Vídeo mostra jailbreak sem restrições do iOS 12 em atividade

No mercado atual de sistemas para smartphones, fazer o jailbreak de um celular da Apple é algo mais relegado aos entusiastas, desenvolvedores e programadores que curtem “fuçar” no código do iOS. Para estas pessoas, então, vai uma notícia quente: a empresa de segurança Ali Security compartilhou vídeo de um jailbreak unthetered do iOS 12 rodando em um iPhone X, meros dois dias após a Apple lançar a nova versão de seu sistema operacional móvel.

A ação foi compartilhada como “prova conceitual” da empresa: isso quer dizer que não, as ferramentas e procedimentos para que você faça o mesmo não foram e nem serão disponibilizadas pela companhia. Mais além, com o lançamento do beta da versão 12.1 do iOS, é bem provável que a vulnerabilidade exibida no vídeo abaixo receba um patch de segurança logo menos.

 

Jailbreaking: diferença entre tethered e untethered

No jargão técnico, “tethered” pode ser traduzido do inglês como algo próximo de “amarras”. Geralmente, esse termo é usado para indicar algum tipo de destravamento de sistemas operacionais e seus aparelhos, mas com alguma restrição de uso. No caso de um iPhone, “tethered” significa que o processo de destravamento deve ser refeito sempre que o aparelho for desligado ou reiniciado.

Por essa razão, destravamentos “untethered” — ou seja, livres de amarras restritivas — são os mais procurados por entusiastas de programação, que adoram descobrir e estudar os aspectos mais técnicos de um sistema operacional e desenvolver aplicações mais caseiras (porém muito úteis, na maioria das vezes); e pirateiros, que se valem das mesmas vulnerabilidades para criarem versões falsificadas de apps ou aplicar golpes.

via Canaltech

Xiaomi lança as duas novas variantes da família Mi 8: o Mi 8 Pro e o Mi 8 Lite

A Xiaomi revelou nesta semana os dois novos membros da família Mi 8, que se juntarão ao modelo principal, com as variantes Mi 8 Pro e Mi 8 Lite chegando ao catálogo. Conforme as próprias nomenclaturas sugerem, o modelo Pro vem com alguns upgrades nas configurações, enquanto o Lite reduz alguns recursos do aparelho, sendo esta uma opção mais acessível em termos de preço.

Na China, o Mi 8 Pro foi apelidado de Mi 8 Screen Fingerprint Edition, destacando a principal novidade do dispostivo que é o sistema de impressão digital sensível à pressão de tela. Em termos de configurações, o flagship traz o SoC Snapdragon 845, 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno.

Mi 8 Pro na cor Twilight Gold (Imagem: Xiaomi)

O aparelho mais caro da linha também tem tela OLED com entalhe na parte superior, GPS de duas frequências, bem como câmera dupla traseira de 12M P + 12 MP, contando com suporte a desbloqueio facial a partir da tecnologia de infravermelho.

Já o modelo Mi 8 Lite, apelidado de Youth Edition, oferece um chip Snapdragon 660, sistema de câmera dupla na traseira com lentes de 12 MP + 5 MP, com um foco maior na câmera de selfies com incríveis 24 MP e sensor Sony IMX576, superando os 20 MP da lente frontal do Mi 8.

Mi 8 Lite na cor dégradé azul e roxo (Imagem: Xiaomi)

Com tela LCD de 6,26 polegadas, o aparelho também conta com bateria de 3.350 mAh e leitor de digitais na parte traseira.

Preços e disponibilidade

Como de costume, ambos os aparelhos móveis já estão disponíveis em pré-venda no mercado chinês. O Mi 8 Pro custa aproximadamente US$ 467, pelo modelo com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno, e cerca de US$ 525 para a variante de 8 GB + 128 GB. Também foi revelado que a edição Pro será vendida nas cores Twilight Gold (dourado e rosa) e preto com traseira transparente. O dispositivo será lançado oficialmente na China no dia 21 de setembro.

