WhatsApp agora permite compartilhar GIFs a partir do teclado do Google

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Aos poucos o WhatsApp acrescenta e corrige recursos pedidos pelos usuários, e o mais recente deles foi a adição do suporte à busca e compartilhamento de GIFs animados a partir do GBoard, o teclado do Google.

Na versão 2.17.110 do WhatsApp Beta para Android, o mensageiro instantâneo finalmente adicionou mais uma forma de os usuários procurarem e compartilharem GIFs com seus contatos. Antes era preciso acessar o seletor de emojis embutido no aplicativo e depois mudar para a aba "GIF" para buscar os arquivos — algo que acabava atrapalhando quem já estava com o teclado aberto na tela do smartphone.

Com a adição desta semana, entretanto, agora passa a ser possível fazer tudo a partir do GBoard, o teclado do Google. Para isso, basta que os usuários toquem no campo de texto para abrir o teclado, depois toquem no ícone de emojis e depois alternem para a aba "GIF". Pronto, de lá é possível não só buscar pelas animações, como também ver as sugestões do Google para deixar a conversa mais animada.

Antes da atualização desta semana, só era possível buscar GIFs no WhatsApp a partir do menu de emojis (esquerda). Novidade agora permite que isso também seja feito a partir do teclado do Google (direita)
Antes da atualização desta semana, só era possível buscar GIFs no WhatsApp a partir do menu de emojis (esquerda). Novidade agora permite que isso também seja feito a partir do teclado do Google (direita) (Captura de tela: Sergio Oliveira)

Novidade na versão Beta do WhatsApp, o suporte à busca e compartilhamento de GIFs a partir do teclado do Google já é um recurso relativamente antigo e que estreou no já defunto Android Honeycomb. O recurso, porém, só é ativado em aplicativos compatíveis, algo que agora o WhatsApp é.

Se você ainda não vê a novidade ativada no seu WhatsApp, vale lembrar que ela está disponível apenas para aqueles que fazem parte do programa Beta, que recebe as principais novidades do mensageiro antes de todo mundo. Para se tornar um Beta do WhatsApp, basta se inscrever neste link e fazer o download do app na Play Store.

Fonte: Android Police

via Canaltech

Atualização para WhatsApp permite adicionar GIFs pelo Gboard

Há algum tempo, usuários de WhatsApp receberam a opção de incluir GIFs em suas conversas graças à biblioteca existente no Giphy. Pensando em facilitar ainda mais a vida daqueles que gostam de utilizar esse recurso, foi anunciado que a atualização mais recente do aplicativo permite que o público possa adicionar essas animações diretamente pelo teclado Gboard.

É válido mencionar que, no momento, a novidade é exclusiva para aqueles que possuem a versão 2.17.110 do WhatsApp Beta para Android. Aliás, a atualização também faz com que o teclado da Google passe a ser totalmente funcional dentro do aplicativo, sendo que o botão de acesso ao menu de GIFs aparece ao lado do atalho para a inclusão de emojis.

Exemplo de como funcionam os GIFs com o Gboard

Um detalhe importante é que os usuários podem buscar os GIFs com o apoio do teclado da Gigante das Buscas utilizando expressões prontas que aparecem no rodapé, o que certamente ajuda a filtrar as inúmeras opções existentes. Caso queira, também é possível fazer isso manualmente.

via Novidades do TecMundo

Cibercriminosos estão simulando mensagens do Banco do Brasil no WhatsApp

De acordo com a plataforma de gerenciamento de vulnerabilidades Antecipe, cibercriminosos estão aplicando um golpe de phishing no WhatsApp e via SMS. Como você poderá notar nas imagens, o método é o padrão — mensagem que faz alusão ao valor em conta para enganar o usuário —, e redireciona o usuário para uma página falsa do Banco do Brasil.

