10 GIFs que mostram que a tecnologia do futuro já é uma realidade hoje

A tecnologia é definitivamente impressionante. Se pararmos para pensar alguns segundos, vamos ficar espantados com a grande quantidade de facilidades que ela tem proporcionado em nossas vidas. E nem precisamos olhar muito longe: se você estiver lendo essa matéria através do seu smartphone, saiba que esse pequeno dispositivo mudou muito o cotidiano de milhares de pessoas nos últimos anos.

Se você não está convencido de que a tecnologia é impressionante, não se preocupe. Essa matéria está aqui para te convencer. Como? Por meio dos GIFs abaixo. Selecionamos essas imagens para comprovar o quanto a evolução tecnológica tem mudado e ainda tem muito potencial para transformar completamente a nossa breve existência aqui nesta Terra.

1. A precisão de uma mão robótica que amarra o cadarço de uma bota

2. Um coração que consegue “sobreviver” fora do corpo de uma pessoa

3. A velocidade de uma máquina que consegue resolver um cubo de Rubik em apenas 5 segundos

4. Foguete “reutilizável” realizando uma aterrissagem com sucesso

5. Máquina incrível usada para construir pontes

6. Esse robô que sabe andar de bicicleta

7. Uma caneta que é capaz de imprimir objetos em 3D

8. Esse pássaro robótico incrível que é capaz de voar sozinho

9. Essa máquina que é especialista e jamais vai perder nesse jogo

10. Jogos em realidade virtual

Ficou impressionado com esses GIFs? Você pode encontrar eles e muitos outros no aplicativo TopBuzz, um dos apps mais baixados no Brasil em 2016 de acordo com a própria Google. Além de GIFs, o app também apresenta outras seções para você se deliciar com um conteúdo automaticamente selecionados para você.

Tem seção de negócios, saúde, carros, esporte, gastronomia e até uma tecnologia para aqueles que, como nós, não conseguem parar de consumir notícias sobre esse universo. Tem até uma categoria de vídeos que é ideal para quem está querendo matar tempo: a parte de vídeos, a minha preferida do TopBuzz.

Se você quiser experimentar esse aplicativo, clique aqui para baixá-lo. Depois, volte aqui para contar o que você achou do TopBuzz.

A produção deste publieditorial foi patrocinada pelo TopBuzz.

via Novidades do TecMundo

Convergência da TI com a tecnologia das operações traz vantagens competitivas

Infraestrutura de TI

Um novo levantamento realizado pelo Gartner aponta que o crescente interesse pela Internet das Coisas (IoT) e a transformação dos negócios digitais significam que novas oportunidades vão surgir e que os riscos associados a esse processo precisarão ser mitigados. Fazer isso exigirá altos níveis de cooperação entre a TI (Tecnologia da Informação) e os grupos responsáveis pelo gerenciamento da tecnologia operacional (TO) para monitorar ou controlar os dispositivos físicos e processo da empresa.

“À medida que aumenta o número de companhias buscando alinhar TI e TO, os CIOs (Chief Information Officers) e os departamentos de TI serão os protagonistas na promoção de relacionamentos e na mudança da cultura da organização. Isso vai exigir uma combinação de habilidades tradicionais de TI e TO com o desenvolvimento de uma nova propriedade intelectual, enquanto a experiência externa ajudará a empresa nessa educação multidisciplinar”, explica Kristian Steenstrup, Analista e Fellow do Gartner.

Steenstrup diz que a rápida adoção de máquinas complexas capacitadas para IoT (e seu uso com plataformas de TO) possibilitará a utilização de “gêmeos digitais” para gerenciar, monitorar e fazer a manutenção desses aparelhos. Os analistas do Gartner debaterão esse e outros temas relacionados na Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2017, que acontece em São Paulo nos dias 25 e 26 de abril.

O gêmeo digital é uma simulação de alta integridade dos ativos físicos de uma máquina conduzida por informações que podem ser coletadas para ajudar os fabricantes a avaliarem o desempenho do equipamento em campo. Um dos principais casos de uso para conexão de máquinas complexas e seus sistemas de TO a um ambiente de TI é a captura de dados de telemática de veículos para monitorar a performance do operador, a deterioração, as falhas, a localização, a conformidade com a segurança e os sistemas de monitoramento remoto para controle e utilização de ativos.