Cumprindo o seu objetivo de ser o aparelho mais acessível da família, o Mi 8 Lite será disponibilizado por cerca de US$ 204 pelo modelo de 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento. Há também versões com 6 GB + 64 GB, no valor de aproximadamente US$ 248 e outra com 4 GB de RAM e 128 GB, pela etiqueta de US$ 292. Em termos de cores, o dispositivo virá em uma versão com dégradé azul e roxo e outra em laranja e amarelo. O dispositivo será lançado oficialmente em território chinês a partir de 25 de setembro.

via Canaltech

Modelos europeus dos iPhones XS, XS Max e XR serão homologados no Brasil

Com o encerramento do sinal analógico das TVs no Brasil, a frequência de 700MHz APT (banda 28) vem sendo cada vez mais usada pelas operadoras e seu uso está se ampliando no país. Isso será o fator primordial para que os novos iPhones sejam comercializados em terras tupiniquins, já que boa parte do território brasileiro é coberto pelo sinal 4G banda 7 (2.600MHz).

Porém, de acordo com a página de especificações dos modelos de iPhone XS (A2097) e iPhone XS Max (A2101), os aparelhos que chegarão ao Brasil devem ser os europeus e asiáticos, já que as versões americanas não suportam essa frequência de banda 28 — os aparelhos americanos são compatíveis com redes 2G e 3G de bandas 1 (2.100 MHz), 3 (1.800 MHz) e 7 (2.600 MHz), apenas.

Isso significa que, caso os modelos americanos fossem comercializados no país, muitas regiões teriam dificuldades em conseguir um bom sinal 4G para eles.

A mudança foi feita nas páginas de especificações há pouco tempo. Antes, a Apple apenas as havia traduzido para o português, listando os modelos americanos, porém, agosta constam os modelos europeus e asiáticos, sendo eles os mais corretos para o mercado nacional.

(Imagem: Apple)

Quanto ao iPhone XR, ele ainda está listado como modelo A2105 (ao código da versão americana do site é A1984). Isso significa que, mesmo se comprado dos Estados Unidos, o aparelho deverá funcionar no Brasil, mas poderá ter uma limitação com sua conexão 4G, caso a operadora brasileira trabalhe apenas com a frequência de 700MHz APT (banda 28).

Vale apontar que a banda 7 (de 2.600MHz) dificilmente deixará de ser usada em um curto período de tempo, mesmo que a banda 28 (de 700MHz APT) seja melhor, em termos técnicos, com maior alcance e cobertura; basicamente porque essa tecnologia ainda está sendo adaptada ao mercado nacional, e isso leva algum tempo.

Então, caso esteja pensando em adquirir um iPhone XS, XS Max ou XR nos Estados Unidos, isso não quer dizer que não conseguirá se conectar às redes 4G do Brasil. Isso, na realidade, deve acontecer, mas com algumas limitações por conta da frequência de sinal, dependendo de região.

via Canaltech

Apple CarPlay enfim permite uso de mapas terceirizados no iOS 12

A espera foi longa, mas, enfim, uma novidade que muitos buscavam chegou: usuários do Apple CarPlay — o recurso da empresa para transformar displays automotivos em controladores do iPhone — agora podem usar aplicações de mapas feitas por outras empresas, como o Google Maps. Anteriormente, você era obrigado a usar somente o Apple Maps, o app de navegação da própria companhia e constante alvo de reclamações por parte dos motoristas mundo afora.

A atualização já está disponível para usuários do iOS 12 desde a terça-feira (17), com a chegada do Google Maps 5.0. Contudo, a novidade ainda não contempla o Waze, que deve ganhar uma atualização que abrace o serviço daqui a algum tempo. Para utilizar a função, basta conectar o seu iPhone ao sistema de gerenciamento do seu automóvel (ver alguns modelos compatíveis abaixo).

É válido ressaltar, porém, que não é possível utilizar a Siri para controle do mapa: há uma função de comando por voz disponível, mas é preciso apertar um botão para acioná-la.

