YouTube muda regras de monetização; Apple corrige bug no iPhone e + [CT News]

Bem-vindos ao nosso “jornal” diário com o resumo das principais notícias sobre tecnologia. Com o Canaltech News, em pouco mais de 5 minutos você fica por dentro dos principais produtos lançados do mercado, da movimentação das principais empresas do segmento, novidades das redes sociais, curiosidades, cultura geek, e muito mais.

Nesta edição, falamos sobre:

  • Google Pay é lançado para substituir Android Pay no Brasil e no mundo
  • Apple lança iOS 11.2.6 para corrigir falha que travava iPhone
  • Facebook Brasil é multado em R$ 4 milhões por descumprir ordem judicial
  • Sul-coreano que atuava para regular mercado de criptomoedas é encontrado morto
  • Com fim de prazo, canais pequenos perdem monetização no YouTube
  • Russa morre eletrocutada após deixar celular cair dentro da banheira
  • Adolescentes assumem que são viciados em smartphones, segundo estudo
  • Brasil está em 52º lugar em ranking que analisa a média global de velocidade 4G
Gostou desse vídeo?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.

via Canaltech

Apple requisita uso de logotipo de 1977 para estampar camisetas e bonés

A maçã monocromática que a Apple adotou como logo nos últimos anos não corresponde mais à imagem que a empresa deseja passar (ao menos em seus produtos promocionais) e será substituída por uma versão curiosamente mais antiga. Trata-se da maçã com as cores do arco-íris em listras horizontais, utilizada pela empresa de 1977 até 1999.

Steve Jobs optou por preencher a maçã com o espectro do arco-íris em referência à capacidade do Apple II em reproduzir cores, o que significava uma grande inovação naquela época.

O logo da Apple mudou bastante durante o tempo, conforme você pode conferir na linha do tempo abaixo:

Histórico dos logos da Apple desde a sua criação

Em dezembro passado, a empresa entrou com um pedido no Trademark Reporting and Monitoring System, órgão responsável pela regulação de patentes e logotipos. Aparentemente, o intuito, segundo o documento, é voltar a utilizar a maçã colorida em produtos promocionais, como camisetas e bonés.

Requisição do uso do logo colorido para peças de vestuário (Imagem: Reprodução/The Blast)

Ainda não se sabe se a maçã multi-colorida estampará, mesmo, camisetas e bonés da Apple no futuro próximo. Contudo, não custa sonhar que esses produtos não cheguem custando "o olho da cara".

via Canaltech

VR Gamer anuncia espaço para testes gratuitos de jogos em Realidade Virtual

A pioneira dos arcades voltados exclusivamente à realidade virtual (VR) no Brasil, anunciou que abrirá um espaço dedicado ao PlayStation VR em São Paulo. Pelo próximos 3 meses, jogadores e entusiastas desta tecnologia poderão agendar uma visita às salas temáticas localizadas dentro das lojas VR Gamer da capital paulista. A oportunidade concederá aos visitantes uma experimentação gratuita de diversos títulos que possuem suporte ao acessório do PlayStation 4, recém-lançado em território nacional.

Agendar uma sessão gratuita em um dos arcades da VR Gamer é simples e fácil: basta acessar o hotsite e seguir as instruções de cadastro, além de aceitar o regulamento. Após isso, é necessário validar o agendamento com o código promocional PSVR2018, e em seguida aguardar a chegada de um e-mail de confirmação. Depois de seguir estes passos, basta comparecer ao local e horário previamente escolhido para sentir as diferentes experiências que os títulos disponíveis para PSVR oferecem.

Dentre os jogos disponíveis, estão Batman Arkham VR, Resident Evil VII, The Impatient, Until Dawn: Rush of Blood e The Elder Scrolls: Skyrim VR. Lembrando que o catálogo oficial de jogos para o gadget sempre está em expansão, e futuros lançamentos também podem fazer parte da ação.