Conforme a infraestrutura de IoT estende seu alcance e aprimora as plataformas de TO, a capacidade de monitorar ativamente o desempenho em campo de máquinas complexas e seus subcomponentes terá um volume crítico. Com isso, os benefícios dos efeitos em escala mudarão dos operadores-proprietários para os fabricantes.

Entre os dados que serão apresentados pelo Gartner em sua Conferência, está a estimativa de que, até 2020, os gêmeos digitais para os equipamentos industriais serão responsáveis pela realocação de 25% dos gastos do usuário final dos modelos de “compra e manutenção” para os de “serviço” fornecidos pelos produtores.
O recurso de gêmeo digital, aliado às funcionalidades avançadas de análise e à capacidade de representar o objeto dentro da cadeia de valor do negócio, reduzirá a incerteza e oferecerá um resultado garantido, permitindo que os fabricantes identifiquem mais oportunidades para entrega de valor.

Uma recente pesquisa da consultoria identificou que as empresas estão ágeis na integração de tecnologias de IoT e de TI – como sensores, administração de dados compartilhados, segurança e Analytics – aos sistemas de TO. No entanto, a implementação de IoT ainda está nos estágios iniciais e a maioria das companhias ainda não tem as habilidades, o conhecimento ou o tempo necessário para direcionar os requisitos de alinhamento de TI com TO.
As empresas precisarão buscar provedores externos com portfólios de serviços de TO comprovados. O Gartner prevê que, até 2020, 50% dos prestadores de serviços de tecnologia operacional vão criar parcerias importantes com fornecedores de TI para ofertas de Internet das Coisas.

O desenvolvimento da IoT industrial traz uma série de benefícios, incluindo maior precisão, mais e melhores sensores, além de economia de custos. Para as indústrias e empresas com grande volume de ativos (como fábricas, companhias do setor de energia, óleo e gás e transportes), a TO é a plataforma operacional da organização. Os provedores de serviços relacionados à tecnologia da operação que trabalham com esses setores com grande volume de ativos há muitos anos e possuem amplo conhecimento em operações e fortes relacionamentos dentro das empresas já estão começando a ampliar suas ofertas de serviços profissionais para atender a integração da IoT.

via Canaltech

Consumidores usam cada vez mais tecnologia em seus meios de pagamentos

Já não é de hoje: o mercado está mudando e o modo de realizar pagamentos também. Carteiras digitais têm ganhado destaque junto com os aplicativos de pagamento que não param de surgir e se aperfeiçoar — incluindo Android Pay, Samsung Pay, Apple Pay e vários outros.

E um estudo realizado pelas instituições PRIME Research e Synthesio — encomendado pela Mastercard — mostra bem isso. Analisando cerca de 3,5 milhões de threads em redes sociais durante o ano de 2016, a pesquisa concluiu que mais de 75% dos assuntos relacionados a compras e transferências.

No documento publicado pela Mastercard também são mostradas quais as tendências de adoção das novas ferramentas. A aceitação de novas carteiras digitais, por exemplo, gerou mais de 2 milhões de menções no período analisado.

Indo além, inteligência artificial e assistentes de casas conectadas também foram muito citadas pelos consumidores. Quanto a equipamentos vestíveis, tem sido crescente o interesse por mecanismos que permitam o pagamento “sem costuras” — usando pulseiras ou relógios para pagar algo depois de um exercício, por exemplo.

Segurança é essencial

Como você já deve imaginar, a necessidade de ampliar a segurança dos consumidores também é evidente. De acordo com a pesquisa, 43% dos consumidores expressa interesse em sistemas de autenticação por biometria ou similares para evitar fraudes.  A Mastercard ainda cita o sistema Identity Check Mobile, que usa fotos para autenticar pagamentos. No topo do texto você pode acompanhar um infográfico completo que mostra um pouco mais disso tudo. 

via Novidades do TecMundo

Tecnologia do futuro: novo sistema biométrico usa seus lábios como password

Os sistemas de segurança de computadores e dispositivos mobile estão ficando cada vez mais encorpados – e, por que não, interessantes – com o passar do tempo. Em muitos casos, saíram de cena as antiquadas senhas alfanuméricas para dar lugar a uma infinidade de soluções biométricas. Desbloquear o celular com a sua impressão digital, por exemplo, já é algo bastante comum nos dias de hoje. Um projeto chinês, no entanto, quer usar os seus lábios para criar um password ainda mais seguro.

