Nokia anuncia novo “burrofone” dual-chip e bateria para o dia inteiro

Por aqui, sempre falamos em aparelhos de última geração, cheios de especificações brilhantes. Por isso, sempre é curioso notar que a HMD Global, principalmente, mantém seu passado firme e forte com o lançamento de feature phones como a nova versão do Nokia 106, anunciado nesta semana e já disponível nas prateleiras indianas.

Resistente e com corpo em policarbonato, pesando apenas 70 gramas, o celular faria a alegria do Cabo Daciolo com uma tela colorida de 1,8 polegada e resolução de 160 por 120 pixels. O dispositivo dá suporte a uma dupla de chips, não permite o download de aplicativos e roda um sistema operacional da própria Nokia, entregando apenas o básico e o ideal para quem quer apenas isso no bolso em um dispositivo que sobreviva a quedas e não seja motivo de distração.

Quem quiser procrastinar, claro, terá acesso ao clássico jogo da cobrinha, conhecido oficialmente como Snake. O dispositivo traz também algumas demos de outros games disponíveis em uma loja oficial, que precisam ser adquiridos em sua versão completa. No restante, foram citados como destaques a memória de 4 MB, suficiente para armazenar 500 mensagens SMS ou 2.000 contatos da agenda.

Assista Agora: Saiba quais são os 5 maiores problemas das empresas brasileiras e comece 2019 em uma realidade completamente diferente.

O clássico jogo da cobrinha está presente no Nokia 106, pois isso não poderia faltar em um feature phone da marca (Imagem: Divulgação/HMD Global)

No restante das configurações, temos um processador MTK 6261D e 4 MB de memória RAM para rodar o sistema operacional Nokia Series 30+. A bateria é de 800 mAh que, de acordo com a HMD, permite que o usuário faça ligações “do amanhecer ao anoitecer”, ou, mais precisamente, durante 15 horas. Em stand by, a autonomia é de até 21 dias, enquanto na utilização como rádio FM, dá para tocar música por 36 horas.

Como um dispositivo focado em mercados emergentes, é claro que o preço acaba sendo seu principal destaque, com o Nokia 106 custando cerca de R$ 300 no mercado indiano. A HMD Global, que licencia a marca finlandesa no mercado de smartphones, já anunciou que o modelo deve chegar a outros territórios, mas o Brasil deve ficar de fora já que a fabricante não opera oficialmente por aqui.

Fonte: Nokia / HMD Global

via Canaltech

Há cinco anos, a Sony lançava o PlayStation 4

Você se lembra de onde estava ou o que estava fazendo em 15 de novembro de 2013? Essa data marca o lançamento do PlayStation 4 na indústria de jogos. Anunciado meses antes, o console da oitava geração — o quarto da Sony, que desde 1994 tornou-se uma das líderes do setor com o primeiro PlayStation — representou um marco para a fabricante, que não buscava repetir no lançamento do novo console os mesmos erros vistos no PlayStation 3.

Segundo Mark Cerny, o arquiteto que chefiou o desenvolvimento do PlayStation 4, os trabalhos no novo console começaram em 2008. O motivo para isso foi simples: com o PlayStation 3, a Sony enfrentou atrasos e mais atrasos de produção, ao ponto de, quando lançado, o console da sétima geração estar com quase um ano de atraso em relação ao seu principal concorrente, o Xbox 360 da Microsoft, que na ocasião, já estava perto de 10 milhões de unidades vendidas.

 

Assim sendo, a Sony começou desde cedo a procurar publishers e desenvolvedores, buscando opiniões e inputs sobre como deveria ser a então próxima geração. A Bungie (Destiny, Halo), por exemplo, foi uma das principais responsáveis pelas ideias que levaram à criação do DUALSHOCK 4, o joystick que todos conhecemos hoje, desenvolvendo um controle que fosse ao mesmo tempo confortável e com design aplicável para facilitar as partidas de jogos de tiro em primeira pessoa.

Essa procura também levou ao desenvolvimento de pérolas de jogos que, até hoje, possuem fãs e são bastante executados nos consoles, desde que o PlayStation 4 chegou ao mercado: Assassins Creed: Black Flag, Injustice: Gods Among Us, Infamous: Second Son e Uncharted: A Thief’s End são apenas alguns dos títulos que chegaram ao PS4 nos primeiros três anos de vida.

