VR que nada! A moda agora é jogar Mario na vida real com o HoloLens [vídeo]

Sempre popular, a franquia Mario já apareceu em todo tipo de plataforma e modalidade de jogatina. Em 2017, por exemplo, o encanador bigodudo e sua turma parecem ainda mais populares, fazendo parte deu um fliperama VR no Japão e tendo pelo menos dois games agendados para o Nintendo Switch. Agora, é a vez de um do personagem chegar à vida real graças ao HoloLens e a um projeto completamente não oficial de realidade aumentada.

Criada por Abhishek Singh, a empreitada foi uma forma divertida que o desenvolvedor encontrou para aprender mais sobre o básico da programação do headset AR da Microsoft utilizando a engine Unity 3D. A ideia, aqui, é transportar o jogador para uma aventura em primeira pessoa dentro dos cenários do clássico Super Mario Bros.

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Sim, isso quer dizer que, para se dar bem na brincadeira, é preciso fazer um belo aquecimento e colocar o condicionamento físico em dia. Afinal, o aplicativo envolve correr por todo o trajeto, desviar de canos saindo do chão, perseguir cogumelos e outros power-ups e, claro, pular na cabeça de Goombas. Com isso, aquela corridinha preguiçosa pela manhã deve ficar muito mais animada, não é?

Infelizmente, vai ser muito difícil conseguir colocar as mãos no game

Como dá para conferir no vídeo mais acima, as projeções se adaptam mesmo a ambientes grandes e abertos – o que deu um bom trabalho para Singh – e dão uma visão completa do antigo mapa 2D do NES. Infelizmente, vai ser muito difícil conseguir colocar as mãos no game. Isso porque, além de ser necessário ter o HoloLens para jogar, a Nintendo não vê com bons olhos projetos da comunidade que utilizem as suas propriedades intelectuais. Sendo assim, o desenvolvedor não pretende disponibilizar o app, mas pode acabar liberando seu código fonte.

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Sites chineses são impedidos de transmitir áudio e vídeo pelo governo

O governo continua em uma missão de censura contra plataformas que atuam na internet do país

Que a China censura muita coisa da internet no país, todo mundo já sabe. Agora, porém, o governo do país fechou mais ainda o cerco proibindo algumas plataformas populares no país de transmitir conteúdo em áudio e vídeo. Os alvos foram o Sina Weibo – uma espécie de mistura chinesa entre Facebook e Twitter – o iFeng e o ACFUN.

O órgão responsável pela imprensa, rádio, TV e cinema do governo chinês alegou que os três sites não possuem uma autorização necessária para transmitir vídeos e que certos conteúdos “não estão em conformidade com o regulamento nacional de audiovisual e propagavam discursos negativos”.

Após mais de 60 perfis em redes sociais chinesas terem sido desativados ainda no mês de junho, o governo continua em uma missão de censura contra plataformas que atuam na internet do país. O Sina Weibo, por exemplo, depende de seus streamings de vídeo para ganhar dinheiro com propagandas e agora está impossibilidade de veicular praticamente qualquer coisa, inclusive tendo investido na categoria no último mês de novembro.

via Novidades do TecMundo

Motorola Moto Z2 Play: 5 prós e contras em relação aos concorrentes [vídeo]

Depois do grande sucesso do Moto Z Play original, a Motorola lançou o sucessor do smartphone intermediário premium com a missão de trazer melhorias para uma fórmula que já ia muito bem: um celular com ótimo desempenho, recursos únicos e bateria espetacular. O Moto Z2 Play chegou recentemente ao mercado e realmente veio com muitas mudanças, mas nem todas elas agradaram quem estava esperando por um sucessor com os mesmos pontos fortes.

Agora que já passamos alguns dias com o novo dispositivo e conferimos de perto todos os seus detalhes – como você pode ver na nossa análise completa (clique aqui), podemos avaliar quais são seus prós e contras. Se você é uma das pessoas que estão em dúvida se a novidade está valendo a pena, então vem com a gente pra conferir os pontos fortes e fracos do Moto Z2 Play.

Pró 1: design premium e customização

O design do Moto Z2 Play evoluiu em comparação com o modelo do ano passado, que já era bem bonito. A Motorola trocou a traseira em vidro por metal fosco, o que garante uma aparência mais elegante, melhora a pegada, deixa o smartphone mais resistente e elimina as marcas de dedos. O Z2 Play ficou mais fino e mais leve que o seu antecessor, mas mesmo assim conseguiu manter a entrada para fones de ouvido.

Caso você faça parte do grupo que odeia a câmera protuberante na parte de trás, pode personalizar o visual do aparelho com as belas Style Shells e eliminar esse problema, já que o acessório de estilo deixa a traseira inteira no mesmo nível. A capa de madeira nos agradou bastante, mas há opções para todos os gostos, incluindo variantes em couro e tecido. Isso sem falar dos Snaps, que adicionam várias funções legais ao smartphone.

Pró 2: Android quase puro, mas com melhorias

O intermediário da Motorola já sai da caixa com o Android 7.1 Nougat, a mesma versão do sistema operacional que vemos no Google Pixel. Como é costume desde o Moto X original, o Z2 Play vem com uma variante praticamente pura da plataforma.

As principais diferenças vêm da adição de recursos práticos, como a possibilidade de responder mensagens, ver as horas e até usar comandos de voz sem ter que ligar a tela do celular. Agora dá até para substituir os botões de navegação do Android por gestos simples feitos no sensor de digitais. Tudo isso pode ser ativado, desativado e aprendido por meio de configurações simples no app Moto, que já vem instalado de fábrica.

Pró 3: a melhor tela para intermediários

O display do Moto Z2 Play tem 5,5 polegadas, resolução Full HD e um painel Super AMOLED. Essa combinação garante uma boa densidade de pixels na tela, muitos detalhes nas imagens, contraste excelente, cores vivas e brilho forte o bastante para você ver tudo na tela mesmo embaixo de sol forte. A combinação dá uma experiência de uso muito boa e realmente é a melhor que dá para encontrar em um aparelho intermediário atual.