Apple CarPlay passa a aceitar apps de navegação feitos por outras empresas (Imagem: Google Maps/Divulgação)

Veja a seguir uma lista de automóveis vendidos no Brasil que possuem conectividade com o Apple CarPlay já vinda de fábrica. Mais além, empresas fabricantes de eletrônicos automotivos, como Pioneer e Alpine, oferecem centrais multimídia compatíveis com Apple CarPlay, vendidas separadamente:

  • Audi
    • A3
    • A4
    • Q7
    • TT
  • BMW
    • Série 2
    • Série 3
    • Série 4
    • Série 6
    • X3
    • X4
    • X5
  • Chevrolet
    • Camaro
    • Cruze
    • Malibu
  • Chrysler
    • 300
  • Ford
    • Fusion
  • Honda
    • Accord
    • Civic
  • Volkswagen
    • Gol
    • Voyage
    • Saveiro
    • Fox
    • CrossFox
    • SpaceFox
    • SpaceCross
    • Golf
    • Jetta
    • Passat
    • Tiguan
    • Fusca

via Canaltech

Ex-funcionária processa chefe de vendas do Spotify por difamação e discriminação

Uma ex-executiva de vendas do Spotify registrou uma queixa contra a empresa na última terça-feira (18) por discriminação de gênero, alegando, entre outras questões, que o diretor de sua equipe levou apenas os funcionários homens para o Sundace Film, excluindo mulheres que seriam mais qualificadas.

A ação foi registrada por Hong Perez na Suprema Corte de Nova York, contando que Brian Berner selecionou grupos masculinos para viajar ao Sundance em duas ocasiões no passado, alegando ainda que houve brigas físicas em uma das viagens.

Também está presente no documento a informação de que outro executivo da plataforma de streaming foi promovido mesmo recebendo advertências de acusação de assédio sexual, e que equipes de vendas já foram levadas para casas de strip-tease em Atlantic City. Perez alega ainda que o diretor financeiro do Spotify já disse que não se importa com a diversidade dentro da empresa, e que um executivo de recursos humanos já fez questão de dizer aos funcionários qual seria o seu palavrão preferido, sendo uma palavra ofensiva às mulheres.

Perez conta também que saiu da empresa quando, em março deste ano, Berner passou por instabilidades com seus supervisores por ter feito um acordo de descontos com um comprador, aceitando ingressos gratuitos para o Madison Square Garden. A ex-funcionária conta que ela acabou levando a culpa e sendo demitida por violação do código de conduta da empresa, acrescentando então a acusação de difamação em sua ação judicial.

O processo revela ainda que o chefe global de vendas oferece mais compensação aos homens do que às mulheres, e que o RH "pegou leve" com um executivo acusado de assédio sexual.

Procurado pela imprensa norte-americana, o Spotify disse através de um representante que não tolera discriminação de qualquer tipo, em qualquer nível. "Embora não possamos fazer nenhum comentário específico sobre um litígio pendente, essas alegações são sem mérito", disse o porta-voz.

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ABBC abre inscrições de prêmio que reconhece cases inovadores de fintechs

A Associação Brasileira dos Bancos, ABBC, abriu as incrições para o Prêmio Idei@ABBC.

O objetivo do projeto é aproximar as fintechs das mais de 80 instituições financeiras associadas que contam com soluções para a otimização de modelos de negócios, redução de custos, além da colaboração para o desenvolvimento de tecnologias para o fomento da inclusão financeira e sustentabilidade econômica.

Fintechs interessadas em enviar seus projetos podem escolher entre três categorias:

  • User experience, com foco em projetos que ofereçam ao cliente aprimoramentos em sua experiência de uso;
  • Competitividade, para projetos com soluções inovadoras em meio digital tanto para o acesso a produtos, quanto para serviços financeiros;
  • Analytics, com objetivo de otimizar a extração de valor dos dados, resultando em uma melhor eficiência de venda ou operacional.

