Review do Samsung Galaxy S10+: a um passo da perfeição

Todo ano é ano de Galaxy S, mas dessa vez, a série de topos de linha tem um motivo a mais para comemorar: o décimo aniversário. Há uma década atrás, a Samsung já fazia barulho no mercado com seus lançamentos premium, agora não seria diferente. O que mudou de lá pra cá foi a força da concorrência, o avanço das tecnologias e o nível de exigência dos usuários. Será o Galaxy S10+ a melhor compra que você fará este ano? Descobriremos neste review.

Prós

  • Acabamento
  • Tela
  • Biometria sob a tela
  • Sistema

Contras

  • Bateria
  • Sensibilidade da tela
  • Câmera frontal

Preço e disponibilidade

Os usuários que comprarem o Galaxy S10 ou o S10e entre os dias 12 de março e 7 de abril, ganharão um Galaxy Buds (R$ 999). É necessário que o usuário esteja cadastrado no site Samsung Para Você para conseguir regatar o brinde. Já quem comprou um S10+ poderá resgatar um Galaxy Watch Active (R$ 1.499). O prazo para resgate dos brindes é entre os dias 12 de março e 1 de maio. Não estão legíveis produtos importados, vale lembrar. 

Os preços da série S10 são os seguintes:

  • Galaxy S10+, Ceramic Black, 1TB e 12 GB: R$ 8.999,00
  • Galaxy S10+, Preto, Branco, Azul, 512 GB e 8 GB: R$ 6.699,00
  • Galaxy S10+, Preto, Branco, Azul, 128 GB e 8 GB: R$ 5.499,00
  • Galaxy S10, Preto, Branco, Azul, 512 GB e 8 GB: R$ 6.199,00
  • Galaxy S10, Preto, Branco, Azul, 128 GB e 8 GB: R$ 4.999,00
  • Galaxy S10e, Preto, Branco, Azul, Amarelo, 128GB e 6 GB: R$ 4.299,00

Design

O Design do Galaxy S10+ chama atenção em vários aspectos. O primeiro deles é o contorno mais reto das linhas ao redor aparelho, que está mais parecido com o Note 9 do que com o Galaxy S9+. É um visual mais elegante, porém menos ergonômico, mas que combina com as bordas frontais que estão ainda mais reduzidas.

A Samsung enviou para testes uma unidade do S10+ na cor branca, que reflete tons coloridos, especialmente na cor rosa. Essa cor é indicada para quem gosta de aparelhos claros, que não é meu caso, e também para quem quer driblar as marcas de dos que ficam mais evidentes em cores escuras. 

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S10+ vem com Cabo USB-C, carregador de 18W, adaptadores USB e fone de ouvido AKG / © AndroidPIT

Na parte inferior do S10+ encontramos as mesmas conexões que estão presentes na série S desde o Galaxy S8: conector USB-C, porta P2 para fone de ouvido e alto-falante. Na parte superior frontal está o segundo speaker e o notch em forma de pílula, chamado pela marca de Infinity-U, que comporta duas câmeras frontal, que são outro diferencial do S10+ em comparação com os demais modelos da linha.

Até o Note 9, a Samsung evitou ao máximo usar entalhe na tela de seus produtos, mas talvez a sul-coreana tenha percebido que não há outra opção viável (e menos assustadora que as telas retráteis) para ampliar o display e reduzir bordas que não seja o notch. Aqui ele aparece como um retângulo com cantos arredondados que não incomoda muito na maior parte do tempo.

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Lateral esquerda tem botão Bixby e de volume / © AndroidPIT

O Galaxy S10+ é um aparelho grande e me chamou atenção seu peso, logo quando eu tirei o aparelho da caixa. Apesar do tamanho avantajado, o dispositivo fica bem nas mãos e no bolso por conta de seu peso leve. São 175 gramas para 6,4 polegadas de tela e 4.100 mAh, o que não é nada mal. 