Pró 4: desempenho muito bom

O processador Snapdragon 626 do Moto Z2 Play se soma aos 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento para oferecer um desempenho ligeiramente superior ao aparelho do ano passado. Isso significa que o celular tem bastante espaço para guardar tudo o que você precisa e funciona muito bem mesmo com um monte de app abertos.

No dia a dia, a velocidade de carregamento dos aplicativos e a troca entre um e outro funcionaram bem rápido, e o desempenho também não deixou nem um pouco a desejar mesmo durante jogos pesados. Melhor que isso só em um top de linha mesmo.

Pró 5: câmeras boas

Se você achava que o fato da câmera traseira do Moto Z2 Play ter 4 MP a menos do que o antecessor significa que as fotos dele são piores, então estava enganado. Os 12 MP da câmera traseira se somam a melhorias na lente e vários recursos de software para garantir imagens de ótima qualidade, algo que muitos dos intermediários acabam não conseguindo. Além disso, ele também grava vídeos em 4K, o que também é ótimo.

Contra 1: fácil de riscar

Mesmo com a proteção do Gorilla Glass, o Moto Z2 Play que testamos ficou com alguns riscos visíveis na tela – e olha que ele não caiu nenhuma vez e não foi transportado com chaves ou objetos pontiagudos no mesmo bolso. Por esse motivo, provavelmente é uma boa ideia utilizar uma película protetora.

Outra parte que parece frágil é o conector dos Snaps na traseira, que também risca fácil com os acessórios. No entanto, como essa área vai ficar coberta boa parte do tempo pelos Snaps ou capinhas, isso não deve ser um grande problema.

Contra 2: bateria diminuída

Um dos pontos que mais agradaram no Moto Z Play original foi a sua enorme duração de bateria, que chegava até aos dois dias de uso longe da tomada. No Z2 Play, a capacidade energética do aparelho diminuiu dos 3.510 mAh originais para 3.000 mAh. Na prática, o smartphone ainda conta com uma boa durabilidade nesse sentido, sendo capaz de aguentar um dia e meio com uso moderado, mas esse certamente não é mais o grande ponto de destaque que era ano passado.

Contra 3: preço “premium” do aparelho

O Moto Z2 Play foi anunciado pela Motorola com o preço de lançamento de R$ 2 mil. O valor veio como uma boa surpresa, já que é R$ 200 menor do que o cobrado originalmente pela geração anterior. Mesmo assim, é fácil encontrar quem acredite que preços desse nível não são justificados para um dispositivo intermediário, mesmo que ele seja classificado como premium.

Por esse valor, hoje já é possível encontrar tops de linha do ano passado, como o Galaxy S7. Além disso, bons intermediários de outras marcas chegam por preços bem menores, especialmente se chineses como o Redmi Note 4X entrarem na disputa.

Contra 4: Snaps caros

Os acessórios modulares da família Moto Z, os Snaps, realmente trazem vantagens interessantes e inusitadas para os aparelhos, mas isso tem um custo bem elevado aqui no Brasil. Os itens mais baratos, que são as capinhas Style Shell, chegam com preço oficial de R$ 99, enquanto os mais caros, que trazem recursos de projetor e câmera, saem por até R$ 1.499. Não preciso nem falar que isso está bem fora da realidade da maioria dos brasileiros, né?

Contra 5: sem alto-falante estéreo

Por mais que a saída de som do Moto Z2 Play tenha um bom posicionamento, potência razoável e pouca distorção, ainda é fato que os amantes de música provavelmente prefeririam um dispositivo que oferecesse áudio estéreo, como é o caso do Vibe K6 fabricado pela Lenovo. Ao menos o Z2 Play compensa isso incluindo um ótimo fone de ouvido na caixa e oferecendo um bom Snap de caixa de som.

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E aí, o que você achou dos prós e contras do Moto Z2 Play? Compartilhe sua opinião aqui nos comentários. Se estiver interessado pelo intermediário premium, confira opções com preços bons mais abaixo.

Opção de compra

Melhores ofertas do Motorola Moto Z2 Play e suas edições:

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Vídeo mostra como é um fidget spinner genuinamente russo

Ah, a Rússia! Terra maravilhosa, de um povo que, quando tá cheio de vodka na cabeça, mata os amigos em discussão sobre placas de vídeo e também consegue subverter qualquer moda ao seu estilo muito louco de viver. É o caso dos fidget spinners, os pequeninos objetos giradores que tomaram o mundo: os russos resolveram fazer um desses, só que de um jeito bem peculiar.

Um grupo chamado “Garage 54” pegou três Lada Samaras, um veículo autenticamente russo, serrou os carros no meio e juntou as três partes dianteiras, de forma que o motor e o eixo de tração de cada um dos veículos ficasse intacto. O resultado? Bom, eles gravaram um vídeo para mostrar:

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É claro que o resultado final não gira tão bem quanto o esperado, mas não dá pra negar que se o objetivo de um fidget spinner é desestressar, a ideia parece bem divertida. Os russos inclusive fizeram um vídeo de 11 minutos mostrando todo o processo de transformação dos três veículos em um objeto rotativo gigantesco.

Pode ser útil, caso você fique muito louco de vodka algum dia e resolva que soldar três carros e sair rodopiando por aí é uma boa ideia.

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Vazam fotos e vídeo do iPhone 8 ao lado do iPhone 7 Plus

O 9to5Mac, via Shai Mizrachi, conseguiu algumas fotos e um vídeo de uma unidade protótipo do iPhone 8. O smartphone deverá ser lançado ao lado dos novos iPhone 7s e iPhone 7s Plus em setembro deste ano pela Apple.

Nas imagens, o protótipo do iPhone 8 é comparado com o iPhone 7 Plus, lançado no final do ano passado. Como você mesmo pode checar, o modelo 7 Plus parece bem maior. Isso porque, além do óbvio tamanho avantajado, o iPhone 8 terá uma tela grande que recobre a maior parte do painel frontal, ficando com bordas mínimas. Sendo assim, é mais fácil montar um smartphone com display grande e um corpo mais enxuto.

