Usuários reclamam que câmera do Sony Xperia XZ distorce fotos [imagens]

A Sony é reconhecida mundialmente pela alta qualidade das câmeras presentes nos próprios smartphones. Neste ano, a companhia apresentou os aparelhos Xperia XZ e Xperia XZ Premium, com a nova câmera Motion Eye. Acontece que uma parcela de consumidores está reclamando que a lentes da câmera andam distorcendo as imagens capturadas.

Com essa chegada da Motion Eye, a Sony deixou claro que a câmera possui uma tecnologia antidistorção, uma otimização de software que previne fotos tortas. Apesar disso, começaram a surgir reclamações nos fóruns oficiais da Sony, sites específicos ao Xperia e no XDA Developers — confira as imagens no XDA clicando no link anterior.

  • Sobre o caso, a Sony já respondeu oficialmente o seguinte:

A Sony Mobile Communications recebeu uma pequena quantidade de comentários dos consumidores de que eles sofreram distorção em algumas imagens tiradas com seus dispositivos Xperia XZs e Xperia XZ Premium. Gostaríamos de assegurar aos nossos clientes que, com a nossa nova Motion Eye Camera, oferecemos o melhor equilíbrio possível de qualidade de imagem e recursos avançados. Os comentários sobre o caso são familiares para uma lente de visão de grande angular e aceitas dentro da indústria e acreditamos que ainda estamos fornecendo a qualidade de imagem mais alta possível enquanto capturamos mais a cena na foto com seu amplo campo de visão“.

Abaixo, você vê alguns dos exemplos mostrados pelos usuários da distorção nas câmeras:

Grid

Foto de um teclado distorcido

Note as linhas tortas

Não é uma TV curva: a foto distorceu o televisor

Não é uma TV curva

Um monitor que foi capturado com os mesmos problemas

Monitor

via Novidades do TecMundo

WhatsApp está se tornando fonte de notícias para usuários, diz pesquisa

WhatsApp

Uma pesquisa sobre os hábitos de consumo de notícias online levou à noção de que o WhatsApp está se tornando, cada vez mais, a fonte preferida dos usuários na hora de obter notícias. Os dados de 36 países levaram a um total de 15% das pessoas utilizando o mensageiro e o contato com familiares e amigos na hora de se informar.

Pode parecer pouco, mas de acordo com os pesquisadores do Instituto Reuters e da Universidade de Oxford, responsáveis pelo estudo, é uma tendência que vem crescendo significativamente. O WhatsApp, de um ano para o outro, se tornou o segundo maior sistema usado para obtenção de notícias, atrás apenas do Facebook, com 47% de preferência e grande declínio ao longo do tempo.

E o motivo é exatamente o que você está imaginando: preocupados com as notícias falsas compartilhadas nas redes sociais, os usuários estariam procurando o WhatsApp, e principalmente seus grupos, devido à familiaridade com quem as envia. Ao receberem dados de familiares e amigos, por exemplo, eles não cogitariam que, ali, também poderiam estar sendo levadas adiantes informações incorretas.

O mensageiro é a fonte mais popular de notícias na Malásia, onde 51% dos participantes do levantamento dizem utilizá-lo não apenas pela possibilidade de receber informações em primeira mão, mas também pela possibilidade de discuti-las. Nos Estados Unidos, entretanto, ocorre o inverso, com apenas 3% considerando o WhatsApp como um bom aplicativo para isso.

A pesquisa também traça um panorama negativo para a indústria da mídia, com 24% dos participantes afirmando confiarem nas redes sociais para distinguirem o que é verdadeiro do falso. Entretanto, apenas 40% disseram confiar no noticiário tradicional para isso, enquanto outros 30% evitam intencionalmente os meios comuns de informação, citando a falta de credibilidade e preferindo outros meios para se informar.

É um quadro extremamente negativo e perigoso, principalmente quando se leva em conta que o WhatsApp não apenas faz parte do Facebook, mas que seu uso também é estritamente semelhante nesse sentido. O compartilhamento de informações sem checagem rola solto, e ainda existe o perigo dos “informantes”, que muitas vezes transmitem notícias em primeira mão, frutos de mal-entendidos bem-intencionados ou simples tentativas de minar uma discussão pelo envio de dados mentirosos.

Enquanto o Facebook, em si, pode (e está) fazendo algo para impedir a proliferação de “fake news”, minando o alcance delas no feed de notícias, o mesmo não pode ser dito do WhatsApp. Não existem meios de impedir ou minimizar o alcance de uma mensagem em um grupo ou enviada diretamente ao contato. Resta, apenas, confiar na pessoa ou realizar a checagem pelos próprios meios.

