Facebook libera Messenger Day para todos os usuários brasileiros

Recurso do app de mensagens da rede social permite que usuários compartilhem vídeos em tempo real e slides de fotos que desaparecem em 24 horas

via IDG Now!

Rumor: Spotify pode atrasar lançamentos musicais para usuários gratuitos

O Financial Times levantou um rumor que pode afetar consideravelmente o funcionamento do atual modelo de negócios do Spotify. De acordo com o portal, a empresa teria sido pressionada por três das principais gravadoras do mundo no sentindo de aumentar suas rendas junto ao serviço, sob a pena de retirarem seus catálogos da plataforma. A solução encontrada pela companhia impedir isso sem ter que necessariamente desembolsar uma grana? Fazer com que lançamentos de peso chegassem bem depois a usuários gratuitos do programa.

A estratégia faz sentido do ponto de vista comercial, uma vez que aumentar o valor pago atualmente para Universal, Sony e Warner simplesmente acabaria com boa parte dos lucros do Spotify. Ao mesmo tempo, a marca também não poderia se dar ao luxo de perder, de um dia para o outro, o conteúdo disponibilizado pelo trio – que compõe grande parte do acervo do aplicativo. Assim, a ideia ao beneficiar os assinantes é atrair mais pessoas para os planos de assinatura, aumentando naturalmente o repasse às parceiras.

Será que isso traria mais assinantes para a plataforma?

Claro que, quando você coloca o público na equação, tudo muda de figura. O fato de o Spotify promover a ideia de que a experiência gratuita – excluindo-se os anúncios – é praticamente a mesma de quem paga religiosamente a sua mensalidade, por exemplo, pode gerar uma grande rejeição à novidade. Na prática, essa mudança na estrutura básica do serviço pode tanto acabar afastando o usuário em período de testes, em vez de convertê-lo a uma assinatura, quanto jogar os esforços com promoções e divulgação por água abaixo.

O Spotify ainda não teria assinado nenhum contrato para oficializar a estratégia

Como bem lembrou o Engadget, uma alteração como essa pode afetar até mesmo a abertura de capital da companhia, que era originalmente planejada para este ano, mas pode ficar para 2018. Afinal, um descontentamento generalizado de clientes em potencial – que passariam a receber os hits e álbuns do momento com atraso – teria tudo para influenciar o preço das ações da empresa. Vale notar, porém, que, segundo os rumores, o Spotify ainda não teria assinado nenhum contrato para oficializar esse tipo de estratégia.

Nada garantido

Entramos em contato com o Spotify no Brasil para ouvir a posição da empresa, mas eles preferiram não comentar o assunto exatamente por se tratar de um rumor. E você, acredita que essa é uma boa saída para atrair mais assinantes para a plataforma ou vê que a estratégia poderia ser, de alguma forma, injusta com quem não pode pagar pelo serviço? Deixe a sua opinião sobre o tema mais abaixo, na seção de comentários. 

via Novidades do TecMundo

Após pressão das gravadoras, Spotify colocará limites para usuários do plano gratuito

Há anos, circulam rumores de que as gravadoras vêm pressionando o Spotify a colocar limites para não-assinantes. Desta vez, parece que o serviço de streaming vai ceder.

Fontes dizem ao Financial Times e ao The Verge que o Spotify vai restringir, por um período de tempo, os maiores lançamentos de álbuns aos usuários pagantes.

Isso significa que, se você não for assinante, não poderá escutar alguns dos álbuns novos pelo serviço nas primeiras semanas (ou meses) de seu lançamento. Ou você paga pela assinatura, ou usa uma alternativa gratuita (YouTube), ou recorre à pirataria.

Foto por Maria Iglesias Barroso/Flickr

Com a limitação, os artistas (e as gravadoras) poderão receber mais dinheiro cada vez que suas músicas forem tocadas. O valor é proporcional à receita gerada por usuário, e assinantes geram muito mais dinheiro (90% do total) que pesosas ouvindo e vendo propagandas no plano gratuito.

Esta cláusula valerá para as grandes gravadoras – Universal, Sony e Warner -, que detêm boa parte das 30 milhões de músicas oferecidas pelo serviço. Em troca, elas cobrarão taxas de royalties menores.

O Spotify está preocupado em fechar acordos de licenciamento porque quer estrear na bolsa de valores, segundo o FT. As gravadoras têm o mesmo interesse, já que são acionistas minoritárias e ganhariam dinheiro com isso. Mesmo com 50 milhões de assinantes, o serviço nunca teve lucro, em parte devido aos royalties caros.

Por anos, Daniel Ek – fundador da Spotify – vem defendendo o modelo “freemium” como o caminho para a música na era digital. Para ele, a modalidade gratuita é uma forma de atrair usuários e depois convertê-los para assinantes. E ele sempre foi vocalmente contra restrições à versão gratuita; mas parece que isso mudou.

Como nota o The Verge, os grandes lançamentos de Rihanna, Drake, Beyoncé, Kanye West e Frank Ocean chegaram primeiro nos concorrentes Apple Music ou Tidal – e alguns ainda continuam exclusivos a esses serviços de streaming. Esses são artistas com milhões de fãs e um grande impacto no mundo da música, que talvez se interessem pelo Spotify com os novos termos.