No protótipo, podemos ver um design com sistema de câmera dupla, o botão de energia e a falta de um sensor de impressão digital Touch ID e um botão físico na parte frontal. Para acompanhar todos os rumores sobre o iPhone 8, clique aqui.

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Game of Thrones: sétima temporada da série ganha novo trailer [vídeo]

A HBO divulgou um novo trailer promocional da sétima temporada de Game of Thrones!

A prévia mostra que a Grande Guerra contra os White Walkers está começando, obrigando famílias rivais de Westeros a se unirem para combater o inimigo comum. Ao mesmo tempo, podemos ver que Daeneyrs e seus dragões finalmente chegam para reivindicar o Trono de Ferro.

O trailer apresenta ainda várias cenas de ação e de batalhas, sugerindo que esta nova temporada será realmente a mais grandiosa de Game of Thrones até aqui!

Confira abaixo o novo trailer da sétima temporada da série:

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A sétima temporada de Game of Thrones estreia no dia 16 de julho pela HBO.

Via Minha Série

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A história da Microsoft, a gigante de Redmond [vídeo]

Chegou a hora de contar a trajetória de uma das empresas de tecnologia que está presente em praticamente todos os principais mercados do setor e tem o domínio absoluto em sistemas operacionais em computadores. A Microsoft está em desktops, notebooks, celulares, programas e serviços — seja como líder de mercado ou um dos grandes nomes. E essa quase hegemonia já dura algumas décadas, sem sinal de enfraquecimento.

A jornada dela começa de forma bem simples, com dois amigos empenhados, mas fazendo negociações bastante arriscadas. Logo, lançamentos como o MS-DOS e o Windows balançaram o mercado e consagraram essa companhia. A seguir, conheça essa história.

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O começo de tudo

A Microsoft é fundada em 1975 por William Henry “Bill” Gates 3º e Paul Gardner Allen, amigos de infância com uma paixão em comum por tecnologia. Allen já trabalhava no ramo da informática há pouco tempo, mas Bill ainda frequentava a faculdade.

Antes de começar a primeira companhia “oficial”, eles já mantinham um pequeno negócio chamado Traf-O-Data. Esse sistema criava relatórios de trânsito a partir da leitura de dados e não durou muito tempo, mas já avisada ao mundo: essa dupla tinha potencial.

Tudo começou mesmo quando Allen mostra ao futuro sócio uma capa da revista Popular Electronics com o Altair 8800, um computador que era revolucionário na época. Empolgados, eles começaram a desenvolver um software interpretador em linguagem BASIC para esse modelo. Em seguida, a dupla entra em contato com a fabricante MITS oferecendo o negócio.

O problema é que eles só tinham a ideia na cabeça e nada mais. Em poucas semanas, a dupla constrói o programa do zero em uma simulação e, contrariando todas as hipóteses, ganha o contrato. É aí que a Microsoft nasce na cidade de Albuquerque, no estado do Novo México. Sem escolha, Bill Gates abandona a faculdade pra se dedicar só ao trabalho.

Nasce uma empresa

O nome Microsoft foi escolhido por Allen e mistura as palavras microprocessador e software. Isso indica que a empresa seria inicialmente focada em programas para chips cada vez menores, o que se provou uma aposta bem certeira sobre o futuro.

Como você pode ver acima, a primeira logo é bem sem graça: toda em preto e branco, com o nome separado e desenhado em linhas curvas. Bill Gates é nomeado como o primeiro CEO.

No fim da década de 1970, a ainda pequena Microsoft se muda com seus 13 funcionários para Bellevue, em Washington. Nesse período, ela cria um sistema operacional chamado Xenix, baseado em Unix e licenciado para a operadora AT&T.

Foto tirada em 1978 com 11 dos 13 primeiros funcionários da Microsoft. Gates e Allen estão na base da imagem.

Ela começa mesmo a brilhar quando assina um contrato com a IBM, maior empresa da área na época. Ela iria fornecer um sistema operacional para o primeiro computador pessoal da gigante, o clássico IBM PC. O problema? De novo, a Microsoft não tinha nada pronto!

Ela então licencia um sistema já finalizado chamado QDOS de uma fabricante local por apenas 25 mil dólares e faz algumas alterações, chamando ele de MS-DOS. O acordo com a IBM foi de 430 mil dólares (ou seja, extremamente lucrativo), além de uma cláusula que liberava a Microsoft pra vender o produto pra outras companhias.

Em 81, o contrato com a IBM acabou com o lançamento do PC e o MS-DOS explodiu ainda mais, já que era um dos poucos sistemas operacionais populares da época.

Primeiros lançamentos

Já o primeiro hardware da companhia foi o Z-80 SoftCard, uma placa com um processador integrado para que outras máquinas rodassem o sistema operacional CP/M e seus aplicativos. Um dos principais clientes? Ninguém menos que Steve Jobs e seu Apple II. As duas ainda vão se cruzar várias vezes nessa história.

Um aparelho da Apple com chip Microsoft? Sim, já existiu!

Em 1983, a Microsoft lança o seu primeiro mouse. Mas o principal produto nem era ele, e sim uma ferramenta chamada Multi-Tool Word. Esse editor de texto que aceitava diferentes formatações de escrita logo ficaria conhecido como Word.

Ele era um dos primeiros programas compatíveis com o mouse e foi o primeiro distribuído em disquete em uma revista, uma prática que ficou muito famosa nos anos seguintes. Ela ainda abre uma pequena editora nessa época e um dos primeiros trabalhos impressos por lá foi o… Apple Macintosh Book.

Mas o negócio deles era mesmo software. Nesse mesmo ano de 83, 30% de todos os computadores pessoais do mundo tinham o dedo da Microsoft. Só que nem tudo são boas notícias, já que Paul Allen deixa a empresa após ser diagnosticado com a doença de Hodgkin.

O Microsoft Office

A segunda metade da década de 1980 é um período de criatividade fértil na empresa, com o lançamento da primeira versão de vários produtos de sucesso e que existem até hoje. 