A VR Gamer oferece outras opções de experimentação de realidade virtual em suas lojas, com preços e horários definidos. A rede de arcades dedicada a realidade virtual possui atualmente duas lojas: a matriz, na Vila Mariana, e uma outra em Cotia. A marca ainda prevê a abertura de outras 5 franqueadas até o final do ano de 2018.

A primeira expansão da franquia, a loja localizada na Granja Vianna, foi inaugurada em dezembro do ano passado no shopping Granja Vianna, em Cotia, e também oferece os mais recentes lançamentos de jogos e experiências em VR. O local ainda trouxe uma novidade: uma arena de combate inédita, que permite até 3 jogadores compartilharem o mesmo espaço físico utilizando aparelhos VR sem fio.

via Canaltech

Blockchain além da Bitcoin: 8 aplicações inovadoras

O escritor Don Tapscott abraçou a Blockchain e tem sido um dos maiores evangelistas da tecnologia mundo afora. Ele é autor de mais de 15 livros sobre tendências em negócios digitais que incluem A Revolução Blockchain, que detalha como a tecnologia por trás do Bitcoin está transformando o dinheiro, os negócios e o mundo. Em uma recente palestra na Campus Party, em São Paulo, ele revelou as oito aplicações mais inovadoras do Blockchain que vão além da Bitcoin. Confira abaixo:        

1 – Economias realmente compartilhadas

Segundo Tapscott essa é a oportunidade de criar uma economia compartilhada real. Empresas como Uber ou AirBNB são identificadas como parte de uma economia compartilhada, mas elas são um sucesso justamente porque não dividem nada. Essas companhias são agregadoras de serviços. Mas e se o Uber ou AirBNB fossem uma aplicação distribuída em uma Blockchain? O AirBNB poderia se chamar BAirBNB, ou, BlockchainAirBNB. Nele, você acharia um lugar para passar uns dias, usando apenas uma base de dados baseada em Blockchain, sem intermediários. Automaticamente você cria um Smart Contract com o locador, aparece no local, abre a porta, e um pagamento parcial é registrado no contrato. Então, na saída, você fecha a porta e o pagamento completo é feito e também registrado. Você faz sua avaliação do local por meio de estrelas e tudo é imutável, pois está registrado dentro de uma Blockchain. Não há necessidade de uma empresa como a AirBNB para intermediar, pois tudo pode ser feito pelas próprias partes interessadas. 

2 – Direitos autorais garantidos

Existem muitas pessoas na economia que criam valor, mas não são compensadas por isso. A indústria da música é um grande exemplo. A internet de informação quebrou os regimes de propriedade intelectual, porque não existia uma internet de valor para proteger esse bem. Todo mundo já compartilhou ilegalmente arquivos MP3 e isso tornou a vida dos criadores de conteúdos muito difícil. Um músico que escreveu uma canção há 3 ou 4 anos atrás nos Estados Unidos e atingiu 1 milhão de cópias do single, ganhou cerca US$ 46. Hoje um músico que escreve uma canção que vende 1 milhão de cópias em streaming, ganha US$ 35. Mas e se tivermos a indústria da música baseada em Blockchain?

A cantora britânica Imogen Heap está criando uma plataforma baseada em Blockchain chamada de Mycelia. Esta rede Blockchain permite que o artista coloque sua música dentro de um Smart Contract e o próprio contrato gerencia o seu uso. Para escutá-la, você paga X, para colocá-la em um filme paga outro valor, para usá-la como ringtone, outro valor. Desta forma, a música se torna um negócio e protege os direitos do artista, coletando royalties. Isso não está restrito a músicos, mas cientistas, jornalistas, escritores e artistas de diversas áreas.