Killzone: Shadowfall foi um dos primeiros títulos disponibilizados para PlayStation 4, em seu lançamento no ano de 2013 (Imagem: Divulgação/Guerilla Games)

Falando ao PlayStation Blog, Hermen Hulst, da Guerilla Games, contou um pouco da sensação de lançar Killzone: Shadowfall: “Naquela época, queríamos mostrar que o PS4 era “O” console. Focado nos gamers, com hardware perfeitamente balanceado para os desenvolvedores… essa combinação vitoriosa levou à criação de títulos incríveis”.

Yoshinori Ono, produtor da série Street Fighter, da Capcom, também deu eco a este sentimento: “[O lançamento do PS4] Me fez lembrar de como é emocionante fazer parte do processo de criação desde o começo e fazer conteúdo incrível para uma máquina poderosa. As pessoas responsáveis pelo design do PS4 nos forneceram todo tipo de ferramenta para aliviar nossa coceira criativa e estavam sempre prontos para ouvir nossos pensamentos sobre como melhorar mais ainda. Foram bem centrados no desenvolvimento na sua abordagem. Não é exagero dizer que esta filosofia é o motor por trás da quantidade imensa de conteúdo de qualidade disponível na plataforma hoje”.

Street Fighter foi uma das franquias mais presentes no PlayStation 4: Yoshinori Ono, produtor da série, teve participação direta na conceitualização do console, antes de seu lançamento (Imagem: Divulgação/Capcom)

Entretanto, uma das maiores conquistas da Sony — e que a colocou à frente da Microsoft no mercado de jogos — foi a conquista do mercado chinês: em 2015, o PlayStation 4 chegou ao país mais populoso do mundo, pouco depois do Xbox One. Contudo, ao contrário do concorrente (que enfrentava diversas travas de região), a Sony conseguiu firmar acordos com o governo chinês que dessem aos usuários locais uma liberdade mais globalizada. O PlayStation 4 na China não se loga nem baixa jogos estrangeiros, mas a mídia física de fora do país roda sem problemas, permitindo que sejam importados jogos de outros países.

Muito tempo em tão pouco tempo

É estranho pensar que, ao mesmo tempo, cinco anos representam muita coisa e quase nada. Em se tratando de um produto tecnológico, como o PS4, isso torna-se uma verdade ainda mais evidente: nestes 1825 dias de vida, vimos não apenas a chegada de um novo console ao mercado, mas este mesmo console acabou sendo reformulado e revisado pelo menos duas vezes, com a chegada de uma versão Slim, mais fina e com design mais leve; e o proeminente PS4 Pro, que traz suporte a gráficos em 4K (e nem nos faça começar a falar dos R$ 4 mil cobrados pouco antes da chegada oficial do console por nossas terras tupiniquins: nós ainda não engolimos isso, Sony!)

O PlayStation 4 causou reações extremas quando o seu preço oficial no Brasil foi anunciado: muitos fãs ainda lembram dos famigerados R$ 4.000,00 com gosto amargo

Não contente, vimos evoluções de acessórios que já estavam no mercado, como versões melhoradas da câmera PlayStation Eye e o lançamento de um headset de realidade virtual (PSVR). Foi no PlayStation 4 que a Sony também inaugurou funções que, até então, eram apenas especuladas ou imaginadas: usar um portátil PS Vita como controle na falta de um DUALSHOCK 4 extra, por exemplo.

Ao passo que, nos jogos, é fato que o PlayStation 4 começou com o pé esquerdo, bem devagar: o foco em remasters de gerações anteriores expôs problemas que a Sony já vinha enfrentando desde o fim do ciclo do console anterior: a ausência de retrocompatibilidade e a busca incessante por lucro via jogos que nada mais eram do que um upscale de resolução, deram à fabricante japonesa uma imagem de quem não se importava muito com o que os fãs buscavam — era pedido um novo God of War, era lançado um remaster de Final Fantasy X, por exemplo. Nada contra revisitar a nostalgia, mas quando se tem algo novo, é importante mostrar, bem, o que há de novo.