As instituições inscritas terão seus projetos analisados pela comissão organizadora do evento, que avaliarão dados como correspondência do projeto em aplicabilidade, originalidade e adequação às categorias. Em seguida, a responsabilidade é transferida para a comissão julgadora, que vai contar com representantes do Banco Central, Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), Insper, FGV e Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

As inscrições são gratuitas e permanecem abertas até o dia 1º de outubro, que cai em uma segunda-feira. Interessados já podem acessar o site da ABBC para obter mais informações e se inscrever. Os vencedores serão anunciados no dia 21 de novembro em evento a ser realizado no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo.

via Canaltech

Sony segue exemplo da Nintendo e anuncia console PlayStation Classic

A exemplo do que fez a Nintendo, que relançou o NES e o SuperNES há pouco tempo, a japonesa Sony também entrou no “bonde do retrô” ao anunciar o PlayStation Classic, uma versão reduzida de seu primeiro console, já acompanhada de diversos clássicos que fizeram fama quando o PlayStation original estava no mercado. Previsto para lançamento em 3 de dezembro deste ano (nos EUA, Ásia e Europa), o mini console chegará às prateleiras custando US$ 100.

Na caixa, virão 20 jogos, o console, dois PlayStation Controllers (o DUALSHOCK, padrão da Sony para hoje em dia, só viria a ser lançado depois), um cabo USB para fonte de energia (tal qual o relançado SuperNES, a Sony não incluirá um conversor) e um cabo HDMI. Apesar dos 20 jogos prometidos, apenas cinco títulos foram confirmados até agora: Final Fantasy VII, Jumping Flash, Ridge Racer Type 4, Tekken 3, e Wild Arms.

Veja abaixo o vídeo de apresentação e algumas imagens dos itens que virão na caixa:

 
A caixa do PlayStation Classic: fabricante Sony anunciou versão retrô miniaturizada de seu primeiro console para dezembro deste ano (Imagem: Divulgação/Sony)
Dentro da caixa do PlayStation Classic, virão dois controles originais, o console, um cabo HDMI e um cabo USB, além do manual (Imagem: Divulgação/Sony)
O PlayStation Classic (esq.) em comparação com o PlayStation original (dir.): diferente do irmão mais velho, a versão a ser lançada em dezembro é miniaturizada, tem conexão HDMI e será acompanhada de 20 jogos (Imagem: Divulgação/Sony)

via Canaltech

Imagens vazadas revelam o que deverá ser o primeiro smart display da Google

Uma série de imagens de um novo aparelho da Google vazaram através do site MySmartPrice. De acordo com as informações das fotos, elas são de um novo aparelho chamado Google Home Hub, que deverá ser o primeiro produto da empresa para o mercado de smart displays.

De acordo com as imagens vazadas, o aparelho será basicamente um tablet com tela de 7 polegadas 16:9 montado numa base do Google Home Max. Além disso, ele terá sinal de Wi-Fi no padrão 802.11ac em frequências de 2.4GHz e 5GHz, conexão Bluetooth, ajuste automático do brilho da tela de acordo com a luminosidade do ambiente, alto-falantes e reconhecimento de voz de espectro amplo, além de uma câmera frontal.

As imagens mostram que o aparelho estará disponível em duas cores (“giz” e “carvão”) e, de acordo com as medidas divulgadas, ele será mais compacto que o smart display da Lenovo (mas com a tela uma polegada menor).

Não se sabe se esse é mesmo um produto real, mas o MySmartPrice possui um bom histórico de vazamentos que condizem com a realidade. A expectativa é de que o produto seja anunciado no dia 9 de outubro, no evento marcado para o lançamento do smartphone Pixel 3.

via Canaltech

Facebook continua a flertar com bancos e financeiras por informações sensíveis

Ao que parece, o Facebook continua sua tour de force para ganhar acesso aos dados sensíveis dos seus usuários. Em reportagem recente, o Wall Street Journal levantou que diversos bancos e companhias financeiras continuam a ser buscados pelos gestores da companhia, os quais fazem questão de manter aquecida uma pretensão que data pelo menos de 2016: transformar o Messenger em uma espécie de “hub digital” onipresente para os 2,2 bilhões de usuários mensais ativos da rede social.

