Uber Eats pode investir em entrega de produtos de mercearia

A Uber está expandindo o seu serviço voltado a entrega de comidas. A empresa vai ampliar a sua sede em Toronto, Canadá, com o objetivo de dar foco à entrega de pequenos mantimentos e padaria. Nesta quinta-feira (29), ela abriu uma nova vaga de emprego para uma pessoa organizar o avanço da marca mundialmente.

A descrição da vaga diz respeito a “construir a organização e dimensionar globalmente uma nova oferta de produtos que evoluirá fundamentalmente como as pessoas compram seus mantimentos”, informa.

Segundo o Business Insider, a companhia também quer aumentar a oferta presença no país. Um dos modos seria exatamente pelo seu serviço Eats. A empresa, no último trimestre, teve um rendimento de US$ 2,1 bilhões somente com este tipo de funcionalidade, um aumento de 150%, em comparação com o mesmo período de 2017.

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Em evento neste ano, o CEO da empresa, Dara Khosrowshahi, disse que a intenção é expandir os tipos de alimento entregues pela empresa. Atualmente, grande parte da demanda é relativa à entrega de produtos de restaurantes e bares. “Eu acho que entregar comida de alta qualidade para você, na sua casa, em 30 minutos ou menos, é mágico e vai se voltar para produtos de mercearia de uma forma fundamental e fazendo com que muito mais pessoas comam em casa”, informou em entrevista.

Estimativas atuais apontam que cerca de 5,5% das vendas de produtos de mercearia são feitas online lá fora. Logo, a Uber quer ser a empresa líder para fazer entregas neste setor. O problema é que a companhia pode enfrentar uma forte concorrência de empresas que já estão há mais tempo no setor.

A Deliveroo é uma delas. A companhia inglesa é hoje um dos principais serviços de entrega de supermercado, mercearia e padaria. Em suma, quaisquer produtos comprados fora de casa para consumo interno. Atualmente, ela é avaliada em US$ 4 bilhões, pelo menos o dobro do total da Uber.

Outra novidade recente da companhia é que o Eats passou a fazer parte também da plataforma para empresas. Isso quer dizer que funcionários podem fazer pedidos de comida para serem pagos pela sua contratante, tal qual acontece atualmente com os carros da Uber.

A novidade começou a ser testada no Canadá, o que abre esperanças para que, no futuro, chegue a outros países.

Fonte: Business Insider, Uber, Vanity Fair, Uber Eats

via Canaltech

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