The Order: 1886, foi um dos jogos originais lançados no PlayStation 4 e uma aposta da Sony para se tornar uma propriedade intelectual forte e exclusiva, tal qual God of War: não deu muito certo e a crítica especializada massacrou o jogo (Imagem: Divulgação/Ready At Dawn Studios)

Não demorou muito para a Sony perceber isso, porém, voltando a valorizar as suas propriedades intelectuais exclusivas, bem como negociando diretamente com as publishers de títulos multiplataforma: mesmo que outros consoles tivessem os jogos, pacotes e conteúdos especiais de boa parte deles só estavam disponíveis via PlayStation 4. Foi o caso com o já citado God of War, que angariou avaliações extremamente positivas na crítica especializada; além de negociar com a Marvel e a Disney a exclusividade do excelente Marvel’s Spider-Man e conteúdos exclusivos de Red Dead Redemption.

O futuro está ali, virando a esquina

O PlayStation 3 teve uma “vida útil” — por assim dizer — de aproximadamente 10 anos. Seu ciclo final de combate o fez dividir o palco com o já lançado PlayStation 4, com publishers desenvolvendo jogos para ambos (vide a KONAMI, que manteve as franquias Pro Evolution Soccer e Metal Gear em ambos até que o PS3 fosse totalmente descontinuado). O mesmo pode ser dito do PlayStation 2 para o 3, quando este era o “novo”. Nada aponta para o contrário com o PlayStation 4.

Analistas dão por certo a chegada do PlayStation 5 em 2020, obedecendo à política de vida útil dos aparelhos da linha de games da Sony

Kenichiro Yoshida, CEO da Sony, disse recentemente em conferência com investidores que o PS4 está entrando em seu ciclo final de vida, alertando-os para uma queda nas vendas de jogos e do faturamento geral da divisão de games, que deve começar a acontecer já no atual ano fiscal. Isso pode significar muitas coisas, mas a mais óbvia é a de que a Sony já está se preparando para mostrar, em algum grau, o sucessor de seu console mais bem-sucedido atualmente.

Depois de 82,2 milhões de unidades vendidas, com previsão para 100 milhões em 2019, os rumores sobre um “PlayStation 5” já começam a saltar pela internet: patentes registradas dão conta de retrocompatibilidade direta (rodando via emulação no próprio console) e até mesmo detalhes não confirmados de especificações técnicas já surgiram (muito de fala em processador AMD Ryzen com oito núcleos numa arquitetura de CPU Zen — e é sabido que a Sony está trabalhando na pesquisa de formas de melhorar a compatilidade entre o Ryzen e a arquitetura Zen).

Figura do registro de patente da Sony fala em um sistema de retrocompatibilidade executável diretamente pelo console: rumores dizem que isso se trata de uma especificação técnica no PlayStation 5

Analistas especializados como Michael Pachter, por exemplo, já dão conta do lançamento de um novo console já em 2020, quando o PlayStation 4 completará sete anos. Faz sentido: o PlayStation 3 tinha essa mesma idade quando o PS4 veio a público pela primeira vez. Mais além, a Sony vem sendo consistente em dar aos seus consoles um período de vida útil de aproximadamente 10 anos: foi assim do PS2 ao PS3 e do Ps3 ao PS4. Não há porque ser diferente agora.

O fato que fica é: o PlayStation nos deu, em apenas cinco anos, inúmeras memórias — boas e ruins. Quais são as suas? Não deixe de comentar abaixo o que você lembra que mais gosta (e mais odeia) nesses cinco anos de PlayStation 4!

via Canaltech

Novo processador da Qualcomm pode bater recorde no benchmark AnTuTu

A guerra de poder de processamento em 2019, agora, ganhou uma base numérica, quando o novo chipset de topo de linha da Qualcomm bateu o recorde de potência no benchmark AnTuTu. O Snapdragon 8150, como os rumores apontam que se chamará, obteve nada menos do que 362.292 pontos no teste, deixando para trás o iPhone Xs, que era líder do ranking. Pelo menos, na teoria, já que os resultados vazaram pelas mãos de um insider da própria empresa responsável pela análise.

O aparelho da Apple lançado neste ano, com seu processador A12 Bionic, tem uma pontuação de 352.405, bem acima do Android melhor colocado, o Mate 20 Pro, da Huawei. Com seu processador Kirin 980, a marca asiática teve o melhor desempenho de todos os aparelhos com o sistema operacional da Google, marcando 309.628 mil pontos. Agora, parece ter sido deixado para trás com folga pelo novo hardware da Qualcomm.

