Pesquisa revela que brasileiro não vê problema em assistir Netflix em público

A Netflix realizou uma pesquisa global para descobrir se os usuários da plataforma estariam dispostos a assistir os conteúdos fora de casa, deixando suas emoções visíveis a todos que estiverem presente no local. 67% dos entrevistados afirmaram que sim.

O estudo revelou que o brasileiro está acima da média quando o assunto é assistir Netflix em locais públicos. 49% dos entrevistados dizem assistir em aviões, 45% do ônibus, 50% no trajeto diário, 47% em cafés, enquanto 39% admitiram assistir em filas, 24% na academia e 33% no carro.

Curiosidade

A pesquisa da Netflix também descobriu que a plataforma desperta a curiosidade de quem está ao redor, pois 45% dos participantes disseram que já presenciaram pessoas no banco de trás espiando sua tela. Enquanto 77% se recusaram a parar de assistir,18% se sentiram constrangidos. No Brasil, 61% confessaram que já espiaram o que as pessoas estão assistindo.

Spoilers

Cerca de 11% dos entrevistados do mundo todo que admitiram espiar a tela alheia disseram que já levaram spoilers. No Brasil, 17% dos usuários já descobriram o que não queriam desta forma.

Interrupção

Há também quem goste de iniciar uma conversa ao ver o que a pessoa ao seu lado está assistindo. 27% dos entrevistados contaram que já foram interrompidos por estranhos para conversar sobre filmes e séries.

Sem vergonha

65% dos entrevistados confessaram que já soltaram gargalhadas em público e um a cada cinco deles já choraram assistindo Netflix por aí. Entre os mais emotivos estão no topo os mexicanos, colombianos, chilenos e brasileiros.

Nestes casos, 38% dos entrevistados disseram que disfarçaram fingindo que nada aconteceu, 23% que decidiram parar de assistir e 21% cobriram a tela.

Os homens são mais propícios a cobrir a tela (23%) do que as mulheres (19%). Quando são flagrados, 16% dos homens arrumam desculpa e 11% das mulheres se justificam.

O Brasil está em quinto lugar no ranking de usuários que mais assistem Netflix em público na América Latina. Na lista mundial, o México está no topo.

 

via Canaltech

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