Muito cuidado ao abrir links de desconhecidos

Phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que “metade do trabalho” é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma “pescaria”, o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O golpe acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

No caso do golpe encontrado pela Antecipe, a mensagem diz o seguinte no WhatsApp: “BB Informa: agendamento de saque sem cartão em sua conta, R$ 500 local DF-1038 correios para o dia 17/03/2017, acesse: www.XXXXXX/bb para cancelar”. Veja abaixo:

Phishing

Logo após tocar no link, o usuário é redirecionado para uma página falsa. Ali, os cibercriminosos podem coletar os seus dados sensíveis.

Página falsa

Sempre desconfie de links enviados por estranhos no WhatsApp, SMS, email ou qualquer outra plataforma de troca de mensagens. Além disso, garanta que o site que você pretende entrar apresenta o protocolo “https://”. Por último, você pode ficar ligado em nossa página dedicada ao assunto.

via Novidades do TecMundo

Brasileiro logo fará mais chamadas de voz no WhatsApp que ligações normais

Responda rápido: se alguém pedir para você ligar para um dos contatos do seu celular, você vai abrir a Agenda e fazer uma chamada pela sua operadora ou abrir o WhatsApp, clicar no ícone do telefone e efetuar uma ligação de voz? Não se preocupe se bater a dúvida, pois é exatamente esse embate entre serviços que acontece atualmente no Brasil.

De acordo com a pesquisa Panorama Mobile Time – Opinion Box, o mensageiro já ultrapassou as barreiras do texto — que praticamente matou o SMS, junto com o Facebook Messenger — e agora é também uma ameaça para as operadoras de telefonia. Ao todo, 64,5% dos brasileiros que se enquadram na categoria “usuários ativos mensais” do WhatsApp realizam ligações de voz por lá. E dessa porcentagem, quase a metade (48,4%) diz que hoje em dia usa mais o aplicativo para falar com alguém do que a telefonia tradicional, consumindo créditos ou minutos da operadora.

É claro que as operadoras não saem exatamente perdendo aí: muita gente que faz uso diário do WhatsApp só consegue isso por conta de planos de dados de internet móvel. Porém, já parece claro que as empresas de telefonia precisam mudar a estratégia de venda dos pacotes de ligação, já que usuários de todas as idades estão descobrindo cada vez mais os benefícios do mensageiro. Afinal, o app não traz qualquer tipo de tarifa adicional ou limitações de região ou operadora.

Mais dados

  • 58,6% dos usuários que fazem chamadas de voz no WhatsApp efetuam elas diariamente ou quase todos os dias
  • 56,5% dos que fazem chamadas de voz no WhatsApp classificam elas entre 4 ou 5 na qualidade do serviço (em que 5 é a nota mais alta).
  • 39% dos usuários ativos mensais do WhatsApp no Brasil já realizam videochamadas com alguma frequência

A pesquisa foi realizada em janeiro entrevistando 1.914 brasileiros com acesso regular à internet. Você pode conferir o estudo e pedir a versão completa por email acessando este link.

via Novidades do TecMundo

Brasileiros usam cada vez mais os serviços de voz e vídeo do WhatsApp

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Se você é brasileiro e utiliza o WhatsApp, provavelmente vai concordar com os resultados de uma pesquisa recente. O mensageiro está cada vez mais popular entre os brasileiros e servindo de alarde às operadoras, já que os usuários, que já trocaram o SMS pelos aplicativos há tempos, andam preferindo usar os recursos de voz da ferramenta em vez de efetuarem as tradicionais ligações entre celulares. 

A pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Mensageria do Brasil revela que quase dois terços (64,5%) dos usuários ativos mensais do WhatsApp no Brasil utilizam chamadas de voz pelo app. Destes, praticamente a metade (48,4%) afirma que atualmente usa mais o aplicativo para ligações do que o plano de minutos da sua operadora. 

Além disso, 58,6% dos que efetuam chamadas de voz pelo WhatsApp revelam que o fazem todos os dias ou quase todos os dias. Inclusive, a qualidade da chamada do aplicativo vem agradando os usuários —  em uma escala de 1 a 5, mais da metade da base de brasileiros que usam o app (56,5%) deu nota 4 ou 5 para o recurso. 