O editor de planilhas Excel, por exemplo, foi lançado em 1982 pelo nome de Multiplan, mas só ganhou o nome oficial em três anos depois. Consegue imaginar a organização em planilhas assim?

Já o PowerPoint nem pertencia à Microsoft. Ele saiu pela primeira vez em 1987 com o nome de Presenter, até que a empresa comprou a desenvolvedora Forethought.

A versão que conhecemos hoje veio em 1990. Especialmente o Excel foi um duro golpe na Lotus, uma desenvolvedora de software que por vários anos tentou rivalizar com a Microsoft, mas perdeu qualquer chance de vitória.

Uma versão jurássica do PowerPoint ainda sob a desenvolvedora antiga (e no Mac).

Esses editores seriam todos unidos em um pacote chamado Microsoft Works, que saiu primeiro no Macintosh, e em 1989 apareceu no Windows já sob o nome de Microsoft Office.

De volta para 1986, a Microsoft se muda novamente, agora pra Redmond, onde fica a atual sede. Ela também faz a oferta pública de ações e levanta 61 milhões de dólares na jogada. No ano seguinte, Bill Gates entra na lista de pessoas mais ricas do mundo da revista Forbes pela primeira vez, sendo o mais jovem milionário da história sem ter herdado alguma fortuna. Ele conquistou o posto de homem mais rico do mundo em 1995, quando já acumulava quase 13 bilhões de dólares.

Uma janela para o sucesso

O Windows 1.0 saiu em 1985, um ano depois do lançamento do Macintosh, que teve ajuda da própria Microsoft no desenvolvimento de programas.

Essa primeira versão não fez o sucesso esperado, já que era nada mais do que uma interface gráfica multitarefas pro MS-DOS. Mas ele era também o primeiro do tipo a ser comercializado em massa, e logo a tecnologia se espalhou.

Ao mesmo tempo, ela ajudou a produzir o OS/2 para a IBM, que depois virou um rival, mas nem de longe arranhou essa nova sensação do mercado. A amizade com a empresa só foi desfeita por causa da linha Windows NT, que é voltada pro mercado corporativo e concorria direto com o OS/2.

Antes disso, mais uma polêmica com a IBM: o órgão regulador do comércio nos Estados Unidos investigou as duas marcas por suspeita de controle de mercado pela dupla: o MS-DOS dominando os consumidores e o OS/2 voltado pra executivos. Não foram registradas penalizações.

Lançado em 1990, o Windows 3.0 fez história por ser o primeiro a permitir multitarefas e por melhorar de forma radical o design da interface. Essa foi a primeira versão de muita gente veterana em PCs por aí, inclusive no Brasil, e também marcou a estreia do game Paciência. Já o Campo Minado apareceu dois anos depois, no Windows 3.1.

Tanto o desenvolvimento de programas pra outra marca quanto lançar um sistema gráfico eram lances ousados da Microsoft.

Cada vez mais, a Microsoft estava consolidada como uma empresa de software. E, mesmo já indo tão bem, a era de domínio quase absoluto do Windows ainda nem tinha começado.

Sentimentos mistos: nasce o Internet Explorer

Em 24 de agosto de 1995, a Microsoft apresenta o Windows 95 com uma campanha de marketing absurda.  Se deu certo? Ele ultrapassou 1 milhão de cópias vendidas em só quatro dias! Essa versão trouxe uma série de novidades que viraram obrigatórias nas edições futuras e são queridas por muita gente, como o Menu Iniciar e a Barra de Tarefas.

Foi aqui também que surgiu o navegador Internet Explorer. Ele ficou de fora do Windows 95 original, mas vinha em um pacote Plus de atualização. A ideia da Microsoft foi embutir o Internet Explorer como navegador padrão em todos os computadores com Windows, matando concorrentes como o Netscape e dominando a internet.

Isso também chegou a ser investigado como prática ilegal de mercado, mas virou padrão da empresa mesmo assim.

O IE chegou a ter 95% do mercado no começo dos anos 2000 e só começou a cair a partir de 2004, quando surgiu o Firefox, e ainda mais 2008, com o Google Chrome. Lentidão na navegação, brechas de segurança e uma interface que parecia atrasada em relação aos novos rivais foram os principais responsáveis. Ele foi aposentado pelo Microsoft Edge em 2015.

Pode confessar, você só usava o Internet Explorer pra baixar o navegador favorito em um PC novo ou formatado.

Com o Windows 95, surge o The Microsoft Network, um serviço de internet discada que depois virou um portal de conteúdo multimídia e uma marca própria.

A sigla? MSN. Já o MSN Messenger que a gente tanto sente falta foi lançado em 1999. Ele foi renomeado para Windows Live Messenger em 2006 e descontinuado em 2013, pra dar preferência ao Skype nos sistemas de comunicação da empresa. 

Vai dizer que você não sente falta de chamar a atenção dos outros e colocar aqueles subnicks cheios de indiretas?

A consolidação definitiva

Percebe a estratégia da Microsoft que fez ela virar essa gigante? Ela fazia acordos de distribuição e licenciamentos matadores com fabricantes de PC e colocava o serviço dela em tudo. Era difícil achar um computador nessa época que não tivesse o sistema operacional ou ao menos algum programa da empresa.

Em 1997, os caminhos de Apple e Microsoft voltam a se cruzar. A Maçã andava mal das pernas financeiramente e Steve Jobs havia acabado de retornar como CEO. Durante uma edição do evento Macworld, Jobs anuncia uma parceria com a companhia de Gates, que investiu 150 milhões na rival pra liberar o suporte ao Office e tornar o Internet Explorer padrão no Mac por cinco anos.

A Apple também topou encerrar o processo de acusação de plágio do Windows, que teria copiado o Mac OS. A plateia não recebeu nada bem a notícia.

Já o Windows 98 também foi só alegria em vendas e elogios. Tanto ele quanto o 95 tinham aqueles protetores de tela clássicos de canos coloridos, labirintos, casa assombrada e fundo do mar. Quer saber mais? Calma! O TecMundo ainda vai falar sobre o Windows em um vídeo separado, detalhando cada versão

Um ano antes, em 1997, a Microsoft compra um serviço de correio eletrônico que estava bombando, o Hotmail, e faz dele o seu serviço padrão. Em 2013 ele teve o nome trocado pra Outlook.com.

