Land Rover está testando tecnologia de direção autônoma nível 4

A Land Rover já está trabalhando para fazer com que seus SUVs de luxo sejam capazes de andar por conta própria por aí – mais um mimo além do conforto extremo oferecido pelos veículos da marca. O sistema de direção autônoma da empresa, o Autonomous Urban Drive, deve chegar aos veículos em até 10 anos.

O desenvolvimento da tecnologia, que prevê um nível de automação de nível 4 de acordo com a escala SAE – o que significa que o carro poderá se guiar sem qualquer intervenção ou ajuda humana, embora você possa assumir o comando se quiser –, está acontecendo através de testes em um Range Rover Sport.

Ela permitirá que o veículo dirija sozinho por ambientes urbanos, incluindo cruzamentos e rotatórias, tudo enquanto obedece a sinalização de trânsito. Os modelos atuais, equipados apenas com direção semiautônoma, são limitados a direção em rodovias por serem capazes de fazer a manutenção da velocidade e da distância em relação a outros veículos e interferir de forma leve na direção.

O Autonomous Urban Drive, por sua vez, consegue também fazer o planejamento da melhor rota possível: basta que você diga aonde quer chegar e o sistema fará todo o trabalho de definir qual é o melhor caminho para ir até lá.

A tecnologia está sendo testada em um ambiente fechado atualmente, mas a exploração das ruas da cidade de Milton Keynes e Coventry já está prevista até o fim deste ano.

via Novidades do TecMundo

Pesquisa mostra quem confia mais em dispositivos eletrônicos e tecnologia

Entre as coisas que menos incomodam as pessoas estão termostatos inteligentes, dispositivos vestíveis, como pulseiras fitness, e câmeras de segurança

Mesmo fornecendo uma constatação óbvia, o estudo feito pela organização SafeHome mostrou um ótimo panorama sobre o relacionamento entre as pessoas e a tecnologia, além de confirmar que pessoas mais velhas confiam menos em dispositivos tecnológicos, enquanto que os mais jovens não veem muitos problemas nisso.

A pesquisa listou diversos dispositivos eletrônicos e plataformas tecnológicas e perguntou para pessoas de todas as faixas etárias de qual deles elas desistiriam para manter a privacidade. Entre as coisas que menos incomodam as pessoas estão termostatos inteligentes, dispositivos vestíveis, como pulseiras fitness, e câmeras de segurança.

Já no outro oposto, como as coisas que mais poderia interferir na privacidade das pessoas pesquisadas, estão rastreadores de localização, sistemas de segurança doméstica, redes sociais e dispositivos inteligentes com acesso a IoT (SmartTVs, assistentes virtuais etc.).

Jovens e idosos possuem visões diferentes sobre a tecnologia

Dados detalhados

No infográfico criado para demonstrar os resultados da pesquisa, é bem fácil notar que a grande mudança entre as gerações que confiam mais e menos na tecnologia está naquela que adentra os 45 anos de idade. Dessa faixa para a frente, todos os pesquisados se mostraram bem mais desconfiados de todas essas plataformas do que os mais jovens.

Maiores detalhes sobre a pesquisa feita pela SafeHome podem ser encontrados neste link (em inglês).

via Novidades do TecMundo

Samsung lança no Brasil linha de TVs com tecnologia QLED

Televisores utilizam tecnologia aprimorada de pontos quânticos para entregar cores mais brilhantes. Nova linha traz modelos a partir de R$ 10 mil

via IDG Now!

CPqD programa para 28 de junho mais um webinar gratuito sobre a tecnologia Blockchain

O segundo webinar da série do CPqD sobre Tecnologia Blockchain está marcado para 28 de junho e abordará as aplicações e iniciativas de governo e empresas relacionadas a esse assunto. Com início às 14 horas, a apresentação será feita pelo pesquisador Sérgio Ribeiro, que atua na área de Segurança …

via Hardware.com.br

NASA cria tecnologia para drones pousarem sozinhos em casos de emergência

Parece inevitável que cada vez mais tenhamos que conviver com drones sobrevoando as nossas cabeças, então, o ideal é que eles sejam capazes de evitar problemas como colisão com outros equipamentos voadores ou mesmo aqueles originados de falhas mecânicas. No que depender da NASA, este último item será evitado graças à nova tecnologia Safe2Ditch, desenvolvida pela agência espacial dos EUA.