3 – Re-intermediadores

Agora existe uma oportunidade de “re-intermediar” algum serviço de uma maneira diferente. Hoje o maior fluxo de fundos entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento são as remessas. A diáspora global, ou seja, a dispersão de um povo em consequência de preconceito ou perseguição política, religiosa ou étnica, gera a necessidade de envio de remessas de dinheiro o tempo todo. As pessoas que abandonaram seus países de origem precisam mandar dinheiro de volta para casa. Tratam-se de operações de trilhões de dólares. Nas Filipinas, por exemplo, 15% da economia é baseada em remessas. Tapscott conta uma história real para ilustrar a ideia.

Ele conheceu uma filipina no Canadá que há 20 anos faz a mesma operação. Ela recebe o salário, vai até um banco descontar o cheque, então segue até a uma agência da Western Union especializada em remessas para as Filipinas. Ela manda US$ 500 para sua mãe todos os meses. Essa transação demora de 4 a 7 dias para chegar e custa 10% do montante. Mas, com o surgimento da Blockchain, hoje ela pode usar serviços como o PayCase. Ela manda os US$ 500 do celular dela para o celular da mãe dela, sem a Western Union no meio. Não demora 7 dias, porque chega instantaneamente. Assim que o dinheiro é enviado, sua mãe escolhe pelo próprio app da PayCase que o entregador mais próximo leve seu dinheiro. Em poucos minutos uma pessoa aparece na porta da sua casa com o montante já na moeda local. Tudo isso custa para ela 1.5% do valor total. Ou seja, empresas como a PayCase são re-intermediadores, enquanto a Western Union está sendo dispensada como intermediadora.

4 – Uma nova Supply Chain

Supply Chain é um mercado de US$ 64 trilhões ao redor do mundo que, com o tempo, pode ser realocado para Blockchain. O Supply Chain nada mais é que diferentes pessoas fazendo transações e confiando umas nas outras. Agora imaginem se eles pudesse ver uma rede compartilhada com as transações um dos outros. É o que a Sweetbridge está tentando fazer. A ideia é que empresas que não tenham dinheiro para pagar seu fornecedor, possa pagá-lo monetizando sua própria rede de fornecedores.

Já o Walmart usa a Blockchain para a segurança das comidas, rastreando a cadeia de fornecedores caso tenha um problema. Com isso é possível saber em qual jardim o tomate cresceu ou quem são os pais da vaca que forneceu este ou aquele leite estragado. Outro problema de cadeia de suprimentos que pode ser resolvido é dos Diamantes de Sangue, aquelas pedras preciosas que são usadas para financiar as guerras na África. Com a Blockchain é possível rastrear a procedência de todas as pedras e saber se a que você comprou já financiou algum ato violento.

5 – Dispositivos mais inteligentes

Os bilhões de objetos que estão se tornando inteligentes com a Internet das Coisas vão precisar registrar suas informações. Uma lâmpada que compra energia de uma empresa distribuidora, por exemplo, poderá fazer negócios sozinha se tiver sua identidade registrada em uma Blockchain. Um exemplo é a Brooklin MicroGrid, uma distribuidora de energia feita por pessoas e baseada em Blockchain. Essa rede de pessoas possuem painéis solares em suas casas e um vende energia para o outro por meio da Blockchain, sem precisar de intermediadores, pois os dispositivos são registrados na cadeia de blocos.

6 – Serviços financeiros mais simples

Hoje os serviços financeiros são muito complicados. Você passa seu cartão numa loja e uma série de mensagens é enviada para diversas empresas diferentes, cada uma com seu próprio sistema computacional, e dias depois a mensagem volta com a liquidação da conta. Mas se isso fosse baseado em Blockchain, não precisaria de todo esse tempo e burocracia. Seria apenas uma mudança simples no registro, sem necessidade de partes/empresas para avaliar o risco da transação, sem custo para cada ação e sem demora no processo.

