Surpresa: Brasil tem a 3ª assinatura mais barata da Netflix no mundo

Normalmente, não é muito fácil ser apaixonado por tecnologia e entretenimento digital no Brasil, já que os impostos por aqui fazem com que a maioria dos produtos e serviços internacionais a chegarem ao território tupiniquim acabem chegando com alguns dos preços relativos mais caros do mundo. Agora, um estudo realizado pela Comparitech revelou que, pelo menos quando o assunto é Netflix, nós brasileiros temos motivos para comemorar.

As informações da pesquisa revelaram que o Brasil fica na terceira posição na lista de países com as assinaturas mais baratas do serviço de streaming. Essa posição é mantida considerando apenas o valor total das mensalidades convertido para dólares e quando é levada em conta somente a quantidade de conteúdo disponível pelo preço pago – ou seja, a relação de custo-benefício.

O caminho para o topo

Para montar o ranking, a consultoria considerou o plano mais básico de assinatura em cada país e, no nosso caso, se baseou em uma cotação de cerca de R$ 3,71 por dólar. Dessa forma, o valor convertido por aqui ficou em US$ 5,36, o que só é maior do que os US$ 3,27 cobrados pela empresa de streaming na Turquia e os US$ 4,72 na Argentina. Na lista, logo depois do Brasil estão Japão (US$ 5,86) e México (US$ 5,88). Já os mais caros são Dinamarca, Groenlândia, Ilhas Faroé (os três empatados em US$ 12,37), Suíça e Liechtenstein (ambos por US$ 12,04).

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Já para a relação de custo-benefício, a Comparitech contabilizou quantos filmes, séries e outros conteúdos a Netflix oferece em cada país e dividiu o valor convertido da assinatura por esse número, chegando a um valor aproximado de “preço por título disponível”. Aqui, o Japão aparece em primeiro (com 5.986 produções por US$ 0,0010 cada), com o Canadá em segundo (5.479 atrações por US$ 0,0013 cada) e o Brasil novamente em terceiro (3.956 opções por US$ 0,0014 cada), seguido por EUA (5.746 obras por US$ 0,0014 cada) e Índia (5.015 por US$ 0,0015 cada).

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Vale ressaltar que o estudo leva em consideração uma cotação já ultrapassada da moeda norte-americana, cujo valor em reais aumentou bastante recentemente. Com o preço atual do dólar, é provável que o Brasil esteja em uma posição ainda maior nas listas – a menos que as moedas da Turquia, Argentina, Japão e Canadá tenham sofrido desvalorizações similares à nossa.

via Novidades do TecMundo

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