Quando se analisa apenas a GPU, o chipset também apareceria no topo do ranking entre os Androids, com um desempenho 20% maior que seu antecessor, o Snapdragon 845, e uma pontuação de 156.328. Novamente, também, o hardware passa à frente do iPhone XS, mas para os analistas do AnTuTu, essa é uma corrida que deve se inverter novamente quando a Apple lançar sua nova geração de smartphones, no final do ano, uma vez que a distância entre os rivais não é grande.

Benchmark vazado revelou suposto Snapdragon destruidor de recordes no AnTuTu (Imagem: Reprodução/TechRadar)

O benchmark vazou a partir de uma fonte interna da própria empresa de análises, que também revelou alguns detalhes sobre como a Qualcomm obteve todo esse poder. De acordo com os rumores, o responsável pela força é uma configuração de núcleos considerada como inusitada, com um deles voltado para tarefas de alta performance, três para utilização média e outros quatro focados na eficiência energética.

Com isso, afirma o especialista, a fabricante não apenas foi capaz de otimizar o funcionamento do novo Snapdragon acima de qualquer outro chipset já fabricado por ela, como também obteve bons resultados na economia da bateria, de forma que todo o poder não implique em um alto consumo. Essa nova abordagem, também, estaria motivando a mudança na nomenclatura dos chips a partir de 2019.

Apesar de verossímil e concordante com outros rumores, relacionados justamente à mudança nos títulos e também a um incremento de mais de 20% em sua nova geração de chips, a informação ainda deve ser considerada como um rumor. Além de levar em conta somente o processador, e não seu funcionamento dentro da estrutura de um aparelho, a única comprovação do suposto poder do Snapdragon 8150 é uma screenshot dos testes do AnTuTu.

Por enquanto, a Qualcomm não se pronunciou sobre o assunto, enquanto os primeiros modelos com seu novo Snapdragon, também com detalhes ainda não revelados, só devem dar as caras no ano que vem.

via Canaltech

EA anuncia remasterizações de Command & Conquer e Red Alert

A Electronic Arts anunciou nesta semana que dois games clássicos do gênero de estratégia, Command & Conquer: Tiberian Dawn e sua sequência, Red Alert, serão remasterizados. As novas versões ainda não têm data de lançamento nem plataformas reveladas (apesar de a presença no PC já ser dada como certa), mas contarão com visuais em 4K e serão retrabalhadas por membros das equipes originais, que trouxeram os títulos ao mundo.

Os jogos, lançados originalmente em 1995 e 1996, chegarão em uma única coleção e com todas as expansões como Covert Ops, Counterstrike e Aftermath. Desde já, a EA deixou bem claro que não existirão alterações em relação aos jogos originais, como adições de conteúdo ou novidades, nem microtransações, algo que, diante dos problemas recentes, a empresa faz questão de informar logo no começo.

Apesar de anunciadas como remasterizações, as novas versões soam mais como um remake, com a empresa falando em refazer todos os elementos dos títulos. O desenvolvimento ainda nem começou, o que explica a ausência de uma data de lançamento. A informação vem acompanhada da ideia de que os games serão explorados ao máximo, com todos os seus elementos, até mesmo os mais básicos, reconstruídos do zero para esse relançamento.

Nessa empreitada, a EA conta com a ajuda da Petroglyph Games, um estúdio proprietário que, nos anos recentes, foi o responsável pelo lançamento de jogos como Star Wars: Empire ar War e Grey Goo. Dezenas de funcionários da antiga Westwood Studios, fechada em 2003, fazem parte da equipe da companhia, com muitos tendo participado, inclusive, do desenvolvimento dos Command & Conquer originais.

Veteranos da Westwood retornam para refazer os primeiros games da série Command & Conquer (Imagem: Divulgação/EA)

Os fundadores da Petroglyph são Joe Bostic, co-criador de Command & Conquer, Steve Tall, que atuou como programador-chefe em Red Alert, e Mike Legg, diretor de áudio dos dois títulos e também de outros que constituem a franquia. Eles se juntam, de acordo com a EA, a outros veteranos com mais de 15 anos de experiência na saga, incluindo Frank Klepacki, compositor das trilhas originais e que retorna como diretor de áudio das novas versões.

