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Giphy ganha integração com teclado e criador de stickers no iOS 12

O aplicativo da plataforma de imagens Giphy ganhou uma nova versão no iOS que traz grandes novidades para os iPhones utilizando a versão 12 ou superior do sistema operacional.

Segundo informa o The Verge, os smartphones e tablets rodando o iOS 12 agora podem integrar o Giphy e adicioná-lo como uma extensão ao teclado do dispositivo, o que facilita o compartilhamento de GIFs. Para fazer isso, basta mudar o idioma do teclado para “Giphy”.

Outra novidade disponibilizada pela Giphy para o iOS 12 é uma ferramenta de criação de stickers. Utilizando a tecnologia TrueDepth dos modelos mais novos do iPhone e do iPad, os usuários podem criar adesivos animados para utilizar em mensagens.

As mudanças apresentadas pela Giphy têm a influência da Tapslash, startup que desenvolvia extensões para teclados virtuais e foi adquirida pela companhia em janeiro de 2018.

Neste ano, a Giphy também realizou a primeira edição de seu festival de filmes e apresentou uma plataforma de vídeos curtos, que será lançada integralmente em 2019 para competir com o TikTok e o Lasso.

Além de estar disponível na internet por meio deste link, o Giphy possui aplicativos gratuitos para Android e iOS. O criador de stickers e a integração com teclado já estão disponíveis para usuários do iOS 12, mas ainda não existe previsão de chegada das funções ao sistema operacional da Google.

via Novidades do TecMundo

Engenheiros do MIT criam menor transistor 3D do mundo

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em parceria com engenheiros da Universidade do Colorado, desenvolveram o menor transistor 3D do mundo. Para se ter ideia da dimensão desta tecnologia, o menor produto do mercado possui o dobro do tamanho.

O mercado tecnológico está em constante evolução buscando maneiras de deixar os produtos mais eficientes, obviamente menores e também mais precisos. O processo para construir o transistor também é completamente novo e envolve uma microfabricação que transforma o material semicondutor em nível atômico.

Nos anos 60, Gordon E. Moore declarou que o número de transistores em cada chip dobrariam a aproximadamente cada dois anos. Por muito tempo, essa foi uma tarefa “simples” de alcançar se pensarmos na tecnologia das décadas passadas. As coisas mudam um pouco de panorama ao analisarmos o quanto diversos desses itens já estão em tamanhos microscópicos.

Os engenheiros por trás desta pesquisa se inspiraram na Lei de Moore para criar o nano transistor de apenas 7 nm de diâmetro. Em comparação a um micro cartão sim de celular, é possível colocar bilhões de unidades do novo dispositivo sobre o chip.

A técnica de “Ataque Térmico em nível Atômico” – ALE térmico permite que os materiais necessários para desenvolver os transistores sejam alterados em níveis atômicos e com mais eficiência que os disponíveis atualmente.

Levará um tempo até que o nano transistor seja produzido em larga escala, mas tudo indica que logo teremos uma nova geração de aparelhos ainda mais eficazes no mercado.

via Novidades do TecMundo

Facebook cria novas regras para anúncios para reprimir as ‘fake news’

Se você acompanhou as notícias relacionadas às eleições e à tecnologia neste ano, deve ter uma boa ideia do impacto que as redes sociais e outras plataformas podem causar em diversos processos políticos. Com a aproximação do processo eleitoral na Índia, o Facebook já está tomando algumas providências em relação aos anúncios do site para evitar mais problemas.

No dia 6 de dezembro, a empresa declarou que quem quiser veicular algum tipo de anúncio político no país terá que, antes de mais nada, divulgar tanto seu nome quanto sua localização. Em seguida, o próximo passo é disponibilizar ainda mais detalhes a respeito do autor da publicação.

 

Assim, no início do ano que vem, os anúncios relacionados à política só poderão ser veiculados por anunciantes autorizados e terão um aviso com informações sobre quem criou a propaganda em questão. Para Sarah Clark Schiff, gerente de produtos na empresa, ter anunciantes autorizados e trazer mais transparência são duas medidas que podem ajudar a defender o Facebook de interferências externas causadas por outros países no processo eleitoral indiano.