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Notch na tela do S10+  / © AndroidPIT

Todos os detalhes do acabamento do Galaxy S10+ chamam atenção, seja na traseira, no display com bordas laterais ligeiramente curvas, que estão menos curvas em comparação com o S9+, ou pela borda em alumínio suavemente soldada a traseira em vidro.

No caso do modelo branco, a fileira de lentes da câmera traseira fica mais evidente e menos elegante, principalmente pelo fato do módulo onde esses sensores estão acoplados ter um contorno em alto relevo na cor das bordas do aparelho. Acredito que na cor preta tudo fique menos evidente e minimalista. Outro ponto um pouco incômodo é a distância do botão que energia, que está muito alto, e incomoda um pouco na hora de bloquear o aparelho com uma mão.

Tela

De fato, a tela do Galaxy S10+ é uma das melhores, se não a melhor, que eu pude testar até agora. O Dynamic AMOLED de 6,4 polegada traz melhorias consideráveis em comparação com o padrão anterior usado pela Samsung, o Super AMOLED. O novo painel mantém as cores mais vívidas porém menos saturadas, e também pude perceber que as cores agora seguem um perfil de tonalidades com temperatura mais quente, removendo o excesso de luz azul que incomoda os olhos ao longo do uso do smartphone.

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Tela 2K do S10+  / © AndroidPIT

Curiosamente, a tela do S10+ vem com o modo de cor “Natural” definido como padrão, o que foi uma agradável surpresa, visto que eu nunca gostei do filtro “Vívido” que traz cores mais saturadas. Mesmo optando por usar a opção menos “explosiva” as cores do painel se mostraram vívidas e equilibradas, além de realçar a nitidez de textos, ícones e imagens. Outro ponto da configuração da tela é a resolução Full HD+ ativada de fábrica, logo, você precisa ir até às configurações de tela e escolher manualmente a capacidade máxima de 3040×1440 pixels.

Biometria na tela

A cobiçada biometria na tela enfim chegou aos modelos da série Galaxy S10, com excessão do Galaxy S10e que traz o sensor biométrico físico na lateral. A Samsung está usando um sensor biométrico do tipo ultrassônico no S10+, que é o mais rápido e preciso disponível no mercado. De fato, levam-se no máximo 2 segundos para que a tela seja desbloqueada com o dedo a partir de qualquer posição, mesmo molhado.

Há um truque que muitos jornalistas estão comentando sobre o tempo de reposta ser maior quando o dedo é rapidamente encostado, ao invés de deixá-lo em contato com o sensor por mais tempo, o que realmente é verdade e mais funcional. O que me incomodou um pouco foi a sensibilidade do display e que não é apenas reflexo do sensor.

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Sensor ultrassônico do S10+ / © AndroidPIT

Sabemos que a região ao redor do sensor é sempre mais sensível a toques que as demais áreas da tela. Pelo fato das bordas laterais serem mínimas e a tela muito grande, notei que o display era ativado instantaneamente por qualquer contato que acontecesse a região inferior, seja no bolso da calça, na mochila ou até com as mãos por engano.

Isso me incomodou um pouco pois, além de tentativas desnecessárias de desbloqueio sem o dedo, a tela também ativava a câmera com bastante frequência, visto que o ícone de atalho para câmera fica no canto inferior direito do painel logo ao lado da biometria.

É claro que a novidade é bem-vinda, assim como o tempo de reposta do sensor, que é rápido, mas a sensibilidade da tela incomoda um pouco em alguns casos. Espero que a Samsung envie um update que otimize ainda mais o sensor e controle a sensibilidade do painel, especialmente nessa região enquanto a tela estiver bloqueada.

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Biometria sob a tela em outros apps / © AndroidPIT (captura de tela)

Software

O Galaxy S10+ sai com Android Pie de fábrica sob a interface do usuário One UI, que é uma evolução da Samsung Experience. Nós já falamos bastante sobre a One UI aqui no site, portanto, gostaria de destacar alguns recursos que achei interessante nessa versão do S10+.

