MP quer que Google e Facebook removam vídeos de performance do MAM

Na última semana, uma performance artística envolvendo um homem nu no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) causou uma polêmica e tanto nas redes sociais. O motivo foi a visita de uma criança, acompanhada de sua mãe, tocando no corpo do artista Wagner Shwartz, durante a performance La Bête, inspirada em um trabalho de Lygia Clark.

Em um determinado momento, o premiado artista se coloca nu e entregue à performance, convidando o público a tocá-lo sem conotação sexual. Então, um visitante filmou e publicou nas redes sociais a cena da criança tocando nas pernas e pés do artista, que foi acusado de pedofilia pelos internautas. Agora, o Ministério Público está exigindo que o Google e o Facebook removam este e outros vídeos da apresentação porque expõem a criança a uma situação de "vexame e constrangimento". Caso o pedido não seja cumprido, o MP entrará com uma ação judicial para que seja feita a exclusão das imagens para proteger a integridade da criança.

Para o promotor Eduardo Dias, "quem estiver divulgando este vídeo nas redes sociais sem borrar o rosto da criança também pode ser responsabilizado, se o promotor penal que está investigando o caso entender que há algum crime", como a pedofilia, conforme as acusações dos usuários. O inquérito aberto no MP investiga se havia uma classificação indicativa de idade no museu, informando que a apresentação continha nudez, e também avalia a conduta da mãe, que levou a criança ao MAM.

A repercussão negativa do caso foi tamanha que duas notícias falsas circularam nas redes sociais, sendo que uma delas chegou a dizer que o artista foi morto a pauladas, enquanto outra comunicava que a Justiça havia decretado sua prisão. O Tribunal de Justiça de São Paulo desmentiu as informações, explicando que não há em andamento nenhum processo criminal contra o artista ou o museu, havendo "apenas procedimento de apuração de infração administrativa às normas de proteção à criança ou adolescente". O caso corre em segredo de Justiça.

via Canaltech

LinkedIn está testando filtros de localização para vídeos gravados em eventos

Em breve, quando usuários do LinkedIn estiverem participando de eventos, eles poderão publicar na rede social profissional vídeos do evento com filtros especiais, mais ou menos como a coisa funciona no Snapchat.

Os filtros de localização foram adicionados ao aplicativo do LinkedIn, que permite que o usuário grave e compartilhe vídeos na plataforma com facilidade. A novidade será oficialmente introduzida com a Grace Hopper Celebration, conferência que acontecerá nos Estados Unidos nesta semana, permitindo que seus participantes publiquem vídeos do evento já contando com os filtros de localização.

Além de identificar o evento onde o usuário está, o novo filtro também mostra se ele é um palestrante

O design dos filtros foi elaborado para que eles se pareçam com crachás de conferências profissionais, e o LinkedIn pretende criar novos filtros para grandes eventos em breve. Vale lembrar que conteúdos em vídeo compartilhados na plataforma costumam ter 20 vezes mais visibilidade do que outros tipos de postagens e, por isso, o LinkedIn vem investindo em novas formas de popularizar a propagação de vídeos na rede social.

Por enquanto, a novidade está disponível para eventos realizados nos Estados Unidos, e ainda não se sabe quando (ou se) os filtros do LinkedIn serão lançados para eventos organizados aqui no Brasil.

via Canaltech

MP quer que Facebook e YouTube retirem vídeos com artista nu no MAM

Promotor afirmou ainda que Ministério Público tomará medidas judiciais cabíveis caso imagens continuem sendo veiculadas pelos sites.

via IDG Now!

Polícia de Las Vegas pede a sobreviventes que não postem vídeos de atentado

O mundo foi surpreendido com mais um caso de massacre por arma de fogo realizado nos Estados Unidos no final deste domingo (1), quando o atirador Stephen Paddock, 64, realizou um atentado contra o público que assistia ao show de Jason Aldean, no hotel e cassino Mandela Bay, e deixou pelo menos 58 pessoas mortas e mais de 500 feridas.