Não, você não leu errado. Um grupo da Universidade Batista de Hong Kong revelou recentemente que está trabalhando em um sistema de segurança que lê os movimentos da boca do usuário para definir se o acesso ao equipamento é liberado ou não. A ideia do professor Cheung Yiu-ming e de sua equipe é que, quando se trata de outras ferramentas biométricas, como desbloqueio por digitais, reconhecimento facial ou leitura da íris, o usuário não consegue mudar o seu padrão caso a plataforma ou o dispositivo seja hackeado.

Sistema pode ser integrado a quase qualquer eletrônico

Afinal, omo se tratam de características físicas e que não podem ser alteradas sem algum tipo de mutilação ou procedimento cirúrgico, a pessoa fica destinada a utilizar a mesma “chave” de segurança pelo resto da vida. A mecânica labial por outro lado, pode ser alterada tão facilmente quanto uma senha tradicional, composta de senhas e números. Como isso funciona? Com um sensor ou câmera que avalia simultaneamente o password escolhido e a forma com que você o pronuncia.

Graças à identificação dupla, é fácil descartar um impostor

Dessa forma, há uma série de vantagens teóricas para a empreitada. A primeira delas é exatamente a possibilidade de alterar o termo de desbloqueio ao seu bel prazer. Basta registrar e balbuciar outra palavra para que o sistema identifique adequadamente a sua biometria. Também há melhorias consideráveis no campo da segurança e acessibilidade. Graças à identificação dupla, é fácil descartar um impostor fingindo ser você, ao mesmo tempo em que o sistema funciona perfeitamente em qualquer idioma, sem precisar ser localizado.

Teoricamente, o projeto traz muitas vantagens em cima das soluções existentes

Outro ponto é que, diferentemente dos bloqueios por reconhecimento de voz, não há problemas relacionado a entonação ou ruídos de fundo. O mais bacana? Essa não dependência de som faz com que mesmo usuários com problemas de fala ou mudos pode utilizar tranquilamente as ferramentas de segurança do projeto. Segundo o Yiu-ming, uma plataforma de machine learning integrada ao serviço ainda permite que o sistema se torne mais preciso com o tempo, podendo levar em conta o formato e até a textura dos seus lábios.

Reforço de peso

Primeiros usos? Setor de autenticação de pagamentos

Primeiro do seu tipo, o projeto foi apresentado inicialmente em 2015 e segue em testes de validação, com seus primeiros usos podendo ser destinados ao cada vez mais rentável setor de autenticação de pagamentos. De acordo com o site Science Daily, a empreitada poderia ser combinada com outras tecnologias de segurança, como reconhecimento facial, para aumentar ainda mais sua eficiência. Desse modo, por exemplo, seria bem tranquilo avaliar se alguém está usando uma máscara de silicone para se passar por outra pessoa em um local restrito.

Será que veremos essa ferramenta em aplicações práticas no futuro próximo? Com as grandes marcas do mercado mobile investido de forma pesada em soluções biométricas, não será estranho se gerações posteriores do iPhone ou da família Galaxy ficarem de olho nos seus lábios antes de liberarem a consulta às suas mensagens do WhatsApp.

via Novidades do TecMundo

Escola de tecnologia oferece 200 vagas em cursos gratuitos

A Trainning Education Services anunciou uma grade de cursos gratuitos a partir de hoje. Na primeira etapa, são quatro cursos ministrados por especialistas em TI na plataforma online do próprio site da Trainning. Ao todo, serão oferecidas 200 vagas e os alunos participantes receberão um…

via Hardware.com.br

Hackaton só para mulheres quer mostrar a importância feminina na tecnologia

Evento tem como objetivo criar plataforma para mapear empresas mais alinhadas com o as expectativas profissionais das mulheres

Por mais que a presença de mulheres no mercado tecnológico venha crescendo cada vez mais, não há como negar que o setor ainda está longe de oferecer oportunidades iguais para ambos os lados, permanecendo com homens dominando. Foi pensando nisso que a Hotmart, uma companhia especializada em produtos digitais, resolveu trazer às mulheres uma chance de mostrar seu poder nessa área com a “Hackaton For Girls Only”.