7 – Identidades virtuais 

Os dados são os ativos da nova era, assim como a terra foi na economia agrária ou petróleo na economia industrial. O problema é que nós produzimos os dados, mas empresas como o Facebook são os reais donos dessas informações. Nós temos acesso apenas a uma pequena parte destes dados e não podemos usá-los a nosso favor.

Com a Blockchain podemos criar identidades dentro da cadeia, como avatares virtuais que guardem todas nossas informações da vida digital. A identidade em Blockchain poderia registrar absolutamente todos os dados, desde suas transações financeiras até informações de saúde ou educação. Seria privado, seguro e você seria o real dono de suas informações, podendo usá-las da forma que desejar.

8 – Setor público mais democrático e seguro

Blockchain pode transformar a democracia e os governos, que seriam menos corruptos e teriam custos bem mais baixos. Com a Blockchain, os governos podem se tornar plataformas. Dubai quer ser o primeiro governo a rodar inteiramente em Blockchain e o governo da Estônia mudou a identidade das pessoas para uma Blockchain. Hoje algumas empresas, como a CarbonX tem usado Blockchain para prover serviços melhores para a sociedade, algo que deveria ser feito pelos governos.

A ideia da CarbonX é simples, se uma empresa pode se beneficiar financeiramente por diminuir sua emissão de gases no meio ambiente, uma pessoa também pode. Com um token, a CarbonX coleta seus créditos de carbono e eventualmente você pode trocar ou vender esses créditos como se fossem uma moeda digital. A votação também pode, finalmente, ser feita online se baseada em Blockchain, pois somente essa tecnologia pode garantir de fato a segurança de um voto já que o registro é imutável. Isso, aliás, acabaria com grandes problemas de votações ao redor do mundo, como nos Estados Unidos em que o voto não é obrigatório e leva cada vez menos pessoas às urnas.

via Canaltech

Maratona mundial de programação Hackathon será sediada no Brasil

Profissionais da tecnologia, direito, programadores e empreendedores de 25 países se reunirão entre os dias 23 e 25 de fevereiro em Florianópolis (SC) para particiapr da primeira edição sediada no Brasil da maratona mundial de programação Global Legal Hackathon. São esperados cerca de 10 mil participantes.

O evento acontecerá na sede da Softplan, empresa responsável pelo desenvolvimento do Sistema de Automação da Justiça (SAJ), que é motivo de orgulho para o Brasil lá fora por ser uma solução tecnológica extremamente bem sucedida para melhorar o acesso da população à Justiça. O intuito da Global Legal Hackathon é justamente encontrar soluções inovadoras para questões legais, então faz todo sentido prestigiar um dos melhores exemplos mundiais do que pode ser feito para aumentar a transparência do Poder Judiciário com o auxílio da tecnologia da informação.

“Em Florianópolis, além da Softplan, instituições como IBM, OAB-SC, AB2L, Future Law, IEL, e outras já estão apoiando institucionalmente o evento. Dentro da lógica do ecossistema, quanto mais apoiadores, mais chances de causar um impacto positivo na comunidade. Este impacto passa pelo incentivo à cultura empreendedora, fomento ao uso de novas tecnologias para lidar com desafios sociais e criação de valor para os usuários e colaboradores do ambiente da Justiça país”, disse Marcos Florão, diretor de inovação da Softplan.

via Canaltech

Distribuidoras de jogos querem impedir preservação de games online

A Entertainment Software Association (ESA), entidade que representa o interesse de grandes empresas de jogos eletrônicos como Electronic Arts, Sony, Microsoft, Nintendo, Ubisoft e outras, fez um pedido ao governo norte-americano para que os responsáveis por servidores não-oficiais, mesmo que para títulos online já oficialmente desativados, voltem a ser incluídos como infratores das leis de proteção aos direitos autorais.