Nas horas que se seguiram ao massacre e também à morte do atirador em confronto com a polícia de Las Vegas, as autoridades locais pediram aos sobreviventes do que não publiquem na internet os vídeos registrados por eles.

Além disso, a mensagem do Departamento de Polícia de Las Vegas é bem clara também ao pedir que as pessoas que tenham feito algum vídeo do local enviem as imagens para as autoridades. A ideia de tudo isso é justamente evitar expor os polícias e, ao mesmo tempo, auxiliar nas investigações e em planejamento para coibir esse tipo de ação no futuro.

A parte boa de uma nova dinâmica

Os smartphones resultaram em uma nova dinâmica na forma em como nos relacionamos com os eventos que acontecem ao nosso redor, inclusive quando eles são trágicos. Assim, os policiais de Las Vegas esperam tanto evitar danos quanto aproveitar os benefícios de uma época em que é extremamente simples realizar filmagens de praticamente tudo.

O lado bom é que os vídeos registrados “criam um registro mais confiável de ao menos uma parte das coisas”, comenta David Klinger, professor de criminologia da Universidade de Missouri-St Louis, em entrevista ao site Quartz.

Massacre de Las VegasAté agora, foram confirmadas 58 mortes e mais de 500 feridos após o Massacre de Las Vegas.

A ideia por traz disso é simples: um registro audiovisual é muito mais preciso e confiável do que a memória de testemunhas oculares, tendo assim grande utilidade tanto nas investigações quanto em planejamento para conter esse tipo de ação no futuro.

Nem tudo são flores

Entretanto, se as imagens feitas por pessoas que presenciaram um evento como o realizado por Paddock vão parar na internet em vez de irem para a polícia, a situação pode ser bem diferente. O grande problema aqui é que, com elas, outros atiradores ou mesmo mais pessoas envolvidas em um atentado podem ter acesso à tática de policiais a fim de planejar ataques em outros momentos.

“Se eu fosse um chefe de polícia ou xerife, não gostaria que as pessoas soubessem onde meus homens e mulheres estão”, afirmou Klinger.

Mais alarmismo do que informação

Além do aspecto investigativo e tático envolvendo a divulgação (ou não) de imagens na internet, especialistas levantam outro ponto importante. Vídeos feitos do centro de uma tragédia e publicados na web normalmente não trazem uma visão completa dos fatos e podem apenas criar mais pânico, também podendo criar distorções nas investigações.

Um vídeo assim pode levar “as pessoas a pedir que policiais persigam mais essa pista do que aquela, então o público e os políticos se envolvem e colocam pressão sobre o departamento de polícia, o que pode, talvez, causar lentidão ao diminuir os recursos [à disposição das autoridades].”

Cupons de desconto TecMundo:

via Novidades do TecMundo

Ficou mais fácil salvar vídeos no Google Fotos com conexões lentas

Boas notícias para quem gosta do Google Fotos, mas sofre quando tem que depender de uma conexão lenta para gerenciar e acessar seus arquivos. Segundo a página do software na Google Play, a atualização mais recente para o aplicativo trouxe um recurso de backup que permite o upload dos arquivos de vídeo em uma resolução menor, para o caso de você estar utilizando conexão móvel ou com uma rede pouco estável.

A ideia por trás disso é simples. Quando longe de uma internet de alta conectividade, a ferramenta faz o backup mínimo para garantir que seus dados estejam seguros – mesmo que em menor qualidade. Depois, ao chegar em uma conexão WiFi, o Google Fotos faz a cópia de segurança completa, com a resolução máxima.

Para reduzir o tempo de espera do compartilhamento de vídeos no Google Fotos, fazemos o upload de cópias em baixa resolução dos vídeos a serem compartilhados

“Para reduzir o tempo de espera do compartilhamento de vídeos no Google Fotos, fazemos o upload de cópias em baixa resolução dos vídeos a serem compartilhados e depois as substituímos por versões em alta resolução”, explica a companhia.