Fonte: CNET

via Canaltech

YouTube bate 1,5 bilhão de usuários mensais e anuncia novos recursos

Youtube

Nesta quinta-feira (22), durante a VicCon 2017, que aconteceu na Califórnia (Estados Unidos), o YouTube apresentou os números de acessos aos vídeos na plataforma. De acordo com Susan Wojcicki, CEO da companhia, por mês, nada menos que 1,5 bilhão de pessoas acessam o YouTube. Ainda segundo os dados, os usuários passam mais de uma hora por dia assistindo aos conteúdos publicados na plataforma em dispositivos móveis.

Além dos números, Wojcicki também apresentou algumas atualizações que integrarão o YouTube ao longo dos próximos meses. Entre as novidades está uma nova ferramenta de compartilhamento, que permitirá o envio de vídeos diretamente através do aplicativo do site, conversas com amigos e em grupos. Ao que tudo indica, o novo recurso estará disponível para dispositivos Android e iOS nas próximas semanas.

Na apresentação, a executiva também anunciou que o aplicativo para dispositivos móveis será capaz de se adaptar automaticamente ao formato de vídeo, mesmo que ele tenha sido gravado na vertical, horizontal, em proporção 4:3 ou 16:9, assim como já acontece na versão do YouTube para desktops.

Por fim, o YouTube anunciou que facilitará a criação de conteúdos em realidade virtual. Em parceria com a equipe da Daydream, foi desenvolvido um novo formato, batizado de VR180. Segundo a companhia, a partir de agora a plataforma irá gerar vídeos em 3D durante a captura de vídeos em 180 graus. Pensando em tornar a realidade virtual mais acessível, o YouTube também está iniciando uma parceria com algumas fabricantes para o desenvolvimento de câmeras de menor custo.

via Canaltech

Airbnb permitirá que usuários dividam a conta de hospedagens na plataforma

Por enquanto, recurso é testado com um número pequeno de propriedades, mas companhia planeja ampliar lançamento para mais mercados

via IDG Now!

Airbnb vai permitir que usuários dividam valores de estadia pelo app

Você também vai poder rachar o custo das locações de estadia no Airbnb na hora de contratá-las

O Airbnb é uma mão na roda para quem precisa de estadia e quer economizar uma grana que gastaria em um hotel. Por meio dele, você pode encontrar casas, apartamentos, quartos ou até mesmo aquele sofá maneiro para dormir por valores geralmente acessíveis. Tudo é pago por meio do seu cartão de crédito registrado na plataforma e você pode ficar tranquilo com todo o resto.

Agora, porém, o Airbnb vai trazer uma atualização que muitos usuários já pediam a tempo: seguindo o exemplo do Uber, onde é possível dividir a tarifa da corrida com outras pessoas por meio do aplicativo, você também vai poder rachar o custo das locações de estadia no Airbnb na hora de contratá-las.

Mais fácil de dividir a conta com os amigos

Ou seja, nada mais de apenas uma pessoa pagar tudo em seu próprio cartão e depois ter que ir atrás dos colegas viajantes para que paguem suas partes. Basta selecionar os parceiros no próprio aplicativo (eles precisam fazer login no serviço também) e o valor é dividido automaticamente e cobrado de seus respectivos cartões de crédito.

O recurso – que vai permitir a divisão da tarifa em até 16 pessoas – ainda está sendo testado em grupos selecionados de usuários e deve chegar para todo mundo até o final do ano.

via Novidades do TecMundo

Instagram Stories tem 250 mi de usuários diários e agora permite replay de lives

Instagram

Nesta terça (20), o Instagram comemora a marca de 250 milhões de usuários participando do Stories diariamente. Para comemorar o feito histórico, a rede social de fotos e vídeos está dando um presente aos usuários: a partir de agora, é possível dar replay nos lives.

A função do aplicativo que permite publicar fotos e vídeos com duração de 24 horas registrou um crescimento de 25% em relação ao número de usuários registrados em abril de 2017, e, ao todo, o app já conta com mais de 700 milhões de usuários em todo o mundo.

A novidade do replay nas transmissões ao vivo, contudo, não é definida pelo espectador, mas, sim, pelo autor do conteúdo, que pode clicar em um botão para que aquele vídeo siga visível para seus seguidores por mais um dia inteiro após o encerramento da transmissão. Até então, os lives “sumiam” do feed asim que a transmissão era encerrada.

Enquanto as coisas andam muito boas para o Instagram, seu principal rival, o Snapchat, não tem tantos motivos para comemorar. Recentemente, as ações da empresa registraram uma baixa histórica, fechando o pregão com o mesmo valor de quando abriu seu capital.

Fonte: Instagram

via Canaltech

Novo golpe no WhatsApp já afetou mais de 260 mil usuários no Brasil

Segundo empresa PSafe, golpe promete funcionalidade falsa que ofereceria ao usuário a possibilidade de visualizar as pessoas que o adicionaram no app

via IDG Now!

Telegram traz recurso que todos os usuários do WhatsApp desejam

A última atualização do Telegram adicionou um recurso bastante útil: apagar as mensagens enviadas ou por engano ou por arrependimento. Saiba como o recurso funciona.