O estúdio foi fundado dentro do guarda-chuva da Electronic Arts pouco após o fechamento da Westwood, em 2003. A desenvolvedora clássica foi adquirida pela gigante em 1998 e chegou a lançar alguns jogos da franquia Command & Conquer, antes de ser dissolvida e ver seus funcionários se unindo a outros escritórios da EA, que levaram a marca adiante.

Aos fãs, a notícia é positiva não apenas pelo retorno dos clássicos, mas também pelo fato de o último game da série ter sido lançado em 2010. Na E3 deste ano, a EA ensaiou um retorno com uma versão mobile do título de estratégia, que causou bastante frustração entre os aficionados. O anúncio das remasterizações, para muitos, é uma resposta e um pedido de desculpas pela decisão considerada equivocada.

via Canaltech

Ministro de cibersegurança do Japão afirma não utilizar computadores

Yoshitaka Sakurada é um dos ministros de maior importância do atual governo japonês, responsável pelos esforços do país em cibersegurança e um dos grandes nomes por trás das medidas de proteção da nação durante as Olímpiadas de 2020. É um cargo de alto nível e responsabilidade, que agora está no centro de um possível escândalo político depois de ele ter admitido que jamais utilizou um computador em seus mais de 40 anos de carreira.

A declaração foi dada nesta quarta-feira (14) diante do parlamento japonês. Em sua fala, ele não apenas afirmou permanecer longe de qualquer tipo de tecnologia como também demonstrou pouca intimidade com conceitos básicos do setor. Quando questionado, por exemplo, sobre ataques hackers que utilizem pendrives comprometidos em instalações nucleares japonesas, ele se mostrou confuso, não sobre o funcionamento de golpes desse tipo, mas sobre o que, exatamente, é um dispositivo USB.

A recusa a utilizar computadores e dispositivos tecnológicos não se resume apenas a ele, mas também a outros membros de seu gabinete. Sakurada foi apontado como ministro da cibersegurança do Japão em outubro, enquanto o país se encontra em seus preparativos para receber as Olímpiadas e as Paralímpiadas, em 2020. A proteção digital, obviamente, é de atenção especial para o governo, principalmente depois dos ataques hackers que atingiram a última edição dos Jogos Olímpicos de Inverno, que aconteceram neste ano na China.

Em mais uma polêmica, o ministro da cibersegurança do Japão, Yoshitaka Sakurada, admitiu não saber nada de tecnologia (Imagem: Reprodução/BBC)

As declarações geraram uma reação inflamada da oposição, com Masato Imai, um dos líderes da bancada contrária ao atual governo japonês, citando como “inacreditável” a notícia de que alguém nada íntimo com tecnologia está diante dos esforços relacionados à cibersegurança. Online, as piadas estão correndo soltas, enquanto o governo ainda não tomou atitudes quanto às revelações, que soam como bastante constrangedoras para o recém-reeleito primeiro ministro, Shinzo Abe, que indicou Sakurada para o cargo.

Não é a primeira vez, também, que o ministro comete gafes em declarações públicas. No início de novembro, ele quase gerou um incidente diplomático quando disse não saber sobre os esforços de Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional, e também do ministro dos esportes da Coreia do Norte, Kim Il-guk, em prol de permitir a participação do país asiático nos Jogos. Oficiais do governo da nação são proibidos de entrar no Japão há décadas, enquanto Sakurada, ao falar sobre o caso, não apenas afirmou o desconhecer, como também não ter relação alguma com esse tipo de coisa.

Em outra declaração que virou piada, quando perguntado quanto o governo japonês investiria nos Jogos Olímpicos, sua resposta foi “¥ 1.500”, o equivalente a menos de R$ 50. A cifra real é de ¥ 150 bilhões.

via Canaltech

Black Friday | Procurando smartphone? Separamos os melhores por faixa de preço!

Tá chegando o fim do ano, e agora é a hora do consumo ficar frenético no comércio online. Para aqueles que estão procurando trocar de smartphone ou mesmo comprar um aparelho desses para dar de presente para alguém, o Canaltech separou uma “penca” deles, divididos por categorias de preço.

Você pode conferir nossa seleção dos melhores modelos dentro de cada faixa e optar por aquele que represente pra você a melhor opção e que caiba direitinho no seu orçamento (ou no seu bolso, como preferir)!