O fim de uma era

Em 2000, bomba na Microsoft! Assume como CEO Steve Ballmer, o trigésimo funcionário da história da empresa. Ele já estava há 20 anos na empresa como gerente de vendas — e, acredite se quiser, ainda tinha cabelo no começo da carreira.

Ballmer sempre foi muito enérgico no palco, mas seus momentos mais icônicos foram na apresentação do Windows 1.0 e durante o evento de 25 anos da companhia, em que ele entrou pra história com o bordão “Developers! Developers! Developers!”.

Seguindo a vida

A Microsoft entra no mercado de consoles só em 2001, com o primeiro Xbox. Ele não foi um sucesso de cara, mas já mostrava que vinha uma competidora por aí. Assim como a gente não contou a história do PlayStation no vídeo da Sony, fica ligado que vem um só sobre o Xbox por aí.

Avançando um pouco mais no tempo, o Windows 8 foi uma grande revolução na interface com a Metro, as tiles e o Menu Iniciar modificado pra ser usado também em tablets. Só que o público não curtiu muito, mas o sistema voltou a ser elogiado pelo Windows 10, de 2015.

Entre novidades mais recentes, a gente tem que citar ainda o .NET Framework, de 2002, a plataforma de desenvolvimento e execução de serviços. Ela tem variantes como a Silverlight, usado em gigantes como a Netflix.

Já o sistema de busca Bing surge em 2009 pra competir com o Google. A linha Surface de híbridos entre tablet e laptop surgiu em 2012, mais voltado pra produtividade. E tem ainda o super ambicioso projeto HoloLens, que traz realidade virtual e holografia num só aparelho.

Pedras no caminho

E não tem só sucesso, não! Ao longo dos anos, algumas decisões da Microsoft deram muito errado. Um dos maiores destaques negativos é o Windows Millemium Edition, ou ME, que saiu em 2000. Ele era bastante instável e repleto de bugs, fazendo muita gente voltar ao bom e velho 98.

O Vista também foi mal recebido, apesar de estrear a interface Aero. Ele foi considerado bem inferior ao sucesso Windows XP, inclusive por ser pesado e lento.

E tem ainda o Zune, um player de música que queria destronar o iPod (sendo que muita gente acreditava que ele era mesmo melhor que o rival). O resultado? Nem arranhou a concorrência e foi descontinuado.

Os acertos e erros do Windows Phone

A entrada no mundo mobile acontece bem mais cedo do que você imagina.

Sim, o Windows Phone só foi oficializado em 2010 para competir com Android e iOS. Só que o projeto já era antigo: a Microsoft já tinha o Windows CE desde 96 pra aparelhos como assistentes pessoais, que evoluiu para PocketPC em 2000 e finalmente Windows Mobile, em 2003.

O Windows Phone teve as versões 7, 8 e 8.1 antes de virar Windows 10 Mobile. A interface em tiles, a assistente pessoal Cortana e a integração com OneDrive e Windows Live eram alguns dos maiores destaques do produto. Outro passo importante foi a compra da divisão mobile da Nokia em 2013, que a gente já contou aqui no canal.

A Microsoft não conseguiu tirar a liderança de Apple e Google, mas se deu bem em alguns mercados, como aqui no Brasil. Infelizmente, hoje a empresa quase não dá atenção aos smartphones e a linha Lumia, mas vai que os rumores do Surface Phone viram realidade?

A era Nadella

Em 2014, nova mudança da cadeira de CEO. Quem assume é Satya Nadella, que era vice presidente executivo da divisão de nuvem e mercados corporativos. E isso já indica qual seria um dos principais focos da Microsoft daqui pra frente.

O serviço de computação em nuvem da empresa, o Azure, começou em 2010. Ele oferece centenas de serviços de infraestrutura, armazenamento, máquinas virtuais, processamento de dados e hospedagem

Uma das maiores apostas recentes da empresa, o Azure está cada vez mais difundido entre consumidores e empresas de todos os tamanhos.

Tem ainda o Office 365, versão online do editor de conteúdo, que também caiu no gosto de muita gente.

E que fim levou os ex-CEOs? Ballmer comprou um time de basquete da NBA, o Los Angeles Clippers, e continua muito louco. Já Gates se aposentou do trabalho diário na Microsoft ainda em 2008 pra se dedicar ao trabalho com filantropia e pesquisas em saúde pela Bill & Melinda Gates Foundation. Ainda com 2% da empresa que ajudou a fundar, ele continua no quadro de conselheiros e na lista de mais ricos do mundo.

Se você quer ver a história de algum produto, empresa ou serviço contada no canal do TecMundo, é só deixar a sugestão nos comentários. Confira as outras trajetórias que já contamos neste quadro:

via Novidades do TecMundo

Motorola Moto Z2 Play: review/análise [vídeo]

O Moto Z Play foi lançado pela Motorola em 2016 como uma opção um pouco mais acessível para quem queria ter um dos novos aparelhos modulares da empresa, mas não estava disposto a gastar mais para comprar o top de linha Moto Z. O intermediário premium ganhou popularidade rapidamente por oferecer ótimos recursos, acesso aos Snaps e, principalmente, uma bateria com duração de quase dois dias.

Agora, o Moto Z2 Play já chegou oficialmente e eu tive a chance de conferir ele de perto para saber se as mudanças de uma geração para a seguinte tiveram um resultado positivo, ou se a Motorola mexeu demais no time que estava ganhando e acabou estragando o que ele tinha de melhor. Se você quer saber mais sobre os detalhes do smartphone para decidir se ele está valendo a pena, confira a nossa análise completa a seguir.

Visual premium e customizável

Tanto a largura e quanto a altura do Moto Z2 Play mudaram bem pouco em comparação com o antecessor, mas ele perdeu 1 mm de espessura e 20 gramas de peso. Ter ficado mais fino e leve deixou ele mais parecido com o top de linha do ano passado, o Moto Z, especialmente na cor dourada que a gente recebeu.