De acordo com o WSJ, abordagens recentes da rede social incluem companhias como American Express, Bank of America e Wells Fargo. A oferta, há que se reconhecer, é das mais razoáveis: as companhias ganhariam ajuda para a criação de robôs atuantes em uma plataforma integrada através do aplicativo de mensagens, agilizando as fases de triagem e garantindo alguns atendimentos que não demandassem a atenção de um funcionário.

“Dados sensíveis pelo Messenger? Não, obrigado”

Assim como em tentativas prévias, entretanto, Menlo Park continua encontrando muitas portas fechadas e desconfiança. E isso principalmente por parte dos bancos, embora também algumas empresas ainda sigam temerosas com a ideia de fazer trafegar dados sensíveis de clientes diante do apetite insaciável do Facebook por quaisquer dados capitalizáveis na internet — basicamente, qualquer informação que sirva para vender anúncios direcionados.

Embora empresas como a American Express e a PayPal tenham utilizado, em algum momento, o Messenger como uma ferramenta para atendimentos, a ordem vigente sempre foi a de evitar a transmissão de quaisquer dados sensíveis.

Não fosse o histórico do Facebook com a gestão de dados sensíveis, a proposta de agilizar atendimentos por meio de bots no Messenger certamente ganharia mais adeptos. (Imagem: reprodução/Facebook)

Por um comércio mais eficiente

No que já soa quase como um déjà vu, também o Facebook segue pintando sua voracidade por dados em tons pastel. “Assim como várias outras companhias, nós efetuamos parcerias com instituições financeiras para melhorar a experiência das pessoas com o comércio, possibilitando, por exemplo, a criação de melhores serviços de atendimento ao consumidor, e as pessoas optam por essas experiências”, disse a rede social em nota ao WSJ.

Ademais, a companhia garante que “enfatiza a todos os parceiros que manter dados pessoais bem guardados e seguros é algo crítico a esses esforços”, algo que “sempre foi e continuará sendo nossa prioridade”.

Em tempo: conforme nós já apontamos aqui em outra ocasião, o fato de o Facebook continuar desencavando dados pessoais — às vezes nos limites da ética e do bom senso — dificilmente seria algo surpreendente. Vale lembrar que todo o rico filão de Mark Zuckerberg veio da coleta de todo tipo de informação capitalizável na internet. Seja como for, os grandes bancos e operadoras financeiras ainda permanecem imunes à cantilena de Mark Zuckerberg.

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Usuários reclamam de diversos problemas no Spotify para Android

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O aplicativo do Spotify já apresentou vários problemas para usuários Android, mas parece que agora ele está se superando nos bugs.

De acordo com vários relatos em diferentes tópicos do Reddit, diversos bugs têm atormentado os usuários do aplicativo, com a maioria deles envolvendo a reprodução de músicas. De acordo com os vários usuários, o aplicativo está parando aleatoriamente a reprodução no meio das músicas, algo que acontece independente da conexão com a internet e até mesmo com arquivos baixados no aparelho. Em outros casos, usuários relatam que o aplicativo começa a tocar música sozinho ao desbloquear o smartphone ou desconectar um fone.

Outro problema bastante comum que vem ocorrendo é que o app não mostra os botões de controle da reprodução no painel de notificações (os botões de pause ou de pular pra próxima música), mesmo que a reprodução esteja acontecendo normalmente. Além disso, existem usuários que reclamam da tela de reprodução do app, que ou não exibe nada (ficando uma tela preta vazia) ou mostra uma música diferente da que está tocando.

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Entre outros problemas relatados, estão o de não conseguir manter as filas de reprodução quando conectado ao Chromecast e o botão de compartilhamento que, quando acionado, finaliza o aplicativo. A maioria desses problemas parecem ocorrer em aparelhos das marcas Samsung e OnePlus, mas há reclamações de bugs em praticamente todas as marcas de aparelhos Android.

Mesmo que vários usuários já tenham reportado esses problemas para a desenvolvedora, a Spotify ainda não deu nenhuma resposta concreta sobre caso, apenas afirmando que já está investigando o assunto para entender o que está causando tantos bugs.

Fonte: 9to5 Google

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