Novamente, isso não é a solução perfeita, mas ao menos garante que você possa compartilhar e guardar seus vídeos de maneira segura sem precisar consumir toda a sua banda móvel ou esperar longos períodos de tempo para o upload terminar.

via Novidades do TecMundo

YouTube muda regras para links externos em vídeos

O YouTube realizou uma pequena mudança na forma como lida com links externos para sites, campanhas de financiamento coletivo ou outras plataformas. A partir de agora, somente criadores de conteúdo que fizerem parte do programa de parcerias do site poderão adicionar ligações desse tipo, seja no início, durante ou ao final de seus vídeos.

De acordo com a Google, trata-se de uma medida para proteger seus usuários. A entrada no programa de parcerias do YouTube é automática, mas também “marca” os criadores que são efetivamente ativos na plataforma, garantindo, assim, que eles não colocarão links de malwares, propagandas externas, spam ou outros tipos de conteúdo que sejam danosos aos usuários.

Alguns requisitos, por outro lado, são necessários e a entrada no programa exige, inicialmente, que 10 mil visualizações sejam realizadas no canal. A parceria, além de permitir o uso de links externos, também dá acesso a ferramentas de monetização e doações do próprio YouTube, além de recursos como transmissões ao vivo e outros que incrementam a presença do criador na plataforma.

Apesar de atingir canais pequenos, a alteração na política de uso de links não afeta quem está associado a uma network. Além disso, os vídeos não precisam estar monetizados para que as ligações externas possam ser feitas, bastando apenas que o criador esteja apto a fazer isso para que a conexão seja criada.

Quem já fez isso em vídeos passados também não verá mudanças, mas a Google não é clara quanto aos canais que criavam links sem fazerem parte do programa de parcerias – é possível que as ligações sejam apagadas no futuro, de forma automática. Nada muda, entretanto, com relação a descrições em texto ou o uso de URLs de forma visual, nos próprios vídeos.

A mudança vem, possivelmente, para conter um dos principais problemas do YouTube atualmente, a hospedagem de conteúdo protegido por direitos autorais. Isso é proibido de acordo com os termos da plataforma, mas não tem impedido que operadores de sites de download ou streaming ilegais publiquem trechos de novos filmes na plataforma, com links para os sites que os oferecem completamente – muitas vezes, com direito a malwares embarcados e tudo mais.

No começo do ano, a Google já havia interrompido completamente a exibição de anúncios em canais novos, mesmo aqueles cuja renda é entregue à própria plataforma, e não ao criador. Agora, cerceia ainda mais o rol de ferramentas disponíveis aos criadores, algo que já vem gerando críticas por, mais uma vez, ser citado como uma maneira de impedir que os nanicos cresçam e ganhem relevância em um mercado cada vez mais disputado.

Além disso, causou discussões o fato de a mudança ter sido feita sem consulta ou aviso prévio a criadores, atingindo muitos que, simplesmente, não têm interesse em firmarem uma parceria com o YouTube. Foi apenas depois dos comentários deles que a empresa se pronunciou para confirmar a mudança e explicar os motivos por trás da aplicação das novas normas com relação aos links.

Fonte: The Next Web

via Canaltech

YouTube restringe links externos em vídeos de canais menores

Ficou um pouco mais difícil colocar links externos no final dos vídeos do YouTube. A prática, bastante utilizada para divulgar o site oficial do canal, vender produtos ou mesmo pedir contribuições no Patreon, agora só está disponível para os membros do Programa de Parceria do YouTube.

Para se tornar um parceiro do YouTube e consequentemente ganhar dinheiro com anúncios, é preciso ter um canal com pelo menos 10 mil visualizações — um número não muito fácil de ser alcançado. Além disso, a liberação não é automática: mesmo depois de entrar no programa, o Google precisa autorizar o usuário a criar links externos em cartões de encerramento.

O Google confirmou a mudança, que tem o objetivo de “avaliar a validade do canal, bem como determinar se o canal está seguindo nossas regras da comunidade e políticas de anunciantes”. A atualização não afeta os atuais parceiros do YouTube, nem os vídeos que já possuem cartões de encerramento com links externos e foram publicados antes da nova regra.