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Testado e aprovado | App Hero deixa qualquer ambiente Android seguro

Nos últimos anos, a internet cresceu e abarcou grande parte das nossas vidas sociais, profissionais e financeiras, o que pode ser um problema quando não dispomos de tecnologias protetivas para garantir que nossos arquivos, senhas, conversas e compras online estejam bem resguardadas.

O aplicativo Hero, que já atende a mais de um milhão de usuários, vem com a proposta de proteger completamente sua vida digital. Leve e de fácil navegação, o app junta em um só lugar todas as ferramentas para garantir que seus dispositivos fiquem seguros de ataques cibercriminosos como malwares, ramsonwares e exposições de dados em geral.

O app Hero oferta proteção completa para seus dispositivos (Captura de Tela: Ares Saturno / Canaltech)

Com o Hero, é possível fazer verificações de segurança sempre que necessário, basta abrir o app e solicitar o escaneamento do dispositivo para analisar se algum vírus está colocando sua privacidade em risco. A verificação não demora e faz uma busca profunda nos arquivos e documentos do sistema, apontando as ameaças.

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Com o Hero, é possível fazer varreduras rápidas e profundas (Captura de Tela: Ares Saturno / Canaltech)

Além disso, o app também disponibiliza para seus clientes a facilidade de manter seus arquivos em um serviço de armazenamento em nuvem protegido e seguro. É liberado, aos assinantes do serviço, um espaço de 5 GB para reunir fotos, documentos ou outros arquivos importantes. O serviço Transfer by Hero permite que seus vídeos, fotos e outros arquivos importantes sejam transferidos para um novo aparelho, caso você mude de dispositivo e precise de um backup rápido.

5 GB de espaço na nuvem para armazenar seus arquivos (Captura de Tela: Ares Saturno / Canaltech)

O app conta ainda com um assistente pessoal em forma de chat que pode te ajudar a entender as funcionalidades ofertadas e fazer suas varreduras, funcionando como uma espécie de tutorial e ajudando a configurar as proteções de acordo com as demandas de cada usuário e tirando todas as dúvidas sobre as ferramentas do sistema.

O assistente pessoal por chat te ajuda a configurar o Hero para atender às suas necessidades de forma personalizada (Captura de Tela: Ares Saturno / Canaltech)

O Hero também disponibiliza o Família by Hero, uma funcionalidade onde é possível gerenciar as atividades online de todo o grupo familiar. Isso inclui a localização em tempo real de onde estão os dispositivos, o que pode ser uma ferramenta incrível para localizar crianças e adolescentes, além de também atender a famílias que tenham pessoas com diagnósticos psiquiátricos ou mesmo pacientes com Mal de Alzheimer, por exemplo. Além disso, também é possível configurar controle parental e determinar que tipos de conteúdos os pequenos podem ou não acessar.

O Hero possibilita monitorar o acesso de seu grupo familiar (Captura de Tela: Ares Saturno)

Conectar em redes de Wi-Fi desconhecidas também não é um problema para o Hero, que mantém suas informações seguras mesmo conectado a redes públicas. Nós da redação do Canaltech colocamos o app à prova de diversas formas, seja acessando sites pouco confiáveis, baixando arquivos de procedência duvidosa ou mesmo conectando nossos dispositivos a redes públicas de Wi-Fi. A confiança foi total e o aplicativo não nos deixou na mão em nenhum momento, garantindo uma navegação segura e privada.

O app Hero está disponível apenas para ambientes Android e pode ser baixado na Google Play.

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Uber perde mais de US$ 1 bilhão e cita desaceleração em corridas e entregas

A Uber voltou a anunciar perdas em seu relatório financeiro para o terceiro trimestre de 2018, revelando uma baixa de US$ 1,07 bilhão. Não seria uma notícia de todo assustadora, afinal de contas, estamos falando de uma companhia daquelas que operam no vermelho desde sua fundação, mas o que realmente chamou a atenção da empresa e dos investidores foi a citada desaceleração no volume de corridas e entregas, com aumento de apenas 6% nestes quesitos.