Como o nome já deixa claro, esse evento é uma maratona de programação exclusivamente feminino que ocorre no dia 1 de abril e tem como objetivo unir as mulheres que trabalham na área de desenvolvimento. Durante ele, as participantes terão a chance de criar uma plataforma voltada para a atuação feminina no mercado de trabalho.

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via Novidades do TecMundo

Empresa aposta em ciência e tecnologia para lucrar (muito) com a sua morte

A morte parece ser um tabu em grande parte dos países ocidentais. Para muitos, o simples fato de mencionar o tema pode trazer azar, enquanto para outros, pensar no assunto já traz lembranças amargas. No entanto, assim como quase tudo que existe neste planeta, a morte também é uma fonte para negócios muito lucrativos. O mais interessante? Esse tipo de empreendimento pode ficar ainda mais próspero graças à ajuda da tecnologia.

Conforme notado pelo site The Next Web, a compra de apólices de seguros de vida nos EUA é algo bastante comum. A ideia por trás dessa estratégia é pagar uma boa grana para o segurado no presente para que no futuro, quando ele partir desta para uma melhor, o dinheiro do prêmio seja devidamente coletado pela empresa. Parece algo mórbido, mas que se encaixa naquela velha máxima de que “dinheiro faz dinheiro”.

A morte é um negócio lucrativo há tempos

Saber em quem “apostar” para maximizar os lucros é algo essencial nesse ramo de negócios. Sendo assim, a GWG Life, uma das companhias mais ousadas do setor, resolveu recorrer à ciência e à tecnologia para tentar identificar com mais precisão quanto tempo seus clientes em potencial têm de vida. Tudo que é necessário para levar essa tarefa adiante é uma amostra de saliva do futuro defunto e uma boa dose de epigenética.

Relógio biológico

Na teoria, o método desenvolvido pela companhia consegue analisar o DNA da pessoa e determinar a sua longevidade com um alto nível de acerto. Isso porque esse tipo de estudo ainda está em fase preliminar e não conta com aprovação total da comunidade científica. Mesmo assim trata-se de uma bela evolução para uma empresa que, na sua busca por dados, fuçava históricos médicos, promovia questionários extensos e fazia entrevistas por telefone para descobrir tudo a respeito do seu alvo.

Será que é bom saber a posição dos ponteiros do seu relógio de vida?

Tudo isso poderia ser aplicado ao aumento da longevidade do ser humano

Apesar disso, partindo do princípio que, nas últimas décadas, as companhias desse segmento têm falhado miseravelmente em acertar a possível data de morte de seus usuários, é de se imaginar que a GWG tenha bons motivos para investir nessa novidade. Também dá para teorizar que tudo isso poderia ser aplicado ao aumento da longevidade do ser humano, fornecendo informações importantes a respeito da saúde do público antes mesmo que males e sintomas aparecessem. Porém, dá mais trabalho monetizar esse tipo de negócio, não é?

E você, gostaria de fazer um teste nesses moldes para saber a data aproximada da sua morte ou acha que é melhor viver sem saber disso? Deixe a sua opinião sobre o tema mais abaixo, na seção de comentários.

via Novidades do TecMundo

O suposto roubo de tecnologia que fez a Waymo (Google) levar o Uber aos tribunais

Carro da Waymo

A grande maioria das pessoas nunca viu um carro autônomo, mas o assunto está tão em alta que já rende até batalhas judiciais. A Waymo, empresa da Alphabet que está dando continuidade ao veículo sem motorista do Google, acusa o Uber de roubar a sua tecnologia. Na semana passada, mais documentos foram apresentados para reforçar a acusação. E eles colocam o Uber em uma situação bastante desconfortável.

Oficialmente, a briga começou na última semana de fevereiro, quando a Waymo entrou com um processo contra o Uber em um tribunal de San Francisco. A ação envolve principalmente a Otto, startup focada em caminhões autônomos que o Uber comprou em agosto de 2016 pela bagatela de US$ 680 milhões.