Uma diferença bem visível é no material da traseira, que trocou o vidro pelo metal fosco. Isso deixa o aparelho um pouco menos escorregadio sem estragar o estilo premium e evita as incômodas marcas de dedos que insistiam em aparecem no primeiro Moto Z Play. Além disso, vale ressalta que, mesmo estando mais fino, o Z2 Play não perdeu a entrada de fone de ouvido.

A câmera protuberante na traseira é algo que muita gente não gosta, mas que pode ser disfarçado usando um dos vários Snaps de estilo. Além do de madeira que recebemos para o nosso teste, há outras opções com materiais e visuais diferentes dos que já estão disponíveis, e a Motorola anunciou que mais algumas capinhas vão ser lançadas na segunda metade do ano – com a diferença que as novas não vão ser só de estilo e deixarão o celular compatível com recarga wireless de bateria.

Resistente, pero no mucho

O corpo de metal do Z2 Play é resistente, mas a tela e o conector dos Snaps riscam facilmente

Sobre a qualidade de construção, o corpo feito em peça única de alumínio deixa o Z2 Play bem rígido e resistente e a tela tem proteção Gorilla Glass, mas isso não impediu que alguns risquinhos surgissem no vidro depois de só alguns dias de uso normal, sem quedas. Ou seja, é melhor comprar uma película para se garantir de ter seu aparelho novinho marcado em vários pontos em pouco tempo.

Na traseira, a parte que pareceu mais sensível foi o conector dos Snaps, que ficou riscado por causa dos acessórios. No entanto, como essa parte fica coberta a maior parte do tempo, isso não deve ser um grande problema. O aparelho não é à prova-d’água, mas tem resistência a respingos, então não precisa entrar em pânico se você virar um copo com líquido em cima dele sem querer. Só não deixa ele cair dentro da piscina, do mar ou da privada.

Melhor tela da categoria

Falando agora na tela, o Moto Z2 Play manteve o mesmo tamanho de 5,5 polegadas e resolução Full HD que o modelo anterior já tinha, o que significa uma boa densidade com 401 pixels por polegada. Na prática, isso se traduz em imagens bastante nítidas e ricas em detalhes, então você vai poder curtir vídeos de qualidade e games com gráficos caprichados.

A tecnologia do painel também continua sendo o mesmo Super AMOLED usado no Moto Z Play, então você já sabe que o contraste é excelente, as cores são bem vivas e o brilho é ótimo para visualização mesmo sob sol forte. Considerando que estamos falando de um aparelho que ainda é considerado um smartphone intermediário, é possível falar com segurança que ele traz a melhor tela possível na categoria.

Desempenho ótimo

Muitos itens principais do hardware interno do Moto Z Play original foram melhorados de um ano para cá, de forma que o Z2 Play traz aprimoramentos em quase todos os aspectos. O processador agora é o Snapdragon 626, um octa-core que tem núcleos com clock ligeiramente superior do seu antecessor.

O hardware interno do Moto Z2 Play teve melhorias em quase todos os aspectos em comparação ao antecessor

A memória RAM também cresceu, chegando a 4 GB, e o armazenamento dobrou, atingindo um total de 64 GB. Dessa forma, o aparelho traz espaço de sobra para guardar muitos vídeos, fotos, aplicativos, músicas e tudo mais que você quiser. E se mesmo isso não for o suficiente para você, é possível usar um cartão micro SD para expandir a memória em até 2 TB – e isso sem ter que abrir mão de usar dois chips de operadora ao mesmo tempo.

No dia a dia, esses números significam que o Z2 Play tem um desempenho ótimo. Mesmo quando vários apps estavam abertos, não rolaram atrasos ou engasgos durante o uso e nem na hora de trocar de um aplicativo para o outro. Jogos pesados também rodam sem problema nenhum mesmo com os gráficos no máximo ou muitos quadros por segundo. Além disso, não senti o aparelho esquentando de forma incômoda mesmo depois de um bom tempo jogando.

Benchmarks

Para ver como o Moto Z2 Play se sai em comparação de desempenho com o de alguns concorrentes, o aparelho foi submetido a três aplicativos de benchmark. Os testes utilizados foram o 3D Mark (Ice Storm Unlimited), AnTuTu Benchmark 6 e Vellamo Mobile Benchmark (HTML5 e Metal).

O 3D Mark oferece uma série de testes para benchmark de smartphones. Entre eles, o Ice Storm Unlimited permite comparar diretamente entre processadores e GPUs. A resolução do display é um fator que pode afetar o resultado final. Quanto maior a pontuação, melhor o desempenho.

O app AnTuTu 6 permite testar interface, CPU, GPU e memória RAM dos dispositivos. Os resultados são fornecidos individualmente e somados para gerar uma pontuação total. E aqui também a máxima para os pontos: quanto mais, melhor.

O Vellamo Mobile Benchmark aplica dois testes aos smartphones, avaliando o desempenho do celular durante o acesso de conteúdo na internet por meio de navegadores no primeiro e a performance do processador no segundo. Novamente, números maiores indicam resultados melhores.

Android em boa forma

O Moto Z2 Play vem de fábrica com a versão mais atualizada do Android, a 7.1 Nougat. A interface é praticamente pura e é muito parecida com o que a gente vê no Google Pixel, por exemplo. Uma das mudanças em comparação com as versões anteriores do sistema é que agora não existe mais um botão para abrir a gaveta de app, bastando deslizar o dedo para cima a partir da barra de inferior na home.

Uma diferença na interface que os aparelhos da Motorola já têm desde o primeiro Moto X são os recursos práticos que a empresa adiciona ao Android, chamados de Moto Tela, Moto Voz e Moto Ação. No Z2 Play, todas essas funções foram melhoradas e algumas delas ganharam novidades bem legais.

O recursos práticos da Motorola para o Android foram melhorados

Além de exibir o relógio e suas notificações, agora o Moto Tela deixa você responder mensagens rapidamente por texto ou voz sem ter que ativar o display do celular. O Moto Voz agora foi melhorado com o recurso “me mostra”, que reconhece a voz registrada mesmo com a tela desligada e exibe o que você quiser na tela, desde previsão do tempo até apps específicos.