Dois recursos que estão presentes no software é o modo noturno (tema escuro) e a navegação por gestos e que, felizmente, podem ser ativados com um clique pela central de atalhos rápidos. O tema escuro é a opção mais elegante para a tela do S10+, enquanto que a navegação por gestos me desagradou um pouco. Essa opção exibe três traços na parte inferior da tela, sendo que você pode voltar, fechar e alternar entre aplicativos com movimentos direcionados sobre eles.

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Interface One UI / © AndroidPIT (captura de tela)

Acontece que eu não achei essa opção tão rápida e eficiente quanto a navegação usando os botões virtuais convencionais do Android. No multi-tarefa e também alternando entre os apps por gestos, pude perceber que a animação engasga em alguns momentos e não executa os comandos tão rápidos como o método normal. Não é um problema de hardware, obviamente, mas sim de otimização do software. O legal da navegação por gestos, contudo, é que ela economiza bastante espaço de tela.

Além de trazer recursos diferenciados, a One UI oferece funções nativas do Android Pie levemente customizadas. Uma delas é o Bem-estar Digital, onde é possível monitorar o tempo de uso do sistema diariamente e programar algumas tarefas, limitando funções e ajustando partes do sistema. O Assistência do Aparelho oferece otimizações essenciais para o sistema, como limpeza de RAM, de cache e de espaço interno, além de vir com um anti-vírus da McAfee embutido.

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Bem-estar e Assistência do aparelho / © AndroidPIT (captura de tela)

Duas alterações em específico chamaram minha atenção no sistema. A primeiras delas é que, dentro do menu “Recursos avançados”, é possível reduzir os efeitos de movimentos e animações do sistema de forma mais simples, sem precisar recorrer ao menu do desenvolvedor.

A segunda delas é o modo de bateria que vem de fábrica ativado no S10+, que é o “Otimizado”, onde o processador e a GPU se adequam às atividades e acabam limitando o desempenho final do aparelho. Apesar de ser interessante, mudar para o perfil de “alto desempenho” pode ser melhor para otimizar jogos, animações do sistema e outras atividades. Para trocar entre esses dois modos, no entanto, basta clicar no ícone de bateria na central de atalhos rápidos.

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Aparência escura da One UI / © AndroidPIT (captura de tela)

Bixby

Infelizmente, não será neste review que a Bixby ganhará um papel de destaque. Isso porque a assistente virtual da Samsung ainda não entende comandos de voz em português, o que é uma pena. Apesar disso, o Galaxy S10+ traz o botão físico na lateral esquerda do aparelho que ativa a Bixby rapidamente, e que pode ser remapeado nas configurações do sistema para executar outros comandos, menos abrir o Google Assistente.

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Bixby em (quase) ação / © AndroidPIT (captura de tela)

Você pode usar a Bixby normalmente, caso fale em inglês, mas ela ainda não executa todos os tipos de comandos que o Google Assistente responde. Apesar de trazer funções interessantes, a ausência do idioma em português continua sendo o calcanhar de Aquiles da Bixby.

Performance

O Galaxy S10+ é o topo da série S10, logo, dizer que o conjunto de processamento do aparelho é capaz de dar conta de tudo é algo bastante óbvio. Sim, você conseguirá rodar todos os apps e jogos pesados do Google Play, até mesmo aqueles carregados de recursos de Realidade Aumentada, de Fortnite a Pokémon Go. A Mali-G76 é a placa gráfica que consegue rodar jogos, como o Asphalt 9, com os gráficos no máximo, enquanto os 8GB de RAM da versão que eu testei dão fôlego extra para que qualquer tarefa possa ser executada rapidamente.

