De olho no mercado de trabalho, IA pode mirar profissionais do varejo

Não é de hoje que se discute se a tecnologia vai ou não tomar o emprego das pessoas. Rotineiramente, cientistas, especialista no tema, vídeos no YouTube e os mais diversos profissionais defendem seus pontos de vista em relação a atuação dos robôs ou sistemas de inteligência artificial no mercado de trabalho. Enquanto continua acalorado em algumas áreas, há um setor que parece fadado a perder sua essência humana: o varejo.

Segundo um estudo encomendado pelo Citibank, os funcionários dessa parte da indústria podem ser alguns dos primeiros a sucumbirem diante da IA. Motivo para ficar triste ou para xingar muito no Twitter? Nada disso! Há quem acredite que esse é um verdadeiro presente para os trabalhadores do segmento e que essa é uma mudança para melhor na vida de todos os integrantes desse ecossistema.

Esse profissional tem que lidar com clientes mal-educados e insultos

Um dos repórteres do site The Next Web, por exemplo, que já trabalhou com atendimento direto ao público por anos à fio, lembra como sua rotina era estressante. Afinal, esse tipo de profissional acaba tendo que lidar com clientes impacientes, mal-educados ou extremamente insatisfeitos e se tornam o alvo de todo tipo de insulto ou bate-boca. O problema? Geralmente eles não têm culpa pelo problema, estão lá para tentar resolver o caso – apesar da usual burocracia do sistema – e ganham um salário ridiculamente baixo.

Amazon Go é um exemplo claro do futuro no varejo

Como o surgimento e a popularização de chatbots, totens interativos, painéis inteligentes, pontos de coleta de compras e até mesmo lojas totalmente automatizadas – esses dois últimos exemplos frutos dos experimentos da Amazon no setor – são inevitáveis, o jeito pode ser mesmo tentar ver o lado bom da situação. A expectativa é que, com a IA no atendimento do varejo, o cliente resolva mais rapidamente seus problemas – antes de ficar bravo com isso – e os profissionais que continuarem no setor possam ter um rendimento melhor e menos estresse.

Ué, mas a inteligência artificial não ia substituir de vez os humanos? Bem, em alguns casos – ou pelo menos por algum tempo – a boa e velha conversa cara a cara e olho no olho acabam sendo mais efetivas que um display sensível ao toque. Desse modo, quem realmente gosta e é bom ao lidar com pessoas pode fazer essa ponte entre o velho e o novo na indústria. E você, prefere lidar com máquinas ou gente de verdade? Deixe a sua opinião mais abaixo, na seção de comentários.

via Novidades do TecMundo

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