Visa e Trigg lançam a “pulseira de crédito” no mercado brasileiro

Daí você acaba de fazer suas compras e ao invés do cartão de crédito, usa direto o seu celular. Ou melhor, sua pulseira. Essa é uma realidade cada vez mais comum mundo afora e agora chega com seu crédito próprio no Brasil por meio da parceria entre a Visa e a fintech Trigg.

Dispositivo é feito de silicone elástico à prova d’água, ideal para uso em shows e praias

Para usar é simples: basta encostar o wearable perto das maquininhas e inserir sua senha para efetuar o pagamento. A comunicação com tecnologia NFC (Near Field Communication, ou “Comunicação por Proximidade de Campo”), também utilizada na troca de informações sem contato nas operações via smartphones e smartwatches

Trigg

Como o dispositivo vestível é feito de silicone elástico à prova d’água, a ideia é facilitar as transações em locais de muita movimentação ou que podem oferecer incômodo na hora de procurar pela carteira, a exemplo de grandes festivais e praias. Para as mulheres, segundo a própria direção da startup, há também a conveniência de finalizar suas compras sem ter que estragar as unhas ao sair da manicure ao procurar pela carteira dentro da bolsa.

Como aderir

Para conseguir uma das pulseiras é preciso se cadastrar como cliente Trigg Visa, baixando o app e comprando o cartão de adesão que custa R$ 50. Depois de liberado, o gadget pode ser administrado e bloqueado pelo aplicativo e há a possibilidade das transações menores dispensarem o uso de senhas, para agilizar ainda mais o processo.

Mais de 102 milhões de wearables foram vendidos no mundo todo em 2016

A companhia ainda não divulgou os números iniciais de sua base, mas adiantou que a meta é terminar 2017 com 50 mil clientes e 10 mil já estão no primeiro lote de distribuição dos wearables. E a tendência é de mais gente querendo o aparelho: segundo estudo da consultoria analítica da Kleiner Perkins, neste ano 25% dos americanos possuem um dispositivo vestível e 102 milhões foram vendidos globalmente na temporada passada.

A Strategy Analytics também afirma que essa onda deve continuar e a projeção é de que os pagamentos via conexão NFC devem alcançar US$ 160 bilhões até 2020.

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via Novidades do TecMundo

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