Por trás da Otto está Anthony Levandowski, engenheiro industrial que trabalhou no Google antes de fundar a startup. Adivinha com qual projeto ele esteve envolvido antes de partir para um negócio próprio? Isso mesmo, o carro autônomo do Google.

Lidar

Antes de se desligar do Google, Levandowski usou os privilégios de acesso que tinha à rede privada da companhia para baixar mais de 14 mil arquivos sigilosos em um notebook pessoal, de acordo com o processo. Foram 9,7 GB de dados, com 2 GB contendo informações altamente confidencias do Lidar, sistema bastante importante ao carro autônomo que hoje é desenvolvido pela Waymo.

Cabe ao Lidar (Light Detection and Ranging) fazer o papel dos “olhos”. Com o sistema, o carro consegue notar a aproximação de pedestres ou obstáculos, assim como de outros veículos. Isso é possível graças à emissão de feixes de laser: o sistema calcula quanto tempo demora para a luz refletir e, com isso, mede as distâncias dos objetos, formas e outros parâmetros.

É uma tecnologia tão complexa que, segundo o Google, centenas de engenheiros se dedicaram ao seu desenvolvimento e milhões de dólares foram gastos. O objetivo aqui não foi só criar um sistema confiável, mas também viável do ponto de vista econômico. Os engenheiros conseguiram, tanto que a Waymo afirma que a “apropriação dessa tecnologia é equivalente a roubar a receita secreta de uma empresa de bebidas” — uma inconfundível referência à fórmula da Coca-Cola.

Lidar

Lidar

Ops, mandei um email pra você sem querer

Naturalmente, o Google tratou de proteger todos os arquivos referentes ao Lidar. Esse cuidado continuou quando a divisão responsável pelo projeto do carro autônomo passou a se chamar Waymo. Só que não existe nada 100% seguro, certo?

O suposto vazamento só foi descoberto porque um fornecedor de componentes para o Lidar enviou um email ao Uber e, por engano (será?), colocou a Waymo em cópia. Os anexos da mensagem continham desenhos de uma placa de circuito muito parecida com a do Lidar.

Coincidência é uma palavra que não existe no mundo dos negócios. A Waymo decidiu investigar o aparente vazamento, portanto. Coube a Gary Brown, engenheiro de segurança do Google, tocar esse trabalho.

Analisando registros de acessos, logs de atividades e afins, a equipe de Brown descobriu que, em 2015, seis meses antes de sair da empresa, Levandowski baixou os quase 10 GB de dados. No meio dos arquivos estavam os desenhos dos circuitos do Lidar.

Os registros apontam que Levandowski usou softwares para download em massa de arquivos e, depois, transferiu os dados para um HD externo. Na sequência, o laptop teria sido formatado para os rastros do procedimento serem apagados.

Para a Waymo, Levandowski não agiu sozinho. A investigação de Brown indica que outros ex-funcionários do Google que agora trabalham na Otto também baixaram informações confidenciais do Lidar. Os nomes revelados até agora são de Radu Raduta e Sameer Kshirsagar.

Tirem o Uber do campo!

É lógico que a Waymo apresentou documentos para provar suas ações contra Levandowski e Uber. Na primeira olhada, esses documentos são suficientes para um parecer favorável. Mas, na semana passada, a Waymo entregou mais provas e, com base nelas, espera que o tribunal emita uma ordem para impedir que o Uber continue no projeto com a Otto — ou que pelo menos deixe de fazê-lo com a tecnologia do Lidar.

Caminhão sem condutor da Otto

Caminhão sem condutor da Otto

No meio da documentação adicional está o relato do engenheiro de hardware Pierre-Yves Droz. Ele afirma que, no início de 2016, durante uma caminhada pelo campus do Google em Mountain View, Levandowski revelou o plano de criar uma companhia tendo como base a tecnologia da Waymo.

Na mesma época, Levandowski foi visto visitando a sede do Uber. Meses antes, o engenheiro havia confidenciado a Droz, durante um jantar, que a empresa estava disposta a absorver a equipe responsável pelo Lidar para criar um projeto de veículo autônomo. Para a Waymo, esses são sinais fortes de que Levandowski arquitetou um plano para levar a tecnologia do Google para a Otto.