(Isto é apenas um teaser – clique aqui para ver o post completo)

via Notícias do Android + Análises de Apps – AndroidPIT

Acer anuncia novo Chromebook ideal para o mais desastrado dos usuários

Acer Chromebook 11 N7

Vamos combinar uma coisa aqui: os notebooks são aparelhos extremamente frágeis e pouca coisa foi feita nos últimos anos para aumentar a durabilidade deles. Cair no chão é sinônimo de morte para esses equipamentos, que atualmente podem chegar a custar pequenas fortunas. Quem é um pouquinho mais descuidado ou desastrado geralmente foge deles como o diabo foge da cruz. E foi pensando nesse público que a Acer anunciou nesta terça-feira (03) o Chromebook 11 N7 na CES 2017.

Com display de 11 polegadas e teclado emborrachado resistente a líquidos, o novo notebook da marca asiática atende a padrões militares de durabilidade e é capaz de sobreviver a quedas de aproximadamente 1,5 metro e resistir à pressão de até 60 quilos. Ou seja, dá até para pisar em cima dele que tudo continuará bem.

O problema mesmo é que toda essa resistência tem um custo. Devido à sua couraça, o Chromebook 11 N7 pesa 1,3 quilo – o mesmo que um MacBook Air. É, parece pouco, mas lembre-se que estamos falando de um notebook de apenas 11 polegadas.

Mirando resistência e durabilidade, o Chromebook 11 N7 oferece especificações básicas e corpo relativamente grosseiro para um equipamento de 11 polegadas (Divulgação: Acer) 

Outro problema é que quem procura por desempenho e um bom custo-benefício não se sentirá atraído pelas especificações do equipamento. Por US$ 229, o usuário leva para casa um Intel Celeron N3060, até 4 GB de memória RAM e 16 GB ou 32 GB de armazenamento interno. A bateria tem capacidade para apenas 4.090 mAh, há uma câmera HD e suporte a Bluetooth 4.0 e Wi-Fi 802.11ac. Fora isso, o novo Chromebook da Acer vem com apenas duas portas USB 3.0, trava de segurança Kensington e entrada para fones de ouvido.

Se você não é tão exigente ou utiliza o computador apenas para tarefas básicas – e é desastrado -, o Chromebook 11 N7 pode ser uma boa opção. Caso contrário, ele pode muito bem ser classificado como um equipamento destinado à educação devido à sua resistência e durabilidade.

Fonte: The Next Web

via Canaltech

Acer anuncia novo Chromebook ideal para o mais desastrado dos usuários

Acer Chromebook 11 N7

Vamos combinar uma coisa aqui: os notebooks são aparelhos extremamente frágeis e pouca coisa foi feita nos últimos anos para aumentar a durabilidade deles. Cair no chão é sinônimo de morte para esses equipamentos, que atualmente podem chegar a custar pequenas fortunas. Quem é um pouquinho mais descuidado ou desastrado geralmente foge deles como o diabo foge da cruz. E foi pensando nesse público que a Acer anunciou nesta terça-feira (03) o Chromebook 11 N7 na CES 2017.

Com display de 11 polegadas e teclado emborrachado resistente a líquidos, o novo notebook da marca asiática atende a padrões militares de durabilidade e é capaz de sobreviver a quedas de aproximadamente 1,5 metro e resistir à pressão de até 60 quilos. Ou seja, dá até para pisar em cima dele que tudo continuará bem.

O problema mesmo é que toda essa resistência tem um custo. Devido à sua couraça, o Chromebook 11 N7 pesa 1,3 quilo – o mesmo que um MacBook Air. É, parece pouco, mas lembre-se que estamos falando de um notebook de apenas 11 polegadas.

Mirando resistência e durabilidade, o Chromebook 11 N7 oferece especificações básicas e corpo relativamente grosseiro para um equipamento de 11 polegadas (Divulgação: Acer) 

Outro problema é que quem procura por desempenho e um bom custo-benefício não se sentirá atraído pelas especificações do equipamento. Por US$ 229, o usuário leva para casa um Intel Celeron N3060, até 4 GB de memória RAM e 16 GB ou 32 GB de armazenamento interno. A bateria tem capacidade para apenas 4.090 mAh, há uma câmera HD e suporte a Bluetooth 4.0 e Wi-Fi 802.11ac. Fora isso, o novo Chromebook da Acer vem com apenas duas portas USB 3.0, trava de segurança Kensington e entrada para fones de ouvido.

Se você não é tão exigente ou utiliza o computador apenas para tarefas básicas – e é desastrado -, o Chromebook 11 N7 pode ser uma boa opção. Caso contrário, ele pode muito bem ser classificado como um equipamento destinado à educação devido à sua resistência e durabilidade.

Fonte: The Next Web

via Canaltech