As medidas são tentativas realizadas pela plataforma para buscar melhorar sua reputação após os diversos escândalos que ocorreram no mundo em função da difusão de notícias falsas. Vale lembrar que esse quadro fica ainda mais perigoso na Índia, já que se trata de um país onde as fake news podem causar danos gravíssimos. Além disso, o WhatsApp, aplicativo comprado pelo Facebook, também esteve envolvido nessas polêmicas, mas as ações tomadas não foram suficientes para conter a crise.

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Missão chinesa irá explorar o lado escuro da Lua

Se você se interessa pelos avanços da ciência, vai adorar saber que a China está prestes a escrever mais um capítulo na história da exploração do espaço. Na manhã do último sábado (8) no horário chinês, a agência espacial do país liberou uma missão de aterrissagem lunar no ponto mais distante do satélite  que, inclusive, é aquele que não pode ser visto da Terra.

De acordo com um comunicado publicado pelo Corporação da Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC), o objetivo da missão é fazer com que a espaçonave chegue ao local em algum momento de janeiro do ano que vem. Trata-se de um feito inédito, já que nenhum país ou agência espacial  o que inclui a NASA e a Rússia — chegou ao lado escuro da Lua.

A missão lunar chinesa foi batizada de “Chang’e-4”. O nome faz referência a uma deusa da mitologia lunar, enquanto o número 4 indica que essa é a quarta missão robótica da China no programa de exploração espacial que já tem 1 década de duração. A ideia é que a Chang’e-4 faça o primeiro pouso lunar de forma suave, seguido de uma cuidadosa inspeção.

Para Tamela Maciel, astrofísica e gerente de comunicação no Centro Nacional do Espaço na Inglaterra, essa missão é bastante ambiciosa; afinal, a ideia é que a Chang’e-4 explore a bacia mais antiga e profunda em nosso satélite  ou seja, a bacia do Polo Sul-Aitken, que não pode ser vista da Terra. Assim, é esperado que o veículo enviado na missão obtenha novos dados das rochas e do solo lunar para enviar para estudos em nosso planeta  além de, claro, já preparar o terreno para uma possível missão envolvendo pessoas.

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Minecraft recebe update com novos animais no Windows 10 e Xbox One

Apesar de Fortnite e outros jogos de battle royale serem sinônimos de sucesso atualmente, Minecraft continua sendo um dos games mais populares de todos os tempos e ainda vem recebendo atualizações. Recentemente, a Microsoft lançou um update para o game no Windows 10 e Xbox One trazendo algumas novidades para o título criado pela Mojang.

Chamado de Bedrock, o update 1.8.0 se encontrava em fase de testes anteriormente, mas agora está sendo liberado para todos os jogadores. A principal mudança é a chegada de dois novos tipos de animais para o game: gatos e pandas. Além disso, a atualização conta com uma nova planta, o bambu, que também está ligada à inclusão dos novos bichinhos em Minecraft.

O panda é um animal totalmente novo no jogo de bloquinhos. Segundo descrevem as notas da atualização, a criatura possui seis personalidades, que podem variar desde brincalhão até agressivo.

Os gatos já estavam presentes em Minecraft, e os jogadores podiam ter o felino ao domesticar uma jaguatirica. Agora, porém, o animal ganhou uma textura única e poderá ser encontrado no mundo do game. 

Os bambus aparecem em biomas de selva e têm como principal característica serem o alimento para os pandas. Com isso, sempre que a planta aparecer, existe uma grande chance de os ursos estarem próximos. Além disso, o novo bloco pode ser utilizado para a construção de andaimes.

Outra novidade da atualização é a arma medieval besta (crossbow), que ainda é um recurso experimental e pode ser acessado no Beta de Minecraft. Por fim, o update também traz melhorias na função Realms e na performance geral do game.

Você pode conferir todas as mudanças feitas com o patch 1.8.0 de Minecraft neste link. Apesar de as novidades estarem disponíveis no Xbox One e Windows 10, possivelmente o update chegará em breve para outras plataformas.

Minecraft pode ser jogado em PC, Xbox One, PS4, Nintendo Switch, smartphones Android, iOS e consoles da geração anterior. Na versão para Windows 10, o jogo também possui suporte para o recurso de realidade mista.