Com a adição da função de videochamada, o app ficou ainda mais popular, já que 39% dos usuários mensais ativos já a utilizam. Detes, metade afirma que usa o recurso todo dia ou quase todo dia. 

Tanta popularidade preocupa as operadoras, já que para os usuários, o WhatsApp virou um concorrente que não apresenta fatura no fim do mês. Apesar da ameaça, há a parte benéfica para as teles: mais consumo de dados móveis, já que o app depende da rede celular (3G ou 4G) para funcionar quando o usuário não tem acesso ao Wi-Fi. 

Diante desse cenário, as operadoras já planejaram uma estratégia. Elas se preparam para lançar um serviço de videochamada pela rede 4G, conhecido tecnicamente como ViLTE (Video over LTE), que deve chegar ainda em 2017. 

Sobre a pesquisa

Foram entrevistados, no mês de janeiro, 1.914 brasileiros que acessam a Internet, respeitando as proporções por gênero, idade, renda familiar mensal e distribuição geográfica desse grupo. O grau de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. Você pode conferir o relatório completo do levantamento neste link.

via Canaltech

Apple VR em breve; Nokia 7 e 8; WhatsApp e Telegram hackeados e + [CTNews]

Capa CTNews 15 mar?o

Dispositivo de realidade virtual da Apple para iPhones

Nokia prepara lançamento de mais dois smartphones intermediários

Twitter é invadido e passa a exibir mensagens nazistas

WhatsApp e Telegram podem ser hackeados por meio de uma única imagem

Facebook Stories começa a ser liberado para usuários de diversos países

Gmail para Android agora permite enviar dinheiro para outros usuários

Xiaomi Mi 6 tem lançamento adiado para maio deste ano, sugere rumor

via Canaltech

WhatsApp contribui com até 0,9% do PIB do Brasil

Dados são da consultoria Analysis Group, contratara pelo WhatsApp para estimar o impacto econômico do mensageiro em países como Índia, Alemanha, Espanha e também no Brasil

via IDG Now!

Praticamente dois terços dos usuários do WhatsApp utilizam chamadas de voz

Dado é da pesquisa "Mensageria no Brasil", realizada pela Mobile Time em janeiro de 2017

via IDG Now!

Grupo descobre como hackear e acessar qualquer conta do WhatsApp

Um grupo de pesquisadores israelenses da empresa Check Point descobriu vulnerabilidades nos mensageiros WhatsApp e Telegram (este último, negou o problema em nota recente), os dois mensageiros mais populares com encriptação de ponta a ponta. A rachadura na proteção não estava no aplicativo, mas sim nas versões web do WhatsApp e Telegram.

Os usuários ficaram mais preocupados após os documentos vazados pela WikiLeaks

“Entre as revelações mais preocupantes que surgiram nas publicações recentes da WikiLeaks, está a possibilidade de organizações governamentais terem a capacidade de comprometer aplicações de mensagens criptografadas como WhatsApp e Telegram”, comenta a Check Point. “Enquanto isso ainda precisa ser provado, muitos usuários finais estão preocupados com a própria segurança”.

Ao que parece, a versão web dos aplicativos espelha as mensagens enviadas e recebidas pelo usuário — e neste ponto que está a vulnerabilidade. Caso ela seja explorada por hackers, é completamente possível que os invasores simulem todas as ações da vítima, enviando e recebendo mensagens, áudio, fotos, vídeos e localização.

HTML malicioso

Como a invasão é feita

A invasão de um cibercriminoso na sua conta do WhatsApp ou Telegram acontece no momento que você faz o download de imagem compartilhada. Exatamente: essa imagem, que pode ser enviada via grupo ou mensagem particular, possui um código malicioso (documento HTML). Assim que a imagem com malware é baixada, o invasor ganha acesso ao armazenamento interno dos arquivos dos aplicativos mensageiros.