Leitor de digitais versátil

A melhor novidade da Motorola, no entanto, é a navegação com um toque que foi adicionada ao Moto Ações. Essa função permite eliminar os botões do Android e usar o sensor de digitais para tudo, não apenas para desbloquear o celular.

Deslize o dedo para a esquerda para voltar ou para a direita para abrir o gerenciador de aplicativos. Toque rapidamente para voltar para home ou segure o toque por 2 segundos para bloquear a tela. Segure por um pouco mais de tempo para abrir a pesquisa direta do Google sobre o conteúdo exibido na tela. Tudo isso (incluindo os comandos de voz e os recursos da Moto Tela) pode ser aprendido e configurado facilmente no app Moto, que vem instalado de fábrica.

E já que estou falando do leitor de digitais, vale mencionar que ele é o mesmo que veio no Moto G5 e G5 Plus, o que significa que está maior e com acesso um pouco mais fácil do que era no Moto Z Play do ano passado. Você pode cadastrar até 5 dedos e esse processo é bem rápido – recomendo registrar pelo menos o dedão da mão que você usa para segurar o celular normalmente e o indicador da outra mão, assim você tem mais opções. A leitura das impressões e o desbloqueio do aparelho acontecem em um piscar de olhos.

Menos megapixels, fotos melhores

Na câmera traseira, o Moto Z2 Play teve a quantidade de megapixels do sensor reduzida em comparação com a geração anterior, indo de 16 MP para 12 MP. Por outro lado, a abertura aumentou, o que permite que mais luz seja capturada. O foco a laser também melhorou, facilitando a detecção de objetos em até 5 metros. Além disso, a câmera tem a tecnologia Dual Autofocus Pixel, que usa mais pixels para garantir foco mais rápido e preciso.

O resultado da combinação de todas essas tecnologias são fotos ótimas, bem focadas, com cores vivas e bom contraste. Usando o modo profissional do software, você pode mexer em configurações como balanço de branco, velocidade de obturador, ISO, exposição e foco para conseguir fazer fotos exatamente do jeito que precisar em cada momento.

Na câmera frontal, a Motorola resolveu manter os 5 MP e apostou em uma lente com ângulo de visão de 85º para facilitar a vida dos usuários na hora das fotos em grupo. Além disso, ela também vem com flash LED duplo com sistema de correção de temperatura de cor, que foi feito para tirar selfies mais naturais mesmo em ambientes escuros. Ela vem ainda com um efeito embelezador (desativado por padrão), que suaviza linhas e manchas na pele, mas que tem resultados bem artificiais, então talvez seja melhor nem usar mesmo.

Os vídeos apresentam ótima qualidade, principalmente em ambientes com boa iluminação e usando a resolução 4K. Em geral, podemos dizer que as câmeras do Moto Z2 Play podem até não ser as melhores que já vi em um smartphone, mas mesmo assim fazem um ótimo trabalho e não vão te deixar na mão. Só não espere a mesma qualidade de um top de linha.

Bateria: piorou, mas ainda é boa

O tamanho das reservas de energia foi outra coisa que diminuiu em comparação com o Moto Z Play original. Enquanto o aparelho do ano passado tinha 3.510 mAh, o Z2 Play vem com 3.000 mAh. Isso deixou muita gente preocupada, achando que o aparelho mais perderia a vida útil impressionante que foi uma das características que mais agradaram na geração anterior. Se era esse o seu caso, pode ficar mais ou menos aliviado.

A bateria diminuiu em comparação com o Moto Z Play original, mas continua durando bastante

No nosso teste de reprodução contínua de vídeo no YouTube, com o brilho no máximo, o Moto Z2 Play aguentou mais de 14 horas antes de ficar sem carga, o que é um número muito bom pra uma situação de stress. Com o uso comum, o celular fica mais ou menos um dia e meio sem precisar ser recarregado. E se você moderar bastante a utilização, é possível esticar a bateria para dois dias.

Já se você for um usuário mais intensivo, que passa muitas horas por dia jogando no transporte público, tira várias fotos, ouve música, vê vídeos, acessa redes sociais e tudo mais, então a capacidade do Moto Z2 Play provavelmente vai dar certinho para aguentar um dia inteiro sem precisar recarregar. No entanto, não vai sobrar muita energia de noite.

Versatilidade com os Snaps

Se mesmo com o que explicamos acima você não está feliz com a bateria, então pode comprar o Snap Power Pack para adicionar mais 2.220 mAh ao aparelho, o que aumenta consideravelmente a vida útil fora da tomada. É possível configurar o acessório para simplesmente recarregar a bateria do celular até o máximo ou então para levar ela até 80% e manter lá pelo máximo de tempo possível, o que diminui o stress sobre o celular.

O formato do Snap de bateria é arredondado para não deixar a pegada do Z2 Play incômoda quando ele estiver em uso, mas é fato que o aparelho fica bem mais espesso com o Power Pack encaixado, então você provavelmente vai preferir deixar a Style Shell encaixada ou fica sem nada enquanto não precisar de energia extra. Mesmo assim, não dá para negar que a solução é bem mais confortável do que ficar andando com um power bank pendurado.

Há ainda a opção de comprar outros Snaps para adicionar mais funções ao celular, transformando ele em um projetor, melhorando a câmera traseira ou colocando uma caixa de som mais forte. Uma pena que os módulos ainda são bem caros aqui no Brasil. A Motorola anunciou mais alguns acessórios legais, como por exemplo um controle para jogos e um power pack com carregamento rápido, mas eles só devem ser lançados no terceiro trimestre de 2017.

Som agradável

Sobre o áudio do Moto Z2 Play, ficamos contentes tanto com a potência quanto com a posição do alto-falante, que fica logo acima do logo na frente do celular. Assim, ele consegue tocar músicas com um volume relativamente alto sem grandes distorções e você não vai tampar a saída e abafar o som quando estiver jogando ou vendo um vídeo na horizontal.