Por enquanto, nada muda para os links externos na descrição do vídeo, mas é fato que um link no meio da tela chama mais a atenção. É mais uma mudança que afeta especialmente os canais pequenos — a restrição que impedia usuários com menos de 10 mil visualizações de monetizarem seus vídeos também veio neste ano.

Com informações: Engadget.

YouTube restringe links externos em vídeos de canais menores

via Tecnoblog

Gmail passa a transmitir vídeos anexados em emails diretamente no navegador

Os arquivos ainda podem ser baixados para o seu computador, mas é possível assistir a eles via streaming em um player no próprio browser

A Google fez uma mudança no Gmail que pode facilitar bastante a vida de que costuma enviar vídeos (pequenos) anexados em seus emails: agora, em vez de o usuário baixar o arquivo para seu computador, ele vai poder visualizar as imagens diretamente em um player no próprio navegador.

Pode parecer que não faz muita diferença, mas quem utiliza o recurso com frequência vai sentir a mudança. Ainda é possível, é claro, fazer o download dos vídeos anexados, apesar de não ser mais obrigatório, só que agora, ao clicar no arquivo que veio junto com o email, um player idêntico ao do YouTube será aberto por cima da janela que você visualiza para transmitir as imagens.

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via Novidades do TecMundo

Vídeos de testes nucleares feitos pelos EUA acabam de se tornar públicos

Filmes registrados entre os anos 40 e 60 foram digitalizados e divulgados no YouTube

Nas décadas de 40 e 60, os Estados Unidos realizaram centenas de testes nucleares, e imagens de alguns desses experimentos são bem conhecidas e circulam pela internet há tempos. No entanto, a maioria dos filmes capturados durante os ensaios ainda permanecem sob a vigilante custódia do governo norte-americano — e mantidos bem longe dos olhos do público.

O problema é que os experimentos foram capturados em filme mesmo, e esse material, como você deve saber, está sujeito a sofrer deterioração ao longo do tempo. Assim, por conta da classificação “Top Secret” dos ensaios, cerca de 10 mil bobinas de películas que foram trancafiadas em cofres de alta segurança espalhados pelos EUA começaram literalmente a apodrecer.

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Edital do Ministério da Cultura vai estimular canais de vídeos na Internet

A Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura (SAv/MinC) anunciou na última sexta-feira (10) a realização de sete editais ainda para o primeiro semestre de 2017. A medida pretende direcionar recursos para promover oportunidades no setor de audiovisual. Dois dos editais são inéditos: o primeiro, para o desenvolvimento da “juventude vlogueira”, na forma de canais cuturais na web; o segundo tem como foco a criação de aplicativos culturais.

Segundo Mariana Ribas, secretária do Audiovisual, “os editais são a forma mais democrática de selecionar projetos. Na SAv, procuramos valorizar os novos talentos e os potenciais regionais. Nesse sentido, buscamos a inovação com editais voltados para a plataforma web (canais web e aplicativos), bem como a continuidade da presença da mulher na produção audiovisual, por meio do edital de curta metragem na modalidade Carmem Santos”.

Mariana Ribas, secretária do Audiovisual, no RioContentMarket

Foco nas mulheres

A SAv pretende estabelecer uma comissão paritária de gênero para seleção de editais para dar um olhar mais igualitário na avaliação das obras

As mulheres também vão ganhar uma atenção especial do MinC, com uma modalidade do edital Curta-metragem feita especialmente para projetos encabeçados pelo gênero feminino. Em 2013, esse edital de cinema contemplou 16 obras audiovisuais de curta e média metragem dirigidas por mulheres. Neste ano, a SAv pretende estabelecer uma comissão paritária de gênero para seleção de editais para dar um olhar mais igualitário na avaliação das obras.

Mais informações sobre a quantidade de vagas e o valor destinado a cada edital serão divulgadas em breve pelo MinC.

via Novidades do TecMundo