Ambos os apps possuem encriptação de ponta a ponta

Depois disso, são poucos passos até o controle total da conta. Além disso, é como uma bola de neve: o cibercriminoso pode reenviar a mensagem maliciosa para contatos de confiança da conta, espalhando rapidamente o ataque.

Ambas as empresas, WhatsApp e Telegram, também não tem qualquer culpa a partir desse ponto. Como as mensagens são encriptadas, a equipe de segurança não consegue checar o conteúdo. Então, o que é ótimo para o usuário (a privacidade nesse sentido), também acaba sendo uma parte da arma dos cibercriminosos.

O pessoal da Check Point preparou até um gráfico bem ilustrado para você entender como essa invasão acontece:

Gráfico

Resposta do WhatsApp e Telegram

Felizmente, ambas as equipes de segurança do WhatsApp e Telegram receberam bem o alerta dos pesquisadores da Check Point. As companhias verificaram a autenticidade do problema e reconheceram o problema na versão web dos apps. Agora, ambas as versões para navegador dos mensageiros já foram corrigidas — isso mesmo: esse buraco foi fechado, então pode relaxar um pouco.

“WhatsApp e Telegram responderam rapidamente e se responsabilizaram a mitigar a exploração desse problemas em todos os servidores web”, notou a Check Point.

O Telegram disse que, dessa maneira, a invasão não ocorre

Em resposta via comunidado oficial, o Telegram disse que a invasão é possível, mas é mais difícil no caso do versão web apropriada, então o usuário precisa tomar passos muito específicos para algo assim acontecer. Então, “não, nunca tivemos esse problema”. O que acabou sendo notado pela equipe do Telegram foi uma forma mais complicada de invasão, que você vê clicando aqui.

Caso você tenha interesse em checar como essa invasão era realizada, de maneira técnica, acompanhe aqui.

via Novidades do TecMundo

WhatsApp e Telegram podem ser hackeados por meio de uma imagem

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Nesta quarta-feira (15), pesquisadores da Check Point anunciaram a descoberta de um novo malware que está circulando pelo WhatsApp e Telegram. Ele permite aos hackers sequestrar a conta das vítimas com apenas uma imagem.

O problema foi encontrado na versão para web dessas plataformas, que refletem todas as mensagens enviadas e recebidas e são totalmente sincronizadas com o dispositivo dos usuários.

"Com o simples envio de uma foto de aparência inocente, um golpista pode tomar o controle da conta, acessar o histórico de mensagens, todas as fotos que foram compartilhadas e enviar mensagens em nome do usuário", explicou a empresa de segurança por trás da descoberta.

Apesar de parecer comum, a imagem maliciosa direciona os usuários para uma página HTML carregado de malware. Uma vez carregada, a página irá recuperar todos os dados armazenados localmente, permitindo aos invasores efetivamente sequestrar a conta da vítima.

No caso do WhatsApp, o usuário precisa abrir a tal imagem propositalmente, tornando o exploit pouco prático para fins de botnets ou vigilância em massa. Já no Telegram, a vulnerabilidade é um pouco mais difícil de ser explorada, uma vez que o usuário precisa abrir o conteúdo malicioso em uma aba separada do Chrome, algo que, de acordo com um representante do serviço, é uma interação "muito incomum do usuário".

Como as mensagens foram criptografadas sem serem primeiro validadas, o WhatsApp e o Telegram não enxergam o conteúdo malicioso, tornando-os incapazes de impedir que ele seja enviado.

Após serem alertadas pela Check Point da vulnerabilidade, as duas empresas reconheceram o problema e desenvolveram uma correção para os clientes web em todo o mundo. Portanto, se você usa o WhatsApp ou o Telegram na versão web, corra agora mesmo para atualizar os apps para a versão mais recente e, em seguida, reiniciar seu navegador.

Fonte: Check Point

via Canaltech