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Microsoft pode usar IA para aprimorar experiência no Project XCloud

Microsoft pode utilizar tecnologia de Inteligência Artificial para aprimorar experiência de usuários no Project XCloud, futura plataforma de streaming de jogos da companhia. De acordo com informações do site alemão de tecnologia Windows United, a empresa teria uma patente, que demonstra a IA sendo utilizada principalmente para prever o game que seus usuários estariam interessados em jogar em algumas situações.

Exemplo disso é que se alguém encerrasse um jogo no PC e fosse diretamente para o Xbox, esse console já estaria pronto para que a partida fosse retomada automaticamente. Segundo o documento, o serviço com integração de dispositivos teria, assim, armazenamento em nuvem das informações dos games, permitindo a navegação “de jogo em jogo, com muito pouco atraso.”

A Microsoft anunciou em um blogpost oficial no mês de outubro que estava trabalhando em seu serviço próprio de streaming de jogos, que permitiria o acesso a esses conteúdos por meio de múltiplos dispositivos — PC, tablet, celular e console. Na situação, a empresa apontava que ofereceria “a liberdade de jogar no dispositivo [que o jogador] desejar, sem ficar preso a um aparelho particular”. No momento, a empresa está fazendo melhorias do Project XCloud. Já os testes públicos da plataforma, estão previstos para 2019.

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Detentos dos EUA terão dentaduras feitas a partir de impressora 3D

Impressoras 3D têm revolucionado diversos setores, que vão desde a construção civil até a área da saúde. Nesse último caso, elas estão sendo usadas inclusive para imprimir dentaduras de modo mais rápido. Por essa razão, o governo do Texas, nos Estados Unidos, decidiu imprimi-las para os detentos do estado. O processo tradicional para obter uma prótese desse tipo é um pouco demorado: o paciente deve ir até o dentista, para que ele faça um molde. Após essa consulta, o profissional envia esse mesmo molde para um técnico protético — especialista em produzir próteses dentárias. Depois entre 10 e 20 dias, a prótese é devolvida ao odontólogo. Assim, novas consultas são marcadas para que ele possa fazer ajustes, que garantam o conforto permanente ao paciente.

Com a impressora 3D, parte dessas etapas deixa de existir. No caso, é preciso apenas que um profissional filme a boca do paciente e envie essas imagens para impressão 3D. Já o ajuste, pode ser feito em até uma hora. A ideia acabou chamando a atenção de autoridades do Texas, que precisavam tomar medidas rápidas e baratas, para o número considerável de pessoas sem dentes na população carcerária do estado, isso considerando jovens e idosos. Nesse sentido, após a compra das impressoras 3D, todo o processo pode ser feito de dentro das penitenciárias. Assim a economia é resultante do fato de não ser mais necessário conduzir os detentos, várias vezes, para um consultório. Da mesma forma, o custo com material para obter as próteses é bem menor do que em produções comuns.

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Toyota Mirai: conheça o carro elétrico movido a células de hidrogênio

Encontrar alternativas sustentáveis para reduzir ao máximo o uso de combustíveis fósseis é uma necessidade rumo a um futuro mais ecológico. No setor automobilístico, algumas fabricantes importantes se destacam por inovar em tecnologias ligadas ao uso de energia elétrica, como é caso da Tesla, BMW e Nissan. Entretanto, a Toyota está investindo em um sistema diferente daquele usado por essas empresas. Exemplo disso, é o seu atual Toyota Mirai, um sedã elétrico movido a células de hidrogênio.

De início, a palavra “mirai” em japonês significa futuro, o visual do automóvel é condizente com esse aspecto, parecendo uma versão mais futurista do Prius, híbrido da Toyota. Mas como o carro funciona? Por meio de energia gerada no interior dessas células, através de um processo eletroquímico, que consiste na introdução de hidrogênio no ar do oxigênio. Essa reação produz e elimina somente água como resíduo, o que, evidentemente, é muito mais limpo do que os gases poluentes liberados através da combustão gerada nos meios tradicionais.