A versão que testei tem processador Snapdragon 845, que no papel é um pouco diferente do Exynos 9820 vendido no Brasil. A variante com chipset da Qualcomm é restrita a poucos países, mas na prática ambas as versões entregam desempenho similar. Dá para usar microSD e aumentar a memória interna do S10+ em mais 1TB.

Áudio

O S10+ também brilha quando o assunto é qualidade áudio, principalmente com os fones da AKG que vem na caixa do produto. Os fones continuam sendo intra-auriculares, mas agora eles são brancos e não cinzas como nos modelos anteriores. Dá para equalizar os sons do dispositivo com o equalizador Dolby Atmos, que não é muito avançado e nem dispões de controles manuais, mas que conseguem otimizar a saída de áudio em várias situações diferentes.

O alto-falante é estéreo, sendo um na parte inferior do S10+ e outro na parte superior frontal, este último usado também para ligações. O som dos speakers é alto e equilibrado, mas o que me incomodou mesmo foi uma vibração emitida pela traseira do aparelho um pouco abaixo da região central.  Quanto mais alto o volume e a quantidade de graves sendo reproduzida, maior é a pulsação dessa região. É algo que incomoda às vezes, principalmente enquanto eu segurava o dispositivo para ouvir áudios do WhatsApp, mas que não prejudica a experiência de uso.

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S10+ tem fones AKG e áudio Dolby / © AndroidPIT

Câmera

Não existem muitas novidades no conjunto de lentes do S10+, exceto pela chegada da terceira lente ultrawide, que permite a captura de fotos com ângulos mais abertos. A lente com abertura variável consegue se adaptar automaticamente de acordo com as situações de exposição, variando entre f/1.5 e f/2.4. A lente telefoto, por sua vez, faz o trabalho de desfocar o fundo para atingir melhores resultados na opção de modo retrato e também serve como com óptico de 2x.

Notei que, ao ser ativada, a lente ultrawide adiciona leves distorções às imagens que parecem efeitos de nitidez exagerados, sobretudo quando há cores em excesso na imagem. Ao ampliar a imagem é possível notar que se trata de leves borrões que só estão visíveis quando o modo ultra-ângulo é ativado. A Samsung liberou no app de câmera uma opção que corrige distorções da câmera ultrawide (Câmera> Configurações da câmera> Opções de salvar> Corrigir distorções ultrawide), o que é interessante, mas que deveria vir ativado por padrão.

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Câmera do S10+ em ação  / © AndroidPIT

Os sensores ainda sofrem de limitações à noite, mas o controle de ruído, de cores e contraste é bastante satisfatório, mesmo usando o zoom 2x. O que realmente me deixou um pouco frustado foi o desempenho da câmera frontal em ambientes menos iluminados, além do persistente modo de embelezamento. Você pode até clicar em desativar o embelezar, mas ainda sim é perceptível que o software ainda tentou retocar meu rosco de algum jeito.

O software de câmera é bastante eficiente, mas sinto que a forma como as opções são organizadas parecem um pouco confusas. O Bixby Vision , por exemplo, a versão Google Lens da Samsung, e o modo Instagram ficam no topo junto com os AR Emoji, enquanto outros modos ficam perto do obturador virtual. Trocar entre os modo nem sempre é rápido, mas a velocidade de captura é bem surpreendente. 

Existem ainda filtros para serem usados em fotos no modo retrato, novos adesivos de AR, a função de super-show motion e um modo noturno para imagens que faz um trabalho descente, acima da média, mas ainda inferior ao Night Sight dos Google Pixel.

Bateria

A bateria do Galaxy S10+ teve desempenho relativamente bom seus 4.100 mAh de capacidade. Ele durou mais que um Galaxy S9+ que tenho comigo e também roda com One UI, mas ficou um pouco atrás do iPhone X que  é outro celular que está sempre comigo. Minhas atividades com o dispositivo se iniciavam sempre às 8:30 da manhã e, basicamente, usei bastante e-mail, Instagram, WhatsApp, YouTube Music e Premium e Slack.