O fone de ouvido intrauricular é ótimo e vem até com borrachinhas extras

Além disso, o fone de ouvido intra-auricular incluído pela Motorola na caixa é de excelente qualidade. Ele é bonito, confortável, potente e não fica caindo da orelha mesmo enquanto você corre ou pratica algum exercício. A Motorola até incluiu algumas borrachinhas extras para o caso delas racharem, então você não vai ter que se preocupar com isso.

Vale a pena?

O Moto Z2 Play é um celular que justifica bem a sua classificação como um intermediário premium. Isso acontece porque, por mais que ele não tenha as mesmas especificações que um top de linha de verdade, a sensação que você tem ao usar ele é a de que você está com um flagship, e não com um intermediário.

Esse sentimento é reforçado de várias formas, indo desde o design bonito em metal e o sensor de digitais cheio de funções até o desempenho rápido e liso na versão mais atual do Android. Considerando que o preço de lançamento do Moto Z Play do ano passado foi de R$ 2.200, os R$ 2 mil cobrados pela Motorola pelo Z2 Play foram uma surpresa positiva, por mais que as versões com alguns dos Snaps custem um pouco mais que isso.

Mesmo com uma bateria um pouco menor que a geração anterior, a vida útil do aparelho continua excelente e as melhorias de hardware e software proporcionam uma experiência muito boa – e isso pode ser customizado de maneiras interessantes se você estiver disposto a gastar mais para comprar os Snaps. Com tudo isso em mente, o Moto Z2 Play é uma ótima opção para quem deseja um aparelho novo, cheio de bons recursos e com uma pegada premium, mas não quer pagar o preço de um top de linha atual.

Perguntas dos leitores

R: um dia inteiro de uso intenso, um dia e meio de uso mediano e até dois dias se você usar relativamente pouco.

R: ele começa a passar energia para o celular assim que é conectado e pode ser configurado para deixar o Z2 Play em 100% ou manter ele em 80% (o que faz a carga do Snap durar mais). Para recarregar, é só deixar o acessório encaixado quando ligar o smartphone na tomada, aí ele recarrega o aparelho primeiro e o Power Pack em seguida. As percentagens de carga aparecem separadas na bandeja do Android.

R: dá para encontrar elas tanto no site da Motorola quanto nos quiosques e lojas deles em shoppings.

 R: é o mesmo Snap da geração anterior.

R: ele só aquece um pouco se você ficar utilizando ele enquanto recarrega, mas mesmo nesse caso o aquecimento não chega a incomodar. Além disso, usar o aparelho enquanto está ligado na tomada tende a acelerar a degenaração da bateria, então não é recomendado.

R: sim.

R: os novos Snaps estão previstos para o terceiro trimestre do ano.

R: ele resiste a respingos-d’água, mas não a mergulhos.

R: durante os nossos testes, o vidro da câmera não apresentou risco nenhum, mas a tela ficou riscada bem rápido. No entanto, é fato que passamos a maior parte do tempo usando a Style Shell, o que nivela a traseira do aparelho e pode ter ajudado a proteger a câmera

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Opções de compra

Melhores ofertas do Motorola Moto Z2 Play e suas edições:

Melhores ofertas do Motorola Moto Z Play e suas edições:

O celular e seu acessórios foram gentilmente cedidos por empréstimo pela Motorola para a realização desta análise.

via Novidades do TecMundo

Vídeo compara velocidade para carregar a bateria de Galaxy S8 e OnePlus 5

O aparelho da Samsung usa o Adaptive Fast Charging, ou Carregamento Rápido Adaptativo. Já o OnePlus 5 tem o Dash Charge para fazer jus ao slogan

O vídeo que se encontra logo abaixo nessa matéria faz uma comparação de velocidade de carregamento entre dois smartphones top de linha: o Galaxy S8 da Samsung e o OnePlus 5, que promete bateria para o dia inteiro com meia hora de carregamento. Será que isso é verdade?

Os dois dispositivos possuem suas respectivas tecnologias de carregamento mais veloz. O aparelho da Samsung usa o que chama de Adaptive Fast Charging, ou Carregamento Rápido Adaptativo. Já o OnePlus 5 tem o Dash Charge para fazer jus ao slogan. Vale notar também algo importante: o OnePlus 5 tem bateria de 3,3 mAh e o Galaxy S8 uma um pouco menor, de 3 mAh.

Colocados lado a lado para carregar a partir da bateria totalmente esgotada, quem leva a melhor nessa corrida? Confira no vídeo:

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via Novidades do TecMundo

Aplicativo para busca de descontos vai permitir contato com lojas por vídeo

O tradicional encarte de ofertas, encontrado nos estabelecimentos, ainda é uma ótima maneira de se conseguir os melhores preços para um produto desejado. Porém, a quantidade de papel distribuído por diversas lojas podem se acumular e fazer parecer que estamos na Era Medieval.

Tentando resolver isso, a desenvolvedora Plug Apps criou um aplicativo que funciona como um agregador de ofertas dos estabelecimentos próximos de você. O HitGo ainda é novo, porém já apresenta diversas novidades, agora funcionando também como catálogo virtual para o comércio local e prestadores de serviços.

O empresário que utilizar a plataforma agora também pode anunciar seus produtos sem se preocupar em definir um prazo de expiração. Até então, cada promoção durava no máximo 24 horas. Além disso, o usuário terá acesso um mapa do local para ir atrás do melhor preço com o celular na mão.

Completando as novas funções, em breve o app vai contar com um comunicador integrado, permitindo aos clientes um contato com os vendedores por meio de chat, voz ou mesmo videochamada.

A ideia dessa nova funcionalidade é deixar mais fácil a comunicação entre o empresário e o consumidor para esclarecer dúvidas ou mesmo visualizar mais detalhes do produto antes de realizar a transação.

A plataforma por enquanto funciona apenas em Curitiba, porém, outros locais já estão nos projetos de expansão da empresa. O aplicativo está disponível para Android e iOS, além da versão para desktop

via Novidades do TecMundo