SUPER TECH: os 6 produtos mais incríveis de abril

Um passo à frente da Apple

Celular chinês é o primeiro com sensor de impressões digitais embutido na própria tela. Veja como funciona – e saiba por que é melhor do que a tecnologia Face ID, do iPhone X.

O sistema de autenticação do iPhone X, que escaneia 30 mil pontos do seu rosto para destravar o celular, é uma obra-prima de engenharia. Mas exige que você olhe bem de frente para o smartphone, o que nem sempre é o caso (quando você pega o celular na cama, ao acordar, ou tira o iPhone do bolso para dar uma espiada, ele às vezes falha). Um leitor de impressões digitais acaba sendo mais rápido e prático – ainda mais se for embutido na própria tela. O celular X20 Plus UD, da marca chinesa Vivo (sem relação com a operadora homônima), é o primeiro em que uma microcâmera lê a sua digital através da tela: basta encostar o dedo nela. A tecnologia aproveita uma característica natural de todas as telas de OLED, que têm espaços microscópicos – e invisíveis – entre os pixels. O smartphone já está à venda na China, por US$ 570.

Câmera: 12 megapixels. Tela: 6,2 polegadas (376 dpi). Memória: 128 GB armazenamento + 4 GB RAM. A tela é de OLED, e visualmente não tem nada anormal. O microssensor aproveita os espaços de 40 micrômetros entre os pixels da tela para fotografar o seu dedo. (X20 Plus UD/Reprodução)

Prancha de surfe elétrica

Não precisa mais ir remando até as ondas. A prancha Radinn G2X tem um motor elétrico, e por isso alcança 58 km/h. Você controla a aceleração dela, que suporta pessoas de até 100 kg, por um controle de mão. Só não dá para ir até a praia carregando a prancha debaixo do braço: a Radinn pesa 29 kg e custa 9.900 euros (o fabricante também pretende alugá-la, a preços mais acessíveis).

Equalizador biológico

Quando você coloca o fone de ouvido Nuraphone (US$ 400) na cabeça pela primeira vez, ele toca uma sequência de sons de teste. Os seus ouvidos reagem produzindo uma vibração bem fraquinha: a emissão otoacústica. O fone capta essa vibração e, a partir dela, mede a sua capacidade auditiva – informação que usa para corrigir automaticamente as músicas, reforçando ou atenuando certas frequências para deixar o som perfeito.

Chope instantâneo

A máquina Fizzics (US$ 170) promete transformar a cerveja em algo parecido com chope. Você encaixa uma lata ou garrafa já gelada, com até 1 litro de cerveja, no gadget. Aí ele injeta microbolhas na bebida para deixá-la mais cremosa e, segundo o fabricante, mais gostosa.

Switch com telão

Dá para usar o Nintendo Switch na rua, como videogame portátil, ou em casa, conectado à TV. É uma proposta bacana, e por isso o console já vendeu 14,8 milhões de unidades. O dock OJO (US$ 400) promete ir além: além de recarregar o Switch, também funciona como projetor. É só encaixar o console nele para jogar num telão de até 120”, projetado na parede.

Uma lava-louça sem cano – e com Wi-Fi

Bem menor que as lava-louças comuns, a Heatworks Tetra (US$ 300) não precisa ser ligada ao encanamento. É só despejar 2 litros de água e um pouco de detergente dentro dela, ligar e esperar dez minutos (a água suja cai numa bandeja, que você esvazia na pia). É controlada por um app e lava até 10 pratos, ou 12 copos.

via Superinteressante

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