O pedido, feito oficialmente pela organização ao Escritório de Patentes dos Estados Unidos, vai de encontro a uma solicitação do Museu de Arte e Entretenimento Digital da Califórnia. Exceções a regras de direitos autorais precisam ser renovadas a cada três anos e foi justamente por isso que a entidade que trabalha pela preservação dos videogames no país solicitou que os legisladores abram uma nova brecha para infraestruturas extra-oficiais, que estejam servindo títulos online já desativados oficialmente por suas produtoras.

A alegação do museu é simples: os jogos descontinuados podem ser vistos como abandonados por suas empresas. Entretanto, podem continuar sobrevivendo pelas mãos de fãs, que gerenciam uma infraestrutura alternativa e até arcam com os fundos do próprio bolso, para que os títulos continuem vivos. Como não existiria mais interesse financeiro por parte das distribuidoras, também não haveria violação de direitos autorais em tais casos.

O dinheiro, entretanto, é justamente o motivo pelo qual a ESA pede que o governo dos EUA não aceite a exceção. De acordo com o documento submetido oficialmente pela organização, o temor é que os indivíduos responsáveis pelos servidores privados comecem a cobrar para acesso à infraestrutura, aproveitando-se do desenvolvimento e trabalho feito pelos produtores originais para lucrar.

É o caso, inclusive, do próprio museu, que cobra uma entrada de US$ 10 e permite que os visitantes joguem o quanto quiserem, sem repassar os lucros para os criadores originais. O temor é de que a instituição leve esse modelo de negócios também para o mundo online caso obtenha o que chama de “imunidade especial” do escritório de patentes.

Além disso, a associação cita questões relacionadas à propriedade intelectual e segredos corporativos, que podem ser quebrados por meio da engenharia reversa de códigos para funcionamento da estrutura online. É justamente por isso que, muitas vezes, tais companhias também não revelam tais detalhes explicitamente ao público, preferindo deixar os títulos morrerem, para tristeza dos fãs, do que permitir que eles continuem o trabalho sozinhos.

Ao final de suas declarações, a ESA afirma não ser contra a preservação, mas cita que exceções à regra precisam levar em conta tanto o interesse dos jogadores quanto do mercado – a sugestão atual, alega, está longe disso. Além disso, aponta que a infraestrutura online não é necessária para fins de preservação dos títulos originais nem serve a propósitos educacionais, outras duas questões levantadas pelo museu em sua proposição.

Fonte: Torrent Freak

Gostou dessa matéria?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.

via Canaltech

Android P impedirá que apps em segundo plano acessem funções da câmera

Embora o Android P, também apelidado de Pineapple Cake, ainda esteja em fase de desenvolvimento, já tivemos diversos vazamentos sobre algumas funções que estarão presentes na próxima atualização grande do sistema operacional móvel da Google.

Nesta segunda-feira (19), conforma noticiou o site XDA Developers, foram encontradas informações na página de código aberto de desenvolvimento do Android P, que apontam para uma mudança significativa capaz de impedir que apps em segundo plano tenham acesso às funções da câmera.

A alteração foi feita para aumentar a privacidade do usuário, principalmente após a descoberta da vulnerabilidade presente nas versões anteriores do Android, cuja falha de segurança abria a possibilidade para que apps em segundo plano realizasse filmagens mesmo com a tela do aparelho bloqueada e desligada.

Apesar de as atualizações recentes no Android implementarem notificações para este tipo de atividade com o intuito de impedir que a câmera do smartphone seja utilizada sem o consentimento do usuário, o Android P bloqueará de forma definitva essa brecha.

Ao mesmo tempo em que essa mudança no Android P é muito bem-vinda em aspectos de privacidade e segurança, é preciso considerar que ela também limitará o funcionamento de apps antifurto, uma vez que tais ferramentas oferecem a função de tirar fotos e realizar filmagens de forma furtiva quando a senha de segurança não é digitada corretamente.

via Canaltech

Samsung Galaxy Note 8 vs Essential Phone [Comparativo]

Andy Rubin cansou de ser apenas o pai do Android e criou seu próprio smartphone, que é quase que um Android puro. A Samsung fez o Note 8 suprir todos os problemas da vida curta e polêmica do Note7. Qual dos dois é melhor?