Em suma, a nova tecnologia torna um drone capaz de identificar problemas mecânicos durante a sua operação. Além disso, a Safe2Ditch permite também que a aeronave não tripulada encontre o melhor lugar para realizar um pouso em segurança para evitar danos após tomar conhecimento da falha.

A agência espacial quer que a sua tecnologia permita a popularização com segurançde de drones autônomos, ou seja, operados sem qualquer interferência humana. Segundo a NASA, isso é capaz de poupar custos, algo essencial para o uso de drones em larga escala.

Esquema de funcionamento da tecnologia Safe2Ditch, da NASA.

Autônoma, discreta e inteligente

A tecnologia seria embutida nos sistemas de cada aeronave autônoma para funcionar como um “gerenciamento emergencial para fazer o veículo pousar em segurança no caso de um problema crítico inesperado”. Ao identificar a situação, a Safe2Ditch faz uso da bateria restante no equipamento e também da sua autoridade de controle para encontrar o melhor trajeto até a localização segura mais próxima para realizar o pouso.

Mas e em casos onde uma colisão é inevitável? Aí, a nova tecnologia da NASA combina algoritmos com dados sobre a área sobrevoada e sobre o manuseio de aeronaves com dano a fim de calcular o local de colisão que gerará o menor impacto possível. E tudo isso sem qualquer interferência humana.

via Novidades do TecMundo

CES 2017 mostra que tecnologia também está de olho nos deficientes físicos

Evento teve a presença de diversas empresas e novas tecnologias pensadas em melhorar a vida de pessoas com as mais variadas deficiências

Quem sofre de algum tipo de deficiência física sabe bem que não tivemos grandes avanços tecnológicos quando o assunto são acessórios como cadeiras de rodas, bengalas e afins. Felizmente, parece que isso pode estar para mudar: a CES 2017 virou palco de vários dispositivos interessantes que prometem ser de grande ajuda para quem utiliza esses tipos de instrumentos, adicionando um toque smart muito bem-vindo a eles.

Um dos primeiros exemplos surgidos no exemplo é a Dring, uma bengala inteligente que vai aumentar em muito a segurança de quem a utiliza. E o que ela traz de diferente? Bem, para começar, ela conta com um módulo GPS que permite a você enviar suas informações de posicionamento para contatos específicos do celular.

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via Novidades do TecMundo

Próximo carro elétrico da Nissan terá tecnologia de condução autônoma

Nissan Leaf

O presidente da aliança Renault-Nissan, Carlos Ghosn, anunciou na quinta-feira, 5, durante apresentação na CES 2017, várias iniciativas para avançar no setor de carros autônomos, e revelou um sistema capaz de restabelecer uma intervenção humana à distância em caso de problema crítico.

Segundo Ghosn, a Nissan acrescentará funcionalidades de condução semiautônoma através da tecnologia PorPilot na próxima versão de seu carro elétrico Leaf. Esta tecnologia permite que o veículo conduza sozinho por uma estrada enquanto permanecer na mesma faixa, e representa a primeira etapa da estratégia do grupo para produzir carros que realmente dirijam de forma autônoma.

Nissan Leaf. (Foto: Divulgação)

A Nissan ainda lançará testes neste ano no Japão, em colaboração com a empresa local DeNA, de usos comerciais, como as entregas com carros sem motorista. Estes testes se ampliarão a outros países, com o objetivo do transporte de pessoas em Tóquio até 2020.

Durante sua participação na feira de eletônicos de consumo, a montadora também anunciou uma nova plataforma, a Seamless Autonomous Mobility (SAM), inspirada em tecnologias da NASA. A novidade permitirá que, quando não existir um motorista no carro, seja possível restabelecer um controle humano à distância nos poucos momentos em que a inteligência artificial não for capaz de encontrar uma solução sozinha.

Vale lembrar que a Renault e Nissan firmaram parceria no início de 2016, com o objetivo de criar dez carros autônomos em quatro anos.

Fonte: G1

via Canaltech

CES 2017: estamos na maior feira de tecnologia do planeta! [vídeo]

A Consumer Electronic Show é a maior feira de tecnologia do mundo e vem aí mais uma edição!