É claro que pelo fato do meu trabalho ser home office na maioria do tempo, a frequência com a qual eu uso o 4G é um pouco menor, sendo maior aos finais de semana. A duração da bateria, contudo, não oscila drasticamente entre a rede wireless e a móvel. Bluetooth, sincronização e localização estão sempre ativados, assim como o tema escuro, que também contribui para economia de energia. Vale ressaltar que ainda que os fones Galaxy Buds estavam sempre conectados ao S10+, seja para chamadas ou para músicas em streaming.

Ainda não dá para fazer 12 horas de uso sem passar pelo carregador ou poupando um ou outro recurso, como o Always On Display, por exemplo, que ficou sempre desligado. O S10+, contudo, tem um autonomia bastante aceitável, passando das 6 horas de uso contínuo tranquilamente. 

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Recursos de bateria do S10+ / © AndroidPIT (captura de tela)

Eu não uso o brilho muito alto, só em alguns momentos para fins de testes com vídeos no YouTube e para analisar possíveis problemas com o display em ambientes mais abertos. Também não costumo assistir streaming pelo celular, mas um vídeo de 3 minutos no YouTube em 4K a 60fps, por exemplo, consumiu cerca de 4% de energia com brilho em 100% e o potêncializador de vídeos ligado.

Dá pra falar ainda sobre o Wireless Power Share, que nada mais é do que a possibilidade que o usuário tem de carregar outros aparelhos que contam com suporte a tecnologia de carregamento sem fio encostando-os na traseira do S10+. Posso dizer que essa função pode ajudar poucos amigos a sair do aperto, afinal, é preciso um celular compatível com o sistema Qi de carregamento wireless. A opção mais interessante, contudo, é fornecer carga adicional aos Galaxy Buds, os fones sem fio da Samsung que tem bateria menor. 

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S10+ e o modo Power Share ativado / © AndroidPIT

Samsung Galaxy S10+ – Especificações Técnicas

Dimensões: 157,6 x 74,1 x 7,8 mm
Peso: 175 g
Tamanho da bateria: 4100 mAh
Tamanho da tela: 6,3 polegadas
Tecnologia da tela: AMOLED
Tela: 3040 x 1440 pixels (522 ppi)
Câmera frontal 10 megapixels
Câmera traseira 16 megapixels
Flash: LED
Versão do Android: 9 – Pie
RAM: 8 GB
12 GB
Memória interna: 128 GB
512 GB
1000 GB
Memória removível: microSD
Chipset: Qualcomm Snapdragon 855
Samsung Exynos 9820
Número de núcleos: 8
Velocidade máx. 2,8 GHz
2,7 GHz
Conectividade HSPA, LTE, NFC, Dual-SIM , Bluetooth 5.0

Conclusão final

O Galaxy S10+ é um smartphone completo, que traz tecnologias de ponta e que faz jus ao posto de topo de linha da série Galaxy S deste ano. É claro que quem já tem um Note 9 ou até mesmo um Galaxy S9+ consegue passar sem sentir falta das novas mudanças, talvez isso só venha a acontecer daqui há uma ou duas gerações. Para quem gosta de novidades e tem um orçamento mais generoso à disposição, o investimento no S10+ compensa.

É claro que, como todo produto tecnológico, o S10+ não está livre de ter defeitos e problemas, mas se você leu meu review com atenção, conseguiu notar que minhas maiores queixas se deram por falta de pequenas otimizações em partes do sistema, como no app de câmera, na Bixby e na navegação por gestos que não achei rápida e eficiente.

O conjunto da obra em si tem vários pontos positivos, como imagens com sensores de alto padrão, som e tela de qualidade e construção impecável. Não é um smartphone perfeito, mas está quase lá, a um passo da perfeição.

O que você achou do S10+?

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Publicado por Carlos Trentini

Eu, eu mesmo e eu, agora e nas horas vagas...

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