Assista ao vídeo.

via Canaltech

Apple libera novas versões beta do iOS 11.3 e macOS 10.13

Está sendo um dia cheio para a Apple e também para os desenvolvedores e usuários interessados em testar as mais recentes novidades da companhia. A empresa liberou, nesta terça-feira (20), novas versões beta do iOS, do macOS e do tvOS, este último que está por trás de seu set-top box. Os três novos betas estão nas mãos de entusiastas em uma fase de testes que, cada vez mais, antecipa o lançamento que deve acontecer em breve.

A nova versão do sistema operacional da Maçã para iPhones e iPads chega apenas duas semanas depois da anterior, trazendo ainda mais recursos e resolvendo problemas. As grandes novidades, aqui, estão relacionadas aos sistemas de realidade aumentada e virtual, com a versão 1.5 do ARKit, que melhora a detecção de superfícies e obstáculos, além de ser capaz de colocar objetos sobre superfícies verticais.

Outro destaque é um app voltado especificamente para a bateria. Uma resposta da Apple às recentes polêmicas relacionados à obsolescência programada, o recurso permite que o usuário obtenha informações sobre a saúde do componente, em relação a seu funcionamento quando era nova, identificando um possível mau funcionamento. Além disso, a funcionalidade avisa quando medidas de gerenciamento estão ativas, reduzindo a performance do aparelho por conta de problemas com a célula.

Beta do iOS tem app que permite avaliar saúde da bateria e impactos sobre a performance (Foto: Divulgação/Apple)

Novos animojis completam o pacote, assim como atualizações de bastidores. Uma delas, por exemplo, vem para evitar problemas de sincronização do aplicativo de Mensagens entre diversos dispositivos, enquanto outra torna mais direcionadas as recomendações de conteúdo no app de notícias. Por fim, o Apple Music recebe suporte melhorado a vídeos, enquanto a App Store passa a possibilitar a organização de reviews de acordo com a versão, data ou quantidade de informações úteis.

macOS

Já no beta do macOS 10.13.4, não existem tantos recursos inéditos assim. Além das mesmas melhorias na sincronização de mensagens disponível no iOS, o sistema operacional recebe informações de privacidade aprimoradas, facilitando a identificação, por parte do usuário, de aplicativos que estão usando informações pessoais com ou sem sua anuência.

Além disso, novos avisos sobre a atualização de aplicativos avisa ao utilizador quando uma versão antiga pode causar problemas de performance, fazendo o mesmo também para softwares com arquitetura 32-bit, enquanto todos os Macs recebem um novo papel de parede, que antes, estava disponível apenas no iMac Pro. Ainda, problemas de compatibilidade com redes Wi-Fi e travamentos na combinação de aplicativos do sistema também foram resolvidos.

tvOS

Por fim, a recente beta do tvOS 11.3 dá aos usuários a possibilidade de enviar áudio e sincronizar com diversos dispositivos da rede de forma simultânea. Além disso, novas opções de filtragem de conteúdo e controle parental aparecem aqui, bem como maior compatibilidade com gerações antigas do Apple TV, melhorando a performance do sistema e reduzindo bugs.

Na leva desta terça, ficou faltando apenas o watchOS 4.3, que também tem uma versão beta em andamento, mas não recebeu atualizações. Enquanto isso, para todos os outros, a previsão de lançamento de versões finais é para o segundo trimestre deste ano.

via Canaltech

CT News – 20/02/2018 (Google Pay é lançado mundialmente)

Google Pay é lançado mundialmente // Apple corrige falha da “mensagem da morte” no iPhone // Multa de quase R$ 4 milhões para o Facebook Brasil // Com fim de prazo, canais pequenos perdem monetização no YouTube

Ouça ao podcast.

via Canaltech