Como o carro é abastecido

A tarefa de abastecer o Toyota Mirai também não deve complicada. Para isso, basta procurar um posto de hidrogênio da marca mais próximo e seguir com os mesmos procedimentos feitos em situações com carros comuns — basta abrir um compartimento em sua lateral e inserir o bico da mangueira com o combustível. Uma das principais vantagens desse sistema é que o abastecimento leva apenas 5 minutos. No caso de automóveis elétricos, esse tempo ultrapassa os 30 minutos. Com capacidade máxima cheia — de 4,5 quilos de hidrogênio —, o Mirai consegue rodar até 500 quilômetros.

Vantagens em ter um Mirai

Além do importante aspecto ecológico, a fabricante oferece uma espécie de bônus de até 15 mil dólares, com validade de três anos, para que seus compradores possam abastecê-lo. A empresa ainda disponibiliza revisão gratuita durante esse período ou até que sejam atingidos 57 mil quilômetros rodados. O carro, assim como os modelos elétricos comuns, aparenta ser relativamente silencioso, emitindo pouco ou nenhum ruído. Seu interior é equipado com controles inteligentes e modernos. Ainda, tem radar para evitar colisões e um sistema com acesso rápido a um assistente de emergência, que funciona 24 horas.

Desvantagem do carro movido à hidrogênio

A grande desvantagem de ter um Mirai é que a Toyota tem uma restrita rede de postos de bombas de hidrogênio. Esse também é o único meio de abastecê-lo, ao contrário de carros elétricos, como os da Tesla, em que isso pode ser feito até mesmo em casa. O preço para fazer esse abastecimento também é meio alto, sendo em torno de 15 dólares o quilo desse combustível. Em questões de velocidade, o modelo japonês atinge cerca de 100km/h em 9,4 segundos, enquanto os modelos elétricos da companhia de Musk têm esse tempo reduzido para no máximo 3,3 segundos.  

Infelizmente, o Toyota Mirai ainda não pode ser adquirido facilmente, podendo ser encontrado somente em algumas regiões da Europa, Japão e Estados Unidos. Nesse último país, o sedã é vendido por cerca de 60 mil dólares — um pouco mais de 230 mil reais na conversão de hoje. Ainda não se sabe se ele será produzido em larga escala, mas é certo que acena para novos caminhos frente à redução de impactos ambientais.

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Phrozen anuncia a Transform, sua nova impressora 3D de LCD

A taiwanesa Phrozen anunciou o financiamento colaborativo de sua mais nova impressora 3D de LCD: a Transform. A maior novidade é que, desta vez, ela é capaz de imprimir objetos com o dobro de tamanho da versão atual, ou seja, em até 40 centímetros.

De acordo com a empresa, a Transform é o maior prelo 3D doméstico do mercado. E o foco, a partir de agora, será esse, já que vários clientes sentem a necessidade de uma impressora maior. Em máquinas pequenas, imprimir um objeto maior que sua capacidade requer que ele seja criado por partes e que cada uma delas seja impressa separadamente. No final, essas peças precisam ser montadas.

Com a nova Transform LCD, é possível imprimir objetos desde odontologia até peças para design de joias e prototipagem, de uma única vez.

A Transform traz dois painéis LCD: um de 13,3 polegadas e outro com tela dupla de 5,5 polegadas. Seu compartimento de impressão tem volume de 29,2 x 16,5 x 40 centímetros, além de um eixo Z ultra-ajustável de 40 cm, com capacidade de impressão em resolução de 76 µm XY.

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Outras características incluem a impressão sem fio e a compatibilidade com resina de terceiros.

O projeto, lançado através do Kickstarter, já arrecadou mais de US$ 180 mil, sendo que a campanha só termina em janeiro de 2019, e as vendas começam em abril, com preço inicial de US$ 999.

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Renove a carreira em 2019: 8 cursos para quem busca trabalhos autônomos em TI

Área de tecnologia é uma das alternativas mais rentáveis e com maior demanda no mercado


Para muitos brasileiros, o trabalho autônomo pode oferecer vantagens, como flexibilidade de horário, local e até mesmo a escolha de projetos. Empresas de diferentes setores têm cada vez mais demandado mão de obra em tecnologia e muitas contratam profissionais por projetos.

Ana Romeo, Head de Produto da Udacity, comenta que muitos profissionais da área de tecnologia optam por atuar como freelancers, aceitando projetos pontuais de acordo com a sua disponibilidade. “Isso permite, por exemplo, trabalhar de forma remota, negociar pagamentos mais justos por cada entrega e escolher fazer aquilo que gosta mais”, explica Ana.