Os números apresentados nesta quarta-feira (14) representam o terceiro trimestre consecutivo de crescimento da Uber com dígitos únicos. Com isso, claro, as perdas também cresceram, com o total de US$ 1,07 bilhão representando um aumento de 20% em relação ao trimestre anterior, mas também uma melhoria de 27% em relação a 2017. Também, pudera: há um ano, a empresa estava no olho do furacão e bem no meio dos escândalos que levaram à saída do fundador e CEO Travis Kalanick.

O relatório financeiro trouxe más notícias, principalmente, no caminho da Uber para sua abertura de capital, marcada para meados do ano que vem. Não há problemas, para os investidores, quanto aos números atualmente no vermelho, mas a ideia do mercado é que a Uber precisa demonstrar sua força e crescimento, deixando claro que conseguirá chegar ao azul no futuro próximo, assim, ganhando valor de mercado e o interesse dos investidores.

Hoje, a companhia tem um total estimado em US$ 76 bilhões, com a expectativa de chegar à casa dos US$ 120 bilhões com seu IPO. Nomes como SoftBank e até a família real da Arábia Saudita estão entre os principais investidores (e também garantidos no negócio), trazendo mais confiabilidade para os papeis do serviço de transportes e entregas. Ainda assim, entretanto, a ideia é de que ainda existem alguns degraus para serem galgados e o tempo está contando já que, de acordo com os termos do investimento feito pela gigante japonesa, a Uber precisa abrir suas negociações na bolsa até o dia 30 de setembro de 2019.

Um dos caminhos encontrados pela empresa para se manter em movimento acelerado é o investimento nos serviços de delivery, bem como nas mais recentes plataformas de aluguel de bicicletas e scooters. Além disso, para evitar um abismo ainda maior nas perdas, a Uber vendeu suas operações em territórios desafiadores, nos quais tinha dificuldade em ganhar tração, e abandonou outros, deixando seu foco todo concentrado nos países em que já é sucesso.

Apesar da continuidade do crescimento em um único dígito, o diretor financeiro da Uber, Nelson Chai, afirmou que o terceiro trimestre foi mais uma demonstração de força. Ele explicou que a empresa é um negócio global e, com o tamanho e o escopo exibido, quedas desse tipo seriam normais. O investimento, segundo ele, está no futuro e é de longo prazo, principalmente quando se fala em mercados de alto potencial como a Índia e o Oriente Médio.

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NASA e Autodesk criam conceito de aterrissagem baseado em pernas de insetos

A NASA está sempre buscando novos formatos de veículos que acredite ser melhor para viajar a planetas distantes. A agência está criando em parceria com a empresa de software Autodesk um protótipo de rover para ser enviado às luas de Saturno e Júpiter.

Nesta quarta-feira (14), a Autodesk apresentou o conceito da tecnologia que poderá ajudar veículos a aterrissarem de forma mais segura em outros planetas e luas. Segundo o diretor de pesquisas industriais da Autodesk, Mark Davis, não foi fácil convencer a NASA a usar sua tecnologia. A empresa trabalha com softwares especializados em projetos 3D, para engenheiros e designers. Ela criou toda uma gama de ferramentas para que a NASA pudesse levar adiante a ideia. “Se eles puderem melhorar o desempenho em 10%, basicamente não estão interessados. Se nós conseguíssemos entregar ferramentas para ajudá-los a alcançar um aumento de desempenho de 30% ou mais, então, nós teríamos a atenção deles”, explica Davis.

O conceito tem uma carcaça metálica e uma ergonomia de cerca de 2,4 metros. Com as quatro pernas parecidas com as de insetos, ele consegue subir até 90 centímetros do chão. Isso pode ajudar cientistas não só a usarem equipamentos de forma mais leve, bem como pode permitir que um veículo, no futuro, caminhe por um terreno que não é essencialmente plano.

Projeto foi feito em parceria com Autodesk (Foto: Divulgação/Autodesk)

O projeto será enviado na próxima semana até a Estação Espacial Internacional junto com mantimentos para os astronautas e outros produtos que serão testados, como equipamentos de impressoras 3D e itens de reciclagem para testes no espaço.

O lançamento será feito com o veículo Northrop Grumman Cygnus, agendado para ser lançado no meio de novembro. A espaçonave também vai levar equipamentos para que cientistas possam tentar criar cristais que podem ajudar a combater o Mal de Parkinson.

via Canaltech