 

via IDG Now!