Segundo ela, essa escolha de carreira é mais comum entre programadores de sites e aplicativos móveis. A executiva listou oito opções de cursos, em português e online, para quem quer mudar a rotina e trabalhar como autônomo.

Confira:

1. Fundamentos de JavaScript

Sobre o curso: Você aprenderá os fundamentos da linguagem mais conhecida no desenvolvimento web e começará a escrever suas primeiras linhas de código. Você transformará decisões da vida real em código ao usar declarações condicionais, além de explorar o uso dos loops “for” e “while” de JavaScript. Você também será apresentado ao armazenamento de dados em arrays e à manipulação de arrays usando propriedades e métodos comuns.

Duração: 4 semanas.

Inscrições: gratuitas neste site.

2. Introdução à Programação

Sobre o curso: Neste curso Nanodegree, você aprenderá os fundamentos de programação de forma estruturada e com o acompanhamento contínuo de especialistas no assunto. Você desenvolverá conhecimento aplicável, construindo projetos reais como sites e aplicativos. Além disso, também conhecerá os conceitos fundamentais de HTML, CSS, Python e APIs.

Duração: 3 meses.

Inscrições: R$ 599,00 neste site.

3. Fundamentos do Design Responsivo para a Web

Sobre o curso: O curso aborda os fundamentos do web design responsivo: você criará sua própria página web responsiva para que ela funcione bem em qualquer dispositivo — como telefone, tablet, desktop ou qualquer outro. Você também vai aprender como criar seu próprio layout responsivo usando media queries do CSS e a tag viewport.

Duração: 2 semanas.

Inscrições: gratuitas neste site.

4. Fundamentos de Front-End

Sobre o curso: Com este curso Nanodegree, você dominará os fundamentos de front-end para começar a desenvolver websites responsivos e dinâmicos com HTML, CSS e JavaScript. Aprenderá desde otimização de imagens responsivas, JavaScript e jQuery à controle de projetos de software com Git & GitHub.

Duração: 2 meses.

Inscrições: R$ 599,00 neste site.

5. Otimização de Performance de Website

Sobre o curso: O curso ensina como otimizar qualquer site para ser rápido, além de se aprofundar nos detalhes de como browsers de celulares e computadores desktop processam páginas. É ensinado o conceito de caminho de renderização crítico, também conhecido como o conjunto de passos que navegadores devem seguir para converter HTML, CSS e JavaScript em sites cheios de vida.

Duração: 1 semana.

Inscrições: gratuitas neste site.

6. Desenvolvedor Web Full Stack

Sobre o curso: Trabalhar no mercado de desenvolvedor web está cada vez mais desafiador devido à velocidade com que novas aplicações e linguagens surgem e se atualizam. Para se destacar, é necessário ter um visão do todo e saber como resolver um problema de forma completa. Nesse curso Nanodegree, você adquire competências essenciais para construir aplicações web do início ao fim, desde a interface até o servidor, passando por back-end, front-end e servidores Linux.

Duração: 6 meses.

Inscrições: R$ 1.999,00 neste site

7. JavaScript Orientado a Objetos

Sobre o curso: Para quem já tem familiaridade com a linguagem JavaScript, vale aprender como construir sites usando blocos reutilizáveis de código conhecidos como bibliotecas. O curso é projetado para ensinar desenvolvedores web a utilizar os vários recursos de programação orientada a objeto no JavaScript e a escrever bibliotecas reutilizáveis e sustentáveis que irão tornar a sua vida mais fácil.

Duração: 5 semanas.

Inscrições: gratuitas neste site.

8. Android Basics

Sobre o curso: Google e Udacity construíram este curso Nanodegree para quem quer iniciar sua jornada de programação mobile. Entre aulas e projetos práticos, são abordados temas como interfaces de usuário, interatividade e programação orientada a objetos, e aplicativos multi-telas, além de redes, dados e APIs. Aprenda a linguagem Java e comece a construir aplicativos para bilhões de dispositivos.

Duração: 3 meses.

Inscrições: R$ 1.099,00 neste site.

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