5 dicas para identificar um smartphone pirata ou falsificado

Hoje em dia, é bem mais difícil comprarmos aparelhos baratos e falsificados. Não porque existam menos à venda – muito pelo contrário –, mas porque as opções mais baratas importadas e de boa qualidade são cada vez maiores e mais presentes. Ainda assim, sempre corremos aquele risco de escorregarmos e cairmos em algum golpe. Vamos passar por algumas dicas que vão te deixar mais seguro.

1. Quando a esmola é demais…

Sejamos francos, não existem milagres. Um Galaxy S8 por R$900 não é algo normal, tem coisa errada aí. Ou o aparelho está quebrado ou com defeito, ou estão tentando te vender gato por lebre. Veja sempre o preço médio do aparelho novo e, quando for ver um usado, veja também outros preços em sites de venda para conferir. Se não for falsificado, você pode até estar comprando produto de roubo. Sempre desconfie, ainda mais nos casos de topos de linha.

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Barato demais até o santo desconfia / © AndroidPIT

2. Bonito por…fora?

Geralmente, produtos originais são bem acabados e bonitos, e quando colocamos um desses lado a lado com sua cópia pirata, fica evidente a falsificação. Plásticos com aspectos leitosos, rebarbas aparentes, letras impressas com borrões, tela que não segue o padrão infinito (falsificações ainda não conseguem fazer telas sem bordas baratas), partes faltantes (como sensores, botões, saídas de som), peso muito menor do que o normal e um desleixo geral são itens claros.

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O acabamento pode enganar aos olhos, mas não no toque / © AndroidPIT

Detalhes pequenos também podem sentenciar um smartphone como falsificado. Erros de ortografia tanto no português como no inglês são fortes indicativos. Além disso, sempre observe o logotipo da empresa com atenção, pois falsificadores adoram fazer piadinhas e brincadeiras com os nomes originais para enganar seu olhos. iPhoni, Somy, Orro, Sansung, Aplle e outras coisas que parecem erros inocentes, mas que na verdade revelam a pirataria.

E, por favor, lembre-se que não existem iPhones com Android. TV digital em topos de linha da Samsung, aparelhos caros com três chips e outras inconsistências.

3. IMEI

Como você pode ler em nossa matéria abaixo, o IMEI é o número único que cada smartphone com chip recebe para comprovar sua origem. Se o seu smartphone não tiver um número de IMEI ou ele for igual ao de outro aparelho, há enormes chances de ele ser falsificado. Para conferir isso, digite *#06# no app de telefone do seu celular. Se não aparecer qualquer número ou der erro, já é um problema.

Se aparecer um número, anote (smartphones dual SIM mostrarão dois números). Primeiro, veja se bate com o IMEI impresso na caixa do aparelho (se não tiver IMEI na caixa, outro problema). Depois, vá ao site http://www.imei.info/ e digite esse mesmo número. Lá você terá de ver o mesmo aparelho que tem em mãos, inclusive modelo.

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Todo celular tem um IMEI próprio / © AndroidPIT

4. Conjunto da obra

Nesses itens menos importantes acabamos também conseguindo perceber detalhes de falsificação. Pela caixa você já pode desconfiar, ao encontrar coisas como a falta do IMEI, erros de ortografia, imagens pixeladas e em baixa resolução, acabamento tosco, excesso de verniz, entre outros. E os acessórios seguem a mesma premissa: rebarbas, plástico de baixa qualidade, relaxo na fabricação, impressões tortas e borradas e a falta de itens na caixa também evidenciam riscos.

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Acessórios originais e de qualidade / © AndroidPIT

5. Anatel pra funcionar

Esse é um item que vale apenas para aparelhos vendidos oficialmente por aqui, ou seja, exclui aparelhos importados como Xiaomi, OnePlus, Huawei e outras. Mas já engloba iPhones e Samsungs e Motorolas, que estão entre os mais vendidos e mais falsificados por aqui. Cheque se o aparelho possui o selo da Anatel, que nem sempre é fácil de encontrar.

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Anatel pra funcionar  / © ANDROIDPIT

Algumas empresas não se importam com a estética e colocam o selo, bem grande, atrás do aparelho, junto ao logotipo da Anatel. Outros colocam em locais mais escondidos, como a parte de baixo do aparelho, ou ainda em uma etiqueta dentro do berço de chip SIM (caso dos Sony). Se você tiver acesso ao compartimento da bateria, há chances também de estar lá dentro. Se vender por aqui e não tiver o selo, já sabe.

Você já passou por algum problema com aparelhos falsificados? Conta pra gente!

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

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