Os acordos com as gravadoras ainda devem demorar um tempo para serem finalizados, mas a cláusula para limitar lançamentos a assinantes já está decidida, dizem FTThe Verge. Parece questão de tempo até isso ser posto em prática.

Após pressão das gravadoras, Spotify colocará limites para usuários do plano gratuito

via Tecnoblog

Facebook quer colocar usuários mais perto de seus representantes políticos

Nova função da rede social é ambição de Zuckerberg e pretende facilitar o contato entre cidadãos e políticos de todas as esferas

Mark Zuckerberg possui diversas ambições para sua rede social, o Facebook. Entre elas, está uma maior dedicação das pessoas em assuntos políticos, seja dando a elas uma motivação maior para votar (o que não é obrigatório nos Estados Unidos, por exemplo), seja fazendo com que os cidadãos tenham maior contato com seus representantes, cobrando atitudes que considerem melhorias para a sociedade onde vivem.

Para ajudar nisso, um novo recurso foi inaugurado no Facebook para usuários norte-americanos: trata-se do Town Hall (em português, “Prefeitura”), que pode ser encontrado no menu lateral do aplicativo da rede social. Ao acessá-lo, o usuário deverá inserir seu endereço residencial para, segundo o app, “descobrir quem são seus representantes” e “contatá-los para que sua voz seja ouvida”.

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via Novidades do TecMundo

Spotify planeja restringir últimos lançamentos apenas para usuários pagantes

Spotify

Em breve, o mais recente álbum da sua banda favorita estará disponível no Spotify somente se você for um usuário Premium. Isso porque o serviço de streaming musical está fechando acordos de licenciamento com as maiores gravadoras do mundo, na esperança de eliminar um obstáculo para uma oferta pública inicial após meses de negociações difíceis.

Como parte dos acordos propostos, a Universal, Sony e Warner concordaram em reduzir as taxas de royalties que o Spotify paga por suas músicas, de acordo com pessoas familiarizadas com as discussões relataram ao jornal Financial Times. As três gravadoras, que juntas controlam a grande maioria das músicas populares do mundo, também detêm participações minoritárias no Spotify e têm interesse em um IPO de sucesso.

Em troca, o serviço de streaming restringiria os maiores lançamentos somente aos usuários pagantes. As gravadoras pretendem limitar ainda mais as contas gratuitas, que geram receitas muito menores do que as das assinaturas Premium.

Este mês, o Spotify disse que atingiu um marco de 50 milhões de clientes pagantes. Ele teve um impulso de crescimento no ano passado, acrescentando 20 milhões de assinantes pagantes.

Fonte: Financial Times

via Canaltech

Praticamente dois terços dos usuários do WhatsApp utilizam chamadas de voz

Dado é da pesquisa "Mensageria no Brasil", realizada pela Mobile Time em janeiro de 2017

via IDG Now!

Google Street View leva usuários ao interior de um vulcão ativo

Serviço de mapeamento em 360 graus foi até a ilha de Ambryn. Vulcão é um dos maiores em atividade do mundo

via IDG Now!

Facebook Stories começa a ser liberado para usuários de diversos países

Facebook Stories

Depois de estrear o Facebook Stories – o clone do Snapchat Stories – na Irlanda em janeiro deste ano, a empresa de Mark Zuckerberg está começando a liberar o recurso para todos os usuários.

O Stories é um recurso que leva até o Facebook o recurso de imagens que desaparecem em até 24 horas, que foi popularizado pelo Snapchat e copiado por diversos outros aplicativos de mídia social e até mesmo pelo WhatsApp.

A novidade aparece em um layout horizontal acima do Feed de Notícias, de forma bem parecida como já acontece no Instagram. Com a novidade, o ícone do Messenger foi movido da parte superior direito do aplicativo para a parte inferior da tela, dando espaço para um menu que leva até as mensagens efêmeras enviadas diretamente para o usuário.

A versão do Facebook para o Stories também possui filtros e a opção de enviar mensagens especificamente para cada publicação. Outro recurso são as mensagens diretas, que abrem uma nova funcionalidade da rede social batizada de "Direct". Sendo assim, o usuário pode tirar uma foto e postá-la em modo público ou enviá-la a um contato específico no Stories. Essas mensagens são separadas do Messenger e já funcionam desde o ano passado na Irlanda.

Por enquanto, a novidade parece estar disponível apenas para usuários beta do aplicativo da rede social em alguns países.

Vale lembrar que, há poucos dias, o Facebook lançou o Messenger Day, outro recurso que permite aos usuários postar vídeos e fotos que duram exatas 24 horas.

Via Tech Crunch

via Canaltech

Facebook Stories, nova cópia do Snapchat, é liberado para mais usuários

Usuários no mundo todo reportaram que recurso já se encontra disponível para eles. Companhia ainda não confirmou data para lançamento global da novidade

via IDG Now!

Google amplia foco corporativo do Hangouts, mas mantém serviço para usuários finais

Companhia anunciou que dividirá serviço entre Chat e Meet, com o último dedicado a reuniões de vídeo e áudio para melhor atender clientes corporativos

via IDG Now!