A Consumer Electronic Show é a maior feira de tecnologia do mundo e vem aí mais uma edição! A CES 2017 acontece de 5 a 8 de janeiro, com algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo dividindo o mesmo espaço em Las Vegas. E por que é tão importante ficar ligado nesse evento? Sendo o primeiro grande acontecimento do setor no ano, a feira costuma trazer tendências que ditarão o mercado ao longo dos meses e marcas que podem dar o que falar com os mais variados produtos.

Além disso, também é a chance de marcas menores chamarem atenção e conquistarem visibilidade ou até fechar um grande negócio. Para 2017, espere grandes lançamentos em áreas que estão quentes e em desenvolvimento, como realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial, veículos autônomos e/ou elétricos, displays HDR, drones, wearables, assistentes pessoais e mais. Como é tradição, o TecMundo fará uma cobertura completa da feira, com tudo o que for anunciado e se destacar por lá e também com os primeiros rumores e confirmações.

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via Novidades do TecMundo

AT&T deixa de oferecer tecnologia 2G nos Estados Unidos

A AT&T, segunda maior operadora de telefonia móvel dos Estados Unidos, tomou uma medida drástica no último dia de 2016: deu adeus à tecnologia GSM (2G) no país e passou a oferecer serviços apenas em 3G e LTE.

A companhia havia preparado o terreno há algum tempo: o anúncio foi feito meses antes e a operadora ofereceu gratuitamente um novo celular aos assinantes que ainda utilizavam rede 2G. Uma vez que por lá a maior parte das pessoas já usa redes 3G e 4G, não é uma tarefa tão complicada assim.

Os rebeldes que ainda não trocaram de dispositivo poderão ficar sem serviço de voz e dados, inclusive para chamadas de emergência. O desligamento da rede 2G permite à operadora aproveitar o espectro desperdiçado nas redes mais novas (principalmente 4G) e entregar uma experiência melhor de uso de internet móvel.

É difícil saber quando teremos uma decisão parecida no Brasil: de acordo com dados da Anatel de novembro de 2016, 20,37% de todos os celulares ativos ainda funcionam apenas com tecnologia 2G.

Ainda que a desconexão seja cada vez mais frequente — são mais de 15 milhões de aparelhos a menos por ano —, há mais de 11 milhões de dispositivos M2M por aqui, como máquinas de cartão de crédito e rastreadores veiculares. Normalmente, esse tipo de equipamento utiliza apenas rede 2G, pois o custo do dispositivo é menor, o tráfego de dados é baixo e a cobertura é maior do que nas outras tecnologias.

Além disso, ainda há uma boa parcela da população que não possui cobertura 3G ou 4G: nenhuma das operadoras conta com mais de 90% da população coberta nessas tecnologias, algo que acontece em três das quatros maiores empresas do setor em relação à tecnologia 2G. No geral, apenas 2% da população não têm acesso a redes 3G, mas na maioria das vezes a oferta é restrita a no máximo duas companhias.

Quem sabe uma mudança como essa da AT&T aconteça quando o 5G chegar por aqui?

AT&T deixa de oferecer tecnologia 2G nos Estados Unidos

via Tecnoblog

‘Tecnologia nos isola, mas não precisa ser assim’, diz criador do Orkut

Orkut Buyukkokten falou a respeito de como os smartphones e redes sociais atuais nos deixam mais isolados e infelizes, mas disse como acredita que isso pode ser resolvido

Ainda que as nossas vidas nunca tenham sido tão conectadas quanto são hoje em dia, a maior parte das pessoas costuma sentir que nossa obsessão pelos dispositivos que carregamos para todos os lados e pelos nossos números de curtidas e seguidores também nos tornam mais isolados do que nunca. De acordo com Orkut Buyukkokten, criador da famosa rede social que levou seu nome, os smartphones realmente parecem deixar todos mais infelizes, mas isso não precisa ser a realidade.

Segundo ele, a tecnologia pode sim ser usada para tornar as amizades mais fáceis e verdadeiras, mas a maioria de nós simplesmente não encontrou o app certo para isso por enquanto. “Se você olhar para a humanidade, ela é uma rede complexa com 7,4 bilhões de indivíduos. Temos uma necessidade tão grande de nos conectar e fazer isso está cada vez mais difícil, mesmo que existam muitas tecnologias que deveriam tornar isso mais fácil”, pontua.

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via Novidades do TecMundo