O Uber nega, mas…

Inicialmente, o Uber alegou que as acusações não tinham fundamento. Agora, com os novos documentos, a empresa disse que não tem nada a comentar, ao menos até que tudo seja analisado por seus advogados.

O CEO do Uber Travis Kalanick (esquerda) e Anthony Levandowski

O CEO do Uber Travis Kalanick (esquerda) e Anthony Levandowski

Mas a situação é desfavorável. O Uber está sendo acusado de apropriação de propriedade intelectual. Isso é muito sério. Tão sério que a Waymo não abriria o processo se não tivesse certeza de que está mesmo sendo trapaceada.

Como todo processo dessa magnitude, as idas e vindas aos tribunais devem durar meses. Mas é bom que o Uber consiga provar a sua inocência nessa história, do contrário, as consequências serão devastadoras: pagamento de indenizações volumosas e “filme queimado” são algumas delas. É tudo o que uma empresa que está se envolvendo em um escândalo atrás do outro não precisava ter.

O suposto roubo de tecnologia que fez a Waymo (Google) levar o Uber aos tribunais

via Tecnoblog

Intel anuncia compra da Mobileye, fabricante de tecnologia para carros autônomos

Mobileye

A Intel está mesmo investindo pesado no segmento de carros autônomos, e a novidade da vez é a aquisição de uma especialista na área, a Mobileye. A fabricante de tecnologias para veículos que dispensam motoristas foi avaliada em US$ 15,3 bilhões.

De acordo com as informações divulgadas, a Intel pagará US$ 63,54 por ação em dinheiro para a empresa israelense. A novidade surge alguns meses depois da fabricante de chips anunciar que havia firmado uma parceria com a Mobileye para colocar o processador Core i7 para trabalhar ao lado dos chips EyeQ em veículos autônomos.

A parceria entre as empresas se estende para outro projeto, que envolve a BMW e visa colocar 40 veículos de teste que dispensam motoristas na estrada ainda no segundo trimestre deste ano.

A Intel já disse que espera que o mercado de carros autônomos passe a valer US$ 70 bilhões até 2030. A fabricante de chips também acredita que em 2020 carros sem motoristas vão gerar 4 terabytes de dados por dia.

A Mobileye foi fundada em 1999 para desenvolver "sistemas baseados na visão para melhorar a segurança na estrada e reduzir as colisões". Aparentemente, a venda de seus sensores e demais tecnologias vai de vento em popa, pois seus rendimentos do ano passado mostraram que a receita da empresa aumentou para US$ 358 milhões, enquanto o lucro saltou de US $ 79,7 milhões para US $ 125,4 milhões.

Via BBC

via Canaltech

Alphabet tenta impedir Uber de usar tecnologia “roubada” de condução autônoma

Uber

A Waymo, unidade de carros autônomos da Alphabet, informou nesta sexta-feira (10) que buscará uma liminar temporária contra a Uber em um processo por roubo de propriedade intectual, de acordo com o documento jurídico.

Depois de processar a Uber no mês passado, a empresa agora quer que a justiça impeça o app de transporte individual usar sua tecnologia "roubada" de condução autônoma, até que o assunto possa ser resolvido no sistema judicial.

Em sua ação judicial, a Waymo alega que um ex-funcionário baixou e roubou mais de 14 mil arquivos confidenciais, incluindo detalhes sobre uma tecnologia de detecção de luzes e sensor, conhecida como Lidar, elemento crucial na maioria dos sistemas de direção autônoma.

O processo que deu entrada em fevereiro no tribunal de São Francisco, na Califórnia, informa que engenheiros da Waymo foram copiados "aparentemente sem querer" em uma mensagem de uma empresa que pertence ao Uber, a Otto. O e-mail incluia desenhos de sensores em 3D que continham elementos considerados "segredos" da Alphabet.

"Revisamos as reivindicações da Waymo e determinamos que elas são uma tentativa infundada de retardar um concorrente e esperamos defender vigorosamente contra elas no tribunal. Nesse meio tempo, vamos continuar nosso trabalho para trazer benefícios de auto condução para o mundo", declarou a Uber há algumas semanas.

Fonte: (Via) BGR

via Canaltech